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  2. Palavra-chave: hipertensão renovascular
Figura 1
ABC
Artigo Original

Treino de Força Reduz Stress Oxidativo Cardíaco e Renal em Ratos com Hipertensão Renovascular

Rodrigo Miguel-dos-Santos et al. Jucilene Freitas dos Santos Fabricio Nunes Macedo Anderson Carlos Marçal … Valter J. Santana Filho Rogerio Brandão Wichi Sandra Lauton-Santos

Resumo

Fundamento

O treino de força tem efeitos benéficos em doenças renais, além de ajudar a melhorar a defesa antioxidante em animais saudáveis.

Objetivo

Verificar se o treino de força reduz o dano oxidativo ao coração e rim contralateral para cirurgia de indução de hipertensão renovascular, bem como avaliar as alterações na atividade das enzimas antioxidantes endógenas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT) e glutationa peroxidase (GPx).

Métodos

Dezoito ratos machos foram divididos em três grupos (n=6/grupo): placebo, hipertenso e hipertenso treinado. Os animais foram induzidos a hipertensão renovascular através da ligação da artéria renal esquerda. O treino de força foi iniciado quatro semanas após a indução da hipertensão renovascular, teve 12 semanas de duração e foi realizada a 70% de 1RM. Depois do período de treino, os animais foram submetidos a eutanásia e o rim esquerdo e o coração foram retirados para realizar a quantificação de peróxidos de hidrogênio, malondialdeído e grupos sulfidrílicos, que são marcadores de danos oxidativos. Além disso, foram medidas as atividades das enzimas antioxidantes superóxido dismutase, catalase e glutationa peroxidase. O nível de significância adotado foi de 5% (p < 0,05).

Resultados

Depois do treino de força, houve redução de danos oxidativos a lipídios e proteínas, como pode-se observar pela redução de peróxidos de hidrogênio e níveis sulfidrílicos totais, respectivamente. Além disso, houve um aumento nas atividades das enzimas antioxidantes superóxido dismutase, catalase e glutationa peroxidase.

Conclusão

O treino de força tem o potencial de reduzir danos oxidativos, aumentando a atividades de enzimas antioxidantes. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(1):4-11)

  • Antioxidantes
  • Estresse Oxidativo
  • hipertensão renovascular
  • Obstrução da Artéria Real
  • Oxidação-Redução
  • Treinamento de Resistência
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20190391
ABC
Editorial

Efeito do Enriquecimento Ambiental no Estresse Oxidativo de Ratos Hipertensos

Marcelo Diarcadia Mariano Cezar et al. Aline Regina Ruiz Lima Luana Urbano Pagan Ricardo Luiz Damatto

A hipertensão arterial (HA) frequentemente se associa a distúrbios metabólicos, alterações funcionais e/ou estruturais de órgãos-alvo. No Brasil, contribui direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular. Nos modelos experimentais de HA, tem sido observado alterações bioquímicas e cardiovasculares.–

Entre os modelos experimentais mais comuns de HA em ratos, estão a hipertensão genética desenvolvido por Okamoto e Aoki com o modelo de hipertensão espontânea, hipertensão genética sal-sensível (ratos da cepa Dahl-rapp), resultado de um defeito na capacidade renal de excretar o sódio, hipertensão neurogênica, definida como um aumento permanente da pressão arterial resultante de uma alteração fundamentalmente neural (central ou periférica). A hipertensão de origem renal pode ser renopriva, produzida pela severa redução da função renal, hipertensão renovascular que é decorrente da obstrução parcial do fluxo sanguíneo para os rins, ou em alguns casos ambas as situações.

[…]

  • Alteração Ambiental
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Estresse Oxidativo
  • Hipertensão
  • hipertensão renovascular
  • Ratos
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02/12/2019 DOI: 10.5935/abc.20190221 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Enriquecimento Ambiental Promove Efeito Antioxidante no Bulbo Ventrolateral e Rins de Roedores com Hipertensão Renovascular

Luiz Eduardo Sousa et al. Iuri Ferrari Del Favero Frank Silva Bezerra Ana Beatriz Farias de Souza Andreia Carvalho Alzamora

Resumo

Fundamento:

A hipertensão arterial é um precursor para o desenvolvimento da insuficiência cardíaca e renal e, além disso, está associada com o aumento dos marcadores oxidativos. O enriquecimento ambiental dos roedores melhora o desempenho em tarefas de memória, e também parece ter um efeito antioxidante sobre o hipocampo dos ratos normotensos.

Objetivos:

Avaliar o efeito do enriquecimento ambiental sobre o estresse oxidativo no bulbo ventrolateral, coração, e rins de ratos com hipertensão renovascular.

Métodos:

Quarenta ratos machos, tipo Fischer (6 semanas de idade), foram divididos em quatro grupos: normotensos em condições padrão (Sham-CP), normotensos em ambiente enriquecido (Sham-AE), hipertensos em condições padrão (2R1C-CP), e hipertensos em ambiente enriquecido (2R1C-AE). Os animais foram mantidos em gaiolas enriquecidas ou padrão durante quatro semanas e, por fim, todos os animais foram eutanasiados. O nível de significância foi p < 0,05.

Resultados:

O grupo 2R1C-CP apresentou pressão arterial média maior (mmHg) 147,0 (122,0; 187,0) quando comparado com os grupos Sham-CP 101,0 (94,0; 109,0) e Sham-AE 106,0 (90,8; 117,8). Observou-se maior atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) (49,1 ± 7,9 U/mg ptn) e da catalase (0,8 ± 0,4 U/mg ptn) no bulbo ventrolateral do grupo 2R1C-AE, em relação à atividade da SOD (24,1 ± 9,8 U/mg ptn) e da catalase (0,3 ± 0,1 U/mg ptn) no grupo 2R1C-CP. No grupo 2R1C-AE, a oxidação lipídica no bulbo ventrolateral foi menor (0,39 ± 0,06 nmol/mg ptn) quando comparado com o grupo 2R1C-CP (0,53 ± 0,22 nmol/mg ptn). Ademais, foi observada maior atividade das enzimas superóxido dismutase nos rins dos animais 2R1C-AE (11,9 ± 2,3 U/mg ptn) em relação aos animais 2R1C-CP (9,1 ± 2,3 U/mg ptn).

Conclusão:

O enriquecimento ambiental provocou efeito antioxidante no bulbo ventrolateral e nos rins, o que contribuiu para a redução do dano oxidante nos ratos hipertensos.

  • enriquecimento ambiental
  • Estresse Oxidativo
  • hipertensão renovascular
  • medula ventrolateral
  • Ratos
  • rins
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02/09/2019 DOI: 10.5935/abc.20190166
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

O Labdano Ácido Ent-3-Acetóxi-Labda-8(17),13-Dieno-15-Óico Reduz Pressão Arterial Em Ratos Hipertensos

Janaina A. Simplicio et al. Marilia R. Simão Sergio R. Ambrosio Carlos R. Tirapelli

Resumo

Fundamento:

Diterpenos do tipo labdano induzem uma queda da pressão arterial por meio do relaxamento do músculo liso vascular; todavia, não há estudos que descrevam os efeitos de labdanos em ratos hipertensos.

Objetivo:

O presente estudo foi desenvolvido para investigar as ações cardiovasculares do labdano ácido ent-3-acetóxi-labda-8(17),13-dieno-15-óico (labda-15-óico) na hipertensão renal dois rins-1 clipe (2R-1C).

Métodos:

Foram feitos experimentos de reatividade vascular em anéis aórticos isolados de ratos machos 2R-1C e normotensos (2R). A medição de Nitrato/Nitrito (NOx) foi feita nas aortas por meio de ensaio colorimétrico. As medidas de pressão arterial foram feitas em ratos conscientes.

Resultados:

O ácido labda-15-óico (0,1 – 300 µmol/l) e a forscolina (0,1 nmol/l – 1 µmol/l) relaxaram as aortas com endotélio intacto e as aortas sem endotélio dos ratos 2R-1C e 2R. O labda-15-óico mostrou-se mais eficaz na indução do relaxamento em aortas com endotélio intacto de 2R pré-contraídas com fenilefrina em comparação àquelas sem endotélio. A forscolina mostrou-se mais potente do que o ácido labda-15-óico na indução do relaxamento vascular nas artérias tanto de ratos 2R-1C quanto de ratos 2R. O aumento dos níveis de NOx induzido pelo ácido labda-15-óico foi menor nas artérias de ratos 2R-1C em comparação a ratos 2R. A administração intravenosa de ácido labda-15-óico (0,3-3 mg/kg) ou forscolina (0,1-1 mg/kg) induziu hipertensão em ratos 2R-1C e 2R conscientes.

Conclusão:

Os presentes resultados mostram que o labda-15-óico induz relaxamento vascular e hipotensão em ratos hipertensos.

  • Diterpenos
  • Forscolina
  • hipertensão renovascular
  • Labdano
  • Relaxamento Vascular
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19/04/2016 DOI: 10.5935/abc.20160058 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Avaliação da sensibilidade e especificidade dos exames não invasivos no diagnóstico da estenose de artéria renal

Flavio Antonio de Oliveira Borelli et al. Ibraim M. F. Pinto Celso Amodeo Paola E. P. Smanio … Antonio M. Kambara Ana Claudia G. Petisco Samuel M. Moreira Ricardo Calil Paiva Hugo Belotti Lopes Amanda G. M. R. Sousa

FUNDAMENTO: O envelhecimento e a aterosclerose estão relacionados à hipertensão renovascular em indivíduos idosos. Independentemente das comorbidades, a estenose de artéria renal é, por si só, importante causa de morbidade e mortalidade cardiovascular. OBJETIVO: Definir a sensibilidade, a especificidade, o valor preditivo positivo e o valor preditivo negativo dos exames não invasivos utilizados no diagnóstico de estenose da artéria renal. MÉTODOS: Um grupo de 61 pacientes recrutados permitiram a análise de 122 artérias e a definição de sensibilidade, especificidade e da contribuição relativa de cada exame realizado (Doppler, cintilografia e angiotomografia, comparados a arteriografia renal). RESULTADOS: A média das idades foi de 65,43 (desvio padrão: 8,7) anos. Das variáveis relacionadas à população do estudo e comparadas à arteriografia, duas estiveram correlacionadas à estenose da artéria renal, à disfunção renal e aos triglicerídeos. A mediana do ritmo de filtração glomerular foi de 52,8 mL/min/m². O Doppler identificou sensibilidade de 82,90%, especificidade de 70%, valor preditivo positivo de 85% e valor preditivo negativo de 66,70%. Para a tomografia, encontraram-se sensibilidade de 66,70%, especificidade de 80%, valor preditivo positivo de 87,50% e valor preditivo negativo de 55,20%. Esses achados permitiram identificar os exames que melhor detectavam a estenose. CONCLUSÃO: A tomografia e o Doppler mostraram qualidade e grande possibilidade no diagnóstico de estenose da artéria renal, com vantagem para o segundo, pois não há necessidade do uso de meio de contraste na avaliação de uma doença que, frequentemente, ocorre em diabéticos e associa-se à disfunção renal e à disfunção ventricular esquerda grave.

  • Ecocardiografia Doppler
  • Estenose da artéria renal
  • hipertensão renovascular
  • Imagem por Ressonância Magnética
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24/09/2013 DOI: 10.5935/abc.20130191
Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica
ABC
Artigo Original

Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica

Ana Karina Teixeira da Cunha França et al. Alcione Miranda dos Santos Isabela Leal Calado Elisângela Milhomem dos Santos … Poliana Coelho Cabral João Victor Leal Salgado Noemia Perli Goldraich Natalino Salgado Filho

FUNDAMENTO: No Brasil, a hipertensão arterial (HA) constitui-se um dos principais fatores de risco para doença renal crônica (DRC). Recomenda-se o monitoramento da filtração glomerular (FG) para avaliação da função renal em hipertensos, posto que sua redução precede o aparecimento de sintomas. OBJETIVO: Avaliar a FG e fatores associados em hipertensos. MÉTODOS: Realizou-se estudo transversal no período de janeiro a junho de 2008, com 297 hipertensos com ou sem diabete melito (DM) tratados em uma unidade básica de saúde em São Luís-MA. Foram incluídos pacientes >20 anos e de ambos os sexos. Avaliaram-se dados sociodemográficos, estado nutricional, FG e microalbuminúria em urina de 24h, controle pressórico e glicêmico, creatinina sérica e lipidograma. RESULTADOS: A idade média foi 60,6 × 11,5 anos com predomínio do sexo feminino (75,1%), sobrepeso/obesidade (65,0%) e circunferência da cintura elevada (60,6%). A prevalência de FG 65 anos, que permaneceu após ajustamento. Para o grupo HA com DM houve associação da redução da FG com idade > 65 anos, tabagismo e obesidade, porém, após ajustamento, permaneceram idade e tabagismo. CONCLUSÃO: Nestes pacientes, a prevalência de FG 65 anos e tabagismo apresentaram-se como fatores associados à FG. Isto reforça a necessidade da avaliação sistemática da FG em hipertensos visando a prevenção secundária da doença renal crônica.

  • análise de alimentos
  • Dietoterapia
  • Hipertensão Arterial
  • hipertensão renovascular
  • Nefropatias
  • Prevenção de Doenças
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02/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000021
Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular
ABC
Artigo Original

Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular

Simone N. Santos et al. Luiz R. Leite Tak Sun Tse Rebecca Beck … Robert A. Lee Roger F. J. Shepherd

FUNDAMENTO: A estenose arterial renal (EAR) é uma causa potencialmente reversível de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e nefropatia isquêmica. Apesar da revascularização bem sucedida, nem todos os pacientes (pt) apresentam melhora clínica e alguns podem piorar. OBJETIVO: O presente estudo se destina a avaliar o valor do índice de resistividade renal (IR) como preditor dos efeitos da revascularização renal. MÉTODOS: Entre janeiro de 1998 e fevereiro de 2001, 2.933 pacientes foram submetidos ao duplex ultrassom renal. 106 desses pacientes apresentaram EAR significativa e foram submetidos a angiografia e revascularização renal. A pressão arterial (PA) foi medida antes e depois da intervenção, em intervalos de até 2 anos e as medicações prescritas foram registradas. Antes da revascularização, o IR foi medido em 3 locais do rim, sendo obtida uma média dessas medições. RESULTADOS: Dos 106 pacientes, 81 tiveram IR80. A EAR foi corrigida somente por angioplastia (PTA) em 25 pts, PTA + stent em 56 pts e cirurgicamente em 25 pts. Dos pacientes que se beneficiaram da revascularização renal; 57 dos 81 pacientes com IR 80. Usando um modelo de regressão logística múltipla, o IR esteve significativamente associado à evolução da PA (p = 0,001), ajustado de acordo com os efeitos da idade, sexo, PAS, PAD, duração da hipertensão, o tipo de revascularização, número de fármacos em uso, nível de creatinina, presença de diabete melito, hipercolesterolemia, volume sistólico, doença arterial periférica e coronariana e tamanho renal (OR 99,6-95%CI para OR 6,1-1.621,2). CONCLUSÃO: A resistividade intrarrenal arterial, medida por duplex ultrassom, desempenha um papel importante na predição dos efeitos pós revascularização renal para EAR.

  • Estenose da artéria renal
  • hipertensão renovascular
  • Insuficiência Renal
  • rim
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26/03/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000018 Visualizações 2
Eficácia clínica da revascularização renal percutânea com implante de stent em pacientes com doença renovascular aterosclerótica
ABC
Artigo Original

Eficácia clínica da revascularização renal percutânea com implante de stent em pacientes com doença renovascular aterosclerótica

Janaína Andréa Altemar Gonçalves et al. Jorge Eduardo Amorim Milton Macedo Soares Neto Artur Beltrame Ribeiro Valter Correa Lima

OBJETIVO: Avaliar a eficácia da revascularização renal percutânea com implante de stent no controle da hipertensão e na preservação/restauração da função renal, em pacientes com doença renovascular aterosclerótica. MÉTODOS: De maio/1999 a outubro/2003, foram revascularizados 46 pacientes com estenose da artéria renal aterosclerótica (EAR-A), os quais foram submetidos ao implante de stent. A indicação para o procedimento foi controle da hipertensão e/ou preservação/restauração da função renal. Características gerais – Idade: 33-84 anos (mediana: 58,5±10,7), homens: 26 (56,5%), diabéticos: 4 (10%), DAC: 21 (46%), creatinina < 2,0 mg/dl: 39 (64%), ICC: 6 (14%), estenoses ostiais 20 (43%), estenose bilateral 15 (33%). O controle da hipertensão foi averiguado pelo número de agentes utilizado antes do procedimento e durante o seguimento, e pela aferição da pressão arterial (PA). RESULTADOS: O seguimento mínimo foi de sete meses e variou de 7-52 (mediana: 23, média: 24,2±15,2). Houve apenas um óbito não-cardíaco (2%) e uma falha técnica de tratamento (2%). Não houve complicação grave do procedimento. Nenhum paciente apresentou evento cardiovascular. A função renal melhorou ou permaneceu inalterada em 32 (82%) pacientes, e piorou em 4 (10%). O controle da pressão arterial melhorou em 19/44 (43,8%) dos pacientes e continuou descontrolada ou piorou em 6 (14%). CONCLUSÃO: A angioplastia renal com implante de stent em pacientes com EAR demonstrou ser uma estratégia eficaz na recuperação e preservação da função renal e no controle da pressão arterial.

  • Angioplastia
  • artéria renal
  • hipertensão renovascular
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07/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000100014
Remodelação miocárdica na sobrecarga crônica de pressão ou de volume no coração de ratos
ABC
Artigo Original

Remodelação miocárdica na sobrecarga crônica de pressão ou de volume no coração de ratos

Luiz Shiguero Matsubara et al. Silvia Narikawa Ana Lucia dos Anjos Ferreira Sergio Alberto Rupp de Paiva … Leonardo Mamede Zornoff Beatriz Bojikian Matsubara

OBJETIVO: Comparar as alterações estruturais cardíacas em modelos experimentais de sobrecarga de pressão e de volume. MÉTODOS: Foram analisados ratos com hipertensão renovascular (HRV, n = 8), normotensos com sobrecarga de volume por fístula aortocava (FAV, n = 10) e animais controles (CONT, n = 8). Após quatro semanas, registrou-se a pressão arterial caudal (PAS) e obtiveram-se os pesos dos ventrículos direito (PVD) e esquerdo (PVE). Em cortes histológicos, foram medidas as áreas seccionais dos miócitos (AM), a espessura da parede do VE (E), o diâmetro da cavidade (DVE), a relação E/DVE, e a fração de colágeno (CVF). As comparações foram feitas pela ANOVA e teste de Tukey para nível de significância de 5%. RESULTADOS: A PAS (mmHg) foi maior no grupo HRV (HRV = 187 ± 22; CONT = 125 ± 10; FAV = 122 ± 6, p < 0,05). A hipertrofia do VE foi observada nos grupos HRV e FAV. O grupo FAV apresentou aumento significante do DVE, comparado ao CONT e HRV. As espessuras absoluta e normalizada da parede ventricular foram semelhantes entre os grupos. Houve aumento significante do CVF no grupo HRV em relação aos grupos CONT e FAV. CONCLUSÃO: A sobrecarga de volume causa padrão distinto de remodelação cardíaca, quando comparada com aquela decorrente da hipertensão arterial, sugerindo que as implicações funcionais de cada padrão não são intercambiáveis.

  • colágeno
  • fístula artocava
  • hipertensão renovascular
  • Hipertrofia Ventricular
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20/02/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000200008 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Miguel-dos-Santos R, Santos JF, Macedo FN, Marçal AC, Santana Filho VJ, Wichi RB, Lauton-Santos S, et al. Treino de Força Reduz Stress Oxidativo Cardíaco e Renal em Ratos com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):4-11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Miguel-dos-Santos, Rodrigo; Santos, Jucilene Freitas dos; Macedo, Fabricio Nunes; Marçal, Anderson Carlos; Santana Filho, Valter J.; Wichi, Rogerio Brandão; Lauton-Santos, Sandra. Treino de Força Reduz Stress Oxidativo Cardíaco e Renal em Ratos com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 4-11, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Miguel-dos-Santos, R., Santos, J. F. , Macedo, F. N., Marçal, A. C., Santana Filho, V. J., Wichi, R. B., & Lauton-Santos, S. (2021). Treino de Força Reduz Stress Oxidativo Cardíaco e Renal em Ratos com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 4-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Miguel-dos-Santos, Rodrigo and Santos, Jucilene Freitas dos and Macedo, Fabricio Nunes and Marçal, Anderson Carlos and Santana Filho, Valter J. and Wichi, Rogerio Brandão and Lauton-Santos, Sandra. Treino de Força Reduz Stress Oxidativo Cardíaco e Renal em Ratos com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 4-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/treino-de-forca-reduz-stress-oxidativo-cardiaco-e-renal-em-ratos-com-hipertensao-renovascular/>. ISSN 0066-782X

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Cezar MDM, Lima ARR, Pagan LU, Damatto RL. Efeito do Enriquecimento Ambiental no Estresse Oxidativo de Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(5):913-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cezar, Marcelo Diarcadia Mariano; Lima, Aline Regina Ruiz; Pagan, Luana Urbano; Damatto, Ricardo Luiz. Efeito do Enriquecimento Ambiental no Estresse Oxidativo de Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 5, p. 913-914, dez. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cezar, M. D. M., Lima, A. R. R., Pagan, L. U., & Damatto, R. L. (2019). Efeito do Enriquecimento Ambiental no Estresse Oxidativo de Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(5), 913-914.

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Cezar, Marcelo Diarcadia Mariano and Lima, Aline Regina Ruiz and Pagan, Luana Urbano and Damatto, Ricardo Luiz. Efeito do Enriquecimento Ambiental no Estresse Oxidativo de Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 913-914. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-do-enriquecimento-ambiental-no-estresse-oxidativo-de-ratos-hipertensos/>. ISSN 0066-782X

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Sousa LE, Favero IFD, Bezerra FS, Souza ABF, Alzamora AC. O Enriquecimento Ambiental Promove Efeito Antioxidante no Bulbo Ventrolateral e Rins de Roedores com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(5):905-12.

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Sousa, Luiz Eduardo; Favero, Iuri Ferrari Del; Bezerra, Frank Silva; Souza, Ana Beatriz Farias de; Alzamora, Andreia Carvalho. O Enriquecimento Ambiental Promove Efeito Antioxidante no Bulbo Ventrolateral e Rins de Roedores com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 5, p. 905-912, set. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sousa, L. E., Favero, I. F. D., Bezerra, F. S., Souza, A. B. F. , & Alzamora, A. C. (2019). O Enriquecimento Ambiental Promove Efeito Antioxidante no Bulbo Ventrolateral e Rins de Roedores com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(5), 905-912.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sousa, Luiz Eduardo and Favero, Iuri Ferrari Del and Bezerra, Frank Silva and Souza, Ana Beatriz Farias de and Alzamora, Andreia Carvalho. O Enriquecimento Ambiental Promove Efeito Antioxidante no Bulbo Ventrolateral e Rins de Roedores com Hipertensão Renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 905-912. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-enriquecimento-ambiental-promove-efeito-antioxidante-no-bulbo-ventrolateral-e-rins-de-roedores-com-hipertensao-renovascular/>. ISSN 0066-782X

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Simplicio JA, Simão MR, Ambrosio SR, Tirapelli CR. O Labdano Ácido Ent-3-Acetóxi-Labda-8(17),13-Dieno-15-Óico Reduz Pressão Arterial Em Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(6):481-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Simplicio, Janaina A.; Simão, Marilia R.; Ambrosio, Sergio R.; Tirapelli, Carlos R.. O Labdano Ácido Ent-3-Acetóxi-Labda-8(17),13-Dieno-15-Óico Reduz Pressão Arterial Em Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 6, p. 481-490, abr. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Simplicio, J. A., Simão, M. R., Ambrosio, S. R., & Tirapelli, C. R. (2016). O Labdano Ácido Ent-3-Acetóxi-Labda-8(17),13-Dieno-15-Óico Reduz Pressão Arterial Em Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(6), 481-490.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Simplicio, Janaina A. and Simão, Marilia R. and Ambrosio, Sergio R. and Tirapelli, Carlos R.. O Labdano Ácido Ent-3-Acetóxi-Labda-8(17),13-Dieno-15-Óico Reduz Pressão Arterial Em Ratos Hipertensos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 481-490. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-labdano-acido-ent-3-acetoxi-labda-81713-dieno-15-oico-reduz-pressao-arterial-em-ratos-hipertensos/>. ISSN 0066-782X

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Borelli FAO, Pinto IMF, Amodeo C, Smanio PEP, Kambara AM, Petisco ACG, Moreira SM, et al. Avaliação da sensibilidade e especificidade dos exames não invasivos no diagnóstico da estenose de artéria renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(5):423-3.

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Borelli, Flavio Antonio de Oliveira; Pinto, Ibraim M. F.; Amodeo, Celso; Smanio, Paola E. P.; Kambara, Antonio M.; Petisco, Ana Claudia G.; Moreira, Samuel M.; Paiva, Ricardo Calil; Lopes, Hugo Belotti; Sousa, Amanda G. M. R.. Avaliação da sensibilidade e especificidade dos exames não invasivos no diagnóstico da estenose de artéria renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 5, p. 423-433, set. 2013.

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Borelli, F. A. O., Pinto, I. M. F., Amodeo, C., Smanio, P. E. P., Kambara, A. M., Petisco, A. C. G., Moreira, S. M., Paiva, R. C., Lopes, H. B., & Sousa, A. G. M. R. (2013). Avaliação da sensibilidade e especificidade dos exames não invasivos no diagnóstico da estenose de artéria renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(5), 423-433.

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Borelli, Flavio Antonio de Oliveira and Pinto, Ibraim M. F. and Amodeo, Celso and Smanio, Paola E. P. and Kambara, Antonio M. and Petisco, Ana Claudia G. and Moreira, Samuel M. and Paiva, Ricardo Calil and Lopes, Hugo Belotti and Sousa, Amanda G. M. R.. Avaliação da sensibilidade e especificidade dos exames não invasivos no diagnóstico da estenose de artéria renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 423-433. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-sensibilidade-e-especificidade-dos-exames-nao-invasivos-no-diagnostico-da-estenose-de-arteria-renal/>. ISSN 0066-782X

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França AKTC, Santos AM, Calado IL, Santos EM, Cabral PC, Salgado JVL, Goldraich NP, et al. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):779-87.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

França, Ana Karina Teixeira da Cunha; Santos, Alcione Miranda dos; Calado, Isabela Leal; Santos, Elisângela Milhomem dos; Cabral, Poliana Coelho; Salgado, João Victor Leal; Goldraich, Noemia Perli; Salgado Filho, Natalino. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 779-787, abr. 2010.

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França, A. K. T. C., Santos, A. M. , Calado, I. L., Santos, E. M. , Cabral, P. C., Salgado, J. V. L., Goldraich, N. P., & Salgado Filho, N. (2010). Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 779-787.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

França, Ana Karina Teixeira da Cunha and Santos, Alcione Miranda dos and Calado, Isabela Leal and Santos, Elisângela Milhomem dos and Cabral, Poliana Coelho and Salgado, João Victor Leal and Goldraich, Noemia Perli and Salgado Filho, Natalino. Filtração glomerular e fatores associados em hipertensos atendidos na atenção básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 779-787. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/filtracao-glomerular-e-fatores-associados-em-hipertensos-atendidos-na-atencao-basica/>. ISSN 0066-782X

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Santos SN, Leite LR, Tse TS, Beck R, Lee RA, Shepherd RFJ. Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):452-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Simone N.; Leite, Luiz R.; Tse, Tak Sun; Beck, Rebecca; Lee, Robert A.; Shepherd, Roger F. J.. Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 452-456, mar. 2010.

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Santos, S. N., Leite, L. R., Tse, T. S., Beck, R., Lee, R. A., & Shepherd, R. F. J. (2010). Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 452-456.

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Santos, Simone N. and Leite, Luiz R. and Tse, Tak Sun and Beck, Rebecca and Lee, Robert A. and Shepherd, Roger F. J.. Índice de resistividade renal como preditor da revascularização renal para hipertensão renovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 452-456. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indice-de-resistividade-renal-como-preditor-da-revascularizacao-renal-para-hipertensao-renovascular/>. ISSN 0066-782X

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Gonçalves JAA, Amorim JE, Soares Neto MM, Ribeiro AB, Lima VC. Eficácia clínica da revascularização renal percutânea com implante de stent em pacientes com doença renovascular aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(1):85-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gonçalves, Janaína Andréa Altemar; Amorim, Jorge Eduardo; Soares Neto, Milton Macedo; Ribeiro, Artur Beltrame; Lima, Valter Correa. Eficácia clínica da revascularização renal percutânea com implante de stent em pacientes com doença renovascular aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 1, p. 85-90, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gonçalves, J. A. A., Amorim, J. E., Soares Neto, M. M., Ribeiro, A. B., & Lima, V. C. (2007). Eficácia clínica da revascularização renal percutânea com implante de stent em pacientes com doença renovascular aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(1), 85-90.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gonçalves, Janaína Andréa Altemar and Amorim, Jorge Eduardo and Soares Neto, Milton Macedo and Ribeiro, Artur Beltrame and Lima, Valter Correa. Eficácia clínica da revascularização renal percutânea com implante de stent em pacientes com doença renovascular aterosclerótica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 85-90. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eficacia-clinica-da-revascularizacao-renal-percutanea-com-implante-de-stent-em-pacientes-com-doenca-renovascular-aterosclerotica/>. ISSN 0066-782X

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Matsubara LS, Narikawa S, Ferreira ALA, Paiva SAR, Zornoff LM, Matsubara BB. Remodelação miocárdica na sobrecarga crônica de pressão ou de volume no coração de ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(2):126-30.

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Matsubara, Luiz Shiguero; Narikawa, Silvia; Ferreira, Ana Lucia dos Anjos; Paiva, Sergio Alberto Rupp de; Zornoff, Leonardo Mamede; Matsubara, Beatriz Bojikian. Remodelação miocárdica na sobrecarga crônica de pressão ou de volume no coração de ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 2, p. 126-130, fev. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Matsubara, L. S., Narikawa, S., Ferreira, A. L. A., Paiva, S. A. R. , Zornoff, L. M., & Matsubara, B. B. (2006). Remodelação miocárdica na sobrecarga crônica de pressão ou de volume no coração de ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(2), 126-130.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Matsubara, Luiz Shiguero and Narikawa, Silvia and Ferreira, Ana Lucia dos Anjos and Paiva, Sergio Alberto Rupp de and Zornoff, Leonardo Mamede and Matsubara, Beatriz Bojikian. Remodelação miocárdica na sobrecarga crônica de pressão ou de volume no coração de ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 126-130. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/remodelacao-miocardica-na-sobrecarga-cronica-de-pressao-ou-de-volume-no-coracao-de-ratos/>. ISSN 0066-782X

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