Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Remodelação Vascular
ABC
Editorial

Suplementação com Nitrito Atenua a Rigidez Vascular Independentemente do Exercício Físico

Alex Yuiti Ogura et al. Claudiane Maria Barbosa Silvio Assis de Oliveira-Junior

A prática de exercício físico é considerada uma das medidas não farmacológicas mais eficientes na redução da pressão arterial e no incremento do estado redox na parede de vasos sanguíneos. De fato, o exercício físico regular pode causar relaxamento do endotélio por meio do aumento dos níveis de óxido nítrico (NO), associado ou não com a redução na quantidade de espécies reativas de oxigênio (EROs). Produção e/ou excessivo acúmulo de EROs podem resultar em desequilíbrio redox, com diminuição da biodisponibilidade do NO e consequente disfunção endotelial., Nesse aspecto, menor liberação de NO configura um dos fatores críticos para desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica.,

De fato, o NO é uma molécula de sinalização gasosa diatômica que é solúvel em água e consegue passar livremente pela membrana celular. Esse peptídeo é fundamental na regulação de diversas ações fisiológicas no organismo, sendo de suma importância para processos de vasodilatação, resposta imune, neurotransmissão, apoptose e regulação genética. Quando liberado, o NO se difunde das células endoteliais para as células musculares lisas vasculares, promovendo relaxamento e vasodilatação. Por meio desse mecanismo, o NO pode reduzir a resistência periférica total e, consequentemente, diminuir a pressão arterial. No contexto endógeno, a produção de NO resulta da oxidação e clivagem do grupo guanidina da L-arginina, com liberação de NO e de L-citrulina. Em seguida, o NO livre é facilmente transformado em nitrito e nitrato, sendo estes produtos reciclados posteriormente em NO e outras formas de oxidação do nitrogênio, por meio da via nitrato/nitrito/NO.

[…]

  • Exercício Físico
  • Nitritos
  • Remodelação Vascular
  • Rigidez Vascular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
14/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240836 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Revisão

Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial

Adriana Camargo Oliveira et al. Pedro Miguel Guimarães Marques Cunha Priscila Valverde de Oliveria Vitorino Ana Luiza Lima Souza … Gilcimar Divino Deus Audes Feitosa Eduardo Costa Duarte Barbosa Marco Mota Gomes Paulo Cesar B. Veiga Jardim Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

O envelhecimento biológico é reflexo da interação entre genética, idade cronológica e fatores externos; é a base para novos conceitos em envelhecimento vascular, cuja progressão é determinada pela diferença entre idade biológica e cronológica. Do ponto de vista estrutural, os efeitos do envelhecimento vascular são mais evidentes na camada média das grandes artérias elásticas e resultam em aumento da rigidez arterial, da dilatação do lúmen e da espessura da parede. Esses efeitos são descritos no continuum de envelhecimento cardiovascular (proposto por Dzau em 2010) em que as etapas progressivas de lesões da microvasculatura de coração, rins e cérebro, têm início a partir do processo de envelhecimento. O aumento da rigidez arterial pode ser verificado de forma não invasiva por vários métodos. Os eventos cardiovasculares têm sido tradicionalmente previstos utilizando escores que combinam fatores de risco convencionais para aterosclerose. No continuum cardiovascular clássico (Dzau, 2006), é desafiador avaliar o peso exato da contribuição de cada fator de risco; entretanto, por refletir o dano precoce e cumulativo desses fatores de riscos cardiovascular, a rigidez arterial reflete o verdadeiro dano à parede arterial. Este artigo fornece uma visão geral dos mecanismos da fisiopatogenia, alterações estruturais das artérias e consequências hemodinâmicas do envelhecimento arterial; métodos não invasivos para a avaliação da rigidez arterial e da medida central da pressão arterial; o continuum de envelhecimento cardiovascular, e aplicação do conceito de rigidez arterial na estratificação de risco cardiovascular.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Fatores de Risco de Doenças Cardíacas
  • Hipertensão
  • Remodelação Vascular
  • Rigidez Vascular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
21/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20210708 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Lesões Plexiformes em Modelo Experimental de Hipertensão Arterial Pulmonar Induzida por Monocrotalina

Douglas Mesadri Gewehr et al. Gabriela Rodrigues Salgueiro Lucia de Noronha Fernando Bermudez Kubrusly … Luiz Fernando Kubrusly Gabriel Antonio Coltro Paola Cardoso Preto Andressa de Souza Bertoldi Heloisa Iacomo Vieira

Resumo

Fundamento

O modelo de hipertensão arterial pulmonar induzida por monocrotalina (MCT) é um dos mais reproduzidos atualmente, apresentando como limitação a ausência de lesões plexiformes, manifestações típicas da doença grave em humanos.

Objetivo

Avaliar a gravidade da arteriopatia pulmonar induzida por MCT por meio dos achados anatomopatológicos pulmonares e cardíacos, evolução clínica e sobrevida em 37 dias.

Métodos

Foram utilizados 50 ratos machos Wistar divididos em quatro grupos, sendo um controle (n = 10). Os três grupos restantes foram submetidos à inoculação de MCT (60 mg/kg i.p.) e ficaram sob o seu efeito por 15 (n = 10), 30 (n = 10) e 37 dias (n = 20). Ao final de cada período, os animais foram sacrificados, obtendo-se tecidos pulmonar e cardíaco para análise anatomopatológica e morfométrica. Empregou-se o teste Kruskal-Wallis, considerando nível de significância de 5%.

Resultados

Nos pulmões dos animais MCT foram constatadas lesões referentes à arteriopatia pulmonar, incluindo muscularização das arteríolas, hipertrofia da camada média e lesões neointimais concêntricas. Lesões complexas foram observadas nos grupos MCT, descritas como plexiforme e do “tipo” plexiforme (plexiform-like). A hipertrofia do ventrículo direito foi constatada pelo aumento da espessura e diâmetro dos cardiomiócitos e pelo aumento significativo da espessura da parede do ventrículo direito (p<0,0000).

Conclusão

O modelo foi capaz de gerar arteriopatia pulmonar moderada-grave associada à hipertrofia do ventrículo direito secundária, com sobrevida de 50% em 37 dias. De nosso conhecimento, este estudo foi o primeiro a constatar a presença de lesões vasculares complexas, semelhantes às observadas em pacientes com hipertensão arterial pulmonar grave, em modelo isolado de MCT. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):480-490)

  • Hipertensão Pulmonar
  • Hipertrofia Ventricular Direita
  • Monocrotalina
  • Neointima
  • Remodelação Vascular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20190306 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo Original

Avaliação Ecocardiográfica da Função Ventricular em Pacientes Jovens com Asma

Camilla Rayane De-Paula et al. Giselle Santos Magalhães Nulma Souto Jentzsch Camila Figueredo Botelho … Cleonice de Carvalho Coelho Mota Tatiane Moisés Murça Lidiana Fatima Correa Ramalho Timothy C. Tan Carolina Andrade Braganca Capuruço Maria da Gloria Rodrigues-Machado

Resumo

Fundamento:

Apesar de avanços significativos no entendimento da fisiopatologia e manejo da asma, alguns efeitos sistêmicos da asma ainda não são bem definidos.

Objetivos:

Comparar a função cardíaca, o nível de atividade física basal, e a capacidade funcional de pacientes jovens com asma leve a moderada com controles saudáveis.

Métodos:

Dezoito voluntários saudáveis (12,67 ± 0,39 anos) e 20 pacientes asmáticos (12,0 ± 0,38 anos) foram incluídos no estudo. Os parâmetros de ecocardiografia foram avaliados pelo exame de ecocardiogragia com Doppler convencional e tecidual (EDT).

Resultados:

Apesar de o tempo de aceleração pulmonar (TAP) e da pressão arterial sistólica pulmonar (PASP) encontrarem-se dentro da faixa de normalidade, esses parâmetros foram significativamente diferentes entre o grupo controle e o grupo asmático. O TAP foi menor (p < 0,0001) e a PASP maior (p < 0,0002) no grupo de indivíduos asmáticos (114,3 ± 3,70 ms e 25,40 ± 0,54 mmHg) que o grupo controle (135,30 ± 2,28 ms e 22,22 ± 0,40 mmHg). O grupo asmático apresentou velocidade diastólica inicial do miocárdio (E', p = 0,0047) e relação entre E' e velocidade tardia mais baixas (E'/A', p = 0,0017) (13,75 ± 0,53 cm/s e 1,70 ± 0,09, respectivamente) em comparação ao grupo controle (15,71 ± 0,34 cm/s e 2,12 ± 0,08, respectivamente) na valva tricúspide. No exame Doppler tecidual do anel mitral lateral, o grupo asmático apresentou menor E' em comparação ao grupo controle (p = 0,0466; 13,27 ± 0,43 cm/s e 14,32 ± 0,25 cm/s, respectivamente), mas não houve diferença estatística na razão E'/A' (p = 0,1161). O tempo de relaxamento isovolumétrico foi maior no grupo de pacientes asmáticos (57,15 ± 0,97 ms) que no grupo controle (52,28 ± 0,87 ms) (p = 0,0007), refletindo uma disfunção global do miocárdio. O índice de performance miocárdica direito e esquerdo foi significativamente maior no grupo asmático (0,43 ± 0,01 e 0,37 ± 0,01, respectivamente) que no grupo controle (0,40 ± 0,01 e 0,34 ± 0,01, respectivamente) (p = 0,0383 e p = 0,0059 respectivamente). O nível de atividade física e a distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos foram similares entre os grupos.

Conclusão:

Mudanças nos parâmetros ecocardiográficos, avaliados pela ecocardiografia convencional e pela EDT foram observadas em pacientes com asma moderada a grave com capacidade funcional e nível de atividade física basal normais. Nossos resultados sugerem que o ecocardiograma pode ser útil para a detecção precoce e a evolução de alterações cardíacas induzidas pela asma. (Arq Bras Cardiol. 2018; 110(3):231-239)

  • Asma / fisiopatologia
  • Disfunção Ventricular
  • Dispneia de esforço / fisiopatologia
  • Ecocardiografia Doppler
  • Remodelação Vascular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/03/2018 DOI: 10.5935/abc.20180052 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Review Article

Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial

Luana de Rezende Mikael et al. Anelise Machado Gomes de Paiva Marco Mota Gomes Ana Luiza Lima Sousa … Paulo César Brandão Veiga Jardim Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Maicon Borges Euzébio Wátila de Moura Sousa Weimar Kunz Sebba Barroso

Resumo

As doenças cardiovasculares são anualmente responsáveis por quase um terço do total de mortes no mundo. Dentre elas, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) está relacionada com mais da metade desses desfechos. O diabetes mellitus tipo 2 é visto com um fator de risco independente para HAS por causar lesões funcionais e estruturais na parede arterial, ocasionando-lhe enrijecimento. Diversos estudos relacionam o stress oxidativo, a produção de radicais livres, as alterações neuroendócrinas e genéticas com a fisiopatogenia do envelhecimento vascular. Formas indiretas para analisar esse processo de envelhecimento têm sido amplamente estudadas, dentre elas, a velocidade de onda de pulso (VOP) é vista como o padrão-ouro para avaliar a rigidez arterial por existir maior número de evidências epidemiológicas do seu valor preditivo para eventos cardiovasculares além de requerer pouco conhecimento técnico para sua realização. A onda de pulso é gerada durante cada contração cardíaca e percorre o leito arterial até encontrar resistência periférica ou algum ponto de bifurcação, ocasionando o surgimento de uma onda refletida. Em indivíduos jovens, as artérias tendem a ser mais elásticas, em consequência, a onda é refletida mais tardiamente no ciclo cardíaco e atinge o coração no momento da diástole, enquanto nos mais velhos, com reflexão mais precoce da onda, tende a acontecer na sístole. Por ser a VOP um importante biomarcador de dano vascular, de grande valia para a determinação do risco global cardiovascular do paciente, optamos por revisar os artigos referentes ao envelhecimento vascular no contexto dos fatores de risco cardiovasculares e as ferramentas disponíveis para a identificação precoce desse dano.

  • Análise de Onda de Pulso
  • Pressão Arterial
  • Remodelação Vascular
  • Rigidez Vascular
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
29/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170091 Visualizações 2
ABC
Artigo de Pesquisa

Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios

Juliana de Souza Rebouças et al. Nereide Stela Santos-Magalhães Fabio Rocha Formiga

Resumo

O infarto do miocárdio representa a manifestação mais significativa da cardiopatia isquêmica e está associado a elevada morbimortalidade. Novas estratégias vêm sendo investigadas com o intuito de regenerar o miocárdio lesionado, incluindo a terapia gênica, a terapia celular e a utilização de fatores de crescimento. A terapia com fatores de crescimento despertou interesse em medicina cardiovascular, devido aos mecanismos de regeneração induzidos por essas biomoléculas, incluindo angiogênese, remodelamento da matriz extracelular, proliferação de cardiomiócitos e recrutamento de células-tronco, dentre outros. Em conjunto, tais mecanismos promovem a reparação do miocárdio e a melhora da função cardíaca. Esta revisão pretende abordar o papel estratégico da terapia, com fatores de crescimento, para a regeneração cardíaca, considerando seu caráter inovador e multifatorial sobre o reparo do miocárdio após dano isquêmico. Diferentes questões serão discutidas, destacando-se os mecanismos de regeneração como recurso terapêutico potencial mediado por fatores de crescimento e os desafios para tornar essas proteínas terapeuticamente viáveis no âmbito da cardiologia e da medicina regenerativa.

  • Infarto Do Miocárdio
  • Isquemia Miocárdica
  • Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intercelular
  • Remodelação Vascular
  • Terapia Baseada em Transplante de Células e Tecidos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
27/06/2016 DOI: 10.5935/abc.20160097
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas

Breno A. A. Falcão et al. João Luiz A. A. Falcão Gustavo R. Morais Rafael C. Silva … Augusto C. Lopes Paulo R. Soares José Mariani Jr Roberto Kalil-Filho Elazer R. Edelman Pedro A. Lemos

Fundamento:

O remodelamento vascular, alteração dimensional dinâmica frente ao estresse, pode assumir diferentes direções e magnitudes na doença aterosclerótica. As medidas clássicas baseiam-se em referências a distância do segmento-alvo, com risco de comparação inadequada pela seleção de porções vasculares indesejáveis.

Objetivo:

Explorar um novo método para quantificar remodelamento vascular, baseado na comparação entre um determinado segmento-alvo e suas dimensões normais inferidas.

Métodos:

Parâmetros geométricos e a composição da placa foram determinados em 67 pacientes usando-se ultrassom intravascular de três vasos com histologia virtual (IVUS-VH). Avaliou-se o remodelamento coronário ao nível da seção transversal (n = 27.639) e da lesão (n = 618) usando-se métrica clássica e um novo algoritmo analítico baseado no índice de remodelamento vascular fracionado (FVRI) que quantifica a alteração total nas dimensões da parede arterial em relação a dimensão normal estimada do vaso. Construiu-se um modelo preditivo para estimar a dimensão normal do vaso para calcular o FVRI.

Resultados:

De acordo com o novo algoritmo, o padrão de remodelamento “ectásico” foi o menos comum, o remodelamento “completo compensatório” foi observado em metade dos casos, e os tipos “negativo” e “incompleto compensatório” foram detectados nos restantes. Comparada ao esquema tradicional diagnóstico, a classificação baseada no FVRI pareceu melhor discriminar a composição da placa através de IVUS-VH.

Conclusão:

A análise quantitativa do remodelamento coronário utilizando dimensões do segmento-alvo oferece uma abordagem promissora para avaliar a resposta vascular ao crescimento e à regressão da placa.

  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Neovascularização Patológica
  • Remodelação Vascular
  • Ultrassonografia
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
18/08/2015 DOI: 10.5935/abc.20150098 Visualizações 4

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ogura AY, Barbosa CM, Oliveira-Junior SA. Suplementação com Nitrito Atenua a Rigidez Vascular Independentemente do Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;121(12):e20240836.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ogura, Alex Yuiti; Barbosa, Claudiane Maria; Oliveira-Junior, Silvio Assis de. Suplementação com Nitrito Atenua a Rigidez Vascular Independentemente do Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 12, e20240836, fev. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ogura, A. Y., Barbosa, C. M., & Oliveira-Junior, S. A. (2025). Suplementação com Nitrito Atenua a Rigidez Vascular Independentemente do Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(12), e20240836.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ogura, Alex Yuiti and Barbosa, Claudiane Maria and Oliveira-Junior, Silvio Assis de. Suplementação com Nitrito Atenua a Rigidez Vascular Independentemente do Exercício Físico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 121, n. 12, [citado 2026-10-14], e20240836. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/suplementacao-com-nitrito-atenua-a-rigidez-vascular-independentemente-do-exercicio-fisico/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Oliveira AC, Cunha PMGM, Vitorino PVO, Souza ALL, Deus GD, Feitosa A, Barbosa ECD, et al. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(4):604-15.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Oliveira, Adriana Camargo; Cunha, Pedro Miguel Guimarães Marques; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveria; Souza, Ana Luiza Lima; Deus, Gilcimar Divino; Feitosa, Audes; Barbosa, Eduardo Costa Duarte; Gomes, Marco Mota; Jardim, Paulo Cesar B. Veiga; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 604-615, out. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Oliveira, A. C., Cunha, P. M. G. M., Vitorino, P. V. O., Souza, A. L. L., Deus, G. D., Feitosa, A., Barbosa, E. C. D., Gomes, M. M., Jardim, P. C. B. V., & Barroso, W. K. S. (2022). Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(4), 604-615.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Oliveira, Adriana Camargo and Cunha, Pedro Miguel Guimarães Marques and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveria and Souza, Ana Luiza Lima and Deus, Gilcimar Divino and Feitosa, Audes and Barbosa, Eduardo Costa Duarte and Gomes, Marco Mota and Jardim, Paulo Cesar B. Veiga and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 604-615. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/envelhecimento-vascular-e-rigidez-arterial-2/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gewehr DM, Salgueiro GR, Noronha L, Kubrusly FB, Kubrusly LF, Coltro GA, Preto PC, et al. Lesões Plexiformes em Modelo Experimental de Hipertensão Arterial Pulmonar Induzida por Monocrotalina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):480-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gewehr, Douglas Mesadri; Salgueiro, Gabriela Rodrigues; Noronha, Lucia de; Kubrusly, Fernando Bermudez; Kubrusly, Luiz Fernando; Coltro, Gabriel Antonio; Preto, Paola Cardoso; Bertoldi, Andressa de Souza; Vieira, Heloisa Iacomo. Lesões Plexiformes em Modelo Experimental de Hipertensão Arterial Pulmonar Induzida por Monocrotalina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 480-490, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gewehr, D. M., Salgueiro, G. R., Noronha, L. , Kubrusly, F. B., Kubrusly, L. F., Coltro, G. A., Preto, P. C., Bertoldi, A. S., & Vieira, H. I. (2020). Lesões Plexiformes em Modelo Experimental de Hipertensão Arterial Pulmonar Induzida por Monocrotalina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 480-490.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gewehr, Douglas Mesadri and Salgueiro, Gabriela Rodrigues and Noronha, Lucia de and Kubrusly, Fernando Bermudez and Kubrusly, Luiz Fernando and Coltro, Gabriel Antonio and Preto, Paola Cardoso and Bertoldi, Andressa de Souza and Vieira, Heloisa Iacomo. Lesões Plexiformes em Modelo Experimental de Hipertensão Arterial Pulmonar Induzida por Monocrotalina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 480-490. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/lesoes-plexiformes-em-modelo-experimental-de-hipertensao-arterial-pulmonar-induzida-por-monocrotalina/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

De-Paula CR, Magalhães GS, Jentzsch NS, Botelho CF, Mota CCC, Murça TM, Ramalho LFC, et al. Avaliação Ecocardiográfica da Função Ventricular em Pacientes Jovens com Asma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(3):231-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

De-Paula, Camilla Rayane; Magalhães, Giselle Santos; Jentzsch, Nulma Souto; Botelho, Camila Figueredo; Mota, Cleonice de Carvalho Coelho; Murça, Tatiane Moisés; Ramalho, Lidiana Fatima Correa; Tan, Timothy C.; Capuruço, Carolina Andrade Braganca; Rodrigues-Machado, Maria da Gloria. Avaliação Ecocardiográfica da Função Ventricular em Pacientes Jovens com Asma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 3, p. 231-239, fev. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

De-Paula, C. R., Magalhães, G. S., Jentzsch, N. S., Botelho, C. F., Mota, C. C. C., Murça, T. M., Ramalho, L. F. C., Tan, T. C., Capuruço, C. A. B., & Rodrigues-Machado, M. G. (2018). Avaliação Ecocardiográfica da Função Ventricular em Pacientes Jovens com Asma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(3), 231-239.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

De-Paula, Camilla Rayane and Magalhães, Giselle Santos and Jentzsch, Nulma Souto and Botelho, Camila Figueredo and Mota, Cleonice de Carvalho Coelho and Murça, Tatiane Moisés and Ramalho, Lidiana Fatima Correa and Tan, Timothy C. and Capuruço, Carolina Andrade Braganca and Rodrigues-Machado, Maria da Gloria. Avaliação Ecocardiográfica da Função Ventricular em Pacientes Jovens com Asma. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 231-239. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-ecocardiografica-da-funcao-ventricular-em-pacientes-jovens-com-asma/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mikael LR, Paiva AMG, Gomes MM, Sousa ALL, Jardim PCBV, Vitorino PVO, Euzébio MB, et al. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(3):253-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mikael, Luana de Rezende; Paiva, Anelise Machado Gomes de; Gomes, Marco Mota; Sousa, Ana Luiza Lima; Jardim, Paulo César Brandão Veiga; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira; Euzébio, Maicon Borges; Sousa, Wátila de Moura; Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 253-258, jun. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mikael, L. R., Paiva, A. M. G. , Gomes, M. M., Sousa, A. L. L., Jardim, P. C. B. V., Vitorino, P. V. O., Euzébio, M. B., Sousa, W. M., & Barroso, W. K. S. (2017). Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 253-258.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mikael, Luana de Rezende and Paiva, Anelise Machado Gomes de and Gomes, Marco Mota and Sousa, Ana Luiza Lima and Jardim, Paulo César Brandão Veiga and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira and Euzébio, Maicon Borges and Sousa, Wátila de Moura and Barroso, Weimar Kunz Sebba. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 253-258. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/envelhecimento-vascular-e-rigidez-arterial/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rebouças JS, Santos-Magalhães NS, Formiga FR. Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(3):271-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rebouças, Juliana de Souza; Santos-Magalhães, Nereide Stela; Formiga, Fabio Rocha. Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 3, p. 271-275, jun. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rebouças, J. S., Santos-Magalhães, N. S., & Formiga, F. R. (2016). Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(3), 271-275.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rebouças, Juliana de Souza and Santos-Magalhães, Nereide Stela and Formiga, Fabio Rocha. Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 271-275. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/regeneracao-cardiaca-com-fatores-de-crescimento-avancos-e-desafios/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Falcão BAA, Falcão JLAA, Morais GR, Silva RC, Lopes AC, Soares PR, Mariani Jr J, et al. Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):390-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Falcão, Breno A. A.; Falcão, João Luiz A. A.; Morais, Gustavo R.; Silva, Rafael C.; Lopes, Augusto C.; Soares, Paulo R.; Mariani Jr, José; Kalil-Filho, Roberto; Edelman, Elazer R.; Lemos, Pedro A.. Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 390-398, ago. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Falcão, B. A. A., Falcão, J. L. A. A., Morais, G. R., Silva, R. C., Lopes, A. C., Soares, P. R., Mariani Jr, J., Kalil-Filho, R., Edelman, E. R., & Lemos, P. A. (2015). Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 390-398.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Falcão, Breno A. A. and Falcão, João Luiz A. A. and Morais, Gustavo R. and Silva, Rafael C. and Lopes, Augusto C. and Soares, Paulo R. and Mariani Jr, José and Kalil-Filho, Roberto and Edelman, Elazer R. and Lemos, Pedro A.. Novo Algoritmo para Quantificar o Remodelamento Coronário Utilizando Dimensões Normais Preditas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 390-398. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/novo-algoritmo-para-quantificar-o-remodelamento-coronario-utilizando-dimensoes-normais-preditas/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias