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  1. Início
  2. Palavra-chave: Hipertensão Arterial
ABC
Editorial

Terapia Herbal na Pós-Menopausa

Rosana dos Santos e Silva Martin et al. Luis Cuadrado Martin

A medicina tradicional chinesa e seus produtos modernos demonstraram potencial no tratamento da aterosclerose. Os possíveis mecanismos incluem a regulação dos lipídios sanguíneos, antiperoxidação lipídica, antipolimerização, anticoagulação e pró-fibrinólise, inibição da proliferação de células musculares lisas e proteção da função endotelial vascular. Derivados do ginseng estão sendo utilizados no tratamento da menopausa e da andropausa.

O artigo “Tratamento Crônico com Panax ginseng e Angelica keiskei Reduz a Pressão Arterial e Melhora a Função Endotelial em Ratas Ovariectomizadas”, publicado neste periódico, obteve melhora na pressão arterial em ratas ovariectomizadas tratadas com Panax ginseng e Angelica keiskei. Este efeito foi associado à melhora da função endotelial.

[…]

  • Hipertensão Arterial
  • Medicina Tradicional Chinesa
  • Menopausa
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10/11/2025 DOI: 10.36660/abc.20250502 Visualizações 1
ABC
Editorial

Hipertensão Arterial como Mais uma Faceta do Tabagismo Passivo

Gilson Soares Feitosa

O tabagismo e a hipertensão arterial são fatores de risco reconhecidos para o desenvolvimento de doença cardiovascular. Por isso, esforços têm sido feitos no esclarecimento sobre seus potenciais malefícios bem como sobre os benefícios resultantes do seu controle junto à população em geral.

O tabagismo passivo tem recebido menos atenção quanto ao seu papel nocivo. Inicialmente, a atenção voltava-se para a irritação de rino e nasofaringe e, somente mais recentemente, a problemas relacionados ao pulmão e a doenças cardiovasculares.

[…]

  • Hipertensão Arterial
  • Tabagismo
  • Tabagismo Passivo
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20/06/2025 DOI: 10.36660/abc.20250268
ABC
Editorial

Hipertensão Induzida pela Obesidade

Claudio Leinig Pereira da Cunha

A hipertensão arterial (HA) e a obesidade são duas das doenças mais comuns e frequentemente podem ser interrelacionadas, provocando significativo dano cardiovascular. O excesso de peso tipicamente aumenta a pressão arterial, e a perda de peso usualmente reduz a pressão arterial. Além de aumentar o risco da HA, o sobrepeso e a obesidade incrementam o risco cardiovascular por meio de efeitos nos lipídios, fibrilação atrial, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, resistência à insulina e outros processos cardiometabólicos, assim como promovem maior mortalidade por todas as causas. Neste número dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Santos et al. apresentam estudo de marcadores laboratoriais e clínicos que associam a HA à obesidade em pacientes com indicação de cirurgia bariátrica.

A prevalência de sobrepeso e obesidade tem aumentado significativamente. Indivíduos com índice de massa corporal (IMC) ≥ 25 kg/m , entre 1980 e 2013, passaram de 28,8% para 36,9% da população mundial entre os homens e de 29,8% para 38,0% entre as mulheres. No Brasil, 52,4% da população encontrava-se com sobrepeso em 2014, sendo que 17,9% eram obesos.

[…]

  • Hipertensão Arterial
  • Obesidade
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14/08/2023 DOI: 10.36660/abc.20230391
Figura 1
ABCHF
Viewpoint

Hipertensão em Pacientes Oncológicos como Preditor de Disfunção Ventricular

Patrícia Tavares Felipe Marcartti et al. Tânia Félix Lorenzato da Fonseca Peixoto Bruno Ramos Nascimento

A hipertensão arterial (HA) é a comorbidade mais prevalente (38%) nos pacientes oncológicos e é considerada um importante fator de risco modificável para o desenvolvimento de eventos cardiovasculares, incluindo a insuficiência cardíaca (IC). Vale ressaltar, ainda, que a HA também está associada a pior prognóstico do câncer e agravamento de algumas neoplasias;, ademais, tratamentos oncológicos podem agravar a HA preexistente e até causar uma nova HA,, tornando o papel desse fator de risco ainda mais complexo e multifacetado.

Notadamente, o uso de medicamentos com potencial cardiotóxico em associação a um fator de risco cardiovascular importante e prevalente como a HA torna a IC uma via final comum das agressões sobre o coração. A associação entre HA – particularmente mal controlada – e aumento do risco de cardiomiopatia induzida por quimioterapia e IC, tem sido demonstrada na literatura, desde estudos com a doxorrubicina na década de 70 até dados contemporâneos. Como exemplo, em um estudo retrospectivo envolvendo pacientes com linfoma em quimioterapia à base de doxorrubicina, o fármaco foi um preditor independente de desenvolvimento de IC, mesmo após ajuste por fatores de risco. Entre os indivíduos recebendo a medicação, a HA se associou fortemente ao desenvolvimento de IC. Assim, a abordagem dessa complexa interação deve ser uma prioridade no paciente com câncer.

[…]

  • Anti-Hipertensivos
  • Avaliação Prognóstica
  • Câncer
  • Hipertensão Arterial
  • Insuficiência Cardíaca
  • Terapia Anticâncer
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18/12/2022 DOI: 10.36660/abchf.20220091 Visualizações 1
ABC
Editorial

O Descenso Noturno Atenuado pode ser um Preditor de Gravidade e Complexidade da Doença Arterial Coronariana em Pacientes Internados com Síndrome Coronariana Aguda?

Andrea Pio-Abreu

Está bem estabelecido que há implicações prognósticas significativas decorrentes do comportamento anormal de alguns parâmetros da pressão arterial (PA) nas 24 horas, obtidos através da Monitorização Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA). Dentre eles, destacam-se os comportamentos anormais das médias da pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) nas 24 horas, vigília e sono. Especificamente em relação ao comportamento da PA durante o sono, já está bem estabelecido que a ausência do descenso noturno possui, de forma independente, impacto significativo no aumento do risco cardiovascular., Outros parâmetros que podem ter implicações prognósticas, são a elevação matinal precoce da PA, e a maior variabilidade da PA nas 24 horas.,

Algumas recomendações são essenciais para o sucesso do exame da MAPA, dentre elas, a orientação para que o paciente mantenha suas atividades habituais durante o dia de monitorização. Neste sentido, a avaliação do padrão circadiano da PA em pacientes internados no hospital, não consiste em uma das indicações do método, mesmo com o objetivo de estudar desfechos específicos.

[…]

  • Descenso Noturno
  • Doença arterial coronariana
  • Hipertensão Arterial
  • Pressão Arterial
  • Síndrome Coronariana Aguda
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20220401 Visualizações 1
ABC
Editorial

Os Índices de Deformação Miocárdica são Influenciados pela Carga Cardíaca, Idade ou Índice de Massa Corporal?

Vera Maria Cury Salemi et al. Marcelo Dantas Tavares de Melo

Os achados típicos de índices de deformação miocárdica (IDM) em muitas doenças cardíacas, o baixo custo do exame ecocardiográfico, a ampla disponibilidade, a vasta implementação dessa ferramenta para a prática clínica e seu valor prognóstico têm permitido a detecção da disfunção miocárdica mais precocemente do que a medição tradicional da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (VE). Além disso, há padrões típicos de IDM nas diferentes formas de hipertrofia: valores reduzidos do IDM septal na cardiomiopatia hipertrófica (CH) ou onde a hipertrofia for mais acentuada, ou redução segmentar nos portadores da mutação em estágio pré-clínico da doença, antes do desenvolvimento da hipertrofia; preservação apical na amiloidose; deformação miocárdica em padrão listrado na cardiomiopatia de armazenamento de glicogênio (PRKAG2); e redução do strain longitudinal subepicárdico na doença de Anderson-Fabry. Na hipertensão com hipertrofia concêntrica e excêntrica, os padrões do IDM estão relacionados a diferentes padrões geométricos, embora frequentemente eles se encontrem preservados nos atletas.

Em relação à confiabilidade do IDM em máquinas e fornececedores diferentes, foi demonstrada uma maior precisão desses índices quando comparados com as medições por ecocardiografia convencional, além de se mostrarem confiáveis para a prática ecocardiográfica diária.

[…]

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Deformação Miocárdica
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Hipertensão Arterial
  • Insuficiência Cardíaca
  • Strain
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04/11/2019 DOI: 10.5935/abc.20190211
Figura 1
ABC
Original Article

Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) como alternativa para confirmação diagnóstica de Hipertensão Arterial em adolescentes de uma capital brasileira com pressão de consultório elevada

Thaís Inacio Rolim Póvoa et al. Thiago Veiga Jardim Carolina de Souza Carneiro Vanessa Roriz Ferreira … Karla Lorena Mendonça Polyana Resende Silva de Morais Flávia Miquetichuc Nogueira Nascente Weimar Kunz Sebba Barroso de Souza Ana Luiza Lima Sousa Paulo César Brandão Veiga Jardim

Resumo

Fundamentos:

São desconhecidas as diferenças regionais na utilização da monitorização residencial da pressão arterial (MRPA) como alternativa à monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) em adolescentes hipertensos.

Objetivos:

Definir se MRPA é uma opção para confirmar diagnóstico de hipertensão arterial em adolescentes de uma capital brasileira com pressão arterial (PA) elevada.

Métodos:

Adolescentes (12-18 anos) de escolas públicas e privadas com percentil de PA > 90 foram estudados para comparar e avaliar a concordância entre as medidas de PA, MRPA e MAPA. As medidas de PA de consultório, MRPA e MAPA foram realizadas de acordo com as recomendações das diretrizes. Foram utilizados dispositivos semiautomáticos para medições de PA. Valores de p <0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

Foram incluídos 133 adolescentes predominantemente do sexo masculino (63,2%) com idade média de 15 ± 1,6 anos. Os valores médios da pressão arterial sistólica e pressão arterial diastólica da MRPA foram semelhantes aos valores de MAPA diurnos (120,3 ± 12,6 mmHg x 121,5 ± 9,8 mmHg – p = 0,111 e 69,4 ± 7,7 mmHg x 70,2 ± 6,6 mmHg – p = 0,139) e inferiores aos valores de consultório (127,3 ± 13,8 mmHg por 74,4 ± 9,5 mmHg – p < 0,001). Os gráficos de Bland-Altman mostraram boa concordância entre MRPA e MAPA.

Conclusões:

MRPA é uma opção para confirmar diagnóstico de hipertensão arterial em adolescentes de uma capital brasileira com PA de consultório elevada e pode ser usada como alternativa à MAPA.

  • Adolescente
  • Fatores de risco
  • Hipertensão Arterial
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
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07/08/2017 DOI: 10.5935/abc.20170114
Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica
ABC
Artigo Original

Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica

Ana Karina Teixeira da Cunha França et al. Alcione Miranda dos Santos Isabela Leal Calado Elisângela Milhomem dos Santos … Poliana Coelho Cabral João Victor Leal Salgado Noemia Perli Goldraich Natalino Salgado Filho

FUNDAMENTO: No Brasil, a hipertensão arterial (HA) constitui-se um dos principais fatores de risco para doença renal crônica (DRC). Recomenda-se o monitoramento da filtração glomerular (FG) para avaliação da função renal em hipertensos, posto que sua redução precede o aparecimento de sintomas. OBJETIVO: Avaliar a FG e fatores associados em hipertensos. MÉTODOS: Realizou-se estudo transversal no período de janeiro a junho de 2008, com 297 hipertensos com ou sem diabete melito (DM) tratados em uma unidade básica de saúde em São Luís-MA. Foram incluídos pacientes >20 anos e de ambos os sexos. Avaliaram-se dados sociodemográficos, estado nutricional, FG e microalbuminúria em urina de 24h, controle pressórico e glicêmico, creatinina sérica e lipidograma. RESULTADOS: A idade média foi 60,6 × 11,5 anos com predomínio do sexo feminino (75,1%), sobrepeso/obesidade (65,0%) e circunferência da cintura elevada (60,6%). A prevalência de FG 65 anos, que permaneceu após ajustamento. Para o grupo HA com DM houve associação da redução da FG com idade > 65 anos, tabagismo e obesidade, porém, após ajustamento, permaneceram idade e tabagismo. CONCLUSÃO: Nestes pacientes, a prevalência de FG 65 anos e tabagismo apresentaram-se como fatores associados à FG. Isto reforça a necessidade da avaliação sistemática da FG em hipertensos visando a prevenção secundária da doença renal crônica.

  • análise de alimentos
  • Dietoterapia
  • Hipertensão Arterial
  • hipertensão renovascular
  • Nefropatias
  • Prevenção de Doenças
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02/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000021
Hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira
ABC
Artigo Original

Hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira

Paulo César B. Veiga Jardim et al. Maria do Rosário Peixoto Gondim Estelamaris Tronco Monego Humberto Graner Moreira … Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Weimar Kunz Sebba Barroso Souza Luiz César Nazário Scala

OBJETIVO: Estimar a prevalência da hipertensão arterial (HA) e de alguns fatores de risco cardiovasculares na população adulta de uma capital brasileira. MÉTODOS: Estudo descritivo, observacional e transversal, de base populacional, fundamentado em inquérito domiciliar de amostra aleatória simples (>18a). Questionários padronizados, colhidas informações sociodemográficas, realizadas medidas de PA (duas tomadas), peso, altura, circunferência abdominal. Dados armazenados (programa Microsoft Access) e analisados através do programa Epi Info 6. Foi considerada última medida da PA (critério de HA ±140×90 mmHg). RESULTADOS: Avaliamos 1.739 pessoas (87% do previsto). Predomínio do sexo feminino (65,4%), média de idade de 39,7 anos (±15,6). A prevalência de HA foi de 36,4%, sendo maior entre homens (41,8%) que entre mulheres (31,8%). Encontrada correlação positiva da HA com IMC, circunferência da cintura (CC) e faixa etária, enquanto o sexo feminino representou fator de proteção para o risco de hipertensão. Prevalência de sobrepeso 30,0% e de obesidade 13,6%. Sobrepeso maior entre as mulheres e obesidade entre os homens. Tabagismo teve prevalência de 20,1%, mais freqüente entre homens (27,1%) que entre mulheres (16,4%). Sedentarismo presente em 62,3% da população, sem diferenças entre os sexos. Hábito da ingestão regular de bebidas alcoólicas em 44,4% dos indivíduos, mais freqüente entre homens. CONCLUSÃO: Indicadores de HA e de outros fatores de risco cardiovascular (em particular sobrepeso/obesidade) mostram-se elevados. Esses dados reforçam a necessidade da implementação de medidas objetivas em âmbito nacional, visando combater esses agravos à saúde, com vistas à redução da morbidade e mortalidade por DCV.

  • Epidemiologia da hipertensão
  • Fatores de risco
  • Hipertensão Arterial
  • Pressão Arterial
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24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400015
Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2
ABC
Artigo Original

Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2

João Soares Felício et al. Juliana Torres Pacheco Sandra Roberta Ferreira Frida Plavnik … Oswaldo Kohlmann Artur Beltrame Ribeiro Maria Tereza Zanella

OBJETIVO: Avaliar a reprodutibilidade e o efeito placebo sobre a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) (SpaceLabs-90207). MÉTODOS: Mensurou-se a PA no consultório e por meio de duas MAPA, realizadas em um intervalo de 1 a 10 meses (média de 4,9 meses), de 26 pacientes com diabetes tipo 2 e hipertensão. Onze pacientes (G1) realizaram as duas MAPA sem medicação anti-hipertensiva por 15 dias, enquanto o G2 (N = 15) fez a segunda MAPA em uso de placebo pelo mesmo período. RESULTADOS: Ao avaliarmos os coeficientes de variação (CV) da PA sistólica na vigília (PASV), PA diastólica na vigília (PADV), PA sistólica nas 24h (PAS24h) e PA diastólica nas 24h (PAD24h), encontramos valores de 4,6%, 3,9%, 5,0% e 4,0% no G1 e 4,3%, 5,1%, 3,7% e 5,1% no G2, respectivamente. Quanto ao CV da PA sistólica e diastólica durante o sono (PASS e PADS), encontramos 7,7% e 8,2% para G1, e 5,6% e 6,3% para G2, respectivamente. O CV da freqüência cardíaca na vigília e durante o sono foram: G1 = 5,9% e 9,0%, G2 = 6,9% e 5,8%, respectivamente. Analisando o total dos pacientes, todas as variáveis mostraram fortes correlações entre a primeira e a segunda MAPA (PASV, r=0,76; P<0,001; PADV, r=0,65; p<0,001; PAS24h, r=0,77; p<0,001; PAD24h, r=0,70; p<0,001; PASS, r=0,62; p<0,001; PADS, r=0,52; p<0,01). Ocorreram também correlações entre a PA sistólica e a diastólica de consultório e a PAS24h e PAD24h (r=0,65; p<0,001; r=0,57; p<0,01). CONCLUSÃO: A média dos níveis pressóricos avaliados pela MAPA apresentou boa reprodutibilidade e esses não foram afetados pelo efeito placebo.

  • diabete melito tipo 2
  • Hipertensão Arterial
  • Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial
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20/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000200012 Visualizações 1
Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial
ABC
Artigo Original

Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial

Rafael Leite Luna et al. Wille Oigman José Antônio Ramirez Décio Mion … Michel Batlouni João Carlos da Rocha Gilson Soares Feitosa Iran Castro Hilton de Castro Chaves Júnior Epotaménides Maria Good God Lilia Nigro Maia Kátia Coelho Ortega Angela Maria de O. Raineri

OBJETIVO: Estudo multicêntrico, aberto e não comparativo, para avaliar a eficácia e a tolerabilidade de dois agentes anti-hipertensivos combinados em doses baixas: o beta-bloqueador cardiosseletivo bisoprolol (2,5 e 5,0mg) com 6,25mg de hidroclorotiazida. MÉTODOS: Cento e seis pacientes com hipertensão arterial nos estágios I e II (leve a moderada) receberam a combinação bisoprolol/hidroclorotiazida, em uma única dose diária, e foram submetidos a uma avaliação da pressão arterial sistólica (PAS) e pressão arterial diastólica (PAD), durante 8 semanas. RESULTADOS: A combinação bisoprolol/hidroclorotiazida reduziu significativamente os valores médios iniciais da PAS (157,4mmHg para 137,3mmHg) e da PAD (98,8mmHg para 87,4mmHg). Ao final do estudo, 61% haviam normalizado a PA (<90mmHg) e 22,9% deles foram responsivos ao tratamento, resultando em elevada taxa de resposta terapêutica (normalizados + responsivos) – total de 83.9% dos casos. Eventos adversos foram descritos em 18,9% dos pacientes, sendo os mais freqüentes: tontura e cefaléia. Não se observaram alterações clinicamente significativas nos níveis plasmáticos de glicose, potássio, ácido úrico e perfil lipídico. CONCLUSÃO: A combinação bisoprolol/hidroclorotiazida em baixas doses pode ser considerada uma alternativa racional, eficaz e bem tolerada para o tratamento inicial da hipertensão arterial leve ou moderada.

  • agentes anti-hipertensivos em baixas doses
  • combinação bisoprolol/hidroclorotiazida
  • Hipertensão Arterial
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31/01/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X1998001000008 Visualizações 2
Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento
ABC
Artigo Original

Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento

Dóra Chor

OBJETIVO: Estimar a freqüência de tratamento de hipertensão arterial e hábitos de vida relacionados à saúde, comparando-se hipertensos e não hipertensos. MÉTODOS: Estudo seccional em amostra sistemática de 1183 funcionários de banco estatal, no Rio de Janeiro, através de questionário autopreenchido. Medidas diretas da pressão arterial, peso e estatura foram tomadas em subamostra. Participantes informados por profissional de saúde, mais de uma vez, que eram hipertensos, foram classificados como hipertensos. RESULTADOS: Não houve diferença importante entre hipertensos e não hipertensos, quanto à prevalência de tabagismo, consumo de álcool e atividades físicas. Entre os hipertensos com sobrepeso/obesidade, a prática de dieta foi mais freqüente do que entre não hipertensos com sobrepeso/obesidade. Apenas 44,7% dos hipertensos estavam sob tratamento, condição associada à alta escolaridade, ser ex-fumante, ter sobrepeso/obesidade ou história familiar de doenças cerebrovasculares. CONCLUSÃO: A disponibilidade de serviços de saúde e o acesso à informação não foram suficientes para garantir o tratamento ou adoção de hábitos de vida que contribuem para o controle da pressão arterial, no conjunto dos hipertensos.

  • adesão ao tratamento
  • Estilo de Vida
  • Hipertensão Arterial
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31/01/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X1998001100003
Hipertensão arterial e saúde da família: atenção aos portadores em município de pequeno porte na região Sul do Brasil
ABC
Artigo Original

Hipertensão arterial e saúde da família: atenção aos portadores em município de pequeno porte na região Sul do Brasil

Luciano Burigo de Sousa et al. Regina Kazue Tanno de Souza Maria José Scochi

OBJETIVO: A partir da análise de indicadores, que expressem aproximação à lógica das ações programáticas, foi desenvolvido um estudo transversal com o objetivo de avaliar o desempenho de uma Equipe de Saúde da Família na atenção às pessoas portadoras de hipertensão arterial em município de pequeno porte. MÉTODOS: A pesquisa foi realizada a partir da análise das fichas de cadastro, Ficha A do Sistema de Informação de Atenção Básica, de 418 pessoas portadoras de hipertensão arterial, do registro de informações em 351 prontuários, localizados na unidade básica de saúde, em 376 entrevistas realizadas com os residentes na área de atuação da equipe, no ano de 2003. Foram estudadas as seguintes variáveis: sexo, idade, renda familiar, condições de moradia, serviço de saúde utilizado, presença de diabete melito, cobertura e concentração de atendimento. RESULTADOS: Mulheres com idade acima de sessenta anos predominaram: (65,7% dos casos). A taxa de prevalência de hipertensão arterial referida foi de 18%, sendo distinta entre os sexos: nas mulheres foi de 22,3%, a cobertura foi de 64,1% para consultas médicas, 32,4% para consultas de enfermagem e 36,4% para atendimentos médicos domiciliares. Os registros em prontuário revelaram que 25,8% dos portadores não foram atendidos em 2003 e 52,7% não receberem atendimento no último semestre. A concentração de atendimentos foi abaixo da preconizada. CONCLUSÃO: As informações revelaram distanciamento da organização da atenção na lógica da vigilância à saúde, prevalecendo o atendimento à demanda espontânea, expressando despreparo na utilização dos sistemas de informação para o planejamento e avaliação das ações.

  • ações programáticas
  • Hipertensão Arterial
  • saúde da família
  • sistema de informação
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21/11/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001700015
Circunferência da cintura e índice de massa corporal como preditores da hipertensão arterial
ABC
Artigo Original

Circunferência da cintura e índice de massa corporal como preditores da hipertensão arterial

Maria do Rosário Gondim Peixoto et al. Maria Helena D'Aquino Benício Maria do Rosário Dias de Oliveira Latorre Paulo César Brandão Veiga Jardim

OBJETIVO: Avaliar a associação entre índices antropométricos, índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC) e hipertensão arterial (HA) e avaliar a capacidade desses índices na predição da HA. MÉTODOS: Estudo transversal populacional realizado em Goiânia (GO), em 2001, com amostra de 1.238 adultos, de vinte a 64 anos. Foi definida como obesidade total (IMC > 30 kg/m²), como obesidade abdominal (CC no nível 2 – CC > 88 cm para mulheres e > 102 cm para homens) e como HA (pressão sistólica > 140 mmHg ou pressão diastólica > 90 mmHg, ou uso de hipotensores). Foi realizada análise de regressão logística múltipla para avaliar as associações entre os índices antropométricos e a HA. Análise de curva ROC para avaliar a sensibilidade e especificidade do IMC (> 30) e nível 2 da CC na predição da HA e para determinar os pontos de corte com melhor predição da HA. RESULTADOS: A CC apresentou associação com a HA em ambos os sexos. O nível 2 da CC e o IMC >30 kg/m² apresentaram baixa sensibilidade em identificar a HA. Os pontos de corte com melhor capacidade preditiva de HA coincidiram com o nível 1 da CC (> 80 cm) e com o IMC >25 kg/m² (sobrepeso), para as mulheres, e foram inferiores aos valores do nível 1 da CC e de sobrepeso, para os homens. CONCLUSÃO: O nível 2 da CC e o IMC > 30 kg/m² não são adequados para identificar os grupos de maior risco de HA, já que esse risco se eleva com pequenos aumentos na adiposidade.

  • Circunferência da Cintura
  • Hipertensão Arterial
  • índice de massa corporal
  • predição
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21/11/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001700011
Análise da função diastólica do ventrículo esquerdo em hipertensos sob variação de condições hemodinâmicas provocadas: estudo comparativo entre o doppler transmitral e tissular
ABC
Artigo Original

Análise da função diastólica do ventrículo esquerdo em hipertensos sob variação de condições hemodinâmicas provocadas: estudo comparativo entre o doppler transmitral e tissular

Luiz Cláudio Danzmann et al. Valéria Centeno de Freitas Luiz Felipe Araújo Marco Antonio Rodrigues Torres

OBJETIVO: Avaliar o comportamento das velocidades de movimentação diastólica do segmento VE septal posterior basal justa-anular, obtidos pelo Doppler tissular em relação às velocidades do fluxo transmitral de hipertensos, submetidos à sobrecarga de pré-carga por elevação dos membros inferiores por 5 minutos, e durante 1 minuto de handgrip (condições 1 e 2, respectivamente). MÉTODOS: Vinte e cinco pacientes ambulatoriais (15 homens, 52±11 anos), com hipertensão arterial sistêmica >3 anos, com as seguintes variáveis do Doppler transmitral: E, A e E/A, e do Doppler tissular: E’, A’ e E’/A’, obtidas na situação basal e nas condições 1 e 2. A comparação dos resultados (basal vs. condições 1 e 2) foi realizada por teste t pareado. RESULTADOS: E(cm/s) variou de 68,88 ± 11,94 para 75,82 ± 15,71* enquanto E’(cm/s) variou de 8,22 ± 2,30 para 8,31 ± 2,24 na condição 1 (p<0,05). Adicionalmente, a comparação dos percentuais (%) de variação dos índices de Doppler mitral com os % de seus correspondentes medidos por Doppler tissular revelou diferença significativa entre E e E’, com incremento da pré-carga (p=0,01). CONCLUSÃO: Em pacientes com VE adaptado à hipertensão arterial sistêmica, o índice E’ modificou-se menos do que o índice E após manobra de elevação de pré-carga, o que deve orientar no sentido de sua maior utilização na avaliação da função diastólica por ecocardiografia.

  • Doppler tissular
  • função diastólica ventricular esquerda
  • Hipertensão Arterial
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500009 Visualizações 1
ABC
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Estudo de prevalência e multiplicidade de fatores de risco cardiovascular em hipertensos do Município de Brusque, SC

Nilton Rosini et al. Marcos José Machado Hermes Toros Xavier

OBJETIVO: Investigar a prevalência e a multiplicidade de fatores de risco (FR) adicionais em uma amostra populacional de indivíduos hipertensos e tabagistas, diagnosticados e inscritos no Programa Hipertensos e Diabéticos do MS (HIPERDIA/Ministério da Saúde), no Município de Brusque, SC, Brasil. MÉTODOS: Determinação de parâmetros antropométricos e variáveis laboratoriais reconhecidas como fatores de risco cardiovascular. RESULTADO: Elevada prevalência de FR adicionais à hipertensão arterial (HAS) e ao tabagismo, configurando a multiplicidade que concorre com uma elevação acentuada do risco de eventos cardiovasculares nessa amostra populacional. CONCLUSÃO: Em populações de hipertensos, medidas de prevenção, identificação e controle de FR devem ser implementadas e programas informatizados, como o Hiperdia/MS, podem auxiliar no seguimento dos pacientes, possibilitando uma abordagem multidisciplinar mais criteriosa, sobretudo na análise do alcance das metas de tratamento e conseqüente redução de risco cardiovascular.

  • Fatores de risco cardiovascular
  • Hipertensão Arterial
  • Tabagismo
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30/03/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000300010
Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília
ABC
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Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília

Tatiana Valverde da Conceição et al. Fabiano Alves Gomes Pedro Luiz Tauil Tânia Torres Rosa

OBJETIVO: Verificar e classificar, de acordo com o JNC 7, os níveis de pressão arterial dos servidores acima de quarenta anos da Universidade de Brasília, e estimar a prevalência de fatores de risco cardiovasculares presentes em tal população. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal na Universidade de Brasília, onde os servidores acima de quarenta anos responderam a um questionário e tiveram pressão arterial, peso e altura medidos. Os níveis de pressão arterial foram classificados de acordo com o JNC 7 e os dados demográficos dos indivíduos de cada categoria foram analisados. A porcentagem dos fatores de risco foi calculada. A análise estatística foi feita através do teste ANOVA e do teste qui-quadrado, quando aplicável. RESULTADOS: Setecentos e quatro servidores participaram do estudo, incluindo 438 homens e 266 mulheres. A mediana de idade foi 47 anos. Segundo o JNC 7, 139 (19,8%) pessoas foram classificadas como normotensas; 298 (42,3%) como pré-hipertensas e 267 (37,9%) como hipertensas. Os fatores de risco avaliados foram sobrepeso/obesidade (56,8%), tabagismo (19,5%), consumo de bebidas alcoólicas (53,6%), sedentarismo (48,4%) e hipertensão (37,9%). CONCLUSÃO: A alta freqüência de níveis pressóricos elevados e fatores de risco cardiovasculares apontam para a necessidade de medidas preventivas e terapêuticas de doenças cardiovasculares direcionadas aos servidores da universidade.

  • fator de risco cardiovascular
  • Hipertensão Arterial
  • Pressão Arterial
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13/02/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000100005 Visualizações 1
Efeitos da inibição prolongada da enzima de conversão da angiotensina sobre as características morfológicas e funcionais da hipertrofia ventricular esquerda em ratos com sobrecarga pressórica persistente
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Efeitos da inibição prolongada da enzima de conversão da angiotensina sobre as características morfológicas e funcionais da hipertrofia ventricular esquerda em ratos com sobrecarga pressórica persistente

Edson Antonio Bregagnollo et al. Katashi Okoshi Isamara Fernanda Bregagnollo Carlos Roberto Padovani … Marina P. Okoshi Antonio Carlos Cicogna

OBJETIVO: Avaliar os efeitos do lisinopril (L) sobre as taxas de mortes (M), insuficiência cardíaca (ICC), características da remodelação miocárdica, geométrica e funcional do ventrículo esquerdo (VE), em ratos com estenose aórtica supravalvar (EAS). MÉTODOS: Ratos foram submetidos a EAS ou cirurgia simulada (GC:n=10). Randomizados após 6 semanas para receber L (GL:n=30) ou nenhum tratamento (GE:n=73) sendo avaliados 6s e 21s por estudos ecocardiográfico, hemodinâmico e morfológico concomitantes. RESULTADOS: As taxas de M (GE: 53,9% vs GL: 16,7% e ICC GE: 44,8% vs GL: 20% p<0,05). No final do experimento, os valores da pressão sistólica do VE dos grupos GE e GL foram equivalentes e significantemente mais elevados do que no grupo GC; (p<0,05) não diferindo dos observados 6 semanas após os procedimentos cirúrgicos. Os valores da pressão diastólica do VE no grupo GE foram maiores do que os do grupo GL (p<0,05) sendo ambos maiores do que os do grupo GC (4 ± 2 mmHg, p0,05) sendo ambos maiores que os verificados no grupo GE. Comportamento semelhante foram obtidos com os valores da primeira derivada positiva e negativa da pressão do VE. CONCLUSÃO: Em ratos com EAS o L reduziu as taxas de M e ICC e exerceu efeitos benéficos sobre a remodelação e a função do VE.

  • Função ventricular
  • Hipertensão Arterial
  • Hipertrofia Cardíaca
  • Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina
  • lisinopril
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19/08/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000300006 Visualizações 1
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Prevalência de excesso de peso e hipertensão arterial, em população urbana de baixa renda

Adelina Maria Melo Feijão et al. Francisco Vieira Gadelha Antonio Alberto Bezerra Antonio Maurício de Oliveira … Maria do Socorro Sombra Silva José Wellington de Oliveira Lima

OBJETIVO: Estudar a relação entre massa corporal e pressão arterial em população urbana de baixa renda. MÉTODOS: Estudo transversal desenvolvido em amostra representativa de uma comunidade urbana de baixa renda, no período de julho a dezembro/1998. De um total de 224 quadras, 67(30%) quadras foram selecionadas com indivíduos de ambos os sexos, com idade > 30 anos. A pressão arterial, o peso e a altura foram medidos, e através de questionário, obtidas informações sobre sexo, idade, renda familiar, escolaridade e ocupação. Foi calculado o índice de massa corporal (IMC), dividindo-se o peso (quilograma) pela altura (metro) elevada ao quadrado e considerado normal IMC<25; como sobrepeso 25 <IMC 30. Adicionalmente, excesso de peso foi definido como IMC> 25, hipertensão arterial foi definida como uma pressão sistólica > 140 mm Hg e diastólica > 90 mm Hg. RESULTADOS: Em 1078 domicílios, residiam 1.137 indivíduos elegíveis, e foram obtidas informações completas de 1.032 (91%) pessoas. A prevalência de hipertensão arterial e de excesso de peso foi 22,58% e 51,26% respectivamente. Antes de ajustar, o OR de hipertensão arterial foi 1,85 (IC 95%: 1,52-2,25) para os indivíduos com sobrepeso e 3,7 (IC 95%: 3,04-4,50) para os indivíduos obesos e, depois, respectivamente, 2,04 (IC 95%: 1,65-2,54) e 4,08 (IC 95%:3,30-5,08) CONCLUSÃO: Existe uma forte associação entre massa corporal e pressão arterial, que é independente do sexo, idade, renda familiar, escolaridade e ocupação.

  • excesso de peso
  • Hipertensão Arterial
  • Prevalência
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14/02/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000100007
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Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência

Antonio Carlos Beisl Noblat et al. Marcelo Barreto Lopes Gildete Barreto Lopes Antonio Alberto Lopes

OBJETIVO: Avaliar se o sexo se associa à hipertrofia ventricular esquerda, ao acidente vascular cerebral e à insuficiência renal em hipertensos atendidos em ambulatório de referência. MÉTODOS: Dados de 622 hipertensos, admitidos com diagnóstico de hipertrofia ventricular esquerda baseado no eletrocardiograma, de insuficiência renal, na creatinina > 1,4 mg/dl, e de acidente vascular cerebral em história pregressa e exame físico. Regressão logística foi utilizada para estimar odds ratio da associação entre sexo e lesão de órgãos-alvo da hipertensão, ajustadas para raça, idade e sua duração. RESULTADOS: A média das idades foi 48,4±13,8 anos, 74,1% eram mulheres, 84,9% mulatos ou negros. Quase a metade dos homens e mais de 40% das mulheres apresentavam pelo menos um evento definido com lesão órgão-alvo. Insuficiência renal foi maior nos homens, OR ajustada (ORa) = 2,73; (p=0,002). Nos pacientes brancos, a freqüência de acidente vascular cerebral foi significantemente (p=0,017) maior nos homens (4/33) do que nas mulheres (0/56) e, na análise para idade > 49 anos, a prevalência de hipertrofia ventricular esquerda foi significantemente maior em homens, ORa = 1,99; (p=0,024). CONCLUSÃO: Os dados obtidos sugerem maior prevalência de insuficiência renal em homens do que em mulheres, de acidente vascular cerebral em homens brancos do que em mulheres brancas, e de hipertrofia ventricular esquerda em homens do que em mulheres com idade > 49 anos.

  • Hipertensão Arterial
  • Sexo
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22/10/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001600006 Visualizações 2
Análise da variabilidade da freqüência cardíaca em pacientes hipertensos, antes e depois do tratamento com inibidores da enzima conversora da angiotensina II
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Análise da variabilidade da freqüência cardíaca em pacientes hipertensos, antes e depois do tratamento com inibidores da enzima conversora da angiotensina II

Antônio da Silva Menezes Júnior et al. Humberto Graner Moreira Murilo Tavares Daher

OBJETIVO: Comparar a variabilidade de freqüência cardíaca em indivíduos normotensos e hipertensos e observar o comportamento do sistema nervoso autônomo após terapia com inibidores da enzima conversora de angiotensina II. MÉTODO: Estudados 286 pacientes com diagnóstico de hipertensão arterial, pela 1ª vez, e divididos em 4 grupos, conforme a pressão arterial diastólica (PAD): grupo A – PAD110 mmHg. Os pacientes do grupo A (normais) e do grupo C (HA moderada), somando 110 e 79 pacientes, respectivamente, submeteram-se ao Holter-ECG 24h com análise de variabilidade de freqüência cardíaca no domínio do tempo (DT) e no domínio da freqüência (DF). O grupo C foi tratado com inibidores da ECA durante 3 meses, e após esse período novamente avaliado com Holter-ECG 24h e variabilidade da freqüência cardíaca, e os valores comparados com os normotensos. RESULTADOS: Os parâmetros SDNN, PNN50 (DT) e o espectro LF (DF) foram significativamente diferentes para os dois grupos, com valores notadamente diminuídos em hipertensos (p<0,05). Pacientes do grupo C, após tratamento com IECA, mostraram-se recuperados em todas as variáveis da variabilidade da freqüência cardíaca, apresentando valores próximos aos dos normotensos. CONCLUSÃO: A variabilidade da freqüência cardíaca mostrou-se reduzida em hipertensos quando comparados aos normotensos, apontando para uma queda no reflexo baroceptor. Observou-se ainda a presença de um ajuste autonômico funcional após terapia anti-hipertensiva com IECA, indicando recuperação do tônus parassimpático.

  • Hipertensão Arterial
  • inibidores da ECA
  • Sistema Nervoso Autônomo
  • variabilidade da freqüência cardíaca
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18/08/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001400008 Visualizações 1
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Raça e lesão de órgãos-alvo da hipertensão arterial em pacientes atendidos em um ambulatório universitário de referência na cidade de Salvador

Antonio Carlos Beisl Noblat et al. Marcelo Barreto Lopes Antonio Alberto Lopes

OBJETIVO: Avaliar se a raça do paciente estaria associada à presença de hipertrofia ventricular esquerda, acidente vascular cerebral e insuficiência renal crônica em hipertensos atendidos em ambulatório de referência em Salvador-BA. MÉTODOS: Analisados dados de 622 pacientes com o primeiro atendimento em ambulatório de hipertensão, entre 1982 e 1986, e identificados os com história prévia ou seqüela de acidente vascular cerebral, hipertrofia ventricular esquerda ou insuficiência renal (creatinina sérica > 1,4 mg/dL). Modelos de regressão logística foram utilizados para estimar odds ratio (OR) da associação entre raça (mulatos ou negros vs brancos) e lesão de órgãos-alvo de hipertensão, ajustadas para sexo e idade. RESULTADOS: A média de idade dos pacientes foi 53,8±14,3 anos, 74,1% mulheres. Quanto à raça, 15,1% eram brancos, 65,9% mulatos e 19,0% negros. Acidente vascular cerebral foi significantemente mais freqüente em negros ou mulatos do que em brancos (odds ratio ajustada (ORa)=3,44; intervalo de confiança (IC) 95%=1,23-9,67). Quanto às associações envolvendo raça com os eventos hipertrofia ventricular esquerda e insuficiência renal as ORa não foram estatisticamente significantes, mas foram consistentes com maior prevalência de hipertrofia ventricular esquerda e insuficiência renal em negros e mulatos. CONCLUSÃO: Negros e mulatos hipertensos têm maior risco de lesão de órgão alvo do que brancos, com diferença racial maior para acidente vascular cerebral não fatal. Deve ser avaliada se diferenças raciais em mortalidade relacionada a complicações da hipertensão influenciam as associações observadas entre raça e lesão de órgãos-alvo.

  • Hipertensão Arterial
  • negro
  • Raça
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16/03/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004000200002 Visualizações 1
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Freqüência da hipertensão arterial na doença de Chagas crônica: estudo clínico retrospectivo

Cristina Brandt Friedrich Martin Gurgel et al. Armando Miguel Junior Clayde Regina Mendes Carolina Okada Zerbini Thiago Mussato Carcioni

OBJETIVO: Verificar a freqüência da hipertensão arterial sistêmica em chagásicos e seu comportamento clínico e os achados cardiológicos. MÉTODOS: Estudo retrospectivo em 225 portadores de doença chagásica crônica e hipertensão arterial sistêmica (104 homens), idade média de 55,1±11,8 anos, acompanhados em ambulatório entre os anos de 1984 e 2000, avaliado do ponto de vista clínico, eletrocardiográfico e radiológico. RESULTADOS: Nos 225 hipertensos (prevalência = 33,3%) a hipertensão arterial sistêmica leve ocorreu em 78 casos (34,7%), a moderada em 108 (48%) e a grave em 39 (17,3%). A associação do bloqueio divisional ântero-superior do ramo esquerdo do feixe de His com o bloqueio do ramo direito do feixe de His ocorreu em 39 casos (17,3%) e observou-se aumento da área cardíaca ao exame radiológico de 93 casos (44,9%) dos seus 207 estudados. A forma indeterminada da doença de Chagas foi a mais prevalente, 30,2% dos casos, seguida da forma dromopática associada em 27,1%, e dromopática isolada em 21,3%. CONCLUSÃO: Os chagásicos apresentaram freqüência de hipertensão arterial sistêmica semelhante a população geral e o perfil clínico dos chagásicos hipertensos parece não diferir muito do perfil dos chagásicos.

  • Doença de Chagas
  • Hipertensão Arterial
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28/01/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2003001400001 Visualizações 1
Alterações morfológicas na parede de artéria muscular em pacientes hipertensas
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Alterações morfológicas na parede de artéria muscular em pacientes hipertensas

Mario Fritsch Toros Neves et al. Julia Fernandes Souza Wille Oigman

OBJETIVO: Identificar lesões estruturais na parede arterial uterina em mulheres com hipertensão arterial (HA). MÉTODOS: Vinte e seis pacientes com indicação de histerectomia eletiva foram divididas em dois grupos. O grupo 1, constituído por mulheres normotensas e, o grupo 2, por hipertensas sem tratamento regular. Foram obtidos dois segmentos da artéria uterina de cada paciente imediatamente após a cirurgia. Os fragmentos foram preparados em lâminas e submetidos ao estudo morfológico à microscopia óptica. RESULTADOS: Os grupos foram homogêneos em relação à idade, com média de 46,8+7,6 e 46,7+6,4 anos nos grupos 1 e 2, respectivamente. As médias de pressão arterial sistólica e diastólica máximas durante o período de internação foram de 130,0+3,4 x 83,8+6,5mmHg no grupo 1 e de 163,8+4,3 x 105,8+9,9mmHg no grupo 2 (p<0,0001). As pacientes hipertensas apresentaram espessamentos maiores da camada íntima (p<0,05). As fibras do complexo elástico encontravam-se mais numerosas e homogêneas no grupo com pressão arterial elevada e a hipertrofia celular mais freqüente (53,8%) que no das normotensas (23,1 %). CONCLUSÃO: HA parece acelerar o espessamento intimal relacionado à idade. As pacientes hipertensas apresentam elevada tendência para um aumento quantitativo e maior homogeneidade das fibras elásticas intimais na parede arterial uterina, indicando que a HA pode determinar alterações estruturais semelhantes ao processo de envelhecimento vascular.

  • alterações vasculares
  • Hipertensão Arterial
  • morfologia
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000100005

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Martin RSS, Martin LC. Terapia Herbal na Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(8):e20250502.

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Martin, Rosana dos Santos e Silva; Martin, Luis Cuadrado. Terapia Herbal na Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 8, e20250502, nov. 2025.

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Martin, R. S. S., & Martin, L. C. (2025). Terapia Herbal na Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(8), e20250502.

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Martin, Rosana dos Santos e Silva and Martin, Luis Cuadrado. Terapia Herbal na Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 8, [citado 2026-10-14], e20250502. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-herbal-na-pos-menopausa/>. ISSN 0066-782X

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Feitosa GS. Hipertensão Arterial como Mais uma Faceta do Tabagismo Passivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(6):e20250268.

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Feitosa, Gilson Soares. Hipertensão Arterial como Mais uma Faceta do Tabagismo Passivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 6, e20250268, jun. 2025.

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Feitosa, G. S. (2025). Hipertensão Arterial como Mais uma Faceta do Tabagismo Passivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(6), e20250268.

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Feitosa, Gilson Soares. Hipertensão Arterial como Mais uma Faceta do Tabagismo Passivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 6, [citado 2026-10-14], e20250268. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-como-mais-uma-faceta-do-tabagismo-passivo/>. ISSN 0066-782X

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Cunha CLP. Hipertensão Induzida pela Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(7):e20230391.

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Cunha, Claudio Leinig Pereira da. Hipertensão Induzida pela Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 7, e20230391, ago. 2023.

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Cunha, C. L. P. (2023). Hipertensão Induzida pela Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(7), e20230391.

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Cunha, Claudio Leinig Pereira da. Hipertensão Induzida pela Obesidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 7, [citado 2026-10-14], e20230391. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-induzida-pela-obesidade/>. ISSN 0066-782X

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Marcartti PTF, Peixoto TFLF, Nascimento BR. Hipertensão em Pacientes Oncológicos como Preditor de Disfunção Ventricular. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2022;2(4):417-9.

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Marcartti, Patrícia Tavares Felipe; Peixoto, Tânia Félix Lorenzato da Fonseca; Nascimento, Bruno Ramos. Hipertensão em Pacientes Oncológicos como Preditor de Disfunção Ventricular. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 2, n. 4, p. 417-419, dez. 2022.

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Marcartti, P. T. F., Peixoto, T. F. L. F., & Nascimento, B. R. (2022). Hipertensão em Pacientes Oncológicos como Preditor de Disfunção Ventricular. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 2(4), 417-419.

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Marcartti, Patrícia Tavares Felipe and Peixoto, Tânia Félix Lorenzato da Fonseca and Nascimento, Bruno Ramos. Hipertensão em Pacientes Oncológicos como Preditor de Disfunção Ventricular. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2022, vol. 2, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 417-419. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-em-pacientes-oncologicos-como-preditor-de-disfuncao-ventricular/>

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Pio-Abreu A. O Descenso Noturno Atenuado pode ser um Preditor de Gravidade e Complexidade da Doença Arterial Coronariana em Pacientes Internados com Síndrome Coronariana Aguda?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):85-6.

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Pio-Abreu, Andrea. O Descenso Noturno Atenuado pode ser um Preditor de Gravidade e Complexidade da Doença Arterial Coronariana em Pacientes Internados com Síndrome Coronariana Aguda?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 85-86, jul. 2022.

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Pio-Abreu, A. (2022). O Descenso Noturno Atenuado pode ser um Preditor de Gravidade e Complexidade da Doença Arterial Coronariana em Pacientes Internados com Síndrome Coronariana Aguda?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 85-86.

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Pio-Abreu, Andrea. O Descenso Noturno Atenuado pode ser um Preditor de Gravidade e Complexidade da Doença Arterial Coronariana em Pacientes Internados com Síndrome Coronariana Aguda?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 85-86. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-descenso-noturno-atenuado-pode-ser-um-preditor-de-gravidade-e-complexidade-da-doenca-arterial-coronariana-em-pacientes-internados-com-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Salemi VMC, Melo MDT. Os Índices de Deformação Miocárdica são Influenciados pela Carga Cardíaca, Idade ou Índice de Massa Corporal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):685-6.

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Salemi, Vera Maria Cury; Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Os Índices de Deformação Miocárdica são Influenciados pela Carga Cardíaca, Idade ou Índice de Massa Corporal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 685-686, nov. 2019.

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Salemi, V. M. C., & Melo, M. D. T. (2019). Os Índices de Deformação Miocárdica são Influenciados pela Carga Cardíaca, Idade ou Índice de Massa Corporal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 685-686.

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Salemi, Vera Maria Cury and Melo, Marcelo Dantas Tavares de. Os Índices de Deformação Miocárdica são Influenciados pela Carga Cardíaca, Idade ou Índice de Massa Corporal?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 685-686. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-indices-de-deformacao-miocardica-sao-influenciados-pela-carga-cardiaca-idade-ou-indice-de-massa-corporal/>. ISSN 0066-782X

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Póvoa TIR, Jardim TV, Carneiro CS, Ferreira VR, Mendonça KL, Morais PRS, Nascente FMN, et al. Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) como alternativa para confirmação diagnóstica de Hipertensão Arterial em adolescentes de uma capital brasileira com pressão de consultório elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(3):241-7.

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Póvoa, Thaís Inacio Rolim; Jardim, Thiago Veiga; Carneiro, Carolina de Souza; Ferreira, Vanessa Roriz; Mendonça, Karla Lorena; Morais, Polyana Resende Silva de; Nascente, Flávia Miquetichuc Nogueira; Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso de; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) como alternativa para confirmação diagnóstica de Hipertensão Arterial em adolescentes de uma capital brasileira com pressão de consultório elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 241-247, ago. 2017.

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Póvoa, T. I. R., Jardim, T. V., Carneiro, C. S., Ferreira, V. R., Mendonça, K. L., Morais, P. R. S. , Nascente, F. M. N., Souza, W. K. S. B. , Sousa, A. L. L., & Jardim, P. C. B. V. (2017). Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) como alternativa para confirmação diagnóstica de Hipertensão Arterial em adolescentes de uma capital brasileira com pressão de consultório elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 241-247.

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Póvoa, Thaís Inacio Rolim and Jardim, Thiago Veiga and Carneiro, Carolina de Souza and Ferreira, Vanessa Roriz and Mendonça, Karla Lorena and Morais, Polyana Resende Silva de and Nascente, Flávia Miquetichuc Nogueira and Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso de and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA) como alternativa para confirmação diagnóstica de Hipertensão Arterial em adolescentes de uma capital brasileira com pressão de consultório elevada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 241-247. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/monitorizacao-residencial-da-pressao-arterial-mrpa-como-alternativa-para-confirmacao-diagnostica-de-hipertensao-arterial-em-adolescentes-de-uma-capital-brasileira-com-pressao-de-consultorio-elevada/>. ISSN 0066-782X

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França AKTC, Santos AM, Calado IL, Santos EM, Cabral PC, Salgado JVL, Goldraich NP, et al. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):779-87.

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França, Ana Karina Teixeira da Cunha; Santos, Alcione Miranda dos; Calado, Isabela Leal; Santos, Elisângela Milhomem dos; Cabral, Poliana Coelho; Salgado, João Victor Leal; Goldraich, Noemia Perli; Salgado Filho, Natalino. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 779-787, abr. 2010.

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França, A. K. T. C., Santos, A. M. , Calado, I. L., Santos, E. M. , Cabral, P. C., Salgado, J. V. L., Goldraich, N. P., & Salgado Filho, N. (2010). Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 779-787.

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França, Ana Karina Teixeira da Cunha and Santos, Alcione Miranda dos and Calado, Isabela Leal and Santos, Elisângela Milhomem dos and Cabral, Poliana Coelho and Salgado, João Victor Leal and Goldraich, Noemia Perli and Salgado Filho, Natalino. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 779-787. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/filtracao-glomerular-e-fatores-associados-em-hipertensos-atendidos-na-atencao-basica/>. ISSN 0066-782X

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Jardim, Paulo César B. Veiga; Gondim, Maria do Rosário Peixoto; Monego, Estelamaris Tronco; Moreira, Humberto Graner; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira; Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso; Scala, Luiz César Nazário. Hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 4, p. 452-457, maio. 2007.

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Jardim, P. C. B. V., Gondim, M. R. P., Monego, E. T., Moreira, H. G., Vitorino, P. V. O., Souza, W. K. S. B., & Scala, L. C. N. (2007). Hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(4), 452-457.

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Jardim, Paulo César B. Veiga and Gondim, Maria do Rosário Peixoto and Monego, Estelamaris Tronco and Moreira, Humberto Graner and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira and Souza, Weimar Kunz Sebba Barroso and Scala, Luiz César Nazário. Hipertensão arterial e alguns fatores de risco em uma capital brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 452-457. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-e-alguns-fatores-de-risco-em-uma-capital-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Felício JS, Pacheco JT, Ferreira SR, Plavnik F, Kohlmann O, Ribeiro AB, Zanella MT, et al. Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(2):206-11.

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Felício, João Soares; Pacheco, Juliana Torres; Ferreira, Sandra Roberta; Plavnik, Frida; Kohlmann, Oswaldo; Ribeiro, Artur Beltrame; Zanella, Maria Tereza. Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 2, p. 206-211, mar. 2007.

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Felício, J. S., Pacheco, J. T., Ferreira, S. R., Plavnik, F., Kohlmann, O., Ribeiro, A. B., & Zanella, M. T. (2007). Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(2), 206-211.

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Felício, João Soares and Pacheco, Juliana Torres and Ferreira, Sandra Roberta and Plavnik, Frida and Kohlmann, Oswaldo and Ribeiro, Artur Beltrame and Zanella, Maria Tereza. Reprodutibilidade da medida ambulatorial da pressão arterial em pacientes hipertensos com diabete melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 206-211. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reprodutibilidade-da-medida-ambulatorial-da-pressao-arterial-em-pacientes-hipertensos-com-diabete-melito-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Luna RL, Oigman W, Ramirez JA, Mion D, Batlouni M, Rocha JC, Feitosa GS, et al. Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;71(4):601-8.

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Luna, Rafael Leite; Oigman, Wille; Ramirez, José Antônio; Mion, Décio; Batlouni, Michel; Rocha, João Carlos da; Feitosa, Gilson Soares; Castro, Iran; Chaves Júnior, Hilton de Castro; God, Epotaménides Maria Good; Maia, Lilia Nigro; Ortega, Kátia Coelho; Raineri, Angela Maria de O.. Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 71, n. 4, p. 601-608, jan. 2007.

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Luna, R. L., Oigman, W., Ramirez, J. A., Mion, D., Batlouni, M., Rocha, J. C. , Feitosa, G. S., Castro, I., Chaves Júnior, H. C., God, E. M. G., Maia, L. N., Ortega, K. C., & Raineri, A. M. O. (2007). Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 71(4), 601-608.

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Luna, Rafael Leite and Oigman, Wille and Ramirez, José Antônio and Mion, Décio and Batlouni, Michel and Rocha, João Carlos da and Feitosa, Gilson Soares and Castro, Iran and Chaves Júnior, Hilton de Castro and God, Epotaménides Maria Good and Maia, Lilia Nigro and Ortega, Kátia Coelho and Raineri, Angela Maria de O.. Eficácia e tolerabilidade da associação bisoprolol/hidroclorotiazida na hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 71, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 601-608. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eficacia-e-tolerabilidade-da-associacao-bisoprolol-hidroclorotiazida-na-hipertensao-arterial/>. ISSN 0066-782X

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Chor D. Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;71(5):653-60.

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Chor, Dóra. Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 71, n. 5, p. 653-660, jan. 2007.

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Chor, D. (2007). Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 71(5), 653-660.

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Chor, Dóra. Hipertensão arterial entre funcionários de banco estatal no Rio de Janeiro. Hábitos de vida e tratamento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 71, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 653-660. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-entre-funcionarios-de-banco-estatal-no-rio-de-janeiro-habitos-de-vida-e-tratamento/>. ISSN 0066-782X

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Sousa LB, Souza RKT, Scochi MJ. Hipertensão arterial e saúde da família: atenção aos portadores em município de pequeno porte na região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(4):496-503.

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Sousa, Luciano Burigo de; Souza, Regina Kazue Tanno de; Scochi, Maria José. Hipertensão arterial e saúde da família: atenção aos portadores em município de pequeno porte na região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 4, p. 496-503, nov. 2006.

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Sousa, Luciano Burigo de and Souza, Regina Kazue Tanno de and Scochi, Maria José. Hipertensão arterial e saúde da família: atenção aos portadores em município de pequeno porte na região Sul do Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 496-503. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hipertensao-arterial-e-saude-da-familia-atencao-aos-portadores-em-municipio-de-pequeno-porte-na-regiao-sul-do-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Peixoto MRG, Benício MHD, Latorre MRDO, Jardim PCBV. Circunferência da cintura e índice de massa corporal como preditores da hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(4):462-70.

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Peixoto, Maria do Rosário Gondim; Benício, Maria Helena D’Aquino; Latorre, Maria do Rosário Dias de Oliveira; Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Circunferência da cintura e índice de massa corporal como preditores da hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 4, p. 462-470, nov. 2006.

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Peixoto, M. R. G., Benício, M. H. D., Latorre, M. R. D. O., & Jardim, P. C. B. V. (2006). Circunferência da cintura e índice de massa corporal como preditores da hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(4), 462-470.

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Danzmann LC, Freitas VC, Araújo LF, Torres MAR. Análise da função diastólica do ventrículo esquerdo em hipertensos sob variação de condições hemodinâmicas provocadas: estudo comparativo entre o doppler transmitral e tissular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):121-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Danzmann, Luiz Cláudio; Freitas, Valéria Centeno de; Araújo, Luiz Felipe; Torres, Marco Antonio Rodrigues. Análise da função diastólica do ventrículo esquerdo em hipertensos sob variação de condições hemodinâmicas provocadas: estudo comparativo entre o doppler transmitral e tissular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 121-127, set. 2006.

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Danzmann, L. C., Freitas, V. C. , Araújo, L. F., & Torres, M. A. R. (2006). Análise da função diastólica do ventrículo esquerdo em hipertensos sob variação de condições hemodinâmicas provocadas: estudo comparativo entre o doppler transmitral e tissular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 121-127.

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Danzmann, Luiz Cláudio and Freitas, Valéria Centeno de and Araújo, Luiz Felipe and Torres, Marco Antonio Rodrigues. Análise da função diastólica do ventrículo esquerdo em hipertensos sob variação de condições hemodinâmicas provocadas: estudo comparativo entre o doppler transmitral e tissular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 121-127. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-da-funcao-diastolica-do-ventriculo-esquerdo-em-hipertensos-sob-variacao-de-condicoes-hemodinamicas-provocadas-estudo-comparativo-entre-o-doppler-transmitral-e-tissular/>. ISSN 0066-782X

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Rosini N, Machado MJ, Xavier HT. Estudo de prevalência e multiplicidade de fatores de risco cardiovascular em hipertensos do Município de Brusque, SC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(3):219-22.

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Rosini, Nilton; Machado, Marcos José; Xavier, Hermes Toros. Estudo de prevalência e multiplicidade de fatores de risco cardiovascular em hipertensos do Município de Brusque, SC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 3, p. 219-222, mar. 2006.

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Rosini, N., Machado, M. J., & Xavier, H. T. (2006). Estudo de prevalência e multiplicidade de fatores de risco cardiovascular em hipertensos do Município de Brusque, SC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(3), 219-222.

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Rosini, Nilton and Machado, Marcos José and Xavier, Hermes Toros. Estudo de prevalência e multiplicidade de fatores de risco cardiovascular em hipertensos do Município de Brusque, SC. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 219-222. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-de-prevalencia-e-multiplicidade-de-fatores-de-risco-cardiovascular-em-hipertensos-do-municipio-de-brusque-sc/>. ISSN 0066-782X

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Conceição TV, Gomes FA, Tauil PL, Rosa TT. Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(1):26-31.

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Conceição, Tatiana Valverde da; Gomes, Fabiano Alves; Tauil, Pedro Luiz; Rosa, Tânia Torres. Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 1, p. 26-31, fev. 2006.

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Conceição, T. V. , Gomes, F. A., Tauil, P. L., & Rosa, T. T. (2006). Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(1), 26-31.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Conceição, Tatiana Valverde da and Gomes, Fabiano Alves and Tauil, Pedro Luiz and Rosa, Tânia Torres. Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de risco cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 26-31. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valores-de-pressao-arterial-e-suas-associacoes-com-fatores-de-risco-cardiovasculares-em-servidores-da-universidade-de-brasilia/>. ISSN 0066-782X

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Bregagnollo EA, Okoshi K, Bregagnollo IF, Padovani CR, Okoshi MP, Cicogna AC. Efeitos da inibição prolongada da enzima de conversão da angiotensina sobre as características morfológicas e funcionais da hipertrofia ventricular esquerda em ratos com sobrecarga pressórica persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(3):225-32.

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Bregagnollo, Edson Antonio; Okoshi, Katashi; Bregagnollo, Isamara Fernanda; Padovani, Carlos Roberto; Okoshi, Marina P.; Cicogna, Antonio Carlos. Efeitos da inibição prolongada da enzima de conversão da angiotensina sobre as características morfológicas e funcionais da hipertrofia ventricular esquerda em ratos com sobrecarga pressórica persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 3, p. 225-232, ago. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bregagnollo, E. A., Okoshi, K., Bregagnollo, I. F., Padovani, C. R., Okoshi, M. P., & Cicogna, A. C. (2005). Efeitos da inibição prolongada da enzima de conversão da angiotensina sobre as características morfológicas e funcionais da hipertrofia ventricular esquerda em ratos com sobrecarga pressórica persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(3), 225-232.

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Bregagnollo, Edson Antonio and Okoshi, Katashi and Bregagnollo, Isamara Fernanda and Padovani, Carlos Roberto and Okoshi, Marina P. and Cicogna, Antonio Carlos. Efeitos da inibição prolongada da enzima de conversão da angiotensina sobre as características morfológicas e funcionais da hipertrofia ventricular esquerda em ratos com sobrecarga pressórica persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 225-232. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-da-inibicao-prolongada-da-enzima-de-conversao-da-angiotensina-sobre-as-caracteristicas-morfologicas-e-funcionais-da-hipertrofia-ventricular-esquerda-em-ratos-com-sobrecarga-pressorica-persiste/>. ISSN 0066-782X

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Feijão AMM, Gadelha FV, Bezerra AA, Oliveira AM, Silva MSS, Lima JWO. Prevalência de excesso de peso e hipertensão arterial, em população urbana de baixa renda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(1):29-33.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Feijão, Adelina Maria Melo; Gadelha, Francisco Vieira; Bezerra, Antonio Alberto; Oliveira, Antonio Maurício de; Silva, Maria do Socorro Sombra; Lima, José Wellington de Oliveira. Prevalência de excesso de peso e hipertensão arterial, em população urbana de baixa renda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, p. 29-33, fev. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Feijão, A. M. M., Gadelha, F. V., Bezerra, A. A., Oliveira, A. M. , Silva, M. S. S., & Lima, J. W. O. (2005). Prevalência de excesso de peso e hipertensão arterial, em população urbana de baixa renda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(1), 29-33.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Feijão, Adelina Maria Melo and Gadelha, Francisco Vieira and Bezerra, Antonio Alberto and Oliveira, Antonio Maurício de and Silva, Maria do Socorro Sombra and Lima, José Wellington de Oliveira. Prevalência de excesso de peso e hipertensão arterial, em população urbana de baixa renda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 29-33. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-excesso-de-peso-e-hipertensao-arterial-em-populacao-urbana-de-baixa-renda/>. ISSN 0066-782X

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Noblat ACB, Lopes MB, Lopes GB, Lopes AA. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(4):308-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Noblat, Antonio Carlos Beisl; Lopes, Marcelo Barreto; Lopes, Gildete Barreto; Lopes, Antonio Alberto. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 4, p. 308-313, out. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Noblat, A. C. B., Lopes, M. B., Lopes, G. B., & Lopes, A. A. (2004). Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(4), 308-313.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Noblat, Antonio Carlos Beisl and Lopes, Marcelo Barreto and Lopes, Gildete Barreto and Lopes, Antonio Alberto. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 308-313. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/complicacoes-da-hipertensao-arterial-em-homens-e-mulheres-atendidos-em-um-ambulatorio-de-referencia/>. ISSN 0066-782X

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Menezes Júnior AS, Moreira HG, Daher MT. Análise da variabilidade da freqüência cardíaca em pacientes hipertensos, antes e depois do tratamento com inibidores da enzima conversora da angiotensina II. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(2):165-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Menezes Júnior, Antônio da Silva; Moreira, Humberto Graner; Daher, Murilo Tavares. Análise da variabilidade da freqüência cardíaca em pacientes hipertensos, antes e depois do tratamento com inibidores da enzima conversora da angiotensina II. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 2, p. 165-168, ago. 2004.

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Menezes Júnior, A. S., Moreira, H. G., & Daher, M. T. (2004). Análise da variabilidade da freqüência cardíaca em pacientes hipertensos, antes e depois do tratamento com inibidores da enzima conversora da angiotensina II. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(2), 165-168.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Menezes Júnior, Antônio da Silva and Moreira, Humberto Graner and Daher, Murilo Tavares. Análise da variabilidade da freqüência cardíaca em pacientes hipertensos, antes e depois do tratamento com inibidores da enzima conversora da angiotensina II. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 165-168. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/analise-da-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-em-pacientes-hipertensos-antes-e-depois-do-tratamento-com-inibidores-da-enzima-conversora-da-angiotensina-ii/>. ISSN 0066-782X

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Noblat ACB, Lopes MB, Lopes AA. Raça e lesão de órgãos-alvo da hipertensão arterial em pacientes atendidos em um ambulatório universitário de referência na cidade de Salvador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;82(2):111-5.

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Noblat, Antonio Carlos Beisl; Lopes, Marcelo Barreto; Lopes, Antonio Alberto. Raça e lesão de órgãos-alvo da hipertensão arterial em pacientes atendidos em um ambulatório universitário de referência na cidade de Salvador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 82, n. 2, p. 111-115, mar. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Noblat, A. C. B., Lopes, M. B., & Lopes, A. A. (2004). Raça e lesão de órgãos-alvo da hipertensão arterial em pacientes atendidos em um ambulatório universitário de referência na cidade de Salvador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 82(2), 111-115.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Noblat, Antonio Carlos Beisl and Lopes, Marcelo Barreto and Lopes, Antonio Alberto. Raça e lesão de órgãos-alvo da hipertensão arterial em pacientes atendidos em um ambulatório universitário de referência na cidade de Salvador. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 82, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 111-115. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/raca-e-lesao-de-orgaos-alvo-da-hipertensao-arterial-em-pacientes-atendidos-em-um-ambulatorio-universitario-de-referencia-na-cidade-de-salvador/>. ISSN 0066-782X

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Gurgel CBFM, Miguel Junior A, Mendes CR, Zerbini CO, Carcioni TM. Freqüência da hipertensão arterial na doença de Chagas crônica: estudo clínico retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;81(6):545-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gurgel, Cristina Brandt Friedrich Martin; Miguel Junior, Armando; Mendes, Clayde Regina; Zerbini, Carolina Okada; Carcioni, Thiago Mussato. Freqüência da hipertensão arterial na doença de Chagas crônica: estudo clínico retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 81, n. 6, p. 545-548, jan. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gurgel, C. B. F. M., Miguel Junior, A., Mendes, C. R., Zerbini, C. O., & Carcioni, T. M. (2004). Freqüência da hipertensão arterial na doença de Chagas crônica: estudo clínico retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 81(6), 545-548.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gurgel, Cristina Brandt Friedrich Martin and Miguel Junior, Armando and Mendes, Clayde Regina and Zerbini, Carolina Okada and Carcioni, Thiago Mussato. Freqüência da hipertensão arterial na doença de Chagas crônica: estudo clínico retrospectivo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 81, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 545-548. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/frequencia-da-hipertensao-arterial-na-doenca-de-chagas-cronica-estudo-clinico-retrospectivo/>. ISSN 0066-782X

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Neves MFT, Souza JF, Oigman W. Alterações morfológicas na parede de artéria muscular em pacientes hipertensas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;70(1):19-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Neves, Mario Fritsch Toros; Souza, Julia Fernandes; Oigman, Wille. Alterações morfológicas na parede de artéria muscular em pacientes hipertensas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 1, p. 19-23, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Neves, M. F. T., Souza, J. F., & Oigman, W. (2002). Alterações morfológicas na parede de artéria muscular em pacientes hipertensas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(1), 19-23.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Neves, Mario Fritsch Toros and Souza, Julia Fernandes and Oigman, Wille. Alterações morfológicas na parede de artéria muscular em pacientes hipertensas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 19-23. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-morfologicas-na-parede-de-arteria-muscular-em-pacientes-hipertensas/>. ISSN 0066-782X

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