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  2. Palavra-chave: Doença de Chagas/fisiopatologia
Figura 1
ABC
Artigo Original

Correlação entre Cardiomegalia pela Radiografia de Tórax e Diâmetro do Ventrículo Esquerdo pela Ecocardiografia em Pacientes com Doença de Chagas

Matheus Rassi Fernandes Ramos et al. Henrique Turin Moreira Gustavo Jardim Volpe Minna Romano … Benedito Carlos Maciel André Schmidt Anis Rassi Junior Jose Antônio Marin Neto

Resumo

Fundamento

Cardiomegalia pela radiografia de tórax (RXT) é preditor independente de morte em indivíduos com cardiomiopatia crônica da doença de Chagas (CCDC). Contudo, a correlação entre o aumento do índice cardiotorácico (ICT) na RXT e do diâmetro telediastólico do ventrículo esquerdo (DDVE) pela ecocardiografia (ECO) nessa população não está bem definida.

Objetivos

Analisar a relação entre cardiomegalia pela RXT e DDVE pela ECO em pacientes com doença de Chagas (DC) e sua aplicabilidade ao escore de Rassi.

Métodos

Estudo retrospectivo incluiu 63 pacientes ambulatoriais com DC avaliados por RXT e ECO. Cardiomegalia na RXT foi definida como ICT > 0,5. DDVE foi avaliado como variável contínua. Curva ROC foi utilizada para avaliar o potencial do DDVE para identificação de cardiomegalia pela RXT, com ponto de corte definido pela maior somatória de sensibilidade e especificidade.

Resultados

Idade mediana = 61 anos [intervalo interquartil: 48-68], 56% mulheres. CCDC foi identificada em 58 pacientes; 5 tinham a forma indeterminada da DC. Cardiomegalia foi detectada em 28 indivíduos. A área sob a curva ROC do DDVE para identificação de cardiomegalia foi de 0,806 (IC 95%: 0,692-0,919). O ponto de corte ótimo para DDVE foi de 60 mm (sensibilidade = 64%, especificidade = 89%). O uso do DDVE pela ECO em substituição ao ICT pela RXT alterou o escore de Rassi em 14 pacientes, e em 10 deles houve redução do risco presumido.

Conclusão

DDVE pela ECO é parâmetro adequado e com alta especificidade para distinguir entre presença e ausência de cardiomegalia na RXT na DC. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(1):68-74)

  • bloqueio cardíaco
  • Cardiomegalia
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • RX/ Tórax
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20190673 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária

Savio Cardoso et al. Clerio Francisco de Azevedo Filho Fábio Fernandes Barbara Ianni … Jorge Andion Torreão Mateus Diniz Marques Luiz Francisco Rodrigues de Ávila Raul Santos Filho Charles Mady Roberto Kalil-Filho José Antônio Franchine Ramires Marcio Sommer Bittencourt Carlos E. Rochitte

Resumo

Fundamento

Em regiões endêmicas da doença de Chagas, por muitos anos, existe uma observação empírica recorrente de que a doença arterial coronariana (DAC) é incomum em pacientes com doença de Chagas. Estudos anteriores baseados em análise patológica ou angiografia coronária invasiva apresentam resultados controversos.

Objetivo

Investigar se a DAC é menos prevalente e menos grave em pacientes com doença de Chagas crônica em comparação a uma população pareada controle, com perfil de risco para DAC similar.

Métodos

Um total de 86 participantes, 43 pacientes com doença de Chagas crônica consecutivos e 43 indivíduos assintomáticos, sem qualquer história prévia de doença cardíaca ou doença DAC conhecida (grupo controle), foram incluídos no estudo. Pacientes e controles foram pareados quanto sexo, idade e escore de risco de Framingham. Todos os pacientes foram analisados quanto ao escore de cálcio coronário (ECC) e submetidos à angiotomografia coronária usando um tomógrafo de 320 detectores. O nível de significância estatística adotado foi de p < 0,05.

Resultados

O ECC foi significativamente mais baixo em pacientes com doença de Chagas em comparação aos controles (p 10 (OR: 0,11, IC95%: 0,01-0,87, p=0,04), e para a presença de estenose (OR: 0,06, IC95%: 0,01-0,47, p=0,001). O pareamento por escore de propensão também mostrou um efeito da doença de Chagas no ECC (-21,6 pontos no escore absoluto e 25% menos pacientes com ECC > 10; p=0,015).

Conclusões

A prevalência e a gravidade da DAC são mais baixas nos pacientes com doença de Chagas crônica em comparação a uma população pareada e perfil de risco para DAC similar. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(6):1051-1060)

  • Aterosclerose
  • Doença arterial coronariana
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Escore de Cálcio
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200342 Visualizações 1
ABC
Editorial

Disfunção Microvascular Coronariana: Isso Realmente Importa na Doença de Chagas?

Maria do Carmo Pereira Nunes

Há um crescente reconhecimento de que os distúrbios que afetam a estrutura e a função da microcirculação coronariana podem agir como mediadores-chave dos sintomas e prognóstico dos pacientes. O subconjunto de distúrbios que afetam a microcirculação é denominado disfunção microvascular coronariana (DMC), que é expressa como a incapacidade das artérias coronárias de se dilatarem de forma adequada para atender à demanda de oxigênio do miocárdio e/ou como a redução abrupta no fluxo sanguíneo coronário relacionado ao espasmo coronário.

Nas últimas 2 décadas, a DMC tem sido investigada ativamente em várias condições cardíacas em um amplo espectro de fatores de risco cardiovascular. , A disfunção microvascular é desencadeada por inflamação sistêmica de baixo grau induzida por fatores de risco cardiovascular convencionais, incluindo hipertensão, diabetes, obesidade, dislipidemia e idade avançada. , Esse espectro de anormalidades provavelmente pode ser ampliado pela presença de aterosclerose epicárdica.

[…]

  • Aterosclerose
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Fatores de risco
  • Inflamação
  • Isquemia Miocárdica
  • microcirculação
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20201219 Visualizações 1
ABC
Editorial

Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi

Maria de Lourdes Higuchi

O artigo Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Cornária revela um dado muito importante: a população chagásica tem muito menos aterosclerose em comparação com uma população não chagásica cuidadosamente pareada. Analisando-se prospectivamente 43 pacientes, 93% dos pacientes chagásicos apresentavam ausência de placas de DAC, 7% de obstrução leve a moderada e nenhum caso de obstrução grave. O estudo endossa nossos dados patológicos anteriores em poucos corações autopsiados, confirmando que pacientes chagásicos não têm aterosclerose. Por que eles não apresentam aterosclerose?

A principal enzima produzida pelo Trypanosoma cruzi (T. cruzi) é a transialidase, que remove o ácido sálico do tecido para a circulação. A microbiota tem sido associada ao desenvolvimento da aterosclerose. O micoplasma é conhecido por se proliferar em meios ricos em colesterol e, em nosso estudo anterior, observamos grande quantidade de micoplasmas em placas de ateroma. Muitos agentes infecciosos como o micoplasma e vírus como o SARS CoV-2 usam o ácido sálico para entrar na célula hospedeira. A transialidase do T. cruzi pode remover os micoplasmas das placas de ateroma, evitando o desenvolvimento do ateroma. Criamos um nutricosmético associando a enzima transialidase a nanopartículas antioxidantes naturais e diminuição da aterosclerose experimental em coelhos. ,

[…]

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Tomografia Computadorizada Angiográfica
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06/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20201229 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Ausência de Descenso da Pressão Arterial Detectada pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial em Pacientes com Doença de Chagas Aguda Transmitida por Via Oral

Dilma do S. M. de Souza et al. Céres Larissa Barbosa de Oliveira Brenda Gonçalves Maciel Maria Tereza Figueiredo … Henrique Tria Bianco Francisco A. H. Fonseca Maria Cristina Izar Rui M. S. Póvoa

Resumo

Fundamento

O acometimento do sistema nervoso autônomo é um dos mecanismos propostos para explicar a progressão da lesão miocárdica na doença de Chagas. Evidências indicam alterações do sistema nervoso simpático e parassimpático desde a fase aguda, e estudos são necessários para se entender os aspectos fisiopatológicos e o valor prognóstico dessas alterações.

Objetivo

Analisar o comportamento da pressão arterial pela monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) em pacientes normotensos com doença de Chagas aguda (DCA) sem envolvimento cardíaco aparente, e a influência da infecção no descenso fisiológico do sono.

Métodos

Foi realizado a MAPA em 54 pacientes com DCA e utilizado um grupo controle de 54 indivíduos normotensos, pareados para idade e sexo. O nível de significância adotado foi para um erro tipo I (alfa) de 5%.

Resultados

Em um total de 54 pacientes com DCA ocorreu ausência de descenso sistólico do sono em 74,0%*, ausência de descenso diastólico do sono em 53,7%*, e ausência de descenso sistólico e diastólico do sono (51,8%)*, (*p<0,05). Em 12,9% ocorreu ascensão sistólica da pressão no sono e em 18,5% ascensão diastólica (p<0,05).

Conclusão

Em pacientes com Doença de Chagas aguda, houve ausência significativa do descenso fisiológico da pressão arterial durante o sono, tanto da pressão arterial sistólica quanto a diastólica, e alguns pacientes apresentaram ascensão noturna desses parâmetros. Esses achados sugerem alterações autonômicas na doença de Chagas desde a fase aguda. (Arq Bras Cardiol. 2020; 114(4):711-715)

  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Hipertensão
  • Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial/métodos
  • Pressão Arterial / fisiologia
  • Sistema Nervoso Autônomo/fisiologia
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20190143 Visualizações 2
ABC
Editorial

A Forma Indeterminada da Doença de Chagas

Victor Sarli Issa

A presença de áreas de fibrose difusa no tecido miocárdico é uma característica marcante da cardiopatia da doença de Chagas. Os mecanismos propostos para o surgimento dessas áreas de fibrose são variados e incluem dano direto do Trypanosoma cruzi ao tecido cardíaco, isquemia tecidual por alterações da microcirculação e trombose microvascular mediada por processos inflamatórios e imunológicos. A fibrose miocárdica não somente revela aspectos importantes da fisiopatologia da doença, mas também possui significado clínico, já que sua progressão pode levar a lesões no sistema de condução, contribuir para a gênese de arritmias e para a disfunção ventricular sistólica e diastólica, bem como favorecer o surgimento de fenômenos tromboembólicos a partir de áreas de hipocinesia ou acinesia.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, são apresentados resultados de estudo realizado conjuntamente em três diferentes centros de Salvador, Bahia, a respeito do significado clínico do achado de fibrose em pacientes com doença de Chagas, tanto na forma indeterminada como na cardiopatia chagásica (com e sem disfunção ventricular esquerda). A pesquisa de fibrose foi feita pela aquisição de imagens em ressonância magnética com a técnica de realce tardio. Os autores reportam o achado de realce tardio compatível com fibrose em 41% dos pacientes com a forma indeterminada, valor semelhante ao encontrado em pacientes com cardiopatia sem disfunção ventricular. Como importante achado adicional, foram também semelhantes entre os grupos outras variáveis, como as características clínicas, nível de peptídeo natriurético tipo B, troponina, interleucinas 2, 4, 6 e 10, fator de necrose tumoral alfa e interferon gama.

[…]

  • Diagnóstico por Imagem
  • Disfunção Ventricular
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Epidemiologia
  • Fibrose Endomiocárdica
  • Miocardiopatia Chagásica
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20180027 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Ramos MRF, Moreira HT, Volpe GJ, Romano M, Maciel BC, Schmidt A, Rassi Junior A, et al. Correlação entre Cardiomegalia pela Radiografia de Tórax e Diâmetro do Ventrículo Esquerdo pela Ecocardiografia em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):68-74.

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Ramos, Matheus Rassi Fernandes; Moreira, Henrique Turin; Volpe, Gustavo Jardim; Romano, Minna; Maciel, Benedito Carlos; Schmidt, André; Rassi Junior, Anis; Marin Neto, Jose Antônio. Correlação entre Cardiomegalia pela Radiografia de Tórax e Diâmetro do Ventrículo Esquerdo pela Ecocardiografia em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 68-74, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ramos, M. R. F., Moreira, H. T., Volpe, G. J., Romano, M., Maciel, B. C., Schmidt, A., Rassi Junior, A., & Marin Neto, J. A. (2021). Correlação entre Cardiomegalia pela Radiografia de Tórax e Diâmetro do Ventrículo Esquerdo pela Ecocardiografia em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 68-74.

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Ramos, Matheus Rassi Fernandes and Moreira, Henrique Turin and Volpe, Gustavo Jardim and Romano, Minna and Maciel, Benedito Carlos and Schmidt, André and Rassi Junior, Anis and Marin Neto, Jose Antônio. Correlação entre Cardiomegalia pela Radiografia de Tórax e Diâmetro do Ventrículo Esquerdo pela Ecocardiografia em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 68-74. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/correlacao-entre-cardiomegalia-pela-radiografia-de-torax-e-diametro-do-ventriculo-esquerdo-pela-ecocardiografia-em-pacientes-com-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Cardoso S, Azevedo Filho CF, Fernandes F, Ianni B, Torreão JA, Marques MD, Ávila LFR, et al. Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1051-60.

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Cardoso, Savio; Azevedo Filho, Clerio Francisco de; Fernandes, Fábio; Ianni, Barbara; Torreão, Jorge Andion; Marques, Mateus Diniz; Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de; Santos Filho, Raul; Mady, Charles; Kalil-Filho, Roberto; Ramires, José Antônio Franchine; Bittencourt, Marcio Sommer; Rochitte, Carlos E.. Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1051-1060, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cardoso, S., Azevedo Filho, C. F. , Fernandes, F., Ianni, B., Torreão, J. A., Marques, M. D., Ávila, L. F. R. , Santos Filho, R., Mady, C., Kalil-Filho, R., Ramires, J. A. F., Bittencourt, M. S., & Rochitte, C. E. (2021). Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1051-1060.

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Cardoso, Savio and Azevedo Filho, Clerio Francisco de and Fernandes, Fábio and Ianni, Barbara and Torreão, Jorge Andion and Marques, Mateus Diniz and Ávila, Luiz Francisco Rodrigues de and Santos Filho, Raul and Mady, Charles and Kalil-Filho, Roberto and Ramires, José Antônio Franchine and Bittencourt, Marcio Sommer and Rochitte, Carlos E.. Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1051-1060. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/menor-prevalencia-e-extensao-da-aterosclerose-coronaria-na-doenca-de-chagas-cronica-por-angiotomografia-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Nunes MCP. Disfunção Microvascular Coronariana: Isso Realmente Importa na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1102-3.

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Nunes, Maria do Carmo Pereira. Disfunção Microvascular Coronariana: Isso Realmente Importa na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1102-1103, jan. 2021.

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Nunes, M. C. P. (2021). Disfunção Microvascular Coronariana: Isso Realmente Importa na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1102-1103.

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Nunes, Maria do Carmo Pereira. Disfunção Microvascular Coronariana: Isso Realmente Importa na Doença de Chagas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1102-1103. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/disfuncao-microvascular-coronariana-isso-realmente-importa-na-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Higuchi ML. Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1061-2.

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Higuchi, Maria de Lourdes. Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1061-1062, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Higuchi, M. L. (2021). Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1061-1062.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Higuchi, Maria de Lourdes. Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1061-1062. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ausencia-de-aterosclerose-na-doenca-de-chagas-o-papel-da-transialidase-do-trypanosoma-cruzi/>. ISSN 0066-782X

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Souza DSM, Oliveira CLB, Maciel BG, Figueiredo MT, Bianco HT, Fonseca FAH, Izar MC, et al. Ausência de Descenso da Pressão Arterial Detectada pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial em Pacientes com Doença de Chagas Aguda Transmitida por Via Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):711-5.

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Souza, Dilma do S. M. de; Oliveira, Céres Larissa Barbosa de; Maciel, Brenda Gonçalves; Figueiredo, Maria Tereza; Bianco, Henrique Tria; Fonseca, Francisco A. H.; Izar, Maria Cristina; Póvoa, Rui M. S.. Ausência de Descenso da Pressão Arterial Detectada pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial em Pacientes com Doença de Chagas Aguda Transmitida por Via Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 711-715, maio. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, D. S. M. , Oliveira, C. L. B. , Maciel, B. G., Figueiredo, M. T., Bianco, H. T., Fonseca, F. A. H., Izar, M. C., & Póvoa, R. M. S. (2020). Ausência de Descenso da Pressão Arterial Detectada pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial em Pacientes com Doença de Chagas Aguda Transmitida por Via Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 711-715.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Dilma do S. M. de and Oliveira, Céres Larissa Barbosa de and Maciel, Brenda Gonçalves and Figueiredo, Maria Tereza and Bianco, Henrique Tria and Fonseca, Francisco A. H. and Izar, Maria Cristina and Póvoa, Rui M. S.. Ausência de Descenso da Pressão Arterial Detectada pela Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial em Pacientes com Doença de Chagas Aguda Transmitida por Via Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 711-715. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ausencia-de-descenso-da-pressao-arterial-detectada-pela-monitorizacao-ambulatorial-da-pressao-arterial-em-pacientes-com-doenca-de-chagas-aguda-transmitida-por-via-oral/>. ISSN 0066-782X

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Issa VS. A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(2):111-2.

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Issa, Victor Sarli. A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 2, p. 111-112, jan. 2018.

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Issa, V. S. (2018). A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(2), 111-112.

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Issa, Victor Sarli. A Forma Indeterminada da Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 111-112. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-forma-indeterminada-da-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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