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  2. Palavra-chave: Fibrilação Atrial/complicações
Figura Central
ABC
Artigo Original

Ablação da Fibrilação Atrial: Impacto da Ecocardiografia Intracardíaca na Redução do Tempo de Procedimento e Internação

Roberto Tofani Sant`Anna et al. Gustavo Glotz de Lima Marco Aurélio Lumertz Saffi Marcelo Lapa Kruse Tiago Luiz Luz Leiria

Resumo

Fundamento

O ecocardiograma intracardíaco (EIC) permite visualizar estruturas cardíacas e reconhecer complicações durante a ablação da fibrilação atrial (AFA). Comparado ao ecocardiograma transesofágico (ETE), o EIC é menos sensível para detecção de trombo no apêndice atrial, porém requer mínima sedação e menos operadores, tornando-o atrativo num cenário de recursos restritos.

Objetivo

Comparar 13 casos de AFA utilizando EIC (grupo AFA-EIC) com 36 casos de AFA utilizando ETE (grupo AFA-ETE).

Método

Trata-se de corte prospectiva realizada em um único centro. O desfecho principal foi o tempo de procedimento. Desfechos secundários tempo de fluoroscopia, dose de radiação (mGy/cm2), complicações maiores e tempo de internação hospitalar em horas. O perfil clínico foi comparado pelo escore CHA2DS2-VASc. Um valor de p <0,05 foi considerado uma diferença estatisticamente significativa entre os grupos.

Resultados

A mediana do escore de CHA2DS2-VASc score foi 1 (0-3) no grupo AFA-EIC e 1 (0-4) no grupo AFA-ETE. O tempo total de procedimento foi de 129 ± 27 min grupo AFA-EIC e 189 ± 41 no AFA-ETE (p<0,001); o grupo AFA-EIC recebeu uma dose menor de radiação (mGy/cm2, 51296 ± 24790 vs. 75874 ± 24293; p=0,002), no entanto, o tempo de fluoroscopia em minutos mostrou-se semelhante (27,48 ± 9,79 vs. 26,4 ± 9,32; p=0,671). As medianas do tempo de hospitalização não se mostraram diferentes, 48 (36-72) horas (AFA-EIC) e 48 (48-66) horas (AFA-ETE) (p=0,27).

Conclusão

Nesta coorte, AFA-EIC foi relacionado a menores tempos de procedimento e menor exposição à radiação, sem aumentar o risco de complicações ou o tempo de internação hospitalar.

  • Ablação por Cateter
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Hospitalização
  • Veias Pulmonares/diagnóstico por imagem
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15/05/2023 DOI: 10.36660/abc.20220306 Visualizações 1
ABC
Editorial

Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?

Luiz Eduardo Montenegro Camanho et al. Gustavo Vignoli dos Santos

A fibrilação atrial (FA) é a arritmia cardíaca mais comum na prática clínica, afetando aproximadamente 1 a 2% da população em geral e está associada a um risco aumentado de eventos cardioembólicos e impacto negativo na qualidade de vida. A taxa de mortalidade cardiovascular descrita é de aproximadamente 5% no ano e estima-se que o risco de complicações cardiovasculares seja maior no primeiro ano após o diagnóstico da arritmia. A taxa de recorrência da FA sem um tratamento preventivo e adequado é da ordem de 90%, o que expressa a magnitude do problema.

Desta forma, parece bastante razoável postular o conceito de que a abordagem precoce da FA traga benefícios clínicos relevantes a estes pacientes. Dados recentes obtidos do estudo EAST-AFNET demonstraram claramente que esta abordagem é uma estratégia válida e eficaz. O estudo envolveu 2789 pacientes com diagnóstico de FA há pelo menos 12 meses que foram randomizados para tratamento precoce da FA (ablação: 8% e DAA: 87%) ou tratamento conservador. Em um período de acompanhamento médio de 5,1 anos, o grupo de tratamento precoce demonstrou uma redução significativa no desfecho primário de morte cardiovascular em relação ao grupo conservador. O risco de AVC, hospitalização por IC ou síndrome coronariana aguda também foi menor no grupo de abordagem precoce. O desenho do estudo não se propôs primariamente avaliar segurança e efetividade dos componentes do tratamento precoce (ablação vs. drogas antiarrítmicas – DAA). Sendo assim, os autores concluíram que a estratégia de controle precoce do ritmo cardíaco se associou a um menor risco de desfechos desfavoráveis do que o tratamento usual em portadores de FA e condições cardiovasculares associadas.

[…]

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Arritmias Cardíacas/complicações
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Terapia Trombolítica/efeitos adversos
  • Tromboembolia/mortalidade
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20220362
Figura 1
ABC
Artigo Original

Terapia de Anticoagulação em Pacientes com Fibrilação Atrial não Valvar em Ambiente de Cuidado de Saúde Privado no Brasil: Um Estudo de Mundo Real

Pedro Gabriel Melo de Barros e Silva et al. Henry Sznejder Rafael Vasconcellos Georgette M. Charles … Hugo Tannus F. Mendonca-Filho Jack Mardekian Rodrigo Nascimento Stephen Dukacz Manuela Di Fusco

Resumo

Fundamento:

A segurança e a eficácia da varfarina dependem da qualidade do controle da anticoagulação. Estudos observacionais associam controle deficiente com aumento de morbidade, mortalidade e custos com saúde.

Objetivos:

Desenvolver um perfil de pacientes com fibrilação atrial não valvar (FANV) tratados com varfarina em ambiente ambulatorial e hospitalar privado brasileiro, avaliar a qualidade do controle da anticoagulação e sua associação com resultados clínicos e econômicos.

Métodos:

Este estudo retrospectivo, por meio de um conjunto de dados de seguros privados de saúde no Brasil, identificou pacientes com FANV tratados com varfarina entre 01 de maio de 2014 a 30 de abril de 2016, descreveu seu manejo da anticoagulação e quantificou os custos relacionados à doença. Foram recuperados dados demográficos, histórico clínico, medicação concomitante e tempo na faixa terapêutica (TTR) dos valores da razão normalizada internacional (RNI). Os pacientes foram agrupados em quartis de TTR, com um bom controle sendo definido como TTR ≥65% (método de Rosendaal). Sangramentos maiores e custos médicos diretos por todas as causas foram calculados e comparados entre subgrupos de controle bons e ruins. Valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significantes.

Resultados:

A análise incluiu 1220 pacientes (mediana de seguimento: 1,5 anos; IIQ: 0,5-2,0). Em média, cada paciente recebeu 0,95 medidas mensais de RNI (RNI média: 2,60 ± 0,88, com 26,1% dos valores 3), (mediana de TTR: 58%; IIQ: 47-68%), (TTR médio: 56,6% ± 18,9%). Apenas 31% dos pacientes estavam bem controlados (TTR médio: 78% ± 10%), com 1,6% apresentando grandes sangramentos na mediana do seguimento e custos médicos diretos por membro por ano (PMPY) de R$25.352 (± R$37.762). Pacientes com controle abaixo do ideal (69%) foram associados a 3,3 vezes mais sangramentos graves (5,3% vs. 1,6%; p <0,01) e custos 40% maiores (R$35.384 vs. R$25.352; p < 0,01).

Conclusões:

Mais de 60% dos pacientes estavam abaixo da meta desejada e os custos associados foram significativamente maiores nesta população.

  • Antcoagulantes/efeitos adversos
  • Anticoagulantes / uso terapêutico
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Hospitais Privados/economia
  • Qualidade, Acesso e Avaliação de Assistência à Saúde
  • Varfarina/uso terapêutico
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07/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20180076
ABC
Editorial

Manuseio Clínico de Pacientes com Primeiro Episódio de Fibrilação Atrial Detectado na Fase Aguda do Infarto do Miocárdio

Mauricio Scanavacca et al. Tan Chen Wu

Episódios de fibrilação atrial (FA) têm sido observados tradicionalmente em até 20% dos pacientes que sofrem infarto agudo do miocárdico (IAM); 5-10% desses, como primeiro episódio, durante a internação hospitalar. A etiologia da FA, nessa fase do IAM tem vários fatores, incluindo aumento da pressão atrial pela disfunção ventricular aguda, isquemia atrial associada (mais comum no IAM inferior), reação inflamatória secundária, mudanças no comportamento do sistema nervoso autônomo e no padrão neuro-humoral relacionados à fisiopatologia do IAM, principalmente naqueles com disfunção ventricular.–

Estudo recente, publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia por Congo et al., sugere que nos últimos anos a incidência de FA na fase aguda do IAM pode estar diminuindo, devido ao maior acesso dos pacientes à reperfusão precoce e ao melhor tratamento clínico, com uso mais frequente de inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA), beta bloqueadores estatinas e terapia antiplaquetária. Adicionalmente, o estudo confirma observações anteriores de que o surgimento de FA associa-se a pior evolução clínica hospitalar e alerta em relação ao manuseio clínico desses pacientes, em particular da não utilização de anticoagulantes orais na alta hospitalar.

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Anti-Hipertensivos
  • Anticoagulantes
  • Disfunção Ventricular
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Infarto Agudo do Miocárdio/complicações
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02/12/2019 DOI: 10.36660/abc.20190733 Visualizações 1
ABC
Letter to the Editor

Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas

Emanoela Lima Freitas et al. Elieusa e Silva Sampaio Roque Aras

O

s

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral/etiologia
  • Desfibriladores Implantáveis
  • Doença de Chagas/complicações
  • Estimulação Cardíaca Artificial/métodos
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Risco
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01/04/2018 DOI: 10.5935/abc.20180060 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Escores de risco de tromboembolismo e de sangramento e preditores de morte cardíaca em uma população com fibrilação atrial

Rose Mary Ferreira Lisboa da Silva et al. Pollyana Ardavicius e Silva Marcos Correia Lima Lívia Tanure Sant'Anna … Túlio Corrêa Silva Pedro Henrique Vilela Moreira Robert Moreira Gandra Túlio Ramos Cavalcanti Plínio Henrique Vaz Mourão

Resumo

Fundamento:

A fibrilação atrial (FA) é uma arritmia comum, com risco de embolia sistêmica e morte. Apresenta etiologia reumática em até 32% dos países em desenvolvimento, cujos dados de anticoagulação e evolução são escassos.

Objetivos:

Verificar as variáveis preditoras de morte cardíaca (MC) conforme o perfil clínico, os escores de tromboembolismo e de sangramento dos pacientes com FA de uma única instituição universitária, com alta prevalência de cardiopatia reumática.

Métodos:

Foram estudados 302 pts com FA, média de idade 58,1 anos; 161 mulheres; 96 pts com etiologia reumática. Os pts foram submetidos à avaliação clínica e laboratorial, ao cálculo dos escores de risco e ao seguimento clínico médio de 12,8 meses.

Resultados:

174 pts estavam em uso de varfarina. As médias dos escores HAS-BLED e ATRIA foram de 1,4 e de 1,2, respectivamente. O cálculo da fração dos valores da razão normalizada internacional dentro do intervalo terapêutico foi de 45,8%. Houve MC em 30 pts (9,9%) e 41 apresentaram algum tipo de hemorragia em decorrência do uso de varfarina. Pela análise univariada, houve significância estatística entre MC e FA permanente, pressões arteriais, disfunção sistólica, R2CHADS2, CCS, EHRA e HAS-BLED. Não houve associação com FA valvar. Por meio da análise multivariada, a pressão arterial sistêmica e da artéria pulmonar, a classificação CCS e a disfunção sistólica apresentavam significância estatística.

Conclusões:

Não houve associação entre MC e FA valvar. Os preditores independentes de MC foram medidas baixas de pressão arterial, escores mais elevados da classificação CCS e a presença de disfunção ventricular sistólica.

  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Hemorragia
  • Tromboembolismo/complicações
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25/05/2017 DOI: 10.5935/abc.20170064

Como citar este artigo

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Sant`Anna RT, Lima GG, Saffi MAL, Kruse ML, Leiria TLL. Ablação da Fibrilação Atrial: Impacto da Ecocardiografia Intracardíaca na Redução do Tempo de Procedimento e Internação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20220306.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sant`Anna, Roberto Tofani; Lima, Gustavo Glotz de; Saffi, Marco Aurélio Lumertz; Kruse, Marcelo Lapa; Leiria, Tiago Luiz Luz. Ablação da Fibrilação Atrial: Impacto da Ecocardiografia Intracardíaca na Redução do Tempo de Procedimento e Internação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20220306, maio. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sant`Anna, R. T., Lima, G. G. , Saffi, M. A. L., Kruse, M. L., & Leiria, T. L. L. (2023). Ablação da Fibrilação Atrial: Impacto da Ecocardiografia Intracardíaca na Redução do Tempo de Procedimento e Internação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20220306.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sant`Anna, Roberto Tofani and Lima, Gustavo Glotz de and Saffi, Marco Aurélio Lumertz and Kruse, Marcelo Lapa and Leiria, Tiago Luiz Luz. Ablação da Fibrilação Atrial: Impacto da Ecocardiografia Intracardíaca na Redução do Tempo de Procedimento e Internação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [citado 2026-10-14], e20220306. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-da-fibrilacao-atrial-impacto-da-ecocardiografia-intracardiaca-na-reducao-do-tempo-de-procedimento-e-internacao/>. ISSN 0066-782X

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Camanho LEM, Santos GV. Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):95-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Camanho, Luiz Eduardo Montenegro; Santos, Gustavo Vignoli dos. Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 95-96, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Camanho, L. E. M., & Santos, G. V. (2022). Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 95-96.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Camanho, Luiz Eduardo Montenegro and Santos, Gustavo Vignoli dos. Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 95-96. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-por-cateter-como-terapia-de-primeira-linha-no-tratamento-da-fibrilacao-atrial-devemos-sempre-indicar/>. ISSN 0066-782X

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Silva PGMB, Sznejder H, Vasconcellos R, Charles GM, Mendonca-Filho HTF, Mardekian J, Nascimento R, et al. Terapia de Anticoagulação em Pacientes com Fibrilação Atrial não Valvar em Ambiente de Cuidado de Saúde Privado no Brasil: Um Estudo de Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):457-66.

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Silva, Pedro Gabriel Melo de Barros e; Sznejder, Henry; Vasconcellos, Rafael; Charles, Georgette M.; Mendonca-Filho, Hugo Tannus F.; Mardekian, Jack; Nascimento, Rodrigo; Dukacz, Stephen; Fusco, Manuela Di. Terapia de Anticoagulação em Pacientes com Fibrilação Atrial não Valvar em Ambiente de Cuidado de Saúde Privado no Brasil: Um Estudo de Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 457-466, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, P. G. M. B. , Sznejder, H., Vasconcellos, R., Charles, G. M., Mendonca-Filho, H. T. F., Mardekian, J., Nascimento, R., Dukacz, S., & Fusco, M. D. (2020). Terapia de Anticoagulação em Pacientes com Fibrilação Atrial não Valvar em Ambiente de Cuidado de Saúde Privado no Brasil: Um Estudo de Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 457-466.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Pedro Gabriel Melo de Barros e and Sznejder, Henry and Vasconcellos, Rafael and Charles, Georgette M. and Mendonca-Filho, Hugo Tannus F. and Mardekian, Jack and Nascimento, Rodrigo and Dukacz, Stephen and Fusco, Manuela Di. Terapia de Anticoagulação em Pacientes com Fibrilação Atrial não Valvar em Ambiente de Cuidado de Saúde Privado no Brasil: Um Estudo de Mundo Real. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 457-466. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-de-anticoagulacao-em-pacientes-com-fibrilacao-atrial-nao-valvar-em-ambiente-de-cuidado-de-saude-privado-no-brasil-um-estudo-de-mundo-real/>. ISSN 0066-782X

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Scanavacca M, Wu TC. Manuseio Clínico de Pacientes com Primeiro Episódio de Fibrilação Atrial Detectado na Fase Aguda do Infarto do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(5):958-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Scanavacca, Mauricio; Wu, Tan Chen. Manuseio Clínico de Pacientes com Primeiro Episódio de Fibrilação Atrial Detectado na Fase Aguda do Infarto do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 5, p. 958-959, dez. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Scanavacca, M., & Wu, T. C. (2019). Manuseio Clínico de Pacientes com Primeiro Episódio de Fibrilação Atrial Detectado na Fase Aguda do Infarto do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(5), 958-959.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Scanavacca, Mauricio and Wu, Tan Chen. Manuseio Clínico de Pacientes com Primeiro Episódio de Fibrilação Atrial Detectado na Fase Aguda do Infarto do Miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 958-959. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/manuseio-clinico-de-pacientes-com-primeiro-episodio-de-fibrilacao-atrial-detectado-na-fase-aguda-do-infarto-do-miocardio/>. ISSN 0066-782X

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Freitas EL, Sampaio ES, Aras R. Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):399.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Freitas, Emanoela Lima; Sampaio, Elieusa e Silva; Aras, Roque. Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 399-399, mar. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Freitas, E. L., Sampaio, E. S., & Aras, R. (2018). Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 399-399.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Freitas, Emanoela Lima and Sampaio, Elieusa e Silva and Aras, Roque. Incidência de Episódios de Alta Frequência Atrial em Pacientes com Doença de Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 399-399. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/incidencia-de-episodios-de-alta-frequencia-atrial-em-pacientes-com-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Silva RMFL, Silva PA, Lima MC, Sant’Anna LT, Silva TC, Moreira PHV, Gandra RM, et al. Escores de risco de tromboembolismo e de sangramento e preditores de morte cardíaca em uma população com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(1):05-13.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da; Silva, Pollyana Ardavicius e; Lima, Marcos Correia; Sant’Anna, Lívia Tanure; Silva, Túlio Corrêa; Moreira, Pedro Henrique Vilela; Gandra, Robert Moreira; Cavalcanti, Túlio Ramos; Mourão, Plínio Henrique Vaz. Escores de risco de tromboembolismo e de sangramento e preditores de morte cardíaca em uma população com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 1, p. 05-13, maio. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, R. M. F. L. , Silva, P. A. , Lima, M. C., Sant’Anna, L. T., Silva, T. C., Moreira, P. H. V., Gandra, R. M., Cavalcanti, T. R., & Mourão, P. H. V. (2017). Escores de risco de tromboembolismo e de sangramento e preditores de morte cardíaca em uma população com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(1), 05-13.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Rose Mary Ferreira Lisboa da and Silva, Pollyana Ardavicius e and Lima, Marcos Correia and Sant’Anna, Lívia Tanure and Silva, Túlio Corrêa and Moreira, Pedro Henrique Vilela and Gandra, Robert Moreira and Cavalcanti, Túlio Ramos and Mourão, Plínio Henrique Vaz. Escores de risco de tromboembolismo e de sangramento e preditores de morte cardíaca em uma população com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 05-13. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escores-de-risco-de-tromboembolismo-e-de-sangramento-e-preditores-de-morte-cardiaca-em-uma-populacao-com-fibrilacao-atrial/>. ISSN 0066-782X

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