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  2. Palavra-chave: Sistema Nervoso Simpático
II – Avaliação do Controle Autonômico da Frequência Cardíaca em Diversas Condições Clínicas
ABC
Revisão

II – Avaliação do Controle Autonômico da Frequência Cardíaca em Diversas Condições Clínicas

Benedito Carlos Maciel et al. Lourenço Gallo-Jr André Schmidt José Antonio Marin-Neto

Resumo

Por meio da comparação das respostas de voluntários normais, a avaliação da função autonômica em condições clínicas anormais se focou na detecção de disautonomia envolvendo os sistemas parassimpático e adrenérgico em pacientes com cardiopatia chagásica, pós-cirurgia cardíaca, insuficiência cardíaca crônica, prolapso da valva mitral e hipertireoidismo. Em particular, o comprometimento autonômico observado em pacientes com doença de Chagas envolveu predominantemente o controle parassimpático da frequência cardíaca ao nível do nó sinusal e a inervação adrenérgica ao nível ventricular do miocárdio. Os distúrbios autonômicos observados em pacientes com cardiomiopatia chagásica só recentemente foram explorados em termos de sua relevância prognóstica, e suas potenciais implicações clínicas para fins terapêuticos ainda precisam ser investigadas.

Ao longo das últimas quase sete décadas, nosso laboratório acumulou expertise significativa utilizando diversos testes descritos acima para avaliar o controle autonômico da frequência cardíaca, agora com foco em diversas condições clínicas fisiopatológicas. O efeito do treinamento físico de resistência e do envelhecimento foi focado principalmente em estudos com voluntários normais, cujas respostas basais serviram como controles a serem comparados durante testes empregados em indivíduos com algumas condições clínicas mórbidas. De longe, a fisiopatologia da cardiopatia chagásica envolvendo o sistema nervoso autônomo foi o assunto mais predominantemente estudado em nosso laboratório, desde os primeiros estudos na década de 1960 até os estudos tardios recentemente publicados em periódicos internacionais (Figura Central). Outras condições patológicas focadas em nossos estudos foram prolapso da valva mitral, insuficiência cardíaca, pós-cirurgia cardíaca e hipertireoidismo.

  • Doenças do Sistema Nervoso Autônomo
  • Frequência Cardíaca
  • Sistema Nervoso Parassimpático
  • Sistema Nervoso Simpático
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30/01/2026 DOI: 10.36660/abc.20250112 Visualizações 1
I - Avaliação da Função Autonômica Cardiovascular em Indivíduos Saudáveis
ABC
Revisão

I – Avaliação da Função Autonômica Cardiovascular em Indivíduos Saudáveis

Benedito Carlos Maciel et al. Lourenço Gallo-Jr André Schmidt José Antonio Marin-Neto

Resumo

Esta primeira parte da revisão apresenta quase 60 anos de experiência de nosso laboratório na padronização de testes autonômicos cardiovasculares em indivíduos saudáveis. A ampla gama de testes inclui bloqueio farmacológico dos sistemas simpático e parassimpático, avaliação da sensibilidade barorreflexa por meio de episódios transitórios de hipertensão e hipotensão, manobra de Valsalva, teste de inclinação ortostática, exercícios isométricos e dinâmicos, imersão facial em água fria, arritmia sinusal respiratória, análise da variabilidade da frequência cardíaca no domínio da frequência e exames de imagem com 123I-metaiodobenzilguanidina. A função autonômica foi avaliada com base nas respostas aos testes em condições basais em indivíduos saudáveis. A análise também aborda adaptações fisiológicas ao treinamento de resistência e ao envelhecimento, fornecendo uma estrutura de referência para a identificação de disfunções autonômicas envolvendo componentes parassimpáticos e adrenérgicos em pacientes com diversas condições fisiopatológicas, conforme discutido na segunda parte desta revisão.

  • Doenças do Sistema Nervoso Autônomo
  • Frequência Cardíaca
  • Sistema Nervoso Parassimpático
  • Sistema Nervoso Simpático
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30/01/2026 DOI: 10.36660/abc.20250111 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Comunicação Breve

Estratificação de Risco e Avaliação da Atividade Simpática Cardíaca Utilizando Imagem Miocárdica com [123I] MIBG na Denervação Renal

Joana Delgado-Silva et al. Ana Paula Moreira Gracinda Costa Lino Gonçalves

Resumo

A hiperativação do sistema nervoso simpático desempenha um papel central na fisiopatologia da hipertensão. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade simpática cardíaca e investigar o papel da cintigrafia miocárdica com metaiodobenzilguanidina com 123I ([123I] MIBG) na estratificação de risco cardiovascular de pacientes com hipertensão resistente tratados com denervação renal (DR). Dezoito pacientes foram incluídos neste estudo prospectivo (média de idade de 56 ± 10 anos, 27,8% mulheres). Ecocardiograma transtorácico, análise geral do sangue e cintilografia miocárdica com [(123I) MIBG] foram realizados antes e seis meses após a DR. Um paciente era considerado respondedor (R) se uma diminuição ≥ 5 mmHg na pressão arterial sistólica (PAS) média ambulatorial fosse observada no seguimento de seis meses. 66,7% dos pacientes foram R (diminuição na PAS de 20,6 ± 14,5 mmHg, vs. menos 8 ± 11,6 mmHg em não-respondedores (NR), p = 0,001). A relação coração-mediastino (RCM) inicial foi significativamente menor na linha basal no grupo R (1,6 ± 0,1 vs. 1,72 ± 0,1, p <0,02), mas semelhante em seis meses. Considerando os dois momentos no tempo, o grupo R teve valores iniciais de RCM mais baixos do que o grupo NR (p <0,05). Tanto o RCM tardio quanto a taxa de washout foram idênticos e nenhuma correlação significativa entre a resposta à DR ou qualquer índice de imagem com MIBG foi encontrada. A denervação renal efetivamente reduziu a pressão arterial na maioria dos pacientes, mas a imagem com [123I] MIBG não foi útil na previsão da resposta. Entretanto, houve evidência de overdrive do sistema nervoso simpático e, tanto a RCM inicial quanto tardia estavam reduzidas em geral, provavelmente colocando essa população em um risco maior de eventos adversos.

  • 3-iodobenzilguanidina
  • Cintilografia
  • Hipertensão Resistente
  • Miocárdio/diagnóstico por imagem
  • Rim/denervação
  • Sistema Nervoso Simpático
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07/03/2022 DOI: 10.36660/abc.20201253 Visualizações 2
ABC
Editorial

Minieditorial: O Polimorfismo Genético do Receptor Beta-Adrenérgico Tipo 1 Ser49Gly é Preditor de Morte em Pacientes Brasileiros com Insuficiência Cardíaca

Antonio Carlos Pereira-Barretto

A insuficiência cardíaca (IC) é uma doença que evolui com elevada morbi/mortalidade. No entanto, não são todos os pacientes que evoluem mal. Os sintomáticos e aqueles que necessitaram ser hospitalizados para tratamento são grupo de pior prognóstico. A intensidade dos sintomas vem se mostrando um bom preditor prognóstico. No entanto, em pacientes pouco sintomáticos temos capacidade muito mais limitada para identificar aqueles que terão pior evolução.

No artigo “O Polimorfismo Genético do Receptor Beta-Adrenérgico tipo 1 Ser49Gly é Preditor de Morte em Pacientes Brasileiros com Insuficiência Cardíaca” nesta edição, os autores discutem um tema atual, no qual mostram que a evolução dos pacientes pelo menos em parte é relacionada ao seu perfil genético, e que este perfil determina a intensidade da IC e o desenvolvimento dos sintomas.

[…]

  • Agonistas de Receptores Adrenérgicos beta-1
  • Agonistas de Receptores Adrenérgicos beta-2
  • Insuficiência Cardíaca / mortalidade
  • Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
  • Polimorfismo Genético
  • Prognóstico
  • Sistema Nervoso Simpático
  • Sistema Renina-Angiotensina
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20200183 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Estresse Físico Agudo Precondiciona o Coração Contra a Injúria por Isquemia/Reperfusão Através da Ativação do Sistema Nervoso Simpático

Alireza Imani et al. Hoda Parsa Leila Gholami Chookalaei Kamran Rakhshan … Masoomeh Golnazari Mahdieh Faghihi

Resumo

Fundamento:

O estresse é definido como um estado complicado de distúrbios da homeostase, hiperatividade do sistema nervoso simpático e das respostas do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. O pré-condicionamento cardíaco diminui os danos do miocárdio.

Objetivo:

Esse estudo avaliou os efeitos cardioprotetores do estresse físico agudo contra a lesão por isquemia-reperfusão (I/R) através da ativação do sistema nervoso simpático.

Métodos:

Trinta e dois ratos machos Wistar foram divididos em quatro grupos; (1) IR (n = 8): ratos submetidos a I/R, (2) Estresse agudo (St+IR) (n = 8): estresse físico induzido 1 hora antes da I/R, (3) Simpatectomia (Symp+IR) (n = 8): a simpatectomia química foi realizada 24 horas antes da I/R e (4) Simpatectomia-estresse físico (Symp+St+IR) (n = 8): simpatectomia induzida antes do estresse físico e da I/R. A simpatectomia química foi realizada com 6-hidroxidopamina (100 mg/kg, SC). Em seguida, os corações foram isolados e colocados em aparato de Lagendorff por 30 minutos para induzir isquemia, seguida de reperfusão por 120 minutos. Os fluxos coronarianos, os parâmetros hemodinâmicos, o tamanho do infarto e os níveis de corticosterona plasmática foram investigados. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

O estresse físico anterior à I/R pode melhorar a pressão desenvolvida no ventrículo esquerdo (PDVE) e duplo produto (DP), respectivamente, (63 ± 2 versus 42 ± 1,2, p < 0,05, 70 ± 2 versus 43 ± 2,6, p < 0,05) e reduzir o tamanho do infarto (22,16 ± 1,3 versus 32±1,4, p < 0,05) quando comparado com a I/R isoladamente. A simpatectomia química antes do estresse físico eliminou o efeito protetor do estresse físico sobre os danos cardíacos induzidos pela I/R (DP: 21 ± 6,6 versus 63 ± 2, p < 0,01) (PDVE: 38 ± 4,5 versus 43 ± 2,6, p < 0,01) (tamanho do infarto: 35 ± 3,1 versus 22,16 ± 1,3, p < 0,01).

Conclusão:

Os achados indicam que o estresse físico agudo pode funcionar como um estimulador pré-condicional e, provavelmente, a presença do sistema nervoso simpático é necessária.

  • Estresse Mecânico
  • Isquemia
  • Simpatectomia
  • Sistema Hipotálamo Hipofisario
  • Sistema Nervoso Simpático
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10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190189 Visualizações 2
ABC
Editorial

O Papel do Sistema Simpático como uma Opção Terapêutica na Lesão de Isquemia/Reperfusão

Bertha F. Polegato et al. Leonardo A. M. Zornoff

A doença arterial coronariana é a principal causa de mortalidade e a patologia de saúde que mais consome recursos nos países industrializados. Nos Estados Unidos, acredita-se que mais de 12 milhões de indivíduos tenham cardiopatia isquêmica.

Estima-se que aproximadamente 1 milhão de casos de síndrome coronariana aguda ocorram anualmente nos Estados Unidos, demonstrando que essa síndrome ocorre em proporções epidêmicas. Poucas patologias evoluíram tão radicalmente quanto o IAM, com uma redução acentuada na mortalidade como resultado de mudanças no tratamento nos últimos 30 anos, particularmente a reperfusão cardíaca.,

[…]

  • Estresse Mecânico
  • Isquemia
  • Simpatectomia
  • Sistema Hipotálamo Hipofisario
  • Sistema Nervoso Simpático
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10/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190183 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Introdução da Aplicação do Coeficiente de Gini ao Espectro de Variabilidade da Frequência Cardíaca para Avaliação do Estresse Mental

Miguel Enrique Sánchez-Hechavarría et al. Shreya Ghiya Ramon Carrazana-Escalona Sergio Cortina-Reyna … Adán Andreu-Heredia Carlos Acosta-Batista Nicolás Armando Saá-Muñoz

Resumo

Fundamento:

O coeficiente de Gini é um instrumento estatístico geralmente usado por economistas para quantificar a desigualdade de renda. No entanto, ele pode ser aplicado a qualquer tipo de dados com distribuição desigual, incluindo a variabilidade da frequência cardíaca (VFC).

Objetivos:

Avaliar a aplicação do coeficiente de Gini para medir a desigualdade na densidade espectral de potência de intervalos RR, e usar esta aplicação como um indicador psicofisiológico do estresse mental.

Métodos:

Treze indivíduos saudáveis (19 ± 1,5 anos) participaram deste estudo, e seus intervalos RR foram obtidos por eletrocardiograma durante repouso (cinco minutos) e durante estresse mental (desafio aritmético; cinco minutos). Esses intervalos RR foram utilizados para obter as estimativas de densidades espectrais de potência (PSD). Os limites para as bandas PSD foram definidos de 0,15 a 0,40 Hz para banda de alta frequência (HF), de 0,04 a 0,15 Hz para banda de baixa frequência (LF), de 0,04 a 0,085 Hz para a primeira sub-banda de baixa frequência (LF1) e de 0,085 a 0,15 Hz para a segunda sub-banda de baixa frequência (LF2). O coeficiente de Gini espectral (SpG) foi proposto para medir a desigualdade na distribuição de potência dos intervalos RR em cada uma das bandas de VFC mencionadas acima. O SpG de cada banda foi comparado com seu respectivo índice tradicional de VFC durante as condições de repouso e de estresse mental. Todas as diferenças foram consideradas estatisticamente significativas para p < 0,05.

Resultados:

Houve uma diminuição significativa no poder de FC (p=0,046), bem como aumentos significativos na frequência cardíaca (p = 0,004), potência da LF (p = 0,033), potência da LF2 (p = 0,019) e LF/HF (p = 0,002) durante estresse mental. Houve também um aumento significativo de SpG(LF) (p = 0,009) e SpG(LF2) (p = 0,033) durante estresse mental. O coeficiente de variação mostrou que o SpG tem mais homogeneidade em comparação com o índice tradicional de VFC durante o estresse mental.

Conclusões:

Este estudo piloto sugeriu que a desigualdade espectral da VFC analisada pelo coeficiente de Gini parece ser um indicador psicofisiológico independente e homogêneo de estresse mental. Além disso, FC, LF/HF, SpG(LF) da VFC são possivelmente indicadores importantes, confiáveis e válidos de estresse mental.

  • Coeficiente de Gini
  • Espectro de Ação
  • Estresse Psicológico/fisiopatologia
  • Frequência Cardíaca
  • Sistema Nervoso Parassimpático
  • Sistema Nervoso Simpático
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09/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190185 Visualizações 2
ABC
Editorial

Músculo Cardíaco e Músculo Esquelético Conectados pelo Sistema Nervoso Autônomo

Claudio Gil Araujo et al. Jari Antero Laukkanen

O sistema nervoso autônomo (SNA) exerce um papel fundamental na manutenção da homeostase celular e da vida humana. O funcionamento do coração e dos músculos esqueléticos é em parte modulado pelos ramos simpáticos e parassimpáticos do SNA tanto em repouso como no exercício.

Dados substanciais da literatura atestam o fato de que indicadores objetivos da força muscular refletem o estado de saúde. Já está bem estabelecido de que a insuficiência cardíaca é tipicamente acompanhada por anormalidades do músculo esquelético que contribuem à intolerância ao exercício e baixa qualidade de vida relacionada à saúde observadas nesses pacientes., De fato, enquanto uma redução na massa e na força musculares é naturalmente observada no processo de envelhecimento, principalmente após a quinta década de vida, isso torna-se ainda mais relevante em pacientes de meia idade e idosos com insuficiência cardíaca.

[…]

  • Homeostase
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocárdio
  • Músculo Esquelético
  • Sarcopenia
  • Sistema Nervoso Autônomo
  • Sistema Nervoso Simpático
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15/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190097
Figura 1
IJCS
Review Article

Uso do 123I-mIBG Cardíaco na Rotina Clínica: A Necessidade de Padronizar!

Euclides Timóteo da Rocha et al. Wilson Eduardo Furlan Matos Alves Derk O. Verschure Hein J Verberne

Resumo

A avaliação da atividade adrenérgica cardíaca através de exames de imagem apresenta grande potencial em uma ampla variedade de aplicações clínicas. A cintilografia miocárdica com 123I-mIBG desempenha papel importante na avaliação de insuficiência cardíaca crônica (ICC) ao estratificar o risco de pacientes para eventos cardíacos. A mIBG, um análogo da norepinefrina (NE), pode ser utilizada para avaliar a atividade simpática cardíaca ao se analisar a diminuição da expressão do adrenorreceptor (AR) β na ICC. Além disso, a cintilografia miocárdica com 123I-mIBG em combinação com outros parâmetros de função ventricular esquerda pode ser usada para identificar o melhor respondedor a dispositivos cardíacos implantáveis, assim como avaliar cardiotoxicidade oncológica. Ainda que útil, a cintilografia miocárdica com 123I-mIBG não é amplamente realizada devido à falta de padronização entre as diferentes instituições. Portanto, sua padronização e validação podem contribuir para sua aceitação na prática clínica.

  • 3-iodobenzilguanidina
  • Cintilografia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocárdio/diagnóstico por imagem
  • Sistema Nervoso Simpático
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21/09/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170070 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Frequência Cardíaca Elevada está Associada com Desnervação Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca: Um Estudo com Cintilografia Miocárdica com 123-Iodo-MIBG

Aline Sterque Villacorta et al. Humberto Villacorta Junior Jenne Serrão de Souza José Antônio Caldas Teixeira … Maria Clara S. S. S. Muradas Christiane Rodrigues Alves Bernardo Campanário Precht Pilar Porto Letícia Ubaldo Cláudio Tinoco Mesquita Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega

Resumo

Fundamento:

No SHIFT (Systolic Heart Failure Treatment With the If Inhibitor Ivabradine Trial, ou Estudo do Tratamento da Insuficiência Cardíaca Sistólica com o Inibidor de If Ivabradina), a redução da frequência cardíaca (FC) com ivabradina associou-se com melhor sobrevida e redução das hospitalizações em pacientes com insuficiência cardíaca (IC). Os mecanismos pelos quais a FC elevada aumenta a mortalidade não são totalmente compreendidos.

Objetivo:

Avaliar a relação da FC basal com atividade clínica, neuro-hormonal e simpática cardíaca em pacientes com IC crônica e FC elevada.

Método:

Pacientes com IC crônica em ritmo sinusal e FC≥70 apesar de tratamento adequado foram incluídos em um estudo duplo-cego, randomizado, que comparou ivabradina com piridostigmina. Este artigo refere-se a dados basais dos primeiros 16 pacientes. A FC basal (antes da randomização para um dos medicamentos) foi avaliada, e os pacientes classificados em dois grupos, com FC abaixo ou acima dos valores médios. A atividade simpática cardíaca foi avaliada por cintilografia com metaiodobenzilguanidina marcada com iodo 123.

Resultados:

A FC média foi 83,5±11,5 bpm (intervalo 72 a 104), e sete pacientes (43.7%) tinham FC acima da média. Esses pacientes apresentaram menor distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos (292,3±93 vs 465,2±97,1 m, p=0,0029), valores mais altos de N-terminal do pró-BNP (mediana 708,4 vs 76,1, p=0,035) e menor relação coração/mediastino tardia, indicando desnervação cardíaca (1,48±0,12 vs 1,74±0,09, p<0,001).

Conclusão:

A FC de repouso elevada em pacientes com IC em tratamento médico adequado associou-se com desnervação cardíaca, pior capacidade funcional e ativação neuro-hormonal.

  • Denervação
  • Frequência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca
  • Miocárdio/cintilografia
  • Sistema Nervoso Simpático
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01/11/2016 DOI: 10.5935/abc.20160166 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Hiperatividade Simpática Cardíaca Após Quimioterapia: Sinal Precoce de Cardiotoxicidade?

Sarita Lígia Pessoa de Melo Machado Guimarães et al. Simone Cristina Soares Brandão Luciana Raposo Andrade Rafael José Coelho Maia Brivaldo Markman Filho

Fundamento:

A quimioterapia com antracíclicos e trastuzumabe pode causar cardiotoxicidade. A alteração da função adrenérgica cardíaca, avaliada pela metaiodobenzilguanidina marcada com iodo-123 (123I-mIBG), parece preceder a queda da fração de ejeção do ventrículo esquerdo.

Objetivo:

Avaliar e comparar a presença de alterações cardiovasculares entre pacientes com câncer de mama submetidas à quimioterapia com antracíclicos e trastuzumabe e apenas a antracíclico.

Métodos:

Foram analisadas variáveis clínicas, laboratoriais, eletro e ecocardiográficas, além de atividade simpática cardíaca. Nas imagens cintilográficas, foram calculadas a relação da captação do 123I-mIBG entre o coração e o mediastino, e a taxa de clareamento. As variáveis foram comparadas entre os pacientes que receberam antracíclicos e trastuzumabe (Grupo 1) e apenas antracíclicos (Grupo 2).

Resultados:

Vinte pacientes, com idade média 57 ± 14 anos, participaram deste estudo. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo média pelo ecocardiograma foi 67,8 ± 4,0%. A taxa de clareamento média foi 28,39 ± 9,23%, e a relação da captação do 123I-mIBG entre o coração e o mediastino foi de 2,07 ± 0,28. Dentre as pacientes, 82% mostraram taxa de clareamento aumentada e 25%, uma relação da captação do 123I-mIBG entre o coração e o mediastino diminuída. Em relação aos grupos, a média da taxa de clareamento no Grupo 1 foi de 32,68 ± 9,30% e, no Grupo 2, de 24,56 ± 7,72% (p = 0,06). A relação da captação do 123I-mIBG entre o coração e o mediastino foi normal em todas as pacientes do Grupo 2, entretanto, no Grupo 1, 50% mostraram relação da captação do 123I-mIBG entre o coração e o mediastino ≤ 1,8 (p = 0,02).

Conclusão:

Em mulheres com câncer de mama submetidas à quimioterapia, a avaliação da atividade simpática cardíaca com 123I-mIBG pode ser um marcador precoce de cardiotoxicidade. A associação de quimioterápicos proporcionou maior risco de hiperatividade adrenérgica cardíaca.

  • Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionadas a Medicamentos
  • Neoplasias da Mama
  • Quimioterapia
  • Sistema Nervoso Simpático
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03/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150075
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Avaliação da Função Autonômica na Doença de Chagas Através da Análise de Histogramas de Intervalos RR com Retificação de Fase

Olivassé Nasari Junior et al. Paulo Roberto Benchimol-Barbosa Roberto Coury Pedrosa Jurandir Nadal

Fundamento:

Na doença de Chagas (DCh) crônica, a função autonômica cardíaca está frequentemente comprometida e traz implicações quanto ao prognóstico. A retificação de fase da série de intervalos RR isola as influências simpática (fase de aceleração – AC) e parassimpática (fase de desaceleração – DC) na modulação autonômica cardíaca.

Objetivo:

Este estudo investigou a variabilidade da frequência cardíaca (VRR) como função dos intervalos RR, para avaliar a função autonômica em indivíduos saudáveis e com DCh.

Métodos:

Os grupos controle (n = 20) e com DCh (n = 20) foram estudados. Todos fizeram o teste de inclinação ortostática de 60 minutos, com o registro do ECG. O histograma da série de intervalos RR dividido em classes de 100 ms, variando de 600 a 1100 ms foi calculado. Para cada classe, foram calculados os intervalos RR médios (MNN) e a diferença média quadrática (RMS) entre os intervalos RR normais que se encaixavam naquela classe. A média de todos os valores de RMS foi analisada como uma função dos MNN na série inteira (RMST) e nas fases de aceleração (RMSAC) e desaceleração (RMSDC). A inclinação das linhas de regressão linear foi comparada entre grupos através do teste t de Student. Os coeficientes de correlação foram testados antes das comparações. A RMS sofreu transformação logarítmica (α < 0,05).

Resultados:

O coeficiente de correlação foi significativo em todas as regressões (p < 0,05). No grupo controle, a RMST, a RMSAC e a RMSDC aumentaram de forma significativa proporcionalmente ao MNN (p < 0,05). No grupo com DCh, apenas a RMSAC mostrou um aumento significativo como função do MNN, enquanto a RMST e a RMSDC não aumentaram significativamente.

Conclusão:

A VRR aumenta proporcionalmente ao intervalo RR em indivíduos saudáveis. Este comportamento é perdido na DCh, especialmente na DC, indicando incompetência vagal cardíaca.

  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Doença de Chagas
  • Escores de Disfunção Orgânica
  • Estatística como Assunto
  • Frequência Cardíaca
  • Gráficos
  • Sistema Nervoso Simpático
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14/04/2015 DOI: 10.5935/abc.20150032 Visualizações 2
ABC
Revisão

Desnervação simpática renal no tratamento da hipertensão arterial resistente : perspectivas atuais

Andréa Araujo Brandão et al. Erika Maria Gonçalves Campana Maria Eliane Campos Magalhães Esmeralci Ferreira

Os autores revisam o conceito de hipertensão arterial resistente e o envolvimento do sistema nervoso simpático na hipertensão arterial como base racional para a técnica de desnervação simpática renal (DSR), realizada por via percutânea. A presente revisão é resultado de uma busca ativa de artigos científicos com o nome “renal denervation” na base de dados Medline e PubMed. A técnica e os dispositivos empregados no procedimento são apresentados, bem como os resultados clínicos em seis, 12 e 24 meses após a intervenção com o cateter Symplicity. Observam-se reduções expressivas e progressivamente maiores da PAS e PAD após a DSR. A taxa de complicações foi mínima. Novos dispositivos para a DSR e respectivos estudos clínicos em andamento são citados. Em conclusão, a DSR apresenta-se como um procedimento efetivo e seguro para a abordagem da hipertensão arterial resistente. Resultados de estudos em andamento e tempo maior de seguimento desses pacientes são aguardados para confirmar os resultados iniciais e colocar em perspectiva a ampliação da utilização do procedimento na abordagem da hipertensão arterial.

  • artéria renal
  • Hipertensão
  • Pressão Arterial
  • Sistema Nervoso Simpático
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13/09/2013 DOI: 10.5935/abc.20130187 Visualizações 1
O I123-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas na insuficiência cardíaca sistólica
ABC
Artigo Original

O I123-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas na insuficiência cardíaca sistólica

Sandra M. Miranda et al. Samuel D. Moscavitch Larissa R. Carestiato Renata M. Felix … Ronaldo C. Rodrigues Leandro R. Messias Jader C. Azevedo Antonio Cláudio L. Nóbrega Evandro Tinoco Mesquita Claudio Tinoco Mesquita

FUNDAMENTO: A associação da ativação autonômica, fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) e classe funcional da insuficiência cardíaca é mal compreendida. Objetivo: Nosso objetivo foi correlacionar a gravidade dos sintomas com a atividade simpática cardíaca, através do uso de iodo-123-metaiodobenzilguanidina (123I-MIBG); e com FEVE em pacientes com insuficiência cardíaca (IC) sistólica sem tratamento prévio com betabloqueador. MÉTODOS: Trinta e um pacientes com IC sistólica, classe I a IV da New York Heart Association (NYHA), sem tratamento prévio com betabloqueador, foram inscritos e submetidos à cintilografia com 123I-MIBG e ventriculografia radioisotópica para determinação da FEVE. A relação precoce e tardia coração/mediastino (H/M) e a taxa de washout (WO) foram medidas. RESULTADOS: De acordo com a gravidade dos sintomas, os pacientes foram divididos em grupo A, com 13 pacientes em classe funcional NYHA I/II, e grupo B, com 18 pacientes em classe funcional NYHA III/ IV. Em comparação com os pacientes do grupo B, o grupo A apresentou uma FEVE significativamente maior (25% ± 12% para o grupo B vs. 32% ± 7% no grupo A, p = 0,04). As relações precoces e tardias H/M do Grupo B foram menores do que as do grupo A (H/M precoce 1,49 ± 0,15 vs. 1,64 ± 0,14, p = 0,02; H/M tardia 1,39 ± 0,13 vs. 1,58 ± 0,16, p = 0,001, respectivamente). A taxa de WO foi significativamente maior no grupo B (36% ± 17% vs. 30% ± 12%, p = 0,04). A variável que mostrou a melhor correlação com a NYHA foi a relação H/M tardia (r = -0,585, p = 0,001), ajustada para idade e sexo. CONCLUSÃO: Esse estudo mostrou que o 123I-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas em pacientes com insuficiência cardíaca sistólica sem tratamento prévio com beta-bloqueador.

  • 3-iodobenzilguanidina
  • Insfuiciência Cardíaca
  • Sistema Nervoso Simpático
  • Volume sistólico
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09/08/2013 DOI: 10.5935/abc.20130111 Visualizações 1
Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2
ABC
Artigo Original

Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2

Leandro Boer-Martins et al. Valéria Nasser Figueiredo Caroline Demacq Luiz Cláudio Martins … Ana Paula Cabral de Faria Carolina de Haro Moraes Heitor Moreno Jr.

FUNDAMENTO: A descoberta da leptina como um estimulador da atividade simpática trouxe uma nova perspectiva para os mecanismos fisiopatológicos da obesidade-hipertensão. OBJETIVO: Avaliamos a relação entre a atividade simpática aumentada e as concentrações plasmáticas de leptina e aldosterona em Hipertensos Resistentes (HR), comparando os grupos com e sem Diabetes Tipo 2 (DT2). MÉTODOS: Vinte e cinco pacientes HR foram avaliados por eletrocardiografia ambulatorial para análise da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) nos domínios do tempo e frequência, os quais foram estratificados em dois períodos: 24 horas e período Diurno (D), compreendendo as medidas entre 14 e 18h (domínio do tempo) e uma hora às 15h (domínio da frequência). RESULTADOS: O grupo DT2 (n = 10) apresentou maiores concentrações de aldosterona e leptina que o grupo não DT2 (n = 15) (26,0 ± 11,5 vs. 16,9 ± 7,0 ng/dL – p = 0,021; 81,368.7 ± 47,086.1 vs. 41,228.1 ± 24,523.1 pg/mL – p = 0,048, respectivamente). Houve correlação entre aldosterona e VFC no domínio da frequência em ambos os grupos. Não-DT2 apresentaram a aldosterona correlacionada com D baixa frequência em unidades normalizadas (BFnu) (r = 0,6 [0,12 – 0,85] p = 0,018) e D alta frequência em unidades normalizadas (AFnu) (r = -0,6 [-0,85 – -0,12] p = 0,018). No grupo com diabetes, a aldosterona correlacionou-se com DBFnu (r = 0,72 [0,16 – 0,93] p = 0,019) e DAFnu (r = -0,72 [-0,93 – -0,16] p = 0,019). Apesar da importância da leptina na atividade simpática aumentada na hipertensão, não houve correlação com VFC. CONCLUSÃO: A aldosterona parece estimular a atividade simpática em HR com ou sem DT2. Essa informação combinada com a eficácia clínica dos bloqueadores de receptor mineralocorticoide em HR pode reforçar a aldosterona como alvo terapêutico relevantes em HR. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

  • aldosterona
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Hipertensão
  • Leptina
  • Sistema Nervoso Simpático
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29/05/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000047 Visualizações 1
Efeito agudo da intensidade do exercício de força na modulação autonômica cardíaca pós-exercício
ABC
Artigo Original

Efeito agudo da intensidade do exercício de força na modulação autonômica cardíaca pós-exercício

Aluísio Henrique Rodrigues de Andrade Lima et al. Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz Gleyson Queiroz de Moraes Silva Annelise Lins Menêses … Anderson José Melo Rodrigues Silva Raphael Mendes Ritti-Dias

FUNDAMENTO: O balanço simpatovagal cardíaco se altera após o exercício de força. Contudo, o impacto das características do treinamento de força nessa resposta ainda não está claro. OBJETIVO: Analisar o efeito agudo da intensidade do exercício de força para tronco e membros superiores na modulação autonômica cardíaca pós-exercício. MÉTODOS: Quinze homens jovens realizaram três sessões experimentais em ordem aleatória: controle (C), exercício de força com 50% de 1-RM (E50%) e exercício de força com 70% de 1-RM (E70%). As sessões incluíram 05 exercícios para tronco e membro superior, realizados em três séries de 12, 9 e 6 repetições, respectivamente. Antes e aos 20 e 50 minutos após as intervenções, a frequência cardíaca foi medida para posterior análise espectral da sua variabilidade. RESULTADOS: Em comparação aos valores anteriores à intervenção, o intervalo RR e a banda de alta frequência (AF) aumentaram (maiores alterações: + 112 ± 83 ms; +10 ± 11 un, respectivamente, p < 0,01), enquanto que a banda de baixa frequência (BF) e a razão BF/AF diminuíram (maiores alterações: -10 ± 11 un; -2 ± 2, respectivamente, p 0,05). Em comparação aos valores pré-exercício, o intervalo RR e a banda AF diminuíram (maiores alterações: -69 ± 105 ms; -13 ± 14 un, respectivamente, p < 0,01), enquanto que a banda BF e a razão BF/AF aumentaram (maiores alterações: -13 ± 14 un, +13 ± 14 un e +3 ± 3 un, respectivamente, p < 0,01) após a E70%. CONCLUSÃO: A maior intensidade de exercício de força para tronco e membros superiores promoveu, agudamente, maior aumento do balanço simpatovagal cardíaco pós-exercício.

  • Esforço Físico
  • Exercício
  • Sistema Nervoso Autônomo
  • Sistema Nervoso Simpático
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15/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000043 Visualizações 1
Hipertensão arterial secundária a tumor raro da glândula adrenal
ABC
Relato de Caso

Hipertensão arterial secundária a tumor raro da glândula adrenal

Joana Silva et al. Maria do Carmo Cachulo António Leitão-Marques

O ganglioneuroma é um tumor do sistema nervoso simpático, podendo estar associado à hipersecreção de substâncias vasoativas responsáveis por sintomas e sinais variados, como a hipertensão arterial. Os autores apresentam um caso de ganglioneuroma e uma revisão da literatura, focando os aspectos mais importantes do diagnóstico e da terapêutica. A paciente apresentava crises hipertensivas sintomáticas recorrentes, tendo realizado estudo imaginológico que detectou uma imagem nodular na adrenal direita. Sendo os tumores neuroblásticos indistinguíveis radiologicamente, procedeu-se à excisão, confirmando-se o diagnóstico pela análise anatomopatológica. Este caso demonstra a variabilidade clínica dos ganglioneuromas, a utilidade da imaginologia e a importância do estudo histológico.

  • ganglioneuroma
  • Hipertensão
  • Sistema Nervoso Simpático
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26/01/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001600020 Visualizações 2
Associação de betabloqueadores e treinamento físico na insuficiência cardíaca de camundongos
ABC
Artigo Original

Associação de betabloqueadores e treinamento físico na insuficiência cardíaca de camundongos

Andréa Somolanji Vanzelli et al. Alessandra Medeiros Raquel de Assis Sirvente Vera Maria Cury Salemi … Charles Mady Patricia Chakur Brum

FUNDAMENTO: O tratamento da insuficiência cardíaca (IC) conta atualmente com diversos tipos de intervenções. Dentre elas, destacam-se a terapia com betabloqueadores (BB) e o treinamento físico (TF). Contudo, os efeitos da associação dessas terapias são pouco estudados. OBJETIVO: Verificar os efeitos do tratamento com BB, metoprolol (M) e carvedilol (C) associados ao TF na IC em camundongos. MÉTODOS: Utilizamos modelo genético de IC induzida em camundongos por hiperatividade simpática. Inicialmente, dividimos os animais com IC em: sedentários (S); treinados (T); tratados com M (138 mg/kg) (M) ou C (65 mg/kg) (C). Na segunda parte, dividimos os grupos em S; treinado e tratado com M (MT) e treinado e tratado com C (CT). O TF consistiu em treinamento aeróbico em esteira por 8 semanas. A tolerância ao esforço foi avaliada por teste progressivo máximo e a fração de encurtamento foi avaliada (FE) por ecocardiografia. O diâmetro dos cardiomiócitos e a fração de colágeno foram avaliados por meio de análise histológica. Os dados foram comparados por ANOVA de um caminho com post hoc de Duncan. O nível de significância foi considerado p < 0,05. RESULTADOS: Destacando FE e remodelação cardíaca, verificamos que, isoladamente, T, M e C apresentaram melhora das variáveis. Na associação, após o período de intervenção, observamos aumento da tolerância ao esforço em MT e CT (43,0% e 33,0%, respectivamente). Houve também redução do diâmetro dos cardiomiócitos (10,0% e 9,0%, respectivamente) e da fração de colágeno (52,0% e 63,0%), após a intervenção. Porém, somente CT melhorou significantemente a FE. CONCLUSÃO: A associação do TF às terapias com M ou C proporcionou benefícios sobre a função e remodelação cardíaca em camundongos com IC.

  • beta-bloqueadores
  • Camundongos
  • Exercício
  • Insuficiência Cardíaca
  • Sistema Nervoso Simpático
  • Treinamento
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30/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000098 Visualizações 1

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Maciel BC, Gallo-Jr L, Schmidt A, Marin-Neto JA. II – Avaliação do Controle Autonômico da Frequência Cardíaca em Diversas Condições Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;122(12):e20250112.

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Maciel, Benedito Carlos; Gallo-Jr, Lourenço; Schmidt, André; Marin-Neto, José Antonio. II – Avaliação do Controle Autonômico da Frequência Cardíaca em Diversas Condições Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 12, e20250112, jan. 2026.

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Maciel, B. C., Gallo-Jr, L., Schmidt, A., & Marin-Neto, J. A. (2026). II – Avaliação do Controle Autonômico da Frequência Cardíaca em Diversas Condições Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(12), e20250112.

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Maciel, Benedito Carlos and Gallo-Jr, Lourenço and Schmidt, André and Marin-Neto, José Antonio. II – Avaliação do Controle Autonômico da Frequência Cardíaca em Diversas Condições Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 122, n. 12, [citado 2026-10-14], e20250112. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ii-avaliacao-do-controle-autonomico-da-frequencia-cardiaca-em-diversas-condicoes-clinicas/>. ISSN 0066-782X

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Maciel BC, Gallo-Jr L, Schmidt A, Marin-Neto JA. I – Avaliação da Função Autonômica Cardiovascular em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;122(12):e20250111.

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Maciel, Benedito Carlos; Gallo-Jr, Lourenço; Schmidt, André; Marin-Neto, José Antonio. I – Avaliação da Função Autonômica Cardiovascular em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 12, e20250111, jan. 2026.

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Maciel, B. C., Gallo-Jr, L., Schmidt, A., & Marin-Neto, J. A. (2026). I – Avaliação da Função Autonômica Cardiovascular em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(12), e20250111.

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Maciel, Benedito Carlos and Gallo-Jr, Lourenço and Schmidt, André and Marin-Neto, José Antonio. I – Avaliação da Função Autonômica Cardiovascular em Indivíduos Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 122, n. 12, [citado 2026-10-14], e20250111. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/i-avaliacao-da-funcao-autonomica-cardiovascular-em-individuos-saudaveis/>. ISSN 0066-782X

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Delgado-Silva J, Moreira AP, Costa G, Gonçalves L. Estratificação de Risco e Avaliação da Atividade Simpática Cardíaca Utilizando Imagem Miocárdica com [123I] MIBG na Denervação Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(2):519-24.

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Delgado-Silva, Joana; Moreira, Ana Paula; Costa, Gracinda; Gonçalves, Lino. Estratificação de Risco e Avaliação da Atividade Simpática Cardíaca Utilizando Imagem Miocárdica com [123I] MIBG na Denervação Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 2, p. 519-524, mar. 2022.

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Delgado-Silva, J., Moreira, A. P., Costa, G., & Gonçalves, L. (2022). Estratificação de Risco e Avaliação da Atividade Simpática Cardíaca Utilizando Imagem Miocárdica com [123I] MIBG na Denervação Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(2), 519-524.

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Delgado-Silva, Joana and Moreira, Ana Paula and Costa, Gracinda and Gonçalves, Lino. Estratificação de Risco e Avaliação da Atividade Simpática Cardíaca Utilizando Imagem Miocárdica com [123I] MIBG na Denervação Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 519-524. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estratificacao-de-risco-e-avaliacao-da-atividade-simpatica-cardiaca-utilizando-imagem-miocardica-com-123i-mibg-na-denervacao-renal/>. ISSN 0066-782X

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Pereira-Barretto AC. Minieditorial: O Polimorfismo Genético do Receptor Beta-Adrenérgico Tipo 1 Ser49Gly é Preditor de Morte em Pacientes Brasileiros com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):625-6.

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Pereira-Barretto, Antonio Carlos. Minieditorial: O Polimorfismo Genético do Receptor Beta-Adrenérgico Tipo 1 Ser49Gly é Preditor de Morte em Pacientes Brasileiros com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 625-626, maio. 2020.

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Pereira-Barretto, A. C. (2020). Minieditorial: O Polimorfismo Genético do Receptor Beta-Adrenérgico Tipo 1 Ser49Gly é Preditor de Morte em Pacientes Brasileiros com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 625-626.

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Pereira-Barretto, Antonio Carlos. Minieditorial: O Polimorfismo Genético do Receptor Beta-Adrenérgico Tipo 1 Ser49Gly é Preditor de Morte em Pacientes Brasileiros com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 625-626. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-o-polimorfismo-genetico-do-receptor-beta-adrenergico-tipo-1-ser49gly-e-preditor-de-morte-em-pacientes-brasileiros-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Imani A, Parsa H, Chookalaei LG, Rakhshan K, Golnazari M, Faghihi M. Estresse Físico Agudo Precondiciona o Coração Contra a Injúria por Isquemia/Reperfusão Através da Ativação do Sistema Nervoso Simpático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):401-8.

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Imani, Alireza; Parsa, Hoda; Chookalaei, Leila Gholami; Rakhshan, Kamran; Golnazari, Masoomeh; Faghihi, Mahdieh. Estresse Físico Agudo Precondiciona o Coração Contra a Injúria por Isquemia/Reperfusão Através da Ativação do Sistema Nervoso Simpático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 401-408, out. 2019.

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Imani, A., Parsa, H., Chookalaei, L. G., Rakhshan, K., Golnazari, M., & Faghihi, M. (2019). Estresse Físico Agudo Precondiciona o Coração Contra a Injúria por Isquemia/Reperfusão Através da Ativação do Sistema Nervoso Simpático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 401-408.

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Imani, Alireza and Parsa, Hoda and Chookalaei, Leila Gholami and Rakhshan, Kamran and Golnazari, Masoomeh and Faghihi, Mahdieh. Estresse Físico Agudo Precondiciona o Coração Contra a Injúria por Isquemia/Reperfusão Através da Ativação do Sistema Nervoso Simpático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 401-408. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estresse-fisico-agudo-precondiciona-o-coracao-contra-a-injuria-por-isquemia-reperfusao-atraves-da-ativacao-do-sistema-nervoso-simpatico/>. ISSN 0066-782X

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Polegato BF, Zornoff LAM. O Papel do Sistema Simpático como uma Opção Terapêutica na Lesão de Isquemia/Reperfusão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(3):409.

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Polegato, Bertha F.; Zornoff, Leonardo A. M.. O Papel do Sistema Simpático como uma Opção Terapêutica na Lesão de Isquemia/Reperfusão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 3, p. 409-409, out. 2019.

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Polegato, B. F., & Zornoff, L. A. M. (2019). O Papel do Sistema Simpático como uma Opção Terapêutica na Lesão de Isquemia/Reperfusão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(3), 409-409.

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Polegato, Bertha F. and Zornoff, Leonardo A. M.. O Papel do Sistema Simpático como uma Opção Terapêutica na Lesão de Isquemia/Reperfusão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 409-409. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-papel-do-sistema-simpatico-como-uma-opcao-terapeutica-na-lesao-de-isquemia-reperfusao/>. ISSN 0066-782X

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Sánchez-Hechavarría ME, Ghiya S, Carrazana-Escalona R, Cortina-Reyna S, Andreu-Heredia A, Acosta-Batista C, Saá-Muñoz NA, et al. Introdução da Aplicação do Coeficiente de Gini ao Espectro de Variabilidade da Frequência Cardíaca para Avaliação do Estresse Mental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):725-33.

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Sánchez-Hechavarría, Miguel Enrique; Ghiya, Shreya; Carrazana-Escalona, Ramon; Cortina-Reyna, Sergio; Andreu-Heredia, Adán; Acosta-Batista, Carlos; Saá-Muñoz, Nicolás Armando. Introdução da Aplicação do Coeficiente de Gini ao Espectro de Variabilidade da Frequência Cardíaca para Avaliação do Estresse Mental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 725-733, set. 2019.

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Sánchez-Hechavarría, M. E., Ghiya, S., Carrazana-Escalona, R., Cortina-Reyna, S., Andreu-Heredia, A., Acosta-Batista, C., & Saá-Muñoz, N. A. (2019). Introdução da Aplicação do Coeficiente de Gini ao Espectro de Variabilidade da Frequência Cardíaca para Avaliação do Estresse Mental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 725-733.

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Sánchez-Hechavarría, Miguel Enrique and Ghiya, Shreya and Carrazana-Escalona, Ramon and Cortina-Reyna, Sergio and Andreu-Heredia, Adán and Acosta-Batista, Carlos and Saá-Muñoz, Nicolás Armando. Introdução da Aplicação do Coeficiente de Gini ao Espectro de Variabilidade da Frequência Cardíaca para Avaliação do Estresse Mental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 725-733. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/introducao-da-aplicacao-do-coeficiente-de-gini-ao-espectro-de-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-para-avaliacao-do-estresse-mental/>. ISSN 0066-782X

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Araujo CG, Laukkanen JA. Músculo Cardíaco e Músculo Esquelético Conectados pelo Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(6):747-8.

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Araujo, Claudio Gil; Laukkanen, Jari Antero. Músculo Cardíaco e Músculo Esquelético Conectados pelo Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 6, p. 747-748, jul. 2019.

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Araujo, C. G., & Laukkanen, J. A. (2019). Músculo Cardíaco e Músculo Esquelético Conectados pelo Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(6), 747-748.

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Araujo, Claudio Gil and Laukkanen, Jari Antero. Músculo Cardíaco e Músculo Esquelético Conectados pelo Sistema Nervoso Autônomo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 747-748. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/musculo-cardiaco-e-musculo-esqueletico-conectados-pelo-sistema-nervoso-autonomo/>. ISSN 0066-782X

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Rocha ET, Alves WEFM, Verschure DO, Verberne HJ. Uso do 123I-mIBG Cardíaco na Rotina Clínica: A Necessidade de Padronizar!. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(6):533-41.

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Rocha, Euclides Timóteo da; Alves, Wilson Eduardo Furlan Matos; Verschure, Derk O.; Verberne, Hein J. Uso do 123I-mIBG Cardíaco na Rotina Clínica: A Necessidade de Padronizar!. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 6, p. 533-541, set. 2017.

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Rocha, E. T. , Alves, W. E. F. M., Verschure, D. O., & Verberne, H. J. (2017). Uso do 123I-mIBG Cardíaco na Rotina Clínica: A Necessidade de Padronizar!. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(6), 533-541.

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Rocha, Euclides Timóteo da and Alves, Wilson Eduardo Furlan Matos and Verschure, Derk O. and Verberne, Hein J. Uso do 123I-mIBG Cardíaco na Rotina Clínica: A Necessidade de Padronizar!. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 533-541. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-do-123i-mibg-cardiaco-na-rotina-clinica-a-necessidade-de-padronizar/>. ISSN 2359-4802

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Villacorta AS, Villacorta Junior H, Souza JS, Teixeira JAC, Muradas MCSSS, Alves CR, Precht BC, et al. Frequência Cardíaca Elevada está Associada com Desnervação Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca: Um Estudo com Cintilografia Miocárdica com 123-Iodo-MIBG. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(5):455-9.

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Villacorta, Aline Sterque; Villacorta Junior, Humberto; Souza, Jenne Serrão de; Teixeira, José Antônio Caldas; Muradas, Maria Clara S. S. S.; Alves, Christiane Rodrigues; Precht, Bernardo Campanário; Porto, Pilar; Ubaldo, Letícia; Mesquita, Cláudio Tinoco; Nóbrega, Antônio Cláudio Lucas da. Frequência Cardíaca Elevada está Associada com Desnervação Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca: Um Estudo com Cintilografia Miocárdica com 123-Iodo-MIBG. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 5, p. 455-459, out. 2016.

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Villacorta, A. S., Villacorta Junior, H., Souza, J. S. , Teixeira, J. A. C., Muradas, M. C. S. S. S., Alves, C. R., Precht, B. C., Porto, P., Ubaldo, L., Mesquita, C. T., & Nóbrega, A. C. L. (2016). Frequência Cardíaca Elevada está Associada com Desnervação Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca: Um Estudo com Cintilografia Miocárdica com 123-Iodo-MIBG. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(5), 455-459.

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Villacorta, Aline Sterque and Villacorta Junior, Humberto and Souza, Jenne Serrão de and Teixeira, José Antônio Caldas and Muradas, Maria Clara S. S. S. and Alves, Christiane Rodrigues and Precht, Bernardo Campanário and Porto, Pilar and Ubaldo, Letícia and Mesquita, Cláudio Tinoco and Nóbrega, Antônio Cláudio Lucas da. Frequência Cardíaca Elevada está Associada com Desnervação Cardíaca em Pacientes com Insuficiência Cardíaca: Um Estudo com Cintilografia Miocárdica com 123-Iodo-MIBG. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 455-459. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-cardiaca-elevada-esta-associada-com-desnervacao-cardiaca-em-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-um-estudo-com-cintilografia-miocardica-com-123-iodo-mibg/>. ISSN 0066-782X

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Guimarães SLPMM, Brandão SCS, Andrade LR, Maia RJC, Markman Filho B. Hiperatividade Simpática Cardíaca Após Quimioterapia: Sinal Precoce de Cardiotoxicidade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):228-34.

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Guimarães, Sarita Lígia Pessoa de Melo Machado; Brandão, Simone Cristina Soares; Andrade, Luciana Raposo; Maia, Rafael José Coelho; Markman Filho, Brivaldo. Hiperatividade Simpática Cardíaca Após Quimioterapia: Sinal Precoce de Cardiotoxicidade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 228-234, jul. 2015.

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Guimarães, S. L. P. M. M., Brandão, S. C. S., Andrade, L. R., Maia, R. J. C., & Markman Filho, B. (2015). Hiperatividade Simpática Cardíaca Após Quimioterapia: Sinal Precoce de Cardiotoxicidade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 228-234.

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Guimarães, Sarita Lígia Pessoa de Melo Machado and Brandão, Simone Cristina Soares and Andrade, Luciana Raposo and Maia, Rafael José Coelho and Markman Filho, Brivaldo. Hiperatividade Simpática Cardíaca Após Quimioterapia: Sinal Precoce de Cardiotoxicidade?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 228-234. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hiperatividade-simpatica-cardiaca-apos-quimioterapia-sinal-precoce-de-cardiotoxicidade/>. ISSN 0066-782X

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Nasari Junior O, Benchimol-Barbosa PR, Pedrosa RC, Nadal J. Avaliação da Função Autonômica na Doença de Chagas Através da Análise de Histogramas de Intervalos RR com Retificação de Fase. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(6):450-5.

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Nasari Junior, Olivassé; Benchimol-Barbosa, Paulo Roberto; Pedrosa, Roberto Coury; Nadal, Jurandir. Avaliação da Função Autonômica na Doença de Chagas Através da Análise de Histogramas de Intervalos RR com Retificação de Fase. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 6, p. 450-455, abr. 2015.

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Nasari Junior, O., Benchimol-Barbosa, P. R., Pedrosa, R. C., & Nadal, J. (2015). Avaliação da Função Autonômica na Doença de Chagas Através da Análise de Histogramas de Intervalos RR com Retificação de Fase. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(6), 450-455.

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Nasari Junior, Olivassé and Benchimol-Barbosa, Paulo Roberto and Pedrosa, Roberto Coury and Nadal, Jurandir. Avaliação da Função Autonômica na Doença de Chagas Através da Análise de Histogramas de Intervalos RR com Retificação de Fase. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 450-455. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-funcao-autonomica-na-doenca-de-chagas-atraves-da-analise-de-histogramas-de-intervalos-rr-com-retificacao-de-fase/>. ISSN 0066-782X

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Brandão AA, Campana EMG, Magalhães MEC, Ferreira E. Desnervação simpática renal no tratamento da hipertensão arterial resistente : perspectivas atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(4):364-71.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brandão, Andréa Araujo; Campana, Erika Maria Gonçalves; Magalhães, Maria Eliane Campos; Ferreira, Esmeralci. Desnervação simpática renal no tratamento da hipertensão arterial resistente : perspectivas atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 4, p. 364-371, set. 2013.

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Brandão, A. A., Campana, E. M. G., Magalhães, M. E. C., & Ferreira, E. (2013). Desnervação simpática renal no tratamento da hipertensão arterial resistente : perspectivas atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(4), 364-371.

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Brandão, Andréa Araujo and Campana, Erika Maria Gonçalves and Magalhães, Maria Eliane Campos and Ferreira, Esmeralci. Desnervação simpática renal no tratamento da hipertensão arterial resistente : perspectivas atuais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 364-371. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desnervacao-simpatica-renal-no-tratamento-da-hipertensao-arterial-resistente-perspectivas-atuais/>. ISSN 0066-782X

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Miranda SM, Moscavitch SD, Carestiato LR, Felix RM, Rodrigues RC, Messias LR, Azevedo JC, et al. O I123-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas na insuficiência cardíaca sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(1):4-8.

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Miranda, Sandra M.; Moscavitch, Samuel D.; Carestiato, Larissa R.; Felix, Renata M.; Rodrigues, Ronaldo C.; Messias, Leandro R.; Azevedo, Jader C.; Nóbrega, Antonio Cláudio L.; Mesquita, Evandro Tinoco; Mesquita, Claudio Tinoco. O I123-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas na insuficiência cardíaca sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 1, p. 4-8, ago. 2013.

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Miranda, S. M., Moscavitch, S. D., Carestiato, L. R., Felix, R. M., Rodrigues, R. C., Messias, L. R., Azevedo, J. C., Nóbrega, A. C. L., Mesquita, E. T., & Mesquita, C. T. (2013). O I123-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas na insuficiência cardíaca sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(1), 4-8.

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Miranda, Sandra M. and Moscavitch, Samuel D. and Carestiato, Larissa R. and Felix, Renata M. and Rodrigues, Ronaldo C. and Messias, Leandro R. and Azevedo, Jader C. and Nóbrega, Antonio Cláudio L. and Mesquita, Evandro Tinoco and Mesquita, Claudio Tinoco. O I123-MIBG cardíaco se correlaciona melhor do que a fração de ejeção com a gravidade dos sintomas na insuficiência cardíaca sistólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 4-8. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-i123-mibg-cardiaco-se-correlaciona-melhor-do-que-a-fracao-de-ejecao-com-a-gravidade-dos-sintomas-na-insuficiencia-cardiaca-sistolica/>. ISSN 0066-782X

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Boer-Martins L, Figueiredo VN, Demacq C, Martins LC, Faria APC, Moraes CH, Moreno Jr. H, et al. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(1):642-8.

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Boer-Martins, Leandro; Figueiredo, Valéria Nasser; Demacq, Caroline; Martins, Luiz Cláudio; Faria, Ana Paula Cabral de; Moraes, Carolina de Haro; Moreno Jr., Heitor. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 1, p. 642-648, maio. 2012.

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Boer-Martins, L., Figueiredo, V. N., Demacq, C., Martins, L. C., Faria, A. P. C. , Moraes, C. H., & Moreno Jr., H. (2012). Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(1), 642-648.

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Boer-Martins, Leandro and Figueiredo, Valéria Nasser and Demacq, Caroline and Martins, Luiz Cláudio and Faria, Ana Paula Cabral de and Moraes, Carolina de Haro and Moreno Jr., Heitor. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 642-648. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/leptina-e-aldosterona-na-atividade-simpatica-na-hipertensao-resistente-com-ou-sem-diabetes-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Lima AHRA, Forjaz CLM, Silva GQM, Menêses AL, Silva AJMR, Ritti-Dias RM. Efeito agudo da intensidade do exercício de força na modulação autonômica cardíaca pós-exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(6):498-503.

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Lima, Aluísio Henrique Rodrigues de Andrade; Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes; Silva, Gleyson Queiroz de Moraes; Menêses, Annelise Lins; Silva, Anderson José Melo Rodrigues; Ritti-Dias, Raphael Mendes. Efeito agudo da intensidade do exercício de força na modulação autonômica cardíaca pós-exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 6, p. 498-503, abr. 2011.

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Lima, A. H. R. A., Forjaz, C. L. M., Silva, G. Q. M., Menêses, A. L., Silva, A. J. M. R., & Ritti-Dias, R. M. (2011). Efeito agudo da intensidade do exercício de força na modulação autonômica cardíaca pós-exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(6), 498-503.

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Lima, Aluísio Henrique Rodrigues de Andrade and Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes and Silva, Gleyson Queiroz de Moraes and Menêses, Annelise Lins and Silva, Anderson José Melo Rodrigues and Ritti-Dias, Raphael Mendes. Efeito agudo da intensidade do exercício de força na modulação autonômica cardíaca pós-exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 498-503. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-agudo-da-intensidade-do-exercicio-de-forca-na-modulacao-autonomica-cardiaca-pos-exercicio/>. ISSN 0066-782X

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Silva J, Cachulo MC, Leitão-Marques A. Hipertensão arterial secundária a tumor raro da glândula adrenal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;95(6):144-7.

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Silva, Joana; Cachulo, Maria do Carmo; Leitão-Marques, António. Hipertensão arterial secundária a tumor raro da glândula adrenal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 144-147, jan. 2011.

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Silva, J., Cachulo, M. C., & Leitão-Marques, A. (2011). Hipertensão arterial secundária a tumor raro da glândula adrenal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 144-147.

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Silva, Joana and Cachulo, Maria do Carmo and Leitão-Marques, António. Hipertensão arterial secundária a tumor raro da glândula adrenal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 144-147. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-secundaria-a-tumor-raro-da-glandula-adrenal/>. ISSN 0066-782X

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Vanzelli AS, Medeiros A, Sirvente RA, Salemi VMC, Mady C, Brum PC. Associação de betabloqueadores e treinamento físico na insuficiência cardíaca de camundongos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):373-80.

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Vanzelli, Andréa Somolanji; Medeiros, Alessandra; Sirvente, Raquel de Assis; Salemi, Vera Maria Cury; Mady, Charles; Brum, Patricia Chakur. Associação de betabloqueadores e treinamento físico na insuficiência cardíaca de camundongos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 373-380, jul. 2010.

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Vanzelli, A. S., Medeiros, A., Sirvente, R. A., Salemi, V. M. C., Mady, C., & Brum, P. C. (2010). Associação de betabloqueadores e treinamento físico na insuficiência cardíaca de camundongos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 373-380.

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Vanzelli, Andréa Somolanji and Medeiros, Alessandra and Sirvente, Raquel de Assis and Salemi, Vera Maria Cury and Mady, Charles and Brum, Patricia Chakur. Associação de betabloqueadores e treinamento físico na insuficiência cardíaca de camundongos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 373-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-de-betabloqueadores-e-treinamento-fisico-na-insuficiencia-cardiaca-de-camundongos/>. ISSN 0066-782X

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