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  2. Palavra-chave: Diabetes Mellitus Tipo 2
Relação entre Fibrose Hepática Decorrente da Doença Hepática Gordurosa Associada à Disfunção Metabólica e Aterosclerose Subclínica
ABC
Artigo Original

Relação entre Fibrose Hepática Decorrente da Doença Hepática Gordurosa Associada à Disfunção Metabólica e Aterosclerose Subclínica

Daniele Araujo de Azeredo Coutinho et al. Jenaine Rosa Godinho Raphael Carreiro Moura Rogério Martins Oliveira … Hevila Faria Passos Jordana de Paula Felipe Mendes Carlos Roberto Moraes de Andrade Junior Luis Guillermo Coca-Velarde Maria Auxiliadora Nogueira Saad Priscila Pollo Flores Debora Vieira Soares

Resumo

Fundamento

A doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (DHEADM) é a enfermidade hepática mais prevalente no mundo. A DHEADM pode progredir para fibrose e complicações associadas, sendo a doença cardiovascular a principal causa de morte nesses indivíduos. Marcadores de aterosclerose carotídea são capazes de predizer desfechos cardiovasculares, o que ressalta a importância de sua associação com a fibrose hepática.

Objetivo

Avaliar a relação entre fibrose hepática na DHEADM e aterosclerose subclínica, por meio da análise da espessura médio-intimal da carótida (EMIC), da idade vascular (IV) e da presença de placas ateroscleróticas.

Métodos

Estudo prospectivo conduzido com participantes sob risco para DHEADM. A esteatose e a fibrose hepáticas foram avaliadas por ultrassonografia e elastografia hepática, com uso do parâmetro de atenuação controlada. A aterosclerose carotídea foi analisada por meio de ultrassonografia de carótidas, medições da EMIC e da IV. Adotou-se nível de significância de 5% (p < 0,05).

Resultados

Foram incluídos 114 participantes, com idade mediana de 64 anos (IIQ: 55–68), sendo 96 (84%) do sexo feminino. A esteatose foi identificada em 99 participantes (86,8%) e a fibrose em 31 (27,2%). Placas ateroscleróticas estavam presentes em 33 indivíduos (28,9%), sem diferença significativa na frequência entre os grupos. No entanto, o grupo com fibrose apresentou EMIC mais elevada e IV aumentada. Em uma análise de subgrupo com 85 participantes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2), 27 (31,8%) apresentavam fibrose. Esses indivíduos apresentaram EMIC superior (0,742 mm vs. 0,653 mm; p < 0,05) e IV nove anos acima da idade cronológica, quando comparados aos indivíduos sem fibrose (p < 0,05).

Conclusão

Este estudo demonstra que indivíduos com DHEADM e fibrose hepática apresentam maior envelhecimento vascular e risco cardiovascular aumentado, refletidos por elevações na EMIC e na IV.

  • Aterosclerose
  • Cirrose Hepática
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Fatores de Risco de Doenças Cardíacas
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19/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20240856 Visualizações 2
Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil
ABC
Artigo Original

Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil

André Luis Messias dos Santos Duque et al. Daniela Polessa Paula Danilo de Paula Santos Maria Del Carmen Bisi Molina … Luana Giatii Maria Inês Schmidt Maria de Jesus Mendes da Fonseca Rosane Harter Griep

Resumo

Fundamento

A atividade física (AF) desempenha um papel fundamental na prevenção do Diabetes Mellitus tipo 2 (DM-2). No entanto, os achados sobre a influência da intensidade da AF no DM-2 ao longo do tempo ainda são inconsistentes.

Objetivo

Examinar a associação dose-resposta entre trajetórias de intensidade da AF no lazer e DM-2.

Métodos

O estudo incluiu dados basais do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil) (2008-2010) e ao longo de 11 anos de acompanhamento de 5.777 mulheres e 4.590 homens, com idades entre 35 e 75 anos. As trajetórias de intensidade da AF no lazer foram avaliadas por meio do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), enquanto o DM-2 foi identificado por autorrelato, uso de medicação ou critérios laboratoriais. Foi utilizada regressão logística ordinal para estimar razões de chances (OR) e intervalos de confiança de 95% (IC95%).

Resultados

Uma menor proporção de participantes com DM-2 (14,4% dos homens e 5% das mulheres) e uma maior proporção sem diabetes (22,1% dos homens e 40,8% das mulheres) foram observadas entre aqueles com trajetória de alta intensidade. Comparado às trajetórias de intensidade moderada, a alta intensidade conferiu proteção contra DM-2: OR 0,63 (IC95% = 0,40-0,98) para homens, e OR 0,33 (IC95% = 0,14-0,79) para mulheres, e as trajetórias de baixa intensidade conferiu maior chance de pré-diabetes entre os homens [OR = 1,36 (IC95% = 1,09-1,69)].

Conclusão

A AF de maior intensidade ao longo do tempo esteve associada a uma menor proporção de casos de DM-2 em homens e mulheres. Assim, programas visando a prevenção e o controle do DM-2 devem enfatizar a importância da manutenção de atividades de alta intensidade ao longo do tempo.

  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Estilo de Vida
  • Exercício Físico
  • Trajetória de Vida
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01/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20250091 Visualizações 1
Associação entre Comportamentos de Autocuidado e o Controle Glicêmico Inadequado em Participantes do ELSA-Brasil com Diabetes Tipo 2
ABC
Artigo Original

Associação entre Comportamentos de Autocuidado e o Controle Glicêmico Inadequado em Participantes do ELSA-Brasil com Diabetes Tipo 2

Gisele de Souza Tupinambá et al. Odaleia Barbosa de Aguiar Bruno Pereira de Moura Maria Inês Schmidt … Maria Del Carmen Bisi Molina Rosane Harter Griep Maria de Jesus Mendes da Fonseca

Resumo

Fundamento

O diabetes tipo 2 (DT2) é uma condição crônica prevalente, frequentemente associada a complicações metabólicas e cardiovasculares.

Objetivo

Este estudo objetivou avaliar a associação entre comportamentos de autocuidado, como consumo de ultraprocessados, ingestão de legumes, verduras e frutas, prática de atividade física, adesão ao tratamento farmacológico e tabagismo, e o controle glicêmico inadequado em participantes do ELSA-Brasil vivendo com DT2.

Métodos

Este é um estudo transversal com 2567 indivíduos, no qual as associações entre as variáveis de interesse foram analisadas por regressão logística múltipla (p<0,05).

Resultados

A adesão ao tratamento farmacológico foi o único comportamento consistentemente associado ao controle glicêmico inadequado. Participantes com baixa adesão apresentaram mais que o dobro de chances de terem níveis inadequados de hemoglobina glicada (OR: 2,09; IC 95%: 1,14–4,10). O consumo de ultraprocessados e a ingestão insuficiente de vegetais mostraram associações iniciais que não se mantiveram significativas após ajustes, sugerindo a influência de fatores adicionais, como condições socioeconômicas.

Conclusão

Esses resultados reforçam a necessidade de intervenções integradas que combinem educação em saúde, suporte ao autocuidado e políticas públicas voltadas à equidade no acesso a tratamentos, contribuindo para o controle glicêmico e a redução das complicações associadas ao DT2.

  • Adesão à Medicação
  • Alimento Processado
  • autocuidado
  • controle glicêmico
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
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07/07/2025 DOI: 10.36660/abc.20240867 Visualizações 1
ABC
Editorial

PM20D1 pode ser um Novo Garoto no Bairro na Estratificação de Risco Cardiovascular? Não Corra Antes de Poder Andar

Ana Teresa Timóteo

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, representando cerca de 30% de todas as mortes, principalmente em países desenvolvidos, incluindo doenças cardiovasculares e cerebrovasculares. Além disso, na análise do relatório Global Burden of Diseases 2019 , os fatores de risco cardiovascular representam 75% de toda a carga cardiovascular, principalmente a hipertensão, com importante impacto na mortalidade. Isso também é relevante nos países de língua portuguesa. A espessura média-intimal carotídea é reconhecida há muito tempo como um marcador substituto para doença arterial coronariana e tem um impacto prognóstico relevante. Por isso, é uma ferramenta útil na estratificação do risco cardiovascular.

N-acil aminoácidos (NAAA) são uma família de lipídios circulantes induzíveis pelo frio que estimulam a termogênese, e sua biossíntese em adipócitos marrons é mediada por uma enzima secretada chamada domínio Peptidase M20 contendo 1 (PM20D1). A regulação da atividade de PM20D1 e NAAA no plasma sanguíneo ainda é amplamente desconhecida. No entanto, o que já se sabe é que a PM20D1 circula em estreita associação com lipoproteínas de baixa e alta densidade que são poderosos coativadores da atividade da PM20D1 in vitro e a biossíntese de NAAA in vivo. A albumina sérica também é um carreador fisiológico de NAAA que separa NAAA de seus locais de produção, conferindo resistência à degradação hidrolítica e estabelecendo um equilíbrio entre frações termogênicas “livres” versus inativas “ligadas”.

[…]

  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Doença das Artérias Carótidas
  • Doença de Alzheimer
  • Doenças Cardiovasculares
  • Doenças Neurodegenerativas
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • PM20D1
  • Resistência à Insulina
  • Síndrome Metabólica
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05/09/2022 DOI: 10.36660/abc.20220462 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Onda Pressistólica Associada à Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica e Avaliada com Base no Índice de Performance Miocárdica em Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2

Selim Kul et al. İhsan Dursun Semiha Ayhan Muhammet Rasit Sayin … Özge Üçüncü Nilgün Esen Bülbül Ahmet Hakan Ateş Ali Rıza Akyüz

Resumo

Fundamento:

O índice de performance miocárdica (IPM) avalia as funções sistólica e diastólica do ventrículo esquerdo. A onda pressistólica (OPS) é geralmente detectada no exame Doppler da via de saída do ventrículo esquerdo e seus possíveis mecanismos são complacência prejudicada e rigidez do ventrículo esquerdo.

Objetivo:

Investigar a relação entre OPS e IPM em pacientes com diabetes tipo 2.

Método:

129 pacientes com diabetes tipo 2 foram incluídos no estudo. Os sujeitos foram alocados em dois grupos, com base na presença de OPS no exame ecocardiográfico com Doppler. Foram incluídos 90 pacientes (38 homens, idade média 57,77 ± 10,91 anos) no grupo OPS-positiva e 39 pacientes (13 homens; idade média 55,31 ± 11,29 anos) no grupo OPS-negativa. Valor de p < 0,05 foi considerado para significância estatística.

Resultados:

O IPM foi mais alto no grupo OPS-positiva (0,63 ± 0,17 vs 0,52 ± 0,13, p < 0,001). Além disso, a disfunção ventricular esquerda subclínica (DVE) foi maior no grupo OPS-positiva (p = 0,029). Análise univariada mostrou associação de OPS com IPM anormal (p = 0,031), assim como o coeficiente de correlação de Pearson mostrou correlação entre velocidade de OPS e IPM (r: 0,286, p = 0,006).

Conclusão:

Presença de OPS na ecocardiografia com Doppler foi associada à DVE subclínica em pacientes com diabetes tipo 2. Esse exame ecocardiográfico de fácil execução pode ser relacionado à DVE subclínica entre pacientes com diabetes tipo 2.

  • Coração/fisiopatologia
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Disfunção do Ventrículo Esquerdo
  • Ecocardiografia Doppler/métodos
  • Fatores de risco
  • Insuficiência Cardíaca
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29/07/2019 DOI: 10.5935/abc.20190134 Visualizações 1
ABC
Letter to the Editor

Índice de Massa Corporal Pode Influenciar a Variabilidade da Frequência Cardíaca

Thalys Sampaio Rodrigues et al. Levindo José Garcia Quarto

Lemos com interesse o artigo de Bassi et al., intitulado “Efeitos da Coexistência de Diabetes Tipo 2 e Hipertensão sobre a Variabilidade da Frequência Cardíaca e Capacidade Cardiorrespiratória”, publicado na edição de julho de 2018. Os autores investigaram a influência da hipertensão arterial sistêmica na modulação autonômica cardíaca em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e avaliaram a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) na capacidade de exercício nesses pacientes. Eles concluíram que a hipertensão afeta negativamente a função autonômica cardíaca, com maior comprometimento da VFC, quando comparada aos pacientes normotensos com DM2.

Alguns aspectos deste estudo requerem discussão. Como relatado anteriormente, vários fatores podem ter impacto nos índices de VFC, incluindo sexo, resistência à insulina, índice de massa corporal (IMC), hiperlipidemia, hipertensão, cardiomiopatia isquêmica e não isquêmica e tabagismo.– Por exemplo, o aumento do IMC pode diminuir a VFC, particularmente quando a adiposidade central está presente. De fato, o grupo hipertenso apresentou um IMC maior quando comparado ao grupo normotenso (28 ± 4,4 vs 31 ± 3,8, p = 0,031). Dada a falta de controle do IMC entre os dois grupos, as conclusões dos autores devem ser consideradas com cautela.

[…]

  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Frequência Cardíaca
  • Hipertensão/prevalência
  • Sistema Nervoso Autônomo
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01/10/2018 DOI: 10.5935/abc.20180201
Figura 1
ABC
Artigo Original

Efeitos da Coexistência de Diabetes Tipo 2 e Hipertensão sobre a Variabilidade da Frequência Cardíaca e Capacidade Cardiorrespiratória

Daniela Bassi et al. Ramona Cabiddu Renata G. Mendes Natália Tossini … Vivian M. Arakelian Flávia C. R. Caruso José C. Bonjorno Júnior Ross Arena Audrey Borghi-Silva

Resumo

Fundamento:

A diabetes mellitus tipo 2 (DM2) está associada com disfunção autonômica cardíaca, que é um preditor independente de mortalidade em doenças crônicas. No entanto, ainda não se sabe se a coexistência de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e DM2 altera a modulação cardíaca autonômica.

Objetivos:

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de HAS sobre a modulação da função autonômica cardíaca e capacidade cardiopulmonar em indivíduos com DM2.

Métodos:

60 pacientes de ambos os sexos foram avaliados e alocados em dois grupos; pacientes DM2 (n = 32; 51 ± 7,5 anos) e pacientes DM2 + HAS (n = 28; 51 ± 6,9 anos). Intervalos RR foram obtidos durante repouso e em posição supina. Índices lineares e não lineares da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) foram registrados utilizando-se o programa Kubios HRV software. A troca gasosa pulmonar foi medida a cada inspiração, utilizando-se um sistema telemétrico portátil durante o teste incremental máximo de exercício em cicloergômetro. A análise estatística incluiu o teste Shapiro-Wilk seguido do teste t de Student, a correlação de Pearson e a regressão linear.

Resultados:

Encontramos que pacientes do grupo DM2+HAS apresentaram valores mais baixos de intervalos RR (801,1 vs 871,5 ms), entropia de Shannon (3,0 vs 3,2) e DP1 da dimensão fractal em comparação aos pacientes do grupo DM2. Foram encontradas correlações negativas entre alguns índices não lineares da VFC e índices da capacidade do exercício.

Conclusão:

A HAS afeta negativamente a função autonômica cardíaca em pacientes diabéticos, os quais já são propensos a desenvolverem disfunção autonômica. Estratégias são necessárias para melhorar a função autonômica cardíaca nessa população.

  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Doenças Cardiovasculare
  • Fatores de risco
  • Frequência Cardíaca
  • Hipertensão/prevalência
  • Sistema Nervoso Autônomo
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01/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180105 Visualizações 1
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ABC
Original Article

Correlação entre a Variabilidade da Pressão Arterial de Muito Curto Prazo e Curto Prazo em Indivíduos Diabéticos-Hipertensos e Saudáveis

Karina R. Casali et al. Beatriz D. Schaan Nicola Montano Daniela Massierer … Flávio M.F. Neto Gabriela H. Teló Priscila S. Ledur Marilia Reinheimer Graciele Sbruzzi Miguel Gus

Resumo

Fundamento:

A variabilidade da pressão arterial (PA) pode ser avaliada por meio da monitorização ambulatorial da PA em 24 horas (MAPA-24h), mas sua concordância com os resultados da medição da PA digital (MPAD) ainda não foi estabelecida.

Objetivo:

O objetivo deste estudo foi comparar os parâmetros da variabilidade a curto prazo (MAPA-24h) com a variabilidade da PA a muito curto prazo (MPAD) em sujeitos saudáveis (C) e diabéticos-hipertensos (DH).

Métodos:

Estudo transversal com 51 sujeitos DH e 12 sujeitos C que se submeteram a MAPA-24h [extraindo time rate, desvio padrão (SD) e coeficiente de variação (CV)] e registro batimento-a-batimento em repouso e após manobra de manobra de ortostatismo ativo [MPAD, extraindo parâmetros de variabilidade da PA e da frequência cardíaca (FC) no domínio da frequência, análise espectral por modelagem autoregressiva]. O coeficiente de correlação de postos de Spearman foi utilizado para correlacionar os parâmetros de variabilidade de PA e FC obtidos tanto da MPAD quanto da MAPA-24h (dividida em dia, noite e total). A significância estatística foi estabelecida em p < 0.05.

Resultados:

Houve uma variação circadiana dos níveis de PA nos grupos C e DH; A PA sistólica e a taxa de tempo foram maiores em indivíduos DH em todos os períodos avaliados. Em indivíduos C, foram apresentadas altas correlações positivas entre o índice de taxa de tempo (MAPA-24h) e o componente de baixa frequência (LF, do inglês low frequency) da variabilidade de curto prazo (MPAD, total, R = 0,591, p = 0,043); desvio padrão (MAPA-24h) com o componente de LF VPA (MPAD, total, R = 0,608, p = 0,036), coeficiente de variação (24h-ABPM) com VPA total (MPAD, dia, -0,585, p = 0,046) e índice alfa (MPAD, dia, -0,592, p = 0,043), taxa de tempo (MAPA-24h) e delta LF/HF (MPAD, total, R = 0,636, p = 0,026; dia R = 0,857, p < 0,001). Os registros obtidos dos pacientes DH apresentaram correlações positivas fracas.

Conclusões:

Os índices obtidos a partir da MAPA-24h (total, durante o dia) refletem a variabilidade da PA e da FC avaliada pela MPAD em indivíduos saudáveis, o que não se aplica a indivíduos DH.

  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Hipertensão
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
  • Sistema Nervoso Autônomo
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20180020
Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2
ABC
Artigo Original

Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2

Leandro Boer-Martins et al. Valéria Nasser Figueiredo Caroline Demacq Luiz Cláudio Martins … Ana Paula Cabral de Faria Carolina de Haro Moraes Heitor Moreno Jr.

FUNDAMENTO: A descoberta da leptina como um estimulador da atividade simpática trouxe uma nova perspectiva para os mecanismos fisiopatológicos da obesidade-hipertensão. OBJETIVO: Avaliamos a relação entre a atividade simpática aumentada e as concentrações plasmáticas de leptina e aldosterona em Hipertensos Resistentes (HR), comparando os grupos com e sem Diabetes Tipo 2 (DT2). MÉTODOS: Vinte e cinco pacientes HR foram avaliados por eletrocardiografia ambulatorial para análise da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) nos domínios do tempo e frequência, os quais foram estratificados em dois períodos: 24 horas e período Diurno (D), compreendendo as medidas entre 14 e 18h (domínio do tempo) e uma hora às 15h (domínio da frequência). RESULTADOS: O grupo DT2 (n = 10) apresentou maiores concentrações de aldosterona e leptina que o grupo não DT2 (n = 15) (26,0 ± 11,5 vs. 16,9 ± 7,0 ng/dL – p = 0,021; 81,368.7 ± 47,086.1 vs. 41,228.1 ± 24,523.1 pg/mL – p = 0,048, respectivamente). Houve correlação entre aldosterona e VFC no domínio da frequência em ambos os grupos. Não-DT2 apresentaram a aldosterona correlacionada com D baixa frequência em unidades normalizadas (BFnu) (r = 0,6 [0,12 – 0,85] p = 0,018) e D alta frequência em unidades normalizadas (AFnu) (r = -0,6 [-0,85 – -0,12] p = 0,018). No grupo com diabetes, a aldosterona correlacionou-se com DBFnu (r = 0,72 [0,16 – 0,93] p = 0,019) e DAFnu (r = -0,72 [-0,93 – -0,16] p = 0,019). Apesar da importância da leptina na atividade simpática aumentada na hipertensão, não houve correlação com VFC. CONCLUSÃO: A aldosterona parece estimular a atividade simpática em HR com ou sem DT2. Essa informação combinada com a eficácia clínica dos bloqueadores de receptor mineralocorticoide em HR pode reforçar a aldosterona como alvo terapêutico relevantes em HR. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

  • aldosterona
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Hipertensão
  • Leptina
  • Sistema Nervoso Simpático
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29/05/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000047 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Polimorfismo K121Q do gene ENPP1 e cardiopatia isquêmica em pacientes com diabete melito

Milene Moehlecke et al. Caroline K. Kramer Cristiane B. Leitão Ana Luiza Krahe … Ivaldir Balbosco Mirela Jobim de Azevedo Jorge L. Gross Luis Henrique Canani

FUNDAMENTO: O gene ecto-nucleotídeo pirofosfatase/fosfodiesterase 1 (ENPP1) é um gene candidato à resistência insulínica. A resistência à insulina é um componente importante da síndrome metabólica e tem sido implicada no desenvolvimento de doença cardíaca isquêmica (DCI). OBJETIVO: Avaliar a associação entre o polimorfismo K121Q do gene ENPP1 e a presença da DCI em pacientes caucasianos com diabete melito (DM) tipo 2. MÉTODOS: Estudo transversal foi realizado em pacientes com DM tipo 2 (n=573; 50,6% homens; idade 59,5±10,4 anos). DCI foi definida pela presença de angina ou infarto agudo do miocárdio pelo questionário cardiovascular da Organização Mundial da Saúde e/ou alterações compatíveis no ECG (código Minnesota) ou cintilografia miocárdica. O polimorfismo K121Q foi genotipado através da técnica de PCR e digestão enzimática. RESULTADOS: DCI esteve presente em 209 (36,5%) pacientes. A frequência dos genótipos KK, KQ e QQ entre os pacientes com DCI foi 60,8%, 34,4% e 4,8%, semelhante à distribuição dos genótipos entre os pacientes sem DCI (64,0%, 32,7% e 3,3%, P = 0,574). Não se observou diferença nas características clínicas ou laboratoriais entre os três genótipos, nem em relação à presença de síndrome metabólica. CONCLUSÃO: Nenhuma associação foi encontrada entre o polimorfismo K121A do gene ENPP1 e a presença de DCI ou características fenotípicas de resistência insulínica.

  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Isquemia Miocárdica
  • Polimorfismo Genético
  • Síndrome Metabólica
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200005
Perfil glicometabólico inicial em pacientes com síndrome coronariana aguda e síndrome metabólica
ABC
Artigo Original

Perfil glicometabólico inicial em pacientes com síndrome coronariana aguda e síndrome metabólica

Carlos M. C. Monteiro et al. Luciene Oliveira Maria C. O. Izar Tatiana Helfenstein … Andreza O. Santos Simone M. Fischer Sahana W. Barros Luiz F. M. Pinheiro Antonio C. C. Carvalho Francisco A. H. Fonseca

FUNDAMENTO: Pacientes com síndrome metabólica (SM) têm alto risco coronariano e a disfunção da célula beta ou resistência à insulina pode prever um risco adicional de eventos cardiovasculares precoces. OBJETIVO: Avaliar as alterações glicometabólicas precoces em pacientes com SM, mas sem diagnóstico de diabete tipo 2, após síndrome coronariana aguda. MÉTODOS: Um total de 114 pacientes foi submetido ao teste oral de tolerância à glicose (TOTG), 1-3 dias da alta hospitalar, após infarto agudo do miocárdio ou angina instável. Baseado no TOTG, definimos três grupos de pacientes: tolerância normal à glicose (TNG; n=26), tolerância alterada à glicose (TAG; n=39) ou diabetes mellitus (DM; n=49). O Modelo de Avaliação da Homeostase (HOMA-IR) foi usado para estimar a resistência à insulina; a responsividade da célula beta foi avaliada através do índice insulinogênico de 30 minutos (ΔI30/ΔG30). RESULTADOS: Baseado no HOMA-IR, os pacientes com DM eram mais insulino-resistentes do que aqueles com TNG ou TAG (p<0,001). De acordo com o índice insulinogênico, a responsividade da célula beta também estava alterada em indivíduos com DM (p<0,001 vs TNG ou TAG). CONCLUSÃO: Altas taxas de alterações glicometabólicas foram encontradas após síndrome coronariana aguda em pacientes com SM. Como essas anormalidades acentuadamente aumentam o risco de desfechos adversos, o TOTG precoce pode ser utilizado em pacientes com SM para identificar aqueles que apresentam maior risco coronariano.

  • células secretoras de insulina
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Resistência à Insulina
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Síndrome Metabólica
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200004
Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2
ABC
Artigo Original

Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2

Denise Maria Martins Vancea et al. José Nelson Vancea Maria Izabel Fernandes Pires Marco Antonio Reis … Rafael Brandão Moura Sergio Atala Dib

FUNDAMENTO: O diabete e a doença cardiovascular emergiram como ameaças principais à saúde humana, e o risco está aumentado nos indivíduos com obesidade visceral. É consenso que o exercício físico deve fazer parte do tratamento do diabete melito (DM). OBJETIVO: Comparar a influência de programas de exercício físico orientados e estruturados (PEOE) com freqüência de três e cinco vezes por semana, no período de 20 semanas, no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2 (DM2). MÉTODOS: A pesquisa realizou-se na Universidade Federal de São Paulo. Grupo Controle (GC), n=17, idade (Mi: 55,8 anos), recebeu incentivo, na consulta médica, para o exercício físico. Grupo 3x (G3), n=14, idade (Mi: 57,4 anos), uma hora de exercício físico, 3xsemana. Grupo 5x (G5), n=9, idade (Mi: 58,8 anos), mesmo protocolo, mas 5xsemana. Tempo de diagnóstico: Mi: 5 anos, em todos os grupos. Aula constava de 5 min aquecimento, 30 min caminhada (esteira) a 70% da freqüência cardíaca máxima e 10 min relaxamento. IMC, cintura, porcentual de gordura (PG), glicemia capilar (Gcap), glicemia de jejum (GJ), hemoglobina glicada (HbA1c) foram avaliados. RESULTADOS: Realizou-se uma comparação entre o instante Basal (B) e 20ª semana (20ª). IMC no G3(B: 29,5±2,9 vs 20ª: 28,3±2,2 kg/m², p=0,005) e G5 (B: 29,7±4,4 vs 20ª: 29,1±4,3 kg/m², p=0,025); cintura G5 (B: 100,5±11,9 vs 20ª: 933±11,7 cm, p=0,001); PG no G3 (B: 31±5,1 vs 20ª: 26±5%, p=0,001) e G5 (B: 32,4±5,4 vs 20ª: 30,3±6,9%, p=0,001); GJ, G5 (B: 150,8±47,5 vs 20ª: 109,2±30,5 mg/dl, p=0,034), apresentaram diferenças estatisticamente significativas. GC não apresentou diferenças estatisticamente significativas, nessas variáveis. Gcap apresentou uma tendência de queda no pós-exercício físico no G5. HbA1c não apresentou diferenças estatisticamente significativas nos três grupos. CONCLUSÃO: O G5 foi melhor que o G3, na maioria dos parâmetros avaliados. Porém, os resultados não apresentaram uma diminuição na HbA1c nos pacientes com DM2.

  • Composição Corporal
  • Controle
  • controle glicêmico
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Exercício
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04/02/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000100005 Visualizações 1

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Coutinho DAA, Godinho JR, Moura RC, Oliveira RM, Passos HF, Mendes JPF, Andrade Junior CRM, et al. Relação entre Fibrose Hepática Decorrente da Doença Hepática Gordurosa Associada à Disfunção Metabólica e Aterosclerose Subclínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(8):e20240856.

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Coutinho, Daniele Araujo de Azeredo; Godinho, Jenaine Rosa; Moura, Raphael Carreiro; Oliveira, Rogério Martins; Passos, Hevila Faria; Mendes, Jordana de Paula Felipe; Andrade Junior, Carlos Roberto Moraes de; Coca-Velarde, Luis Guillermo; Saad, Maria Auxiliadora Nogueira; Flores, Priscila Pollo; Soares, Debora Vieira. Relação entre Fibrose Hepática Decorrente da Doença Hepática Gordurosa Associada à Disfunção Metabólica e Aterosclerose Subclínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 8, e20240856, set. 2025.

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Coutinho, D. A. A., Godinho, J. R., Moura, R. C., Oliveira, R. M., Passos, H. F., Mendes, J. P. F., Andrade Junior, C. R. M. , Coca-Velarde, L. G., Saad, M. A. N., Flores, P. P., & Soares, D. V. (2025). Relação entre Fibrose Hepática Decorrente da Doença Hepática Gordurosa Associada à Disfunção Metabólica e Aterosclerose Subclínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(8), e20240856.

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Coutinho, Daniele Araujo de Azeredo and Godinho, Jenaine Rosa and Moura, Raphael Carreiro and Oliveira, Rogério Martins and Passos, Hevila Faria and Mendes, Jordana de Paula Felipe and Andrade Junior, Carlos Roberto Moraes de and Coca-Velarde, Luis Guillermo and Saad, Maria Auxiliadora Nogueira and Flores, Priscila Pollo and Soares, Debora Vieira. Relação entre Fibrose Hepática Decorrente da Doença Hepática Gordurosa Associada à Disfunção Metabólica e Aterosclerose Subclínica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 8, [citado 2026-10-15], e20240856. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-fibrose-hepatica-decorrente-da-doenca-hepatica-gordurosa-associada-a-disfuncao-metabolica-e-aterosclerose-subclinica/>. ISSN 0066-782X

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Duque ALMS, Paula DP, Santos DP, Molina MDCB, Giatii L, Schmidt MI, Fonseca MJM, et al. Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(8):e20250091.

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Duque, André Luis Messias dos Santos; Paula, Daniela Polessa; Santos, Danilo de Paula; Molina, Maria Del Carmen Bisi; Giatii, Luana; Schmidt, Maria Inês; Fonseca, Maria de Jesus Mendes da; Griep, Rosane Harter. Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 8, e20250091, ago. 2025.

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Duque, A. L. M. S., Paula, D. P., Santos, D. P., Molina, M. D. C. B., Giatii, L., Schmidt, M. I., Fonseca, M. J. M. , & Griep, R. H. (2025). Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(8), e20250091.

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Duque, André Luis Messias dos Santos and Paula, Daniela Polessa and Santos, Danilo de Paula and Molina, Maria Del Carmen Bisi and Giatii, Luana and Schmidt, Maria Inês and Fonseca, Maria de Jesus Mendes da and Griep, Rosane Harter. Associação Dose-Resposta entre Trajetórias de Intensidade da Atividade Física no Lazer e Diabetes entre Homens e Mulheres no ELSA-Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 8, [citado 2026-10-15], e20250091. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-dose-resposta-entre-trajetorias-de-intensidade-da-atividade-fisica-no-lazer-e-diabetes-entre-homens-e-mulheres-no-elsa-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Tupinambá, Gisele de Souza; Aguiar, Odaleia Barbosa de; Moura, Bruno Pereira de; Schmidt, Maria Inês; Molina, Maria Del Carmen Bisi; Griep, Rosane Harter; Fonseca, Maria de Jesus Mendes da. Associação entre Comportamentos de Autocuidado e o Controle Glicêmico Inadequado em Participantes do ELSA-Brasil com Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 6, e20240867, jul. 2025.

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Tupinambá, G. S., Aguiar, O. B. , Moura, B. P. , Schmidt, M. I., Molina, M. D. C. B., Griep, R. H., & Fonseca, M. J. M. (2025). Associação entre Comportamentos de Autocuidado e o Controle Glicêmico Inadequado em Participantes do ELSA-Brasil com Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(6), e20240867.

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Tupinambá, Gisele de Souza and Aguiar, Odaleia Barbosa de and Moura, Bruno Pereira de and Schmidt, Maria Inês and Molina, Maria Del Carmen Bisi and Griep, Rosane Harter and Fonseca, Maria de Jesus Mendes da. Associação entre Comportamentos de Autocuidado e o Controle Glicêmico Inadequado em Participantes do ELSA-Brasil com Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 6, [citado 2026-10-15], e20240867. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-comportamentos-de-autocuidado-e-o-controle-glicemico-inadequado-em-participantes-do-elsa-brasil-com-diabetes-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Timóteo AT. PM20D1 pode ser um Novo Garoto no Bairro na Estratificação de Risco Cardiovascular? Não Corra Antes de Poder Andar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):380-1.

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Timóteo, Ana Teresa. PM20D1 pode ser um Novo Garoto no Bairro na Estratificação de Risco Cardiovascular? Não Corra Antes de Poder Andar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 380-381, set. 2022.

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Timóteo, A. T. (2022). PM20D1 pode ser um Novo Garoto no Bairro na Estratificação de Risco Cardiovascular? Não Corra Antes de Poder Andar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 380-381.

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Timóteo, Ana Teresa. PM20D1 pode ser um Novo Garoto no Bairro na Estratificação de Risco Cardiovascular? Não Corra Antes de Poder Andar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [citado 2026-10-15], pp. 380-381. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pm20d1-pode-ser-um-novo-garoto-no-bairro-na-estratificacao-de-risco-cardiovascular-nao-corra-antes-de-poder-andar/>. ISSN 0066-782X

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Kul S, Dursun , Ayhan S, Sayin MR, Üçüncü , Bülbül NE, Ateş AH, et al. Onda Pressistólica Associada à Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica e Avaliada com Base no Índice de Performance Miocárdica em Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(2):207-15.

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Kul, Selim; Dursun, İhsan; Ayhan, Semiha; Sayin, Muhammet Rasit; Üçüncü, Özge; Bülbül, Nilgün Esen; Ateş, Ahmet Hakan; Akyüz, Ali Rıza. Onda Pressistólica Associada à Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica e Avaliada com Base no Índice de Performance Miocárdica em Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 2, p. 207-215, jul. 2019.

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Kul, S., Dursun, , Ayhan, S., Sayin, M. R., Üçüncü, , Bülbül, N. E., Ateş, A. H., & Akyüz, A. R. (2019). Onda Pressistólica Associada à Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica e Avaliada com Base no Índice de Performance Miocárdica em Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(2), 207-215.

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Kul, Selim and Dursun, İhsan and Ayhan, Semiha and Sayin, Muhammet Rasit and Üçüncü, Özge and Bülbül, Nilgün Esen and Ateş, Ahmet Hakan and Akyüz, Ali Rıza. Onda Pressistólica Associada à Disfunção Ventricular Esquerda Subclínica e Avaliada com Base no Índice de Performance Miocárdica em Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 2, [citado 2026-10-15], pp. 207-215. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/onda-pressistolica-associada-a-disfuncao-ventricular-esquerda-subclinica-e-avaliada-com-base-no-indice-de-performance-miocardica-em-pacientes-com-diabetes-mellitus-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Rodrigues TS, Quarto LJG. Índice de Massa Corporal Pode Influenciar a Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):640-2.

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Rodrigues, Thalys Sampaio; Quarto, Levindo José Garcia. Índice de Massa Corporal Pode Influenciar a Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 640-642, set. 2018.

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Rodrigues, T. S., & Quarto, L. J. G. (2018). Índice de Massa Corporal Pode Influenciar a Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 640-642.

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Rodrigues, Thalys Sampaio and Quarto, Levindo José Garcia. Índice de Massa Corporal Pode Influenciar a Variabilidade da Frequência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 640-642. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indice-de-massa-corporal-pode-influenciar-a-variabilidade-da-frequencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Bassi, Daniela; Cabiddu, Ramona; Mendes, Renata G.; Tossini, Natália; Arakelian, Vivian M.; Caruso, Flávia C. R.; Bonjorno Júnior, José C.; Arena, Ross; Borghi-Silva, Audrey. Efeitos da Coexistência de Diabetes Tipo 2 e Hipertensão sobre a Variabilidade da Frequência Cardíaca e Capacidade Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 1, p. 64-72, jun. 2018.

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Bassi, D., Cabiddu, R., Mendes, R. G., Tossini, N., Arakelian, V. M., Caruso, F. C. R., Bonjorno Júnior, J. C., Arena, R., & Borghi-Silva, A. (2018). Efeitos da Coexistência de Diabetes Tipo 2 e Hipertensão sobre a Variabilidade da Frequência Cardíaca e Capacidade Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(1), 64-72.

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Bassi, Daniela and Cabiddu, Ramona and Mendes, Renata G. and Tossini, Natália and Arakelian, Vivian M. and Caruso, Flávia C. R. and Bonjorno Júnior, José C. and Arena, Ross and Borghi-Silva, Audrey. Efeitos da Coexistência de Diabetes Tipo 2 e Hipertensão sobre a Variabilidade da Frequência Cardíaca e Capacidade Cardiorrespiratória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 64-72. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-da-coexistencia-de-diabetes-tipo-2-e-hipertensao-sobre-a-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-e-capacidade-cardiorrespiratoria/>. ISSN 0066-782X

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Casali KR, Schaan BD, Montano N, Massierer D, M.F. Neto F, Teló GH, Ledur PS, et al. Correlação entre a Variabilidade da Pressão Arterial de Muito Curto Prazo e Curto Prazo em Indivíduos Diabéticos-Hipertensos e Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(2):157-65.

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Casali, Karina R.; Schaan, Beatriz D.; Montano, Nicola; Massierer, Daniela; M.F. Neto, Flávio; Teló, Gabriela H.; Ledur, Priscila S.; Reinheimer, Marilia; Sbruzzi, Graciele; Gus, Miguel. Correlação entre a Variabilidade da Pressão Arterial de Muito Curto Prazo e Curto Prazo em Indivíduos Diabéticos-Hipertensos e Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 2, p. 157-165, jan. 2018.

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Casali, K. R., Schaan, B. D., Montano, N., Massierer, D., M.F. Neto, F., Teló, G. H., Ledur, P. S., Reinheimer, M., Sbruzzi, G., & Gus, M. (2018). Correlação entre a Variabilidade da Pressão Arterial de Muito Curto Prazo e Curto Prazo em Indivíduos Diabéticos-Hipertensos e Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(2), 157-165.

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Casali, Karina R. and Schaan, Beatriz D. and Montano, Nicola and Massierer, Daniela and M.F. Neto, Flávio and Teló, Gabriela H. and Ledur, Priscila S. and Reinheimer, Marilia and Sbruzzi, Graciele and Gus, Miguel. Correlação entre a Variabilidade da Pressão Arterial de Muito Curto Prazo e Curto Prazo em Indivíduos Diabéticos-Hipertensos e Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 2, [citado 2026-10-15], pp. 157-165. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-a-variabilidade-da-pressao-arterial-de-muito-curto-prazo-e-curto-prazo-em-individuos-diabeticos-hipertensos-e-saudaveis/>. ISSN 0066-782X

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Boer-Martins L, Figueiredo VN, Demacq C, Martins LC, Faria APC, Moraes CH, Moreno Jr. H, et al. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(1):642-8.

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Boer-Martins, Leandro; Figueiredo, Valéria Nasser; Demacq, Caroline; Martins, Luiz Cláudio; Faria, Ana Paula Cabral de; Moraes, Carolina de Haro; Moreno Jr., Heitor. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 1, p. 642-648, maio. 2012.

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Boer-Martins, L., Figueiredo, V. N., Demacq, C., Martins, L. C., Faria, A. P. C. , Moraes, C. H., & Moreno Jr., H. (2012). Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(1), 642-648.

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Boer-Martins, Leandro and Figueiredo, Valéria Nasser and Demacq, Caroline and Martins, Luiz Cláudio and Faria, Ana Paula Cabral de and Moraes, Carolina de Haro and Moreno Jr., Heitor. Leptina e aldosterona na atividade simpática na hipertensão resistente, com ou sem Diabetes Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 642-648. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/leptina-e-aldosterona-na-atividade-simpatica-na-hipertensao-resistente-com-ou-sem-diabetes-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Moehlecke, Milene; Kramer, Caroline K.; Leitão, Cristiane B.; Krahe, Ana Luiza; Balbosco, Ivaldir; Azevedo, Mirela Jobim de; Gross, Jorge L.; Canani, Luis Henrique. Polimorfismo K121Q do gene ENPP1 e cardiopatia isquêmica em pacientes com diabete melito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 168-173, maio. 2010.

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Moehlecke, M., Kramer, C. K., Leitão, C. B., Krahe, A. L., Balbosco, I., Azevedo, M. J. , Gross, J. L., & Canani, L. H. (2010). Polimorfismo K121Q do gene ENPP1 e cardiopatia isquêmica em pacientes com diabete melito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 168-173.

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Vancea, D. M. M., Vancea, J. N., Pires, M. I. F., Reis, M. A., Moura, R. B., & Dib, S. A. (2009). Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(1), 23-30.

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Vancea, Denise Maria Martins and Vancea, José Nelson and Pires, Maria Izabel Fernandes and Reis, Marco Antonio and Moura, Rafael Brandão and Dib, Sergio Atala. Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 23-30. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-da-frequencia-do-exercicio-fisico-no-controle-glicemico-e-composicao-corporal-de-diabeticos-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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