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  2. Palavra-chave: proteína C
Figura 1
ABC
Original Article

Diferenças na Proteína C Reativa Ultrassensível associado ao gênero em Indivíduos com Fatores de Risco da Síndrome Metabólica

Vinicius Pacheco Garcia et al. Helena Naly Miguens Rocha Allan Robson Kluser Sales Natália Galito Rocha Antonio Claudio Lucas da Nóbrega

Resumo

Fundamento:

A síndrome metabólica (SM) está associada a um maior risco de mortalidade por todas as causas. A proteína C reativa ultrassensível (PCRus) é um marcador prototípico de inflamação que está geralmente aumentado na SM. Mulheres com doenças relacionadas à SM apresentam níveis mais elevados de PCRus quando comparadas com homens com doenças relacionadas à SM, sugerindo diferenças associados ao gênero nos marcadores inflamatórios. No entanto, não é claro se os níveis séricos de PCRus já estão aumentados em homens e/ou mulheres com fatores de risco da SM, sem doenças pré-estabelecidas ou sob tratamento farmacológico.

Objetivo:

Determinar o impacto do número de fatores de risco da SM sobre os níveis séricos de PCRus em mulheres e homens.

Métodos:

Cento e dezoito pacientes (70 homens e 48 mulheres; 36±1 anos) foram divididos em quatro grupos de acordo com o número de fatores de risco da SM: grupo saudável (CT; sem fatores de risco), SM ≤ 2, SM = 3 e SM ≥ 4. Após 12 horas de jejum, amostras de sangue foram coletadas para determinação de variáveis bioquímicas e níveis de PCRus, analisada pelo método imunoturbidimétrico.

Resultados:

Os grupos com fatores de risco da SM apresentaram níveis séricos mais elevados de PCRus quando comparados com o grupo CT (p 0,05). O melhor modelo de regressão linear para explicar a associação entre fatores de risco da SM com níveis de PCRus foram a circunferência da cintura e os níveis de HDL-colesterol (r = 0,40, p < 0,01). Mulheres com fatores de risco da SM apresentaram valores mais elevados de PCRus quando comparadas com homens (psexo < 0,01).

Conclusões:

Apesar da ausência de doenças pré-estabelecidas e tratamento farmacológico, os indivíduos com fatores de risco da SM já apresentaram aumento nos níveis de PCRus, que foram significativamente mais elevados nas mulheres do que nos homens em condições semelhantes.

  • Caracteres Sexuais
  • Fatores de risco
  • proteína C
  • Síndrome Metabólica
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01/03/2016 DOI: 10.5935/abc.20160027 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Efeitos da atorvastatina e do polimorfismo T-786C do gene eNOS sobre parâmetros do metabolismo lipídico plasmático

Vanessa Helena de Souza Zago et al. José Eduardo Tanus dos Santos Mirian Regina Gardin Danelon Roger Marcelo Mesquita da Silva … Natália Baratella Panzoldo Eliane Soler Parra Fernanda Alexandre Vítor Wilson de Moura Virgínio Eder Carlos Rocha Quintão Eliana Cotta de Faria

FUNDAMENTO: A atividade do óxido nítrico sintase endotelial (eNOS) pode ser modulada pelo colesterol da lipoproteína de alta densidade (HDL-C), estatinas ou polimorfismos, como o T-786C de eNOS. OBJETIVO: Este estudo teve como objetivo avaliar se o polimorfismo T-786C está associado a alterações nos efeitos da atorvastatina no perfil lipídico, nas concentrações de metabólitos de óxido nítrico (NO) e da proteína C reativa de alta sensibilidade (PCR-as). MÉTODOS: Trinta voluntários do sexo masculino, assintomáticos, com idade entre 18-56 anos foram genotipados e classificados de acordo com a ausência (TT, n = 15) ou presença (CC, n = 15) do polimorfismo. Eles foram selecionados aleatoriamente para a utilização de placebo e atorvastatina (10 mg/dia por 14 dias). Após cada tratamento foram medidos lípides, lipoproteínas, frações HDL2 e HDL3, atividade da proteína de transferência de colesteril éster (CETP), metabólitos de NO e PCR-as. RESULTADOS: As comparações entre genótipos após a administração de placebo mostraram aumento da atividade da CETP polimorfismo-dependente (TT, 12 ± 7; CC, 22 ± 12, p < 0,05). As análises da interação entre os tratamentos indicaram que a atorvastatina tem efeito sobre colesterol, LDL, nitrito e razões lípides/proteínas (HDL2 e HDL3) (p < 0,001) em ambos os genótipos. É interessante notar as interações genótipo/droga sobre a CETP (p < 0,07) e a lipoproteína (a) [Lp(a)] (p < 0,056), levando a uma diminuição limítrofe da CETP, embora sem afetar a Lp(a). A PRC-as não mostrou alterações. CONCLUSÃO: Os resultados sugerem que o tratamento com estatinas pode ser relevante para a prevenção primária da aterosclerose em pacientes com o polimorfismo T-786C do eNOS, considerando os efeitos no metabolismo lipídico.

  • Metabolismo dos Lipídeos
  • Óxido Nítrico
  • Polimorfismo Genético
  • proteína C
  • Reguladores do Metabolismo de Lipídeos
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18/12/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000120 Visualizações 1
Estudo de mutações causadoras de cardiomiopatia hipertrófica em um grupo de pacientes no Espírito Santo, Brasil
ABC
Artigo Original

Estudo de mutações causadoras de cardiomiopatia hipertrófica em um grupo de pacientes no Espírito Santo, Brasil

Júlia Daher Carneiro Marsiglia et al. Maria do Carmo Pimentel Batitucci Flávia de Paula Clara Barbirato … Edmundo Arteaga Aloir Queiroz de Araújo

FUNDAMENTO: A cardiomiopatia hipertrófica (CH) é a doença cardíaca hereditária mais frequente, causada por mutações nos genes codificadores para proteínas do sarcômero. Embora mais de 430 mutações tenham sido identificadas em vários continentes e países, não há relato de que isso tenha sido estudado no Brasil. OBJETIVO: Conduzir um estudo genético para identificar mutações genéticas que causam a CH em um grupo de pacientes no estado do Espírito Santo, Brasil. MÉTODOS: Usando a técnica SSCP, 12 exons dos três principais genes envolvidos com a CH foram estudados: exons 15, 20, 21, 22 e 23 do gene da cadeia pesada da β-miosina (MYH7), exons 7, 16, 18, 22 e 24 do gene da proteína C ligada à miosina (MYBPC3) e exons 8 e 9 do gene da troponina T (TNNT2). RESULTADOS: 16 alterações foram encontradas, incluindo duas mutações, uma delas possivelmente patogênica no gene MYBPC3 gene (p. Glu441Lys) e a outra patogênica já descrita no gene TNNT2 (p.Arg92Trp); 8 variações de seqüência raras e 6 variações de seqüência com frequência alélica maior do que 1% (polimorfismos). CONCLUSÃO: Com esses dados, é possível concluir que a genotipagem dos pacientes é factível em nosso meio. É possível que a variante p.Glu441Lys no exon 16 do gene MYBPC3 seja patogênica, resultando em um fenótipo mais leve do que o encontrado em associação com outras mutações. A variante p.Arg92Trp no exon 9 do gene TNNT2 não resulta em um fenótipo tão homogêneo como descrito anteriormente e pode levar à hipertrofia grave.

  • Brasil
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Espirito Santo
  • Genes
  • miosina
  • proteína C
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100004
Obesidade e doença arterial coronariana: papel da inflamação vascular
ABC
Artigo Original

Obesidade e doença arterial coronariana: papel da inflamação vascular

Fernando Gomes et al. Daniela F. Telo Heraldo P. Souza José Carlos Nicolau … Alfredo Halpern Carlos V. Serrano Jr

A obesidade vem se tornando uma epidemia global. Cerca de 1,1 bilhões de adultos e 10% das crianças do mundo são atualmente considerados portadores de sobrepeso ou obesos. Classicamente associada a fatores de risco para doença cardiovascular, como diabete melito e hipertensão arterial sistêmica, a obesidade vem sendo cada vez mais encarada como fator de risco independente para doença arterial coronariana (DAC). A aterosclerose coronariana compreende uma série de respostas inflamatórias em nível celular e molecular, cujas reações se encontram mais exacerbadas em pacientes obesos. Antes considerado mero depósito de gordura, o tecido adiposo é visto hoje em dia como órgão endócrino e parácrino ativo, produtor de diversas citocinas inflamatórias, como as adipocinas. Este artigo visa alertar para o grave problema de saúde pública em que a obesidade se tornou nas últimas décadas e correlacionar o processo inflamatório exacerbado nos indivíduos obesos com a maior incidência de DAC nessa população.

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Inflamação
  • Obesidade
  • proteína C
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200021 Visualizações 1
Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo
ABC
Artigo Original

Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo

Luis C. L. Correia et al. Rafaela Penalva Helena Correia Ana M. Ladeia … Marta Menezes Isaac Suzart Agnaluce Moreira José Carlos Lima Bernardo Galvão Armênio C. Guimarães

FUNDAMENTO: Inflamação sistêmica exacerbada tem sido descrita em indivíduos de baixo nível sócio-econômico, porém estudos sobre determinantes dos valores de proteína C-reativa foram realizados apenas em países desenvolvidos. OBJETIVO: Identificar preditores de PCR em indivíduos de baixo nível SE em um país em desenvolvimento e avaliar se a PCR está relacionada ao nível SE nesse cenário. MÉTODOS: Oitenta e oito indivíduos de nível SE muito baixo foram recrutados de uma comunidade pobre, semi-rural no Brasil; 32 indivíduos de nível SE alto foram utilizados como amostra de comparação. A PCR de alta sensibilidade foi medida por nefelometria. RESULTADOS: Entre os indivíduos de baixo nível SE, os preditores independentes de PCR foram índice de massa corporal > 25 kg/m² (P<0,001), hábito de fumar (P=0,005) e condições infecciosas agudas (P=0,049). O grupo com baixo nível SE (mediana=2,02 mg/l; variação interquartil: 0,92 – 4,95 mg/dl) apresentou níveis mais altos de PCR quando comparado com o grupo de alto nível SE (1,16 mg/l, variação interquartil: 0,55 – 2,50 mg/dl, P=0,03). O índice de massa corporal foi mais alto (27 ± 4,9 kg/m² vs 25,5 ± 3,2 kg/m²; P=0,07) e a prevalência de infecção aguda foi maior (32% vs 3%, P=0,002) no grupo com baixo nível SE. Após exclusão de indivíduos com sobrepeso ou condições infecciosas, os valores de PCR foram similares entre os grupos com baixo e alto nível SE (0,93 mg/l vs 1,08 mg/l, P=0,28). CONCLUSÃO: Adiposidade, condições infecciosas e fumo são preditores de PCR em indivíduos com nível SE muito baixo. Os primeiros dois fatores são os determinantes da exacerbação da inflamação em indivíduos de muito baixo nível SE.

  • Classe Social
  • Doenças Cardiovasculares
  • Inflamação
  • proteína C
  • Risco
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000200012

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Garcia VP, Rocha HNM, Sales ARK, Rocha NG, Nóbrega ACL. Diferenças na Proteína C Reativa Ultrassensível associado ao gênero em Indivíduos com Fatores de Risco da Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(3):182-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Vinicius Pacheco; Rocha, Helena Naly Miguens; Sales, Allan Robson Kluser; Rocha, Natália Galito; Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da. Diferenças na Proteína C Reativa Ultrassensível associado ao gênero em Indivíduos com Fatores de Risco da Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 3, p. 182-187, fev. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, V. P., Rocha, H. N. M., Sales, A. R. K., Rocha, N. G., & Nóbrega, A. C. L. (2016). Diferenças na Proteína C Reativa Ultrassensível associado ao gênero em Indivíduos com Fatores de Risco da Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(3), 182-187.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Vinicius Pacheco and Rocha, Helena Naly Miguens and Sales, Allan Robson Kluser and Rocha, Natália Galito and Nóbrega, Antonio Claudio Lucas da. Diferenças na Proteína C Reativa Ultrassensível associado ao gênero em Indivíduos com Fatores de Risco da Síndrome Metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 182-187. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/diferencas-na-proteina-c-reativa-ultrassensivel-associado-ao-genero-em-individuos-com-fatores-de-risco-da-sindrome-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Zago VHS, Santos JET, Danelon MRG, Silva RMM, Panzoldo NB, Parra ES, Alexandre F, et al. Efeitos da atorvastatina e do polimorfismo T-786C do gene eNOS sobre parâmetros do metabolismo lipídico plasmático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;100(1):14-20.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zago, Vanessa Helena de Souza; Santos, José Eduardo Tanus dos; Danelon, Mirian Regina Gardin; Silva, Roger Marcelo Mesquita da; Panzoldo, Natália Baratella; Parra, Eliane Soler; Alexandre, Fernanda; Virgínio, Vítor Wilson de Moura; Quintão, Eder Carlos Rocha; Faria, Eliana Cotta de. Efeitos da atorvastatina e do polimorfismo T-786C do gene eNOS sobre parâmetros do metabolismo lipídico plasmático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 1, p. 14-20, dez. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zago, V. H. S., Santos, J. E. T. , Danelon, M. R. G., Silva, R. M. M. , Panzoldo, N. B., Parra, E. S., Alexandre, F., Virgínio, V. W. M., Quintão, E. C. R., & Faria, E. C. (2012). Efeitos da atorvastatina e do polimorfismo T-786C do gene eNOS sobre parâmetros do metabolismo lipídico plasmático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(1), 14-20.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zago, Vanessa Helena de Souza and Santos, José Eduardo Tanus dos and Danelon, Mirian Regina Gardin and Silva, Roger Marcelo Mesquita da and Panzoldo, Natália Baratella and Parra, Eliane Soler and Alexandre, Fernanda and Virgínio, Vítor Wilson de Moura and Quintão, Eder Carlos Rocha and Faria, Eliana Cotta de. Efeitos da atorvastatina e do polimorfismo T-786C do gene eNOS sobre parâmetros do metabolismo lipídico plasmático. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 100, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 14-20. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-da-atorvastatina-e-do-polimorfismo-t-786c-do-gene-enos-sobre-parametros-do-metabolismo-lipidico-plasmatico/>. ISSN 0066-782X

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Marsiglia JDC, Batitucci MCP, Paula F, Barbirato C, Arteaga E, Araújo AQ. Estudo de mutações causadoras de cardiomiopatia hipertrófica em um grupo de pacientes no Espírito Santo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):10-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Marsiglia, Júlia Daher Carneiro; Batitucci, Maria do Carmo Pimentel; Paula, Flávia de; Barbirato, Clara; Arteaga, Edmundo; Araújo, Aloir Queiroz de. Estudo de mutações causadoras de cardiomiopatia hipertrófica em um grupo de pacientes no Espírito Santo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 10-17, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Marsiglia, J. D. C., Batitucci, M. C. P., Paula, F. , Barbirato, C., Arteaga, E., & Araújo, A. Q. (2010). Estudo de mutações causadoras de cardiomiopatia hipertrófica em um grupo de pacientes no Espírito Santo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 10-17.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Marsiglia, Júlia Daher Carneiro and Batitucci, Maria do Carmo Pimentel and Paula, Flávia de and Barbirato, Clara and Arteaga, Edmundo and Araújo, Aloir Queiroz de. Estudo de mutações causadoras de cardiomiopatia hipertrófica em um grupo de pacientes no Espírito Santo, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 10-17. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-de-mutacoes-causadoras-de-cardiomiopatia-hipertrofica-em-um-grupo-de-pacientes-no-espirito-santo-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Gomes F, Telo DF, Souza HP, Nicolau JC, Halpern A, Serrano Jr CV. Obesidade e doença arterial coronariana: papel da inflamação vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):273-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gomes, Fernando; Telo, Daniela F.; Souza, Heraldo P.; Nicolau, José Carlos; Halpern, Alfredo; Serrano Jr, Carlos V.. Obesidade e doença arterial coronariana: papel da inflamação vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 273-279, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gomes, F., Telo, D. F., Souza, H. P., Nicolau, J. C., Halpern, A., & Serrano Jr, C. V. (2010). Obesidade e doença arterial coronariana: papel da inflamação vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 273-279.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gomes, Fernando and Telo, Daniela F. and Souza, Heraldo P. and Nicolau, José Carlos and Halpern, Alfredo and Serrano Jr, Carlos V.. Obesidade e doença arterial coronariana: papel da inflamação vascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 273-279. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-e-doenca-arterial-coronariana-papel-da-inflamacao-vascular/>. ISSN 0066-782X

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Correia LCL, Penalva R, Correia H, Ladeia AM, Menezes M, Suzart I, Moreira A, et al. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):216-23.

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Correia, Luis C. L.; Penalva, Rafaela; Correia, Helena; Ladeia, Ana M.; Menezes, Marta; Suzart, Isaac; Moreira, Agnaluce; Lima, José Carlos; Galvão, Bernardo; Guimarães, Armênio C.. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 216-223, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L. C. L., Penalva, R., Correia, H., Ladeia, A. M., Menezes, M., Suzart, I., Moreira, A., Lima, J. C., Galvão, B., & Guimarães, A. C. (2010). Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 216-223.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Luis C. L. and Penalva, Rafaela and Correia, Helena and Ladeia, Ana M. and Menezes, Marta and Suzart, Isaac and Moreira, Agnaluce and Lima, José Carlos and Galvão, Bernardo and Guimarães, Armênio C.. Determinantes do valor da proteína C-reativa em indivíduos de nível sócio-econômico muito baixo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 216-223. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/determinantes-do-valor-da-proteina-c-reativa-em-individuos-de-nivel-socio-economico-muito-baixo/>. ISSN 0066-782X

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