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  2. Palavra-chave: pacientes ambulatoriais
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca

Juglans Souto Alvarez et al. Livia Adams Goldraich Alice Hoefel Nunes Mônica Cristina Brugalli Zandavalli … Rafaela Brugalli Zandavalli Karlyse Claudino Belli Neusa Sica da Rocha Marcelo Pio de Almeida Fleck Nadine Clausell

Resumo

Fundamento:

A espiritualidade pode influenciar a maneira com que os pacientes lidam com sua doença.

Objetivos:

Avaliamos a possibilidade de a espiritualidade influenciar a adesão ao tratamento de pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca.

Métodos:

Estudo transversal com pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca, cuja adesão ao tratamento multidisciplinar foi avaliada. Os pacientes foram avaliados sobre qualidade de vida, depressão, religiosidade e espiritualidade, utilizando questionários validados. Foram obtidas correlações entre adesão e variáveis psicossociais de interesse. Modelos de regressão logística exploraram preditores independentes de adesão.

Resultados:

Cento e trinta pacientes (idade 60 ± 13 anos; 67% masculinos) foram entrevistados. Observou-se adequado escore de adesão em 38,5% dos pacientes. Nem a depressão ou a religiosidade foram correlacionados à adesão, quando avaliados separadamente. É interessante notar que quando a espiritualidade foi avaliada por ambos, o somatório total de score (r = 0,26; p = 0,003) e os domínios específicos, ela estava positivamente correlacionada à adesão. Por fim, a combinação de espiritualidade, religiosidade e crenças pessoais mostrou-se um preditor independente de adesão quando ajustado às características demográficas, clínicas e a instrumentos psicossociais.

Conclusão:

Espiritualidade, religiosidade e crenças pessoais foram as únicas variáveis consistentemente associadas à adesão em relação à medicação em uma coorte de pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca. Nossos dados sugerem que abordar adequadamente esses aspectos no cuidado com o paciente pode auxiliar a melhorar o padrão de adesão no complexo tratamento da insuficiência cardíaca.

  • Adesão Medicação / psicologia
  • Espiritualidade
  • Inquéritos e Questionários
  • Insuficiência Cardíaca
  • pacientes ambulatoriais
  • Religião
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17/05/2016 DOI: 10.5935/abc.20160076 Visualizações 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Ergoespirometria e Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Estágio Inicial e em Saudáveis

Eduardo Lima Garcia et al. Márcio Garcia Menezes Charles de Moraes Stefani Luiz Cláudio Danzmann Marco Antonio Rodrigues Torres

Resumo

Fundamento:

Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada é uma síndrome caracterizada por alterações da função diastólica mais prevalente em idosos, mulheres e portadores de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabete melito. No início, entretanto, não revela sinais de congestão, identificando-se por remodelamento adverso, diminuição da capacidade de exercício e disfunção diastólica nos exames.

Objetivo:

Comparar variáveis ecocardiográficas e de doppler (Eco) e do teste cardiopulmonar de exercício (TCPE) – ergoespirométricas – entre duas amostras populacionais: indivíduos portadores dessa síndrome em estágio inicial e outra de saudáveis.

Métodos:

Vinte e oito pacientes ambulatoriais com diagnóstico de insuficiência cardíaca por critérios de Framingham, fração de ejeção > 50% e disfunção diastólica segundo a european society of cardiology (ESC), e 24 indivíduos saudáveis realizaram estudos de Eco e TCPE.

Resultados:

O grupo de pacientes apresentou volume atrial e massa ventricular esquerda indexadas, bem como as razões E/E’ e VAEi/A´ significativamente maiores, além de significativa redução do consumo máximo de oxigênio e incremento da inclinação da variável VE/VCO2, mesmo com semelhantes dimensões do ventrículo esquerdo, quando comparados à amostra dos saudáveis.

Conclusão:

Há diferenças significativas entre variáveis estruturais e funcionais analisadas nos estudos ao Eco e ao TCPE, comparando-se duas amostras populacionais: pacientes com estágio inicial de insuficiência cardíaca com fração de ejeção maior ou igual a 50% e outra de indivíduos saudáveis.

  • ecocardiografia
  • Espirometria
  • Insuficiência Cardíaca
  • pacientes ambulatoriais
  • Volume sistólico
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31/07/2015 DOI: 10.5935/abc.20150085 Visualizações 1
Relação entre a Escala de Adesão Terapêutica de oito itens de Morisky (MMAS-8) e o controle da pressão arterial
ABC
Artigo Original

Relação entre a Escala de Adesão Terapêutica de oito itens de Morisky (MMAS-8) e o controle da pressão arterial

Alfredo Dias Oliveira-Filho et al. José Augusto Barreto-Filho Sabrina Joany Felizardo Neves Divaldo Pereira de Lyra Junior

FUNDAMENTO: A não adesão terapêutica é um importante e frequentemente não reconhecido fator de risco que contribui para o reduzido controle da Pressão Arterial (PA). OBJETIVO: Determinar a relação entre a adesão terapêutica mensurada a partir de uma versão validada em português da MMAS-8 e o controle da PA em pacientes ambulatoriais hipertensos. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal com pacientes hipertensos maiores de 18 anos atendidos em seis unidades da Estratégia de Saúde da Família, em Maceió (AL), por meio de entrevistas e mensuração da pressão arterial em domicílio, entre janeiro e abril de 2011. A adesão foi determinada por meio de versão da MMAS-8 traduzida para realização deste estudo. Foram considerados aderentes aqueles pacientes com pontuação igual a 8 na MMAS-8. RESULTADOS: A prevalência da adesão terapêutica entre os 223 pacientes investigados foi de 19,7%, enquanto 34% apresentaram PA controlada (> 140/90 mmHg). O valor médio de adesão segundo a MMAS-8 foi 5,8 (±1,8). Os pacientes aderentes se revelaram mais propensos (OR = 6,1; IC [95%] = 3,0 a 12,0) a ter a pressão arterial sob controle do que aqueles que atingiram valores médios (6 a <8) ou baixos (<6) no score de adesão. A versão em português da MMAS-8 apresentou associação significativa com o controle da PA (p = 0,000). CONCLUSÃO: O diagnóstico do comportamento não aderente por meio da aplicação da MMAS-8 em pacientes sob uso de medicamentos anti-hipertensivos foi fator preditivo de valores elevados de PA sistólica e diastólica.

  • Adesão à Medicação
  • pacientes ambulatoriais
  • Pressão Arterial
  • sistema de saúde
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07/06/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000053 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Qualidade de Vida de pacientes hipertensos e comparação entre dois instrumentos de medida de QVRS

Michelle Adler Normando Carvalho et al. Isabela Bispo Santos Silva Sarah Brito Pinheiro Ramos Laura Fernandes Coelho … Isabela Dias Gonçalves José Albuquerque de Figueiredo Neto

FUNDAMENTO: Medir Qualidade de Vida (QV) relacionada à saúde auxilia na avaliação da eficiência de um tratamento e identifica problemas de maior impacto na QV do paciente. No entanto, essas medidas são mais seguras se avaliadas por instrumentos genéricos e específicos conjuntamente, fazendo-se necessário verificar se há compatibilidade entre esses e evitar repetições e contradições entre os domínios. OBJETIVO: Descrever o perfil de qualidade de vida de pacientes hipertensos e avaliar a compatibilidade de um instrumento específico (MINICHAL) e outro genérico (SF-36). MÉTODOS: Cem pacientes hipertensos adultos em tratamento ambulatorial entrevistados. A média da QVRS medida pelo MINICHAL foi de 6,64 (DP 6,04) no estado mental e média de 5,03 (DP 4,11) no estado manifestações somáticas. As médias para o instrumento SF-36 foram por ordem de classificação: limitação por aspectos físicos 47,3 (DP 42,9), vitalidade 57,4 (DP 19,7), limitação por aspectos emocionais 58 (DP 44,7), capacidade funcional 58,7 (DP 27,8), dor 60,4 (DP 26,3), estado geral de saúde 60,7 (DP 22,7), saúde mental 66,8 (DP 22,1) e aspectos sociais 78 (DP 26,1). RESULTADOS: O MINICHAL apresentou correlação significativa (p < 0,001) com o SF-36 em todos os domínios. CONCLUSÃO: O MINICHAL provou ser um instrumento útil na avaliação da QVRS em pacientes hipertensos. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Hipertensão
  • pacientes ambulatoriais
  • Qualidade de Vida
  • Questionários
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05/04/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000032
Tratamento ambulatorial da endocardite bacteriana estreptocócica
ABC
Relato de Caso

Tratamento ambulatorial da endocardite bacteriana estreptocócica

Sirio Hassem Sobrinho et al. Carlos Henrique de Marchi Ulisses Alexandre Croti Cristiane Girotto de Souza … Érico Vinícius Campos Moreira da Silva Moacir Fernandes de Godoy

A endocardite bacteriana é uma grave doença infecciosa cujo tratamento é tradicionalmente feito com o paciente internado. recebendo medicação intravenosa. A possibilidade de tratamento domiciliar ou ambulatorial. em casos estritamente selecionados. é atraente tanto do ponto de vista social quanto do econômico. Apresentamos o relato de 6 pacientes com diagnóstico de endocardite bacteriana por Streptococcus. tratados parcial ou integralmente em regime ambulatorial. Todos evoluíram sem complicações e com resolução completa do quadro infeccioso.

  • Endocardite bacteriana
  • pacientes ambulatoriais
  • Streptococcus
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000400025
Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto
ABC
Artigo Original

Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

Fernando Amaral et al. Paulo Henrique Manso João Antonio Granzotti Walter Villela de Andrade Vicente Andre Schmidt

FUNDAMENTO: Experiências de serviços em adultos com cardiopatias congênitas não têm sido relatadas no nosso meio. OBJETIVO: Descrever o perfil clínico básico de adultos com cardiopatias congênitas atendidos ambulatorialmente em centro terciário. MÉTODOS: Anotaram-se dados referentes a idade, sexo, procedência, diagnóstico principal e diagnósticos secundários de 413 pacientes atendidos durante sete anos. RESULTADOS: G1 (não tratados): 195 pacientes, 51% mulheres, 57% entre 14 e 30 anos, 80% residentes na região. As cardiopatias mais frequentes foram comunicação interventricular (CIV) (31%), comunicação interatrial (CIA) (29%) e estenose pulmonar (7%). Os diagnósticos secundários predominantes foram hipertensão arterial (9%) e arritmias (5%). G2 (tratados): 218 pacientes, 56% mulheres, 57% entre 14 e 30 anos, 81% residentes na região. As cardiopatias mais frequentemente tratadas foram CIA (36%), tetralogia de Fallot (14%), coarctação da aorta (12%) e CIV (11%). Sessenta e nove (32%) pacientes foram operados na idade adulta. Dezesseis (7%) foram submetidos a um cateterismo intervencionista. Os diagnósticos secundários predominantes foram hipertensão arterial (18%) e arritmias (8%). CONCLUSÃO: Na casuística, predominaram pacientes tratados invasivamente, residentes na região e a maioria com idade abaixo de 40 anos. Defeitos como CIA, CIV e estenose pulmonar predominaram no grupo não tratado, ao passo que, nos tratados, a maioria tinha sido submetida à correção de CIA, tetralogia de Fallot, coarctação da aorta e CIV. Hipertensão arterial e arritmias foram relevantes em ambos os grupos, sendo também registrada grande diversidade de outras comorbidades.

  • Brasil
  • Cardiopatias Congênitas
  • Comunicação Interatrial
  • Comunicação Interventricular
  • pacientes ambulatoriais
  • Perfil de Saúde
  • Ribeirão Preto (SP)
  • Tetralogia de Fallot
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21/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000053 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Prevalência de síndrome metabólica em pacientes de um ambulatório do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul (RS)

Márcia Bopp et al. Sandra Barbiero

FUNDAMENTO: A síndrome metabólica (SM) é considerada um fator muito importante no desenvolvimento de doenças cardiovasculares (DCV). OBJETIVO: Avaliar a prevalência de síndrome metabólica (SM) nos pacientes atendidos no ambulatório para a prevenção secundária de doença arterial coronariana do IC-FUC, bem como verificar o excesso de peso por meio do índice de massa corporal (IMC) e a prevalência de obesidade abdominal na doença cardiovascular (DCV). MÉTODOS: A amostra final foi composta por 151 indivíduos (de 26 a 84 anos), cujos dados foram retirados da primeira consulta que apresentou exames sanguíneos de jejum, medidas da pressão arterial (PA), circunferência abdominal (CA) em centímetros, peso e estatura, associando sexo e idade. Para A avaliação de SM, foi utilizado o conceito do NCEP-ATP III. RESULTADOS: O sexo masculino representou 64,9% da amostra. Foram encontrados índices de sobrepeso de 50% e obesidade de 21,3%, estando a CA aumentada presente em 30,8% dos indivíduos, 20 homens e 25 mulheres. Atendendo aos critérios do NCEP-ATP III para o diagnóstico de SM, a prevalência dessa síndrome foi de 61,5%, incluindo 54 homens e 39 mulheres. CONCLUSÃO: Verifica-se que a prevalência de SM em pacientes portadores de DCV no ambulatório para a prevenção secundária de DAC do IC-FUC é elevada, tendo também como característica a alta prevalência de sobrepeso, obesidade e CA aumentada.

  • Brasil
  • Instituto de Cardiologia (RS)
  • pacientes ambulatoriais
  • Prevalência
  • Síndrome Metabólica
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11/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100006
ABC
Artigo Original

Qualidade de vida de pacientes hipertensos em tratamento ambulatorial

Margaret Assad Cavalcante et al. Maria Teresa Nogueira Bombig Braulio Luna Filho Antonio Carlos de Camargo Carvalho … Angelo A. V. de Paola Rui Póvoa

FUNDAMENTO: As doenças cardiovasculares são principal causa de mortalidade na população brasileira, sendo a hipertensão arterial (HA) de maior prevalência. A terapêutica para o tratamento da HA é cada vez maior e sabe-se que melhora a sobrevida dos pacientes, porém questiona-se a melhora na qualidade de vida (QV) do paciente hipertenso após tratamento. OBJETIVO: Comparar aspectos relacionados à QV de pacientes hipertensos em tratamento. MÉTODOS: Foram estudados 100 pacientes hipertensos; 46 aderidos a um esquema de tratamento padrão (grupo A) e 54 (grupo B controle) que iniciariam este esquema. Colheu-se dados clínicos e sócio-demográficos, realizou-se questões com enfoque na sexualidade, auto-percepção da QV, número e tipo de medicamentos utilizados e sua interferência na vida sexual e aplicou-se o questionário SF-36. Submeteram-se os resultados à análise estatística comparativa utilizando-se testes: t de Student, qui-quadrado, coeficiente de correlação de Pearson e Tukey. RESULTADOS: Não houve diferença estatística entre os grupos para nenhum domínio do SF-36. Houve associação entre a questão da auto-percepção da QV e os domínios do SF-36, exceto nos aspectos emocionais. Na questão com enfoque na sexualidade, encontrou-se diferença quanto à QV sexual entre os grupos, sendo menos satisfatória para o grupo A. CONCLUSÃO: Quando aplicado o SF-36, não detectou-se modificações na QV entre os grupos por tratar-se de doença crônica assintomática. Este questionário não avaliou adequadamente os aspectos emocionais dos hipertensos na nossa casuística com grande variabilidade comportamental. A QV sexual foi menos satisfatória no grupo A, entretanto não encontrou-se relacionada ao número e tipo da medicação anti-hipertensiva utilizada.

  • Hipertensão
  • pacientes ambulatoriais
  • Qualidade de Vida
  • Questionários
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18/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001600006 Visualizações 1
Prevalência e preditores da resposta cardioinibitória à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais
ABC
Artigo Original

Prevalência e preditores da resposta cardioinibitória à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais

Gustavo de Castro Lacerda et al. Roberto Coury Pedrosa Renato Côrtes de Lacerda Marcela Cedenilla dos Santos … Maurício de Andrade Perez Alfredo Brasil Teixeira Aristarco Gonçalves de Siqueira-Filho

FUNDAMENTO: A resposta cardioinibitória (RCI) caracteriza-se por assistolia > 3 segundos em resposta a 5 a 10 segundos de massagem do seio carotídeo (MSC). O implante de marcapasso é indicado nos pacientes com síncope inexplicada e RCI. OBJETIVO: Determinar a prevalência e os preditores da RCI em pacientes com alta prevalência de doença cardiovascular. Avaliar o significado clínico da RCI em pacientes com história de síncope ou queda. MÉTODOS: Desenho transversal. Casuística: pacientes ambulatoriais, com idade > 50 anos, encaminhados ao Setor de Eletrocardiografia de um hospital terciário. Indivíduos com demência, sopro carotídeo, história de infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral nos últimos três meses foram excluídos. Os pacientes foram submetidos a MSC direito por 10 segundos seguida de MSC esquerdo por 10 segundos. As MSCs foram realizadas na posição supina por um único investigador. RESULTADOS: No total, 502 indivíduos foram submetidos a MSC, dos quais 52 apresentaram RCI (prevalência: 10,4%; intervalo de confiança de 95% [IC95%]: 7,7%-13%). Os preditores independentes da RCI foram: sexo masculino (“odds ratio” [OR]: 2,61; IC95%: 1,3%-5,1%), cardiopatia estrutural (OR: 3,28; IC95%: 1,3%-7,9%), e freqüência cardíaca de base (p 50 anos. Nos homens e nos cardiopatas, a probabilidade de a MSC provocar o aparecimento de RCI foi maior. Nas mulheres e nos pacientes sem cardiopatia estrutural aparente, a RCI mostrou ser achado altamente específico para o diagnóstico etiológico dos episódios de síncope ou queda.

  • Arritmia
  • pacientes ambulatoriais
  • Seio carotídeo
  • Síncope
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04/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000300002

Como citar este artigo

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Alvarez JS, Goldraich LA, Nunes AH, Zandavalli MCB, Zandavalli RB, Belli KC, Rocha NS, et al. Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;106(6):491-50.

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Alvarez, Juglans Souto; Goldraich, Livia Adams; Nunes, Alice Hoefel; Zandavalli, Mônica Cristina Brugalli; Zandavalli, Rafaela Brugalli; Belli, Karlyse Claudino; Rocha, Neusa Sica da; Fleck, Marcelo Pio de Almeida; Clausell, Nadine. Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 6, p. 491-501, maio. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Alvarez, J. S., Goldraich, L. A., Nunes, A. H., Zandavalli, M. C. B., Zandavalli, R. B., Belli, K. C., Rocha, N. S. , Fleck, M. P. A., & Clausell, N. (2016). Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(6), 491-501.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Alvarez, Juglans Souto and Goldraich, Livia Adams and Nunes, Alice Hoefel and Zandavalli, Mônica Cristina Brugalli and Zandavalli, Rafaela Brugalli and Belli, Karlyse Claudino and Rocha, Neusa Sica da and Fleck, Marcelo Pio de Almeida and Clausell, Nadine. Associação entre Espiritualidade e Adesão ao Tratamento em Pacientes Ambulatoriais com Insuficiência Cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 106, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 491-501. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-espiritualidade-e-adesao-ao-tratamento-em-pacientes-ambulatoriais-com-insuficiencia-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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Garcia EL, Menezes MG, Stefani CM, Danzmann LC, Torres MAR. Ergoespirometria e Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Estágio Inicial e em Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(3):248-55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Eduardo Lima; Menezes, Márcio Garcia; Stefani, Charles de Moraes; Danzmann, Luiz Cláudio; Torres, Marco Antonio Rodrigues. Ergoespirometria e Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Estágio Inicial e em Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 3, p. 248-255, jul. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, E. L., Menezes, M. G., Stefani, C. M., Danzmann, L. C., & Torres, M. A. R. (2015). Ergoespirometria e Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Estágio Inicial e em Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(3), 248-255.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Eduardo Lima and Menezes, Márcio Garcia and Stefani, Charles de Moraes and Danzmann, Luiz Cláudio and Torres, Marco Antonio Rodrigues. Ergoespirometria e Ecocardiograma na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada: Estágio Inicial e em Saudáveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 248-255. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ergoespirometria-e-ecocardiograma-na-insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-estagio-inicial-e-em-saudaveis/>. ISSN 0066-782X

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Oliveira-Filho AD, Barreto-Filho JA, Neves SJF, Lyra Junior DP. Relação entre a Escala de Adesão Terapêutica de oito itens de Morisky (MMAS-8) e o controle da pressão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(1):649-58.

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Oliveira-Filho, Alfredo Dias; Barreto-Filho, José Augusto; Neves, Sabrina Joany Felizardo; Lyra Junior, Divaldo Pereira de. Relação entre a Escala de Adesão Terapêutica de oito itens de Morisky (MMAS-8) e o controle da pressão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 1, p. 649-658, jun. 2012.

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Oliveira-Filho, A. D., Barreto-Filho, J. A., Neves, S. J. F., & Lyra Junior, D. P. (2012). Relação entre a Escala de Adesão Terapêutica de oito itens de Morisky (MMAS-8) e o controle da pressão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(1), 649-658.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira-Filho, Alfredo Dias and Barreto-Filho, José Augusto and Neves, Sabrina Joany Felizardo and Lyra Junior, Divaldo Pereira de. Relação entre a Escala de Adesão Terapêutica de oito itens de Morisky (MMAS-8) e o controle da pressão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 649-658. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-a-escala-de-adesao-terapeutica-de-oito-itens-de-morisky-mmas-8-e-o-controle-da-pressao-arterial/>. ISSN 0066-782X

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Carvalho MAN, Silva IBS, Ramos SBP, Coelho LF, Gonçalves ID, Figueiredo Neto JA. Qualidade de Vida de pacientes hipertensos e comparação entre dois instrumentos de medida de QVRS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(5):442-51.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carvalho, Michelle Adler Normando; Silva, Isabela Bispo Santos; Ramos, Sarah Brito Pinheiro; Coelho, Laura Fernandes; Gonçalves, Isabela Dias; Figueiredo Neto, José Albuquerque de. Qualidade de Vida de pacientes hipertensos e comparação entre dois instrumentos de medida de QVRS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 5, p. 442-451, abr. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, M. A. N., Silva, I. B. S., Ramos, S. B. P., Coelho, L. F., Gonçalves, I. D., & Figueiredo Neto, J. A. (2012). Qualidade de Vida de pacientes hipertensos e comparação entre dois instrumentos de medida de QVRS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(5), 442-451.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Michelle Adler Normando and Silva, Isabela Bispo Santos and Ramos, Sarah Brito Pinheiro and Coelho, Laura Fernandes and Gonçalves, Isabela Dias and Figueiredo Neto, José Albuquerque de. Qualidade de Vida de pacientes hipertensos e comparação entre dois instrumentos de medida de QVRS. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 442-451. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-de-vida-de-pacientes-hipertensos-e-comparacao-entre-dois-instrumentos-de-medida-de-qvrs/>. ISSN 0066-782X

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Sobrinho SH, Marchi CH, Croti UA, Souza CG, Silva VCM, Godoy MF. Tratamento ambulatorial da endocardite bacteriana estreptocócica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):e113-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sobrinho, Sirio Hassem; Marchi, Carlos Henrique de; Croti, Ulisses Alexandre; Souza, Cristiane Girotto de; Silva, Érico Vinícius Campos Moreira da; Godoy, Moacir Fernandes de. Tratamento ambulatorial da endocardite bacteriana estreptocócica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. e113-e115, set. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sobrinho, S. H., Marchi, C. H. , Croti, U. A., Souza, C. G. , Silva, V. C. M. , & Godoy, M. F. (2010). Tratamento ambulatorial da endocardite bacteriana estreptocócica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), e113-e115.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sobrinho, Sirio Hassem and Marchi, Carlos Henrique de and Croti, Ulisses Alexandre and Souza, Cristiane Girotto de and Silva, Érico Vinícius Campos Moreira da and Godoy, Moacir Fernandes de. Tratamento ambulatorial da endocardite bacteriana estreptocócica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. e113-e115. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-ambulatorial-da-endocardite-bacteriana-estreptococica/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Amaral F, Manso PH, Granzotti JA, Vicente WVA, Schmidt A. Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):707-13.

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Amaral, Fernando; Manso, Paulo Henrique; Granzotti, João Antonio; Vicente, Walter Villela de Andrade; Schmidt, Andre. Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 707-713, maio. 2010.

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Amaral, F., Manso, P. H., Granzotti, J. A., Vicente, W. V. A., & Schmidt, A. (2010). Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 707-713.

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Amaral, Fernando and Manso, Paulo Henrique and Granzotti, João Antonio and Vicente, Walter Villela de Andrade and Schmidt, Andre. Cardiopatia congênita no adulto: perfil clínico ambulatorial no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 707-713. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cardiopatia-congenita-no-adulto-perfil-clinico-ambulatorial-no-hospital-das-clinicas-de-ribeirao-preto/>. ISSN 0066-782X

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Cavalcante, M. A., Bombig, M. T. N., Luna Filho, B., Carvalho, A. C. C., Paola, A. A. V. , & Póvoa, R. (2008). Qualidade de vida de pacientes hipertensos em tratamento ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(4), 245-250.

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Cavalcante, Margaret Assad and Bombig, Maria Teresa Nogueira and Luna Filho, Braulio and Carvalho, Antonio Carlos de Camargo and Paola, Angelo A. V. de and Póvoa, Rui. Qualidade de vida de pacientes hipertensos em tratamento ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 89, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 245-250. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-de-vida-de-pacientes-hipertensos-em-tratamento-ambulatorial/>. ISSN 0066-782X

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Lacerda, Gustavo de Castro; Pedrosa, Roberto Coury; Lacerda, Renato Côrtes de; Santos, Marcela Cedenilla dos; Perez, Maurício de Andrade; Teixeira, Alfredo Brasil; Siqueira-Filho, Aristarco Gonçalves de. Prevalência e preditores da resposta cardioinibitória à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 3, p. 163-171, abr. 2008.

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Lacerda, G. C., Pedrosa, R. C., Lacerda, R. C. , Santos, M. C. , Perez, M. A., Teixeira, A. B., & Siqueira-Filho, A. G. (2008). Prevalência e preditores da resposta cardioinibitória à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(3), 163-171.

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Lacerda, Gustavo de Castro and Pedrosa, Roberto Coury and Lacerda, Renato Côrtes de and Santos, Marcela Cedenilla dos and Perez, Maurício de Andrade and Teixeira, Alfredo Brasil and Siqueira-Filho, Aristarco Gonçalves de. Prevalência e preditores da resposta cardioinibitória à massagem do seio carotídeo em 502 pacientes ambulatoriais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 163-171. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-preditores-da-resposta-cardioinibitoria-a-massagem-do-seio-carotideo-em-502-pacientes-ambulatoriais/>. ISSN 0066-782X

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