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  2. Palavra-chave: Lipoproteínas LDL
Os Ácidos Graxos Poli-insaturados Ômega-6 e Ômega-3 Presentes nas Hemácias Exercem uma Influência Distinta sobre o Tamanho das Partículas de LDL e suas Alterações Estruturais
ABC
Artigo Original

Os Ácidos Graxos Poli-insaturados Ômega-6 e Ômega-3 Presentes nas Hemácias Exercem uma Influência Distinta sobre o Tamanho das Partículas de LDL e suas Alterações Estruturais

Gustavo Henrique Ferreira Gonçalinho et al. Geni Rodrigues Sampaio Rosana Aparecida Manólio Soares-Freitas Nágila Raquel Teixeira Damasceno

Resumo

Fundamento

Embora os ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 e ômega-6 (AGPIs n-3 e n-6) tenham efeitos bem conhecidos sobre os fatores de risco de doenças cardiovasculares (DCV), ainda existe um conhecimento limitado sobre como eles afetam os indicadores de qualidade da LDL.

Objetivo

Avaliar as associações dos AGPIs n-3 e n-6 de hemácias com o tamanho da partícula da LDL, LDL-c pequena e densa (sdLDL-c) e com LDL eletronegativa [LDL(-)] em adultos com fatores de risco para DCV.

Métodos

Estudo transversal com 335 homens e mulheres de 30 a 74 anos com, pelo menos, um fator de risco cardiovascular. Foram realizadas análises de parâmetros bioquímicos, como glicose, insulina, HbA1c, proteína C reativa (PCR), perfil lipídico, subfrações de lipoproteínas, partícula eletronegativa de LDL [LDL(-)] e seu autoanticorpo, e os AGPIs n-3 e n- 6 de hemácias. Os testes t independente/teste de Mann-Whitney, ANOVA unidirecional/teste de Kruskal-Wallis e regressões lineares múltiplas foram aplicados. Todos os testes foram bilaterais e um valor de p inferior a 0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

A relação n-6/n-3 de hemácias foi associada ao aumento dos níveis de LDL(-) (β = 4,064; IC de 95% = 1,381 – 6,748) e sdLDL-c (β = 1,905; IC de 95% = 0,863 – 2,947), e redução do tamanho das partículas de LDL (β = -1,032; IC de 95% = -1,585 − -0,478). Individualmente, os AGPIs n-6 e n-3 apresentaram associações opostas com esses parâmetros, realçando os efeitos protetores do n-3 e evidenciando os possíveis efeitos adversos do n-6 na qualidade das partículas de LDL.

Conclusão

O AGPI n-6, presente nas hemácias, foi associado ao aumento do risco cardiometabólico e à aterogenicidade das partículas de LDL, enquanto o AGPI n-3 foi associado a melhores parâmetros cardiometabólicos e à qualidade das partículas de LDL.

  • Ácidos Graxos Insaturados
  • Lipoproteínas LDL
  • Receptores de LDL Oxidado
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20/11/2023 DOI: 10.36660/abc.20230078 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Sintomas Depressivos estão Associados a Níveis Séricos Elevados de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade em Idosos com Diabetes Mellitus Tipo 2

Etiene Oliveira da Silva Fittipaldi et al. Armele Dornelas de Andrade Ana Célia Oliveira Santos Shirley Campos … Juliana Fernandes Maria Teresa Jansen de Almeida Catanho

Resumo

Fundamento

O Diabetes Mellitus Tipo 2 (DMT2) é comum nos idosos, que também apresentam um nível elevado de fatores de risco para doenças cardiovasculares (DCVs), tais como dislipidemia. Entretanto, o papel da depressão nos pacientes com DMT2 e sua relação com fatores de risco para DCV são pouco estudados.

Objetivo

O objetivo do presente estudo foi investigar a relação entre sintomas depressivos (SDs) e fatores de risco cardiovascular conhecidos em idosos comunitários portadores de DMT2.

Métodos

Trata-se de um estudo transversal, no qual foram incluídos 85 idosos comunitários com DMT2. Os SDs foram avaliados através da Escala de Depressão Geriátrica de Yesavage, em versão reduzida (GDS-15). Os seguintes fatores de risco cardiovascular foram avaliados: pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), glicose plasmática em jejum (GPJ), perfil lipídico (triglicerídeos séricos (TG), colesterol total sérico (CT), colesterol sérico de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e colesterol sérico de lipoproteína de baixa densidade (HDL-C)) e índice de massa corporal (IMC). A análise de regressão múltipla de Poisson foi utilizada para avaliar a associação entre os SDs e cada fator de risco cardiovascular ajustado por sexo, idade, tempo em atividades físicas moderadas e status funcional. O nível de significância adotado para a análise foi de 5%.

Resultados

Dentre todos os fatores de risco analisados, apenas o aumento de LDL-C apresentou uma correlação com níveis elevados de SD (RP=1,005; IC95% 1,002-1,008). Foi observada uma associação significativa entre os níveis de HDL-C (RP=0,99; IC95% 0,98-0,99) e a PAS (RP=1,009; IC95% 1,004-1,014).

Conclusão

Nos idosos com DMT2, a presença de SD foi associada a níveis de LDL-C, HDL-C e PAS, mesmo após o ajuste por sexo, idade, nível de atividade física e capacidade funcional. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Depressão
  • Diabetes mellitus
  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares
  • Hipertensão
  • Lipoproteínas LDL
  • Transtorno Depressivo
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15/07/2020 DOI: 10.36660/abc.20190404 Visualizações 1
ABC
Editorial

Discordância da Lipoproteína de Baixa Densidade e da Lipoproteína de Alta Densidade com Gravidade de Doença Arterial Coronariana

Iran Castro et al. Hugo Fontana Filho

As doenças cardiovasculares (DCVs) são as principais causas de morte em todo o mundo. A dislipidemia é um fator de risco e também um fator causal de DCVs, sendo foco da terapia de prevenção primária e secundária das DCVs.

Existe um consenso e um amplo conhecimento acerca dos mecanismos causais da lipoproteína de baixa densidade (LDL) nas DCVs, e os benefícios da terapia hipolipemiante, sendo que a magnitude de seu efeito é proporcional à redução dos níveis circulantes. No entanto, apesar do uso intensivo de agentes hipolipemiantes, permanece um risco residual, um alvo constante de pesquisa e terapia.

[…]

  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • Lipoproteínas HDL
  • Lipoproteínas LDL
  • Pró-Proteína Convertase 9
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06/04/2020 DOI: 10.36660/abc.20200033 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Discordância entre Colesterol LDL e Não-HDL e Gravidade da Doença Arterial Coronária

Ozge Kurmus et al. Aycan Fahri Erkan Berkay Ekici Turgay Aslan Murat Eren

Resumo

Fundamento:

Uma proporção considerável de pacientes apresenta níveis discordantes de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) e de não alta densidade (não HDL).

Objetivos:

Avaliar a relação da discordância entre colesterol LDL e não HDL com a gravidade da doença arterial coronariana (DAC).

Métodos:

Avaliamos retrospectivamente os dados de 574 pacientes submetidos consecutivamente à angiografia coronariana. Foram registrados os perfis lipídicos séricos em jejum, e depois foram calculados os escores SYNTAX e Gensini para estabelecer a complexidade e a gravidade da DAC. Determinamos as medianas para colesterol LDL e não-HDL para examinar a discordância entre ambos. Discordância foi definida como LDL maior ou igual à mediana e não-HDL menor que mediana; ou LDL menor que a mediana e não-HDL maior ou igual à mediana. Valor de p < 0,05 foi aceito como estatisticamente significante.

Resultados:

Os níveis de colesterol LDL estiveram forte e positivamente correlacionados com os níveis de colesterol não-HDL (r = 0,865, p 22 não foram diferentes de grupo para grupo (p = 0,635, p = 0,733, p = 0,799, p = 0,891, respectivamente). Além disso, não houve correlação estatisticamente significativa entre os escores de cholesterol LDL e Gensini ou SYNTAX em nenhum dos grupos discordantes ou concordantes. Também não foi encontrada correlação entre cholesterol não HDL e escore Gensini ou SYNTAX.

Conclusões:

Embora tenha havido discordância entre colesterol LDL e não-HDL (15% dos pacientes), não há diferença quanto à gravidade e complexidade da DAC entre os grupos discordantes e concordantes.

  • Aterosclerose
  • Discordância
  • Doença da Artéria Coronariana/fisiopatologia
  • Lipoproteínas HDL
  • Lipoproteínas LDL
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07/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190091 Visualizações 1
ABC
Editorial

Alerta para Oxidação das Lipoproteínas de Baixa Densidade em Usuárias de Contraceptivos Combinados Orais

Marcelo Chiara Bertolami

D

o

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Anticoncepcionais Orais
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Fatores de risco
  • Lipoproteínas LDL
  • Oxidação
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01/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180230
Figura 1
ABC
Original Article

O Produto de Acumulação Lipídica está Associado a um Perfil Aterogênico de Lipoproteínas em Indivíduos Brasileiros?

Flavia De Conti Cartolano et al. Caroline Pappiani Maria Camila Prupper de Freitas Antonio M. Figueiredo Neto … Antônio Augusto Ferreira Carioca Nágila Raquel Teixeira Damasceno

Resumo

Fundamento:

O produto de acumulação lipídica (LAP), um instrumento simples e de baixo custo, é um novo biomarcador de acúmulo de gordura central e representa um marcador substituto potencial para o perfil aterogênico de lipoproteínas. No entanto, sua associação com subfrações de lipoproteínas ainda não foi descrita na literatura.

Objetivo:

Determinar se o LAP pode ser usado como um marcador de tamanho da lipoproteína de baixa densidade (LDL) e de alta densidade (HDL) em indivíduos brasileiros.

Métodos:

Este estudo transversal incluiu 351 pacientes de ambos os sexos e idade entre 30 e 74 anos. Dados clínicos e sociodemográficos e história familiar de doenças foram avaliados. O tamanho das lipoproteínas, e níveis de colesterol total (CT), lipoproteínas, apolipoproteína AI e B (APO AI/APO B), glicose, ácidos graxos não esterificados (AGNEs) e insulina, e índice de resistência insulínica (HOMA-IR) foram avaliados em amostras de sangue. O LAP foi calculado utilizando-se as fórmulas (circunferência da cintura (cm]-58) × (triglicerídeos[mmol/L]) para mulheres e (circunferência da cintura[cm]-65) × (triglicerídeos [mmol/L]) para homens. Associações entre LAP e parâmetros metabólicos foram testadas por tendência linear (modelo linear generalizado, GLM) antes e após ajustes por fatores de confusão (sexo, idade, tabagismo, uso de estatinas, fibratos e hipoglicemiantes) ao nível de significância de p < 0,05).

Resultados:

LAP apresentou uma associação positiva com CT, APO B, AGNEs, glicose, insulina, HOMA-IR, e uma associação negativa com HDL-C. Maior acúmulo de gordura central correlacionou-se com maior porcentagem de HDL intermediária e de partículas pequenas de LDL e HDL, e menor porcentagem de HDL grande. O tamanho da LDL também era reduzido em valores de LAP mais elevados. O impacto negativo do LAP foi mantido após ajuste para múltiplas variáveis.

Conclusão:

o LAP esteve fortemente associado com o perfil aterogênico de subfrações de lipoproteínas, independetemente dos fatores de confusão.

  • Adultos
  • Dislipidemias
  • Doenças Cardiovasculares
  • Fatores de risco
  • Lipoproteínas HDL
  • Lipoproteínas LDL
  • Resistência à Insulina
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01/04/2018 DOI: 10.5935/abc.20180054
ABC
Original Article

Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar

Andrea De Lorenzo et al. Juliana Duarte Lopes da Silva Cinthia E. James Alexandre C. Pereira Annie Seixas Bello Moreira

Resumo

Fundamentos:

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença autossômica dominante, caracterizada por altos níveis plasmáticos do colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) e pelo alto risco de desenvolvimento prematuro de doenças cardiovasculares.

Objetivo:

Avaliar características clínicas e antropométricas de pacientes com fenótipo para hipercolesterolemia familiar (HF), com ou sem diagnóstico genético de HF.

Métodos:

Quarenta e cinco pacientes com LDL-C > 190 mg/dL foram genotipados para seis genes relacionados com a HF: LDLR, APOB, PCSK9, LDLRAP1, LIPA e APOE. Pacientes que apresentaram resultado positivo para qualquer uma das mutações foram diagnosticados com HF por confirmação genética. O fenótipo para HF foi classificado pelo critério da Dutch Lipid Clinic Network.

Resultados:

Comparando os pacientes com a HF geneticamente confirmada com aqueles sem a confirmação, os primeiros apresentaram maior pontuação do escore para HF, uma maior frequência de xantelasma e maiores níveis de LDL-C e apo B. Houve correlações significativas entre o LDL-C e a pontuação do escore para HF (R = 0,382, p = 0,037) e entre LDL-C e gordura corporal (R = 0,461, p = 0,01). Os pacientes com mutações, no entanto, não apresentaram qualquer correlação entre o LDL-C e outras variáveis, enquanto aqueles sem mutação apresentaram correlação entre o LDL-C e a pontuação do escore.

Conclusão:

O LDL-C correlacionou-se com a pontuação do escore e com a gordura corporal, tanto na população total de pacientes quanto nos pacientes sem a confirmação genética de HF. Naqueles com HF geneticamente confirmada, não houve correlação entre o LDL-C e outras variáveis clínicas ou bioquímicas dos pacientes.

  • Dislipidemias
  • Fenótipo
  • Hiperlipoproteinemia Tipo II
  • Lipoproteínas LDL
  • Mutação
  • Pesos e Medidas Corporais
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01/02/2018 DOI: 10.5935/abc.20180005 Visualizações 1
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ABC
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Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente

Walter Masson et al. Martín Lobo Graciela Molinero Daniel Siniawski

Resumo

Fundamento:

Indivíduos com níveis de não HDL-C excedendo em 30 mg/dl aqueles de LDL-C (discordância lipídica) ou com altos níveis de colesterol remanescente poderiam ter maior risco cardiovascular residual.

Objetivos:

Métodos:

Pacientes de prevenção primária sem diabetes ou sem terapia hipolipemiante foram incluídos. Independentemente do nível de LDL-C, definiu-se “discordância lipídica” como um valor de não HDL-C excedendo em 30 mg/dl aquele de LDL-C. Calculou-se o colesterol remanescente como colesterol total menos HDL-C menos LDL-C na presença de triglicerídeos < 4,0 mmol/l. Usou-se ultrassom para avaliar a presença de placa carotídea. Modelos de regressão logística múltipla foram construídos.

Resultados:

Este estudo incluiu 772 pacientes (idade média, 52 ± 11 anos; 66% mulheres). A prevalência de discordância lipídica foi de 34%. Sexo masculino e índice de massa corporal mostraram associação independente com padrão lipídico discordante. A prevalência de placa carotídea foi maior em indivíduos com discordância lipídica (40,2% vs. 29,2; p = 0,002). A análise multivariada mostrou associação do padrão lipídico discordante com maior probabilidade de placa carotídea (OR: 1,58; IC95%: 1,08-2,34; p = 0,02). Da mesma forma, identificou-se uma significativa associação entre colesterol remanescente calculado e placa carotídea.

Conclusão:

Discordância lipídica e presença de nível mais alto de colesterol remanescente calculado acham-se associados com aterosclerose subclínica. Nossos achados podem ser usados para aprimorar a avaliação de risco cardiovascular residual.

  • Artérias Carótidas
  • Aterosclerose / complicações
  • LDL-Colesterol
  • Lipoproteínas LDL
  • Placa Aterosclerótica
  • VLDL-Colesterol
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01/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170069 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana

Walter Masson et al. Daniel Siniawski Martín Lobo Graciela Molinero … Mariano Giorgi Melina Huerín

Fundamento:

Estudos prévios sugerem uma relação linear entre o LDL-C e mudanças no volume de placa coronariana (VPC) medido por ultrassonografia intravascular. No entanto, estas publicações incluíram um número pequeno de estudos e não exploraram outros marcadores lipídicos.

Objetivo:

Avaliar a associação entre alterações nos marcadores lipídicos e regressão no VPC com base em dados publicados.

Métodos:

Nós coletamos dados dos braços controle, placebo e intervenção de estudos que compararam o efeito de tratamentos hipolipemiantes no VPC, e dos braços placebo e controle de estudos que testaram medicamentos que não afetam os lipídios. Os volumes inicial e final da placa, representados em mm3, foram extraídos e as alterações percentuais após as intervenções foram calculadas. Nós realizamos três análises de regressão linear e avaliamos a relação entre alterações percentuais e absolutas dos marcadores lipídicos com as variações percentuais do VPC.

Resultados:

Vinte e sete estudos foram selecionados. As correlações entre as variações percentuais do LDL-C, não- HDL-C e apolipoproteína B (ApoB) com variações percentuais do VPC foram moderadas (r = 0,48; r = 0,47; e r = 0,44, respectivamente). As correlações entre diferenças absolutas do LDL-C, não-HDL-C e ApoB com diferenças percentuais do VPC foram mais fortes (r = 0,57; r = 0,52; e r = 0,79). O modelo de regressão linear mostrou uma associação estatisticamente significativa entre a redução nos marcadores lipídicos e regressão no volume da placa.

Conclusão:

Observamos uma associação significativa entre alterações de diferentes partículas aterogênicas e regressão do VPC. A redução absoluta da ApoB mostrou a correlação mais forte com a regressão da placa coronariana.

  • Apolipoproteína B/uso terapêutico
  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Doenças Cardiovasculares
  • LDL-Colesterol
  • Lipoproteínas LDL
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19/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150050 Visualizações 1
Anticorpos contra LDL-ox e síndrome coronariana aguda
ABC
Artigo Original

Anticorpos contra LDL-ox e síndrome coronariana aguda

Ana Maria Brito Medeiros et al. Carlos Alberto von Mühlen Magnus Ake Gidlund Rodrigo Bodanese … Maria G. V. Gottlieb Luiz C. Bodanese

FUNDAMENTO: A oxidação da lipoproteína de baixa densidade (LDL-ox) induz à formação de epítopos imunogênicos na molécula. A presença de autoanticorpos contra a LDL-ox tem sido demonstrada no soro de pacientes com doença arterial coronariana (DAC). Contudo, o papel desses autoanticorpos na fisiopatologia das síndromes coronarianas agudas (SCA) e o seu significado clínico permanecem indefinidos. OBJETIVO: Avaliar a associação entre autoanticorpos contra a LDL-ox e SCA. MÉTODOS: Os títulos de imunoglobulina G autoanticorpos contra a LDL-ox por cobre (antiLDL-ox) e contra o peptídeo sintético D derivado da apolipoproteína B (antipeptD) foram determinados por ensaio imunoenzimático (ELISA) em 90 pacientes, nas primeiras 12h de SCA (casos) e em 90 pacientes com DAC crônica (controles). RESULTADOS: Os resultados mostraram que os títulos de antiLDL-ox foram significativamente mais elevados (p = 0,017) nos casos (0,40 ± 0,22), do que nos controles (0,33 ± 0,23). Por outro lado, os títulos de antipeptD foram significativamente menores (p < 0,01) nos casos (0,28 ± 0,23) do que nos controles (0,45 ± 0,30). A diferença dos títulos de ambos anticorpos entre os dois grupos estudados foi independente de idade, sexo, hipertensão arterial, diabete melito, dislipidemia, índice de massa corporal, tabagismo, perfil lipídico, uso de estatinas e história familiar de DAC. CONCLUSÃO: Os resultados mostraram que os títulos de antiLDL-ox foram significativamente mais elevados nos pacientes com síndrome coronariana aguda quando comparados aos pacientes com doença arterial coronariana e podem estar associados à instabilidade da placa aterosclerótica.

  • Anticorpos
  • Lipoproteínas LDL
  • Síndrome Coronariana Aguda
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11/06/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000063

Como citar este artigo

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Gonçalinho GHF, Sampaio GR, Soares-Freitas RAM, Damasceno NRT. Os Ácidos Graxos Poli-insaturados Ômega-6 e Ômega-3 Presentes nas Hemácias Exercem uma Influência Distinta sobre o Tamanho das Partículas de LDL e suas Alterações Estruturais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(11):e20230078.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gonçalinho, Gustavo Henrique Ferreira; Sampaio, Geni Rodrigues; Soares-Freitas, Rosana Aparecida Manólio; Damasceno, Nágila Raquel Teixeira. Os Ácidos Graxos Poli-insaturados Ômega-6 e Ômega-3 Presentes nas Hemácias Exercem uma Influência Distinta sobre o Tamanho das Partículas de LDL e suas Alterações Estruturais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 11, e20230078, nov. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gonçalinho, G. H. F., Sampaio, G. R., Soares-Freitas, R. A. M., & Damasceno, N. R. T. (2023). Os Ácidos Graxos Poli-insaturados Ômega-6 e Ômega-3 Presentes nas Hemácias Exercem uma Influência Distinta sobre o Tamanho das Partículas de LDL e suas Alterações Estruturais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(11), e20230078.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gonçalinho, Gustavo Henrique Ferreira and Sampaio, Geni Rodrigues and Soares-Freitas, Rosana Aparecida Manólio and Damasceno, Nágila Raquel Teixeira. Os Ácidos Graxos Poli-insaturados Ômega-6 e Ômega-3 Presentes nas Hemácias Exercem uma Influência Distinta sobre o Tamanho das Partículas de LDL e suas Alterações Estruturais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 11, [citado 2026-10-14], e20230078. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/os-acidos-graxos-poli-insaturados-omega-6-e-omega-3-presentes-nas-hemacias-exercem-uma-influencia-distinta-sobre-o-tamanho-das-particulas-de-ldl-e-suas-alteracoes-estruturais/>. ISSN 0066-782X

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Fittipaldi EOS, Andrade AD, Santos ACO, Campos S, Fernandes J, Catanho MTJA. Sintomas Depressivos estão Associados a Níveis Séricos Elevados de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade em Idosos com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):462-7.

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Fittipaldi, Etiene Oliveira da Silva; Andrade, Armele Dornelas de; Santos, Ana Célia Oliveira; Campos, Shirley; Fernandes, Juliana; Catanho, Maria Teresa Jansen de Almeida. Sintomas Depressivos estão Associados a Níveis Séricos Elevados de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade em Idosos com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 462-467, jul. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fittipaldi, E. O. S., Andrade, A. D. , Santos, A. C. O., Campos, S., Fernandes, J., & Catanho, M. T. J. A. (2020). Sintomas Depressivos estão Associados a Níveis Séricos Elevados de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade em Idosos com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 462-467.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fittipaldi, Etiene Oliveira da Silva and Andrade, Armele Dornelas de and Santos, Ana Célia Oliveira and Campos, Shirley and Fernandes, Juliana and Catanho, Maria Teresa Jansen de Almeida. Sintomas Depressivos estão Associados a Níveis Séricos Elevados de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade em Idosos com Diabetes Mellitus Tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 462-467. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sintomas-depressivos-estao-associados-a-niveis-sericos-elevados-de-colesterol-de-lipoproteina-de-baixa-densidade-em-idosos-com-diabetes-mellitus-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

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Castro I, Fontana Filho H. Discordância da Lipoproteína de Baixa Densidade e da Lipoproteína de Alta Densidade com Gravidade de Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):476.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Castro, Iran; Fontana Filho, Hugo. Discordância da Lipoproteína de Baixa Densidade e da Lipoproteína de Alta Densidade com Gravidade de Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 476-476, abr. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Castro, I., & Fontana Filho, H. (2020). Discordância da Lipoproteína de Baixa Densidade e da Lipoproteína de Alta Densidade com Gravidade de Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 476-476.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Castro, Iran and Fontana Filho, Hugo. Discordância da Lipoproteína de Baixa Densidade e da Lipoproteína de Alta Densidade com Gravidade de Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 476-476. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/discordancia-da-lipoproteina-de-baixa-densidade-e-da-lipoproteina-de-alta-densidade-com-gravidade-de-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Kurmus O, Erkan AF, Ekici B, Aslan T, Eren M. Discordância entre Colesterol LDL e Não-HDL e Gravidade da Doença Arterial Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):469-75.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kurmus, Ozge; Erkan, Aycan Fahri; Ekici, Berkay; Aslan, Turgay; Eren, Murat. Discordância entre Colesterol LDL e Não-HDL e Gravidade da Doença Arterial Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 469-475, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kurmus, O., Erkan, A. F., Ekici, B., Aslan, T., & Eren, M. (2020). Discordância entre Colesterol LDL e Não-HDL e Gravidade da Doença Arterial Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 469-475.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kurmus, Ozge and Erkan, Aycan Fahri and Ekici, Berkay and Aslan, Turgay and Eren, Murat. Discordância entre Colesterol LDL e Não-HDL e Gravidade da Doença Arterial Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 469-475. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/discordancia-entre-colesterol-ldl-e-nao-hdl-e-gravidade-da-doenca-arterial-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Bertolami MC. Alerta para Oxidação das Lipoproteínas de Baixa Densidade em Usuárias de Contraceptivos Combinados Orais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(6):771.

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Bertolami, Marcelo Chiara. Alerta para Oxidação das Lipoproteínas de Baixa Densidade em Usuárias de Contraceptivos Combinados Orais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 6, p. 771-771, nov. 2018.

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Bertolami, M. C. (2018). Alerta para Oxidação das Lipoproteínas de Baixa Densidade em Usuárias de Contraceptivos Combinados Orais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(6), 771-771.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bertolami, Marcelo Chiara. Alerta para Oxidação das Lipoproteínas de Baixa Densidade em Usuárias de Contraceptivos Combinados Orais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 771-771. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alerta-para-oxidacao-das-lipoproteinas-de-baixa-densidade-em-usuarias-de-contraceptivos-combinados-orais/>. ISSN 0066-782X

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Cartolano FDC, Pappiani C, Freitas MCP, Figueiredo Neto AM, Carioca AAF, Damasceno NRT. O Produto de Acumulação Lipídica está Associado a um Perfil Aterogênico de Lipoproteínas em Indivíduos Brasileiros?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):339-47.

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Cartolano, Flavia De Conti; Pappiani, Caroline; Freitas, Maria Camila Prupper de; Figueiredo Neto, Antonio M.; Carioca, Antônio Augusto Ferreira; Damasceno, Nágila Raquel Teixeira. O Produto de Acumulação Lipídica está Associado a um Perfil Aterogênico de Lipoproteínas em Indivíduos Brasileiros?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 339-347, mar. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cartolano, F. D. C., Pappiani, C., Freitas, M. C. P. , Figueiredo Neto, A. M., Carioca, A. A. F., & Damasceno, N. R. T. (2018). O Produto de Acumulação Lipídica está Associado a um Perfil Aterogênico de Lipoproteínas em Indivíduos Brasileiros?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 339-347.

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Cartolano, Flavia De Conti and Pappiani, Caroline and Freitas, Maria Camila Prupper de and Figueiredo Neto, Antonio M. and Carioca, Antônio Augusto Ferreira and Damasceno, Nágila Raquel Teixeira. O Produto de Acumulação Lipídica está Associado a um Perfil Aterogênico de Lipoproteínas em Indivíduos Brasileiros?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 339-347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-produto-de-acumulacao-lipidica-esta-associado-a-um-perfil-aterogenico-de-lipoproteinas-em-individuos-brasileiros/>. ISSN 0066-782X

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Lorenzo AD, Silva JDL, James CE, Pereira AC, Moreira ASB. Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(2):119-23.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lorenzo, Andrea De; Silva, Juliana Duarte Lopes da; James, Cinthia E.; Pereira, Alexandre C.; Moreira, Annie Seixas Bello. Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 2, p. 119-123, jan. 2018.

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Lorenzo, A. D., Silva, J. D. L. , James, C. E., Pereira, A. C., & Moreira, A. S. B. (2018). Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(2), 119-123.

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Lorenzo, Andrea De and Silva, Juliana Duarte Lopes da and James, Cinthia E. and Pereira, Alexandre C. and Moreira, Annie Seixas Bello. Características Clínicas, Antropométricas e Bioquímicas de Pacientes com ou sem Diagnóstico Confirmado de Hipercolesterolemia Familiar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 119-123. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caracteristicas-clinicas-antropometricas-e-bioquimicas-de-pacientes-com-ou-sem-diagnostico-confirmado-de-hipercolesterolemia-familiar/>. ISSN 0066-782X

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Masson W, Lobo M, Molinero G, Siniawski D. Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(6):526-32.

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Masson, Walter; Lobo, Martín; Molinero, Graciela; Siniawski, Daniel. Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 6, p. 526-532, maio. 2017.

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Masson, W., Lobo, M., Molinero, G., & Siniawski, D. (2017). Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(6), 526-532.

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Masson, Walter and Lobo, Martín and Molinero, Graciela and Siniawski, Daniel. Padrão Lipídico Discordante e Placa Aterosclerótica Carotídea. Importância do Colesterol Remanescente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 526-532. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/padrao-lipidico-discordante-e-placa-aterosclerotica-carotidea-importancia-do-colesterol-remanescente/>. ISSN 0066-782X

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Masson W, Siniawski D, Lobo M, Molinero G, Giorgi M, Huerín M. Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(1):11-9.

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Masson, Walter; Siniawski, Daniel; Lobo, Martín; Molinero, Graciela; Giorgi, Mariano; Huerín, Melina. Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 1, p. 11-19, maio. 2015.

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Masson, W., Siniawski, D., Lobo, M., Molinero, G., Giorgi, M., & Huerín, M. (2015). Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(1), 11-19.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Masson, Walter and Siniawski, Daniel and Lobo, Martín and Molinero, Graciela and Giorgi, Mariano and Huerín, Melina. Associação entre Níveis De LDL-C, Não-HDL-C E Apolipoproteína B com Regressão de Placa Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 11-19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-niveis-de-ldl-c-nao-hdl-c-e-apolipoproteina-b-com-regressao-de-placa-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Medeiros AMB, Mühlen CA, Gidlund MA, Bodanese R, Gottlieb MGV, Bodanese LC. Anticorpos contra LDL-ox e síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(1):47-54.

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Medeiros, Ana Maria Brito; Mühlen, Carlos Alberto von; Gidlund, Magnus Ake; Bodanese, Rodrigo; Gottlieb, Maria G. V.; Bodanese, Luiz C.. Anticorpos contra LDL-ox e síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 1, p. 47-54, jun. 2010.

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Medeiros, A. M. B., Mühlen, C. A. , Gidlund, M. A., Bodanese, R., Gottlieb, M. G. V., & Bodanese, L. C. (2010). Anticorpos contra LDL-ox e síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(1), 47-54.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Medeiros, Ana Maria Brito and Mühlen, Carlos Alberto von and Gidlund, Magnus Ake and Bodanese, Rodrigo and Gottlieb, Maria G. V. and Bodanese, Luiz C.. Anticorpos contra LDL-ox e síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 47-54. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anticorpos-contra-ldl-ox-e-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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