Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: homocisteína
ABC
Artigo Original

Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana

Alexandre Rodrigues Guerzoni et al. Patrícia Matos Biselli Moacir Fernandes de Godoy Doroteia Rossi Silva Souza … Renato Haddad Marcos Nogueira Eberlin Erika Cristina Pavarino-Bertelli Eny Maria Goloni-Bertollo

FUNDAMENTO: Polimorfismos em genes relacionados ao desenvolvimento da aterosclerose, angiogênese e metabolismo da homocisteína (Hcy) podem ser fatores de risco para a doença arterial coronariana (DAC). OBJETIVO: Avaliar o efeito dos polimorfismos VEGF C-2578A e MTHFR C677T na DAC e a associação desses polimorfismos com a gravidade e a extensão das lesões ateroscleróticas e concentrações de Hcy. MÉTODOS: 244 indivíduos foram avaliados através de angiografia coronariana e incluídos no estudo (145 com DAC e 99 indivíduos-controle). Os polimorfismos VEGF C-2578A e MTHFR C677T foram investigados através das técnicas de PCR-SSCP e PCR-RFLP, respectivamente. Os níveis de homocisteína plasmática foram mensurados através de cromatografia líquida/espectrometria de massa seqüencial (CL/EMS). RESULTADOS: Não houve diferença significante em relação à distribuição de alelos e genótipos entre os grupos, para ambos os polimorfismos. A análise univariada mostrou uma freqüência maior do genótipo VEGF -2578AA no grupo com doença em três vasos (p=0,044). Além disso, o genótipo VEGF -2578CA foi observado mais freqüentemente entre indivíduos com <95% de estenose (p=0,010). Após ajuste para outros fatores de risco para DAC em um modelo multivariado, observou-se que o polimorfismo VEGF C-2578A não era um correlato independente da DAC (p=0,688). O polimorfismo MTHFR não mostrou qualquer relação com a extensão e/ou gravidade da DAC. O polimorfismo MTHFR C677T não mostrou uma associação direta com hiperhomocisteinemia ou aumento das concentrações médias de Hcy no plasma. CONCLUSÃO: Embora haja uma aparente associação entre o polimorfismo VEGF C-2578A e o desenvolvimento de aterosclerose coronariana, essa associação não é independente dos fatores de risco cardiovasculares convencionais.

  • Aterosclerose
  • Doença de Artéria Coronariana
  • homocisteína
  • Polimorfismo Genético
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/06/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000400003
Homocisteína, folato e vitamina B12 em pacientes colombianos portadores de coronariopatia
ABC
Artigo Original

Homocisteína, folato e vitamina B12 em pacientes colombianos portadores de coronariopatia

Gilberto Garcia et al. Juanita Trejos Beatriz Restrepo Patricia Landázuri

OBJETIVO: Determinar a existência de associação entre os níveis plasmáticos de homocisteína, folato ou vitamina B12 e síndrome coronariana aguda em pacientes colombianos. MÉTODOS: Estudo caso-controle: foram 50 pacientes portadores de síndrome coronariana aguda e 50 pacientes ambulatoriais sem síndrome coronariana. Foram medidos os níveis de homocisteína, folato e vitamina B12 por meio de imunoensaio por quimioluminescência. Foram também medidos os níveis de colesterol e frações, triglicérides, uréia, creatinina, hemoglobina e hematócrito. RESULTADOS: As concentrações plasmáticas médias de homocisteína foram significativamente diferentes entre os casos (12,4 µmol/l ± 6,0) e os controles (9,7 µmol/l ± 2,4), p=0,01. Os níveis de ácido fólico dos casos foram menores que os dos controles (respectivamente 10,5 ng/ml ± 3,5 x 12,6 ng/ml ± 3,6; p=0,01). Foi observada relação inversa entre os níveis de folato e os de homocisteína. Não houve relação entre os níveis de vitamina B12 e os de homocisteína. Houve diferença significativa nos níveis de triglicérides entre os grupos caso e controle (respectivamente 136,91 ± 67,27 x 174,3 ± 77,6; p=0,01). A razão das chances para hiper-homocisteinemia na síndrome coronariana aguda foi de 4,45 (intervalo de confiança de 95%: 1,5 – 13,3). CONCLUSÃO: O presente estudo demonstrou associação significativa entre os níveis de homocisteína e síndrome coronariana aguda em pacientes colombianos semelhante à encontrada em populações européias e norte-americanas. Houve correlação negativa entre os níveis plasmáticos de homocisteína e os de folato. Não houve associação entre os níveis plasmáticos de homocisteína e os de vitamina B12.

  • ácidos pteroilpoliglutâmicos
  • coronariopatia
  • folato
  • homocisteína
  • lípides
  • vitamina B12
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
05/09/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001400002 Visualizações 1
Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental
ABC
Artigo Original

Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental

Renato Delascio Lopes et al. Lindalva Batista Neves Vânia D'Almeida Gleice Margarete de Souza Conceição Alexandre Gabriel Junior

OBJETIVOS: Determinar os valores plasmáticos de homocisteína e fator von Willebrand, como marcador de disfunção endotelial, em ratos com diabete melito induzido por estreptozotocina. MÉTODOS: Trinta e cinco ratos (rattus norvegicus albinus), machos, adultos (180-200 g), randomizados em três grupos: controle (n=10) não receberam agente ou veículo; sham (n=10) receberam solução veículo da estreptozotocina; e diabético (n=15) receberam estreptozotocina. Após oito semanas de indução do diabete melito, os animais foram pesados, anestesiados e tiveram sangue colhido da aorta abdominal para determinação dos valores de homocisteína plasmática total, fator von Willebrand e glicemia. RESULTADOS: O modelo experimental foi reprodutível em 100% dos animais. A média das concentrações plasmáticas de homocisteína foi: 7,9 µmol/l (controle); 8,6 µmol/l (sham) e 6,1 µmol/l (diabético), com diferença entre os grupos (p<0,01). Pelo método de comparações múltiplas entre os grupos, observou-se que os valores no grupo diabético foram menores que no sham (p<0,01). A média dos valores do fator von Willebrand foi 0,15 U/l (controle), 0,16 U/l (sham) e 0,18 U/l (diabético), com diferença entre os grupos (p=0,03). A média dos seus valores no grupo diabético foi maior que no grupo controle (p<0,05). No grupo diabético não houve correlação entre homocisteína e fator von Willebrand. CONCLUSÃO: No diabete melito induzido por estreptozotocina constataram-se valores reduzidos de homocisteína e elevados de fator von Willebrand, sem, contudo, haver correlações entre si e com níveis de glicemia final.

  • diabete melito
  • Epidemiologia
  • Experimental
  • fator de von Willebrand
  • homocisteína
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400010 Visualizações 2
Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana
ABC
Artigo Original

Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana

Luciana Moreira Lima et al. Maria das Graças Carvalho Ana Paulo Fernandes Adriano de Paula Sabino … Andréia Assis Loures-Vale Cirilo Pereira da Fonseca Neto José Carlos Faria Garcia Jamil Abdala Saad Marinez Oliveira Sousa

OBJETIVO: Determinar os níveis plasmáticos de homocisteína e a incidência do polimorfismo C677T no gene da enzima metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) em um grupo de indivíduos submetidos a angiografia coronariana, buscando estabelecer a possível correlação entre esses parâmetros e a gravidade da doença arterial coronariana (DAC), bem como investigar a correlação entre hiper-homocisteinemia e a presença do polimorfismo. MÉTODOS: Vinte indivíduos com ausência de ateromatose nas coronárias (controles), quatorze indivíduos apresentando ateromatose leve/moderada e vinte e nove indivíduos apresentando ateromatose grave foram avaliados. RESULTADOS: Para o parâmetro homocisteína foram observadas diferenças significativas entre as médias dos grupos controle e ateromatose grave (p < 0,001). Entre os demais grupos não foram observadas diferenças significativas. O grupo ateromatose grave apresentou uma freqüência de 62,0% e 6,9% para o polimorfismo C677T no gene da enzima MTHFR, em heterozigose e homozigose, respectivamente. Entretanto, não foi observada correlação entre a presença da mutação e hiper-homocisteinemia. Foi observada uma correlação positiva da ordem de 41,91% (p < 0,001) entre hiper-homocisteinemia e a presença de DAC. CONCLUSÃO: O achado mais importante deste estudo foi a associação entre hiper-homocisteinemia e a presença de estenose coronariana superior a 70%; entretanto, permanece a dúvida se o aumento da concentração plasmática de homocisteína constitui um fator determinante para o agravamento da lesão aterosclerótica nas coronárias ou se o mesmo é uma conseqüência desta lesão.

  • angiografia coronariana
  • homocisteína
  • metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR)
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
20/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000200006 Visualizações 1
Hiper-homocisteinemia como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana em idosos
ABC
Artigo Original

Hiper-homocisteinemia como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana em idosos

Claudia Felícia Gravina-Taddei et al. Michel Batlouni Camila Sarteschi Valéria T Baltar … Nívea A.C Salvarini Marcelo C Bertolami José Eduardo M. R Sousa

OBJETIVO: Investigar se a hiper-homocisteinemia é fator de risco independente para doença aterosclerótica coronariana em idosos. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 172 idosos, 88 pertencentes ao grupo controle e 84 ao grupo caso, que apresentavam cineangiocoronariografia solicitada por indicações clínicas. Angiografia coronariana quantitativa foi realizada em 91% dos pacientes. Homocisteinemia foi avaliada sob forma contínua e categorizada, por análise univariada e multivariada. RESULTADOS: Quando analisada sob forma contínua, verificou-se que, na análise univariada, os idosos do grupo caso apresentaram média de níveis de homocisteinemia significativamente mais elevada que a dos idosos do grupo controle (14,33±4,59 µmol/l versus 11,99± 4,59 µmol/l , p=0,015). Na análise multivariada, a homocisteinemia sob forma contínua associou-se a razão de risco para doença arterial coronariana de 1,07 a cada aumento de 1 µmol/l de nível de homocisteína. Aumento de 5 µmol/l correspondeu a razão de risco de 1,40. Quando analisada sob forma categorizada, definiu-se como hiper-homocisteinemia os valores encontrados acima do percentil 75 do grupo controle (14 µmol/l ). Hiper-homocisteinemia foi encontrada em 34% dos idosos, sendo 37,3% no grupo controle e 62,7% no grupo caso (p=0,009). Na análise multivariada, a hiperhomocisteinemia constituiu fator de risco independente para doença aterosclerótica coronariana em idosos, com razão de risco para doença arterial coronariana de 2,03, intervalo de confiança 95%, 1,02-4,03. CONCLUSÃO: Hiper-homocisteinemia foi fator de risco independente para doença arterial coronariana em idosos.

  • Doença arterial coronariana
  • fator de risco
  • hiper-homocisteinemia
  • homocisteína
  • Idoso
  • octogenário
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
10/10/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001600004

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Guerzoni AR, Biselli PM, Godoy MF, Souza DRS, Haddad R, Eberlin MN, Pavarino-Bertelli EC, et al. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(4):263-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Guerzoni, Alexandre Rodrigues; Biselli, Patrícia Matos; Godoy, Moacir Fernandes de; Souza, Doroteia Rossi Silva; Haddad, Renato; Eberlin, Marcos Nogueira; Pavarino-Bertelli, Erika Cristina; Goloni-Bertollo, Eny Maria. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 4, p. 263-268, jun. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Guerzoni, A. R., Biselli, P. M., Godoy, M. F. , Souza, D. R. S., Haddad, R., Eberlin, M. N., Pavarino-Bertelli, E. C., & Goloni-Bertollo, E. M. (2009). Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(4), 263-268.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guerzoni, Alexandre Rodrigues and Biselli, Patrícia Matos and Godoy, Moacir Fernandes de and Souza, Doroteia Rossi Silva and Haddad, Renato and Eberlin, Marcos Nogueira and Pavarino-Bertelli, Erika Cristina and Goloni-Bertollo, Eny Maria. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 263-268. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-e-polimorfismos-dos-genes-mthfr-e-vegf-impacto-na-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Garcia G, Trejos J, Restrepo B, Landázuri P. Homocisteína, folato e vitamina B12 em pacientes colombianos portadores de coronariopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;89(2):79-85.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Gilberto; Trejos, Juanita; Restrepo, Beatriz; Landázuri, Patricia. Homocisteína, folato e vitamina B12 em pacientes colombianos portadores de coronariopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 2, p. 79-85, set. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, G., Trejos, J., Restrepo, B., & Landázuri, P. (2007). Homocisteína, folato e vitamina B12 em pacientes colombianos portadores de coronariopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(2), 79-85.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Gilberto and Trejos, Juanita and Restrepo, Beatriz and Landázuri, Patricia. Homocisteína, folato e vitamina B12 em pacientes colombianos portadores de coronariopatia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 89, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 79-85. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-folato-e-vitamina-b12-em-pacientes-colombianos-portadores-de-coronariopatia/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lopes RD, Neves LB, D’Almeida V, Conceição GMS, Gabriel Junior A. Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(4):424-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lopes, Renato Delascio; Neves, Lindalva Batista; D’Almeida, Vânia; Conceição, Gleice Margarete de Souza; Gabriel Junior, Alexandre. Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 4, p. 424-429, maio. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lopes, R. D., Neves, L. B., D’Almeida, V., Conceição, G. M. S., & Gabriel Junior, A. (2007). Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(4), 424-429.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lopes, Renato Delascio and Neves, Lindalva Batista and D’Almeida, Vânia and Conceição, Gleice Margarete de Souza and Gabriel Junior, Alexandre. Homocisteína plasmática total e fator von Willebrand no diabete melito experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 424-429. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-plasmatica-total-e-fator-von-willebrand-no-diabete-melito-experimental/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lima LM, Carvalho MG, Fernandes AP, Sabino AP, Loures-Vale AA, Fonseca Neto CP, Garcia JCF, et al. Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(2):167-72.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Luciana Moreira; Carvalho, Maria das Graças; Fernandes, Ana Paulo; Sabino, Adriano de Paula; Loures-Vale, Andréia Assis; Fonseca Neto, Cirilo Pereira da; Garcia, José Carlos Faria; Saad, Jamil Abdala; Sousa, Marinez Oliveira. Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 2, p. 167-172, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, L. M., Carvalho, M. G., Fernandes, A. P., Sabino, A. P., Loures-Vale, A. A., Fonseca Neto, C. P. , Garcia, J. C. F., Saad, J. A., & Sousa, M. O. (2007). Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(2), 167-172.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Luciana Moreira and Carvalho, Maria das Graças and Fernandes, Ana Paulo and Sabino, Adriano de Paula and Loures-Vale, Andréia Assis and Fonseca Neto, Cirilo Pereira da and Garcia, José Carlos Faria and Saad, Jamil Abdala and Sousa, Marinez Oliveira. Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 167-172. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-e-metilenotetrahidrofolato-redutase-em-individuos-submetidos-a-angiografia-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gravina-Taddei CF, Batlouni M, Sarteschi C, Baltar VT, Salvarini NA, Bertolami MC, Sousa JEMR, et al. Hiper-homocisteinemia como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana em idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(3):166-73.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gravina-Taddei, Claudia Felícia; Batlouni, Michel; Sarteschi, Camila; Baltar, Valéria T; Salvarini, Nívea A.C; Bertolami, Marcelo C; Sousa, José Eduardo M. R. Hiper-homocisteinemia como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana em idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 3, p. 166-173, out. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gravina-Taddei, C. F., Batlouni, M., Sarteschi, C., Baltar, V. T., Salvarini, N. A., Bertolami, M. C., & Sousa, J. E. M. R. (2005). Hiper-homocisteinemia como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana em idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(3), 166-173.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gravina-Taddei, Claudia Felícia and Batlouni, Michel and Sarteschi, Camila and Baltar, Valéria T and Salvarini, Nívea A.C and Bertolami, Marcelo C and Sousa, José Eduardo M. R. Hiper-homocisteinemia como fator de risco para doença aterosclerótica coronariana em idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 166-173. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/hiper-homocisteinemia-como-fator-de-risco-para-doenca-aterosclerotica-coronariana-em-idosos-2/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias