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  2. Palavra-chave: aldosterona
Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2
ABC
Artigo Original

Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2

Leandro Boer-Martins et al. Valéria Nasser Figueiredo Caroline Demacq Luiz Cláudio Martins … Ana Paula Cabral de Faria Carolina de Haro Moraes Heitor Moreno Jr.

FUNDAMENTO: A descoberta da leptina como um estimulador da atividade simpática trouxe uma nova perspectiva para os mecanismos fisiopatológicos da obesidade-hipertensão. OBJETIVO: Avaliamos a relação entre a atividade simpática aumentada e as concentrações plasmáticas de leptina e aldosterona em Hipertensos Resistentes (HR), comparando os grupos com e sem Diabetes Tipo 2 (DT2). MÉTODOS: Vinte e cinco pacientes HR foram avaliados por eletrocardiografia ambulatorial para análise da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) nos domínios do tempo e frequência, os quais foram estratificados em dois períodos: 24 horas e período Diurno (D), compreendendo as medidas entre 14 e 18h (domínio do tempo) e uma hora às 15h (domínio da frequência). RESULTADOS: O grupo DT2 (n = 10) apresentou maiores concentrações de aldosterona e leptina que o grupo não DT2 (n = 15) (26,0 ± 11,5 vs. 16,9 ± 7,0 ng/dL – p = 0,021; 81,368.7 ± 47,086.1 vs. 41,228.1 ± 24,523.1 pg/mL – p = 0,048, respectivamente). Houve correlação entre aldosterona e VFC no domínio da frequência em ambos os grupos. Não-DT2 apresentaram a aldosterona correlacionada com D baixa frequência em unidades normalizadas (BFnu) (r = 0,6 [0,12 – 0,85] p = 0,018) e D alta frequência em unidades normalizadas (AFnu) (r = -0,6 [-0,85 – -0,12] p = 0,018). No grupo com diabetes, a aldosterona correlacionou-se com DBFnu (r = 0,72 [0,16 – 0,93] p = 0,019) e DAFnu (r = -0,72 [-0,93 – -0,16] p = 0,019). Apesar da importância da leptina na atividade simpática aumentada na hipertensão, não houve correlação com VFC. CONCLUSÃO: A aldosterona parece estimular a atividade simpática em HR com ou sem DT2. Essa informação combinada com a eficácia clínica dos bloqueadores de receptor mineralocorticoide em HR pode reforçar a aldosterona como alvo terapêutico relevantes em HR. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

  • aldosterona
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Hipertensão
  • Leptina
  • Sistema Nervoso Simpático
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
29/05/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000047 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Boer-Martins L, Figueiredo VN, Demacq C, Martins LC, Faria APC, Moraes CH, Moreno Jr. H, et al. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(1):642-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Boer-Martins, Leandro; Figueiredo, Valéria Nasser; Demacq, Caroline; Martins, Luiz Cláudio; Faria, Ana Paula Cabral de; Moraes, Carolina de Haro; Moreno Jr., Heitor. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 1, p. 642-648, maio. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Boer-Martins, L., Figueiredo, V. N., Demacq, C., Martins, L. C., Faria, A. P. C. , Moraes, C. H., & Moreno Jr., H. (2012). Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(1), 642-648.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Boer-Martins, Leandro and Figueiredo, Valéria Nasser and Demacq, Caroline and Martins, Luiz Cláudio and Faria, Ana Paula Cabral de and Moraes, Carolina de Haro and Moreno Jr., Heitor. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 642-648. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/leptina-e-aldosterona-na-atividade-simpatica-na-hipertensao-resistente-com-ou-sem-diabetes-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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