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  2. Palavra-chave: Educação
ABC
Editorial

O Papel da Impressão 3D de Baixo Custo na Educação em Cardiopatias Congênitas

Vítor Ramos

A impressão tridimensional (3D) emergiu como uma tecnologia transformadora no tratamento de cardiopatias congênitas (CC), oferecendo novas possibilidades para visualização anatômica, planejamento de procedimentos e educação.– Ao converter conjuntos de dados de imagem padrão em modelos físicos tangíveis, clínicos e residentes obtêm uma compreensão espacial intuitiva de malformações cardíacas complexas que muitas vezes são difíceis de interpretar usando apenas imagens bidimensionais.,

No entanto, a sustentabilidade de um programa de impressão 3D exige um planejamento financeiro cuidadoso. Os custos relacionados à infraestrutura, equipamentos, materiais e pessoal dedicado podem limitar a viabilidade a longo prazo., Felizmente, a crescente disponibilidade de softwares gratuitos e materiais de baixo custo reduziu significativamente as barreiras financeiras, tornando esses fluxos de trabalho mais acessíveis a instituições com recursos limitados.

[…]

  • Cardiopatias Congênitas
  • Educação
  • Impressão tridimensional
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16/03/2026 DOI: 10.36660/abc.20250805 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Retenção das Habilidades de Ressuscitação Cardiopulmonar nos Estudantes de Medicina

Miguel Antônio Moretti et al. Adriana de Oliveira Camboim Caroline Awoki Ferrandez Isabela Corralo Ramos … Iaggo Bemini Costa Juliana Seidler Canonaco Vanessa Lopes Mathia João Fernando Monteiro Ferreira Antonio Carlos Palandri Chagas

Resumo

Fundamento

A redução da mortalidade e das sequelas de uma vítima de parada cardíaca depende de um atendimento eficaz, rápido e iniciado o mais precocemente possível. O suporte básico de vida (SBV) compreende uma série de etapas que podem ser iniciadas fora do ambiente hospitalar, e ensinadas para qualquer pessoa em cursos específicos. Porém, é importante que o socorrista retenha o conhecimento e as habilidades, pois nunca se sabe quando será necessário realizar uma ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Entretanto, estudos mostram que existe uma perda das habilidades em executar uma RCP já com 30 dias após o treinamento, com variações segundo algumas características das pessoas e da atividade profissional.

Objetivo

Avaliar se os estudantes de medicina são capazes de reter as habilidades por mais de seis meses.

Métodos

Estudo prospectivo, caso controle, observacional. Estudantes de medicina realizaram um curso sobre morte súbita e parada cardíaca de 40 horas. A avaliação das habilidades foi realizada imediatamente após o curso e seis meses depois. Foram comparadas as notas individuais entre dois momentos, foi avaliada a porcentagem de acerto em cada etapa e uma análise global do atendimento foi classificado como ótimo, bom e ruim. Os avaliadores e critérios foram os mesmos nos dois momentos. Os dados foram analisados pelos teste-t pareado e teste de McNemar, onde para um nível de confiança de 95% o critério para significância foi p < 0,05.

Resultados

Cinquenta estudantes (27 do sexo feminino) do primeiro ano, com idade entre 18 e 24 anos (média 21), realizaram o curso. O número de etapas cumpridas de forma correta após seis meses foi significativamente menor que logo após o curso (10,8 vs 12,5 p < 0,001). O sexo e idade não interferiram nos resultados. A qualidade global foi considerada ótima em 78% dos atendimentos realizados logo após o curso, significativamente, maior que os 40% após seis meses (p < 0,01). Após seis meses, maior número de erros foi observado nas etapas relacionadas às habilidades mais práticas (como posicionamento das mãos).

Conclusão

Seis meses após o curso observamos uma perda significativa das habilidades, entre estudantes de medicina, prejudicando a eficácia global do atendimento.

  • Aprendizagem
  • Educação
  • Estudantes de Medicina
  • Habilidade
  • Mortalidade
  • Parada cardíaca
  • Reanimação Cardiopulmonar
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16/08/2021 DOI: 10.36660/abc.20200546 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Educação como Determinante Social Associado ao Risco Cardiovascular

Dalton Bertolim Precoma

Considerações finais

Atualmente é bem estabelecida a importância dos DSS e a doença cardiovascular. Apesar dos modernos recursos diagnósticos e de tratamento, a implementação das medidas preventivas pode ser muito afetada pela não observância dos múltiplos fatores que compõe os determinantes sociais.

É fundamental que os outros DSS sejam valorizados e estudados de maneira mais ampla e para que seja estabelecido a real dimensão do problema e soluções sejam propostas. Os países devem proporcionar a discussão mais ampla e colaborar na tomada de decisões de forma conjunta.

[…]

  • Determinantes Sociais da Saúde
  • Doenças Cardiovasculares
  • Educação
  • Mortalidade
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26/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20210444
ABC
Editorial

Taxa Atual de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Estado do Rio de Janeiro: Mais do que Apenas um Sonho no Rio

Antonio de Padua Mansur

As doenças cardiovasculares (DCV) são as principais causas de morte em mulheres e homens no Brasil. Desde 1980, houve uma redução significativa da mortalidade por essas doenças. De 1980 a 2012, a menor redução foi de 31% para doenças isquêmicas do coração (DIC) em homens, e a maior redução foi de 54% para doenças cerebrovasculares (DCBV) em mulheres. Apesar de uma redução importante da mortalidade por DIC, a redução da mortalidade por DCBV foi a que mais contribuiu para a redução total da mortalidade por DCV. No entanto, análises comparativas dos períodos de 1980 a 2006 com os de 2007 a 2012 mostraram maior redução percentual da mortalidade por DCV, DIC e DCBV no período de 1980 a 2006. No período de 2007 a 2012, houve redução significativa, porém menos intensa, da mortalidade por DCV e DCBV quando comparada ao período anterior, enquanto a mortalidade por DIC permaneceu inalterada em mulheres e homens. O mesmo fenômeno foi observado nos EUA e em alguns países da Europa neste período, e essa tendência desfavorável tem sido associada ao aumento da incidência de obesidade e diabetes mellitus e ao controle inadequado dos fatores de risco.– O controle dos principais fatores de risco para DCV reduz a mortalidade por DCV em pelo menos 50%, e o que se destaca neste processo é a prevenção primária por meio do controle dos principais fatores de risco, a saber, hipertensão, tabagismo, diabetes e dislipidemia.,

A hipertensão é o principal fator de risco na gênese da DCBV, enquanto os demais fatores de risco também participam da gênese da DIC, o que leva a maior dificuldade na prevenção da DIC, justificando a tendência desfavorável da DIC em relação à DCBV. Atualmente, o nível socioeconômico (renda familiar, emprego, educação e fatores ambientais) também é considerado um fator de risco independente para DCV que é equivalente aos fatores de risco tradicionais. A influência do nível socioeconômico é um dos principais fatores responsáveis pela maior mortalidade por DCV nas populações menos favorecidas.

[…]

  • Diabetes mellitus
  • Dislipidemia
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Educação
  • Fatores de risco
  • Fatores Socioeconômicos
  • Hipertensão
  • Isquemia Miocárdica
  • Obesidade
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16/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20210203 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Original Article

Ensino de Suporte Básico de Vida para Alunos de Escolas Pública e Privada do Ensino Médio

José Maria Gonçalves Fernandes et al. Amanda Lira dos Santos Leite Bruna de Sá Duarte Auto José Elson Gama de Lima … Ivan Romero Rivera Maria Alayde Mendonça

Fundamento:

Embora recomendado como parte obrigatória do currículo escolar, o ensino de suporte básico de vida (SBV) ainda não foi implementado no ensino médio na maioria dos países.

Objetivo:

Comparar o conhecimento prévio e o grau de aprendizado imediato e tardio entre alunos do ensino médio de uma escola pública e outra privada, após capacitação em SBV.

Métodos:

Inicialmente, trinta alunos de cada escola responderam a um questionário sobre ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e o uso do desfibrilador externo automático (DEA); em seguida, receberam treinamento teórico-prático de SBV e foram reavaliados imediatamente e seis meses após o curso.

Resultados:

As taxas de acertos dos alunos de ambas as escolas nas avaliações prévia, imediata e tardia apresentaram diferenças estatisticamente significantes e melhor desempenho da escola privada em relação à escola pública nas três avaliações, respectivamente, 42% ± 14% vs. 30,2% ± 12,2%, p = 0,001; 86% ± 7,8% vs. 62,4% ± 19,6%, p < 0,001 e 65% ± 12,4% vs. 45,6% ± 16%, p < 0,001. A razão de chance do total das questões mostrou um melhor rendimento da escola privada em relação à pública nas três avaliações, respectivamente: 1,66 (IC95% 1,26-2,18), p < 0,001; 3,56 (IC95% 2,57-4,93), p < 0,001 e 2,21(1,69-2,89), p < 0,001.

Conclusões:

Antes do treinamento, a maioria dos estudantes tinha um conhecimento insuficiente sobre RCP e DEA; após o curso de SBV, observou-se uma melhora significativa tanto imediata como tardia no aprendizado dos estudantes, notadamente para os alunos da escola privada.

  • Educação
  • Estudantes do Ensino Médio
  • ressuscitação cardiopulmonar
  • Suporte Básico de Vida
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06/06/2014 DOI: 10.5935/abc.20140071 Visualizações 1
Educação e monitorização por telefone de pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado
ABC
Artigo Original

Educação e monitorização por telefone de pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado

Fernanda B Domingues et al. Nadine Clausell Graziella B Aliti Daniela R Dominguez Eneida R Rabelo

FUNDAMENTO: Diferentes abordagens de enfermagem no manejo de pacientes com insuficiência cardíaca (IC) tem demonstrado benefícios na redução da morbidade e mortalidade. Entretanto, a combinação de educação intra-hospitalar com contato telefônico após a alta hospitalar tem sido pouco explorada. OBJETIVO: Comparar dois grupos de intervenção de enfermagem entre pacientes hospitalizados devido à IC descompensada: o grupo intervenção (GI) recebeu intervenção educativa de enfermagem durante a hospitalização, seguida de monitorização por telefone após a alta hospitalar e o grupo controle (GC) recebeu apenas a intervenção hospitalar. Os desfechos foram conhecimento da IC e autocuidado, número de visitas à emergência, re-hospitalizações e morte em um período de três meses. MÉTODOS: Ensaio clínico randomizado. Pacientes adultos com IC e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) < 45% que podiam ser contatados por telefone após a alta foram estudados. O conhecimento da IC foi avaliado por meio de um questionário padronizado que também incluía questões referentes ao conhecimento do autocuidado, o qual foi respondido durante o período de hospitalização e três meses depois. Para os pacientes do grupo GI, os contatos foram realizados por meio de telefonemas e as entrevistas finais foram conduzidas em ambos os grupos ao final do estudo. RESULTADOS: Quarenta e oito pacientes foram alocados no GI e 63 no grupo GC. A idade média (63 ± 13 anos) e FEVE (aproximadamente 29%) eram similares nos dois grupos. Os escores para conhecimento da IC e autocuidado foram similares na avaliação basal. Três meses depois, ambos os grupos demonstraram melhora significativa dos escores de conhecimento da IC e autocuidado (P < 0,001). Outros desfechos foram similares. CONCLUSÃO: A intervenção educativa de enfermagem intra-hospitalar beneficiou todos os pacientes com IC em relação ao conhecimento da doença e autocuidado, independente do contato telefônico após a alta hospitalar.

  • Educação
  • enfermagem
  • Ensaio Clínico
  • Insuficiência Cardíaca
  • pessoal de saúde
  • telefone
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04/02/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000014 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Construção e validação do "CADE-Q" para educação de pacientes em programas de reabilitação cardíaca

Gabriela Lima de Melo Ghisi et al. Adriana Durieux Waldomiro Carlos Manfroi Artur Haddad Herdy … Tales de Carvalho Alexandre Andrade Magnus Benetti

FUNDAMENTO: O conhecimento sobre a doença arterial coronariana pode ser considerado o primeiro passo para reduzir o risco de complicações cardíacas. OBJETIVOS: Construir e validar um instrumento capaz de avaliar e descrever o conhecimento do paciente coronariano em programas de reabilitação cardíaca, com a finalidade de educação. MÉTODOS: Para construção, foi realizada análise de artigos e estudo de campo para a apresentação de itens a uma equipe multidisciplinar associada à reabilitação cardíaca. Após análise, foi gerada a versão testada em um estudo-piloto. O instrumento, nomeado CADE-Q (Questionário para Educação do Paciente Coronariano), foi aplicado em 155 pacientes com idade de 61 ± 9 anos (mín = 36 ; máx = 86), participantes de programas de reabilitação cardíaca. Dos 155 pacientes, 114 eram homens. A consistência interna foi verificada pelo coeficiente Alpha de Cronbach. A reprodutibilidade foi testada através do coeficiente de correlação intraclasse (CCIC) e a validade de construto por análise fatorial exploratória. Foi realizada análise comparando os escores totais em função de características da população e entre os grupos de reabilitação (privado e público). RESULTADOS: A versão final possui 19 questões com 4 alternativas, com 4 quadrantes de conhecimento. O Alpha de Cronbach foi de 0,68 e CCIC foi de 0,783. A análise fatorial revelou 6 fatores, abrangendo três áreas de conhecimento, o que demonstra a multifatoriedade do instrumento. A análise das características da população em função do escore total apresentou diferenças significativas em função das variáveis do nível socioeconômico (tipo de reabilitação, renda familiar e escolaridade). CONCLUSÃO: O instrumento CADE-Q apresenta validade e confiabilidade adequadas para sua utilização na população brasileira em futuras pesquisas.

  • Doença das Coronárias
  • Educação
  • Questionários
  • Reabilitação
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07/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000045 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Ramos V. O Papel da Impressão 3D de Baixo Custo na Educação em Cardiopatias Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(1):e20250805.

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Ramos, Vítor. O Papel da Impressão 3D de Baixo Custo na Educação em Cardiopatias Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 1, e20250805, mar. 2026.

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Ramos, V. (2026). O Papel da Impressão 3D de Baixo Custo na Educação em Cardiopatias Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(1), e20250805.

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Ramos, Vítor. O Papel da Impressão 3D de Baixo Custo na Educação em Cardiopatias Congênitas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 1, [citado 2026-10-14], e20250805. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-papel-da-impressao-3d-de-baixo-custo-na-educacao-em-cardiopatias-congenitas/>. ISSN 0066-782X

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Moretti MA, Camboim AO, Ferrandez CA, Ramos IC, Costa IB, Canonaco JS, Mathia VL, et al. Retenção das Habilidades de Ressuscitação Cardiopulmonar nos Estudantes de Medicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):1030-5.

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Moretti, Miguel Antônio; Camboim, Adriana de Oliveira; Ferrandez, Caroline Awoki; Ramos, Isabela Corralo; Costa, Iaggo Bemini; Canonaco, Juliana Seidler; Mathia, Vanessa Lopes; Ferreira, João Fernando Monteiro; Chagas, Antonio Carlos Palandri. Retenção das Habilidades de Ressuscitação Cardiopulmonar nos Estudantes de Medicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 1030-1035, ago. 2021.

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Moretti, M. A., Camboim, A. O., Ferrandez, C. A., Ramos, I. C., Costa, I. B., Canonaco, J. S., Mathia, V. L., Ferreira, J. F. M., & Chagas, A. C. P. (2021). Retenção das Habilidades de Ressuscitação Cardiopulmonar nos Estudantes de Medicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 1030-1035.

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Moretti, Miguel Antônio and Camboim, Adriana de Oliveira and Ferrandez, Caroline Awoki and Ramos, Isabela Corralo and Costa, Iaggo Bemini and Canonaco, Juliana Seidler and Mathia, Vanessa Lopes and Ferreira, João Fernando Monteiro and Chagas, Antonio Carlos Palandri. Retenção das Habilidades de Ressuscitação Cardiopulmonar nos Estudantes de Medicina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1030-1035. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/retencao-das-habilidades-de-ressuscitacao-cardiopulmonar-nos-estudantes-de-medicina/>. ISSN 0066-782X

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Precoma DB. A Educação como Determinante Social Associado ao Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(1):13-4.

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Precoma, Dalton Bertolim. A Educação como Determinante Social Associado ao Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 1, p. 13-14, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Precoma, D. B. (2021). A Educação como Determinante Social Associado ao Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(1), 13-14.

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Precoma, Dalton Bertolim. A Educação como Determinante Social Associado ao Risco Cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 13-14. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-educacao-como-determinante-social-associado-ao-risco-cardiovascular/>. ISSN 0066-782X

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Mansur AP. Taxa Atual de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Estado do Rio de Janeiro: Mais do que Apenas um Sonho no Rio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(4):772-3.

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Mansur, Antonio de Padua. Taxa Atual de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Estado do Rio de Janeiro: Mais do que Apenas um Sonho no Rio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 4, p. 772-773, abr. 2021.

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Mansur, A. P. (2021). Taxa Atual de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Estado do Rio de Janeiro: Mais do que Apenas um Sonho no Rio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(4), 772-773.

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Mansur, Antonio de Padua. Taxa Atual de Mortalidade por Doenças Cardiovasculares no Estado do Rio de Janeiro: Mais do que Apenas um Sonho no Rio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 772-773. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/taxa-atual-de-mortalidade-por-doencas-cardiovasculares-no-estado-do-rio-de-janeiro-mais-do-que-apenas-um-sonho-no-rio/>. ISSN 0066-782X

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Fernandes JMG, Leite ALS, Auto BSD, Lima JEG, Rivera IR, Mendonça MA. Ensino de Suporte Básico de Vida para Alunos de Escolas Pública e Privada do Ensino Médio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(6):593-601.

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Fernandes, José Maria Gonçalves; Leite, Amanda Lira dos Santos; Auto, Bruna de Sá Duarte; Lima, José Elson Gama de; Rivera, Ivan Romero; Mendonça, Maria Alayde. Ensino de Suporte Básico de Vida para Alunos de Escolas Pública e Privada do Ensino Médio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 6, p. 593-601, jun. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fernandes, J. M. G., Leite, A. L. S., Auto, B. S. D., Lima, J. E. G. , Rivera, I. R., & Mendonça, M. A. (2014). Ensino de Suporte Básico de Vida para Alunos de Escolas Pública e Privada do Ensino Médio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(6), 593-601.

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Fernandes, José Maria Gonçalves and Leite, Amanda Lira dos Santos and Auto, Bruna de Sá Duarte and Lima, José Elson Gama de and Rivera, Ivan Romero and Mendonça, Maria Alayde. Ensino de Suporte Básico de Vida para Alunos de Escolas Pública e Privada do Ensino Médio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 593-601. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ensino-de-suporte-basico-de-vida-para-alunos-de-escolas-publica-e-privada-do-ensino-medio/>. ISSN 0066-782X

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Domingues FB, Clausell N, Aliti GB, Dominguez DR, Rabelo ER. Educação e monitorização por telefone de pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(3):233-9.

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Domingues, Fernanda B; Clausell, Nadine; Aliti, Graziella B; Dominguez, Daniela R; Rabelo, Eneida R. Educação e monitorização por telefone de pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 3, p. 233-239, fev. 2011.

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Domingues, F. B., Clausell, N., Aliti, G. B., Dominguez, D. R., & Rabelo, E. R. (2011). Educação e monitorização por telefone de pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(3), 233-239.

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Domingues, Fernanda B and Clausell, Nadine and Aliti, Graziella B and Dominguez, Daniela R and Rabelo, Eneida R. Educação e monitorização por telefone de pacientes com insuficiência cardíaca: ensaio clínico randomizado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 233-239. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/educacao-e-monitorizacao-por-telefone-de-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-ensaio-clinico-randomizado/>. ISSN 0066-782X

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Ghisi GLM, Durieux A, Manfroi WC, Herdy AH, Carvalho T, Andrade A, Benetti M, et al. Construção e validação do “CADE-Q” para educação de pacientes em programas de reabilitação cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):813-22.

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Ghisi, Gabriela Lima de Melo; Durieux, Adriana; Manfroi, Waldomiro Carlos; Herdy, Artur Haddad; Carvalho, Tales de; Andrade, Alexandre; Benetti, Magnus. Construção e validação do “CADE-Q” para educação de pacientes em programas de reabilitação cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 813-822, maio. 2010.

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Ghisi, G. L. M., Durieux, A., Manfroi, W. C., Herdy, A. H., Carvalho, T. , Andrade, A., & Benetti, M. (2010). Construção e validação do “CADE-Q” para educação de pacientes em programas de reabilitação cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 813-822.

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Ghisi, Gabriela Lima de Melo and Durieux, Adriana and Manfroi, Waldomiro Carlos and Herdy, Artur Haddad and Carvalho, Tales de and Andrade, Alexandre and Benetti, Magnus. Construção e validação do “CADE-Q” para educação de pacientes em programas de reabilitação cardíaca. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 813-822. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/construcao-e-validacao-do-cade-q-para-educacao-de-pacientes-em-programas-de-reabilitacao-cardiaca/>. ISSN 0066-782X

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