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  2. Palavra-chave: angiografia coronariana
O volume plaquetário médio abaixo do normal está associado com extensão reduzida de doença arterial coronariana
ABC
Artigo Original

O volume plaquetário médio abaixo do normal está associado com extensão reduzida de doença arterial coronariana

Tolga Sinan Güvenç et al. Hakan Hasdemir Hatice Betül Erer Erkan İlhan … Kazım Serhan Özcan Ali Nazmi Çalık Rengin Çetin Mehmet Eren

FUNDAMENTO: A extensão da doença arterial coronariana aterosclerótica em pacientes com angina estável tem importantes implicações prognósticas e terapêuticas. Em modelos atuais de evolução de placas, os trombócitos desempenham um papel importante no crescimento de placas. O volume plaquetário médio é um marcador facilmente determinado, com evidência de correlação com a agregabilidade plaquetária in vitro, além de valores comprovadamente maiores após eventos vasculares agudos. OBJETIVO: No presente estudo, investigou-se a relação entre o volume plaquetário médio e a extensão angiográfica da doença arterial coronariana em pacientes com angina estável. MÉTODOS: Foram analisados prontuários, hemograma completo e dados angiográficos anteriores de 267 pacientes elegíveis com angina estável. A extensão angiográfica da doença arterial coronariana foi avaliada à luz de dados angiográficos, com o uso por um especialista do escore de Gensini em uma cardiologia invasiva. Os valores para o volume plaquetário médio foram obtidos a partir de hemogramas completos, obtidos um dia antes da angiografia. Com relação ao intervalo populacional para o volume plaquetário médio, os pacientes foram agrupados dentro (n = 176) e abaixo (n = 62) do referido intervalo. Foi realizada uma comparação entre grupos e uma análise correlacional. RESULTADOS: Não houve correlação linear entre o escore de Gensini total e o volume plaquetário médio (p = 0,29), ao passo que a contagem total de trombócitos apresentou correlação inversa com o volume plaquetário médio (p < 0,001, r = 0,41). Os pacientes com volume plaquetário médio abaixo do normal apresentaram um escore de Gensini (36,73 ± 32,5 vs. 45,63 ± 32,63; p = 0,023) e doença coronariana triarterial (18% VS. 36%; p = 0,007) significativamente inferiores se comparados com aqueles apresentando valores de volume plaquetário médio dentro dos intervalos populacionais. CONCLUSÃO: Nossas constatações não demonstraram nenhuma relação linear entre o volume plaquetário médio e a extensão da doença arterial coronariana, ao passo que os pacientes com volume plaquetário médio abaixo do normal apresentaram uma extensão reduzida da doença arterial coronariana.

  • angiografia coronariana
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Trombocitopenia
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15/04/2013 DOI: 10.5935/abc.20130041
Acurácia dos escores GRACE e TIMI na predição da gravidade angiográfica da síndrome coronariana aguda
ABC
Artigo Original

Acurácia dos escores GRACE e TIMI na predição da gravidade angiográfica da síndrome coronariana aguda

Carolina Esteves Barbosa et al. Mateus Viana Mariana Brito Michael Sabino … Guilherme Garcia Mayara Maraux Alexandre Costa Souza Márcia Noya-Rabelo J. Péricles Esteves Luis Cláudio Lemos Correia

FUNDAMENTO: A acurácia dos escores GRACE e TIMI em predizer a extensão da doença coronariana em pacientes com síndromes coronarianas agudas sem supradesnivelamento do segmento ST (SCA) não está estabelecida. OBJETIVO: Testar a hipótese de que os escores de risco GRACE e TIMI predizem satisfatoriamente a extensão da doença coronariana, em pacientes com SCA submetidos a coronariografia. MÉTODOS: Indivíduos admitidos com critérios objetivos de SCA e que realizaram coronariografia durante o internamento foram consecutivamente analisados. A doença coronariana angiográfica foi descrita de três formas: quantificação da extensão da doença coronariana pelo escore de Gensini; presença de qualquer obstrução coronariana (> 70% ou > 50% quando tronco de coronária esquerda); presença de doença severa (triarterial ou tronco de coronária esquerda). RESULTADOS: Em 112 pacientes avaliados, observou-se correlação positiva do escore de Gensini com os escores GRACE (p = 0,017) e TIMI (p = 0,02), porém essa associação foi de fraca magnitude (r = 0,23 e r = 0,27; respectivamente). O escore GRACE não foi capaz de predizer doença coronariana obstrutiva (área abaixo da curva ROC = 0,57; 95%IC = 0,46 – 0,69), nem doença coronariana severa (ROC = 0,59; 95%IC = 0,48 -0,70). O Escore TIMI se mostrou modesto preditor em relação à presença de doença coronariana (ROC = 0,65; 95%IC = 0,55 – 0,76) e presença de doença severa (ROC = 0,66; 95%IC = 0,56 – 0,76). CONCLUSÃO: (1) Existe associação positiva entre o valor dos escores TIMI ou GRACE e a extensão da doença coronária em pacientes com SCA; (2) No entanto, o grau dessa associação não é suficiente para que esses escores sejam preditores acurados dos resultados da coronariografia.

  • angiografia coronariana
  • Pontuação de Propensão
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Vasos Coronários
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30/08/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000080 Visualizações 1
Avaliação angiográfica do volume de placa e eventos cardiovasculares após implante de stents coronarianos
ABC
Artigo Original

Avaliação angiográfica do volume de placa e eventos cardiovasculares após implante de stents coronarianos

Erlon Oliveira de Abreu-Silva et al. Alexandre Schaan de Quadros Marco Tulio Zanettini Carlos Antonio Gottschall

FUNDAMENTO: O volume de placa (VP) está relacionado a eventos cardiovasculares maiores (ECVM) após o implante de stents coronarianos. OBJETIVO: Avaliar a associação entre o VP antes do procedimento avaliado por angiografia e desfechos clínicos. MÉTODOS: Trata-se de estudo de coorte prospectivo incluindo pacientes submetidos a implante de stents coronarianos em um centro de referência. O VP antes do implante do stent foi avaliado pela fórmula descrita por Giugliano (Am J Cardiol 2005; 95:173): VP = À X (comprimento da lesão) X [(diâmetro do vaso/2)² – (diâmetro luminal mínimo/2)²]. Os ECVM foram registrados no seguimento clínico de um ano e análise de regressão linear múltipla foi realizada para identificar os preditores de eventos. RESULTADOS: A amostra estudada consistiu em 824 pacientes, com idade média de 60 ± 11 anos, sendo 70,0% do gênero masculino. O diabete melito estava presente em 21,0% e o comprometimento triarterial em 12,0%. O diâmetro médio de referência foi de 3,3 ± 3,2 mm, a média do comprimento da lesão foi de 10,2 ± 4,7 mm e a média da estenose residual foi de 1,0% ± 12,0%. Os pacientes com ECVM apresentaram VP maior do que aqueles sem eventos (92,84 ± 42,85 vs 85 ± 46,85; p = 0,03). Outras variáveis associadas com ECVM na análise univariada foram comprometimento triarterial, IAM, diâmetro do vaso e comprimento da lesão tratada. O VP manteve a associação significativa com ECVM após ajuste para as variáveis descritas e diabete melito. CONCLUSÃO: O volume da placa do ateroma antes do implante do stent foi maior nos pacientes que apresentaram ECVM no seguimento clínico em um ano, independentemente de outros preditores de eventos.

  • angiografia coronariana
  • angioplastia transluminal percutânea coronariana
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Stents
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12/11/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000150
ABC
Artigo Original

Gravidade da lesão angiográfica coronariana e polimorfismo da APOE nas síndromes coronarianas agudas

Arlisa Monteiro de Castro Dias et al. Amália Faria dos Reis Claudia Guerra Murad Saud Maria das Graças Leitão Chilinque … Rafaela Ferreira Leite Rosemery Nunes Cardoso Abdalah Mariana Ferreira Fiqueiredo Georgina Severo Ribeiro Carlos Augusto Cardozo de Faria

FUNDAMENTO: Existem evidências de associação entre o polimorfismo da apolipoproteína E (APOE) e a doença coronariana, entretanto há controvérsias. OBJETIVO: Avaliar a associação entre o número de vasos coronarianos acometidos por obstrução significativa definida por angiografia, o polimorfismo da APOE e as variáveis clínicas. MÉTODOS: Estudo transversal multicêntrico que envolveu 207 pacientes (138 homens) com síndrome coronariana aguda (SCA) em Niterói (RJ – Brasil), os quais realizaram angiografia coronariana e determinação do genótipo para o polimorfismo APOE *2*3*4, pelo método de Restriction Fragment Length Polymorphism (RFLP). RESULTADOS: A frequência dos alelos APOE *2 foi de 6,8%, *3 foi de 82,5%, e *4 foi de 10,7%. Quanto ao número de vasos lesados, 27% dos pacientes apresentavam obstrução uniarterial, 33,8%, biarterial, e 39,1%, triarterial ou de tronco da coronária esquerda. O grau de lesão multivascular não se relacionou com a presença do alelo *4 (p = 0,78), mas com a idade > 55 anos (p = 0,025), o ex-tabagismo (p = 0,004) e a dislipidemia (p = 0,05) na análise multivariada e com doença arterial coronariana prévia (p = 0,05), diabete (p = 0,038) e síndrome metabólica (p = 0,021) na análise univariada. A prevalência de dislipidemia, diabete e hipertensão arterial sistêmica (HAS) foi elevada em relação a estudos semelhantes, com aumento progressivo da prevalência de HAS (p = 0,59) e de diabete (p = 0,06), de acordo com o número de vasos lesados. CONCLUSÃO: O polimorfismo da APOE não se associou ao número de vasos coronarianos com obstrução significativa em qualquer faixa etária. Por outro lado, a idade > 55 anos, o ex-tabagismo e a dislipidemia associaram-se à lesão multivascular.

  • angiografia coronariana
  • Apolipoproteína E2
  • Polimorfismo Genético
  • Síndrome Coronariana Aguda
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22/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000900005
Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro
ABC
Artigo Original

Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro

Dany David Kruczan et al. Nelson Albuquerque de Souza e Silva Basílio de Bragança Pereira Vítor André Romão … Wilson Braz Correa Filho Fidel Ernesto Castro Morales

OBJETIVO: Avaliar a prevalência de doença arterial coronariana (DAC) na valvopatia de etiologia reumática e não-reumática, examinando possíveis fatores preditivos da presença da doença. MÉTODOS: Estudo transversal, de série de casos obtidos em população pré-definida. Foram avaliados 1.412 pacientes com indicação de cirurgia cardíaca por qualquer etiologia. Destes, foram encontrados e estudados 294 casos com valvopatia primária de etiologias reumática e não-reumática, com idade > 40 anos, submetidos a coronariografia. RESULTADOS: Os valvopatas reumáticos apresentaram menor prevalência de DAC (4%) que os não-reumáticos (33,61%) (p 55 anos, HAS, dor torácica típica, diabete e dislipidemia se relacionavam diretamente com a DAC, sendo as três últimas as variáveis de maior peso para a doença. CONCLUSÃO: A prevalência de DAC é baixa entre valvopatas reumáticos e mais alta entre não-reumáticos; a etiologia reumática não parece exercer efeito protetor sobre a prevalência de DAC; e as variáveis sexo, idade, HAS, dor torácica típica, dislipidemia e diabete melito foram identificadas como fortemente associadas à presença de DAC. É possível definir critérios de indicação de coronariografia pré-operatória nas trocas valvares, podendo-se evitar a indicação rotineira a partir dos 40 anos.

  • angiografia coronariana
  • arteriosclerose coronariana
  • cardiopatia reumática
  • Doenças das Valvas Cardíacas
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27/03/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000300010
Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana
ABC
Artigo Original

Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana

Luciana Moreira Lima et al. Maria das Graças Carvalho Ana Paulo Fernandes Adriano de Paula Sabino … Andréia Assis Loures-Vale Cirilo Pereira da Fonseca Neto José Carlos Faria Garcia Jamil Abdala Saad Marinez Oliveira Sousa

OBJETIVO: Determinar os níveis plasmáticos de homocisteína e a incidência do polimorfismo C677T no gene da enzima metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) em um grupo de indivíduos submetidos a angiografia coronariana, buscando estabelecer a possível correlação entre esses parâmetros e a gravidade da doença arterial coronariana (DAC), bem como investigar a correlação entre hiper-homocisteinemia e a presença do polimorfismo. MÉTODOS: Vinte indivíduos com ausência de ateromatose nas coronárias (controles), quatorze indivíduos apresentando ateromatose leve/moderada e vinte e nove indivíduos apresentando ateromatose grave foram avaliados. RESULTADOS: Para o parâmetro homocisteína foram observadas diferenças significativas entre as médias dos grupos controle e ateromatose grave (p < 0,001). Entre os demais grupos não foram observadas diferenças significativas. O grupo ateromatose grave apresentou uma freqüência de 62,0% e 6,9% para o polimorfismo C677T no gene da enzima MTHFR, em heterozigose e homozigose, respectivamente. Entretanto, não foi observada correlação entre a presença da mutação e hiper-homocisteinemia. Foi observada uma correlação positiva da ordem de 41,91% (p < 0,001) entre hiper-homocisteinemia e a presença de DAC. CONCLUSÃO: O achado mais importante deste estudo foi a associação entre hiper-homocisteinemia e a presença de estenose coronariana superior a 70%; entretanto, permanece a dúvida se o aumento da concentração plasmática de homocisteína constitui um fator determinante para o agravamento da lesão aterosclerótica nas coronárias ou se o mesmo é uma conseqüência desta lesão.

  • angiografia coronariana
  • homocisteína
  • metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR)
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20/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000200006 Visualizações 1
Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) correlacionados com a gravidade da doença arterial coronariana em pacientes submetidos à angiografia
ABC
Artigo Original

Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) correlacionados com a gravidade da doença arterial coronariana em pacientes submetidos à angiografia

Luciana Moreira Lima et al. Maria das Graças Carvalho Andréia Assis Loures-Vale Ana Paula Fernandes … Ana Paula Lucas Mota Cirilo Pereira da Fonseca Neto José Carlos Faria Garcia Jamil Abdala Saad Marinez de Oliveira Souza

OBJETIVO: Determinar os níveis plasmáticos de lipoproteína(a) e perfil lipídico de um grupo de indivíduos submetidos à angiografia coronariana, buscando estabelecer a possível correlação entre estes parâmetros e a gravidade da doença coronariana. MÉTODOS: Níveis plasmáticos de colesterol total, HDL C, LDL C, triglicérides, lipoproteína(a), apolipoproteínas A-I e B foram medidos em amostras de sangue de 17 indivíduos com ausência de ateromatose nas coronárias (controles), 12 indivíduos apresentando ateromatose leve/moderada e 28 indivíduos apresentando ateromatose grave. RESULTADOS: Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre as médias dos três grupos para os parâmetros avaliados, exceto para os níveis plasmáticos de lipoproteína(a) que apresentaram diferenças significativas entre as médias dos grupos controle, ateromatose leve/moderada e ateromatose grave (p<0,001). CONCLUSÃO: As médias obtidas nos três grupos para Lp(a) sinalizam um aumento progressivo nos níveis plasmáticos deste parâmetro, de acordo com a gravidade da ateromatose coronariana. Estes achados sugerem a necessidade de estudos adicionais, visando obter suficiente evidência para a introdução rotineira da avaliação dos níveis de Lp(a) em laboratórios clínicos, no monitoramento de pacientes apresentando risco para doença arterial coronariana (DAC).

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  • Doença arterial coronariana
  • lipoproteína(a)
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16/10/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001600006 Visualizações 2
Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa
ABC
Artigo Original

Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa

Celso Kiyochi Takimura et al. Pedro Alves Lemos Marco Antonio Perin Expedito Eustáquio Ribeiro da Silva … John Ambrose José Antonio Franchini Ramires Eulógio Emílio Martinez Filho

OBJETIVO: Certas características geométricas angiográficas de lesões coronarianas foram descritas como preditoras independentes de um futuro infarto do miocárdio. O objetivo deste estudo foi correlacionar esses marcadores com achados do ultra-som intracoronariano sabidamente associados com maior vulnerabilidade à ruptura de placa. MÉTODOS: Estudou-se 30 pacientes com síndromes coronarianas estáveis e lesões de novo (31 lesões) com angiografia e ultra-som intracoronariano. Para cada lesão as características geométricas angiográficas (grau de simetria, grau de estenose, comprimento da lesão e ângulo de saída) foram correlacionadas com as variáveis ultra-sonográficas: tipo de placa (mole, fibrosa, mista ou calcificada), área porcentual de placa e índice de remodelamento. RESULTADOS: O comprimento médio da lesão foi de 9,2 ± 4,4 mm, o porcentual de estenose foi de 50,0% a 89,0% (média 67,7 ± 12,1%), ângulos de entrada variaram de 8,48º a 48,78º (média 24,0 ± 11,4º), ângulos de saída variaram de 8,30º a 53,03º (média 23,8 ± 11,7º) e o índice de simetria variou de 0 a 1 (média 0,56 ± 0,32). À avaliação com ultra-som intracoronariano, freqüência de placas moles ou calcificadas, remodelamento positivo e magnitude da área porcentual de placa não foram associados com nenhuma característica geométrica angiográfica (p > 0,05 para todas as análises). CONCLUSÃO: Características geométricas angiográficas que predis-põem à oclusão aguda não se correlacionam com achados morfológicos e quantitativos do ultra-som intracoronariano associados com a vulnerabilidade da placa.

  • angiografia coronariana
  • Aterosclerose coronariana
  • ultra-som intracoronariano
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500006

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Güvenç TS, Hasdemir H, Erer HB, İlhan E, Özcan KS, Çalık AN, Çetin R, et al. O volume plaquetário médio abaixo do normal está associado com extensão reduzida de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(3):255-60.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Güvenç, Tolga Sinan; Hasdemir, Hakan; Erer, Hatice Betül; İlhan, Erkan; Özcan, Kazım Serhan; Çalık, Ali Nazmi; Çetin, Rengin; Eren, Mehmet. O volume plaquetário médio abaixo do normal está associado com extensão reduzida de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 3, p. 255-260, abr. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Güvenç, T. S., Hasdemir, H., Erer, H. B., İlhan, E., Özcan, K. S., Çalık, A. N., Çetin, R., & Eren, M. (2013). O volume plaquetário médio abaixo do normal está associado com extensão reduzida de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(3), 255-260.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Güvenç, Tolga Sinan and Hasdemir, Hakan and Erer, Hatice Betül and İlhan, Erkan and Özcan, Kazım Serhan and Çalık, Ali Nazmi and Çetin, Rengin and Eren, Mehmet. O volume plaquetário médio abaixo do normal está associado com extensão reduzida de doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 255-260. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-volume-plaquetario-medio-abaixo-do-normal-esta-associado-com-extensao-reduzida-de-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Barbosa CE, Viana M, Brito M, Sabino M, Garcia G, Maraux M, Souza AC, et al. Acurácia dos escores GRACE e TIMI na predição da gravidade angiográfica da síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(3):818-24.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Carolina Esteves; Viana, Mateus; Brito, Mariana; Sabino, Michael; Garcia, Guilherme; Maraux, Mayara; Souza, Alexandre Costa; Noya-Rabelo, Márcia; Esteves, J. Péricles; Correia, Luis Cláudio Lemos. Acurácia dos escores GRACE e TIMI na predição da gravidade angiográfica da síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 3, p. 818-824, ago. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, C. E., Viana, M., Brito, M., Sabino, M., Garcia, G., Maraux, M., Souza, A. C., Noya-Rabelo, M., Esteves, J. P., & Correia, L. C. L. (2012). Acurácia dos escores GRACE e TIMI na predição da gravidade angiográfica da síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(3), 818-824.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Carolina Esteves and Viana, Mateus and Brito, Mariana and Sabino, Michael and Garcia, Guilherme and Maraux, Mayara and Souza, Alexandre Costa and Noya-Rabelo, Márcia and Esteves, J. Péricles and Correia, Luis Cláudio Lemos. Acurácia dos escores GRACE e TIMI na predição da gravidade angiográfica da síndrome coronariana aguda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 818-824. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/acuracia-dos-escores-grace-e-timi-na-predicao-da-gravidade-angiografica-da-sindrome-coronariana-aguda/>. ISSN 0066-782X

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Abreu-Silva EO, Quadros AS, Zanettini MT, Gottschall CA. Avaliação angiográfica do volume de placa e eventos cardiovasculares após implante de stents coronarianos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(6):679-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abreu-Silva, Erlon Oliveira de; Quadros, Alexandre Schaan de; Zanettini, Marco Tulio; Gottschall, Carlos Antonio. Avaliação angiográfica do volume de placa e eventos cardiovasculares após implante de stents coronarianos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 679-684, nov. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abreu-Silva, E. O. , Quadros, A. S. , Zanettini, M. T., & Gottschall, C. A. (2010). Avaliação angiográfica do volume de placa e eventos cardiovasculares após implante de stents coronarianos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 679-684.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Abreu-Silva, Erlon Oliveira de and Quadros, Alexandre Schaan de and Zanettini, Marco Tulio and Gottschall, Carlos Antonio. Avaliação angiográfica do volume de placa e eventos cardiovasculares após implante de stents coronarianos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 679-684. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-angiografica-do-volume-de-placa-e-eventos-cardiovasculares-apos-implante-de-stents-coronarianos/>. ISSN 0066-782X

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Dias AMC, Reis AF, Saud CGM, Chilinque MGL, Leite RF, Abdalah RNC, Fiqueiredo MF, et al. Gravidade da lesão angiográfica coronariana e polimorfismo da APOE nas síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(3):221-30.

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Dias, Arlisa Monteiro de Castro; Reis, Amália Faria dos; Saud, Claudia Guerra Murad; Chilinque, Maria das Graças Leitão; Leite, Rafaela Ferreira; Abdalah, Rosemery Nunes Cardoso; Fiqueiredo, Mariana Ferreira; Ribeiro, Georgina Severo; Faria, Carlos Augusto Cardozo de. Gravidade da lesão angiográfica coronariana e polimorfismo da APOE nas síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 3, p. 221-230, out. 2009.

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Dias, A. M. C., Reis, A. F. , Saud, C. G. M., Chilinque, M. G. L., Leite, R. F., Abdalah, R. N. C., Fiqueiredo, M. F., Ribeiro, G. S., & Faria, C. A. C. (2009). Gravidade da lesão angiográfica coronariana e polimorfismo da APOE nas síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(3), 221-230.

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Dias, Arlisa Monteiro de Castro and Reis, Amália Faria dos and Saud, Claudia Guerra Murad and Chilinque, Maria das Graças Leitão and Leite, Rafaela Ferreira and Abdalah, Rosemery Nunes Cardoso and Fiqueiredo, Mariana Ferreira and Ribeiro, Georgina Severo and Faria, Carlos Augusto Cardozo de. Gravidade da lesão angiográfica coronariana e polimorfismo da APOE nas síndromes coronarianas agudas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 221-230. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/gravidade-da-lesao-angiografica-coronariana-e-polimorfismo-da-apoe-nas-sindromes-coronarianas-agudas/>. ISSN 0066-782X

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Kruczan DD, Silva NAS, Pereira BB, Romão VA, Correa Filho WB, Morales FEC. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(3):217-23.

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Kruczan, Dany David; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Pereira, Basílio de Bragança; Romão, Vítor André; Correa Filho, Wilson Braz; Morales, Fidel Ernesto Castro. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 3, p. 217-223, mar. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kruczan, D. D., Silva, N. A. S. , Pereira, B. B., Romão, V. A., Correa Filho, W. B., & Morales, F. E. C. (2008). Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(3), 217-223.

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Kruczan, Dany David and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Pereira, Basílio de Bragança and Romão, Vítor André and Correa Filho, Wilson Braz and Morales, Fidel Ernesto Castro. Doença arterial coronariana em pacientes com valvopatia reumática e não-reumática acompanhados em hospital público do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 217-223. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-arterial-coronariana-em-pacientes-com-valvopatia-reumatica-e-nao-reumatica-acompanhados-em-hospital-publico-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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Lima LM, Carvalho MG, Fernandes AP, Sabino AP, Loures-Vale AA, Fonseca Neto CP, Garcia JCF, et al. Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(2):167-72.

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Lima, Luciana Moreira; Carvalho, Maria das Graças; Fernandes, Ana Paulo; Sabino, Adriano de Paula; Loures-Vale, Andréia Assis; Fonseca Neto, Cirilo Pereira da; Garcia, José Carlos Faria; Saad, Jamil Abdala; Sousa, Marinez Oliveira. Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 2, p. 167-172, mar. 2007.

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Lima, L. M., Carvalho, M. G., Fernandes, A. P., Sabino, A. P., Loures-Vale, A. A., Fonseca Neto, C. P. , Garcia, J. C. F., Saad, J. A., & Sousa, M. O. (2007). Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(2), 167-172.

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Lima, Luciana Moreira and Carvalho, Maria das Graças and Fernandes, Ana Paulo and Sabino, Adriano de Paula and Loures-Vale, Andréia Assis and Fonseca Neto, Cirilo Pereira da and Garcia, José Carlos Faria and Saad, Jamil Abdala and Sousa, Marinez Oliveira. Homocistéina e metilenotetrahidrofolato redutase em indivíduos submetidos à angiografia coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 167-172. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-e-metilenotetrahidrofolato-redutase-em-individuos-submetidos-a-angiografia-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Lima LM, Carvalho MG, Loures-Vale AA, Fernandes AP, Mota APL, Fonseca Neto CP, Garcia JCF, et al. Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) correlacionados com a gravidade da doença arterial coronariana em pacientes submetidos à angiografia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(3):260-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lima, Luciana Moreira; Carvalho, Maria das Graças; Loures-Vale, Andréia Assis; Fernandes, Ana Paula; Mota, Ana Paula Lucas; Fonseca Neto, Cirilo Pereira da; Garcia, José Carlos Faria; Saad, Jamil Abdala; Souza, Marinez de Oliveira. Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) correlacionados com a gravidade da doença arterial coronariana em pacientes submetidos à angiografia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 3, p. 260-266, out. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lima, L. M., Carvalho, M. G., Loures-Vale, A. A., Fernandes, A. P., Mota, A. P. L., Fonseca Neto, C. P. , Garcia, J. C. F., Saad, J. A., & Souza, M. O. (2006). Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) correlacionados com a gravidade da doença arterial coronariana em pacientes submetidos à angiografia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(3), 260-266.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lima, Luciana Moreira and Carvalho, Maria das Graças and Loures-Vale, Andréia Assis and Fernandes, Ana Paula and Mota, Ana Paula Lucas and Fonseca Neto, Cirilo Pereira da and Garcia, José Carlos Faria and Saad, Jamil Abdala and Souza, Marinez de Oliveira. Níveis plasmáticos elevados de lipoproteína(a) correlacionados com a gravidade da doença arterial coronariana em pacientes submetidos à angiografia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 260-266. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/niveis-plasmaticos-elevados-de-lipoproteinaa-correlacionados-com-a-gravidade-da-doenca-arterial-coronariana-em-pacientes-submetidos-a-angiografia/>. ISSN 0066-782X

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Takimura CK, Lemos PA, Perin MA, Silva EER, Ambrose J, Ramires JAF, Martinez Filho EE, et al. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):99-105.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Takimura, Celso Kiyochi; Lemos, Pedro Alves; Perin, Marco Antonio; Silva, Expedito Eustáquio Ribeiro da; Ambrose, John; Ramires, José Antonio Franchini; Martinez Filho, Eulógio Emílio. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 99-105, set. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Takimura, C. K., Lemos, P. A., Perin, M. A., Silva, E. E. R. , Ambrose, J., Ramires, J. A. F., & Martinez Filho, E. E. (2006). Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 99-105.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Takimura, Celso Kiyochi and Lemos, Pedro Alves and Perin, Marco Antonio and Silva, Expedito Eustáquio Ribeiro da and Ambrose, John and Ramires, José Antonio Franchini and Martinez Filho, Eulógio Emílio. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 99-105. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-geometricos-angiograficos-de-infarto-do-miocardio-nao-sao-associados-com-marcadores-ultra-sonograficos-de-vulnerabilidade-da-placa/>. ISSN 0066-782X

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