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  2. Palavra-chave: Aterosclerose / fisiopatologia
ABC
Editorial

Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares

Dalton Bertolim Precoma et al. Guilherme Luiz da Rocha

A descoberta da aterosclerose foi descrita pela primeira vez pelo paleontólogo austríaco Johan N. Nepomuk Czemark quando observou grandes placas calcificadas na artéria torácica ascendente em múmias. Outros colegas investigadores tiveram descobertas semelhantes, mas um caso específico ganhou atenção. Murphy et al., em 2003, usando tomografia computadorizada, revelaram em uma múmia de 5.300 anos placas ateroscleróticas na aorta, coronárias, carótidas e artérias ilíacas.

No início de 1900, foi publicado um número significativo de estudos sobre aterosclerose. Destaque para Alexander I. Ignatowski, que publicou em 1908 um estudo pioneiro associando alimentos com colesterol total (CT) elevado ao aumento da aterosclerose em modelo animal. Em 1910, Adolf Windaus, que ganharia o prêmio Nobel de química em 1928, demonstrou que as placas ateroscleróticas tinham 25 vezes mais colesterol do que uma parede arterial normal.

[…]

  • Ateroma
  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Coenzima A
  • Fatores de risco
  • Lesões do Sistema Vascular
  • Placa Aterosclerótica
  • Tomografia Computadorizada/métodos
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04/03/2024 DOI: 10.36660/abc.20230819 Visualizações 1
ABC
Editorial

Influência do Sistema Imunológico nas Doenças Cardiovasculares

Mariana Gatto et al. Gustavo Augusto Ferreira Mota Marina Politi Okoshi

O sistema imunológico reage a diversos estímulos como corpos estranhos e dano tecidual. A inflamação é a resposta fisiológica inata do organismo às injúrias teciduais desencadeadas por agentes físicos, químicos e biológicos como infecção, trauma, toxina, e necrose tecidual. Uma vez iniciado, o processo somente cessa com a eliminação ou neutralização do agente agressor e a regeneração do tecido danificado.

O processo inflamatório decorre de complexa reação desencadeada por eventos moleculares e bioquímicos que envolvem células imunes, células do tecido conjuntivo, moléculas inflamatórias e vasos sanguíneos. , Na inflamação aguda, células residentes e células imunes presentes na lesão liberam histaminas, quimiocinas, interleucinas (IL), e fator de necrose tumoral-α (TNF-α) que aumentam a permeabilidade vascular permitindo a infiltração tecidual de fluidos e células imunes como monócitos e neutrófilos. Consequentemente, ocorre a eliminação de patógenos, células necróticas e debris celulares. Finalmente, há inibição das vias inflamatórias e o reparo tecidual ou a substituição do tecido lesado por fibrose.

[…]

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Hipertensão
  • Infarto Do Miocárdio
  • Insuficiência Cardíaca
  • Mortalidade
  • Sistema Imunológico
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11/08/2023 DOI: 10.36660/abc.20230398 Visualizações 2
ABC
Editorial

Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi

Maria de Lourdes Higuchi

O artigo Menor Prevalência e Extensão da Aterosclerose Coronária na Doença de Chagas Crônica por Angiotomografia Cornária revela um dado muito importante: a população chagásica tem muito menos aterosclerose em comparação com uma população não chagásica cuidadosamente pareada. Analisando-se prospectivamente 43 pacientes, 93% dos pacientes chagásicos apresentavam ausência de placas de DAC, 7% de obstrução leve a moderada e nenhum caso de obstrução grave. O estudo endossa nossos dados patológicos anteriores em poucos corações autopsiados, confirmando que pacientes chagásicos não têm aterosclerose. Por que eles não apresentam aterosclerose?

A principal enzima produzida pelo Trypanosoma cruzi (T. cruzi) é a transialidase, que remove o ácido sálico do tecido para a circulação. A microbiota tem sido associada ao desenvolvimento da aterosclerose. O micoplasma é conhecido por se proliferar em meios ricos em colesterol e, em nosso estudo anterior, observamos grande quantidade de micoplasmas em placas de ateroma. Muitos agentes infecciosos como o micoplasma e vírus como o SARS CoV-2 usam o ácido sálico para entrar na célula hospedeira. A transialidase do T. cruzi pode remover os micoplasmas das placas de ateroma, evitando o desenvolvimento do ateroma. Criamos um nutricosmético associando a enzima transialidase a nanopartículas antioxidantes naturais e diminuição da aterosclerose experimental em coelhos. ,

[…]

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • Doença de Chagas/fisiopatologia
  • Tomografia Computadorizada Angiográfica
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06/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20201229 Visualizações 1
ABC
Editorial

Aterosclerose, Inflamação e Genética – E Você Achava que Era Só Colesterol LDL

Luis Henrique Wolff Gowdak

No desenrolar do século vinte, com base em numerosas observações epidemiológicas e ensaios de intervenção, fatores de risco cardiovascular foram identificados e direcionados com a finalidade de diminuir a carga global de doenças cardiovasculares. Ao longo dos séculos, as mudanças nos padrões alimentares de seres humanos, o declínio progressivo em atividade física e uma elevada prevalência de obesidade – todos sendo fatores que contribuem a taxas alarmantes de diabetes, hipertensão e hipercolesterolemia que vemos na nossa prática diária – nos levaram a supor que doenças relacionadas à aterosclerose (infarto do miocárdio, cardiomiopatia isquêmica, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica) são consequências inevitáveis do processo evolucionário que enfrentamos nos tempos atuais. No entanto, devido aos avanços nas técnicas não invasivas de imagem do sistema vascular, lesões ateroscleróticas na aorta e nas artérias coronárias e carótidas também são encontradas em múmias do Egito antigo, cuja idade média estimada no momento da morte era de apenas 45 anos.

Se os assim chamados “fatores de risco clássicos” foram menos prevalentes nos tempos antigos, outros fatores não tradicionais devem ter exercido um papel significativo no desenvolvimento e progressão de aterosclerose. Cargas inflamatórias microbianas e parasitárias que provavelmente estavam presentes em culturas antigas, inerentemente sem higiene moderna e antimicrobianos, podem ter provocado um estado inflamatório crônico. Considerando que pacientes com as doenças inflamatórias sistêmicas crônicas de hoje, que incluem infecção pelo vírus da imunodeficiência humana, lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatóide apresentam aterosclerose e eventos coronários precoces, poderíamos supor que a carga inflamatória crônica secundária à infecção resultou em aterosclerose nos tempos antigos? Além disso, a aterosclerose é um processo biológico complexo e multifatorial e, como tal, também está sujeita à interação gene-ambiente; portanto, embora seja inquestionável a contribuição dos fatores de risco clássicos de hoje ao desenvolvimento da aterosclerose, o seu papel no aparecimento de lesões ateroscleróticas na árvore vascular envolve não apenas inflamação e a ativação do sistema imunológico mas também fatores genéticos que facilitam ou se opõem à formação de acúmulos lipídicos na parede arterial.

[…]

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Doença da Artéria Coronariana / história
  • Fatores de risco
  • Inflamação
  • Mortalidade & Morbidade
  • Polimorfismo Genético
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20200038 Visualizações 1
IJCS
Review Article

[ARTIGO RETRATADO] Relação Neutrófilo-Linfócitos na Avaliação do Risco para Desenvolvimento de Doença Cardiovascular

Heitor Oliveira Santos et al. Luiz Fernando Moreira Izidoro

Resumo

O desenvolvimento das doenças cardiovasculares de origem aterosclerótica está relacionado com severo processo inflamatório. Neutrófilos e linfócitos são células sensíveis a esse tipo de distúrbio, e sua relação, conhecida como NLR (do inglês neutrophil/lymphocyte ratio) vem se mostrando útil na clínica. O objetivo deste trabalho foi averiguar a NLR como risco para desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por meio de revisões literárias nas bases de dados PubMed, abrangendo artigos publicados entre 2001 e 2017, constatou-se que a NLR realmente é um marcador útil para doenças cardiovasculares. Adotar a verificação da NLR em pacientes com risco cardiovascular seria ferramenta útil para traçar o prognóstico dos pacientes portadores desse padrão de doença.

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Biomarcadores
  • Contagem de Leucócitos
  • Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
  • Inflamação
  • Neutrófilos
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02/07/2018 DOI: 10.5935/2359-4802.20180038 Visualizações 1
ABC
Editorial

Nem Tudo que Reluz é Cálcio

Ilan Gottlieb et al. Fernanda Erthal

Calcificação coronariana é parte do processo fisiopatológico da aterosclerose, ocorrendo nos estágios mais tardios da doença, como parte do seu processo de cicatrização. De fato, a calcificação não é necessária para o aparecimento ou crescimento da placa, e obstrução luminal, ou mesmo para a ocorrência de eventos cardiovasculares – é frequente uma placa aparecer, crescer, obstruir e instabilizar sem nenhuma aparente calcificação. Em um estudo clínico realizado com pacientes sintomáticos, nosso grupo demonstrou que 20% dos vasos completamente ocluídos na angiografia invasiva não apresentava calcificação alguma no escore de cálcio, corroborando trabalhos histopatológicos que demonstraram ausência de calcificação em grande parte das placas coronarianas. Entender a fisiopatologia da doença coronariana é fundamental para contextualizar o escore de cálcio zero nos estudos populacionais.

Esses estudos ocasionalmente divergem sobre a taxa de eventos cardiovasculares e presença de lesões obstrutivas. A explicação para essa aparente divergência de achados reside na população estudada. Pacientes assintomáticos com escore de cálcio zero são diferentes de pacientes sintomáticos sem calcificações, que por sua vez são diferentes de pacientes com história familiar de doença coronariana precoce, diabéticos ou tabagistas com escore zero.

[…]

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Calcificação Vascular
  • Diabetes mellitus
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Hereditariedade
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01/05/2018 DOI: 10.5935/abc.20180084 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Interface entre Osteoporose e Aterosclerose em Mulheres Pós-Menopausa

Neuza H. M. Lopes

A associação entre osteoporose e doença cardiovascular aterosclerótica, independente da idade, tem sido descrita nos últimos anos e enfatiza semelhanças epidemiológicas e fisiopatogênicas entre a calcificação da parede arterial e osteogênese., Estudos transversais e prospectivos têm ressaltado associação negativa e significativa entre baixos valores das medidas de massa óssea, fratura por osteoporose, calcificação vascular, extensão de lesão coronariana e de aorta abdominal e mortalidade cardiovascular.– Acredita-se que a ocorrência concomitante das duas doenças seja decorrente dos fatores de risco e mecanismos fisiopatológicos e moleculares comuns. No entanto, ainda é controverso se a baixa massa óssea resulta de maior calcificação arterial ou vice-versa, ou ainda, se compartilham apenas o mesmo mecanismo fisiopatológico.

Os fatores de risco para osteoporose e doença aterosclerótica incluem a falta de estrogênio, hormônio da paratireoide, homocisteína e vitamina K, produtos de oxidação lipídica, processo inflamatório, excesso de vitaminas D, vias moleculares similares envolvidos na mineralização óssea e vascular e mecanismos de calcificação que parecem ser semelhantes na estrutura vascular e no osso. A calcificação arterial é um achado presente em mais de 90% das lesões por aterosclerose. O processo inicia-se com a formação de vesículas na matriz endotelial, seguida por proliferação da camada médio-intimal da artéria e posterior mineralização, semelhante à ocorrida no tecido ósseo. Vários reguladores da remodelação óssea, como a osteocalcina, cristais de hidroxiapatita, osteopontina, proteína morfogenética óssea 2 (BMP-2), osteoprotegerina, esclerostina, proteína dikkopf (DKK), leptina, lipídios oxidados e o fator relacionado ao sensor de cálcio, já foram descritos em lesões ateroscleróticas calcificadas.

[…]

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Doenças Ósseas Metabólicas
  • Mulheres, Pós-Menopausa
  • Osteoporose / fisiopatologia
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01/03/2018 DOI: 10.5935/abc.20180050 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas

Breno A. A. Falcão et al. João Luiz A. A. Falcão Gustavo R. Morais Rafael C. Silva … Augusto C. Lopes Paulo R. Soares José Mariani Jr Roberto Kalil-Filho Elazer R. Edelman Pedro A. Lemos

Fundamento:

O remodelamento vascular, alteração dimensional dinâmica frente ao estresse, pode assumir diferentes direções e magnitudes na doença aterosclerótica. As medidas clássicas baseiam-se em referências a distância do segmento-alvo, com risco de comparação inadequada pela seleção de porções vasculares indesejáveis.

Objetivo:

Explorar um novo método para quantificar remodelamento vascular, baseado na comparação entre um determinado segmento-alvo e suas dimensões normais inferidas.

Métodos:

Parâmetros geométricos e a composição da placa foram determinados em 67 pacientes usando-se ultrassom intravascular de três vasos com histologia virtual (IVUS-VH). Avaliou-se o remodelamento coronário ao nível da seção transversal (n = 27.639) e da lesão (n = 618) usando-se métrica clássica e um novo algoritmo analítico baseado no índice de remodelamento vascular fracionado (FVRI) que quantifica a alteração total nas dimensões da parede arterial em relação a dimensão normal estimada do vaso. Construiu-se um modelo preditivo para estimar a dimensão normal do vaso para calcular o FVRI.

Resultados:

De acordo com o novo algoritmo, o padrão de remodelamento “ectásico” foi o menos comum, o remodelamento “completo compensatório” foi observado em metade dos casos, e os tipos “negativo” e “incompleto compensatório” foram detectados nos restantes. Comparada ao esquema tradicional diagnóstico, a classificação baseada no FVRI pareceu melhor discriminar a composição da placa através de IVUS-VH.

Conclusão:

A análise quantitativa do remodelamento coronário utilizando dimensões do segmento-alvo oferece uma abordagem promissora para avaliar a resposta vascular ao crescimento e à regressão da placa.

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Neovascularização Patológica
  • Remodelação Vascular
  • Ultrassonografia
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18/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150098 Visualizações 4
Gráfico 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Mudanças no Manejo Clínico após Angiotomografia Coronariana

Vânia Mairi Naue et al. Gabriel Camargo Letícia Roberto Sabioni Ronaldo de Souza Leão Lima … Maria Eduarda Derenne Andréa Rocha de Lorenzo Monica Di Calafiori Freire Clério Francisco Azevedo Filho Elmiro Santos Resende Ilan Gottlieb

Resumo

Fundamento:

A Angiotomografia Coronariana (AngioTC Cor) permite a fenotipagem de Doença Arterial Coronariana (DAC) de forma não invasiva. Ainda há incertezas sobre o impacto que esse conhecimento promove no tratamento clínico do paciente.

Objetivo:

Avaliar se a fenotipagem da DAC por AngioTC Cor influencia na tomada de decisão sobre o início da terapêutica cardiovascular e seu impacto nos níveis séricos de colesterol não HDL (CNHDL).

Métodos:

Foram analisados pacientes consecutivos sem diagnóstico prévio de DAC que realizaram AngioTC Cor entre os anos 2008 e 2011 e que possuíam duas dosagens seriadas de colesterol até três meses antes da AngioTC Cor, e de três a seis meses após.

Resultados:

Um total de 97 pacientes foram incluídos, sendo 69% homens, idade média de 64 ± 12 anos. A AngioTC Cor revelou que 18 (18%) pacientes não tinham lesões detectáveis, 38 (39%) tinham lesões não obstrutivas < 50%, e 41 (42%) tinham ao menos uma lesão obstrutiva ≥ 50%. As medidas de CNHDL basal foram similares entre os grupos, (138 ± 52 mg/dL vs. 135 ± 42 mg/dL vs. 131 ± 44 mg/dL, respectivamente, p = 0,32). Observou-se redução significativa do CNHDL apenas no grupo com lesões obstrutivas ≥ 50% (-18%, p = 0,001). Observa-se ainda relação entre a intensificação do tratamento clínico com AAS e drogas redutoras de colesterol proporcional à gravidade da DAC pela AngioTC Cor.

Conclusão:

Esses dados sugerem que o resultado da AngioTC Cor foi utilizado para a titulação terapêutica de pacientes com DAC, sendo o tratamento intensificado especialmente em DAC obstrutiva ≥ 50%.

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Diagnóstico por Imagem
  • Doença arterial coronariana
  • Terapêutica
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07/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150088 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana

Walter Masson et al. Daniel Siniawski Martín Lobo Graciela Molinero … Mariano Giorgi Melina Huerín

Fundamento:

Estudos prévios sugerem uma relação linear entre o LDL-C e mudanças no volume de placa coronariana (VPC) medido por ultrassonografia intravascular. No entanto, estas publicações incluíram um número pequeno de estudos e não exploraram outros marcadores lipídicos.

Objetivo:

Avaliar a associação entre alterações nos marcadores lipídicos e regressão no VPC com base em dados publicados.

Métodos:

Nós coletamos dados dos braços controle, placebo e intervenção de estudos que compararam o efeito de tratamentos hipolipemiantes no VPC, e dos braços placebo e controle de estudos que testaram medicamentos que não afetam os lipídios. Os volumes inicial e final da placa, representados em mm3, foram extraídos e as alterações percentuais após as intervenções foram calculadas. Nós realizamos três análises de regressão linear e avaliamos a relação entre alterações percentuais e absolutas dos marcadores lipídicos com as variações percentuais do VPC.

Resultados:

Vinte e sete estudos foram selecionados. As correlações entre as variações percentuais do LDL-C, não- HDL-C e apolipoproteína B (ApoB) com variações percentuais do VPC foram moderadas (r = 0,48; r = 0,47; e r = 0,44, respectivamente). As correlações entre diferenças absolutas do LDL-C, não-HDL-C e ApoB com diferenças percentuais do VPC foram mais fortes (r = 0,57; r = 0,52; e r = 0,79). O modelo de regressão linear mostrou uma associação estatisticamente significativa entre a redução nos marcadores lipídicos e regressão no volume da placa.

Conclusão:

Observamos uma associação significativa entre alterações de diferentes partículas aterogênicas e regressão do VPC. A redução absoluta da ApoB mostrou a correlação mais forte com a regressão da placa coronariana.

  • Apolipoproteína B/uso terapêutico
  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Doenças Cardiovasculares
  • LDL-Colesterol
  • Lipoproteínas LDL
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19/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150050 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro

Erika Maria Gonçalves Campana et al. Andréa Araujo Brandão Roberto Pozzan Maria Eliane Campos Magalhães … Flávia Lopes Fonseca Oswaldo Luiz Pizzi Elizabete Viana de Freitas Ayrton Pires Brandão

Fundamento:

O impacto pressão arterial (PA) na adolescência sobre outros fatores de risco cardiovascular em adultos jovens é importante para a prevenção primária.

Objetivo:

Avaliar a PA, índices antropométricos, perfil metabólico e inflamatório de jovens estratificados pelo comportamento da sua PA obtida há 18 anos.

Métodos:

Avaliaram-se 116 indivíduos, sendo 63 homes, pertencentes ao estudo do Rio de Janeiro (seguimento 17,76 ± 1,63 anos) em dois momentos: A1 (12,40 ± 1,49 anos) e A2 (30,09 ± 2,01 anos). Os 116 indivíduos foram divididos em dois grupos: GN (n = 71), PA normal em A1; e GH (n = 45): PA anormal em A1. A PA, o peso, a altura e o índice de massa corporal (IMC) foram obtidos em A1 e A2. Em A2, acrescentaram-se a circunferência abdominal (CA) e variáveis laboratoriais, metabólicas e inflamatórias.

Resultados:

1) Os grupos não diferiram quanto à idade e sexo; 2) Em A2, GH apresentou maiores médias de peso, IMC, PA, insulina, HOMA-IR (p < 0,001), leptina (p < 0,02), Apolipoproteína B100 e A1 (p < 0,02), relação Apolipoproteína B100 / Apolipoproteína A1 (p < 0,010), maiores prevalências de sobrepeso/obesidade (p < 0,001), da CA aumentada (p < 0,001) e de hipertensão arterial (p < 0,02); 3) Não houve diferença entre os grupos para as variáveis inflamatórias; 4) Houve correlação positiva da PA em A1 com a PA, o IMC, e com a insulina, a leptina e o HOMA-IR em A2 (p < 0,05).

Conclusões:

A PA na adolescência se associou a maiores valores de PA, variáveis antropométricas e metabólicas na fase adulta jovem, mas não a variáveis inflamatórias.

  • Adipocinas
  • Adulto Jovem
  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Inflamação
  • Pressão Arterial
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22/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130226 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Precoma DB, Rocha GL. Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;120(12):e20230819.

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Precoma, Dalton Bertolim; Rocha, Guilherme Luiz da. Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 12, e20230819, mar. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Precoma, D. B., & Rocha, G. L. (2024). Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(12), e20230819.

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Precoma, Dalton Bertolim and Rocha, Guilherme Luiz da. Do Ateroma ao Índice Aterogênico, Evidências Seculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 120, n. 12, [citado 2026-10-14], e20230819. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/do-ateroma-ao-indice-aterogenico-evidencias-seculares/>. ISSN 0066-782X

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Gatto M, Mota GAF, Okoshi MP. Influência do Sistema Imunológico nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(8):e20230398.

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Gatto, Mariana; Mota, Gustavo Augusto Ferreira; Okoshi, Marina Politi. Influência do Sistema Imunológico nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 8, e20230398, ago. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gatto, M., Mota, G. A. F., & Okoshi, M. P. (2023). Influência do Sistema Imunológico nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(8), e20230398.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gatto, Mariana and Mota, Gustavo Augusto Ferreira and Okoshi, Marina Politi. Influência do Sistema Imunológico nas Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 8, [citado 2026-10-14], e20230398. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-do-sistema-imunologico-nas-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Higuchi ML. Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1061-2.

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Higuchi, Maria de Lourdes. Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1061-1062, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Higuchi, M. L. (2021). Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1061-1062.

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Higuchi, Maria de Lourdes. Ausência de Aterosclerose na Doença de Chagas: O Papel da Transialidase do Trypanosoma Cruzi. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1061-1062. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ausencia-de-aterosclerose-na-doenca-de-chagas-o-papel-da-transialidase-do-trypanosoma-cruzi/>. ISSN 0066-782X

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Gowdak LHW. Aterosclerose, Inflamação e Genética – E Você Achava que Era Só Colesterol LDL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):273-4.

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Gowdak, Luis Henrique Wolff. Aterosclerose, Inflamação e Genética – E Você Achava que Era Só Colesterol LDL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 273-274, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gowdak, L. H. W. (2020). Aterosclerose, Inflamação e Genética – E Você Achava que Era Só Colesterol LDL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 273-274.

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Gowdak, Luis Henrique Wolff. Aterosclerose, Inflamação e Genética – E Você Achava que Era Só Colesterol LDL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 273-274. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/aterosclerose-inflamacao-e-genetica-e-voce-achava-que-era-so-colesterol-ldl/>. ISSN 0066-782X

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Santos HO, Izidoro LFM. [ARTIGO RETRATADO] Relação Neutrófilo-Linfócitos na Avaliação do Risco para Desenvolvimento de Doença Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences 2018;31(5):532-7.

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Santos, Heitor Oliveira; Izidoro, Luiz Fernando Moreira. [ARTIGO RETRATADO] Relação Neutrófilo-Linfócitos na Avaliação do Risco para Desenvolvimento de Doença Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 31, n. 5, p. 532-537, jul. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, H. O., & Izidoro, L. F. M. (2018). [ARTIGO RETRATADO] Relação Neutrófilo-Linfócitos na Avaliação do Risco para Desenvolvimento de Doença Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences, 31(5), 532-537.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Heitor Oliveira and Izidoro, Luiz Fernando Moreira. [ARTIGO RETRATADO] Relação Neutrófilo-Linfócitos na Avaliação do Risco para Desenvolvimento de Doença Cardiovascular. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2018, vol. 31, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 532-537. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/artigo-retratado-relacao-neutrofilo-linfocitos-na-avaliacao-do-risco-para-desenvolvimento-de-doenca-cardiovascular/>. ISSN 2359-4802

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Gottlieb I, Erthal F. Nem Tudo que Reluz é Cálcio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(5):428-9.

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Gottlieb, Ilan; Erthal, Fernanda. Nem Tudo que Reluz é Cálcio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 5, p. 428-429, abr. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gottlieb, I., & Erthal, F. (2018). Nem Tudo que Reluz é Cálcio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(5), 428-429.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gottlieb, Ilan and Erthal, Fernanda. Nem Tudo que Reluz é Cálcio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 428-429. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/nem-tudo-que-reluz-e-calcio/>. ISSN 0066-782X

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Lopes NHM. A Interface entre Osteoporose e Aterosclerose em Mulheres Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(3):217-8.

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Lopes, Neuza H. M.. A Interface entre Osteoporose e Aterosclerose em Mulheres Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 3, p. 217-218, fev. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopes, N. H. M. (2018). A Interface entre Osteoporose e Aterosclerose em Mulheres Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(3), 217-218.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopes, Neuza H. M.. A Interface entre Osteoporose e Aterosclerose em Mulheres Pós-Menopausa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 217-218. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-interface-entre-osteoporose-e-aterosclerose-em-mulheres-pos-menopausa/>. ISSN 0066-782X

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Falcão BAA, Falcão JLAA, Morais GR, Silva RC, Lopes AC, Soares PR, Mariani Jr J, et al. Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):390-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Falcão, Breno A. A.; Falcão, João Luiz A. A.; Morais, Gustavo R.; Silva, Rafael C.; Lopes, Augusto C.; Soares, Paulo R.; Mariani Jr, José; Kalil-Filho, Roberto; Edelman, Elazer R.; Lemos, Pedro A.. Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 390-398, ago. 2015.

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Falcão, B. A. A., Falcão, J. L. A. A., Morais, G. R., Silva, R. C., Lopes, A. C., Soares, P. R., Mariani Jr, J., Kalil-Filho, R., Edelman, E. R., & Lemos, P. A. (2015). Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 390-398.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Falcão, Breno A. A. and Falcão, João Luiz A. A. and Morais, Gustavo R. and Silva, Rafael C. and Lopes, Augusto C. and Soares, Paulo R. and Mariani Jr, José and Kalil-Filho, Roberto and Edelman, Elazer R. and Lemos, Pedro A.. Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 390-398. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novo-algoritmo-para-quantificar-o-remodelamento-coronario-utilizando-dimensoes-normais-preditas/>. ISSN 0066-782X

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Naue VM, Camargo G, Sabioni LR, Lima RSL, Derenne ME, Lorenzo AR, Freire MDC, et al. Mudanças no Manejo Clínico após Angiotomografia Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):410-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Naue, Vânia Mairi; Camargo, Gabriel; Sabioni, Letícia Roberto; Lima, Ronaldo de Souza Leão; Derenne, Maria Eduarda; Lorenzo, Andréa Rocha de; Freire, Monica Di Calafiori; Azevedo Filho, Clério Francisco; Resende, Elmiro Santos; Gottlieb, Ilan. Mudanças no Manejo Clínico após Angiotomografia Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 410-417, ago. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Naue, V. M., Camargo, G., Sabioni, L. R., Lima, R. S. L., Derenne, M. E., Lorenzo, A. R. , Freire, M. D. C., Azevedo Filho, C. F., Resende, E. S., & Gottlieb, I. (2015). Mudanças no Manejo Clínico após Angiotomografia Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 410-417.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Naue, Vânia Mairi and Camargo, Gabriel and Sabioni, Letícia Roberto and Lima, Ronaldo de Souza Leão and Derenne, Maria Eduarda and Lorenzo, Andréa Rocha de and Freire, Monica Di Calafiori and Azevedo Filho, Clério Francisco and Resende, Elmiro Santos and Gottlieb, Ilan. Mudanças no Manejo Clínico após Angiotomografia Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 410-417. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mudancas-no-manejo-clinico-apos-angiotomografia-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Masson W, Siniawski D, Lobo M, Molinero G, Giorgi M, Huerín M. Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(1):11-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Masson, Walter; Siniawski, Daniel; Lobo, Martín; Molinero, Graciela; Giorgi, Mariano; Huerín, Melina. Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 1, p. 11-19, maio. 2015.

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Masson, W., Siniawski, D., Lobo, M., Molinero, G., Giorgi, M., & Huerín, M. (2015). Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(1), 11-19.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Masson, Walter and Siniawski, Daniel and Lobo, Martín and Molinero, Graciela and Giorgi, Mariano and Huerín, Melina. Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 11-19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-niveis-de-ldl-c-nao-hdl-c-e-apolipoproteina-b-com-regressao-de-placa-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Campana EMG, Brandão AA, Pozzan R, Magalhães MEC, Fonseca FL, Pizzi OL, Freitas EV, et al. Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;102(1):60-9.

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Campana, Erika Maria Gonçalves; Brandão, Andréa Araujo; Pozzan, Roberto; Magalhães, Maria Eliane Campos; Fonseca, Flávia Lopes; Pizzi, Oswaldo Luiz; Freitas, Elizabete Viana de; Brandão, Ayrton Pires. Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 1, p. 60-69, nov. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Campana, E. M. G., Brandão, A. A., Pozzan, R., Magalhães, M. E. C., Fonseca, F. L., Pizzi, O. L., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2013). Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(1), 60-69.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Campana, Erika Maria Gonçalves and Brandão, Andréa Araujo and Pozzan, Roberto and Magalhães, Maria Eliane Campos and Fonseca, Flávia Lopes and Pizzi, Oswaldo Luiz and Freitas, Elizabete Viana de and Brandão, Ayrton Pires. Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 102, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 60-69. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pressao-arterial-na-adolescencia-adipocinas-e-inflamacao-no-adulto-jovem-estudo-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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