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  2. Palavra-chave: Adipocinas
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Artigo de Revisão

Insuficiência Cardíaca Com Fração de Ejeção Preservada Além do Miocárdio: A Inflamação Sistêmica como Eixo Central da Fisiopatologia

Mylena Miki Lopes Ideta et al. Camile Miyuki Ishikawa Nihei Paulo Henrique Brites Moreira Ana Karyn Ehrenfried de Freitas

Resumo

A insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção preservada (ICFEP) é atualmente o subtipo mais prevalente de IC, sobretudo em mulheres idosas com múltiplas comorbidades metabólicas. Apesar dos recentes avanços terapêuticos, sua fisiopatologia permanece incompletamente elucidada e marcadamente heterogênea. Em 2025, Milton Packer propôs uma nova estrutura conceitual: a hipótese das adipocinas. Segundo essa hipótese, a ICFEP seria uma condição primariamente impulsionada pela expansão e disfunção do tecido adiposo visceral. Essa remodelação do tecido adiposo resulta em uma secreção alterada de adipocinas, que são moléculas biologicamente ativas com efeitos endócrinos e parácrinos sobre o coração, os rins e o sistema vascular. O desequilíbrio entre adipocinas cardioprotetoras e pró-inflamatórias favorece a inflamação sistêmica, a retenção de sódio, a sobrecarga volêmica, a hipertrofia e a fibrose miocárdica, culminando na disfunção diastólica e na intolerância ao exercício, que são características da ICFEP. Este artigo revisa os principais fundamentos fisiopatológicos dessa hipótese, bem como as evidências experimentais e clínicas e as implicações terapêuticas, que propõem um paradigma unificador para a compreensão e o tratamento da ICFEP.

  • Adipocinas
  • Adiponectina
  • Inflamação
  • Insuficiência Cardíaca
  • Obesidade
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31/12/2025 DOI: 10.36660/abchf.20250043 Visualizações 1
Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol
ABC
Artigo Original

Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol

João Marcos Barbosa-Ferreira et al. Jessica Vanina Ortiz Fernanda Gallinaro Pessoa Maria das Graças Vale Barbosa … Jorge Augusto de Oliveira Guerra Kátia do Nascimento Couceiro Mônica Regina Hosannah Silva e Silva Matheus Martins Monteiro Keila Cardoso Barbosa Fonseca Felix Alvarez Ramires Barbara Maria Ianni Charles Mady Fábio Fernandes

Resumo

Fundamento

Na região Amazônica, observou-se um aumento considerável no número de casos de doença de Chagas aguda (DCA), resultando em alterações eletrocardiográficas e ecocardiográficas. Os principais mecanismos fisiopatológicos da cardiomiopatia chagásica (CC) incluem a disfunção microvascular, a disfunção do Sistema Nervoso Autônomo (SNA), a agressão direta do parasita e a atividade inflamatória. A doença de Chagas (DC) é um ótimo exemplo de cardiomiopatia inflamatória, capaz de influenciar alterações nos parâmetros metabólicos e no SNA. Há uma escassez de estudos que abordam a medição dos níveis de adipocitocina e insulina em indivíduos com DCA.

Objetivo

Avaliar os níveis de adiponectina, leptina e insulina antes e após o tratamento da DCA com benznidazol e estabelecer correlações com o SNA e a função cardíaca.

Métodos

Foram incluídos 28 indivíduos, os quais foram divididos em: grupo controle (GC), com 15 indivíduos, e grupo com DCA, com 13 indivíduos. Todos os indivíduos foram submetidos a um ECG padrão de 12 derivações, ecocardiografia transtorácica completa, avaliação da função autonômica e dos níveis séricos de adiponectina, insulina e leptina. Foi adotado um nível de significância de 5% (valor de p < 0,05).

Resultados

Os níveis de insulina foram mais baixos no grupo com DCA em comparação com o grupo controle, tanto antes quanto após o tratamento, e apresentaram redução na fase pós-tratamento em comparação com a fase pré-tratamento. Não houve diferença nos níveis de adipocitocinas, leptina e adiponectina entre os grupos.

Conclusão

Os níveis de insulina foram mais baixos no grupo com DCA em comparação com o grupo controle, tanto antes quanto após o tratamento, e apresentaram redução na fase pós-tratamento em comparação com a fase pré-tratamento. Os níveis de adipocitocinas e insulina não apresentaram correlação significativa com os parâmetros de função cardíaca e do SNA.

  • Adipocinas
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Doença de Chagas
  • Ecossistema Amazônico
  • insulina
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26/05/2025 DOI: 10.36660/abc.20240621 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Níveis Reduzidos de CTRP3 em Pacientes com Doença Arterial Coronariana Estável Relacionados à Presença de Fibrilação Atrial Paroxística

Arafat Yildirim et al. Mehmet Kucukosmanoglu Hilmi Erdem Sumbul Mevlut Koc

Resumo

Fundamento

Os níveis de Proteína 3 relacionada ao fator de necrose tumoral/complemento sérico C1q (CTRP3) e a relação com a fibrilação atrial (FA) na doença arterial coronária estável (DAC) não estão claros atualmente.

Objetivos

O objetivo deste estudo foi investigar a mudança nos níveis séricos de CTRP3 e sua relação com a FA paroxística em DAC estável.

Método

O estudo incluiu 252 pacientes com DAC e 50 controles saudáveis com idade/sexo compatíveis. Os níveis séricos de CTRP3 foram medidos, além da anamnese de rotina, exame físico, exames laboratoriais e ecocardiograma. Os pacientes foram divididos em grupos com e sem DAC e indivíduos com DAC com e sem FA paroxística. Os valores eram estatisticamente significativos quando p<0,05.

Resultados

Os níveis séricos de CTRP3 foram significativamente menores em pacientes com DAC do que no grupo controle (p<0,001). A FA foi detectada em 28 pacientes (15,08%) no grupo DAC. A frequência de hipertensão e do sexo feminino, a proteína C reativa de alta sensibilidade (PCR-as), o nitrogênio ureico no sangue, os níveis de creatinina e o diâmetro diastólico do átrio esquerdo foram maiores (p<0,05 para cada um), e os níveis de CTRP3 foram mais baixos em pacientes com FA (p<0,001). Na análise de regressão logística, os níveis séricos de CTRP3 e os diâmetros diastólicos do átrio esquerdo foram independentemente determinados pelos pacientes com FA (p<0,01 para cada um). Nesta análise, observamos que cada 1 ng/mL de redução nos níveis de CTRP3 aumentou o risco de FA em 10,7%. Na análise ROC dos valores de CTRP3 para detectar pacientes com FA, a área da curva ROC para CTRP3 foi 0,971 (0,951–991) e considerada estatisticamente significativa (p<0,001). Quando o ponto de corte de CTRP3 foi considerado em 300 ng/mL, demonstrava a presença de FA com 87,9% de sensibilidade e 86,8% de especificidade.

Conclusão

Os níveis séricos de CTRP3 caíram significativamente em pacientes com DAC estável, e níveis reduzidos de CTRP3 estiveram relacionados à presença de FA paroxística nesses pacientes.

  • Adipocinas
  • Arritmia Cardíaca
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Fatores de risco
  • Fibrilação Atrial
  • Proteína 3 Induzida por Fator de Necrose Tumoral Alfa
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21/02/2022 DOI: 10.36660/abc.20200669 Visualizações 1
ABC
Editorial

Escore Inflamatório a partir de Biomarcadores na Hipertensão Resistente de Obesos

Cibele Isaac Saad Rodrigues

Hipertensão arterial resistente (HAR) é, segundo o Posicionamento Científico da American Heart Association (AHA) realizado em 2018, bem como observado no I Posicionamento Brasileiro de HAR em 2012, quando a pressão arterial (PA) de um indivíduo permanece elevada acima da meta pressórica, apesar da utilização de três medicamentos anti-hipertensivos de diferentes classes terapêuticas, comumente um antagonista de canais lentos de cálcio di-idropiridínico de longa duração; um bloqueador do sistema renina angiotensina aldosterona (SRAA), que pode ser um inibidor da enzima conversora da angiotensina II ou bloqueador dos receptores AT1 da angiotensina II) e; um diurético apropriado, todos administrados em doses máximas ou nas maiores doses possíveis toleradas, e respeitados os intervalos de administração prescritos. Estes pacientes são considerados de maior risco para morbidade e mortalidade cardiovascular e renal; mais propensos a apresentar eventos adversos em resposta a terapia medicamentosa, geralmente dose relacionados; e é neste grupo de indivíduos que se deve afastar uma causa secundária de hipertensão porque sua prevalência é significantemente maior que na população de hipertensos não resistentes., Reconhece-se ainda, atualmente, a HAR controlada, como sendo aquela em que pacientes utilizando quatro ou mais medicações encontram-se na meta pressórica; e a HA refratária, entidade com fisiopatologia diversa da HAR, quando mesmo quatro medicamentos não são suficientes para o controle. Nesta nova classificação, os pacientes com pseudo-hipertensão devem ser excluídos, ou seja, é obrigatória para confirmação diagnóstica checar aderência e tolerância à medicação; afastar HA do avental branco, portanto é imperiosa a realização de medidas pressóricas sistematizadas fora do ambiente de consultório por meio da monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) ou medida residencial da pressão arterial (MRPA); e, finalmente, utilização de técnica de medida da PA correta e confiável.,,,

Mesmo na HA primária é reconhecida a existência de processo inflamatório sistêmico, ainda que subclínico, sendo que esta condição tem sido identificada em maior intensidade em doenças cardiovasculares e renais como a HAR e a doença renal crônica. Especificamente no caso da HAR, que é uma entidade de etiologia multifatorial e poligênica, frequentemente associada a doenças metabólicas que cursam com resistência insulínica como diabetes e obesidade, processos inflamatórios propiciados por mediadores podem estar envolvidos levando à importante disfunção endotelial da microvasculatura e aumento do estresse oxidativo.

[…]

  • Adipocinas
  • Biomarcadores Farmacológicos
  • Citocinas
  • Hipertensão/efeitos adversos
  • Hipertensão/fisiopatologia
  • Obesidade
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15/04/2019 DOI: 10.5935/abc.20190051
Figura 1
ABC
Artigo Original

Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro

Erika Maria Gonçalves Campana et al. Andréa Araujo Brandão Roberto Pozzan Maria Eliane Campos Magalhães … Flávia Lopes Fonseca Oswaldo Luiz Pizzi Elizabete Viana de Freitas Ayrton Pires Brandão

Fundamento:

O impacto pressão arterial (PA) na adolescência sobre outros fatores de risco cardiovascular em adultos jovens é importante para a prevenção primária.

Objetivo:

Avaliar a PA, índices antropométricos, perfil metabólico e inflamatório de jovens estratificados pelo comportamento da sua PA obtida há 18 anos.

Métodos:

Avaliaram-se 116 indivíduos, sendo 63 homes, pertencentes ao estudo do Rio de Janeiro (seguimento 17,76 ± 1,63 anos) em dois momentos: A1 (12,40 ± 1,49 anos) e A2 (30,09 ± 2,01 anos). Os 116 indivíduos foram divididos em dois grupos: GN (n = 71), PA normal em A1; e GH (n = 45): PA anormal em A1. A PA, o peso, a altura e o índice de massa corporal (IMC) foram obtidos em A1 e A2. Em A2, acrescentaram-se a circunferência abdominal (CA) e variáveis laboratoriais, metabólicas e inflamatórias.

Resultados:

1) Os grupos não diferiram quanto à idade e sexo; 2) Em A2, GH apresentou maiores médias de peso, IMC, PA, insulina, HOMA-IR (p < 0,001), leptina (p < 0,02), Apolipoproteína B100 e A1 (p < 0,02), relação Apolipoproteína B100 / Apolipoproteína A1 (p < 0,010), maiores prevalências de sobrepeso/obesidade (p < 0,001), da CA aumentada (p < 0,001) e de hipertensão arterial (p < 0,02); 3) Não houve diferença entre os grupos para as variáveis inflamatórias; 4) Houve correlação positiva da PA em A1 com a PA, o IMC, e com a insulina, a leptina e o HOMA-IR em A2 (p < 0,05).

Conclusões:

A PA na adolescência se associou a maiores valores de PA, variáveis antropométricas e metabólicas na fase adulta jovem, mas não a variáveis inflamatórias.

  • Adipocinas
  • Adulto Jovem
  • Aterosclerose / fisiopatologia
  • Inflamação
  • Pressão Arterial
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22/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130226 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ideta MML, Nihei CMI, Moreira PHB, Freitas AKE. Insuficiência Cardíaca Com Fração de Ejeção Preservada Além do Miocárdio: A Inflamação Sistêmica como Eixo Central da Fisiopatologia. ABC Heart Fail Cardiomyop 2025;5(4):e20250043.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ideta, Mylena Miki Lopes; Nihei, Camile Miyuki Ishikawa; Moreira, Paulo Henrique Brites; Freitas, Ana Karyn Ehrenfried de. Insuficiência Cardíaca Com Fração de Ejeção Preservada Além do Miocárdio: A Inflamação Sistêmica como Eixo Central da Fisiopatologia. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 5, n. 4, e20250043, dez. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ideta, M. M. L., Nihei, C. M. I., Moreira, P. H. B., & Freitas, A. K. E. (2025). Insuficiência Cardíaca Com Fração de Ejeção Preservada Além do Miocárdio: A Inflamação Sistêmica como Eixo Central da Fisiopatologia. ABC Heart Fail Cardiomyop, 5(4), e20250043.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ideta, Mylena Miki Lopes and Nihei, Camile Miyuki Ishikawa and Moreira, Paulo Henrique Brites and Freitas, Ana Karyn Ehrenfried de. Insuficiência Cardíaca Com Fração de Ejeção Preservada Além do Miocárdio: A Inflamação Sistêmica como Eixo Central da Fisiopatologia. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2025, vol. 5, n. 4, [citado 2026-10-15], e20250043. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-alem-do-miocardio-a-inflamacao-sistemica-como-eixo-central-da-fisiopatologia/>

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Barbosa-Ferreira JM, Ortiz JV, Pessoa FG, Barbosa MGV, Guerra JAO, Couceiro KN, Silva MRH, et al. Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(5):e20240621.

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Barbosa-Ferreira, João Marcos; Ortiz, Jessica Vanina; Pessoa, Fernanda Gallinaro; Barbosa, Maria das Graças Vale; Guerra, Jorge Augusto de Oliveira; Couceiro, Kátia do Nascimento; Silva, Mônica Regina Hosannah e; Monteiro, Matheus Martins; Fonseca, Keila Cardoso Barbosa; Ramires, Felix Alvarez; Ianni, Barbara Maria; Mady, Charles; Fernandes, Fábio. Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 5, e20240621, maio. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa-Ferreira, J. M., Ortiz, J. V., Pessoa, F. G., Barbosa, M. G. V., Guerra, J. A. O., Couceiro, K. N., Silva, M. R. H. , Monteiro, M. M., Fonseca, K. C. B., Ramires, F. A., Ianni, B. M., Mady, C., & Fernandes, F. (2025). Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(5), e20240621.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa-Ferreira, João Marcos and Ortiz, Jessica Vanina and Pessoa, Fernanda Gallinaro and Barbosa, Maria das Graças Vale and Guerra, Jorge Augusto de Oliveira and Couceiro, Kátia do Nascimento and Silva, Mônica Regina Hosannah e and Monteiro, Matheus Martins and Fonseca, Keila Cardoso Barbosa and Ramires, Felix Alvarez and Ianni, Barbara Maria and Mady, Charles and Fernandes, Fábio. Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 5, [citado 2026-10-15], e20240621. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-dos-niveis-de-insulina-em-pacientes-com-doenca-de-chagas-aguda-na-amazonia-brasileira-tratados-com-benznidazol/>. ISSN 0066-782X

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Yildirim A, Kucukosmanoglu M, Sumbul HE, Koc M. Níveis Reduzidos de CTRP3 em Pacientes com Doença Arterial Coronariana Estável Relacionados à Presença de Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(1):52-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Yildirim, Arafat; Kucukosmanoglu, Mehmet; Sumbul, Hilmi Erdem; Koc, Mevlut. Níveis Reduzidos de CTRP3 em Pacientes com Doença Arterial Coronariana Estável Relacionados à Presença de Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 1, p. 52-58, fev. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Yildirim, A., Kucukosmanoglu, M., Sumbul, H. E., & Koc, M. (2022). Níveis Reduzidos de CTRP3 em Pacientes com Doença Arterial Coronariana Estável Relacionados à Presença de Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(1), 52-58.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Yildirim, Arafat and Kucukosmanoglu, Mehmet and Sumbul, Hilmi Erdem and Koc, Mevlut. Níveis Reduzidos de CTRP3 em Pacientes com Doença Arterial Coronariana Estável Relacionados à Presença de Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 52-58. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-reduzidos-de-ctrp3-em-pacientes-com-doenca-arterial-coronariana-estavel-relacionados-a-presenca-de-fibrilacao-atrial-paroxistica/>. ISSN 0066-782X

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Rodrigues CIS. Escore Inflamatório a partir de Biomarcadores na Hipertensão Resistente de Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(4):390-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rodrigues, Cibele Isaac Saad. Escore Inflamatório a partir de Biomarcadores na Hipertensão Resistente de Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 4, p. 390-391, abr. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rodrigues, C. I. S. (2019). Escore Inflamatório a partir de Biomarcadores na Hipertensão Resistente de Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(4), 390-391.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rodrigues, Cibele Isaac Saad. Escore Inflamatório a partir de Biomarcadores na Hipertensão Resistente de Obesos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 4, [citado 2026-10-15], pp. 390-391. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-inflamatorio-a-partir-de-biomarcadores-na-hipertensao-resistente-de-obesos/>. ISSN 0066-782X

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Campana EMG, Brandão AA, Pozzan R, Magalhães MEC, Fonseca FL, Pizzi OL, Freitas EV, et al. Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;102(1):60-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Campana, Erika Maria Gonçalves; Brandão, Andréa Araujo; Pozzan, Roberto; Magalhães, Maria Eliane Campos; Fonseca, Flávia Lopes; Pizzi, Oswaldo Luiz; Freitas, Elizabete Viana de; Brandão, Ayrton Pires. Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 1, p. 60-69, nov. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Campana, E. M. G., Brandão, A. A., Pozzan, R., Magalhães, M. E. C., Fonseca, F. L., Pizzi, O. L., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2013). Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(1), 60-69.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Campana, Erika Maria Gonçalves and Brandão, Andréa Araujo and Pozzan, Roberto and Magalhães, Maria Eliane Campos and Fonseca, Flávia Lopes and Pizzi, Oswaldo Luiz and Freitas, Elizabete Viana de and Brandão, Ayrton Pires. Pressão Arterial na Adolescência, Adipocinas e Inflamação no Adulto Jovem. Estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 102, n. 1, [citado 2026-10-15], pp. 60-69. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/pressao-arterial-na-adolescencia-adipocinas-e-inflamacao-no-adulto-jovem-estudo-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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