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ABC
Editorial

Mulheres e Fibrilação Atrial: A Disparidade na Anticoagulação é apenas uma Questão de Gênero? Em Busca da Realidade Brasileira

Jorge Elias Neto et al. Fernando Luiz Torres Gomes

A discussão sobre a fibrilação atrial (FA) deve partir da premissa de que, certamente ao lado de outras condições como a obesidade, e em uma parceria particularmente prejudicial com ela, esse distúrbio do ritmo emergiu como um problema global de saúde pública, justificando uma projeção epidêmica para este século.

Numerosos estudos demonstraram diferenças na apresentação da FA, incidência de comorbidades e taxas de internação entre homens e mulheres. Portanto é crucial avaliar se existem diferenças de gênero na adesão e na utilização de anticoagulantes orais, bem como nos desfechos baseados nas condições clinicas na alta hospitalar.–

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Anticoagulação
  • Fatores de risco
  • Fibrilação Atrial
  • Mulheres
  • Sexo
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22/11/2024 DOI: 10.36660/abc.20240583
Além do Escore GRACE SCA: É Necessário um Modelo Diferente para Homens e Mulheres após IAMCSST?
ABC
Artigo Original

Além do Escore GRACE SCA: É Necessário um Modelo Diferente para Homens e Mulheres após IAMCSST?

José Sergio Nascimento Silva et al. Isly Maria Lucena de Barros Jorge Augusto Nunes Guimarães Davide Cao … Sílvia Marinho Martins Tawanna Xavier Marques de Carvalho Rayssa Santana de Farias Viviana Lemke Roxana Mehran Rodrigo Pedrosa

Resumo

Fundamento

As mulheres, em comparação aos homens, apresentam piores resultados após a síndrome coronariana aguda (SCA). No entanto, ainda não está claro se o sexo feminino em si é um preditor independente de tais eventos adversos.

Objetivo

Este estudo tem como objetivo avaliar a associação entre o sexo feminino e a mortalidade hospitalar após infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

Métodos

Conduzimos um estudo de coorte retrospectivo, recrutando pacientes consecutivos com IAMCSST, internados em um hospital terciário de janeiro de 2018 a fevereiro de 2019. Todos os pacientes foram tratados de acordo com as recomendações das diretrizes atuais. Modelos de regressão logística multivariada foram aplicados para avaliar a mortalidade hospitalar utilizando variáveis de GRACE. A precisão do modelo foi avaliada usando o índice c. Um valor de p < 0,05 foi estatisticamente significativo.

Resultados

Dos 1.678 pacientes com SCA, 709 apresentaram IAMCSST. A população era composta por 36% de mulheres e a idade média era de 61 anos. As mulheres tinham maior idade (63,13 anos vs. 60,53 anos, p = 0,011); apresentavam hipertensão (75,1% vs. 62,4%, p = 0,001), diabetes (42,2% vs. 27,8%, p < 0,001) e hiperlipidemia (34,1% vs. 23,9%, p = 0,004) mais frequentemente; e apresentaram menor probabilidade de serem submetidas a intervenção coronária percutânea (ICP) por acesso radial (23,7% vs. 46,1%, p < 0,001). A taxa de mortalidade hospitalar foi significativamente maior em mulheres (13,2% vs. 5,6%, p = 0,001), e o sexo feminino permaneceu em maior risco de mortalidade hospitalar (OR 2,79, IC de 95% 1,15–6,76, p = 0,023). Um modelo multivariado incluindo idade, sexo, pressão arterial sistólica, parada cardíaca e classe de Killip atingiu 94,1% de precisão na previsão de mortalidade hospitalar, e o índice c foi de 0,85 (IC de 95% 0,77–0,93).

Conclusão

Após ajuste para os fatores de risco no modelo de previsão do GRACE, as mulheres continuam em maior risco de mortalidade hospitalar.

  • Doença arterial coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Mulheres
  • Sexo
  • Síndrome Coronariana Aguda
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03/05/2024 DOI: 10.36660/abc.20230060 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Sintomas Cardiopulmonares Pós-COVID-19: Preditores e Características de Imagem de Pacientes após a Alta Hospitalar

Kalil-Filho Roberto et al. Roberta Saretta André Franci Luciano M. Baracioli … Filomena R. B. G. Galas Juliana S. Gil Amanda Ferino Camilla Giacovone Isabella Oliveira Johnatan Souza Vanessa Batista Augusto Scalabrini Neto Livia do Valle Costa Amanda Danieleto Ruiz Carla B. Ledo Teresa Cristina D. C. Nascimento Luciano F. Drager

Resumo

Fundamento

A maioria da evidência sobre o impacto da síndrome COVID pós-aguda (PACS, do inglês, post-acute COVID-19 syndrome) descreve sintomas individuais sem correlacioná-los com exames de imagens.

Objetivos

Avaliar sintomas cardiopulmonares, seus preditores e imagens relacionadas em pacientes com COVID-19 após alta hospitalar.

Métodos

Pacientes consecutivos, que sobreviveram à COVID-19, foram contatados 90 dias após a alta hospitalar. A equipe de desfechos clínicos (cega quanto aos dados durante a internação) elaborou um questionário estruturado avaliando sintomas e estado clínico. Uma análise multivariada foi realizada abordando a evolução da COVID-19, comorbidades, ansiedade, depressão, e estresse pós-traumático durante a internação, e reabilitação cardíaca após a alta. O nível de significância usado nas análises foi de 5%.

Resultados

Foram incluídos 480 pacientes (idade 59±14 anos, 67,5% do sexo masculino) que receberam alta hospitalar por COVID-19; 22,3% necessitaram de ventilação mecânica. A prevalência de pacientes com sintomas cardiopulmonares relacionados à PACS (dispneia, cansaço/fadiga, tosse e desconforto no peito) foi de 16,3%. Vários parâmetros de tomografia computadorizada do tórax e de ecocardiograma foram similares entre os pacientes com e sem sintomas cardiopulmonares. A análise multivariada mostrou que sintomas cardiopulmonares foram relacionados de maneira independente com sexo feminino (OR 3,023; IC95% 1,319-6,929), trombose venosa profunda durante a internação (OR 13,689; IC95% 1,069-175,304), nível elevado de troponina (OR 1,355; IC95% 1,048-1,751) e de proteína C reativa durante a internação (OR 1,060; IC95% 1,023-1,097) e depressão (OR 6,110; IC95% 2,254-16,558).

Conclusão

Os sintomas cardiopulmonares relacionados à PACS 90 dias após a alta hospitalar são comuns e multifatoriais. Além dos marcadores trombóticos, inflamatórios e de lesão miocárdica durante a internação, sexo feminino e depressão foram associados independentemente com sintomas cardiopulmonares relacionados à PACS. Esses resultados destacaram a necessidade de uma abordagem multifacetada direcionada a pacientes susceptíveis.

  • COVID-19
  • Depressão
  • Sexo
  • Sinais e Sintomas
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29/05/2023 DOI: 10.36660/abc.20220642
Figura 1
ABC
Artigo Original

Bloqueadores do Receptor de Angiotensina Avaliados por Medida de Consultório e Residencial da Pressão Arterial. Estudo TeleMRPA

Weimar Kunz Sebba Barroso et al. Andréa Araujo Brandão Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Audes Diógenes de Magalhães Feitosa … Eduardo Costa Duarte Barbosa Roberto Dischinger Miranda Josep Redon Miguel Camafort-Babkowski Antonio Coca Marco Antônio Mota Gomes

Resumo

Fundamento

O tratamento adequado e a obtenção das metas na hipertensão arterial são importantes na redução dos desfechos cardiovasculares.

Objetivos

Descrever os bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA) em monoterapia ou combinação dupla e a taxa de controle da hipertensão arterial.

Métodos

Estudo transversal que avaliou pacientes em uso de BRA entre 2017 e 2020. Foram excluídos aqueles em uso de três ou mais anti-hipertensivos. As variáveis analisadas foram: sexo, idade, índice de massa corporal, medidas válidas da medida residencial da pressão arterial (MRPA); pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) obtidas pela MRPA e de forma casual; variabilidade pressórica; classe dos anti-hipertensivos e dos BRAs. Foram utilizados testes de t pareado, qui-quadrado e Fisher, além de sobreposição dos intervalos de confiança de 95% com nível de significância de 5% (p < 0,05).

Resultados

Foram selecionados 17.013 pacientes; destes, 12.813 preencheram os critérios, dos quais 62,1% eram do sexo feminino. O número médio de medidas válidas foi de 23,3 (±2,0), com médias para a PAS de 126,8±15,8 mmHg e 133,5±20,1 mmHg (p < 0,001) e para a PAD de 79,1±9,7 mmHg e 83,6±11,9 mmHg (p < 0,001) pela MRPA e medida casual, respectivamente. Losartana foi o BRA mais utilizado e o que apresentou comportamentos mais elevados da pressão arterial. As combinações de BRA com diuréticos ou com antagonistas de canal de cálcio tiveram menores valores de pressão arterial.

Conclusões

Losartana foi utilizada em mais da metade dos pacientes, apesar de ser a menos eficiente na redução e no controle da pressão arterial.

  • Anti-Hipertensivos/uso terapêutico
  • Bloqueadores do Receptor Tipo 1 de Angiotensina II
  • Hipertensão
  • idade
  • losartana
  • Peso e Medidas
  • Sexo
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09/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210504 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Efeitos Sexo-Específicos de Estresse Pré-Natal na Expressão Região-Específica de Monoamina Oxidase A e Receptores Adrenérgicos Β no Coração de Ratos

Tanja Jevdjovic et al. Tamara Dakic Sonja Kopanja Iva Lakic … Predrag Vujovic Nebojsa Jasnic Jelena Djordjevic

Resumo

Fundamento:

Estresse pré-natal pode aumentar os riscos de desenvolver doenças cardiovasculares na idade adulta. Os efeitos cardiotóxicos de catecolaminas são mediados pela estimulação prolongada dos receptores adrenérgicos e pelo aumento do estresse oxidativo após sua degradação pela monoamina oxidase A (MAO-A).

Objetivos:

Investigamos os efeitos a longo prazo de estresse pré-natal nos receptores β (1, 2, 3) adrenérgicos e na expressão do gene MAO-A nos corações da prole adulta de ratos.

Método:

Ratas prenhes foram expostas a estresse crônico moderado imprevisível durante a terceira semana de gestação. O RNA foi isolado do ápice e da base do ventrículo esquerdo da prole adulta. Utilizou-se PCR quantitativa em tempo real para medir a expressão gênica nas amostras de tecido ventricular coletadas. O nível de significância foi estabelecido em p < 0,05.

Resultados:

Foi indetectável o mRNA do receptor adrenérgico β3 no ventrículo esquerdo dos ratos. O receptor adrenérgico β1 foi o subtipo mais expresso no miocárdio ventricular esquerdo apical e basal nas fêmeas controle. A prole masculina das mães não estressadas apresentou níveis cardíacos apicais de mRNA do receptor adrenérgico β1 mais altos do que os de β2. Porém, mRNAs dos receptores adrenérgicos β1 e β2 foram expressos de forma semelhante no miocárdio basal ventricular na prole masculina em geral. Ao contrário da prole masculina, a prole feminina exposta ao estresse pré-natal exibiu uma expressão diminuída do mRNA do receptor adrenérgico β1 no miocárdio apical. O estresse pré-natal não afetou a expressão gênica de MAO-A cardíaca.

Conclusões:

Coletivamente, nossos resultados mostram que estresse pré-natal pode ter exercido padrões de expressão região- e sexo-específica dos receptores adrenérgicos β1 e β2 no ventrículo esquerdo.

  • Antagonistas dos Receptores B1 B2
  • Cardiotoxicidade
  • Catecolaminas
  • Coração
  • Estresse Fisiológico
  • Estresse Oxidativo
  • Feminino
  • Gravidez
  • Ratos
  • Sexo
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13/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20190001
Mortalidade cardiovascular por sexo e faixa etária em São Paulo, Brasil: 1996 a 1998 e 2003 a 2005
ABC
Artigo Original

Mortalidade cardiovascular por sexo e faixa etária em São Paulo, Brasil: 1996 a 1998 e 2003 a 2005

Norma Farias et al. José Maria Pacheco de Souza Ruy Laurenti Soraya Martins de Alencar

FUNDAMENTO: O conhecimento da evolução da mortalidade cardiovascular é importante para levantar hipóteses sobre a sua ocorrência e subsidiar medidas de prevenção e controle. OBJETIVOS: Comparar a mortalidade pelo conjunto das doenças cardiovasculares e seus principais subgrupos: doença isquêmica do coração e cerebrovasculares (DIC e DCBV), no município de São Paulo, por sexo e idade, de 1996 a 1998 e 2003 a 2005. MÉTODOS: Foram usados dados de óbitos do Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade para o Município (PROAIM) e estimativas populacionais da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) do Estado de São Paulo. A magnitude na mortalidade e as mudanças entre os triênios foram medidas pela descrição de coeficientes e variação percentual relativa. O modelo de regressão de Poisson foi usado também para estimar a mudança na mortalidade entre os períodos. RESULTADOS: Observou-se redução importante da mortalidade cardiovascular. Os coeficientes aumentam com a idade em ambos os sexos. Também são mais elevados na população masculina, na faixa a partir dos 70 anos. Os coeficientes de mortalidade por DIC são maiores que aqueles por DCBV, tanto nos homens como nas mulheres de 50 anos ou mais. O declínio pelo conjunto das doenças cardiovasculares foi maior em mulheres de 20 a 29 anos (-30%) e em homens de 30 a 39 anos (-26%). CONCLUSÃO: A força da intensidade da mortalidade cardiovascular diminuiu entre 1996 e 1998, a 2003 e 2005. Ainda assim há diferenças entre os grupos. Essa redução pode significar, em parte, um maior acesso aos métodos diagnósticos e terapêuticos.

  • Brasil
  • Doenças Cardiovasculares
  • Idade de Início
  • São Paulo
  • Sexo
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11/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100010
Diferenças relacionadas ao sexo nos volumes ventriculares e na fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimados por cintilografia de perfusão miocárdica: comparação entre os programas Quantitative Gated SPECT (QGS) e Segami
ABC
Artigo Original

Diferenças relacionadas ao sexo nos volumes ventriculares e na fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimados por cintilografia de perfusão miocárdica: comparação entre os programas Quantitative Gated SPECT (QGS) e Segami

Alice Tatsuko Yamada et al. Guilherme de Carvalho Campos Neto José Soares Júnior Maria Clementina P. Giorgi … Fernando Araújo José Claudio Meneghetti Alfredo José Mansur

OBJETIVO: Analisar as diferenças relacionadas ao sexo nas medidas obtidas pelos programas Segami e Quantitative Gated SPECT (QGS). MÉTODOS: Cento e oitenta e um indivíduos assintomáticos sem evidência de cardiopatia foram submetidos a estudos de perfusão miocárdica. O volume diastólico final (VDF), volume sistólico final (VSF) e a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) foram quantificados pelos programas QGS and Segami para avaliar a influência do sexo, idade, peso, altura, freqüência cardíaca, pressão arterial sistólica, pressão arterial diastólica, índice de massa corporal e área de superfície corporal. RESULTADOS: As médias obtidas com o método QGS foram VDF (mulheres = 68 ml; homens = 95 ml; p < 0,001) e FEVE (mulheres = 66,24%; homens = 58,7%), e com o Segami, VDF (mulheres = 137 ml; homens = 174 ml) e FEVE (mulheres = 62,67%; homens = 58,52%). Foram observadas diferenças significantes entre homens e mulheres no VDF (p < 0,001) e VSF (p < 0,001), que persistiram após o ajuste em relação à área de superfície corporal. CONCLUSÃO: Os volumes ventriculares foram significantemente menores e a FEVE foi significantemente maior em mulheres, de acordo com os programas QGS e Segami.

  • Sexo
  • tomografia computadorizada por emissão de fóton único
  • Volume sistólico
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21/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000300006 Visualizações 1
Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos
ABC
Artigo Original

Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos

Rodrigo Trajano Sandoval Peixoto et al. Edison Carvalho Sandoval Peixoto Marcello Augustus Sena Angelo Leone Tedeschi … Ivana Picone Borges Maurício Bastos Freitas Rachid

OBJETIVO: Determinar os fatores de risco para óbito e eventos e a influência do sexo na evolução intra-hospitalar e aos seis meses, de pacientes internados nas 12 horas iniciais do infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento de ST, tratados com intervenção coronariana percutânea primária. MÉTODOS: Foram considerados 199 pacientes consecutivos, entre 07/1998 e 12/2000, com IAM e sem choque cardiogênico, sendo avaliada a evolução intra-hospitalar e em seis meses. RESULTADOS: As características clínicas eram semelhantes entre os grupos, exceto que as mulheres, que eram mais idosas que os homens (67,04 ± 11,53 x 59,70 ± 10,88, p < 0,0001). A mortalidade intra-hospitalar foi maior no sexo feminino (9,1% x 1,5%, p = 0,0171), assim como a incidência de eventos maiores (12,1% x 3,0%, p = 0,0026). A diferença de mortalidade persistia em seis meses (12,1% x 1,5%, p = 0,0026). Na análise multivariada predisseram óbito: sexo feminino e octogenários e eventos e/ou angina estável: doença multiarterial e disfunção ventricular grave. CONCLUSÃO: Sexo feminino e octogenários foram fatores independentes relacionados à mortalidade seis meses após a intervenção coronariana percutânea primária.

  • Angioplastia coronária primária
  • Fatores de risco
  • Infarto Agudo do Miocárdio
  • Sexo
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30/03/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000300009 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência

Antonio Carlos Beisl Noblat et al. Marcelo Barreto Lopes Gildete Barreto Lopes Antonio Alberto Lopes

OBJETIVO: Avaliar se o sexo se associa à hipertrofia ventricular esquerda, ao acidente vascular cerebral e à insuficiência renal em hipertensos atendidos em ambulatório de referência. MÉTODOS: Dados de 622 hipertensos, admitidos com diagnóstico de hipertrofia ventricular esquerda baseado no eletrocardiograma, de insuficiência renal, na creatinina > 1,4 mg/dl, e de acidente vascular cerebral em história pregressa e exame físico. Regressão logística foi utilizada para estimar odds ratio da associação entre sexo e lesão de órgãos-alvo da hipertensão, ajustadas para raça, idade e sua duração. RESULTADOS: A média das idades foi 48,4±13,8 anos, 74,1% eram mulheres, 84,9% mulatos ou negros. Quase a metade dos homens e mais de 40% das mulheres apresentavam pelo menos um evento definido com lesão órgão-alvo. Insuficiência renal foi maior nos homens, OR ajustada (ORa) = 2,73; (p=0,002). Nos pacientes brancos, a freqüência de acidente vascular cerebral foi significantemente (p=0,017) maior nos homens (4/33) do que nas mulheres (0/56) e, na análise para idade > 49 anos, a prevalência de hipertrofia ventricular esquerda foi significantemente maior em homens, ORa = 1,99; (p=0,024). CONCLUSÃO: Os dados obtidos sugerem maior prevalência de insuficiência renal em homens do que em mulheres, de acidente vascular cerebral em homens brancos do que em mulheres brancas, e de hipertrofia ventricular esquerda em homens do que em mulheres com idade > 49 anos.

  • Hipertensão Arterial
  • Sexo
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22/10/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001600006 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Elias Neto J, Gomes FLT. Mulheres e Fibrilação Atrial: A Disparidade na Anticoagulação é apenas uma Questão de Gênero? Em Busca da Realidade Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20240583.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Elias Neto, Jorge; Gomes, Fernando Luiz Torres. Mulheres e Fibrilação Atrial: A Disparidade na Anticoagulação é apenas uma Questão de Gênero? Em Busca da Realidade Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20240583, nov. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Elias Neto, J., & Gomes, F. L. T. (2024). Mulheres e Fibrilação Atrial: A Disparidade na Anticoagulação é apenas uma Questão de Gênero? Em Busca da Realidade Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20240583.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Elias Neto, Jorge and Gomes, Fernando Luiz Torres. Mulheres e Fibrilação Atrial: A Disparidade na Anticoagulação é apenas uma Questão de Gênero? Em Busca da Realidade Brasileira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20240583. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mulheres-e-fibrilacao-atrial-a-disparidade-na-anticoagulacao-e-apenas-uma-questao-de-genero-em-busca-da-realidade-brasileira/>. ISSN 0066-782X

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Silva JSN, Barros IML, Guimarães JAN, Cao D, Martins SM, Carvalho TXM, Farias RS, et al. Além do Escore GRACE SCA: É Necessário um Modelo Diferente para Homens e Mulheres após IAMCSST?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(4):e20230060.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, José Sergio Nascimento; Barros, Isly Maria Lucena de; Guimarães, Jorge Augusto Nunes; Cao, Davide; Martins, Sílvia Marinho; Carvalho, Tawanna Xavier Marques de; Farias, Rayssa Santana de; Lemke, Viviana; Mehran, Roxana; Pedrosa, Rodrigo. Além do Escore GRACE SCA: É Necessário um Modelo Diferente para Homens e Mulheres após IAMCSST?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 4, e20230060, maio. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, J. S. N., Barros, I. M. L. , Guimarães, J. A. N., Cao, D., Martins, S. M., Carvalho, T. X. M. , Farias, R. S. , Lemke, V., Mehran, R., & Pedrosa, R. (2024). Além do Escore GRACE SCA: É Necessário um Modelo Diferente para Homens e Mulheres após IAMCSST?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(4), e20230060.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, José Sergio Nascimento and Barros, Isly Maria Lucena de and Guimarães, Jorge Augusto Nunes and Cao, Davide and Martins, Sílvia Marinho and Carvalho, Tawanna Xavier Marques de and Farias, Rayssa Santana de and Lemke, Viviana and Mehran, Roxana and Pedrosa, Rodrigo. Além do Escore GRACE SCA: É Necessário um Modelo Diferente para Homens e Mulheres após IAMCSST?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230060. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alem-do-escore-grace-sca-e-necessario-um-modelo-diferente-para-homens-e-mulheres-apos-iamcsst/>. ISSN 0066-782X

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Roberto K, Saretta R, Franci A, Baracioli LM, Galas FRBG, Gil JS, Ferino A, et al. Sintomas Cardiopulmonares Pós-COVID-19: Preditores e Características de Imagem de Pacientes após a Alta Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20220642.

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Roberto, Kalil-Filho; Saretta, Roberta; Franci, André; Baracioli, Luciano M.; Galas, Filomena R. B. G.; Gil, Juliana S.; Ferino, Amanda; Giacovone, Camilla; Oliveira, Isabella; Souza, Johnatan; Batista, Vanessa; Scalabrini Neto, Augusto; Costa, Livia do Valle; Ruiz, Amanda Danieleto; Ledo, Carla B.; Nascimento, Teresa Cristina D. C.; Drager, Luciano F.. Sintomas Cardiopulmonares Pós-COVID-19: Preditores e Características de Imagem de Pacientes após a Alta Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20220642, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Roberto, K., Saretta, R., Franci, A., Baracioli, L. M., Galas, F. R. B. G., Gil, J. S., Ferino, A., Giacovone, C., Oliveira, I., Souza, J., Batista, V., Scalabrini Neto, A., Costa, L. V., Ruiz, A. D., Ledo, C. B., Nascimento, T. C. D. C., & Drager, L. F. (2023). Sintomas Cardiopulmonares Pós-COVID-19: Preditores e Características de Imagem de Pacientes após a Alta Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20220642.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Roberto, Kalil-Filho and Saretta, Roberta and Franci, André and Baracioli, Luciano M. and Galas, Filomena R. B. G. and Gil, Juliana S. and Ferino, Amanda and Giacovone, Camilla and Oliveira, Isabella and Souza, Johnatan and Batista, Vanessa and Scalabrini Neto, Augusto and Costa, Livia do Valle and Ruiz, Amanda Danieleto and Ledo, Carla B. and Nascimento, Teresa Cristina D. C. and Drager, Luciano F.. Sintomas Cardiopulmonares Pós-COVID-19: Preditores e Características de Imagem de Pacientes após a Alta Hospitalar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [citado 2026-10-14], e20220642. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sintomas-cardiopulmonares-pos-covid-19-preditores-e-caracteristicas-de-imagem-de-pacientes-apos-a-alta-hospitalar/>. ISSN 0066-782X

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Barroso WKS, Brandão AA, Vitorino PVO, Feitosa ADM, Barbosa ECD, Miranda RD, Redon J, et al. Bloqueadores do Receptor de Angiotensina Avaliados por Medida de Consultório e Residencial da Pressão Arterial. Estudo TeleMRPA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1069-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barroso, Weimar Kunz Sebba; Brandão, Andréa Araujo; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira; Feitosa, Audes Diógenes de Magalhães; Barbosa, Eduardo Costa Duarte; Miranda, Roberto Dischinger; Redon, Josep; Camafort-Babkowski, Miguel; Coca, Antonio; Gomes, Marco Antônio Mota. Bloqueadores do Receptor de Angiotensina Avaliados por Medida de Consultório e Residencial da Pressão Arterial. Estudo TeleMRPA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1069-1082, maio. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barroso, W. K. S., Brandão, A. A., Vitorino, P. V. O., Feitosa, A. D. M., Barbosa, E. C. D., Miranda, R. D., Redon, J., Camafort-Babkowski, M., Coca, A., & Gomes, M. A. M. (2022). Bloqueadores do Receptor de Angiotensina Avaliados por Medida de Consultório e Residencial da Pressão Arterial. Estudo TeleMRPA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1069-1082.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barroso, Weimar Kunz Sebba and Brandão, Andréa Araujo and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira and Feitosa, Audes Diógenes de Magalhães and Barbosa, Eduardo Costa Duarte and Miranda, Roberto Dischinger and Redon, Josep and Camafort-Babkowski, Miguel and Coca, Antonio and Gomes, Marco Antônio Mota. Bloqueadores do Receptor de Angiotensina Avaliados por Medida de Consultório e Residencial da Pressão Arterial. Estudo TeleMRPA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1069-1082. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/bloqueadores-do-receptor-de-angiotensina-avaliados-por-medida-de-consultorio-e-residencial-da-pressao-arterial-estudo-telemrpa/>. ISSN 0066-782X

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Jevdjovic T, Dakic T, Kopanja S, Lakic I, Vujovic P, Jasnic N, Djordjevic J, et al. Efeitos Sexo-Específicos de Estresse Pré-Natal na Expressão Região-Específica de Monoamina Oxidase A e Receptores Adrenérgicos Β no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(1):67-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jevdjovic, Tanja; Dakic, Tamara; Kopanja, Sonja; Lakic, Iva; Vujovic, Predrag; Jasnic, Nebojsa; Djordjevic, Jelena. Efeitos Sexo-Específicos de Estresse Pré-Natal na Expressão Região-Específica de Monoamina Oxidase A e Receptores Adrenérgicos Β no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 67-75, dez. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jevdjovic, T., Dakic, T., Kopanja, S., Lakic, I., Vujovic, P., Jasnic, N., & Djordjevic, J. (2018). Efeitos Sexo-Específicos de Estresse Pré-Natal na Expressão Região-Específica de Monoamina Oxidase A e Receptores Adrenérgicos Β no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 67-75.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jevdjovic, Tanja and Dakic, Tamara and Kopanja, Sonja and Lakic, Iva and Vujovic, Predrag and Jasnic, Nebojsa and Djordjevic, Jelena. Efeitos Sexo-Específicos de Estresse Pré-Natal na Expressão Região-Específica de Monoamina Oxidase A e Receptores Adrenérgicos Β no Coração de Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 67-75. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-sexo-especificos-de-estresse-pre-natal-na-expressao-regiao-especifica-de-monoamina-oxidase-a-e-receptores-adrenergicos-%ce%b2-no-coracao-de-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Farias N, Souza JMP, Laurenti R, Alencar SM. Mortalidade cardiovascular por sexo e faixa etária em São Paulo, Brasil: 1996 a 1998 e 2003 a 2005. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):498-505.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Farias, Norma; Souza, José Maria Pacheco de; Laurenti, Ruy; Alencar, Soraya Martins de. Mortalidade cardiovascular por sexo e faixa etária em São Paulo, Brasil: 1996 a 1998 e 2003 a 2005. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. 498-505, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Farias, N., Souza, J. M. P. , Laurenti, R., & Alencar, S. M. (2010). Mortalidade cardiovascular por sexo e faixa etária em São Paulo, Brasil: 1996 a 1998 e 2003 a 2005. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), 498-505.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Farias, Norma and Souza, José Maria Pacheco de and Laurenti, Ruy and Alencar, Soraya Martins de. Mortalidade cardiovascular por sexo e faixa etária em São Paulo, Brasil: 1996 a 1998 e 2003 a 2005. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 498-505. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-cardiovascular-por-sexo-e-faixa-etaria-em-sao-paulo-brasil-1996-a-1998-e-2003-a-2005/>. ISSN 0066-782X

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Yamada AT, Campos Neto GC, Soares Júnior J, Giorgi MCP, Araújo F, Meneghetti JC, Mansur AJ, et al. Diferenças relacionadas ao sexo nos volumes ventriculares e na fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimados por cintilografia de perfusão miocárdica: comparação entre os programas Quantitative Gated SPECT (QGS) e Segami. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(3):285-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Yamada, Alice Tatsuko; Campos Neto, Guilherme de Carvalho; Soares Júnior, José; Giorgi, Maria Clementina P.; Araújo, Fernando; Meneghetti, José Claudio; Mansur, Alfredo José. Diferenças relacionadas ao sexo nos volumes ventriculares e na fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimados por cintilografia de perfusão miocárdica: comparação entre os programas Quantitative Gated SPECT (QGS) e Segami. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 3, p. 285-290, maio. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Yamada, A. T., Campos Neto, G. C., Soares Júnior, J., Giorgi, M. C. P., Araújo, F., Meneghetti, J. C., & Mansur, A. J. (2007). Diferenças relacionadas ao sexo nos volumes ventriculares e na fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimados por cintilografia de perfusão miocárdica: comparação entre os programas Quantitative Gated SPECT (QGS) e Segami. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(3), 285-290.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Yamada, Alice Tatsuko and Campos Neto, Guilherme de Carvalho and Soares Júnior, José and Giorgi, Maria Clementina P. and Araújo, Fernando and Meneghetti, José Claudio and Mansur, Alfredo José. Diferenças relacionadas ao sexo nos volumes ventriculares e na fração de ejeção do ventrículo esquerdo estimados por cintilografia de perfusão miocárdica: comparação entre os programas Quantitative Gated SPECT (QGS) e Segami. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 285-290. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diferencas-relacionadas-ao-sexo-nos-volumes-ventriculares-e-na-fracao-de-ejecao-do-ventriculo-esquerdo-estimados-por-cintilografia-de-perfusao-miocardica-comparacao-entre-os-programas-quantitative-ga/>. ISSN 0066-782X

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Peixoto RTS, Peixoto ECS, Sena MA, Tedeschi AL, Borges IP, Rachid MBF. Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(3):211-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Peixoto, Rodrigo Trajano Sandoval; Peixoto, Edison Carvalho Sandoval; Sena, Marcello Augustus; Tedeschi, Angelo Leone; Borges, Ivana Picone; Rachid, Maurício Bastos Freitas. Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 3, p. 211-218, mar. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Peixoto, R. T. S., Peixoto, E. C. S., Sena, M. A., Tedeschi, A. L., Borges, I. P., & Rachid, M. B. F. (2006). Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(3), 211-218.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Peixoto, Rodrigo Trajano Sandoval and Peixoto, Edison Carvalho Sandoval and Sena, Marcello Augustus and Tedeschi, Angelo Leone and Borges, Ivana Picone and Rachid, Maurício Bastos Freitas. Influência do sexo na evolução imediata e a médio prazo após a intervenção coronariana percutânea primária e análise dos fatores independentes de risco para óbito ou eventos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 211-218. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-do-sexo-na-evolucao-imediata-e-a-medio-prazo-apos-a-intervencao-coronariana-percutanea-primaria-e-analise-dos-fatores-independentes-de-risco-para-obito-ou-eventos/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Noblat ACB, Lopes MB, Lopes GB, Lopes AA. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(4):308-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Noblat, Antonio Carlos Beisl; Lopes, Marcelo Barreto; Lopes, Gildete Barreto; Lopes, Antonio Alberto. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. 4, p. 308-313, out. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Noblat, A. C. B., Lopes, M. B., Lopes, G. B., & Lopes, A. A. (2004). Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(4), 308-313.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Noblat, Antonio Carlos Beisl and Lopes, Marcelo Barreto and Lopes, Gildete Barreto and Lopes, Antonio Alberto. Complicações da hipertensão arterial em homens e mulheres atendidos em um ambulatório de referência. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 308-313. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/complicacoes-da-hipertensao-arterial-em-homens-e-mulheres-atendidos-em-um-ambulatorio-de-referencia/>. ISSN 0066-782X

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