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  2. Palavra-chave: Comunicação Interventricular
Papel do Ecocardiograma Transtorácico no Fechamento Percutâneo da Comunicação Interventricular
ABCIC
Review Article

Papel do Ecocardiograma Transtorácico no Fechamento Percutâneo da Comunicação Interventricular

João Batista Masson Silva et al. Cloves Geraldino da Silva Junior

Resumo

A comunicação interventricular (CIV) é a cardiopatia congênita mais comum, e seu manejo tem evoluído com o fechamento percutâneo, uma alternativa minimamente invasiva à cirurgia. Nesse contexto, a ecocardiografia consolida-se como a principal ferramenta de imagem, indispensável em todas as fases do procedimento. O ecocardiograma transtorácico (ETT) é fundamental para o diagnóstico, classificação anatômica (perimembranosa, muscular, de via de entrada ou saída), avaliação hemodinâmica inicial e seguimento em longo prazo. A indicação para o fechamento baseia-se em critérios como a sobrecarga de volume do ventrículo esquerdo (VE), com Qp:Qs ≥ 1.5:1. Para o planejamento detalhado e a orientação intraprocedimento, o ecocardiograma transesofágico, especialmente com reconstrução tridimensional (3D), é o padrão-ouro. O ETE 3D oferece precisão na medição dos diâmetros do defeito, análise das bordas para ancoragem segura do dispositivo e avaliação da relação com estruturas adjacentes, como as válvulas aórtica e tricúspide. O sucesso da intervenção, tanto em CIVs congênitas quanto nas raras e complexas CIVs pós-infarto, depende diretamente da qualidade da avaliação ecocardiográfica. A abordagem multimodal, que integra ETT e ETE, garante a seleção adequada dos pacientes e a condução segura do procedimento, otimizando os resultados e expandindo as fronteiras do tratamento percutâneo da CIV.

  • Comunicação Interventricular
  • ecocardiografia
  • Ecocardiografia Transesofagiana
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03/12/2025 DOI: 10.36660/abcimg.20250065
ABC
Editorial

Artérias Coronárias Após a Operação de Jatene para Transposição das Grandes Artérias: O Papel da Angiografia Coronária por Tomografia Computadorizada no Seguimento

Antonio Joaquim Marinho-da-Silva

A correção da transposição das grandes artérias (TGA) pela técnica de Jatene foi uma das maiores conquistas da cirurgia cardíaca nas cardiopatias congênitas. Ao substituir as artérias transpostas em seu arranjo anatômico adequado, essa técnica — cirurgia de troca atrial (CTV) — atinge uma relação arterial espacial normal. No entanto, esse novo arranjo requer a excisão dos botões da artéria coronária e seu implante na nova aorta. A dificuldade dessa etapa está relacionada ao tipo de origem coronariana e à distância ao novo local de inserção.

Uma vez concluída essa etapa de normalização anatômica, busca-se a normalização funcional cardíaca. As complicações pós-cirúrgicas mais comuns estão relacionadas à complexidade das anomalias associadas (comunicação interventricular, coarctação da aorta, estenose valvar e outras), locais de sutura dos neovasos, ramificação pulmonar e dilatação da neoaorta. Não negligenciáveis e preocupantes, as complicações tardias da circulação coronariana congênita ou adquirida são bem conhecidas. A incidência real dessas complicações varia de 0,8% a 27,5%, de acordo com a série de relatos e o tempo de seguimento. ,

[…]

  • Cardiopatias Congênitas/cirurgia
  • Circulação Coronária
  • Comunicação Interventricular
  • Estenose Aórtica Subvalvar
  • Operação das Grandes Artérias
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14/06/2021 DOI: 10.36660/abc.20210403 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta Científica

Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural, em Mulher com 36 Anos

Edmar Atik

Introdução

O defeito congênito caracterizado por saída de ambas grandes artérias do ventrículo direito (VD), de forma completa ou mesmo em cavalgamento superior a 50% de uma das artérias sobre o septo interventricular, apresenta relações variáveis dessas artérias com a comunicação interventricular (CIV), assim como associação com outras variáveis anátomo-funcionais.

No defeito mais comum associado, a CIV isolada, em posição subaórtica ou na não relacionada às grandes artérias, o quadro funcional se expressa com predomínio da sobrecarga de volume do coração como um todo, incrementada pela sobrecarga de pressão, causando insuficiência cardíaca precoce.

[…]

  • Adulto
  • Cardiopatias Congênitas/cirurgia
  • Comunicação Interventricular
  • Diagnóstico por Imagem
  • Dupla Via de Ventrículo Direito
  • Estenose da Valva Pulmonar
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20200971 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Clínico-Radiográfica

Caso 4/2020 – Tempo Prolongado (38 Dias) de Extravasamento Pleural Bilateral após Operação Cavopulmonar, Aliviado por Embolização de Vasos Colaterais Sistêmico-Pulmonares, em Cardiopatia Complexa de Criança com 40 Meses

Edmar Atik et al. Raul Arrieta Fernando Antibas Atik

Dados Clínicos

O diagnóstico fetal de anomalia complexa (dupla via de saída das grandes artérias de ventrículo direito, estenose pulmonar acentuada por desvio anterior do septo infundibular, comunicação interventricular trabecular e hipoplasia de ventrículo esquerdo e da valva mitral) foi confirmado logo após o nascimento com hipóxia acentuada, aliviada por prostaglandina E1 e dilatação do canal arterial por stent percutâneo. Com o retorno da hipóxia mais acentuada, operação de Glenn bidirecional foi realizada com 9 meses. Boa evolução foi observada até 39 meses, ocasião da operação cavopulmonar total por retorno da hipóxia com saturação de oxigênio de 70%. Usou propranolol e AAS até a última intervenção.

Exame físico: bom estado geral, eupneico, cianose acentuada, pulsos normais nos 4 membros. Peso: 16,35 Kg, Alt.: 91 cm, PAMSD: 90 x 60 mmHg, FC: 116 bpm, Sat O2: 70%, Hg= 15,5 g, Hct= 55%.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas/cirurgia
  • Comunicação Interventricular
  • Dupla Via de Saída
  • Estenose da Valva Pulmonar
  • Técnica de Fontan
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14/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190488
Figura 1
ABC
Correlação Clínico-Radiográfica

Caso 3/2020 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Origem Anômala da Artéria Pulmonar Direita da Aorta Ascendente, em Evolução após Shunt Central Prévio à Esquerda, em Adulto Sintomático com 40 Anos

Edmar Atik et al. Maria Angélica Binotto Alessandra Costa Barreto

Dados clínicos

Paciente evoluiu sem sintomas desde o nascimento até a juventude, ocasião do advento de hipóxia discreta mas progressiva, que requereu a feitura de anastomose com PTFe de 8 mm entre o tronco braquiocefálico e o tronco pulmonar com 32 anos de idade. Desde então, mantém-se estável com saturação de oxigênio acima de 80 vol. O2%, com cansaço a moderados esforços e com palpitações precordiais. Em uso de warfarina e enalapril.

Exame físico: Bom estado geral, eupneico, cianose discreta de extremidades, baqueteamento digital moderado, pulsos normais nos quatro membros. Peso: 67 Kg, Alt.: 170 cm, PAMSD: 140×90 mmHg, FC: 105 bpm, saturação O2= 83%, Hg= 22,1 g/l, Hct= 66%.

[…]

  • Aorta/anormalidades
  • Artéria Pulmonar
  • Atresia Pulmonar
  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interventricular
  • Diagnóstico por Imagem, origem da artéria pulmonar direita da aorta ascendente
  • Hipertensão Pulmonar
  • Hipóxia
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18/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20190487 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Clinicoradiological Correlation

Caso 4/2019 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Circulação Colateral Sistêmico-Pulmonar, em Evolução após Blalock-Taussig Prévio, em Adulto Sintomático com 47 Anos

Edmar Atik et al. Maria Angélica Binotto Alessandra Costa Barreto Walther Ishikawa

Dados clínicos

Paciente evoluiu sem sintomas desde o nascimento até a juventude, ocasião do advento de hipóxia mais acentuada, que requereu a feitura de anastomose tipo Blalock-Taussig à direita. Há 5 anos, notou-se novamente agravamento da hipóxia, com hemofereses a cada 6 meses, além de cansaço de pequenos a médios esforços e ainda com disfunção ventricular associada. Em uso de warfarina, carvedilol e enalapril, além de oxigênio nasal à noite.

[…]

  • Adulto
  • Atresia Pulmonar
  • Circulação Colateral
  • Comunicação Interventricular
  • Evolução Clínica
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190121 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Clinicoradiological Correlation

Caso 1 / 2019 – Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural em Mulher Assintomática de 28 Anos

Edmar Atik et al. Alessandra Costa Barreto Maria Angélica Binotto

Dados clínicos

Paciente evoluiu sem sintomas desde o nascimento, ocasião do diagnóstico da cardiopatia, exteriorizada por sopro cardíaco. Há 2 anos, extrassístoles supraventriculares motivaram uso de atenolol, propafenona, e magnésio, sem melhora. Endocardite infecciosa foi tratada efetivamente há 10 anos. Em uso de levotiroxina 50 mcg por hipotireoidismo.

Exame físico: bom estado geral, eupneica, acianótica, pulsos normais nos 4 membros. Peso: 60 Kg, Altura 160 cm, PAMSD: 120 x 70 mmHg, FC: 60 bpm.

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  • Adulto
  • Comunicação Interventricular
  • Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito
  • Estenose da Valva Pulmonar
  • Evolução Clínica
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01/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20180260 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Clínico-Radiográfica

Caso 6/2016 – Homem de 29 Anos com Fechamento Espontâneo de Comunicação Interventricular na Idade Adulta

Edmar Atik

Exames complementares:

Eletrocardiograma: Mostrava ritmo sinusal, sem sobracargas cavitárias e sem alterações da repolarização ventricular. AP= +40º, AQRS= +60º, AT= +30º (). O ECG realizado antes do fechamento do defeito mostrava-se também normal nas idades correspondentes.

Radiografia de tórax: Mostrava área cardíaca dentro dos limites normais (índice cardiotorácico = 0,50) em período prévio ao fechamento do defeito, com 13 anos de idade, que persistiu posteriormente ().

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interventricular
  • Síndrome de Down
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01/10/2016 DOI: 10.5935/abc.20160148
Malformação Congênita Muscular do Septo Interventricular com Características Anatômicas Complexas
ABC
Image

Malformação Congênita Muscular do Septo Interventricular com Características Anatômicas Complexas

Zafer ışılak et al. Mehmet Uzun Ejder Kardeşoğlu Ömer Uz Uğur Küçük

Um paciente do sexo masculino de 21 anos foi internado com sintomas de dispneia de esforço e palpitações. O exame físico mostrou sopro sistólico grau 3/6, melhor auscultado no espaço intercostal entre 3-4 do lado esquerdo. A ecocardiografia transtorácica mostrou uma câmara separada (asterisco) no septo interventricular. A porção apical da câmara era constituída de tecido muscular e a porção basal, de tecido membranoso e aneurismático (Painel A). Havia uma conexão muscular, semelhante a um túnel, entre o ventrículo esquerdo e a câmara a nível medio-ventricular. O Doppler colorido e de onda contínua revelou um fluxo bidirecional através da passagem (Painéis B, C).

O paciente foi submetido à ecocardiografia transtorácica tridimensional, que revelou dois septos separados. Entre esses septos havia uma terceira câmara (asterisco). Estava ligada tanto ao ventrículo e squerdo (através do septo intermuscular) quanto ao direito (através do defeito no aneurisma de septo membranoso). O aneurisma de septo membranoso era separado do ventrículo esquerdo por uma fina membrana, sem qualquer passagem através dele (Painel D). Os achados de RM foram consistentes com as imagens do ecocardiograma (Painel E). Foi realizada ventriculografia e a angiografia coronariana. As artérias coronárias eram normais; a ventriculografia esquerda mostrou porções musculares e membranosas-aneurismáticas da malformação (Painel F). Foi recomendado ao paciente um procedimento cirúrgico, mas ele se recusou e recebeu alta com recomendações sobre consultas de controle.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interventricular
  • septo interventricular
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01/04/2016 DOI: 10.5935/abc.20160045 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Clínico-Radiográfica

Caso 2/2015 – Mulher de 33 anos com Dupla Câmara Ventricular Direita e Comunicação Interventricular

Edmar Atik

Exames complementares

Eletrocardiograma mostrava ritmo sinusal e sinais de sobrecarga de ventrículo direito (VD). O complexo QRS era de baixa voltagem com morfologia qr em V1, RS em V6 com distúrbio final de condução pelo ramo direito. AQRS: -70º, AT: + 30º.

Radiografia de tórax mostrava área cardíaca normal (índice cardiotorácico de 0,46). A trama vascular pulmonar era normal e o arco médio, escavado ().

[…]

  • Comunicação Interventricular
  • Dupla Câmara de Ventrículo Direito
  • estenose de via de entrada de ventrículo direito
  • hipertrofia de ventrículo direito
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01/02/2015 DOI: 10.5935/abc.20140218 Visualizações 1
ABC
Original Article

Investigação da Variação no Número de Cópias Gênicas em Crianças com Defeito Cardíaco Conotruncal

Carla Marques Rondon Campos et al. Evelin Aline Zanardo Roberta Lelis Dutra Leslie Domenici Kulikowski Chong Ae Kim

Fundamento:

Os defeitos cardíacos congênitos são o grupo de anormalidades estruturais mais prevalentes ao nascimento e uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil. Estudos têm mostrado a contribuição da variação no número de cópias na gênese das malformações cardíacas.

Objetivos:

Investigar a variação no número de cópias gênicas em crianças com defeito cardíaco conotruncal.

Métodos:

Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification (MLPA) foi realizado em 39 pacientes com defeito cardíaco conotruncal. Avaliação clínica e laboratorial foi realizada em todos os pacientes. Os pais dos probandos que apresentaram alterações também foram investigados.

Resultados:

Variação no número de cópias foi detectada em 7/39 pacientes: deleção 22q11.2, duplicação 22q11.2, duplicação 15q11.2, duplicação 20p12.2, deleção 19p, duplicação 15q e 8p23.2 com duplicação 10p12.31. As características clínicas foram compatíveis com o relatado na literatura associadas com microdeleção/microduplicação encontrada. Nenhuma dessas alterações foi herdada dos pais.

Conclusões:

Nossos resultados demonstram que a técnica de MLPA é útil na investigação de microdeleções e microduplicações em defeitos cardíacos congênitos conotruncais. O diagnóstico precoce das variações no número de cópias em pacientes com defeito cardíaco congênito auxilia na prevenção de morbidade e diminuição da mortalidade nesses pacientes.

  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interventricular
  • DNA
  • tronco arterial
  • Variação Genética
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11/11/2014 DOI: 10.5935/abc.20140169 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Correlação Clínico-Radiográfica

Caso 3/2014 – Homem de 26 Anos com Atresia Pulmonar e Comunicação Interventricular em Evolução Tardia Pós-operatória

Edmar Atik

Exames complementares

Eletrocardiograma: Mostrava ritmo sinusal, sobrecarga moderada de ventrículo direito (VD) sem bloqueio do ramo direito. Morfologia Rs em V1 e qRs em V6. Até há seis anos manteve morfologia rsr’ em V1. A duração do QRS era de 0,94 desde a correção total. AP: +70º, AQRS: +90º, AT: +70º.

Radiografia de tórax: Mostra área cardíaca normal, forma arredondada e trama vascular pulmonar normal ().

[…]

  • Adulto
  • Atresia pulmonar / cirurgia
  • Comunicação Interventricular
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01/04/2014 DOI: 10.5935/abc.20140045 Visualizações 1
Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA
ABC
Relato de Caso

Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA

Henrique Barbosa Ribeiro et al. Luciano Moreira Baracioli Luiz Junya Kajita Martina Battistini Pinheiro … Expedito E. Ribeiro José Carlos Nicolau

RELATO DE CASO

Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA

[…]

  • Comunicação Interventricular
  • Dispositivo para oclusão septal
  • Infarto Do Miocárdio
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04/09/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012001000017 Visualizações 1
Truncus arteriosus operado aos 28 anos: importância do diagnóstico diferencial
ABC
Relato de Caso

Truncus arteriosus operado aos 28 anos: importância do diagnóstico diferencial

Lilian Maria Lopes et al. Jose Pedro da Silva Luciana da Fonseca Sonia Meiken … André Bavaresco Cristóvão Salvador Gustavo Spadaccia dos Santos Fernandes

Descrevemos um caso de adulto de 28 anos com suspeita de cardiopatia congênita desde o nascimento, não tratada na infância por opção da família. Aos 27 anos, foi feito diagnóstico de atresia pulmonar com comunicação interventricular e colaterais sistêmico-pulmonares, sendo contraindicada a cirurgia. Uma nova reavaliação em nosso serviço demonstrou tratar-se de um truncus arteriosus atípico. O fato de um tronco arterial comum com shunt esquerda-direita ter sido visualizado ao ecocardiograma foi um dado crucial para a indicação de novo cateterismo, abrindo perspectiva de correção cirúrgica. No momento, o paciente encontra-se bem, com 7 anos de evolução pós-operatória.

  • Atresia Pulmonar
  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interventricular
  • tronco arterial
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04/10/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011001100016 Visualizações 1
Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto
ABC
Artigo Original

Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

Fernando Amaral et al. Paulo Henrique Manso João Antonio Granzotti Walter Villela de Andrade Vicente Andre Schmidt

FUNDAMENTO: Experiências de serviços em adultos com cardiopatias congênitas não têm sido relatadas no nosso meio. OBJETIVO: Descrever o perfil clínico básico de adultos com cardiopatias congênitas atendidos ambulatorialmente em centro terciário. MÉTODOS: Anotaram-se dados referentes a idade, sexo, procedência, diagnóstico principal e diagnósticos secundários de 413 pacientes atendidos durante sete anos. RESULTADOS: G1 (não tratados): 195 pacientes, 51% mulheres, 57% entre 14 e 30 anos, 80% residentes na região. As cardiopatias mais frequentes foram comunicação interventricular (CIV) (31%), comunicação interatrial (CIA) (29%) e estenose pulmonar (7%). Os diagnósticos secundários predominantes foram hipertensão arterial (9%) e arritmias (5%). G2 (tratados): 218 pacientes, 56% mulheres, 57% entre 14 e 30 anos, 81% residentes na região. As cardiopatias mais frequentemente tratadas foram CIA (36%), tetralogia de Fallot (14%), coarctação da aorta (12%) e CIV (11%). Sessenta e nove (32%) pacientes foram operados na idade adulta. Dezesseis (7%) foram submetidos a um cateterismo intervencionista. Os diagnósticos secundários predominantes foram hipertensão arterial (18%) e arritmias (8%). CONCLUSÃO: Na casuística, predominaram pacientes tratados invasivamente, residentes na região e a maioria com idade abaixo de 40 anos. Defeitos como CIA, CIV e estenose pulmonar predominaram no grupo não tratado, ao passo que, nos tratados, a maioria tinha sido submetida à correção de CIA, tetralogia de Fallot, coarctação da aorta e CIV. Hipertensão arterial e arritmias foram relevantes em ambos os grupos, sendo também registrada grande diversidade de outras comorbidades.

  • Brasil
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  • Comunicação Interatrial
  • Comunicação Interventricular
  • pacientes ambulatoriais
  • Perfil de Saúde
  • Ribeirão Preto (SP)
  • Tetralogia de Fallot
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21/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000053 Visualizações 1
Comunicação interventricular pequena: conduta clínica expectante em longo prazo
ABC
Artigo Original

Comunicação interventricular pequena: conduta clínica expectante em longo prazo

Edmar Atik

FUNDAMENTO: A comunicação interventricular (CIV) pequena apresenta geralmente boa evolução clínica, mesmo em longo prazo. OBJETIVO: Verificar evolução clínica de pacientes com CIV pequena, a fim de determinar continuidade ou não da conduta expectante, em vista do baixo risco operatório, o que ocasiona maior liberalidade da indicação cirúrgica. MÉTODOS: No período de outubro de 1976 a dezembro de 2007, foram examinados 187 casos com CIV pequena (diâmetro menor que 3 mm pelo ecocardiograma) e seguidos 155 deles em longo prazo. Estudaram-se a época de exteriorização do sopro e aspectos evolutivos como fechamento espontâneo do defeito (grupo I) – 64 casos, continuidade do tamanho inicial (grupo II) – 74 casos e diminuição do mesmo (grupo III) -17 casos, além de intercorrências clínicas. RESULTADOS: A exteriorização do sopro ocorreu na maioria no primeiro mês de vida, correspondendo a 48 (75%), 54 (72,9%) e 12 (70,5%) pacientes, nos três grupos respectivos, e acima do primeiro ano em 11 (5,8%) pacientes. Fechamento espontâneo ocorreu no primeiro ano em 48 casos (75%), média de 7,6 m e de 1 a 5,5 anos em 15 pacientes (23,4%), em acompanhamento máximo de 18 anos. Verificou-se continuidade do defeito até 40 anos. A diminuição do defeito ocorreu em média de 15 meses, seguidos até 9 anos. Probabilidade de fechamento da CIV, pela curva actuarial, foi de 34,38% em 1 ano e de 49,89% em 5 anos. Não houve intercorrências clínicas. CONCLUSÃO: Evolução favorável da CIV pequena em longo prazo dispensa intervenção operatória, com preocupação da profilaxia antibiótica rigorosa.

  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interventricular
  • Evolução Clínica
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20/07/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000600003
Anuloplastia de homoenxerto pulmonar criopreservado com anel de Delrin na atresia pulmonar com comunicação interventricular
ABC
Relato de Caso

Anuloplastia de homoenxerto pulmonar criopreservado com anel de Delrin na atresia pulmonar com comunicação interventricular

Ulisses Alexandre Croti et al. Domingo Marcolino Braile Moacir Fernandes de Godoy Vladimir Ramirez … Lilian Beani Aírton Camacho Moscadini

Criança de seis anos portadora de atresia pulmonar com comunicação interventricular, submetida a correção total com um ano, empregando monoválvula de pericárdio bovino na reconstrução da via de saída do ventrículo direito. Evoluiu com importante regurgitação valvar pulmonar (RVP) e disfunção do ventrículo direito. Na reoperação foi implantado homoenxerto pulmonar criopreservado (HPC) com anuloplastia, utilizando anel de Delrin com o intuito de evitar distorção geométrica do conduto. Após dois anos, o ecocardiograma, semelhante ao pós-operatório imediato, demonstra RVP discreta e função ventricular direita normal, sugerindo que essa manobra pode ser utilizada como coadjuvante para otimizar o resultado do implante do HPC.

  • Artérias brônquicas
  • Atresia Pulmonar
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15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500025 Visualizações 2
Ruptura do septo interventricular após trauma torácico fechado
ABC
Relato de Caso

Ruptura do septo interventricular após trauma torácico fechado

Ronaldo Peixoto de Mello et al. Maria Virginia Santana Maria Aparecida de Paula Silva César Esteves … Carlos Pedra Anneliese Thom Paulo Chaccur Marly Akiko Miaira Pedro Beraldo Andrade Alejandra Borges Rodrigues

Relatamos a seguir um caso de ruptura do septo interventricular após trauma torácico automobilístico com evolução relativamente benigna a despeito da extensão da lesão anatômica.

  • Comunicação Interventricular
  • Ruptura do septo interventricular
  • Traumatismos Cardíacos
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18/01/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001900022
Oclusão percutânea das comunicações interventriculares: experiência inicial
ABC
Artigo Original

Oclusão percutânea das comunicações interventriculares: experiência inicial

Francisco José Araújo Chamié de Queiróz et al. Raul Ivo Rossi Filho Sérgio Ramos César Esteves … Daniel Silva Chamié de Queiróz Paulo Renato Machado João Carlos Tress Stella Suzana Horowitz Helder Paupério Rosaura Victer

OBJETIVO: Avaliar a experiência inicial com o fechamento percutâneo das comunicações interventriculares (CIV), em especial, das CIV perimembranosas (CIVPM) com a nova prótese de Amplatzer. MÉTODOS: Foram submetidos ao procedimento onze pacientes, seis com CIV perimembranosas (CIVPM) e cinco com CIV musculares (CIVM). Dois apresentavam infecções repetidas do trato respiratório e tinham baixo ganho ponderal. Um apresentou história prévia de endocardite infecciosa. Os demais eram assintomáticos e foram selecionados pela ecocardiografia transtorácica (ETT). RESULTADOS: No grupo das CIVM (n=5), um paciente tinha uma CIV apical, dois tinham defeitos médio-septais e dois pacientes apresentavam defeitos múltiplos. Neste grupo, foi utilizada uma prótese de comunicação interatrial (CIA) (Amplatzer Septal Occluder®) e cinco próteses para CIVM (Amplatzer VSD-MUSC Occluder®), sendo que uma mesma paciente recebeu dois dispositivos. Todos os implantes foram bem sucedidos e transcorreram sem complicações. No grupo das CIVPM (n=6), dois tinham aneurismas de septo membranoso. Em 5, identificamos dois pertuitos com angiografia seletiva. Utilizamos próteses de Amplatzer para canal arterial (PCA) (Amplatzer Duct Occluder®) em 1 paciente e próteses específicas para CIVPM nos demais (Amplatzer VSD-MEMB Occluder®). Um oclusor perimembranoso migrou imediatamente depois de liberado, sendo retirado da aorta descendente. Outro paciente apresentou bloqueio atrioventricular total (BAVT), que reverteu após corticoterapia. CONCLUSÃO: O procedimento é tecnicamente complexo e deve ser executado apenas em centros especializados. Apesar disso, mostrou-se seguro e eficaz nos casos selecionados, e pode ser oferecido como alternativa ao tratamento cirúrgico tradicional.

  • Amplatzer
  • cardiopatia congênita
  • Comunicação Interventricular
  • oclusão percutânea
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10/10/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005001600005 Visualizações 1
Estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa: acompanhamento clínico de 36 pacientes
ABC
Artigo Original

Estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa: acompanhamento clínico de 36 pacientes

Maria da Gloria Cruvinel Horta et al. Carlos Alberto Franco Faria Dilermando Fazito Rezende Tereza Lucia Masci … Cathia Costa C. Rabelo Tamara Katina Marly de Oliveira Luciana Paulino Oliveira

OBJETIVO: Estudar o comportamento clínico da estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa. MÉTODOS: Foram acompanhadas, de janeiro 1979 a junho 2000, quanto às características anatômicas, caráter evolutivo e eventos clínicos, 36 crianças com comunicação interventricular perimembranosa e estenose subaórtica fixa. RESULTADOS: A idade de diagnóstico da estenose subaórtica fixa variou de seis meses a 170 meses, sendo abaixo de 1 ano apenas em duas crianças. Quanto ao sexo a distribuição foi de 2:1 com grande predomínio do masculino. A comunicação interventricular era de tamanho pequeno em 61,00% dos casos, médio em 30,56% e grande em 8,40%, apresentando diminuição do tamanho da comunicação durante o acompanhamento em 30,56% (11 casos). Em todos os pacientes a estenose subaórtica era fixa, em membrana. Durante o tempo de acompanhamento, 23 pacientes apresentaram progressão da estenose. Foi realizado tratamento cirúrgico em 21 casos, sendo um paciente reoperado por reestenose. Endocardite bacteriana ocorreu em dois casos, um deles faleceu. CONCLUSÃO: A estenose subaórtica ocorre na história natural da comunicação interventricular geralmente após o 1º ano de vida, apresentando caráter progressivo e necessitando de cirurgia na maioria dos casos.

  • cardiopatia congênita
  • Comunicação Interventricular
  • Endocardite
  • estenose subaórtica
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09/03/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000200002
Avaliação do suprimento sangüíneo vascular pulmonar nos portadores de atresia pulmonar com comunicação interventricular e artérias colaterais sistêmico-pulmonares
ABC
Artigo Original

Avaliação do suprimento sangüíneo vascular pulmonar nos portadores de atresia pulmonar com comunicação interventricular e artérias colaterais sistêmico-pulmonares

Ulisses Alexandre Croti et al. Miguel Lorenzo Barbero Marcial Carla Tanamati Marcelo Biscegli Jatene … Domingo Marcolino Braile Sergio Almeida de Oliveira

OBJETIVO: Analisar as características morfométricas das artérias pulmonares centrais e artérias colaterais sistêmico-pulmonares, avaliando a morfologia do suprimento sangüíneo vascular pulmonar, procurando estabelecer suas implicações no tratamento cirúrgico. MÉTODO: Entre janeiro/1990 e junho/2001, foram estudados 40 pacientes, incluíndo-se os que apresentavam estudo cineangiocardiográfico completo e prévio à primeira intervenção cirúrgica. Analisaram-se as características morfométricas das artérias pulmonares centrais e artérias colaterais sistêmico-pulmonares, assim como a distribuição da irrigação sangüínea nos pulmões. Calcularam-se os índices arterial pulmonar (IAAPP), arterial colateral sistêmico-pulmonar (IACSP) e arterial neopulmonar total (IANPT = IAAPP + IACSP). O tratamento cirúrgico foi considerado paliativo (TP), paliativo definitivo (TPD) e definitivo (TD). RESULTADOS: O TP foi predominante. Não houve diferenças estatisticamente significantes entre os pacientes com TP, TPD e TD, em relação ao IAAPP, IACSP e IANPT. Comparando o IAAPP e o IACSP, não houve diferença entre os índices para o TD (p=0,4309), o IACSP foi maior que o IAAPP para o TP (p=0,0176) e descritivamente também maior para o TPD. O IANPT dos pacientes em TD foi maior que os em TP (p=0,0959). Foram identificados cinco subgrupos morfologicamente semelhantes, denominados: B1, B2, B3, B4 e B5. A mortalidade total foi de 17,5%. CONCLUSÃO: A morfologia do suprimento sangüíneo vascular pulmonar das artérias pulmonares centrais e artérias colaterais sistêmico-pulmonares mostrou-se soberana na orientação do tratamento cirúrgico. Independentemente da divisão didática em subgrupos, o TP foi predominante. A mortalidade não apresentou correlação com as características morfométricas.

  • artérias colaterais sistêmico-pulmonares
  • Atresia Pulmonar
  • Comunicação Interventricular
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14/02/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000100002

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Silva JBM, Silva Junior CG. Papel do Ecocardiograma Transtorácico no Fechamento Percutâneo da Comunicação Interventricular. ABC Imagem Cardiovascular 2025;38(3):e20250065.

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Silva, João Batista Masson; Silva Junior, Cloves Geraldino da. Papel do Ecocardiograma Transtorácico no Fechamento Percutâneo da Comunicação Interventricular. ABC Imagem Cardiovascular, v. 38, n. 3, e20250065, dez. 2025.

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Silva, J. B. M., & Silva Junior, C. G. (2025). Papel do Ecocardiograma Transtorácico no Fechamento Percutâneo da Comunicação Interventricular. ABC Imagem Cardiovascular, 38(3), e20250065.

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Silva, João Batista Masson and Silva Junior, Cloves Geraldino da. Papel do Ecocardiograma Transtorácico no Fechamento Percutâneo da Comunicação Interventricular. ABC Imagem Cardiovascular [online]. 2025, vol. 38, n. 3, [citado 2026-10-14], e20250065. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/papel-do-ecocardiograma-transtoracico-no-fechamento-percutaneo-da-comunicacao-interventricular/>. ISSN 2318-8219

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Marinho-da-Silva AJ. Artérias Coronárias Após a Operação de Jatene para Transposição das Grandes Artérias: O Papel da Angiografia Coronária por Tomografia Computadorizada no Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(6):1117-8.

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Marinho-da-Silva, Antonio Joaquim. Artérias Coronárias Após a Operação de Jatene para Transposição das Grandes Artérias: O Papel da Angiografia Coronária por Tomografia Computadorizada no Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 6, p. 1117-1118, jun. 2021.

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Marinho-da-Silva, A. J. (2021). Artérias Coronárias Após a Operação de Jatene para Transposição das Grandes Artérias: O Papel da Angiografia Coronária por Tomografia Computadorizada no Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(6), 1117-1118.

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Marinho-da-Silva, Antonio Joaquim. Artérias Coronárias Após a Operação de Jatene para Transposição das Grandes Artérias: O Papel da Angiografia Coronária por Tomografia Computadorizada no Seguimento. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1117-1118. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/arterias-coronarias-apos-a-operacao-de-jatene-para-transposicao-das-grandes-arterias-o-papel-da-angiografia-coronaria-por-tomografia-computadorizada-no-seguimento/>. ISSN 0066-782X

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Atik E. Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural, em Mulher com 36 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):836-9.

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Atik, Edmar. Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural, em Mulher com 36 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 836-839, abr. 2021.

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Atik, E. (2021). Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural, em Mulher com 36 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 836-839.

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Atik, Edmar. Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural, em Mulher com 36 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 836-839. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/dupla-via-de-saida-de-ventriculo-direito-com-comunicacao-interventricular-nao-relacionada-e-estenose-pulmonar-em-evolucao-natural-em-mulher-com-36-anos/>. ISSN 0066-782X

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Atik E, Arrieta R, Atik FA. Caso 4/2020 – Tempo Prolongado (38 Dias) de Extravasamento Pleural Bilateral após Operação Cavopulmonar, Aliviado por Embolização de Vasos Colaterais Sistêmico-Pulmonares, em Cardiopatia Complexa de Criança com 40 Meses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1 suppl 1):31-3.

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Atik, Edmar; Arrieta, Raul; Atik, Fernando Antibas. Caso 4/2020 – Tempo Prolongado (38 Dias) de Extravasamento Pleural Bilateral após Operação Cavopulmonar, Aliviado por Embolização de Vasos Colaterais Sistêmico-Pulmonares, em Cardiopatia Complexa de Criança com 40 Meses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1 suppl 1, p. 31-33, set. 2020.

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Atik, E., Arrieta, R., & Atik, F. A. (2020). Caso 4/2020 – Tempo Prolongado (38 Dias) de Extravasamento Pleural Bilateral após Operação Cavopulmonar, Aliviado por Embolização de Vasos Colaterais Sistêmico-Pulmonares, em Cardiopatia Complexa de Criança com 40 Meses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1 suppl 1), 31-33.

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Atik, Edmar and Arrieta, Raul and Atik, Fernando Antibas. Caso 4/2020 – Tempo Prolongado (38 Dias) de Extravasamento Pleural Bilateral após Operação Cavopulmonar, Aliviado por Embolização de Vasos Colaterais Sistêmico-Pulmonares, em Cardiopatia Complexa de Criança com 40 Meses. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 31-33. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-4-2020-tempo-prolongado-38-dias-de-extravasamento-pleural-bilateral-apos-operacao-cavopulmonar-aliviado-por-embolizacao-de-vasos-colaterais-sistemico-pulmonares-em-cardiopatia-compl/>. ISSN 0066-782X

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Atik E, Binotto MA, Barreto AC. Caso 3/2020 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Origem Anômala da Artéria Pulmonar Direita da Aorta Ascendente, em Evolução após Shunt Central Prévio à Esquerda, em Adulto Sintomático com 40 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4 suppl 1):43-6.

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Atik, Edmar; Binotto, Maria Angélica; Barreto, Alessandra Costa. Caso 3/2020 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Origem Anômala da Artéria Pulmonar Direita da Aorta Ascendente, em Evolução após Shunt Central Prévio à Esquerda, em Adulto Sintomático com 40 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4 suppl 1, p. 43-46, maio. 2020.

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Atik, E., Binotto, M. A., & Barreto, A. C. (2020). Caso 3/2020 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Origem Anômala da Artéria Pulmonar Direita da Aorta Ascendente, em Evolução após Shunt Central Prévio à Esquerda, em Adulto Sintomático com 40 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4 suppl 1), 43-46.

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Atik, Edmar and Binotto, Maria Angélica and Barreto, Alessandra Costa. Caso 3/2020 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Origem Anômala da Artéria Pulmonar Direita da Aorta Ascendente, em Evolução após Shunt Central Prévio à Esquerda, em Adulto Sintomático com 40 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4 suppl 1, [citado 2026-10-14], pp. 43-46. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-3-2020-atresia-pulmonar-comunicacao-interventricular-e-origem-anomala-da-arteria-pulmonar-direita-da-aorta-ascendente-em-evolucao-apos-shunt-central-previo-a-esquerda-em-adulto-sinto/>. ISSN 0066-782X

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Atik E, Binotto MA, Barreto AC, Ishikawa W. Caso 4/2019 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Circulação Colateral Sistêmico-Pulmonar, em Evolução após Blalock-Taussig Prévio, em Adulto Sintomático com 47 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):103-5.

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Atik, Edmar; Binotto, Maria Angélica; Barreto, Alessandra Costa; Ishikawa, Walther. Caso 4/2019 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Circulação Colateral Sistêmico-Pulmonar, em Evolução após Blalock-Taussig Prévio, em Adulto Sintomático com 47 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 103-105, ago. 2019.

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Atik, E., Binotto, M. A., Barreto, A. C., & Ishikawa, W. (2019). Caso 4/2019 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Circulação Colateral Sistêmico-Pulmonar, em Evolução após Blalock-Taussig Prévio, em Adulto Sintomático com 47 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 103-105.

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Atik, Edmar and Binotto, Maria Angélica and Barreto, Alessandra Costa and Ishikawa, Walther. Caso 4/2019 – Atresia Pulmonar, Comunicação Interventricular e Circulação Colateral Sistêmico-Pulmonar, em Evolução após Blalock-Taussig Prévio, em Adulto Sintomático com 47 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 103-105. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-4-2019-atresia-pulmonar-comunicacao-interventricular-e-circulacao-colateral-sistemico-pulmonar-em-evolucao-apos-blalock-taussig-previo-em-adulto-sintomatico-com-47-anos/>. ISSN 0066-782X

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Atik E, Barreto AC, Binotto MA. Caso 1 / 2019 – Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural em Mulher Assintomática de 28 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(1):107-9.

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Atik, Edmar; Barreto, Alessandra Costa; Binotto, Maria Angélica. Caso 1 / 2019 – Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural em Mulher Assintomática de 28 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 107-109, dez. 2018.

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Atik, E., Barreto, A. C., & Binotto, M. A. (2019). Caso 1 / 2019 – Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural em Mulher Assintomática de 28 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 107-109.

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Atik, Edmar and Barreto, Alessandra Costa and Binotto, Maria Angélica. Caso 1 / 2019 – Dupla Via de Saída de Ventrículo Direito com Comunicação Interventricular não Relacionada e Estenose Pulmonar, em Evolução Natural em Mulher Assintomática de 28 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 107-109. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-1-2019-dupla-via-de-saida-de-ventriculo-direito-com-comunicacao-interventricular-nao-relacionada-e-estenose-pulmonar-em-evolucao-natural-em-mulher-assintomatica-de-28-anos/>. ISSN 0066-782X

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Atik E. Caso 6/2016 – Homem de 29 Anos com Fechamento Espontâneo de Comunicação Interventricular na Idade Adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(4):375-7.

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Atik, Edmar. Caso 6/2016 – Homem de 29 Anos com Fechamento Espontâneo de Comunicação Interventricular na Idade Adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 4, p. 375-377, set. 2016.

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Atik, E. (2016). Caso 6/2016 – Homem de 29 Anos com Fechamento Espontâneo de Comunicação Interventricular na Idade Adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(4), 375-377.

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Atik, Edmar. Caso 6/2016 – Homem de 29 Anos com Fechamento Espontâneo de Comunicação Interventricular na Idade Adulta. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 375-377. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-6-2016-homem-de-29-anos-com-fechamento-espontaneo-de-comunicacao-interventricular-na-idade-adulta/>. ISSN 0066-782X

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ışılak Z, Uzun M, Kardeşoğlu E, Uz , Küçük U. Malformação Congênita Muscular do Septo Interventricular com Características Anatômicas Complexas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(4):349.

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ışılak, Zafer; Uzun, Mehmet; Kardeşoğlu, Ejder; Uz, Ömer; Küçük, Uğur. Malformação Congênita Muscular do Septo Interventricular com Características Anatômicas Complexas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 4, p. 349-349, mar. 2016.

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ışılak, Z., Uzun, M., Kardeşoğlu, E., Uz, , & Küçük, U. (2016). Malformação Congênita Muscular do Septo Interventricular com Características Anatômicas Complexas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(4), 349-349.

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ışılak, Zafer and Uzun, Mehmet and Kardeşoğlu, Ejder and Uz, Ömer and Küçük, Uğur. Malformação Congênita Muscular do Septo Interventricular com Características Anatômicas Complexas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 349-349. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/malformacao-congenita-muscular-do-septo-interventricular-com-caracteristicas-anatomicas-complexas/>. ISSN 0066-782X

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Atik E. Caso 2/2015 – Mulher de 33 anos com Dupla Câmara Ventricular Direita e Comunicação Interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(2):e12-4.

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Atik, Edmar. Caso 2/2015 – Mulher de 33 anos com Dupla Câmara Ventricular Direita e Comunicação Interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 2, p. e12-e14, jan. 2015.

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Atik, E. (2015). Caso 2/2015 – Mulher de 33 anos com Dupla Câmara Ventricular Direita e Comunicação Interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(2), e12-e14.

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Atik, Edmar. Caso 2/2015 – Mulher de 33 anos com Dupla Câmara Ventricular Direita e Comunicação Interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. e12-e14. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-2-2015-mulher-de-33-anos-com-dupla-camara-ventricular-direita-e-comunicacao-interventricular/>. ISSN 0066-782X

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Campos CMR, Zanardo EA, Dutra RL, Kulikowski LD, Kim CA. Investigação da Variação no Número de Cópias Gênicas em Crianças com Defeito Cardíaco Conotruncal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;104(1):24-31.

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Campos, Carla Marques Rondon; Zanardo, Evelin Aline; Dutra, Roberta Lelis; Kulikowski, Leslie Domenici; Kim, Chong Ae. Investigação da Variação no Número de Cópias Gênicas em Crianças com Defeito Cardíaco Conotruncal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 1, p. 24-31, nov. 2014.

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Campos, C. M. R., Zanardo, E. A., Dutra, R. L., Kulikowski, L. D., & Kim, C. A. (2014). Investigação da Variação no Número de Cópias Gênicas em Crianças com Defeito Cardíaco Conotruncal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(1), 24-31.

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Campos, Carla Marques Rondon and Zanardo, Evelin Aline and Dutra, Roberta Lelis and Kulikowski, Leslie Domenici and Kim, Chong Ae. Investigação da Variação no Número de Cópias Gênicas em Crianças com Defeito Cardíaco Conotruncal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 104, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 24-31. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/investigacao-da-variacao-no-numero-de-copias-genicas-em-criancas-com-defeito-cardiaco-conotruncal/>. ISSN 0066-782X

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Atik E. Caso 3/2014 – Homem de 26 Anos com Atresia Pulmonar e Comunicação Interventricular em Evolução Tardia Pós-operatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(4):e34.

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Atik, Edmar. Caso 3/2014 – Homem de 26 Anos com Atresia Pulmonar e Comunicação Interventricular em Evolução Tardia Pós-operatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 4, e34, mar. 2014.

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Atik, E. (2014). Caso 3/2014 – Homem de 26 Anos com Atresia Pulmonar e Comunicação Interventricular em Evolução Tardia Pós-operatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), e34.

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Atik, Edmar. Caso 3/2014 – Homem de 26 Anos com Atresia Pulmonar e Comunicação Interventricular em Evolução Tardia Pós-operatória. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 4, [citado 2026-10-14], e34. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-3-2014-homem-de-26-anos-com-atresia-pulmonar-e-comunicacao-interventricular-em-evolucao-tardia-pos-operatoria/>. ISSN 0066-782X

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Ribeiro HB, Baracioli LM, Kajita LJ, Pinheiro MB, Ribeiro EE, Nicolau JC. Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(1):e112-3.

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Ribeiro, Henrique Barbosa; Baracioli, Luciano Moreira; Kajita, Luiz Junya; Pinheiro, Martina Battistini; Ribeiro, Expedito E.; Nicolau, José Carlos. Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 1, p. e112-e113, set. 2012.

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Ribeiro, H. B., Baracioli, L. M., Kajita, L. J., Pinheiro, M. B., Ribeiro, E. E., & Nicolau, J. C. (2012). Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(1), e112-e113.

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Ribeiro, Henrique Barbosa and Baracioli, Luciano Moreira and Kajita, Luiz Junya and Pinheiro, Martina Battistini and Ribeiro, Expedito E. and Nicolau, José Carlos. Oclusão de comunicação interventricular pós-infarto com prótese percutânea CERA. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. e112-e113. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/oclusao-de-comunicacao-interventricular-pos-infarto-com-protese-percutanea-cera/>. ISSN 0066-782X

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Lopes LM, Silva JP, Fonseca L, Meiken S, Salvador ABC, Fernandes GSS. Truncus arteriosus operado aos 28 anos: importância do diagnóstico diferencial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(2):e29-32.

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Lopes, Lilian Maria; Silva, Jose Pedro da; Fonseca, Luciana da; Meiken, Sonia; Salvador, André Bavaresco Cristóvão; Fernandes, Gustavo Spadaccia dos Santos. Truncus arteriosus operado aos 28 anos: importância do diagnóstico diferencial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 2, p. e29-e32, out. 2011.

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Lopes, L. M., Silva, J. P. , Fonseca, L. , Meiken, S., Salvador, A. B. C., & Fernandes, G. S. S. (2011). Truncus arteriosus operado aos 28 anos: importância do diagnóstico diferencial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(2), e29-e32.

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Lopes, Lilian Maria and Silva, Jose Pedro da and Fonseca, Luciana da and Meiken, Sonia and Salvador, André Bavaresco Cristóvão and Fernandes, Gustavo Spadaccia dos Santos. Truncus arteriosus operado aos 28 anos: importância do diagnóstico diferencial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. e29-e32. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/truncus-arteriosus-operado-aos-28-anos-importancia-do-diagnostico-diferencial/>. ISSN 0066-782X

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Amaral F, Manso PH, Granzotti JA, Vicente WVA, Schmidt A. Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):707-13.

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Amaral, Fernando; Manso, Paulo Henrique; Granzotti, João Antonio; Vicente, Walter Villela de Andrade; Schmidt, Andre. Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 707-713, maio. 2010.

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Amaral, F., Manso, P. H., Granzotti, J. A., Vicente, W. V. A., & Schmidt, A. (2010). Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 707-713.

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Amaral, Fernando and Manso, Paulo Henrique and Granzotti, João Antonio and Vicente, Walter Villela de Andrade and Schmidt, Andre. Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 707-713. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiopatia-congenita-no-adulto-perfil-clinico-ambulatorial-no-hospital-das-clinicas-de-ribeirao-preto/>. ISSN 0066-782X

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Atik E. Comunicação interventricular pequena: conduta clínica expectante em longo prazo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(6):429-32.

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Atik, Edmar. Comunicação interventricular pequena: conduta clínica expectante em longo prazo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 6, p. 429-432, jul. 2009.

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Atik, Edmar. Comunicação interventricular pequena: conduta clínica expectante em longo prazo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 429-432. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comunicacao-interventricular-pequena-conduta-clinica-expectante-em-longo-prazo/>. ISSN 0066-782X

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Croti UA, Braile DM, Godoy MF, Ramirez V, Beani L, Moscadini AC. Anuloplastia de homoenxerto pulmonar criopreservado com anel de Delrin na atresia pulmonar com comunicação interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(5):e118-20.

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Croti, Ulisses Alexandre; Braile, Domingo Marcolino; Godoy, Moacir Fernandes de; Ramirez, Vladimir; Beani, Lilian; Moscadini, Aírton Camacho. Anuloplastia de homoenxerto pulmonar criopreservado com anel de Delrin na atresia pulmonar com comunicação interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 5, p. e118-e120, jun. 2007.

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Croti, U. A., Braile, D. M., Godoy, M. F. , Ramirez, V., Beani, L., & Moscadini, A. C. (2007). Anuloplastia de homoenxerto pulmonar criopreservado com anel de Delrin na atresia pulmonar com comunicação interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(5), e118-e120.

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Croti, Ulisses Alexandre and Braile, Domingo Marcolino and Godoy, Moacir Fernandes de and Ramirez, Vladimir and Beani, Lilian and Moscadini, Aírton Camacho. Anuloplastia de homoenxerto pulmonar criopreservado com anel de Delrin na atresia pulmonar com comunicação interventricular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e118-e120. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anuloplastia-de-homoenxerto-pulmonar-criopreservado-com-anel-de-delrin-na-atresia-pulmonar-com-comunicacao-interventricular/>. ISSN 0066-782X

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Mello RP, Santana MV, Silva MAP, Esteves C, Pedra C, Thom A, Chaccur P, et al. Ruptura do septo interventricular após trauma torácico fechado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(6):e243-6.

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Mello, Ronaldo Peixoto de; Santana, Maria Virginia; Silva, Maria Aparecida de Paula; Esteves, César; Pedra, Carlos; Thom, Anneliese; Chaccur, Paulo; Miaira, Marly Akiko; Andrade, Pedro Beraldo; Rodrigues, Alejandra Borges. Ruptura do septo interventricular após trauma torácico fechado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 6, p. e243-e246, jan. 2007.

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Mello, R. P. , Santana, M. V., Silva, M. A. P., Esteves, C., Pedra, C., Thom, A., Chaccur, P., Miaira, M. A., Andrade, P. B., & Rodrigues, A. B. (2007). Ruptura do septo interventricular após trauma torácico fechado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(6), e243-e246.

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Mello, Ronaldo Peixoto de and Santana, Maria Virginia and Silva, Maria Aparecida de Paula and Esteves, César and Pedra, Carlos and Thom, Anneliese and Chaccur, Paulo and Miaira, Marly Akiko and Andrade, Pedro Beraldo and Rodrigues, Alejandra Borges. Ruptura do septo interventricular após trauma torácico fechado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. e243-e246. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ruptura-do-septo-interventricular-apos-trauma-toracico-fechado/>. ISSN 0066-782X

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Queiróz FJAC, Rossi Filho RI, Ramos S, Esteves C, Queiróz DSC, Machado PR, Tress JC, et al. Oclusão percutânea das comunicações interventriculares: experiência inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;85(3):174-9.

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Queiróz, Francisco José Araújo Chamié de; Rossi Filho, Raul Ivo; Ramos, Sérgio; Esteves, César; Queiróz, Daniel Silva Chamié de; Machado, Paulo Renato; Tress, João Carlos; Horowitz, Stella Suzana; Paupério, Helder; Victer, Rosaura. Oclusão percutânea das comunicações interventriculares: experiência inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 85, n. 3, p. 174-179, out. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Queiróz, F. J. A. C. , Rossi Filho, R. I., Ramos, S., Esteves, C., Queiróz, D. S. C. , Machado, P. R., Tress, J. C., Horowitz, S. S., Paupério, H., & Victer, R. (2005). Oclusão percutânea das comunicações interventriculares: experiência inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 85(3), 174-179.

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Queiróz, Francisco José Araújo Chamié de and Rossi Filho, Raul Ivo and Ramos, Sérgio and Esteves, César and Queiróz, Daniel Silva Chamié de and Machado, Paulo Renato and Tress, João Carlos and Horowitz, Stella Suzana and Paupério, Helder and Victer, Rosaura. Oclusão percutânea das comunicações interventriculares: experiência inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 85, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 174-179. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/oclusao-percutanea-das-comunicacoes-interventriculares-experiencia-inicial/>. ISSN 0066-782X

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Horta MGC, Faria CAF, Rezende DF, Masci TL, Rabelo CCC, Katina T, Oliveira M, et al. Estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa: acompanhamento clínico de 36 pacientes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(2):103-7.

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Horta, Maria da Gloria Cruvinel; Faria, Carlos Alberto Franco; Rezende, Dilermando Fazito; Masci, Tereza Lucia; Rabelo, Cathia Costa C.; Katina, Tamara; Oliveira, Marly de; Oliveira, Luciana Paulino. Estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa: acompanhamento clínico de 36 pacientes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 2, p. 103-107, mar. 2005.

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Horta, M. G. C., Faria, C. A. F., Rezende, D. F., Masci, T. L., Rabelo, C. C. C., Katina, T., Oliveira, M. , & Oliveira, L. P. (2005). Estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa: acompanhamento clínico de 36 pacientes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(2), 103-107.

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Horta, Maria da Gloria Cruvinel and Faria, Carlos Alberto Franco and Rezende, Dilermando Fazito and Masci, Tereza Lucia and Rabelo, Cathia Costa C. and Katina, Tamara and Oliveira, Marly de and Oliveira, Luciana Paulino. Estenose subaórtica associada a comunicação interventricular perimembranosa: acompanhamento clínico de 36 pacientes. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 103-107. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estenose-subaortica-associada-a-comunicacao-interventricular-perimembranosa-acompanhamento-clinico-de-36-pacientes/>. ISSN 0066-782X

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Croti UA, Marcial MLB, Tanamati C, Jatene MB, Braile DM, Oliveira SA. Avaliação do suprimento sangüíneo vascular pulmonar nos portadores de atresia pulmonar com comunicação interventricular e artérias colaterais sistêmico-pulmonares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(1):3-9.

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Croti, Ulisses Alexandre; Marcial, Miguel Lorenzo Barbero; Tanamati, Carla; Jatene, Marcelo Biscegli; Braile, Domingo Marcolino; Oliveira, Sergio Almeida de. Avaliação do suprimento sangüíneo vascular pulmonar nos portadores de atresia pulmonar com comunicação interventricular e artérias colaterais sistêmico-pulmonares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 1, p. 3-9, fev. 2005.

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Croti, U. A., Marcial, M. L. B., Tanamati, C., Jatene, M. B., Braile, D. M., & Oliveira, S. A. (2005). Avaliação do suprimento sangüíneo vascular pulmonar nos portadores de atresia pulmonar com comunicação interventricular e artérias colaterais sistêmico-pulmonares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(1), 3-9.

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Croti, Ulisses Alexandre and Marcial, Miguel Lorenzo Barbero and Tanamati, Carla and Jatene, Marcelo Biscegli and Braile, Domingo Marcolino and Oliveira, Sergio Almeida de. Avaliação do suprimento sangüíneo vascular pulmonar nos portadores de atresia pulmonar com comunicação interventricular e artérias colaterais sistêmico-pulmonares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 3-9. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-do-suprimento-sanguineo-vascular-pulmonar-nos-portadores-de-atresia-pulmonar-com-comunicacao-interventricular-e-arterias-colaterais-sistemico-pulmonares/>. ISSN 0066-782X

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