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  2. Palavra-chave: Terapia por Exercício
ABC
Editorial

Reabilitação Cardíaca Baseada em Exercícios (RCBE): Novas Fronteiras no Pós-Novo Coronavírus

Rosane Maria Nery et al. Antonio Cardoso dos Santos Eduardo Lima Garcia

A pandemia da doença de coronavírus 2019 (COVID-19), além de repercussões físicas, emocionais e sociais gerou importantes alterações nas medidas não farmacológicas de auxílio ao tratamento de pacientes com doenças cardíacas, como é o caso da Reabilitação Cardíaca Baseada em Exercícios (RCBE). A incapacidade associada à síndrome pós-COVID-19 parece ter um impacto considerável nos serviços de saúde, pois o tratamento desses pacientes implica uma demanda muito grande de cuidados e um alto custo econômico.

Evidências científicas demostraram uma associação estreita do comportamento sedentário com desenvolvimento e agravo de doenças cardiovasculares (DCV), além de mortalidade precoce. Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas ou postergadas com cuidados preventivos e medidas terapêuticas, onde a RCBE é um pilar fundamental.,

[…]

  • Atividade Física
  • Coronavírus
  • COVID-19/complicações
  • Pandemia
  • Reabilitação Cardíaca
  • Recuperação da Função Fisiológica
  • Terapia por Exercício
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07/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20230120
Figura 1
ABC
Artigo Original

Implementação Clínica de Diferentes Estratégias para Reabilitação Baseada em Exercícios em Receptores de Transplante de Rim e Fígado: Um Estudo Piloto

Paula A. B. Ribeiro et al. Mathieu Gradassi Sarah-Maude Martin Jonathan Leenknegt … Mathilde Baudet VyVan Le Marie-Pascale Pomey Agnes Räkel François Tournoux

Resumo

Fundamento:

A doença cardiovascular está entre as principais causas de morte entre pacientes transplantados. Embora esses pacientes possam teoricamente se beneficiar de programas de reabilitação baseada em exercícios (RBE), sua implementação ainda é um desafio.

Objetivo:

Apresentamos nossa experiência inicial em diferentes modos de realização de um programa piloto de RBE em receptores de transplante de rim e fígado.

Métodos:

Trinta e dois pacientes transplantados renais ou hepáticos foram convidados para um programa de RBE de 6 meses realizado na academia do hospital, na academia comunitária ou em casa, de acordo com a preferência do paciente. O nível de significância adotado foi de 5%.

Resultados:

Dez pacientes (31%) não completaram o programa. Entre os 22 que completaram, 7 treinaram na academia do hospital, 7 na academia comunitária e 8 em casa. O efeito geral foi um aumento de 11,4% nos METs máximos (tamanho do efeito de Hedges g = 0,39). O grupo de academia hospitalar teve um aumento nos METs de 25,5% (g = 0,58, tamanho de efeito médio) versus 10% (g = 0,25) e 6,5% (g = 0,20) para os grupos de academia comunitária e em casa, respectivamente. Houve efeito benéfico nas pressões arteriais sistólica e diastólica, maior para os grupos academia hospitalar (g= 0,51 e 0,40) e academia comunitária (g= 0,60 e 1,15) do que para os pacientes treinando em casa (g= 0,07 e 0,10). Nenhum evento adverso significativo foi relatado durante o seguimento.

Conclusão:

Programas de RBE em receptores de transplante de rim e fígado devem ser incentivados, mesmo que sejam realizados fora da academia do hospital, pois são seguros com efeitos positivos na capacidade de exercício e nos fatores de risco cardiovascular.

  • Condicionamento Físico humano
  • Exercício
  • Fígado/transplante
  • Rim/transplante
  • Técnicas de Exercício e Movimento
  • Terapia por Exercício
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20210159 Visualizações 2
ABC
Editorial

Exercício Intervalado de Alta Intensidade versus Exercício Contínuo: Há Diferença na Magnitude de Redução da Pressão Arterial?

Filipe Ferrari et al. Vítor Magnus Martins

Minieditorial referente ao artigo: Efeito Agudo do Exercício Intervalado versus Contínuo sobre a Pressão Arterial: Revisão Sistemática e Metanálise

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) está fortemente associada a eventos cardiovasculares adversos, incluindo insuficiência cardíaca, cardiopatia isquêmica e doenças cerebrovasculares. Apresentando alta prevalência mundial, em geral a HAS associa-se a fatores de risco como história familiar, obesidade, alta ingestão de sódio e sedentarismo. Considerando estes fatores, estima-se que 1/3 da população dos EUA e a da Inglaterra seja de indivíduos hipertensos. No Brasil, especificamente em 2016, foi relatada prevalência acima de 32% de HAS (36 milhões) em indivíduos adultos, sendo em mais de 60% nos idosos. A HAS contribuiu, direta ou indiretamente, para metade dos óbitos por doenças cardiovasculares.

[…]

  • Estilo de Vida
  • Exercício
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Hipotensão Pós-Exercício
  • Insuficiência Cardíaca
  • Pressão Arterial
  • Terapia por Exercício
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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200261 Visualizações 1
Figura 3
ABC
Artigo Original

Efeito Agudo do Exercício Intervalado versus Contínuo sobre a Pressão Arterial: Revisão Sistemática e Metanálise

Raphael José Perrier-Melo et al. Eduardo Caldas Costa Breno Quintella Farah Manoel da Cunha Costa

Resumo

Fundamento

O exercício aeróbio contínuo (EC) é uma das principais recomendações não farmacológicas para prevenção e tratamento da hipertensão arterial sistêmica. O EC é seguro e eficaz para reduzir a pressão arterial cronicamente, assim como nas primeiras horas após sua realização, fenômeno conhecido por hipotensão pós-exercício (HPE). O exercício intervalado (EI) também gera HPE.

Objetivo

Essa revisão sistemática e metanálise buscou comparar a magnitude da HPE entre o EC e EI em adultos.

Métodos

Realizou-se uma revisão sistemática de estudos publicados em revistas indexadas nas bases PubMed, Web of Knowledge, Scopus e CENTRAL até março de 2020 que compararam a magnitude da HPE entre o EC versus EI. Foi definida HPE entre 45 e 60 minutos pós-exercício. As diferenças entre grupos sobre a pressão arterial foram analisadas por meio do modelo de efeito aleatório. Os dados foram reportados como diferença média ponderada (WMD) e 95% de intervalo de confiança (IC). Valor p menor que 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. A escala TESTEX (0 a 15) foi usada para verificação da qualidade metodológica dos estudos.

Resultados

O EI apresentou HPE de maior magnitude sobre a pressão arterial sistólica (WMD: -2,93 mmHg [IC95%: -4,96, -0,90], p = 0,005, I2 = 50%) e pressão arterial diastólica (WMD: -1,73 mmHg [IC95%: -2,94, -0,51], p = 0,005, I2 = 0%) quando comparado ao EC (12 estudos; 196 participantes). A pontuação dos estudos na escala TEXTEX variou entre 10 e 11 pontos.

Conclusões

O EI gerou HPE de maior magnitude quando comparado ao EC entre 45 e 60 minutos pós-exercício. A ausência de dados sobre eventos adversos durante o EI e EC nos estudos impede comparações sobre a segurança dessas estratégias. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):5-14)

  • Exercício
  • Hipertensão
  • Hipotensão Pós-Exercício
  • Pressão Arterial
  • Revisão
  • Terapia por Exercício
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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20190107 Visualizações 3
Figura 1
ABC
Artigo Original

Estudo Controlado das Alterações Hemodinâmicas Centrais de uma Sessão de Exercício Inspiratório com Diferentes Cargas na Insuficiência Cardíaca

Luana de Decco Marchese et al. Sergio Chermont Danielle Warol Lucia Brandão de Oliveira … Sabrina Bernardez Pereira Mônica Quintão Evandro Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento

A fraqueza muscular inspiratória contribui para a intolerância ao exercício e diminuição da qualidade de vida dos pacientes com insuficiência cardíaca. Estudos com treinamento da musculatura inspiratória demonstram melhora da força muscular inspiratória, da capacidade funcional e da qualidade de vida. Porém, pouco se sabe sobre a resposta hemodinâmica central (RHC) durante o exercício inspiratório (EI).

Objetivo

Avaliar a RHC em uma única sessão de EI com diferentes cargas (placebo, 30 e 60%) na insuficiência cardíaca.

Métodos

Ensaio clínico randomizado placebo-controlado, em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, classe funcional II e III. Vinte pacientes, com idade de 65±11 anos, completaram uma sessão única de exercício inspiratório, em 3 ciclos de 15 minutos, com washout de 1 hora, envolvendo cargas de 30% (C30), 60% (C60) e placebo, utilizando um resistor de carga linear ( PowerBreathe Light ). O estudo hemodinâmico não invasivo foi realizado por bioimpedância cardiotorácica ( Niccomo™CardioScreen® ). Análise estatística foi feita com o Teste t de Student e a correlação de Pearson, considerado significante p≤0,05.

Resultados

Foi observado aumento da frequência cardíaca (FC) com a C30 (64±15 vs 69±15 bpm; p=0,005) e C60 (67±14 vs 73±14 bpm, p=0,002). No volume sistólico (VS), observou-se diminuição com a C30 (73±26 vs 64±20 ml; p=0,004). O débito cardíaco (DC) apresentou aumento apenas com a C60 (4,6±1,5 vs 5,3±1,7 l/min; p=-0,001).

Conclusão

Quando utilizada a carga de 60%, em uma sessão única de EI, foram observadas alterações na RHC. A FC e o DC aumentaram, assim como as escalas de Borg e sensação subjetiva de dispneia. Já a carga de 30% promoveu diminuição do VS. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(4):656-663)

  • Debilidade Muscular
  • Exercícios Respiratórios
  • Hemodinâmica
  • Insuficiência Cardíaca
  • Qualidade de Vida
  • Síndrome de Fadiga Crônica
  • Técnicas de Exercício e Movimento
  • Terapia por Exercício
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20180375 Visualizações 1
ABC
Editorial

Exercícios de Alta Intensidade na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada

Artur Haddad Herdy et al. Magnus Benetti

Introdução

A insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) compreende uma série de patologias que cursam com variados graus de dispneia, elevadas pressões de enchimento, alterações estruturais ou diastólicas e muita limitação aos exercícios. A ICFEP pode representar até 50% dos casos de internação por insuficiência cardíaca (IC) descompensadas.

A hipertensão e a obesidade são condições frequentemente associadas a ICFEP e o manejo adequado destas duas patologias são essenciais para o tratamento desta síndrome. Uma das principais características dos pacientes com ICFEP, é a intolerância aos esforços em variados graus e por mecanismos diversos. Os exercícios figuram entre as principais medidas terapêuticas para o tratamento da ICFE reduzida e ICFEP, mostrando-se como importantes agentes na redução da morbimortalidade desses pacientes.–

[…]

  • Exercício
  • Exercícios Respiratórios
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
  • Terapia por Exercício
  • Volume sistólico
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01/11/2018 DOI: 10.5935/abc.20180225 Visualizações 1
ABC
Editorial

Função Endotelial e Exercício Físico

Luana Urbano Pagan et al. Mariana Janini Gomes Marina Politi Okoshi

O endotélio é considerado um tecido ativo e dinâmico com propriedades importantes como manutenção da circulação sanguínea, regulação do tônus vascular, permeabilidade microvascular, sinalização e angiogênese vascular e resposta inflamatória. O endotélio permite a conexão entre componentes da circulação e sistemas do organismo. As células endoteliais produzem e, dependendo do estímulo recebido, liberam fatores que levam à contração ou relaxamento das células do tecido muscular liso dos vasos. O controle do tônus vascular pelo endotélio é modulado pela produção e liberação de mediadores, como o óxido nítrico, prostaciclinas, prostaglandinas, tromboxano, angiotensina II, endotelina-1 e espécies reativas de oxigênio. Em condições fisiológicas, esses fatores encontram-se em equilíbrio. O desequilíbrio na produção de substâncias pelo endotélio causa um desencadeamento e progressão de várias condições e doenças como isquemia, trombose, aterosclerose, hipertensão arterial, inflamação e crescimento tumoral., Portanto, disfunção do endotélio vascular constitui um importante fator fisiopatológico em doenças humanas.

A disfunção endotelial é caracterizada, principalmente, por alterações nas ações do endotélio que envolvem redução de vasodilatação e indução de estado pró-inflamatório ou pró-trombótico. Devida à sua importância clínica, a disfunção endotelial é considerada preditora independente de risco cardiovascular. Adicionalmente, pode ser observada também em doenças não cardiovasculares, como doenças reumáticas e autoimunes.

[…]

  • Doenças Cardiovasculares
  • Endotélio Vascular / fisiopatologia
  • Exercício
  • Óxido Nítrico
  • Ratos
  • Terapia por Exercício
  • Tônus Vascular
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01/10/2018 DOI: 10.5935/abc.20180211 Visualizações 1
ABC
Editorial

Hipertensão e Exercício: A Busca por Mecanismos

Bertha F. Polegato et al. Sergio A. R. de Paiva

A hipertensão arterial é uma doença crônica que afeta aproximadamente 40% da população geral, sendo sua incidência maior nas faixas etárias mais avançadas. A presença de hipertensão arterial é fator de risco para outras doenças cardiovasculares, como insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, aterosclerose e também para o desenvolvimento de doença renal crônica. Estima-se que mais de 50% das mortes por doenças coronarianas e acidentes vasculares cerebrais ocorrem em pacientes com hipertensão.2 Devido a essa característica, a hipertensão gera custos elevados em saúde, tornando-se um problema de saúde pública. Nesse contexto, o estímulo a tratamentos não farmacológicos é estratégia custo-efetiva, com poucos efeitos colaterais, que ajuda na prevenção de outras doenças que acompanham a hipertensão, como o diabetes e a obesidade, e aumentam o risco cardiovascular do paciente. Dentre essas estratégias não farmacológicas, merece destaque o exercício físico.

Rodrigues et al., em estudo publicado nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, avaliaram o efeito do exercício aeróbico moderado realizado em esteira em ratos espontaneamente hipertensos. Os animais correram a velocidade de 18 a 22 m/min durante 60 minutos, 5 vezes por semana, por 8 semanas. Os resultados do estudo confirmam o efeito anti-hipertensivo do exercício físico aeróbico, já observado em outros estudos. Mais recentemente, outros tipos de exercício, além do aeróbico, tem se mostrado promissores em tratar a hipertensão, como exercício resistido e o exercício intervalado. A prescrição do exercício físico para tratamento e prevenção da hipertensão já está bem estabelecida, de modo que as diretrizes mais recentes para tratamento dessa doença recomendam fortemente o exercício como opção terapêutica.,

[…]

  • Exercício
  • Hipertensão / prevenção & controle
  • Hipertensão/fisiopatologia
  • MicroRNAs/genética
  • Terapia de Alvo Molecular
  • Terapia por Exercício
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01/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180146 Visualizações 1
Figura 1
IJCS
Original Article

Efeito Cardiovascular Superior do Modelo Periodizado para Prescrição de Exercícios Comparado ao Convencional em Coronariopatias

Rafael Michel de Macedo et al. Ana Carolina Brandt de Macedo Jose R. Faria-Neto Costantino R. Costantini … Costantino O. Costantini Marcia Olandoski Flavio Sebastião Neto Rafael P. da Silveira Katherine A. Teixeira de Carvalho Luiz Cesar Guarita-Souza

Resumo

Fundamentos:

O exercício físico melhora a sobrevida e a qualidade de vida de pacientes coronarianos, mas a maneira ideal de prescrevê-lo é ainda controversa.

Objetivo:

Criar um modelo periodizado para prescrição de exercícios para pacientes coronarianos e compará-lo com o modelo convencional.

Métodos:

Randomização de 62 pacientes coronarianos em tratamento farmacológico em dois grupos: treinamento convencional, não periodizado (GNP, n = 33) e periodizado (GP, n = 29). Os dois grupos foram submetidos aos mesmos exercícios durante as 36 sessões do programa, mas prescritos de maneira diferente. Todos os pacientes foram submetidos à seguinte avaliação: consulta médica admissional, teste de esforço cardiopulmonar, teste de 1 repetição máxima (1RM) e avaliação da composição corporal.

Resultados:

O VO2 pico melhorou nos dois grupos, embora de maneira mais efetiva no GP (4% versus 1,7%, p < 0,001). Além disso, a capacidade funcional do GP aumentou em 13%, tendo havido significativa redução no percentual de gordura corporal (2,1%, p < 0,005) e no peso corporal (1,9 kg, p < 0,005). A força muscular nos dois grupos melhorou como diagnosticado pelo teste de 1RM para seis diferentes grupos musculares (quádriceps, isquiotibiais, bíceps, tríceps braquial, peitoral e grande dorsal), mas sem diferença significativa entre os grupos, tendo os dois modelos a mesma eficiência.

Conclusões:

O presente estudo mostrou que a periodização do treinamento de pacientes cardíacos pode melhorar a capacidade cardiorrespiratória e reduzir a porcentagem de gordura corporal mais efetivamente do que o modelo convencional.

  • Doença da Artéria Coronariana/fisiopatologia
  • Exercício
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Técnicas de Exercício e Movimento
  • Terapia por Exercício
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01/01/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180036 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Relato de Caso

Múltiplos Benefícios da Reabilitação em Paciente com Insuficiências Cardíaca e Renal

Carlos Alberto Cordeiro Hossri et al. Fernando José Pinho Queiroga Júnior Vitor Oliveira Carvalho Carlos Roberto Ribeiro Carvalho Andre Luis Pereira Albuquerque

Introdução

A insuficiência cardíaca está associada à elevada mortalidade e à capacidade de exercício significativamente reduzida em muitos casos, apesar do tratamento médico. Os pacientes podem apresentar, também, insuficiência renal, uma das comorbidades mais importantes, o que contribui ainda mais para um mau prognóstico, especialmente em pacientes que já estão realizando sessões de diálise . A redução da função renal ocorre em aproximadamente 25% dos pacientes com insuficiência cardíaca crônica, independentemente da gravidade da disfunção ventricular esquerda .

O treinamento físico é formalmente recomendado como uma intervenção não farmacológica segura em insuficiência cardíaca estável ,. No entanto, muitos pacientes em estágio grave são extremamente sintomáticos e se consideram incapazes de participar de um programa de treinamento de exercício. A associação da insuficiência cardíaca com a insuficiência renal, em uso de Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua (CAPD, sigla do inglês Continuous Ambulatory Peritoneal Dialysis), torna tal atendimento ainda mais complicado. Os médicos também são inseguros e resistentes ao recomendar reabilitação cardiopulmonar para um paciente com muitas limitações.

[…]

  • Exercício
  • Insuficiência cardíaca / reabilitação
  • Insuficiência Renal / reabilitação
  • Terapia por Exercício
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01/11/2014 DOI: 10.5935/abc.20140127 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Avaliação da prescrição de exercícios pela cintilografia miocárdica na reabilitação de coronariopatas

Romeu S. Meneghelo et al. Hélio M. Magalhães Paola E. P. Smanio Angela R. C. N. Fuchs … Almir S. Ferraz Rica D. D. Buchler Susimeire Buglia Luiz E. Mastrocolla Anneliese F. Thom

FUNDAMENTO: Recomenda-se que a intensidade dos exercícios na reabilitação de coronariopatas não deva produzir isquemia miocárdica. OBJETIVO: Comparar a capacidade da cintilografia tomográfica do miocárdio com a do eletrocardiograma na detecção de isquemia durante sessão de reabilitação. MÉTODOS: Vinte e seis pacientes coronariopatas, em programa de reabilitação e com cintilografia prévia com hipocaptação transitória, receberam nova injeção de MIBI-Tc-99m durante uma sessão de treinamento, quando também foram monitorizados pela eletrocardiografia dinâmica. As cintilografias de repouso, após teste ergométrico em esteira e após sessão de reabilitação, foram analisadas de forma semiquantitativa utilizando-se um escore, de 0 a 4, classificando cada um dos segmentos escolhidos (0 = normal; 1 = hipocaptação discreta; 2 = moderada; 3 = intensa; 4 = ausência da captação). RESULTADOS: As médias dos somatórios dos escores encontrados foram: repouso = 12,9; após teste em esteira = 19,3; após sessão de reabilitação = 15,1. Houve diferenças estatisticamente significativas entre elas. Uma análise individual mostrou que em 14 casos (53,8 %) foi identificado algum grau de hipocaptação durante a reabilitação, e em 12 (46,6%), não. Monitorização com sistema Holter não revelou, em nenhum caso, depressão do segmento ST, igual ou maior do que 1 mm. CONCLUSÃO: Exercícios prescritos em doentes coronariopatas, conforme recomendações da literatura, podem desencadear isquemia miocárdica, avaliada pela cintilografia, durante sessão de reabilitação.

  • Cintilografia
  • coronariopatia
  • Isquemia Miocárdica
  • Tecnécio
  • Terapia por Exercício
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11/11/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001600007 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Nery RM, Santos AC, Garcia EL. Reabilitação Cardíaca Baseada em Exercícios (RCBE): Novas Fronteiras no Pós-Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(3):e20230120.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Nery, Rosane Maria; Santos, Antonio Cardoso dos; Garcia, Eduardo Lima. Reabilitação Cardíaca Baseada em Exercícios (RCBE): Novas Fronteiras no Pós-Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 3, e20230120, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Nery, R. M., Santos, A. C. , & Garcia, E. L. (2023). Reabilitação Cardíaca Baseada em Exercícios (RCBE): Novas Fronteiras no Pós-Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(3), e20230120.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Nery, Rosane Maria and Santos, Antonio Cardoso dos and Garcia, Eduardo Lima. Reabilitação Cardíaca Baseada em Exercícios (RCBE): Novas Fronteiras no Pós-Novo Coronavírus. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 3, [citado 2026-10-15], e20230120. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reabilitacao-cardiaca-baseada-em-exercicios-rcbe-novas-fronteiras-no-pos-novo-coronavirus/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ribeiro PAB, Gradassi M, Martin S, Leenknegt J, Baudet M, Le V, Pomey M, et al. Implementação Clínica de Diferentes Estratégias para Reabilitação Baseada em Exercícios em Receptores de Transplante de Rim e Fígado: Um Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(2):246-54.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ribeiro, Paula A. B.; Gradassi, Mathieu; Martin, Sarah-Maude; Leenknegt, Jonathan; Baudet, Mathilde; Le, VyVan; Pomey, Marie-Pascale; Räkel, Agnes; Tournoux, François. Implementação Clínica de Diferentes Estratégias para Reabilitação Baseada em Exercícios em Receptores de Transplante de Rim e Fígado: Um Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 2, p. 246-254, ago. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ribeiro, P. A. B., Gradassi, M., Martin, S., Leenknegt, J., Baudet, M., Le, V., Pomey, M., Räkel, A., & Tournoux, F. (2022). Implementação Clínica de Diferentes Estratégias para Reabilitação Baseada em Exercícios em Receptores de Transplante de Rim e Fígado: Um Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(2), 246-254.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ribeiro, Paula A. B. and Gradassi, Mathieu and Martin, Sarah-Maude and Leenknegt, Jonathan and Baudet, Mathilde and Le, VyVan and Pomey, Marie-Pascale and Räkel, Agnes and Tournoux, François. Implementação Clínica de Diferentes Estratégias para Reabilitação Baseada em Exercícios em Receptores de Transplante de Rim e Fígado: Um Estudo Piloto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 2, [citado 2026-10-15], pp. 246-254. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/implementacao-clinica-de-diferentes-estrategias-para-reabilitacao-baseada-em-exercicios-em-receptores-de-transplante-de-rim-e-figado-um-estudo-piloto/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ferrari F, Martins VM. Exercício Intervalado de Alta Intensidade versus Exercício Contínuo: Há Diferença na Magnitude de Redução da Pressão Arterial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):15-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ferrari, Filipe; Martins, Vítor Magnus. Exercício Intervalado de Alta Intensidade versus Exercício Contínuo: Há Diferença na Magnitude de Redução da Pressão Arterial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 15-16, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ferrari, F., & Martins, V. M. (2020). Exercício Intervalado de Alta Intensidade versus Exercício Contínuo: Há Diferença na Magnitude de Redução da Pressão Arterial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 15-16.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ferrari, Filipe and Martins, Vítor Magnus. Exercício Intervalado de Alta Intensidade versus Exercício Contínuo: Há Diferença na Magnitude de Redução da Pressão Arterial?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 15-16. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/exercicio-intervalado-de-alta-intensidade-versus-exercicio-continuo-ha-diferenca-na-magnitude-de-reducao-da-pressao-arterial/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Perrier-Melo RJ, Costa EC, Farah BQ, Costa MC. Efeito Agudo do Exercício Intervalado versus Contínuo sobre a Pressão Arterial: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):5-14.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Perrier-Melo, Raphael José; Costa, Eduardo Caldas; Farah, Breno Quintella; Costa, Manoel da Cunha. Efeito Agudo do Exercício Intervalado versus Contínuo sobre a Pressão Arterial: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 5-14, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Perrier-Melo, R. J., Costa, E. C., Farah, B. Q., & Costa, M. C. (2020). Efeito Agudo do Exercício Intervalado versus Contínuo sobre a Pressão Arterial: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 5-14.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Perrier-Melo, Raphael José and Costa, Eduardo Caldas and Farah, Breno Quintella and Costa, Manoel da Cunha. Efeito Agudo do Exercício Intervalado versus Contínuo sobre a Pressão Arterial: Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 5-14. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-agudo-do-exercicio-intervalado-versus-continuo-sobre-a-pressao-arterial-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Marchese LD, Chermont S, Warol D, Oliveira LB, Pereira SB, Quintão M, Mesquita ET, et al. Estudo Controlado das Alterações Hemodinâmicas Centrais de uma Sessão de Exercício Inspiratório com Diferentes Cargas na Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):656-63.

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Marchese, Luana de Decco; Chermont, Sergio; Warol, Danielle; Oliveira, Lucia Brandão de; Pereira, Sabrina Bernardez; Quintão, Mônica; Mesquita, Evandro Tinoco. Estudo Controlado das Alterações Hemodinâmicas Centrais de uma Sessão de Exercício Inspiratório com Diferentes Cargas na Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 656-663, maio. 2020.

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Marchese, L. D., Chermont, S., Warol, D., Oliveira, L. B. , Pereira, S. B., Quintão, M., & Mesquita, E. T. (2020). Estudo Controlado das Alterações Hemodinâmicas Centrais de uma Sessão de Exercício Inspiratório com Diferentes Cargas na Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 656-663.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marchese, Luana de Decco and Chermont, Sergio and Warol, Danielle and Oliveira, Lucia Brandão de and Pereira, Sabrina Bernardez and Quintão, Mônica and Mesquita, Evandro Tinoco. Estudo Controlado das Alterações Hemodinâmicas Centrais de uma Sessão de Exercício Inspiratório com Diferentes Cargas na Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 656-663. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-controlado-das-alteracoes-hemodinamicas-centrais-de-uma-sessao-de-exercicio-inspiratorio-com-diferentes-cargas-na-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Herdy AH, Benetti M. Exercícios de Alta Intensidade na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(5):708-9.

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Herdy, Artur Haddad; Benetti, Magnus. Exercícios de Alta Intensidade na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 5, p. 708-709, out. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Herdy, A. H., & Benetti, M. (2018). Exercícios de Alta Intensidade na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(5), 708-709.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Herdy, Artur Haddad and Benetti, Magnus. Exercícios de Alta Intensidade na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 5, [citado 2026-10-15], pp. 708-709. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/exercicios-de-alta-intensidade-na-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada/>. ISSN 0066-782X

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Pagan LU, Gomes MJ, Okoshi MP. Função Endotelial e Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):540-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pagan, Luana Urbano; Gomes, Mariana Janini; Okoshi, Marina Politi. Função Endotelial e Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 540-541, set. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pagan, L. U., Gomes, M. J., & Okoshi, M. P. (2018). Função Endotelial e Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 540-541.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pagan, Luana Urbano and Gomes, Mariana Janini and Okoshi, Marina Politi. Função Endotelial e Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 540-541. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/funcao-endotelial-e-exercicio-fisico/>. ISSN 0066-782X

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Polegato BF, Paiva SAR. Hipertensão e Exercício: A Busca por Mecanismos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(2):180-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Polegato, Bertha F.; Paiva, Sergio A. R. de. Hipertensão e Exercício: A Busca por Mecanismos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 2, p. 180-181, jul. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Polegato, B. F., & Paiva, S. A. R. (2018). Hipertensão e Exercício: A Busca por Mecanismos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(2), 180-181.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Polegato, Bertha F. and Paiva, Sergio A. R. de. Hipertensão e Exercício: A Busca por Mecanismos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 2, [citado 2026-10-15], pp. 180-181. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-e-exercicio-a-busca-por-mecanismos/>. ISSN 0066-782X

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Macedo RM, Macedo ACB, Faria-Neto JR, Costantini CR, Costantini CO, Olandoski M, Sebastião Neto F, et al. Efeito Cardiovascular Superior do Modelo Periodizado para Prescrição de Exercícios Comparado ao Convencional em Coronariopatias. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(4):393-404.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Macedo, Rafael Michel de; Macedo, Ana Carolina Brandt de; Faria-Neto, Jose R.; Costantini, Costantino R.; Costantini, Costantino O.; Olandoski, Marcia; Sebastião Neto, Flavio; Silveira, Rafael P. da; Carvalho, Katherine A. Teixeira de; Guarita-Souza, Luiz Cesar. Efeito Cardiovascular Superior do Modelo Periodizado para Prescrição de Exercícios Comparado ao Convencional em Coronariopatias. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 4, p. 393-404, dez. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Macedo, R. M. , Macedo, A. C. B. , Faria-Neto, J. R., Costantini, C. R., Costantini, C. O., Olandoski, M., Sebastião Neto, F., Silveira, R. P. , Carvalho, K. A. T. , & Guarita-Souza, L. C. (2018). Efeito Cardiovascular Superior do Modelo Periodizado para Prescrição de Exercícios Comparado ao Convencional em Coronariopatias. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(4), 393-404.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Macedo, Rafael Michel de and Macedo, Ana Carolina Brandt de and Faria-Neto, Jose R. and Costantini, Costantino R. and Costantini, Costantino O. and Olandoski, Marcia and Sebastião Neto, Flavio and Silveira, Rafael P. da and Carvalho, Katherine A. Teixeira de and Guarita-Souza, Luiz Cesar. Efeito Cardiovascular Superior do Modelo Periodizado para Prescrição de Exercícios Comparado ao Convencional em Coronariopatias. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 393-404. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-cardiovascular-superior-do-modelo-periodizado-para-prescricao-de-exercicios-comparado-ao-convencional-em-coronariopatias/>. ISSN 2359-4802

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Hossri CAC, Queiroga Júnior FJP, Carvalho VO, Carvalho CRR, Albuquerque ALP. Múltiplos Benefícios da Reabilitação em Paciente com Insuficiências Cardíaca e Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(5):e68.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Hossri, Carlos Alberto Cordeiro; Queiroga Júnior, Fernando José Pinho; Carvalho, Vitor Oliveira; Carvalho, Carlos Roberto Ribeiro; Albuquerque, Andre Luis Pereira. Múltiplos Benefícios da Reabilitação em Paciente com Insuficiências Cardíaca e Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 5, e68, out. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Hossri, C. A. C., Queiroga Júnior, F. J. P., Carvalho, V. O., Carvalho, C. R. R., & Albuquerque, A. L. P. (2014). Múltiplos Benefícios da Reabilitação em Paciente com Insuficiências Cardíaca e Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(5), e68.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Hossri, Carlos Alberto Cordeiro and Queiroga Júnior, Fernando José Pinho and Carvalho, Vitor Oliveira and Carvalho, Carlos Roberto Ribeiro and Albuquerque, Andre Luis Pereira. Múltiplos Benefícios da Reabilitação em Paciente com Insuficiências Cardíaca e Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 5, [citado 2026-10-15], e68. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/multiplos-beneficios-da-reabilitacao-em-paciente-com-insuficiencias-cardiaca-e-renal/>. ISSN 0066-782X

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Meneghelo RS, Magalhães HM, Smanio PEP, Fuchs ARCN, Ferraz AS, Buchler RDD, Buglia S, et al. Avaliação da prescrição de exercícios pela cintilografia miocárdica na reabilitação de coronariopatas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(4):245-51.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Meneghelo, Romeu S.; Magalhães, Hélio M.; Smanio, Paola E. P.; Fuchs, Angela R. C. N.; Ferraz, Almir S.; Buchler, Rica D. D.; Buglia, Susimeire; Mastrocolla, Luiz E.; Thom, Anneliese F.. Avaliação da prescrição de exercícios pela cintilografia miocárdica na reabilitação de coronariopatas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 4, p. 245-251, nov. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Meneghelo, R. S., Magalhães, H. M., Smanio, P. E. P., Fuchs, A. R. C. N., Ferraz, A. S., Buchler, R. D. D., Buglia, S., Mastrocolla, L. E., & Thom, A. F. (2008). Avaliação da prescrição de exercícios pela cintilografia miocárdica na reabilitação de coronariopatas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(4), 245-251.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Meneghelo, Romeu S. and Magalhães, Hélio M. and Smanio, Paola E. P. and Fuchs, Angela R. C. N. and Ferraz, Almir S. and Buchler, Rica D. D. and Buglia, Susimeire and Mastrocolla, Luiz E. and Thom, Anneliese F.. Avaliação da prescrição de exercícios pela cintilografia miocárdica na reabilitação de coronariopatas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 245-251. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-prescricao-de-exercicios-pela-cintilografia-miocardica-na-reabilitacao-de-coronariopatas/>. ISSN 0066-782X

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