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  2. Palavra-chave: angioplastia transluminal percutânea coronária
ABC
Editorial

Estamos Chegando ao Fim do Caminho Evolutivo para Stents Metálicos Farmacológicos? Quais Stents de 4ª Geração Precisamos?

Manuel Sousa Almeida

Os stents são a pedra angular da PCI atual. Garantem segurança, resultado angiográfico agudo previsível e resultados clínicos aceitáveis a longo prazo.

Sua realização atual está, sem dúvida, ligada a um caminho evolutivo bem-sucedido impulsionado por contínuas necessidades médicas não atendidas enfrentadas por empresas de dispositivos ávidas por ganhar participação de mercado.

[…]

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Anomalias dos Vasos Coronários
  • Infarto Do Miocárdio
  • Intervenção Coronária Percutânea/tendências
  • Stents/tendências
  • Trombose Coronária
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abc.20230302 Visualizações 1
Alta reatividade plaquetária durante tratamento é preditora de eventos cardíacos em pacientes com stents farmacológicos
ABC
Artigo Original

Alta reatividade plaquetária durante tratamento é preditora de eventos cardíacos em pacientes com stents farmacológicos

Aline Sterque Villacorta et al. Humberto Villacorta Junior Marcos J. S. Batista Renato Villela Gomes … Luiz Augusto Macedo Bruno Helmuth Evandro Tinoco Mesquita

FUNDAMENTO: O papel dos testes de reatividade plaquetária (RP) na predição de eventos em longo prazo em pacientes latino-americanos tratados com stents farmacológicos (SF) não foi estabelecido. OBJETIVOS: Analisar o papel dos testes de RP na predição de eventos após a implantação de SF. MÉTODOS: De maio de 2006 a janeiro de 2008, foram incluídos 209 pacientes brasileiros que se submeteram a tratamento eletivo com SF. A RP foi avaliada 12 a 18 horas após o procedimento, por agregometria de transmitância de luz com 5µM de ADP. Os pacientes foram acompanhados prospectivamente por até 4,8 anos. Dezessete (8%) dos indivíduos foram perdidos durante o acompanhamento e a coorte final foi composta de 192 pacientes. A curva ROC foi utilizada para determinar o melhor ponto de corte de 5µM de ADP para prever eventos. O endpoint primário foi uma combinação de morte cardiovascular, infarto agudo do miocárdio, trombose definitiva de stent, e revascularização de artéria alvo.Modelos de risco proporcional de Cox foram utilizados para determinar as variáveis independentemente associadas com o tempo até o primeiro evento. RESULTADOS: O melhor ponto de corte de 5µM de ADP foi de 33%. Cento e sete (55,7%) pacientes apresentaram 5mM de ADP > 33%. A taxa de sobrevivência livre de eventos em 1.800 dias foi de 55% contra 70% para os indivíduos com ADP5 acima e abaixo desse ponto de corte, respectivamente (p = 0,001). Preditores de tempo independentes para o primeiro evento foram tabagismo atual (HR 3,49, IC95%: 1,76-6,9, p = 0,0003), ADP 5mM > 33% (HR 1,95, IC95%: 1,09-3,51, p = 0,025) e idade (HR 1,03 IC 95%: 1,0-1,06, p = 0,041). CONCLUSÕES: Neste estudo, 55,7% dos pacientes apresentaram alta reatividade plaquetária durante tratamento. 5µM de ADP > 33% foi um preditor independente de eventos em longo prazo.

  • Agregação Plaquetária
  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Stents Farmacológicos
  • Trombose Coronária
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15/04/2013 DOI: 10.5935/abc.20130044
Ausência de interação clopidogrel-estatina em pacientes submetidos a implante de "stent" coronário
ABC
Artigo Original

Ausência de interação clopidogrel-estatina em pacientes submetidos a implante de "stent" coronário

Carlos Vicente Serrano Júnior et al. Alexandre de Matos Soeiro Leila Fernandes Araújo Bruna Jabot … Fabiana Rached Noemia Mie Orii José Carlos Nicolau Alberto J. Duarte José Antonio F. Ramires

FUNDAMENTO: Alguns estudos têm sugerido redução da atividade do clopidogrel sobre a ativação e adesão plaquetárias em pacientes em uso de estatinas. OBJETIVO: Avaliar se a ativação e agregação plaquetárias diminuem com clopidogrel, e se ocorre redução da ação do clopidogrel quando associado à atorvastatina ou à sinvastatina. MÉTODOS: Estudo prospectivo que incluiu 68 pacientes com angina estável em uso prévio de sinvastatina, atorvastatina, ou nenhuma estatina (grupo controle), com indicação prévia eletiva de realização de intervenção coronária percutânea. Foi analisada a ativação plaquetária através do número de plaquetas, níveis de P-selectina e glucoproteína IIb/IIIa (com e sem estímulo de ADP) através de citometria de fluxo. Os resultados foram analisados antes e após a intervenção coronária percutânea e da administração de clopidogrel. RESULTADOS: Observamos redução da atividade plaquetária com uso de clopidogrel. Além disso, não houve diferenças entre as variáveis analisadas que comprovassem redução da atividade do clopidogrel quando associado à estatinas. Observou-se níveis de p-selectina (pré-angioplastia: 14,23±7,52 x 11,45±8,83 x 7,65±7,09; pós angioplastia: 21,49±23,82 x 4,37±2,71 x 4,82±4,47, ρ<0,01) e glicoproteína IIb/IIIa (pré-angioplastia: 98,97±0,43 x 98,79±1,25 x 99,21±0,40; pós angioplastia: 99,37±0,29 x 98,50±1,47 x 98,92±0,88, ρ=0,52), respectivamente nos grupos controle, atorvastatina e sinvastatina. CONCLUSÃO: Concluímos que a ativação plaquetária diminui com a administração de clopidogrel, e que o clopidogrel não tem seu efeito antiplaquetário reduzido na presença de sinvastatina ou atorvastatina.

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases
  • sinvastatina
  • Stents
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13/08/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000106 Visualizações 1
ABC
Revisão

Intervenção coronariana percutânea (ICP) para pacientes estáveis: há algum benefício além do alívio dos sintomas?

Goran Stankovic

As indicações para intervenção coronária percutânea (ICP) continuam a evoluir devido ao contínuo desenvolvimento da tecnologia, critérios de seleção mais amplos para pacientes e lesões e novas evidências advindas de testes clínicos. Uma controvérsia considerável foi gerada pelos resultados principais do estudo COURAGE (Clinical Outcomes Utilizing Revascularization and Aggressive Drug Evaluation), o qual não demonstrou diferenças no resultado em longo prazo para pacientes estáveis com doença coronariana, randomizados para uma estratégia inicial de ICP mais tratamento médico otimizado versus tratamento médico otimizado isolado. Em pacientes com angina estável crônica, o tratamento médico permanece sendo a pedra fundamental e deveria ser otimizado em todos os pacientes, enquanto os maiores objetivos alcançáveis da ICP são ter efeito sobre os sintomas, através de sua diminuição ou prevenção, reduzir a necessidade de procedimentos subsequentes e aliviar a isquemia. Em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) estável, entretanto, nenhuma redução na incidência de morte ou infarto do miocárdio foi observada e essas limitações da ICP nesse cenário clínico precisam ser enfatizadas. A mensagem do estudo COURAGE pode ser refinada com base nos recentes sub-estudos nuclear e angiográfico, de forma que os pacientes com isquemia residual significante, submetidos a tratamento médico otimizado, deveriam ser considerados para tratamento com ICP, já que estão associados com maior probabilidade de morte e infarto do miocárdio. Entretanto, esses achados precisam ser confirmados por avaliação prospectiva antes de sua mais ampla aceitação pela comunidade intervencionista.

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • estudos prospectivos
  • Revascularização Miocárdica
  • Sobrevivência
  • terapia por drogas
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000800020
Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?
ABC
Artigo Original

Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?

Fernando Mendes Sant'Anna et al. Expedito Ribeiro da Silva Leonardo Alves Batista Marcelo Bastos Brito … Fábio Machado Ventura Haroldo Adans Ferraz Leonardo Buczynski Carlos Alberto Mussel Barrozo Nico Pijls

FUNDAMENTO: A angiografia vem sendo utilizada como padrão de referência para definição de doença arterial coronariana (DAC), embora suas limitações sejam conhecidas. O valor da medida do fluxo fracionado de reserva do miocárdio (FFR) na avaliação da DAC está bem estabelecido. OBJETIVO: O objetivo deste estudo é avaliar a acurácia da angiografia em definir as lesões isquêmicas e sua correlação com o FFR. MÉTODOS: Duzentos e cinqüenta pacientes foram incluídos no estudo (471 vasos). Todas as estenoses > 50% pela estimativa visual da angiografia (EVA) foram avaliadas medindo-se o FFR. Se o FFR 0,75 a lesão não foi tratada. As lesões foram divididas em moderadas (<70% – 327) e graves (125) pela QCA. Foram determinados o coeficiente de correlação entre o grau de estenose (%DE), o FFR e a acurácia da EVA em definir se uma lesão era ou não isquêmica. RESULTADOS: Foi possível obter o FFR em 96% das lesões. %DE e FFR médios de 56±8% e 0,74 e 76±6% e 0,48 para as lesões moderadas e graves respectivamente. Notou-se pobre correlação entre o %DE e o FFR, especialmente nas lesões moderadas (Spearman rho = – 0.33, p<0,0001). A acurácia da EVA comparada com FFR foi de 57% e 96% nas lesões moderadas versus graves. CONCLUSÃO: A angiografia coronária não é adequada para avaliar a importância funcional das lesões coronarianas, sendo necessário associá-la a um método funcional capaz de fazê-lo, especialmente nas lesões moderadas.

  • angioplastia coronária
  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • contenedores
  • Isquemia Miocárdica
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01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500007
Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?
ABC
Artigo Original

Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?

José Carlos Estival Tarastchuk et al. Ênio Eduardo Guérios Ronaldo da Rocha Loures Bueno Paulo Maurício Piá de Andrade … Deborah Christina Nercolini João Gustavo Gongora Ferraz Eduardo Doubrawa

FUNDAMENTO: Para discriminar risco coronariano elevado, indicadores de obesidade central são melhores do que o Índice de Massa Corpórea (IMC), que é ainda o índice antropométrico (IA) mais utilizado para seguimento após intervenção coronariana percutânea (ICP). OBJETIVO: Reconhecer, entre os índices antropométricos (IA), os que melhor se correlacionam com ocorrência de desfechos após intervenção coronariana percutânea (ICP). MÉTODOS: Foram considerados 308 pacientes (p), idade média de 61,92±11,06 anos, 60,7% do sexo masculino, submetidos a ICP com stent. Após seis meses, pesquisaram-se os desfechos: óbito, reintervenção por ICP ou cirurgia cardíaca, exame não-invasivo alterado por isquemia ou sintomas anginosos. Os p foram divididos em: Grupo 1 (com desfechos, n=91; 29,5%) e Grupo 2 (sem desfechos, n=217; 70,45%). No sexo masculino e feminino, os IA estudados e seus respectivos pontos de corte foram: circunferência abdominal (CA) > 90/80 cm, relação cintura-quadril (RCQ) > 0,90/0,80cm, índice de conicidade (IC) >1,25/1,18 e índice de massa corpórea (IMC) >30 para ambos os sexos. RESULTADOS: Os grupos diferiram quanto à maior ocorrência de histórico familiar e infarto prévio no Grupo 2. No sexo masculino, CA > 90 cm (p=0,0498) foi, em análise multivariada, preditor independente de desfechos. IMC não foi preditor de eventos. No Grupo 1, a probabilidade de ocorrência de IMC alterada é significativamente menor do que a ocorrência dos outros IA estudados (p<0,0001). CONCLUSÃO: CA anormal comportou-se como preditor independente de ocorrência de desfechos no sexo masculino dessa população pós-ICP. IMC elevado não foi preditor de desfechos e foi o índice antropométrico menos prevalente em pacientes com eventos.

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Antropometria
  • índice de massa corporal
  • Obesidade
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27/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000500001
Estudo comparativo randomizado do implante de Stent de aço inoxidável recoberto por carbono semelhante ao diamante versus não recoberto em pacientes com doença arterial coronariana
ABC
Artigo Original

Estudo comparativo randomizado do implante de Stent de aço inoxidável recoberto por carbono semelhante ao diamante versus não recoberto em pacientes com doença arterial coronariana

George César Ximenes Meireles et al. Luciano Mauricio de Abreu Antonio Artur da Cruz Forte Marcos Kiyoshi Sumita … Jorge Hideki Sumita Jose Del Carmen Solano Aliaga

OBJETIVO: Comparar as taxas de reestenose e de eventos cardíacos maiores em um e seis meses pós-implante de stents recobertos com CSD com os não-recobertos. MÉTODOS: Estudo comparativo, prospectivo, randomizado, de 180 pacientes com diagnóstico de insuficiência coronária, submetidos a implante de stent recoberto com CSD (Phytis®) ou stent não-recobertos (Penta®), no período de janeiro de 2003 a julho de 2004. Foram critérios de inclusão: lesão de novo com porcentual de estenose em diâmetro > 50% em artéria coronária com diâmetro de referência > 2,5 mm e < 4 mm e extensão < 20 mm; e de exclusão: lesões localizadas no TCE, bifurcações, oclusões crônicas e reestenose intra-stent. RESULTADOS: As características basais dos grupos foram clinica e angiograficamentemente semelhantes. O sucesso do procedimento foi obtido em 98,9% dos pacientes nos dois grupos. Ocorreu uma morte cardíaca na fase hospitalar em cada grupo. O diâmetro de referência e o ganho agudo foram maiores no grupo Penta® (3,21±0,37 mm vs 3,34±0,8 mm, p=0,02 e 2,3±0,5 vs 2,49±0,5, p=0,009, respectivamente). O seguimento angiográfico aos seis meses mostrou taxas semelhantes de reestenose (24,3% vs 21,8%, p=0,84) e de eventos cardíacos maiores (16,8% vs 17,5%, p=1). CONCLUSÃO: Os stents recobertos com CSD não apresentaram resultados superiores em relação aos stents não-recobertos.

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • coronariopatia
  • Reestenose Coronária
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24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400004
Custo-efetividade dos stents recobertos por rapamicina em procedimentos percutâneos coronarianos no Brasil
ABC
Artigo Original

Custo-efetividade dos stents recobertos por rapamicina em procedimentos percutâneos coronarianos no Brasil

Carisi Anne Polanczyk et al. Marco V. Wainstein Jorge Pinto Ribeiro

OBJETIVOS: Comparar as relações de custo-efetividade do stent recoberto (SR) por rapamicina com o stent convencional (SC), sob duas perspectivas: medicina suplementar e sistema público (SUS). MÉTODOS: Modelo de decisão analítico com três estratégias de tratamento de lesão coronariana: intervenção coronária percutânea (icP) com SC; com SR com rapamicina e SC seguido de SR para manejo de reestenose sintomática. Os desfechos foram: sobrevida livre de eventos em um ano e expectativa de vida. As árvores de decisão foram construídas com resultados de registros e ensaios clínicos publicados. RESULTADOS: A sobrevida em um ano livre de reestenose foi de 92,7% com SR e de 78,8% com SC. A expectativa de vida estimada das estratégias foi muito semelhante, entre 18,5 e 19 anos. Sob a perspectiva não-pública, a diferença de custo no primeiro ano entre SC e SR foi de R$ 3.816, com relação de custo-efetividade incremental de R$ 27.403 por evento evitado em um ano. Sob a perspectiva do SUS, o custo por evento evitado em um ano foi de R$ 47.529. Na análise de sensibilidade, foram preditores relevantes a probabilidade de reestenose, a redução de risco esperada com SR, o custo do stent e o custo do manejo da reestenose. Os dados por anos de vida demonstraram relações de custo-efetividade bastante elevadas na simulação de Monte Carlo. CONCLUSÃO: As relações de custo-efetividade do SR por rapamicina foram elevadas em modelo brasileiro. O uso de SR foi mais favorável em pacientes de alto risco de reestenose, com elevado custo do manejo de reestenose e sob a perspectiva não-pública.

  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Sirolimo
  • Stents
  • Stents Farmacológicos
  • SUS – Sistema Único de Saúde – BR
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24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400017 Visualizações 1
Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco
ABC
Relato de Caso

Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco

Hugo Alexandre Ross Yokoyama et al. Caio Mário de Almeida Pessoa Fábio Cardoso de Carvalho Ricardo Fernando de Campos … Roberto Jorge da Silva Franco Edson Antonio Bregagnollo

No presente caso, relatamos a realização de angioplastia coronariana com implante de stent na artéria coronariana direita de paciente com quadro de angina instável de alto risco, portadora de artéria coronariana única com origem no seio coronariano direito. As artérias descendente anterior e circunflexa originavam-se isoladamente no terço proximal da artéria coronariana direita. Trata-se de rara anomalia coronariana com poucos relatos de intervenção coronariana percutânea na literatura. Este caso ilustra a necessidade da avaliação anatômica pormenorizada do trajeto das artérias coronarianas, precedendo a realização da angioplastia transluminal percutânea, objetivando-se a prevenção de complicações.

  • angina instável
  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • Anomalias dos Vasos Coronários
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24/05/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000300022 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Almeida MS. Estamos Chegando ao Fim do Caminho Evolutivo para Stents Metálicos Farmacológicos? Quais Stents de 4ª Geração Precisamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(6):e20230302.

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Almeida, Manuel Sousa. Estamos Chegando ao Fim do Caminho Evolutivo para Stents Metálicos Farmacológicos? Quais Stents de 4ª Geração Precisamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 6, e20230302, jun. 2023.

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Almeida, M. S. (2023). Estamos Chegando ao Fim do Caminho Evolutivo para Stents Metálicos Farmacológicos? Quais Stents de 4ª Geração Precisamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(6), e20230302.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Manuel Sousa. Estamos Chegando ao Fim do Caminho Evolutivo para Stents Metálicos Farmacológicos? Quais Stents de 4ª Geração Precisamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 6, [citado 2026-10-14], e20230302. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estamos-chegando-ao-fim-do-caminho-evolutivo-para-stents-metalicos-farmacologicos-quais-stents-de-4a-geracao-precisamos/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Villacorta AS, Villacorta Junior H, Batista MJS, Gomes RV, Macedo LA, Helmuth B, Mesquita ET, et al. Alta reatividade plaquetária durante tratamento é preditora de eventos cardíacos em pacientes com stents farmacológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(3):221-8.

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Villacorta, Aline Sterque; Villacorta Junior, Humberto; Batista, Marcos J. S.; Gomes, Renato Villela; Macedo, Luiz Augusto; Helmuth, Bruno; Mesquita, Evandro Tinoco. Alta reatividade plaquetária durante tratamento é preditora de eventos cardíacos em pacientes com stents farmacológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 3, p. 221-228, abr. 2013.

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Villacorta, A. S., Villacorta Junior, H., Batista, M. J. S., Gomes, R. V., Macedo, L. A., Helmuth, B., & Mesquita, E. T. (2013). Alta reatividade plaquetária durante tratamento é preditora de eventos cardíacos em pacientes com stents farmacológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(3), 221-228.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Villacorta, Aline Sterque and Villacorta Junior, Humberto and Batista, Marcos J. S. and Gomes, Renato Villela and Macedo, Luiz Augusto and Helmuth, Bruno and Mesquita, Evandro Tinoco. Alta reatividade plaquetária durante tratamento é preditora de eventos cardíacos em pacientes com stents farmacológicos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 221-228. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/alta-reatividade-plaquetaria-durante-tratamento-e-preditora-de-eventos-cardiacos-em-pacientes-com-stents-farmacologicos/>. ISSN 0066-782X

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Serrano Júnior CV, Soeiro AM, Araújo LF, Jabot B, Rached F, Orii NM, Nicolau JC, et al. Ausência de interação clopidogrel-estatina em pacientes submetidos a implante de “stent” coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(3):321-7.

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Serrano Júnior, Carlos Vicente; Soeiro, Alexandre de Matos; Araújo, Leila Fernandes; Jabot, Bruna; Rached, Fabiana; Orii, Noemia Mie; Nicolau, José Carlos; Duarte, Alberto J.; Ramires, José Antonio F.. Ausência de interação clopidogrel-estatina em pacientes submetidos a implante de “stent” coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 3, p. 321-327, ago. 2010.

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Serrano Júnior, C. V., Soeiro, A. M., Araújo, L. F., Jabot, B., Rached, F., Orii, N. M., Nicolau, J. C., Duarte, A. J., & Ramires, J. A. F. (2010). Ausência de interação clopidogrel-estatina em pacientes submetidos a implante de “stent” coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(3), 321-327.

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Serrano Júnior, Carlos Vicente and Soeiro, Alexandre de Matos and Araújo, Leila Fernandes and Jabot, Bruna and Rached, Fabiana and Orii, Noemia Mie and Nicolau, José Carlos and Duarte, Alberto J. and Ramires, José Antonio F.. Ausência de interação clopidogrel-estatina em pacientes submetidos a implante de “stent” coronário. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 321-327. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ausencia-de-interacao-clopidogrel-estatina-em-pacientes-submetidos-a-implante-de-stent-coronario/>. ISSN 0066-782X

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Stankovic G. Intervenção coronariana percutânea (ICP) para pacientes estáveis: há algum benefício além do alívio dos sintomas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(2):196-9.

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Stankovic, Goran. Intervenção coronariana percutânea (ICP) para pacientes estáveis: há algum benefício além do alívio dos sintomas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 2, p. 196-199, out. 2009.

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Stankovic, G. (2009). Intervenção coronariana percutânea (ICP) para pacientes estáveis: há algum benefício além do alívio dos sintomas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(2), 196-199.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Stankovic, Goran. Intervenção coronariana percutânea (ICP) para pacientes estáveis: há algum benefício além do alívio dos sintomas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 196-199. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/intervencao-coronariana-percutanea-icp-para-pacientes-estaveis-ha-algum-beneficio-alem-do-alivio-dos-sintomas/>. ISSN 0066-782X

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Sant’Anna FM, Silva ER, Batista LA, Brito MB, Ventura FM, Ferraz HA, Buczynski L, et al. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):179-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sant’Anna, Fernando Mendes; Silva, Expedito Ribeiro da; Batista, Leonardo Alves; Brito, Marcelo Bastos; Ventura, Fábio Machado; Ferraz, Haroldo Adans; Buczynski, Leonardo; Barrozo, Carlos Alberto Mussel; Pijls, Nico. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 179-184, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sant’Anna, F. M., Silva, E. R. , Batista, L. A., Brito, M. B., Ventura, F. M., Ferraz, H. A., Buczynski, L., Barrozo, C. A. M., & Pijls, N. (2008). Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 179-184.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sant’Anna, Fernando Mendes and Silva, Expedito Ribeiro da and Batista, Leonardo Alves and Brito, Marcelo Bastos and Ventura, Fábio Machado and Ferraz, Haroldo Adans and Buczynski, Leonardo and Barrozo, Carlos Alberto Mussel and Pijls, Nico. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 179-184. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qual-o-erro-da-angiografia-na-definicao-de-isquemia-miocardica-durante-intervencoes-coronarianas-percutaneas/>. ISSN 0066-782X

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Tarastchuk JCE, Guérios E, Bueno RRL, Andrade PMP, Nercolini DC, Ferraz JGG, Doubrawa E, et al. Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(5):311-6.

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Tarastchuk, José Carlos Estival; Guérios, Ênio Eduardo; Bueno, Ronaldo da Rocha Loures; Andrade, Paulo Maurício Piá de; Nercolini, Deborah Christina; Ferraz, João Gustavo Gongora; Doubrawa, Eduardo. Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 5, p. 311-316, maio. 2008.

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Tarastchuk, J. C. E., Guérios, E., Bueno, R. R. L., Andrade, P. M. P. , Nercolini, D. C., Ferraz, J. G. G., & Doubrawa, E. (2008). Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(5), 311-316.

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Tarastchuk, José Carlos Estival and Guérios, Ênio Eduardo and Bueno, Ronaldo da Rocha Loures and Andrade, Paulo Maurício Piá de and Nercolini, Deborah Christina and Ferraz, João Gustavo Gongora and Doubrawa, Eduardo. Obesidade e intervenção coronariana: devemos continuar valorizando o Índice de Massa Corpórea?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 311-316. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/obesidade-e-intervencao-coronariana-devemos-continuar-valorizando-o-indice-de-massa-corporea/>. ISSN 0066-782X

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Meireles GCX, Abreu LM, Forte AAC, Sumita MK, Sumita JH, Aliaga JDCS. Estudo comparativo randomizado do implante de Stent de aço inoxidável recoberto por carbono semelhante ao diamante versus não recoberto em pacientes com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(4):390-5.

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Meireles, George César Ximenes; Abreu, Luciano Mauricio de; Forte, Antonio Artur da Cruz; Sumita, Marcos Kiyoshi; Sumita, Jorge Hideki; Aliaga, Jose Del Carmen Solano. Estudo comparativo randomizado do implante de Stent de aço inoxidável recoberto por carbono semelhante ao diamante versus não recoberto em pacientes com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 4, p. 390-395, maio. 2007.

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Meireles, G. C. X., Abreu, L. M. , Forte, A. A. C., Sumita, M. K., Sumita, J. H., & Aliaga, J. D. C. S. (2007). Estudo comparativo randomizado do implante de Stent de aço inoxidável recoberto por carbono semelhante ao diamante versus não recoberto em pacientes com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(4), 390-395.

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Meireles, George César Ximenes and Abreu, Luciano Mauricio de and Forte, Antonio Artur da Cruz and Sumita, Marcos Kiyoshi and Sumita, Jorge Hideki and Aliaga, Jose Del Carmen Solano. Estudo comparativo randomizado do implante de Stent de aço inoxidável recoberto por carbono semelhante ao diamante versus não recoberto em pacientes com doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 390-395. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-comparativo-randomizado-do-implante-de-stent-de-aco-inoxidavel-recoberto-por-carbono-semelhante-ao-diamante-versus-nao-recoberto-em-pacientes-com-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Polanczyk CA, Wainstein MV, Ribeiro JP. Custo-efetividade dos stents recobertos por rapamicina em procedimentos percutâneos coronarianos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(4):464-7.

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Polanczyk, Carisi Anne; Wainstein, Marco V.; Ribeiro, Jorge Pinto. Custo-efetividade dos stents recobertos por rapamicina em procedimentos percutâneos coronarianos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 4, p. 464-474, maio. 2007.

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Polanczyk, C. A., Wainstein, M. V., & Ribeiro, J. P. (2007). Custo-efetividade dos stents recobertos por rapamicina em procedimentos percutâneos coronarianos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(4), 464-474.

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Polanczyk, Carisi Anne and Wainstein, Marco V. and Ribeiro, Jorge Pinto. Custo-efetividade dos stents recobertos por rapamicina em procedimentos percutâneos coronarianos no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 464-474. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custo-efetividade-dos-stents-recobertos-por-rapamicina-em-procedimentos-percutaneos-coronarianos-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Yokoyama HAR, Pessoa CMA, Carvalho FC, Campos RF, Franco RJS, Bregagnollo EA. Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(3):e53-5.

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Yokoyama, Hugo Alexandre Ross; Pessoa, Caio Mário de Almeida; Carvalho, Fábio Cardoso de; Campos, Ricardo Fernando de; Franco, Roberto Jorge da Silva; Bregagnollo, Edson Antonio. Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 3, p. e53-e55, maio. 2007.

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Yokoyama, H. A. R., Pessoa, C. M. A., Carvalho, F. C. , Campos, R. F. , Franco, R. J. S., & Bregagnollo, E. A. (2007). Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(3), e53-e55.

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Yokoyama, Hugo Alexandre Ross and Pessoa, Caio Mário de Almeida and Carvalho, Fábio Cardoso de and Campos, Ricardo Fernando de and Franco, Roberto Jorge da Silva and Bregagnollo, Edson Antonio. Intervenção coronariana percutânea em artéria coronariana única em paciente com angina instável de alto risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e53-e55. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/intervencao-coronariana-percutanea-em-arteria-coronariana-unica-em-paciente-com-angina-instavel-de-alto-risco/>. ISSN 0066-782X

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