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  2. Palavra-chave: diabete melito
Terapia com inibidor da ECA com dosagens relativamente altas e risco de agravamento renal na insuficiência cardíaca crônica
ABC
Artigo Original

Terapia com inibidor da ECA com dosagens relativamente altas e risco de agravamento renal na insuficiência cardíaca crônica

Renato De Vecchis et al. Giuseppina Di Biase Carmelina Ariano Carmela Cioppa … Anna Giasi Antonio Ciccarelli Armando Pucciarelli Salvatore Cantatrione

FUNDAMENTO: O efeito renoprotetor dos inibidores da ECA vem sendo questionado no caso de diminuição do volume circulante efetivo, como na insuficiência cardíaca crônica direita ou biventricular. Objetivo: Detectar os preditores clínicos de agravamento renal na população de pacientes com ICC, caracterizado por dois tipos de regime de dosagem de inibidores da ECA. MÉTODOS: De acordo com um desenho de coorte retrospectiva, seguimos dois grupos de pacientes com ICC – tanto direita quanto biventricular -, todos na classe III da NYHA, tratados com inibidores da ECA (enalapril ou lisinopril), e com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) < 50%, por meio de distinção em sua dosagem de inibidor da ECA: média-baixa ( 10 mg por dia) de enalapril ou lisinopril. A disfunção renal agravada (ARD) foi definida pelo aumento de Cr > 30% com relação ao segmento basal. O modelo de risco proporcional de Cox foi utilizado para identificar os preditores da ARD entre as seguintes variáveis: os inibidores da ECA com “alta” dosagem, idade, FEVE basal, histórico de repetidas terapias intensivas com diuréticos de alça por via intravenosa (diurético intravenoso), diabete, Cr basal, histórico de hipertensão, pressão arterial sistólica < 100 mmHg. RESULTADOS: Cinquenta e sete pacientes foram recrutados, dos quais 15 foram tratados com inibidor da ECA com dosagem "alta". Durante um seguimento médio de 718 dias, a ARD ocorreu em 17 pacientes (29,8%). Apenas o inibidor da ECA com "alta" dosagem (RR: 12,4681 IC: 2,1614 – 71,9239 p = 0,0050) e Cr basal (RR:1,2344 IC: 1,0414 – 1,4632 p = 0,0157) foi demonstrado ser preditor da ARD. Além disso, demonstrou-se que o inibidor da ECA com dosagens "altas" não previu ARD em ICC sem diurético intravenoso e ICC com diabete. CONCLUSÃO: Na ICC de classe III da NYHA, o inibidor da ECA com "altas" dosagens e um maior Cr basal foi preditor da ARD. A nefrotoxicidade relacionada com inibidores da ECA em "altas" dosagens foi aumentada com o diurético intravenoso, ao passo que, em pacientes com ICC com diabete, aquela não foi detectada.

  • diabete melito
  • Diuréticos
  • inibidores enzimáticos
  • Insuficiência Cardíaca
  • Peptidil Dipeptidase A
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14/10/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000100 Visualizações 1
Treinamento em natação atenua a disfução contrátil de cardiomiócitos de ratos diabéticos
ABC
Artigo Original

Treinamento em natação atenua a disfução contrátil de cardiomiócitos de ratos diabéticos

Márcia Ferreira da Silva et al. Maria do Carmo Gouveia Pelúzio Paulo Roberto dos Santos Amorim Vitor Neiva Lavorato … Natália Pereira do Santos Luiz Henrique Marchesi Bozi Arlete Rita Penitente Daniel Luciano Falkoski Felipe Gomes Berfort Antonio Jose Natali

FUNDAMENTO: O diabete experimental promove disfunção contrátil em cardiomiócitos, mas os efeitos do treinamento em natação nesta disfunção não são conhecidos. OBJETIVO: Testar os efeitos de um programa de treino em natação (PTN) sobre a disfunção contrátil de cardiomiócitos de ratos com diabete experimental. MÉTODOS: Ratos Wistar (idade: 30 dias; peso corporal médio: 84,19 g) com diabete induzida por estreptozotocina (60 mg/kg de peso corporal; glicemia > 300 mg/dl) foram alocados em diabéticos sedentários (DS, n = 10) e diabéticos exercitados (DE, n = 13). Animais da mesma idade e peso serviram de controles sedentários (CS, n = 10) e controles exercitados (CE, n = 06). Os animais DE e CE foram submetidos a um PTN (05 dias/semana, 90 min/dia), por 08 semanas. Os miócitos do ventrículo esquerdo (VE) foram isolados e estimulados eletricamente a 3,0 Hz em temperatura ambiente (∼ 25º C). RESULTADOS: O diabete reduziu a função contrátil nos cardiomiócitos dos animais em relação aos controles (i.e., menor amplitude de contração, maior tempo de contração e relaxamento). O PTN atenuou a redução na amplitude de contração (CS, 11 ± 0,2% vs DE, 11,6 ± 0,2%), o tempo para o pico de contração (CS, 319 ± 5,8 ms vs DE, 333 ± 4,8 ms) e o tempo para 50% de relaxamento (CS, 619 ± 22,2 ms vs DE, 698 ± 18,6 ms) dos cardiomiócitos dos animais diabéticos. O diabete reduziu as dimensões dos cardiomiócitos, porém, o PTN minimizou a redução da largura e volume celular, sem alterar o comprimento. CONCLUSÃO: O programa de treino em natação atenuou a disfunção contrátil dos miócitos do VE de ratos com diabete experimental.

  • diabete melito
  • Esforço Físico
  • Miócitos Cardíacos
  • natação
  • Ratos
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06/05/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000055 Visualizações 1
Redução da pressão arterial, da IMC e da glicose após treinamento aeróbico em idosas com diabete tipo 2
ABC
Artigo Original

Redução da pressão arterial, da IMC e da glicose após treinamento aeróbico em idosas com diabete tipo 2

Luciana Zaranza Monteiro et al. Cássio Ricardo Vaz Fiani Maria Cristina Foss de Freitas Maria Lúcia Zanetti Milton César Foss

FUNDAMENTO: O processo de envelhecimento associa-se ao desenvolvimento de várias doenças, que podem ser amenizadas pela prática de atividades físicas. O treinamento aeróbico é um meio efetivo para manter e melhorar as funções cardiovasculares. Além disso, desempenha um papel fundamental na prevenção e tratamento de diversas doenças crônico-degenerativas, em especial o diabete melito. OBJETIVO: Verificar os efeitos de 13 semanas de treinamento aeróbico sobre a pressão arterial, o índice de massa corpórea e a glicemia em idosas com diabete tipo 2. MÉTODOS: Onze mulheres idosas diabéticas (61,0 ± 9,1 anos de idade), sedentárias, realizaram 13 semanas de treinamento aeróbico, compondo o grupo G2. Onze idosas (60,2 ± 6,8 anos de idade) controladas não realizaram exercícios físicos durante a pesquisa, constituindo o grupo-controle (G1). O grupo G1 foi submetido somente a orientações educativas uma vez na semana, e o grupo G2, a caminhadas três vezes na semana. RESULTADOS: Houve redução significativa da glicemia e da pressão arterial diastólica nos dois grupos. Não foram encontradas reduções significativas no IMC após o treinamento aeróbico em ambos os grupos. CONCLUSÃO: Treze semanas de treinamento aeróbico foi suficiente para promover reduções significativas na pressão arterial diastólica e glicemia, portanto, esse tipo de exercício reduz os fatores de risco para doenças cardiovasculares e metabólicas.

  • diabete melito
  • Esforço Físico
  • Exercício
  • Hipertensão
  • Idoso
  • índice de massa corporal
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01/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000135 Visualizações 1
Classificação do diabete melito
ABC
Atualização

Classificação do diabete melito

Jorge de Faria Maraschin et al. Nádia Murussi Vanessa Witter Sandra Pinho Silveiro

A correta classificação do diabete melito (DM) permite o tratamento mais adequado e compreende quatro categorias: DM tipo 1; DM tipo 2; Outros tipos e Diabete Gestacional. Em alguns casos, pode ocorrer sobreposição de quadros, principalmente no DM que inicia no adulto jovem ou que se apresenta inicialmente com cetoacidose, intermediários ao DM 1 e DM 2. Assim, acréscimos ao sistema de classificação clássico têm sido propostos, avaliando a presença de autoimunidade (anticorpos) e a função de célula β (peptídeo-C) para definir mais precisamente os subtipos. O objetivo desta revisão foi de analisar o desempenho desses índices diagnósticos para a classificação do DM e descrever os subtipos em detalhe. Os anticorpos contra o pâncreas evidenciam a autoimunidade, sendo o anticorpo contra insulina o mais acurado antes dos 5 anos de idade e o anti-descarboxilase do ácido glutâmico para início da doença acima dos 20 anos, é esse o teste que permanece positivo por mais tempo. Já a medida do peptídeo-C avalia a reserva pancreática de insulina, e os métodos de estímulo mais usados são a medida após refeição ou após glucagon endovenoso. Valores de peptídeo-C < 1,5 ng/ml definem o paciente com função pancreática ausente, e acima desse valor, com função preservada. Combinando-se a presença de anticorpos (A+) dirigidos ao pâncreas e a sua capacidade secretória de insulina (β+), pode-se subdividir a classificação do DM em tipo 1A (A+β-) e 1B (A+ β-); e o DM tipo 2 em subgrupos de DM 2A (A+β+) e DM 2B (A-β+), o que permite uma classificação e tratamento mais precisos, além de abrir os horizontes para o entendimento da patogênese do DM.

  • ácido glutâmico
  • carboxi-líases
  • diabete melito
  • peptídeo C
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10/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001200025
Avaliação do sistema locomotor de pacientes de programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica
ABC
Artigo Original

Avaliação do sistema locomotor de pacientes de programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica

Tales de Carvalho et al. Angelise Mozerle Anderson Zampier Ulbrich Alexsandro Luiz de Andrade … Emmanuele Elise Campos de Moraes Lourenço Sampaio de Mara

FUNDAMENTO: Participantes dos programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica (RCPM) podem apresentar alterações locomotoras que prejudiquem a aderência e a efetividade do tratamento. OBJETIVO: Desenvolver instrumento para avaliar o sistema locomotor e identificar problemas, principalmente aqueles relacionados com o exercício, possibilitando a triagem dos pacientes, ou seja, liberação sem restrições, liberação com restrições e não liberação antes de aval especializado. MÉTODOS: Construção e validação (segundo o alfa de Cronbach) de inventário de avaliação do sistema locomotor (IASL), para subsequente aplicação em participantes da RCPM. RESULTADOS: Por meio do IASL, cuja avaliação interna apresentou parâmetros de validade e confiabilidade satisfatórios, foram avaliados 103 indivíduos participantes de programas de RCPM, sendo 33 homens (32%) e 70 mulheres (68%), com idades entre 36 e 84 anos, dos quais 47 (45,6%) já haviam recebido diagnóstico de problema do sistema locomotor, 39 (37,9%) já haviam recebido tratamento específico para o sistema locomotor, 33 (32%) costumavam usar fármacos para alívio de sintomas do sistema locomotor, e 10 (9,7%) haviam recebido proibição médica para algum tipo de exercício. Ressalte-se que 48 indivíduos (46,6%) relataram sentir dor no sistema locomotor que, em 14 (13,6%) deles, piorava com o exercício, o que deveria impedir a participação em programa de exercícios antes de aval de especialista. CONCLUSÃO: O IASL, que apresentou parâmetros de validade e confiabilidade satisfatórios, evidenciou que, para praticamente metade dos participantes de programas de RCPM, existia alguma restrição para a prática de exercícios e que alguns não deveriam ter sido liberados sem o aval de especialista.

  • coronariopatias
  • diabete melito
  • Exercício
  • Hipertensão
  • Locomoção
  • Pacientes
  • Reabilitação
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02/07/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000083 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Associação do eletrocardiograma com diabete melito e síndrome metabólica em nipo-brasileiros

Luigi Brollo et al. Maria Teresa Nogueira Bombig Cleber do Lago Mazzaro Yoná Afonso Francisco … Francisco Antonio Helfenstein Fonseca Antonio Carlos Camargo Carvalho Helena Harima Amélia Hirai Rui Povoa

FUNDAMENTO: Ao migrarem para as Américas, os japoneses submeteram-se a processo de ocidentalização, com estilo de vida, especialmente dieta, muito diferente, podendo explicar o aumento de diabete melito (DM), síndrome metabólica (SM) e doenças cardiovasculares. OBJETIVO: Analisar a presença de necrose miocárdica e hipertrofia ventricular esquerda (HVE) pelo ECG e sua relação com DM e SM em população de nipo-brasileiros. MÉTODOS: Estudo transversal que avaliou 1.042 nipo-brasileiros acima de 30 anos, 202 nascidos no Japão (isseis) e 840 nascidos no Brasil (nisseis), provenientes da segunda fase do estudo Japanese-Brazilian Diabetes Study Group iniciado em 2000. A SM foi definida pelos critérios da NCEP-ATP III modificados para os japoneses. A presença de DM e SM se associou ao encontro de necrose miocárdica pelo critério de Minnesota e de HVE pelo critério de Perugia no ECG. Utilizou-se o método estatístico do qui-quadrado para rejeição da hipótese de nulidade. RESULTADOS: Dos 1.042 participantes 35,3% tinham DM (38,6% entre os isseis e 34,5% nos nisseis); 51,8% tinham SM (59,4% nos isseis e 50,0% nos nisseis). A presença de zona inativa nos isseis diabéticos não foi estatisticamente significante quando comparada com os não-diabéticos, porém entre os nisseis diabéticos a zona inativa estava presente em 7,5%. Houve correlação estatisticamente significante entre a SM e HVE nos isseis e nisseis. CONCLUSÃO: Distúrbios metabólicos tiveram alta prevalência em nipo-brasileiros com correlações significantes com necrose e hipertrofia pelo ECG.

  • diabete melito
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • necrose miocárdica
  • Nipo-brasileiros
  • Síndrome Metabólica
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21/07/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000500008 Visualizações 1
Neuropatia autonômica cardiovascular diabética: fatores de risco, impacto clínico e diagnóstico precoce
ABC
Atualização

Neuropatia autonômica cardiovascular diabética: fatores de risco, impacto clínico e diagnóstico precoce

Luiz Clemente de Souza Pereira Rolim et al. João Roberto de Sá Antonio Roberto Chacra Sérgio Atala Dib

A neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) constitui uma das complicações de maior repercussão clínica do diabete melito (DM) e, ao mesmo tempo, está entre as menos diagnosticadas. Nesta revisão, são discutidos os principais fatores de risco para o desenvolvimento e a progressão da NAC nos pacientes com DM, a história natural da neuropatia autonômica e seu impacto na doença cardiovascular do DM, bem como os testes para o diagnóstico precoce e o estadiamento da NAC na prática clínica. A pesquisa bibliográfica teve como base dois bancos de dados: Medline e Tripdatabase, com os seguintes descritores: diabetic cardiovascular autonomic neuropathy e cardiovascular autonomic neuropathy and diabetes. Os artigos de 1998 a 2007 em inglês e alemão foram selecionados. A NAC em estágios iniciais (precoce e intermediária) pode ser diagnosticada e revertida, porém, nos casos avançados (estágio grave), resta apenas o tratamento sintomático. A NAC está associada a um maior índice de morbidade e mortalidade cardiovasculares e pior qualidade de vida nos indivíduos diabéticos

  • diabete melito
  • doenças do sistema cardiovascular
  • Doenças do Sistema Nervoso Autônomo
  • Fatores de risco
  • Mortalidade
  • neuropatias diabéticas
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29/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000400014
Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2
ABC
Artigo Original

Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2

José Roberto Matos Souza et al. Romulo Tadeu Oliveira Maria Heloisa S. L. Blotta Otávio Rizzi Coelho

FUNDAMENTO: A aterosclerose é uma doença inflamatória e níveis séricos de marcadores inflamatórios, como a interleucina 6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR), são utilizados para avaliação de pacientes em quadros de coronariopatia. No paciente com diabete do tipo 2, a aterosclerose está relacionada a um maior número de eventos como infarto e morte, quando comparado aos pacientes sem diabete. OBJETIVO: Avaliar a resposta inflamatória nos pacientes com diabete e eventos agudos de instabilidade coronariana. MÉTODOS: Selecionamos primariamente dois grupos de pacientes. O primeiro grupo foi composto por pacientes ambulatoriais diabéticos com angina estável (D-SCC) e presença de coronariopatia ao estudo coronariográfico (n = 36). O segundo grupo foi composto por pacientes diabéticos atendidos no pronto-socorro com quadro de síndrome coronariana aguda (D-SCA) sem supradesnivelamento do ST (n = 38). Como controle, foram utilizados pacientes sem diabete com SCA (n = 22) e SCC (n = 16). As concentrações séricas de PCR, IL-6 e IL-18 foram determinadas pelas técnicas de nefelometria (PCR) e ELISA (IL-6 e IL-18). RESULTADOS: Níveis mais elevados de IL-6 foram observados em pacientes com ou sem diabete e SCA em relação ao grupo com SCC. Por sua vez, pacientes com diabete e SCA apresentaram concentrações maiores de PCR em comparação aos outros grupos. Os níveis séricos de IL-18 não diferiram significativamente entre os pacientes estudados. CONCLUSÃO: Os resultados obtidos sugerem uma maior atividade inflamatória no paciente com quadro de instabilidade coronariana. Essa atividade inflamatória, medida pela PCR, parece ser ainda mais intensa no paciente com diabete.

  • Aterosclerose coronariana
  • diabete melito
  • Interleucina 18
  • Interleucina-6
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28/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000200004
Valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com tetrofosmin marcado com Tecnécio-99m sincronizada com o ciclo cardíaco (" Gated SPECT" ) na avaliação de pacientes com diabete melito e suspeita clínica de doença arterial coronariana
ABC
Artigo Original

Valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com tetrofosmin marcado com Tecnécio-99m sincronizada com o ciclo cardíaco (" Gated SPECT" ) na avaliação de pacientes com diabete melito e suspeita clínica de doença arterial coronariana

Márcia Maria Sales dos Santos et al. Mauricio da Rocha Pantoja Eduardo Cwajg

FUNDAMENTO: A doença cardiovascular é a principal causa de morte em diabéticos, tornando-se primordial a identificação dos indivíduos sob maior risco de eventos cardiovasculares. OBJETIVO: Avaliar o valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com ” gated SPECT” em pacientes com diabete melito (DM) e suspeita clínica de doença arterial coronariana. MÉTODOS: Estudo retrospectivo envolvendo 232 pacientes diabéticos submetidos à cintilografia miocárdica com ” gated SPECT” . Foram avaliados os parâmetros da cintilografia de perfusão (escores e número de segmentos alterados) e da função ventricular (fração de ejeção, volumes e contratilidade do ventrículo esquerdo). Foram considerados eventos cardiovasculares futuros ocorrência de óbito cardíaco, síndrome coronariana isquêmica aguda, procedimentos de revascularização ou acidente vascular encefálico. Foi realizada a análise uni e multivariada pelo modelo de regressão logística múltipla (p < 0,05). RESULTADOS: Estiveram associados com desfechos futuros na análise univariada: idade (p=0,02); angina de peito (p=0,01); tratamento com insulina (p=0,02); anormalidades na perfusão miocárdica (p<0,0001); número de segmentos envolvidos (p=0,0001); escores de perfusão (p=0,0001); fração de ejeção (p=0,004); volume sistólico final (p=0,03) e achado de alteração segmentar na contratilidade do VE (p 3 (p=0,0001) e o número de segmentos alterados > 3 (p=0,0001) foram preditores de eventos. CONCLUSÃO: A cintilografia miocárdica com ” gated SPECT” adiciona informações independentes para a estratificação do risco de eventos cardiovasculares futuros em pacientes com diabete melito e suspeita de doença arterial coronariana.

  • arteriosclerose coronária
  • diabete melito
  • Prognóstico
  • Tomografia Computadorizada de Emissão
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22/02/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000100002 Visualizações 2
Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais
ABC
Artigo Original

Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais

Francisco das Chagas Monteiro Júnior et al. Fhabyula da Silva Cunha Natalino Salgado Filho José Bonifácio Barbosa … João Ribeiro Furtado Pedro Antônio Muniz Ferreira Vinícius Nina Joyce Lages Nilton Santana

OBJETIVO: Determinar a prevalência de fatores de risco (FR) para doença arterial coronariana (DAC) e isquemia miocárdica em uma amostra de diabéticos assintomáticos atendidos ambulatorialmente. MÉTODOS: De 80 diabéticos tipo 2 inicialmente recrutados no ambulatório de endocrinologia do nosso Hospital Universitário, sem sintomas e/ou diagnóstico de DAC, apenas 61 completaram o protocolo da pesquisa, sendo 52,5% do sexo feminino, com uma média de idade de 56,3±10,9anos. Os pacientes foram submetidos a entrevista procurando-se identificar os FR e à realização de eletrocardiograma, ecocardiograma e cintilografia miocárdica perfusional (CMP), em repouso e sob estresse. De acordo com o resultado da CMP, foram distribuídos em dois grupos: um isquêmico e outro normal. RESULTADOS: Os FR identificados foram: sexo masculino (48%), idade > 55 anos (51%), história familiar de doença aterosclerótica precoce (16%), passado de tabagismo (46%), hipertensão arterial (44%), sedentarismo (62%), sobrepeso / obesidade (67%), HDL-colesterol 100 mg/dl (85%) e triglicérides > 150 mg/dl (54%). A CMP foi positiva para isquemia em 15% dos pacientes. As variáveis associadas a esse diagnóstico foram sexo masculino (p=0,007), HDL baixo (p=0,046), história de tabagismo (p=0,038), hipertrofia ventricular esquerda (HVE) (p=0,043) e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) < 60% (p=0,01). CONCLUSÃO: Observou-se uma alta prevalência de FR associados, bem como uma expressiva prevalência, de 15%, de isquemia miocárdica. Sexo masculino, HDL-colesterol baixo, passado de tabagismo, HVE e FEVE < 60% foram as variáveis identificadas como preditoras do diagnóstico de isquemia miocárdica.

  • diabete melito
  • fatores de risco coronarianos
  • Isquemia Miocárdica
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700005
ABC
Artigo Original

Prevalência de Fatores de risco cardiovascular em adultos de Luzerna, Santa Catarina, 2006

João Rogério Nunes Filho et al. Daniela Debastiani Alessandra Daros Nunes Karen Glazer Peres

OBJETIVO: Estimar a prevalência de fatores de risco cardiovasculares na população adulta do município de Luzerna, Santa Catarina. MÉTODOS: Estudo transversal com adultos de 20 a 59 anos (n = 411), de ambos os sexos. Foi estimada a prevalência de hipertensão arterial sistêmica, diabetes, dislipidemia, obesidade, circunferência abdominal alterada e tabagismo. Realizou-se a distribuição de freqüência simples das variáveis de interesse e teste de associação do Qui-quadrado. RESULTADOS: A taxa de resposta foi igual a 85,9%. As seguintes prevalências foram encontradas: hipertensão arterial sistêmica: 14,7%; diabetes: 2,3%; dislipidemia: 18,7%; obesidade: 15,6%; circunferência abdominal alterada: 24,1%; e tabagismo: 15,6%. Verificamos que 52,4% dos indivíduos não possuíam nenhum dos fatores de risco; 22,4% apresentavam um fator e 13,6%, 6,8%, e 4,9% apresentavam dois, três e quatro ou mais fatores associados, respectivamente. CONCLUSÃO: A população analisada apresentou prevalências baixas de hipertensão, diabetes e menor agrupamento de fatores de risco em um mesmo indivíduo, quando comparada a outros dados relatados na literatura.

  • diabete melito
  • Fatores de risco
  • Hipercolesterolemia
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • Tabagismo
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07/12/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001700007 Visualizações 2
Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental
ABC
Artigo Original

Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental

Renato Delascio Lopes et al. Lindalva Batista Neves Vânia D'Almeida Gleice Margarete de Souza Conceição Alexandre Gabriel Junior

OBJETIVOS: Determinar os valores plasmáticos de homocisteína e fator von Willebrand, como marcador de disfunção endotelial, em ratos com diabete melito induzido por estreptozotocina. MÉTODOS: Trinta e cinco ratos (rattus norvegicus albinus), machos, adultos (180-200 g), randomizados em três grupos: controle (n=10) não receberam agente ou veículo; sham (n=10) receberam solução veículo da estreptozotocina; e diabético (n=15) receberam estreptozotocina. Após oito semanas de indução do diabete melito, os animais foram pesados, anestesiados e tiveram sangue colhido da aorta abdominal para determinação dos valores de homocisteína plasmática total, fator von Willebrand e glicemia. RESULTADOS: O modelo experimental foi reprodutível em 100% dos animais. A média das concentrações plasmáticas de homocisteína foi: 7,9 µmol/l (controle); 8,6 µmol/l (sham) e 6,1 µmol/l (diabético), com diferença entre os grupos (p<0,01). Pelo método de comparações múltiplas entre os grupos, observou-se que os valores no grupo diabético foram menores que no sham (p<0,01). A média dos valores do fator von Willebrand foi 0,15 U/l (controle), 0,16 U/l (sham) e 0,18 U/l (diabético), com diferença entre os grupos (p=0,03). A média dos seus valores no grupo diabético foi maior que no grupo controle (p<0,05). No grupo diabético não houve correlação entre homocisteína e fator von Willebrand. CONCLUSÃO: No diabete melito induzido por estreptozotocina constataram-se valores reduzidos de homocisteína e elevados de fator von Willebrand, sem, contudo, haver correlações entre si e com níveis de glicemia final.

  • diabete melito
  • Epidemiologia
  • Experimental
  • fator de von Willebrand
  • homocisteína
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24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400010 Visualizações 2
Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica
ABC
Artigo Original

Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica

Maria Carmen Martinez et al. Maria do Rosário Dias de Oliveira Latorre

OBJETIVO: Estudar os fatores associados à hipertensão arterial (HA) e ao diabete melito (DM) em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, mediante um modelo hierárquico de risco. MÉTODOS: Este é um estudo transversal. Foram obtidas informações sobre variáveis demográficas, ocupacionais, do estilo de vida, perfil lipídico, glicemia de jejum e pressão arterial de 3.777 empregados, e realizadas análise estatística descritiva e análise de regressão logística múltipla hierarquizada. RESULTADOS: A prevalência de HA foi de 24,7%, e a análise de regressão hierarquizada indicou que sexo masculino e idade acima de quarenta anos apresentaram risco estatisticamente significativo. Independentemente das características demográficas, trabalhar em metalurgia, estresse intenso no trabalho, sedentarismo, consumo de álcool, índice de massa corporal superior a 25, colesterol alterado e triglicérides alterados estiveram associados com a HA. A prevalência de DM foi de 11,5%, e a análise de regressão hierarquizada indicou que sexo masculino e idade acima de quarenta anos apresentaram risco estatisticamente significativo. Independentemente das características demográficas, as mesmas condições estiveram associadas com a DM. CONCLUSÃO: Os dados evidenciaram que o trabalhador acima de quarenta anos é uma prioridade para ações de intervenção que possam favorecer a prevenção dos dois agravos. Nessas ações, deve-se dar atenção especial à alimentação e à prática de exercícios físicos, que favoreceriam o controle da obesidade e da alteração do perfil lipídico.

  • diabete melito
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • saúde do trabalhador
  • saúde ocupacional
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21/11/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001700012
Influência do diabete melito nos resultados imediatos do implante de stent coronário: uma análise dos dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)
ABC
Artigo Original

Influência do diabete melito nos resultados imediatos do implante de stent coronário: uma análise dos dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)

Isaac Moscoso et al. Lázaro Claudiovino Garcia Gilvan Oliveira Dourado Maria Fernanda Z. Mauro … Paulo Caramori Wilson Coelho Valter Lima Ronaldo Bueno José A. Mangione

OBJETIVO: Avaliar a influência do diabete melito (DM) nos resultados imediatos do implante de stent coronário (SC), de acordo com o quadro clínico de apresentação. MÉTODOS: Entre janeiro/1997 e dezembro/2003, segundo a Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC), 11.874 pacientes diabéticos foram submetidos a implante de SC: 7.386 (62,3%) com insuficiência coronária crônica (ICO), 3.142 (26,4%), em síndrome isquêmica instável sem elevação ST (SIASEST) e 1.346 (11,3%), com infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento de ST. Estes grupos foram comparados com 48.103 não-diabéticos: 30.980 (64,5%) com ICO, 10.938 (22,7%) em SIASEST e 6.185 (12,8%) com IAM. RESULTADOS: Os diabéticos apresentaram características clínicas e angiográficas de maior risco. Os diabéticos com ICO apresentaram taxa de eventos adversos semelhantes aos não-diabéticos (0,98% x 0,91%, p=0,5971), porém, os diabéticos em SIASEST e IAM apresentaram maior incidência de eventos: 2,76% x 1,46% (p<0,0001) e 7,87% x 4,1% (p<0,0001), respectivamente. A análise multivariada mostrou o DM como preditor independente de risco para eventos adversos maiores na SIASEST (OR: 1,92 IC: 1,46-2,52 p<0,0001) e no IAM (OR: 2,0 IC: 1,57-2,54 p<=0,0001) e não na ICO (OR: 1,08 IC: 0,83-1,42 p=0,5470). CONCLUSÃO: Os pacientes diabéticos portadores de ICO apresentaram evolução hospitalar semelhante aos não diabéticos, porém, os com SIASEST e IAM demonstraram maior taxa de eventos cardíacos adversos comparados com a população não-diabética.

  • aterosclerose coronária
  • diabete melito
  • Stents
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30/03/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000300005
Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST
ABC
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Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST

José Marconi Almeida de Sousa et al. João L. V. Herrman Marco Teodoro Sergio Diogo … Bernardino Bandeira Terceiro Angelo Amato Vincenzo de Paola Antonio Carlos Camargo Carvalho

OBJETIVO: Comparar o padrão hemodinâmico, angiográfico e a morfologia da lesão aterosclerótica em diabéticas e não-diabéticas com angina instável ou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST (AI/IAMSS). MÉTODOS: Dois hemodinamicistas determinaram a presença de lesão aterosclerótica grave, definida como > 70%, a morfologia da placa, de acordo com a classificação da American Heart Association, a presença de circulação colateral e as pressões ventriculares e aórticas. A fração de ejeção foi calculada pela angiografia ou pelo ecocardiograma. RESULTADOS: Em oito anos e meio, foram realizados 645 coronariografias em mulheres com AI/IAMSS. Foram analisadas 593 pacientes (215 diabéticas – 36%). Este grupo diferiu das não-diabéticas nos seguintes aspectos: idade mais alta (61 ± 10,6 x 58,1 ± 11,4), prevalência maior de mulheres pós-menopausa e menor prevalência de tabagismo. Lesão grave em três vasos foi significativamente mais freqüente nas pacientes diabéticas (28% x 10%), assim como vasos totalmente ocluídos: 51 (23%) x 54 (14.3%), p < 0.005.Fração de ejeção < 50% foi mais comum nas diabéticas. CONCLUSÃO: Estes achados confirmam o acometimento difuso da doença aterosclerótica em pacientes diabéticas, assim como maior deterioração da função ventricular, que pode estar relacionada ao pior prognóstico dessa população em curto e em longo prazo.

  • angina instável
  • coronariografia
  • diabete melito
  • mulher
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20/02/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000200012

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Vecchis RD, Biase GD, Ariano C, Cioppa C, Giasi A, Ciccarelli A, Pucciarelli A, et al. Terapia com inibidor da ECA com dosagens relativamente altas e risco de agravamento renal na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(6):507-16.

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Vecchis, Renato De; Biase, Giuseppina Di; Ariano, Carmelina; Cioppa, Carmela; Giasi, Anna; Ciccarelli, Antonio; Pucciarelli, Armando; Cantatrione, Salvatore. Terapia com inibidor da ECA com dosagens relativamente altas e risco de agravamento renal na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 6, p. 507-516, out. 2011.

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Vecchis, R. D., Biase, G. D., Ariano, C., Cioppa, C., Giasi, A., Ciccarelli, A., Pucciarelli, A., & Cantatrione, S. (2011). Terapia com inibidor da ECA com dosagens relativamente altas e risco de agravamento renal na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(6), 507-516.

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Vecchis, Renato De and Biase, Giuseppina Di and Ariano, Carmelina and Cioppa, Carmela and Giasi, Anna and Ciccarelli, Antonio and Pucciarelli, Armando and Cantatrione, Salvatore. Terapia com inibidor da ECA com dosagens relativamente altas e risco de agravamento renal na insuficiência cardíaca crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 507-516. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-com-inibidor-da-eca-com-dosagens-relativamente-altas-e-risco-de-agravamento-renal-na-insuficiencia-cardiaca-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Silva MF, Pelúzio MCG, Amorim PRS, Lavorato VN, Santos NP, Bozi LHM, Penitente AR, et al. Treinamento em natação atenua a disfução contrátil de cardiomiócitos de ratos diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(1):33-9.

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Silva, Márcia Ferreira da; Pelúzio, Maria do Carmo Gouveia; Amorim, Paulo Roberto dos Santos; Lavorato, Vitor Neiva; Santos, Natália Pereira do; Bozi, Luiz Henrique Marchesi; Penitente, Arlete Rita; Falkoski, Daniel Luciano; Berfort, Felipe Gomes; Natali, Antonio Jose. Treinamento em natação atenua a disfução contrátil de cardiomiócitos de ratos diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 1, p. 33-39, maio. 2011.

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Silva, M. F. , Pelúzio, M. C. G., Amorim, P. R. S., Lavorato, V. N., Santos, N. P. , Bozi, L. H. M., Penitente, A. R., Falkoski, D. L., Berfort, F. G., & Natali, A. J. (2011). Treinamento em natação atenua a disfução contrátil de cardiomiócitos de ratos diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(1), 33-39.

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Silva, Márcia Ferreira da and Pelúzio, Maria do Carmo Gouveia and Amorim, Paulo Roberto dos Santos and Lavorato, Vitor Neiva and Santos, Natália Pereira do and Bozi, Luiz Henrique Marchesi and Penitente, Arlete Rita and Falkoski, Daniel Luciano and Berfort, Felipe Gomes and Natali, Antonio Jose. Treinamento em natação atenua a disfução contrátil de cardiomiócitos de ratos diabéticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 33-39. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/treinamento-em-natacao-atenua-a-disfucao-contratil-de-cardiomiocitos-de-ratos-diabeticos/>. ISSN 0066-782X

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Monteiro LZ, Fiani CRV, Freitas MCF, Zanetti ML, Foss MC. Redução da pressão arterial, da IMC e da glicose após treinamento aeróbico em idosas com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(5):563-70.

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Monteiro, Luciana Zaranza; Fiani, Cássio Ricardo Vaz; Freitas, Maria Cristina Foss de; Zanetti, Maria Lúcia; Foss, Milton César. Redução da pressão arterial, da IMC e da glicose após treinamento aeróbico em idosas com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. 563-570, set. 2010.

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Monteiro, L. Z., Fiani, C. R. V., Freitas, M. C. F. , Zanetti, M. L., & Foss, M. C. (2010). Redução da pressão arterial, da IMC e da glicose após treinamento aeróbico em idosas com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), 563-570.

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Monteiro, Luciana Zaranza and Fiani, Cássio Ricardo Vaz and Freitas, Maria Cristina Foss de and Zanetti, Maria Lúcia and Foss, Milton César. Redução da pressão arterial, da IMC e da glicose após treinamento aeróbico em idosas com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 563-570. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-da-pressao-arterial-da-imc-e-da-glicose-apos-treinamento-aerobico-em-idosas-com-diabete-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Maraschin JF, Murussi N, Witter V, Silveiro SP. Classificação do diabete melito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):40-6.

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Maraschin, Jorge de Faria; Murussi, Nádia; Witter, Vanessa; Silveiro, Sandra Pinho. Classificação do diabete melito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 40-46, set. 2010.

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Maraschin, J. F., Murussi, N., Witter, V., & Silveiro, S. P. (2010). Classificação do diabete melito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 40-46.

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Maraschin, Jorge de Faria and Murussi, Nádia and Witter, Vanessa and Silveiro, Sandra Pinho. Classificação do diabete melito. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 40-46. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/classificacao-do-diabete-melito/>. ISSN 0066-782X

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Carvalho T, Mozerle A, Ulbrich AZ, Andrade AL, Moraes EEC, Mara LS. Avaliação do sistema locomotor de pacientes de programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):258-63.

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Carvalho, Tales de; Mozerle, Angelise; Ulbrich, Anderson Zampier; Andrade, Alexsandro Luiz de; Moraes, Emmanuele Elise Campos de; Mara, Lourenço Sampaio de. Avaliação do sistema locomotor de pacientes de programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 258-263, jul. 2010.

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Carvalho, T. , Mozerle, A., Ulbrich, A. Z., Andrade, A. L. , Moraes, E. E. C. , & Mara, L. S. (2010). Avaliação do sistema locomotor de pacientes de programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 258-263.

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Carvalho, Tales de and Mozerle, Angelise and Ulbrich, Anderson Zampier and Andrade, Alexsandro Luiz de and Moraes, Emmanuele Elise Campos de and Mara, Lourenço Sampaio de. Avaliação do sistema locomotor de pacientes de programas de reabilitação cardiopulmonar e metabólica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 258-263. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-do-sistema-locomotor-de-pacientes-de-programas-de-reabilitacao-cardiopulmonar-e-metabolica/>. ISSN 0066-782X

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Brollo L, Bombig MTN, Mazzaro CL, Francisco YA, Fonseca FAH, Carvalho ACC, Harima H, et al. Associação do eletrocardiograma com diabete melito e síndrome metabólica em nipo-brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(5):381-6.

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Brollo, Luigi; Bombig, Maria Teresa Nogueira; Mazzaro, Cleber do Lago; Francisco, Yoná Afonso; Fonseca, Francisco Antonio Helfenstein; Carvalho, Antonio Carlos Camargo; Harima, Helena; Hirai, Amélia; Povoa, Rui. Associação do eletrocardiograma com diabete melito e síndrome metabólica em nipo-brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 5, p. 381-386, jul. 2009.

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Brollo, L., Bombig, M. T. N., Mazzaro, C. L., Francisco, Y. A., Fonseca, F. A. H., Carvalho, A. C. C., Harima, H., Hirai, A., & Povoa, R. (2009). Associação do eletrocardiograma com diabete melito e síndrome metabólica em nipo-brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(5), 381-386.

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Brollo, Luigi and Bombig, Maria Teresa Nogueira and Mazzaro, Cleber do Lago and Francisco, Yoná Afonso and Fonseca, Francisco Antonio Helfenstein and Carvalho, Antonio Carlos Camargo and Harima, Helena and Hirai, Amélia and Povoa, Rui. Associação do eletrocardiograma com diabete melito e síndrome metabólica em nipo-brasileiros. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 381-386. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-do-eletrocardiograma-com-diabete-melito-e-sindrome-metabolica-em-nipo-brasileiros/>. ISSN 0066-782X

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Rolim LCSP, Sá JR, Chacra AR, Dib SA. Neuropatia autonômica cardiovascular diabética: fatores de risco, impacto clínico e diagnóstico precoce. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(4):e24-32.

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Rolim, Luiz Clemente de Souza Pereira; Sá, João Roberto de; Chacra, Antonio Roberto; Dib, Sérgio Atala. Neuropatia autonômica cardiovascular diabética: fatores de risco, impacto clínico e diagnóstico precoce. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 4, p. e24-e32, maio. 2008.

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Rolim, L. C. S. P., Sá, J. R. , Chacra, A. R., & Dib, S. A. (2008). Neuropatia autonômica cardiovascular diabética: fatores de risco, impacto clínico e diagnóstico precoce. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(4), e24-e32.

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Rolim, Luiz Clemente de Souza Pereira and Sá, João Roberto de and Chacra, Antonio Roberto and Dib, Sérgio Atala. Neuropatia autonômica cardiovascular diabética: fatores de risco, impacto clínico e diagnóstico precoce. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. e24-e32. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/neuropatia-autonomica-cardiovascular-diabetica-fatores-de-risco-impacto-clinico-e-diagnostico-precoce/>. ISSN 0066-782X

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Souza JRM, Oliveira RT, Blotta MHSL, Coelho OR. Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(2):94-9.

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Souza, José Roberto Matos; Oliveira, Romulo Tadeu; Blotta, Maria Heloisa S. L.; Coelho, Otávio Rizzi. Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 2, p. 94-99, abr. 2008.

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Souza, J. R. M., Oliveira, R. T., Blotta, M. H. S. L., & Coelho, O. R. (2008). Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(2), 94-99.

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Souza, José Roberto Matos and Oliveira, Romulo Tadeu and Blotta, Maria Heloisa S. L. and Coelho, Otávio Rizzi. Níveis séricos de interleucina-6 (IL-6), interleucina-18 (IL-18) e proteína C reativa (PCR) na síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do ST em pacientes com diabete tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 94-99. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-sericos-de-interleucina-6-il-6-interleucina-18-il-18-e-proteina-c-reativa-pcr-na-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-do-st-em-pacientes-com-diabete-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Santos MMS, Pantoja MR, Cwajg E. Valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com tetrofosmin marcado com Tecnécio-99m sincronizada com o ciclo cardíaco (” Gated SPECT” ) na avaliação de pacientes com diabete melito e suspeita clínica de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(1):2-10.

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Santos, Márcia Maria Sales dos; Pantoja, Mauricio da Rocha; Cwajg, Eduardo. Valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com tetrofosmin marcado com Tecnécio-99m sincronizada com o ciclo cardíaco (” Gated SPECT” ) na avaliação de pacientes com diabete melito e suspeita clínica de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 1, p. 2-10, fev. 2008.

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Santos, M. M. S. , Pantoja, M. R., & Cwajg, E. (2008). Valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com tetrofosmin marcado com Tecnécio-99m sincronizada com o ciclo cardíaco (” Gated SPECT” ) na avaliação de pacientes com diabete melito e suspeita clínica de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(1), 2-10.

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Santos, Márcia Maria Sales dos and Pantoja, Mauricio da Rocha and Cwajg, Eduardo. Valor prognóstico da cintilografia miocárdica de perfusão com tetrofosmin marcado com Tecnécio-99m sincronizada com o ciclo cardíaco (” Gated SPECT” ) na avaliação de pacientes com diabete melito e suspeita clínica de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 2-10. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-prognostico-da-cintilografia-miocardica-de-perfusao-com-tetrofosmin-marcado-com-tecnecio-99m-sincronizada-com-o-ciclo-cardiaco-gated-spect-na-avaliacao-de-pacientes-com-diabete-melito-e-su/>. ISSN 0066-782X

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Monteiro Júnior FC, Cunha FS, Salgado Filho N, Barbosa JB, Furtado JR, Ferreira PAM, Nina V, et al. Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):306-11.

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Monteiro Júnior, Francisco das Chagas; Cunha, Fhabyula da Silva; Salgado Filho, Natalino; Barbosa, José Bonifácio; Furtado, João Ribeiro; Ferreira, Pedro Antônio Muniz; Nina, Vinícius; Lages, Joyce; Santana, Nilton. Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 306-311, dez. 2007.

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Monteiro Júnior, F. C., Cunha, F. S., Salgado Filho, N., Barbosa, J. B., Furtado, J. R., Ferreira, P. A. M., Nina, V., Lages, J., & Santana, N. (2007). Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 306-311.

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Monteiro Júnior, Francisco das Chagas and Cunha, Fhabyula da Silva and Salgado Filho, Natalino and Barbosa, José Bonifácio and Furtado, João Ribeiro and Ferreira, Pedro Antônio Muniz and Nina, Vinícius and Lages, Joyce and Santana, Nilton. Prevalência de fatores de risco coronarianos e alterações da perfusão miocárdica à cintilografia em pacientes diabéticos assintomáticos ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 306-311. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-fatores-de-risco-coronarianos-e-alteracoes-da-perfusao-miocardica-a-cintilografia-em-pacientes-diabeticos-assintomaticos-ambulatoriais/>. ISSN 0066-782X

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Nunes Filho JR, Debastiani D, Nunes AD, Peres KG. Prevalência de Fatores de risco cardiovascular em adultos de Luzerna, Santa Catarina, 2006. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(5):319-24.

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Nunes Filho, João Rogério; Debastiani, Daniela; Nunes, Alessandra Daros; Peres, Karen Glazer. Prevalência de Fatores de risco cardiovascular em adultos de Luzerna, Santa Catarina, 2006. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 5, p. 319-324, dez. 2007.

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Nunes Filho, J. R., Debastiani, D., Nunes, A. D., & Peres, K. G. (2007). Prevalência de Fatores de risco cardiovascular em adultos de Luzerna, Santa Catarina, 2006. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(5), 319-324.

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Nunes Filho, João Rogério and Debastiani, Daniela and Nunes, Alessandra Daros and Peres, Karen Glazer. Prevalência de Fatores de risco cardiovascular em adultos de Luzerna, Santa Catarina, 2006. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 319-324. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-fatores-de-risco-cardiovascular-em-adultos-de-luzerna-santa-catarina-2006/>. ISSN 0066-782X

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Lopes RD, Neves LB, D’Almeida V, Conceição GMS, Gabriel Junior A. Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(4):424-9.

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Lopes, Renato Delascio; Neves, Lindalva Batista; D’Almeida, Vânia; Conceição, Gleice Margarete de Souza; Gabriel Junior, Alexandre. Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 4, p. 424-429, maio. 2007.

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Lopes, R. D., Neves, L. B., D’Almeida, V., Conceição, G. M. S., & Gabriel Junior, A. (2007). Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(4), 424-429.

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Lopes, Renato Delascio and Neves, Lindalva Batista and D’Almeida, Vânia and Conceição, Gleice Margarete de Souza and Gabriel Junior, Alexandre. Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 424-429. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-plasmatica-total-e-fator-von-willebrand-no-diabete-melito-experimental/>. ISSN 0066-782X

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Martinez MC, Latorre MRDO. Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(4):471-9.

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Martinez, Maria Carmen; Latorre, Maria do Rosário Dias de Oliveira. Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 4, p. 471-479, nov. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Martinez, M. C., & Latorre, M. R. D. O. (2006). Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(4), 471-479.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Martinez, Maria Carmen and Latorre, Maria do Rosário Dias de Oliveira. Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 471-479. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-para-hipertensao-arterial-e-diabete-melito-em-trabalhadores-de-empresa-metalurgica-e-siderurgica/>. ISSN 0066-782X

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Moscoso I, Garcia LC, Dourado GO, Mauro MFZ, Caramori P, Coelho W, Lima V, et al. Influência do diabete melito nos resultados imediatos do implante de stent coronário: uma análise dos dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(3):181-90.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moscoso, Isaac; Garcia, Lázaro Claudiovino; Dourado, Gilvan Oliveira; Mauro, Maria Fernanda Z.; Caramori, Paulo; Coelho, Wilson; Lima, Valter; Bueno, Ronaldo; Mangione, José A.. Influência do diabete melito nos resultados imediatos do implante de stent coronário: uma análise dos dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 3, p. 181-190, mar. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moscoso, I., Garcia, L. C., Dourado, G. O., Mauro, M. F. Z., Caramori, P., Coelho, W., Lima, V., Bueno, R., & Mangione, J. A. (2006). Influência do diabete melito nos resultados imediatos do implante de stent coronário: uma análise dos dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(3), 181-190.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moscoso, Isaac and Garcia, Lázaro Claudiovino and Dourado, Gilvan Oliveira and Mauro, Maria Fernanda Z. and Caramori, Paulo and Coelho, Wilson and Lima, Valter and Bueno, Ronaldo and Mangione, José A.. Influência do diabete melito nos resultados imediatos do implante de stent coronário: uma análise dos dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 181-190. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-do-diabete-melito-nos-resultados-imediatos-do-implante-de-stent-coronario-uma-analise-dos-dados-da-central-nacional-de-intervencoes-cardiovasculares-cenic/>. ISSN 0066-782X

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Sousa JMA, Herrman JLV, Teodoro M, Diogo S, Terceiro BB, Paola AAV, Carvalho ACC, et al. Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;86(2):150-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sousa, José Marconi Almeida de; Herrman, João L. V.; Teodoro, Marco; Diogo, Sergio; Terceiro, Bernardino Bandeira; Paola, Angelo Amato Vincenzo de; Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 86, n. 2, p. 150-155, fev. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sousa, J. M. A. , Herrman, J. L. V., Teodoro, M., Diogo, S., Terceiro, B. B., Paola, A. A. V. , & Carvalho, A. C. C. (2006). Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 86(2), 150-155.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sousa, José Marconi Almeida de and Herrman, João L. V. and Teodoro, Marco and Diogo, Sergio and Terceiro, Bernardino Bandeira and Paola, Angelo Amato Vincenzo de and Carvalho, Antonio Carlos Camargo. Comparação da coronariografia de mulheres diabéticas e não-diabéticas com síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de ST. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 150-155. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-da-coronariografia-de-mulheres-diabeticas-e-nao-diabeticas-com-sindrome-coronariana-aguda-sem-supradesnivelamento-de-st/>. ISSN 0066-782X

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