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Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado
ABC
Artigo Original

Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado

Guy F. A. Prado et al. Stefano Garzon José Mariani Junior Willterson Bandeira … Felipe Mateus Teixeira Bezerra Breno Oliveira Almeida Gustavo Neves de Araujo Ana Claudia Conrado João Silveira Emanuele Barbato Flavio Ribichini Pedro Alves Lemos

Resumo

Fundamento

A litotripsia intravascular (IVL) surgiu como uma tecnologia inovadora para o tratamento de lesões coronárias calcificadas.

Objetivo

Avaliar se a seleção de casos e o desempenho intervencionista com a IVL evoluíram ao longo do tempo após sua incorporação à prática clínica.

Métodos

Incluímos prospectivamente 104 pacientes consecutivos com 127 lesões coronárias calcificadas tratadas por meio da IVL. A coorte foi dividida em dois grupos temporais (52 pacientes cada), com base na ordem de inclusão dos pacientes. Dados clínicos e o desempenho do procedimento foram comparados entre os grupos. Todos os testes estatísticos foram bicaudais, com nível de significância de 0,05.

Resultados

A idade média foi de 73,2 ± 10,2 anos e 62,5% dos pacientes apresentavam síndromes coronárias agudas. Foram identificadas calcificação grave e lesões do tipo B2/C em 73,2% e 98,4% dos casos, respectivamente. A IVL foi realizada como estratégia inicial em 92,9% das lesões; utilizou-se imagem intravascular em 78% dos casos e aterectomia rotacional em 6,3%, sendo obtido sucesso angiográfico em 96,0%. Em comparação com a primeira coorte, a segunda apresentou mais lesões em bifurcação (60,0% vs. 41,9%; p = 0,04), mais intervenções na artéria circunflexa (24,6% vs. 8,1%; p = 0,02) e menor uso de balões com 4,0 mm de diâmetro (4,6% vs. 18,5%; p = 0,02). A segunda coorte abrangeu um período de inclusão mais longo (168 ± 90,8 vs. 120 ± 72,8 dias; p = 0,004) e apresentou menos complicações angiográficas (1,5% vs. 14,5%; p = 0,01), enquanto a incidência de eventos cardíacos adversos maiores intra-hospitalares não diferiu (3,8% vs. 5,8%; p = 1,0).

Conclusão

A IVL é uma modalidade eficaz para a modificação do cálcio coronário. As mudanças temporais na seleção de casos e no desempenho intervencionista podem refletir uma curva de aprendizado e adaptação.

  • Curva de Aprendizado
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Litotripsia
  • Ultrassonografia de Intervenção
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21/09/2026 DOI: 10.36660/abc.20250783
Figura 1
ABCIC
Relato de Caso

Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV

Matheus Sacco Gomes et al. Amanda Raquel Costa Cruz Bruno Leal Martins Mario Henrique Caliano … Patricia de Souza Magalhães Daniel Bandeira Ricardo Costa Marinella Patrizia Centemero

Introdução

As anomalias coronárias congênitas constituem um grupo heterogêneo de variações anatômicas, geralmente identificadas de forma incidental durante exames de imagem não invasivos ou procedimentos diagnósticos e terapêuticos invasivos. Estudos demonstram que cerca de 1,3% dos indivíduos submetidos à coronariografia apresentam algum tipo de anomalia coronária. Embora a maioria seja considerada benigna, algumas podem estar associadas à isquemia miocárdica, arritmias ventriculares e, em casos raros, morte súbita. É importante destacar que a coexistência com doença arterial coronária (DAC) obstrutiva pode potencializar seus efeitos clínicos.

Entre essas variações, a duplicação da artéria descendente anterior (ADA) se destaca por sua raridade e relevância diagnóstica. Conforme a classificação proposta por Spindola-Franco et al. (), essa anomalia é dividida em quatro tipos, com base na origem e no trajeto dos ramos. No tipo I, o mais frequente, as ADA curta e longa originam-se da bifurcação da ADA principal; a ADA curta percorre o sulco interventricular anterior e termina precocemente, enquanto a ADA longa segue paralelamente pelo lado ventricular esquerdo antes de convergir para o sulco distal. No tipo II, as ADA curta e longa também se originam da bifurcação da ADA principal; entretanto, a ADA longa cursa à direita do sulco interventricular anterior antes de atingir o ápice. No tipo III, a ADA longa apresenta um trajeto inicial intramiocárdico, emergindo distalmente na superfície epicárdica. Por fim, no tipo IV, o mais incomum, há uma ADA curta originada da coronária esquerda e uma ADA longa com origem anômala na artéria coronária direita (ACD) ou em seu seio de Valsalva. Esta última percorre um trajeto intrasseptal até emergir no sulco interventricular anterior e alcançar o ápice, ocorrendo em aproximadamente 0,2% dos pacientes submetidos à coronariografia.

[…]

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Stents Farmacológicos
  • Ultrassonografia de Intervenção
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03/09/2026 DOI: 10.36660/abcimg.20260032
ABC
Carta ao Editor

Modelos Geométricos na Bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda: Precisão Matemática versus Complexidade Biológica

Guilherme O. Araújo et al. Henrique Barbosa Ribeiro

A geometria das bifurcações coronárias desempenha papel fundamental na fisiopatologia da aterosclerose e no planejamento da intervenção coronária percutânea. Entre essas estruturas, a bifurcação do tronco da coronária esquerda (TCE) assume relevância singular, não apenas pelo amplo território miocárdico irrigado, mas também pela complexa interação entre as forças hemodinâmicas, o remodelamento vascular e a progressão da doença aterosclerótica. Nesse contexto, modelos geométricos que estimam o diâmetro do vaso principal a partir das dimensões dos ramos distais foram propostos como ferramentas auxiliares para o dimensionamento vascular e para a otimização das estratégias intervencionistas. Contudo, faltam estudos comparando, de forma sistemática, esses modelos com o auxílio de ferramentas de imagem intravascular, que são mais precisas na mensuração das artérias coronárias.–

Garzon et al. avaliaram a confiabilidade dos modelos de Murray, Finet e Huo-Kassab na estimativa das dimensões da bifurcação do TCE em artérias com aterosclerose moderada, utilizando angiografia coronária quantitativa (QCA) e ultrassom intracoronário (IVUS) como métodos de referência. Os autores demonstram que os modelos de Murray e Huo-Kassab apresentam maior acurácia e precisão em comparação ao modelo de Finet, com desempenho particularmente superior do modelo de Murray quando o IVUS foi utilizado como padrão de referência. Esses achados estão em consonância com a robustez teórica dos modelos baseados em princípios de dinâmica dos fluidos e otimização energética, em contraste com o modelo de Finet, derivado empiricamente da geometria fractal angiográfica.–

[…]

  • Angiografia Coronária
  • Angioplastia Coronária com Balão
  • Ultrassonografia de Intervenção
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03/08/2026 DOI: 10.36660/abc.20260239
ABC
Artigo Original

Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares

Bárbara Campos Abreu Marino et al. Nermina Buljubasic Martijn Akkerhuis Jin M. Cheng … Hector M. Garcia-Garcia Evelyn Regar Robert-Jan van Geuns Patrick W. Serruys Eric Boersma Isabella Kardys

Resumo

Fundamento:

Faltam dados prospectivos sobre as associações de adiponectina com medidas in-vivo de grau, fenótipo e vulnerabilidade da aterosclerose coronariana.

Objetivo:

Investigar a associação da adiponectina plasmática com medidas de aterosclerose derivadas de ultrassonografia virtual intravascular (VH-IVUS) e eventos cardíacos adversos importantes (major adverse cardiac events – MACE) em pacientes com doença arterial coronariana estabelecida.

Métodos:

Em 2008-2011, a VH-IVUS de um segmento coronariano não estenótico não culpado foi realizado em 581 pacientes submetidos à angiografia coronariana para síndrome coronariana aguda (SCA, n = 318) ou angina pectoris estável (APE, n = 263) a partir do estudo de ultrassonografia aterosclerótica-intravascular (ATHEROREMO-IVUS). Sangue foi amostrado antes da angiografia coronária. Foram avaliados a carga de placa coronária, a composição tecidual, as lesões de alto risco, incluindo fibroateroma de capa fina (FCF) derivado de VH-IVUS. Mortalidade por todas as causas, SCA, e revascularização coronária não planejada foram registradas durante um ano de acompanhamento. Todos os testes estatísticos foram bicaudais e os valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados:

Na coorte completa, os níveis de adiponectina não foram associados à carga de placa, nem a vários tipos de tecido virtual histológico. Entre os pacientes com APE, os níveis de adiponectina (mediana[IIQ]: 2,9(1,9-3,9) µg/mL) foram associados positivamente às lesões FCF derivadas de VH-IVUS, (OR[IC 95%]: 1,78[1,06-3,00], p = 0,030), e inversamente associados a lesões com área luminal mínima (ALM) ≤4,0 mm2 (OR[IC 95%]: 0,55[0,32-0,92], p = 0,025). Em pacientes com SCA, os níveis de adiponectina (mediana[IIQ]: 2,9 [1,8-4,1] µg/mL) não foram associados à carga de placa nem a componentes teciduais. A associação positive de adiponectina ao óbito esteve presente na coorte completa (HR[IC 95%]: 2,52[1,02-6,23], p = 0,045) e (limítrofe) em pacientes com APE (HR[IC 95%]: 8,48[0,92-78,0], p = 0,058). Entre pacientes com SCA, essa associação perdeu significância estatística após ajuste multivariado (HR[IC 95%]: 1,87[0,67-5,19], p = 0,23).

Conclusão:

Na coorte completa, os níveis de adiponectina foram associados à obito, mas não a medidas de aterosclerose por VH-IVUS. Em pacientes com APE, os níveis de adiponectina foram associados a lesões FCF derivadas de VH-IVUS. Em geral, o papel da adiponectina na vulnerabilidade da placa permanece não confirmado.

  • Adiponectina
  • Aterosclerose
  • Doença da Artéria Coronária/complicações
  • Placa Aterosclerótica
  • Ultrassonografia de Intervenção
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01/09/2018 DOI: 10.5935/abc.20180172
Figura 1
ABC
Image

Imagem em Lua Crescente como Complicação Peculiar Durante Intervenção Coronária Percutânea de Oclusão Total Crônica

Mohsen Mohandes et al. Jordi Guarinos Cristina Moreno Sergio Rojas Alfredo Bardají

Caso

Paciente, do sexo masculino, de 55 anos de idade com histórico de intervenção coronária percutânea prévia (ICP) no segmento médio da artéria coronária descendente anterior (LAD) foi internado em nosso hospital com dores no peito. Novo angiograma coronário revelou oclusão total crônica (OCT) da LAD, recebendo colaterais da artéria coronária direita (RCA). O circunflexo esquerdo (LCX) mostrava-se totalmente ocluído, e a RCA apresentava lesão significativa no segmento médio. Planejou-se revascularização percutânea completa. A primeira tentativa de recanalizar a LAD não obteve sucesso, pois a lesão obstruía a passagem do balão; portanto, uma segunda tentativa dedicada foi planejada. Foi utilizada injeção bilateral usando-se as artérias radial e femoral, e um guia Confianza Pro 9 (Asahi Intecc, Japão) foi gradualmente inserido através da OCT (), e a posição do guia no lúmen verdadeiro foi verificada por injeção contralateral. Considerando-se a lesão, que impedia a passagem do balão, um micro cateter Tornus (Asahi Intecc, Japão) foi utilizado para penetrar e avançar pelo e através da oclusão (). Após a pre-dilatação do balão, a ultrassonografia intravascular (IVUS) verificou a posição do guia num curto segmento no lúmen verdadeiro, mas fora do stent previamente implantado (). Diversos stents eluidores de fármacos (DES) foram implantados, e a artéria foi recanalizada com sucesso, embora tenha sido detectada uma embolização muito distal (). Um novo exame de IVUS mostrou esmagamento parcial do stent anterior no formato de lua crescente ().

[…]

  • Cateteres Cardíacos
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Oclusão Coronária
  • Stents Farmacológicos
  • Ultrassonografia de Intervenção
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01/08/2017 DOI: 10.5935/abc.20170073
Implante de Stent guiado por ultrassom intracoronariano melhora desfechos: meta-análise de ensaios randomizados
ABC
Artigo Original

Implante de Stent guiado por ultrassom intracoronariano melhora desfechos: meta-análise de ensaios randomizados

Graciele Sbruzzi et al. Alexandre Schaan de Quadros Rodrigo Antonini Ribeiro Aníbal Pereira Abelin … Otávio Berwanger Rodrigo Della Meã Plentz Beatriz DAgord Schann

FUNDAMENTO: Ultrassom Intracoronariano (USIC) tem sido usado como um método auxiliar a fim de otimizar o implante de stents. No entanto, o impacto desse método em alguns resultados é controverso. OBJETIVO: Analisar sistematicamente o impacto dos stents coronarianos guiados por USIC, em comparação com os stents guiados angiograficamente, sobre os resultados clínicos e angiográficos. MÉTODOS: Foi realizada uma busca em bases de dados (MEDLINE, Cochrane CENTRAL, EMBASE) e referências de estudos publicados entre 1982 e 2010. Foram incluídos Ensaios Clínicos Randomizados (ECR) que compararam o implante de stents coronarianos guiados por angiografia e USIC versus implante de stents coronarianos guiados apenas por angiografia (ANGIO). O seguimento mínimo foi de seis meses e os resultados avaliados foram eventos cardíacos adversos importantes (MACE), Revascularização da Lesão-alvo (RLA) e reestenose angiográfica. Dois revisores extraíram os dados de forma independente. Razão de risco sumário e intervalos de confiança de 95% (CI) foram calculados com modelos com efeitos aleatórios. A abordagem GRADE foi utilizada para determinar a qualidade geral de evidências para cada resultado. RESULTADOS: Dos 3.631 artigos identificados, oito ECR avaliando um total de 2.341 pacientes foram incluídos. Houve uma redução de 27% na reestenose angiográfica (95% IC: 3% -46%) e uma redução de 38% em RLA (95% IC: 17% -53%) em favor de USIC versus ANGIO. No entanto, os MACE não foram reduzidos por USIC (RR: 0,79; 95%CI: 0,61-1,03). Os dados MACE representam apenas 47% do tamanho ótimo de informações necessárias para detectar com segurança um efeito de tratamento plausível. CONCLUSÕES: Observamos que o implante de stent coronariano guiado por USIC oferece reduções significativas em RLA e reestenose angiográfica em comparação com implante de stent guiado por angiografia, porém não reduz casos de MACE.

  • Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios
  • Metanálise
  • Ultrassonografia de Intervenção
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13/12/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000118

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EndNote RIS

Electronic Document Format (Vancouver)

Prado GFA, Garzon S, Mariani Junior J, Bandeira W, Bezerra FMT, Almeida BO, Araujo GN, et al. Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(8):e20250783.

Electronic Document Format (ABNT)

Prado, Guy F. A.; Garzon, Stefano; Mariani Junior, José; Bandeira, Willterson; Bezerra, Felipe Mateus Teixeira; Almeida, Breno Oliveira; Araujo, Gustavo Neves de; Conrado, Ana Claudia; Silveira, João; Barbato, Emanuele; Ribichini, Flavio; Lemos, Pedro Alves. Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 8, e20250783, set. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Prado, G. F. A., Garzon, S., Mariani Junior, J., Bandeira, W., Bezerra, F. M. T., Almeida, B. O., Araujo, G. N. , Conrado, A. C., Silveira, J., Barbato, E., Ribichini, F., & Lemos, P. A. (2026). Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(8), e20250783.

Electronic Document Format (ISO)

Prado, Guy F. A. and Garzon, Stefano and Mariani Junior, José and Bandeira, Willterson and Bezerra, Felipe Mateus Teixeira and Almeida, Breno Oliveira and Araujo, Gustavo Neves de and Conrado, Ana Claudia and Silveira, João and Barbato, Emanuele and Ribichini, Flavio and Lemos, Pedro Alves. Incorporação da Litotripsia Intracoronária na Prática Clínica: Uma Análise Comparativa Temporal de Segurança, Eficácia e Curva de Aprendizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 8, [cited 2026-09-30], e20250783. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/incorporacao-da-litotripsia-intracoronaria-na-pratica-clinica-uma-analise-comparativa-temporal-de-seguranca-eficacia-e-curva-de-aprendizado/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Gomes MS, Cruz ARC, Martins BL, Caliano MH, Magalhães PS, Bandeira D, Costa R, et al. Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular 2026;39(3):e20260032.

Electronic Document Format (ABNT)

Gomes, Matheus Sacco; Cruz, Amanda Raquel Costa; Martins, Bruno Leal; Caliano, Mario Henrique; Magalhães, Patricia de Souza; Bandeira, Daniel; Costa, Ricardo; Centemero, Marinella Patrizia. Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular, v. 39, n. 3, e20260032, set. 2026.

Electronic Document Format (APA)

Gomes, M. S., Cruz, A. R. C., Martins, B. L., Caliano, M. H., Magalhães, P. S., Bandeira, D., Costa, R., & Centemero, M. P. (2026). Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular, 39(3), e20260032.

Electronic Document Format (ISO)

Gomes, Matheus Sacco and Cruz, Amanda Raquel Costa and Martins, Bruno Leal and Caliano, Mario Henrique and Magalhães, Patricia de Souza and Bandeira, Daniel and Costa, Ricardo and Centemero, Marinella Patrizia. Doença Arterial Coronária Em Um Cenário Anatômico Raro: Artéria Descendente Anterior Duplicada Tipo IV. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2026, vol. 39, n. 3, [cited 2026-09-30], e20260032. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronaria-em-um-cenario-anatomico-raro-arteria-descendente-anterior-duplicada-tipo-iv/>. ISSN 2318-8219

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Araújo GO, Ribeiro HB. Modelos Geométricos na Bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda: Precisão Matemática versus Complexidade Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(7):e20260239.

Electronic Document Format (ABNT)

Araújo, Guilherme O.; Ribeiro, Henrique Barbosa. Modelos Geométricos na Bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda: Precisão Matemática versus Complexidade Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 7, e20260239, ago. 2026.

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Araújo, G. O., & Ribeiro, H. B. (2026). Modelos Geométricos na Bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda: Precisão Matemática versus Complexidade Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(7), e20260239.

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Araújo, Guilherme O. and Ribeiro, Henrique Barbosa. Modelos Geométricos na Bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda: Precisão Matemática versus Complexidade Biológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 7, [cited 2026-09-30], e20260239. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/modelos-geometricos-na-bifurcacao-do-tronco-da-coronaria-esquerda-precisao-matematica-versus-complexidade-biologica/>. ISSN 0066-782X

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Marino BCA, Buljubasic N, Akkerhuis M, Cheng JM, Garcia-Garcia HM, Regar E, Geuns R, et al. Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(3):345-53.

Electronic Document Format (ABNT)

Marino, Bárbara Campos Abreu; Buljubasic, Nermina; Akkerhuis, Martijn; Cheng, Jin M.; Garcia-Garcia, Hector M.; Regar, Evelyn; Geuns, Robert-Jan van; Serruys, Patrick W.; Boersma, Eric; Kardys, Isabella. Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 3, p. 345-353, ago. 2018.

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Marino, B. C. A., Buljubasic, N., Akkerhuis, M., Cheng, J. M., Garcia-Garcia, H. M., Regar, E., Geuns, R. , Serruys, P. W., Boersma, E., & Kardys, I. (2018). Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(3), 345-353.

Electronic Document Format (ISO)

Marino, Bárbara Campos Abreu and Buljubasic, Nermina and Akkerhuis, Martijn and Cheng, Jin M. and Garcia-Garcia, Hector M. and Regar, Evelyn and Geuns, Robert-Jan van and Serruys, Patrick W. and Boersma, Eric and Kardys, Isabella. Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 345-353. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-da-adiponectina-com-as-caracteristicas-da-placa-aterosclerotica-ao-ultrassom-intravascular-com-radiofrequencia-e-desfechos-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Mohandes M, Guarinos J, Moreno C, Rojas S, Bardají A. Imagem em Lua Crescente como Complicação Peculiar Durante Intervenção Coronária Percutânea de Oclusão Total Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(2):178-9.

Electronic Document Format (ABNT)

Mohandes, Mohsen; Guarinos, Jordi; Moreno, Cristina; Rojas, Sergio; Bardají, Alfredo. Imagem em Lua Crescente como Complicação Peculiar Durante Intervenção Coronária Percutânea de Oclusão Total Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 2, p. 178-179, jul. 2017.

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Mohandes, M., Guarinos, J., Moreno, C., Rojas, S., & Bardají, A. (2017). Imagem em Lua Crescente como Complicação Peculiar Durante Intervenção Coronária Percutânea de Oclusão Total Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(2), 178-179.

Electronic Document Format (ISO)

Mohandes, Mohsen and Guarinos, Jordi and Moreno, Cristina and Rojas, Sergio and Bardají, Alfredo. Imagem em Lua Crescente como Complicação Peculiar Durante Intervenção Coronária Percutânea de Oclusão Total Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 178-179. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/imagem-em-lua-crescente-como-complicacao-peculiar-durante-intervencao-coronaria-percutanea-de-oclusao-total-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Sbruzzi G, Quadros AS, Ribeiro RA, Abelin AP, Berwanger O, Plentz RDM, Schann BD, et al. Implante de Stent guiado por ultrassom intracoronariano melhora desfechos: meta-análise de ensaios randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;98(1):35-44.

Electronic Document Format (ABNT)

Sbruzzi, Graciele; Quadros, Alexandre Schaan de; Ribeiro, Rodrigo Antonini; Abelin, Aníbal Pereira; Berwanger, Otávio; Plentz, Rodrigo Della Meã; Schann, Beatriz DAgord. Implante de Stent guiado por ultrassom intracoronariano melhora desfechos: meta-análise de ensaios randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 1, p. 35-44, dez. 2011.

Electronic Document Format (APA)

Sbruzzi, G., Quadros, A. S. , Ribeiro, R. A., Abelin, A. P., Berwanger, O., Plentz, R. D. M., & Schann, B. D. (2011). Implante de Stent guiado por ultrassom intracoronariano melhora desfechos: meta-análise de ensaios randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(1), 35-44.

Electronic Document Format (ISO)

Sbruzzi, Graciele and Quadros, Alexandre Schaan de and Ribeiro, Rodrigo Antonini and Abelin, Aníbal Pereira and Berwanger, Otávio and Plentz, Rodrigo Della Meã and Schann, Beatriz DAgord. Implante de Stent guiado por ultrassom intracoronariano melhora desfechos: meta-análise de ensaios randomizados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 98, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 35-44. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/implante-de-stent-guiado-por-ultrassom-intracoronariano-melhora-desfechos-meta-analise-de-ensaios-randomizados/>. ISSN 0066-782X

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