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  2. Keyword: Diálise Renal
Figura 1
ABC
Carta Científica

Nova Técnica de Preservação do Fluxo na Veia Cefálica durante Implantação de Marca-passo Ipsilateral a Fístula Arteriovenosa

Mafalda Carrington et al. Pedro Silvério António Natacha Rodrigues Afonso Nunes-Ferreira … Ana Bernardes Fausto J. Pinto João de Sousa Pedro Marques

Introdução

O patrimônio vascular é uma grande preocupação em pacientes com doença renal terminal. Como os pacientes em programas crônicos de hemodiálise experimentam taxas de sobrevivência crescentes, eles frequentemente enfrentam múltiplas falhas de acesso vascular e podem precisar de inserções recorrentes de cateter venoso central e reintervenções de fístulas/enxertos para otimizar seus acessos arteriovenosos. Além disso, insuficiência cardíaca e distúrbios do ritmo cardíaco são comorbidades frequentes nessa população, e o implante de marca-passo ou desfibrilador cardíaco implantável (DCI) é frequentemente indicado. A prevalência estimada de implante de Dispositivos Eletrônicos Implantáveis Cardiovasculares (DEIC) em pacientes em hemodiálise crônica é de cerca de 10%. Nosso objetivo foi descrever uma nova técnica de implante de marca-passo, que consistia em preservar a veia cefálica ipsilateral ao fluxo da fístula arteriovenosa, e avaliar os resultados clínicos dessa técnica ao longo de 12 meses.

[…]

  • Diálise Renal
  • Fístula Arteriovenosa
  • Marca-passo Artificial
  • Trombose Profunda de Membros Superiores
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23/06/2023 DOI: 10.36660/abc.20220926
Figura 1
ABC
Artigo Original

Impacto do Implante Percutâneo de Válvula Aórtica na Função Renal

Rita Calça et al. Rui C. Teles Patrícia Branco Augusta Gaspar … João Brito Tiago Nolasco Manuel D. Almeida José P. Neves Miguel Mendes Domingos S. Machado André Weigert

Resumo

Fundamento:

Pacientes com doença valvar aórtica frequentemente apresentam doença renal crônica (DRC). Diminuição da perfusão renal como consequência da redução do débito cardíaco pode contribuir para a disfunção renal neste cenário.

Objetivo:

Dado o potencial de reversibilidade da hipoperfusão renal após o reparo valvar, este estudo teve o objetivo de analisar o impacto do implante percutâneo de válvula aórtica (TAVI – transcatheter aortic valve implantation) na função renal.

Métodos:

Foi realizada uma análise retrospectiva de 233 pacientes consecutivos submetidos ao TAVI em um único centro, entre novembro de 2008 e maio de 2016. Três grupos foram avaliados de acordo com a taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) basal (mL/min/1,73 m2): Grupo 1 com TFGe ≥ 60; Grupo 2 com 30 ≤ TFGe < 60; e Grupo 3 com TFGe < 30. O TFGe foi analisado nestes três grupos um mês e um ano após o TAVI e calculado usando a fórmula do Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration (CKD-EPI).

Resultados:

Os pacientes do Grupo 1 tiveram um declínio progressivo da TFGe um ano após o procedimento TAVI (p < 0,001 vs. pré-TAVI). Nos pacientes do Grupo 2, a média da TFGe aumentou um mês depois do TAVI e continuou crescendo depois de um ano (p = 0,001 vs. pré-TAVI). O mesmo ocorreu no Grupo 3, com a média da TFGe subindo de 24,4 ± 5,1 mL/min/1,73 m2 antes do TAVI para 38,4 ± 18,8 mL/min/1,73 m2 um ano após o TAVI (p = 0,012).

Conclusões:

Em pacientes com DRC moderada a grave, a função renal melhorou um ano após o procedimento TAVI. Este resultado é provavelmente devido à melhora da perfusão renal pós-procedimento. Acredita-se que, ao avaliar pacientes que possam precisar de TAVI, este ‘efeito de reversibilidade da DRC’ deva ser considerado.

  • Calcinose
  • Cardiomiopatias
  • Diabetes mellitus
  • Diálise Renal
  • Estenose da Valva Aórtica/complicações
  • Hipertensão
  • Insuficiência Renal Crônica
  • Substituição da Valva Aórtica Transcateter
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14/11/2019 DOI: 10.36660/abc.20180356 Views 10
Figura 1
ABC
Review Article

Doença Renal do Diabetes: Cross-Linking entre Hiperglicemia, Desequilíbrio Redox e Inflamação

Rayne Gomes Amorim et al. Glaucevane da Silva Guedes Sandra Mary Lima Vasconcelos Juliana Célia de Farias Santos

Resumo

A hiperglicemia crônica é o ponto-chave das complicações macro e microvasculares associadas ao diabetes mellitus. O excesso de glicose é responsável por induzir desequilíbrio redox e inflamação sistêmica e intra-renal, desempenhando um papel crítico na patogênese da doença renal do diabetes, configurada atualmente como a principal causa de doença renal dialítica em todo o mundo. A patogênese da doença é complexa, multifatorial e, não totalmente elucidada, estando vários fatores e mecanismos associados ao seu desenvolvimento, progressão e desfechos clínicos. Apesar dos mecanismos díspares envolvidos nos danos renais durante o diabetes, os caminhos metabólicos pela via oxidativa/inflamatória são amplamente aceitos e discutidos. As evidências acentuam que o estado hiperglicêmico crônico desencadeia o estresse oxidativo e a inflamação mediada por diversas vias metabólicas alteradas em um ciclo-vicioso de autoperpetuação, promovendo aumento da injúria celular e progressão para a doença renal dialítica. O presente artigo traz, portanto, uma atualização sobre os caminhos metabólicos que envolvem o desequilíbrio redox e a inflamação induzidos pela exposição crônica à hiperglicemia na patogênese da doença renal do diabetes.

  • Diabetes Mellitus/complicações
  • Diálise Renal
  • Estresse Oxidativo
  • Hiperglicemia
  • Inflamação
  • Nefropatias
  • Oxirredução
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06/06/2019 DOI: 10.5935/abc.20190077
ABC
Letter to the Editor

Medidas de QTc e QTcd e suas Relações com Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise

Sora Yasri et al. Viroj Wiwanitkit

Caro Editor,

Lemos a publicação sobre “Medidas de QTc e QTcd e suas Relações com a Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise”, que é muito interessante. Alonso et al., concluíram que “Descobrimos que o intervalo QTc, em contraste com o QTcd, é uma medida reprodutível e confiável e mostrou uma correlação fraca, mas positiva, com o IMVE em pacientes em HD”. Esse estudo utilizou um grupo de controle não-pareado; portanto, pode-se esperar o viés de seleção. De fato, a hipertrofia pode ser esperada em um paciente em hemodiálise que poderia ter síndrome metabólica e doença vascular subjacentes. Para testar a reprodutibilidade, é necessária a repetição da análise e há uma necessidade de avaliar a precisão intra- e inter-análise. No presente relato, não é possível concluir que o teste tenha boa reprodutibilidade.

[…]

  • Diálise Renal
  • Eletrocardiografia
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
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01/06/2018 DOI: 10.5935/abc.20180096
Figura 1
ABC
Original Article

Reprodutibilidade e Confiabilidade das Medidas de QTc e DQTc e suas Relações com a Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise

Maria Angélica Gonçalves Alonso et al. Valentine de Almeida Costa de Castro Lima Maria Angela Magalhães de Queiroz Carreira Jocemir Ronaldo Lugon

Resumo

Fundamentos:

A hipertrofia ventricular esquerda (HVE) é muito comum em pacientes em hemodiálise e um fator de risco independente de mortalidade nessa população. O remodelamento do miocárdio, subjacente à HVE, pode afetar a repolarização ventricular, causando anormalidades no intervalo QT.

Objetivo:

avaliar a reprodutibilidade e confiabilidade das medidas do intervalo QT corrigido (QTc) e sua dispersão (QTcd), e correlacionar esses parâmetros com HVE em pacientes em hemodiálise.

Métodos:

Estudo caso-controle envolvendo pacientes em hemodiálise e um grupo controle. Foram realizados avaliação clínica, coleta de sangue, ecocardiografia transtorácica, e eletrocardiograma. Testes de correlação e concordância intraobservador e interobservador foram realizados por correlação de Pearson, coeficiente kappa de Cohen e diagrama de Bland Altman. A regressão linear foi usada para analisar a associação entre QTc ou QTcd e HE.

Resultados:

Quarenta e um pacientes em hemodiálise e 37 controles completaram o estudo. Houve uma tendência de os pacientes apresentarem valores mais altos de QTc, QTcd e de índice de massa ventricular esquerda que os controles, mas sem significância estatística. Os testes de correlação e de concordância apresentaram melhores resultados para QTc que para QTcd. Em pacientes em hemodiálise, uma correlação fraca, mas significativa foi encontrada entre QTc e IMVE (R2 = 0,12; p = 0,03). Não foi encontrada correlação entre QTcd e IMVE (R2 = 0,00; p=0,940). Para o grupo controle, esses valores correspondentes foram R2 = 0,00; p = 0,67 e R2 = 0,00; p = 0,94, respectivamente.

Conclusão:

o intervalo QTc, diferentemente do intervalo QTcd, é uma medida reprodutível e confiável, e apresentou uma correlação fraca, mas positiva com o IMVE em pacientes em hemodiálise.

  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • Diálise Renal
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Eletrocardiografia
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
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07/08/2017 DOI: 10.5935/abc.20170112
Figura 1
ABC
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Índice Tornozelo-Braquial Como Preditor de Mortalidade em Hemodiálise: Um Estudo de Coorte de 5 Anos

Jair Baptista Miguel et al. Jorge Paulo Strogoff de Matos Jocemir Ronaldo Lugon

Resumo

Fundamento:

O índice tornozelo-braquial (ITB) foi apontado como um forte preditor de mortalidade em algumas populações de pacientes em hemodiálise em estudos com períodos relativamente curtos de acompanhamento (inferior a 2 anos).

Objetivo:

Avaliar o valor preditivo do ITB anormal como um fator de risco de morte em pacientes em hemodiálise após 5 anos de acompanhamento.

Métodos:

Um total de 478 pacientes em hemodiálise por pelo menos 12 meses foram incluídos no estudo. A medida de ITB foi realizada usando-se esfigmomanômetro com coluna de mercúrio e Doppler portátil. Os pacientes foram divididos em 3 grupos de acordo com o ITB (baixo: 1,3), e acompanhados por um período de 60 meses.

Resultados:

As prevalências de ITB baixo, normal e alto foram 26,8%, 64,6% e 8,6%, respectivamente. A taxa de sobrevida de 5 anos foi menor nos grupos com ITB baixo (44,1%, p <0,0001) e ITB alto (60,8%, p = 0,025) que no grupo com ITB normal (71,7%). A regressão de Cox foi usada para avaliar a associação entre ITB e mortalidade, ajustando para potenciais fatores de confusão. Usando o ITB normal como referência, um baixo ITB, mas não um alto ITB foi identificado como um fator de risco independente para mortalidade por todas as causas (HR2,57; IC95%, 1,84-3,57 e HR 1,62; 95% CI, 0,93-2,83, respectivamente).

Conclusões:

as taxas de sobrevida em longo prazo de pacientes com um ITB baixo ou alto foram menores que de pacientes com um ITB normal. No entanto, após ajuste por fatores de confusão, somente o ITB baixo manteve-se como um fator de risco independente para mortalidade por todas as causas entre pacientes em hemodiálise.

  • Diálise Renal
  • Estudo de Coortes
  • Índice Tornozelo-Braço / mortalidade
  • Insuficiência Renal Crônica
  • Medidas
  • Pressão Arterial
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01/03/2017 DOI: 10.5935/abc.20170026
ABC
Artigo de Pesquisa

Associação entre Parâmetros Clínicos e Ecodopplercardiográficos com Morte Súbita em Pacientes de Hemodiálise

Silvio Henrique Barberato et al. Sérgio Gardano Elias Bucharles Marcia Ferreira Alves Barberato Roberto Pecoits-Filho

Resumo

Fundamento:

Morte súbita cardiovascular (MSC) é a principal causa de óbito nos pacientes em hemodiálise (HD) de manutenção, mas há escassa informação sobre os fatores de risco associados.

Objetivos:

Avaliar a associação entre parâmetros clínicos e ecodopplercardiográficos com MSC em pacientes em HD.

Métodos:

Estudo retrospectivo de caso-controle aninhado em pacientes em HD prospectivamente acompanhados. O desfecho primário foi MSC. As variáveis foram comparadas por teste t de Student, Mann-Whitney ou qui-quadrado, e preditores independentes foram evidenciados por análise de regressão logística multivariada.

Resultados:

Foram acompanhados 153 indivíduos (idade 50 ± 15 anos, 58% homens) por 23 ± 14 meses, período em que ocorreram 35 mortes, das quais 17 MSC. Comparados ao grupo controle (pareado para sexo, idade e índice de massa corpórea) não houve diferenças no tempo de tratamento por HD, parâmetros laboratoriais usuais, pressão arterial, tabagismo, uso de drogas cardioprotetoras, fração de ejeção, dimensões do ventrículo esquerdo e índices de função diastólica. Por outro lado, encontrou-se no grupo MSC maior prevalência de insuficiência cardíaca prévia, infarto agudo do miocárdio e diabetes; maior massa ventricular esquerda indexada, tamanho do átrio esquerdo e menor desempenho miocárdico global. Após análise multivariada, diabetes (OR = 2,6; IC = 1,3-7,5; p = 0,023) e massa ventricular esquerda indexada (OR = 1,04; IC = 1,01-1,08; p = 0,028) mostraram associação independente com a ocorrência de MSC.

Conclusões:

Pacientes em HD com diabetes mellitus e hipertrofia ventricular esquerda parecem ter o maior risco de MSC. Estratégias preventivas e terapêuticas devem ser estimuladas na abordagem desses fatores de risco para diminuir a ocorrência de MSC.

  • Diálise Renal
  • Ecocardiografia Doppler
  • Fatores de risco
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Morte Súbita Cardíaca
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11/07/2016 DOI: 10.5935/abc.20160098
Figura 1
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Correlação Anatomoclínica

Caso 3/2016 – Homem de 58 Anos com Hipertensão Arterial, Falência Renal, Dissecção de Aorta, Febre e Hemoptise

Desiderio Favarato et al. Paulo Sampaio Gutierrez

Aspectos Clínicos

Trata-se de paciente com diagnóstico prévio de hipertensão arterial e doença renal crônica, com falência renal e em terapia de substituição renal por hemodiálise. O paciente apresentou dor torácica e dispneia. Sua avaliação clínico-laboratorial revelou doença arterial coronária e dissecção crônica da aorta.

A doença renal crônica aumenta significativamente com o avançar da idade e da doença cardiovascular, com piora da função renal. No estudo ARIC, a prevalência de doença cardiovascular aumenta de 18% para 40% em indivíduos abaixo de 65 anos, a partir de função renal normal até queda do ritmo de filtração para 15 ml/min/1,73m2, enquanto que, acima de 65 anos, se eleva de 20% para 50%, com a progressiva piora da função renal.

[…]

  • Diálise Renal
  • Doenças da Aorta / cirurgia
  • Falência Renal Crônica
  • Febre
  • Hemoptise
  • Hipertensão
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01/07/2016 DOI: 10.5935/abc.20160108
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Variabilidade RR ao Esforço Correlaciona-se com Déficit Funcional Aeróbico em Pacientes em Hemodiálise

Maria Angela Magalhães de Queiroz Carreira et al. André Barros Nogueira Felipe Montes Pena Marcio Galindo Kiuchi … Ronaldo Campos Rodrigues Rodrigo da Rocha Rodrigues Jorge Paulo Strogoff de Matos Jocemir Ronaldo Lugon

Fundamento:

A disfunção autonômica (DA) é altamente prevalente em pacientes em hemodiálise (HD) e tem sido implicada no risco aumentado de mortalidade cardiovascular.

Objetivo:

Correlacionar a variabilidade RR (VRR) durante o teste ergométrico (TE) com o déficit funcional aeróbico (FAI) em pacientes em HD e em um grupo controle.

Métodos:

Trata-se de um estudo transversal no qual as variáveis analisadas foram obtidas através de exame clínico, coleta de sangue, ecocardiograma transtorácico, Holter de 24 horas e TE. Foi realizado TE em esteira pelo protocolo de rampa, limitado por sintomas, com recuperação ativa. A VRR foi avaliada no domínio do tempo no exercício e na recuperação separadamente. Resultados: Quarenta e um pacientes em HD e 41 controles concluíram o estudo. Pacientes em HD tinham maior FAI e menor VRR do que os controles (p <0,001 para ambos). Houve correlação entre FAI e VRR no exercício (SDNN) em ambos os grupos. Esta associação foi independente de idade, sexo, tabagismo, índice de massa corporal, diabetes, clonidina, betabloqueador, mas não dos níveis de hemoglobina.

Conclusão:

A VRR no exercício foi inversamente correlacionada com o FAI em pacientes em HD e controles. Não foram observadas associações do FAI com VRR no Holter ou no período de recuperação do TE.

  • Diálise Renal
  • Exercício
  • Mortalidade
  • Sistema Nervoso Simpático / fisiopatologia
  • Teste de Esforço
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05/05/2015 DOI: 10.5935/abc.20150039
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Sobrevida e Fatores Preditores de Letalidade em Hemodiálise: Polimorfismos D/I do Gene da Enzima Conversora da Angiotensina I e o M235T do Angiotensinogênio

Mauro Alves et al. Nelson Albuquerque de Souza e Silva Lucia Helena Alvares Salis Basilio de Bragança Pereira … Paulo Henrique Godoy Emília Matos do Nascimento Jose Mario Franco Oliveira

Fundamento:

Os pacientes em hemodiálise continuam tendo um significativo aumento na morbiletalidade, especialmente a causada por doenças cardiovasculares. A análise dos fatores genéticos ligados ao sistema renina-angiotensina que influenciam na sobrevivência destes pacientes poderá ajudar na busca por melhores resultados.

Objetivo:

Avaliar a sobrevida em hemodialisados e sua associação com polimorfismo dos genes do sistema reninaangiotensina: deleção/inserção do gene que codifica a enzima conversora da angiotensina I e o M235T do angiotensinogênio.

Métodos:

Estudo observacional desenhado para ver o papel dos genes do sistema renina-angiotensina. Foram analisados 473 pacientes tratados com hemodiálise crônica em quatro unidades de diálise do Estado do Rio de Janeiro. As taxas de sobrevida foram calculadas pelo método de Kaplan-Meier e as diferenças entre as curvas avaliadas pelos testes de: Tarone-Ware, Peto-Prentice e Log-rank. Foram utilizados também modelos de regressão logística e multinomial. Um valor de p ≤ 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. O comitê de ética aprovou este estudo.

Resultados:

A idade média dos pacientes foi de 45,8%. A taxa de sobrevida global foi de 48% em 11 anos. As principais causas de óbito foram: doenças do aparelho circulatório (34 %) e infecções (15%). A análise de regressão logística encontrou significância estatística para as seguintes variáveis: idade, o TT do angiotensinogênio e a renda familiar acima de cinco salários mínimos, esta última como fator de proteção (p valor: 0,000038, 0,08261 e 0,03089, respectivamente).

Conclusões:

Nossos dados sugerem que o risco de letalidade em pacientes em hemodiálise pode ser influenciado também pelo polimorfismo TT do angiotensinogênio.

  • Análise de Sobrevida
  • Diálise Renal
  • Falência Renal Crônica
  • letalidade
  • Peptidil Dipeptidase A
  • Polimorfismo Genético
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29/07/2014 DOI: 10.5935/abc.20140105
ABC
Artigo Original

Prevalência de Fatores de Risco Cardiovascular em Pacientes em Hemodiálise – O Estudo CORDIAL

Jayme Eduardo Burmeister et al. Camila Borges Mosmann Veridiana Borges Costa Ramiro Tubino Saraiva … Renata Rech Grandi Juliano Peixoto Bastos Luiz Felipe Gonçalves Guido Aranha Rosito

Fundamentos:

Há uma carência de dados epidemiológicos sobre o perfil de risco cardiovascular nos pacientes renais crônicos em hemodiálise no Brasil.

Objetivo:

O estudo CORDIAL foi planejado para avaliar fatores de risco cardiovascular e acompanhar a evolução de uma população em programa de hemodiálise numa cidade metropolitana do Brasil.

Métodos:

Todos os pacientes em hemodiálise por doença renal crônica nos quinze centros de nefrologia de Porto Alegre foram considerados para inclusão na fase inicial do estudo CORDIAL. Dados clínicos, laboratoriais e demográficos foram obtidos nos registros médicos, e em entrevistas individuais estruturadas realizadas com todos os pacientes por pesquisadores treinados.

Resultados:

Foram incluídos 1215 pacientes (97,3% de todos os que estavam em hemodiálise na cidade de Porto Alegre). A média de idade era 58,3 anos, 59,5% eram homens e 62,8% eram brancos. A prevalência de fatores de risco cardiovascular encontrada foi 87,5% para hipertensão, 84,7% para dislipidemia, 73,1% para sedentarismo, 53,7% para tabagismo e 35,8% para diabetes. Em uma análise multivariada ajustada, sedentarismo (p = 0,032; RP 1,08 – IC95%: 1,01-1,15), dislipidemia (p = 0,019; RP 1,08 – IC95%: 1,01-1,14), e obesidade (p < 0,001; RP 1,96 – IC95%: 1,45-2,63) foram mais frequentes em mulheres; e hipertensão (p = 0,018; PR 1,06 – IC95%: 1,01-1,11) e tabagismo (p = 0,006; RP 2,7 – IC95%: 1,79-4,17) foram mais frequentes naqueles com menos de 65 anos. Sedentarismo apresentou uma associação independente com tempo em diálise inferior a 12 meses (p < 0,001; RP 1,23 – IC95%: 1,14-1,33).

Conclusão:

Pacientes em hemodiálise nesta metrópole do sul do Brasil apresentaram uma prevalência elevada de fatores de risco cardiovascular similar a diversos países do hemisfério norte.

  • Diálise Renal
  • Fatores de risco
  • Pacientes
  • Prevalência
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17/04/2014 DOI: 10.5935/abc.20140048
Estudo da sístole elétrica ventricular nos insuficientes renais crônicos hemodialisados
ABC
Artigo Original

Estudo da sístole elétrica ventricular nos insuficientes renais crônicos hemodialisados

Bruno Valentim et al. Alexandre Pereira Patrícia Coelho Telmo Pereira

FUNDAMENTO: Os indivíduos com insuficiência renal crônica terminal estão sujeitos a um elevado estresse cardíaco pelo carácter repetitivo e intermitente da terapia dialítica. As alterações na sístole elétrica ventricular induzidas pela necessária terapia dialítica são um contributo importante na predição da ocorrência de morte súbita arrítmica na insuficiência renal crônica terminal. OBJETIVO: O objetivo principal desta investigação é avaliar o comportamento da repolarização ventricular em face da terapia dialítica, mediante o estudo do intervalo QTc e dispersão do QTc. MÉTODOS: A amostra em estudo inclui 47 indivíduos sujeitos a hemodiálise (61,7% do sexo masculino e 38,3% do sexo feminino) com idade média de 66,79 ± 13,16 anos. Todos os indivíduos foram sujeitos a três eletrocardiogramas realizados em três momentos durante a terapia dialítica (pré, durante e após a sessão), sendo posteriormente analisada a sístole elétrica ventricular. RESULTADOS: Ocorreu um aumento do intervalo QTc máximo e da dispersão do QTc associado à terapia dialítica. Aliado ao aumento desses intervalos ocorreu um aumento do número de indivíduos com critérios eletrocardiográficos para hipertrofia ventricular esquerda, registando-se no período pós-diálise uma média superior do intervalo QTc máximo (473 ± 27,63 mseg) e da dispersão do QTc (58,95 ± 18,87 mseg) desses indivíduos, comparativamente aos indivíduos sem HVE, 455,21 ± 26,85 mseg e 44 ± 16,41 mseg, respectivamente. CONCLUSÃO: O presente estudo confirmou um aumento do intervalo QTc e da dispersão do QTc associado à terapia dialítica. Esse aspecto reforça a dependência da repolarização ventricular em relação ao equilíbrio hídrico e eletrolítico e sugere um perfil de maior vulnerabilidade arrítmica associada à terapia dialítica.

  • Arritmias Cardíacas
  • Diálise Renal
  • Insuficiência Renal Crônica
  • Mortalidade
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15/04/2013 DOI: 10.5935/abc.20130063
Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise
ABC
Artigo Original

Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise

Silvio Henrique Barberato et al. Sérgio Gardano Elias Bucharles Admar Moraes de Souza Costantino Ortiz Costantini … Costantino Roberto Frack Costantini Roberto Pecoits-Filho

FUNDAMENTO: Em indivíduos com doença renal crônica e doença cardiovascular (DCV) concomitante, apontou-se relação entre o volume do átrio esquerdo (AE) e os níveis séricos de proteína C reativa (PCR). OBJETIVO: Verificar a presença de associações entre inflamação sistêmica e dilatação do AE em pacientes de hemodiálise (HD) sem DCV clinicamente manifesta. MÉTODOS: Estudo observacional transversal em população sob HD (> 3 meses), excluindo-se pacientes com afecções inflamatórias crônicas ou agudas (infecções, neoplasias, doenças autoimunes) instabilidade hemodinâmica, uso de drogas anti-inflamatórias, hiperparatireoidismo, arritmias, valvopatia mitral e evento cardiovascular (CV) prévio. Dosagens de PCR e interleucina 6 (IL-6), e ecodopplercardiograma foram obtidos. Coeficientes de correlação foram determinados para avaliar as associações entre as variáveis. RESULTADOS: Incluídos 58 pacientes (28 homens, idade 55 ± 15 anos), sob HD há 24 ± 16 meses, 45% hipertensos, 26% diabéticos, com medianas de PCR 5,1 mg/dl e IL-6 6,1 pg/dl. A PCR correlacionou-se significativamente com dimensão do AE (p = 0,040), volume indexado do AE (VIAE, p = 0,02) e onda E do fluxo mitral (p = 0,014). A IL-6, apesar da forte associação com a PCR (r = 0,75, p < 0,001), não se correlacionou com índices ecocardiográficos. Indivíduos no quartil superior da PCR tiveram VIAE significativamente maior do que os demais (42 ± 17 versus 32 ± 11 ml/m², p = 0,015). CONCLUSÕES: Em indivíduos sob HD sem evento CV prévio, houve associação entre elevação da PCR e aumento do AE. Os achados sugerem uma ligação entre processos fisiopatológicos relacionados à dilatação atrial esquerda e o estado inflamatório sistêmico de pacientes sob HD.

  • Átrios do Coração
  • Diálise Renal
  • Inflamação
  • Proteína C Reativa
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11/03/2013 DOI: 10.5935/abc.20130027
Hipertrofia ventricular e mortalidade cardiovascular em pacientes de hemodiálise de baixo nível educacional
ABC
Artigo Original

Hipertrofia ventricular e mortalidade cardiovascular em pacientes de hemodiálise de baixo nível educacional

Rosana dos Santos e Silva Martin et al. Luis Cuadrado Martin Roberto Jorge da Silva Franco Pasqual Barretti … Jacqueline Costa Teixeira Caramori João Henrique Castro Aline de Araújo Antunes Silméia Garcia Zanati-Basan Beatriz Bojikian Matsubara Antônio Sérgio Martins

FUNDAMENTO: A hipertrofia ventricular esquerda é potente preditor de mortalidade em renais crônicos. Estudo prévio de nosso grupo mostrou que renais crônicos com menor escolaridade têm hipertrofia ventricular mais intensa. OBJETIVO: Ampliar estudo prévio e verificar se a hipertrofia ventricular esquerda pode justificar a associação entre escolaridade e mortalidade cardiovascular de pacientes em hemodiálise. MÉTODOS: Foram avaliados 113 pacientes entre janeiro de 2005 e março de 2008 e seguidos até outubro de 2010. Foram traçadas curvas de sobrevida comparando a mortalidade cardiovascular, e por todas as causas dos pacientes com escolaridade de até três anos (mediana da escolaridade) e pacientes com escolaridade igual ou superior a quatro anos. Foram construídos modelos múltiplos de Cox ajustados para as variáveis de confusão. RESULTADOS: Observou-se associação entre nível de escolaridade e hipertrofia ventricular. A diferença estatística de mortalidade de origem cardiovascular e por todas as causas entre os diferentes níveis de escolaridade ocorreu aos cinco anos e meio de seguimento. No modelo de Cox, a hipertrofia ventricular e a proteína-C reativa associaram-se à mortalidade por todas as causas e de origem cardiovascular. A etiologia da insuficiência renal associou-se à mortalidade por todas as causas e a creatinina associou-se à mortalidade de origem cardiovascular. A associação entre escolaridade e mortalidade perdeu significância estatística no modelo ajustado. CONCLUSÃO: Os resultados do presente trabalho confirmam estudo prévio e demonstram, ademais, que a maior mortalidade cardiovascular observada nos pacientes com menor escolaridade pôde ser explicada por fatores de risco de ordem bioquímica e de morfologia cardíaca.

  • baixo rendimento escolar
  • Diálise Renal
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Nefropatias
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06/01/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000004
ABC
Artigo Original

Associação do índice tornozelo-braço com inflamação e alterações minerais ósseas em pacientes em hemodiálise

Jair B. Miguel et al. Jorge P. Strogoff de Matos Frederico Ruzany Claudia S. Miguel … Sebastião J. S. Miguel Luiz T. Naveiro Jocemir R. Lugon

FUNDAMENTO: O índice tornozelo-braço (ITB) reduzido, inflamação e distúrbio mineral ósseo (DMO) estão associados com aumento no risco de morte e complicações cardiovasculares em pacientes em hemodiálise (HD), mas a relação entre esses fatores necessita ser elucidada. OBJETIVO: Avaliar a associação entre ITB anormal e DMO com inflamação em pacientes em HD. MÉTODOS: Esta análise transversal avaliou 478 pacientes em HD por pelo menos 1 ano. O ITB foi avaliado através de um Doppler portátil e manômetro de coluna de mercúrio. Os pacientes foram divididos em três grupos, de acordo com o ITB (baixo: 1,3). As medidas de proteína C-reativa foram utilizadas como marcador inflamatório, enquanto a DMO foi avaliada através dos níveis de cálcio, fósforo e hormônio paratireoidiano intacto (iPTH). RESULTADOS: Os participantes tinham 54 (18 a 75) anos, 56% eram do sexo masculino, 17% eram diabéticos e estavam em HM por 5 (1 a 35) anos. A prevalência de ITB baixo, normal e alto AAI foi 26,8%, 64,6% e 8,6%, respectivamente. Usando um modelo de regressão logística condicional com procedimento backward, idade (p6 mg/L (p= 0,006) estavam associados com a presença de ITB baixo, enquanto o sexo masculino (p<0,001), diabetes (p= 0,001) e produto cálcio x fósforo elevado (p= 0,026) estavam associados com ITB alto. CONCLUSÃO: Em pacientes em HD, a presença de diabetes estava associada com ITB alto e baixo. O risco de ter ITB baixo parece aumentar com a idade e inflamação, enquanto a DMO estava associada com ITB alto.

  • Calcinose
  • Diálise Renal
  • Índice Tornozelo-Braço
  • Inflamação
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18/03/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000031
Prevalência e correlatos de doença vascular no exame de ultrassom em pacientes em hemodiálise
ABC
Artigo Original

Prevalência e correlatos de doença vascular no exame de ultrassom em pacientes em hemodiálise

Sebastião Baptista Miguel et al. Jair Baptista Miguel Luis Guilhermo Velarde Elisa de Albuquerque Sampaio … Jorge Paulo Strogoff de Matos Jocemir Ronaldo Lugon

FUNDAMENTO: Pacientes em hemodiálise (HD) apresentam risco aumentado de morte cardiovascular. A espessura íntima-média (EIM) e a presença de calcificações arteriais são fatores de risco bem conhecidos para morte cardiovascular em pacientes em HD. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de EIM e calcificações em pacientes em HD e correlacionar achados de imagem com dados clínicos e laboratoriais. MÉTODOS: Estudo transversal de 75 pacientes em HD por > 12 meses. Os pacientes foram submetidos à ultrassonografia (US) modo-B para determinação da EIM do terço distal das artérias carótidas comuns. As calcificações arteriais foram avaliadas por US de artérias carótidas, femorais e tibiais e consideradas positivas se calcificações fossem encontradas em qualquer sítio arterial. RESULTADOS: Os pacientes tinham 52 ± 13 anos, 57% eram do sexo masculino e 16% eram diabéticos. EIM > 0,9 mm foi encontrada em 57% dos cases e calcificações arteriais na US em 48%. Envelhecimento (décadas) e tabagismo estavam associados com aumento da EIM (odds ratio ajustado [aOR] = 3,4, p < 0,001; aOR = 4,4, p = 0,045, respectivamente) e presença de calcificações vasculares (aOR = 3,0, p < 0,001; aOR = 6,8, p = 0,011, respectivamente). Altos níveis de hormônio paratireoidiano intacto (iPTH) (por 100 pg/ml) estavam associados de forma significante com aumento na EIM (aOR = 1,7, p = 0,021), mas não com calcificação vascular. Em contraste, diabete e tempo de diálise (anos) foram determinantes significantes para calcificações na US (aOR = 15,0, p = 0,009; aOR = 1,39, p = 0,020), mas não para o aumento da EIM. CONCLUSÃO: EIM aumentada e calcificações à US são achados comuns em pacientes em HD. Envelhecimento e tabagismo são determinantes consistentes para ambas as alterações de imagem. Aumento nos níveis de iPTH está associado com aumento na EIM. Diabete e tempo de diálise aumentam de forma substancial o risco de calcificação arterial.

  • Calcinose
  • Diálise Renal
  • Doenças Vasculares
  • Ultrassonografia
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04/03/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000027
ABC
Revisão

Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise

Silvio Henrique Barberato et al. Roberto Pecoits-Filho

Alterações de estrutura e função cardíacas detectadas pela ecocardiografia são comuns em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise e predizem um pior prognóstico. Esta revisão aborda recentes evidências da utilidade do método na detecção da disfunção cardíaca clínica e subclínica, estratificação do risco cardiovascular e avaliação das estratégias de intervenção terapêutica.

  • Avaliação de Risco
  • Diálise Renal
  • Ecocardiografia Doppler
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100021
Treinamento aeróbico melhora a capacidade funcional de pacientes em hemodiálise crônica
ABC
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Treinamento aeróbico melhora a capacidade funcional de pacientes em hemodiálise crônica

Diane Michela Nery Henrique et al. Maycon de Moura Reboredo Alfredo Chaoubah Rogério Baumgratz de Paula

FUNDAMENTO: Na população geral, a prática regular de exercícios físicos se associa à melhora da capacidade funcional e à redução de eventos cardiovasculares. Já em portadores de doença renal crônica, uma população com significativo comprometimento da capacidade funcional e elevadas taxas de mortalidade cardiovascular, poucos estudos avaliam os efeitos da atividade física. OBJETIVO: Avaliar o efeito do treinamento aeróbico durante as sessões de hemodiálise, sobre a capacidade funcional e a pressão arterial de pacientes renais crônicos. MÉTODOS: Foram avaliados 14 pacientes portadores de doença renal crônica sob tratamento hemodialítico, antes e depois de 12 semanas de treinamento aeróbico realizado durante as sessões de hemodiálise. Os pacientes foram submetidos a monitorização ambulatorial da pressão arterial de 24 horas, teste de caminhada de 6 minutos e teste cardiopulmonar de exercício antes e depois do período de treinamento. RESULTADOS: Após o treinamento, observou-se aumento significativo da distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos de 509 ± 91,9 m para 555 ± 105,8 m, além de redução significativa da pressão arterial sistólica de 151 ± 18,4 mmHg para 143 ± 14,7 mmHg, da pressão arterial diastólica de 94 ± 10,5 mmHg para 91 ± 9,6 mmHg e da pressão arterial média de 114 ± 13,0 mmHg para 109 ± 11,4 mmHg. CONCLUSÃO: O treinamento aeróbico realizado durante as sessões de hemodiálise contribuiu para a melhora da capacidade funcional e para o controle da hipertensão arterial dos pacientes portadores de doença renal crônica.

  • Caminhada
  • capacidade vital
  • Diálise Renal
  • Exercício
  • Pressão Arterial
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07/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000043
Prevalência e impacto prognóstico da disfunção diastólica na doença renal crônica em hemodiálise
ABC
Artigo Original

Prevalência e impacto prognóstico da disfunção diastólica na doença renal crônica em hemodiálise

Silvio H. Barberato et al. Sérgio G. E. Bucharles Admar M. Sousa Costantino O. Costantini … Costantino R. F. Costantini Roberto Pecoits-Filho

FUNDAMENTO: Disfunção diastólica é frequente em pacientes de hemodiálise, mas seu impacto na evolução clínica é incerto. OBJETIVO: Avaliar a prevalência e o impacto prognóstico da disfunção diastólica (DD) avançada (DDA) do ventrículo esquerdo (VE) em pacientes de hemodiálise. MÉTODOS: Ecocardiogramas foram realizados em pacientes no primeiro ano de hemodiálise, em ritmo sinusal, sem doença cardiovascular manifestada, excluindo-se aqueles com valvopatia significativa ou derrame pericárdico. Pela avaliação integrada dos dados ecodopplercardiográficos, a função diastólica foi classificada como: 1) normal, 2) DD discreta (alteração do relaxamento) e 3) DDA (pseudonormalização e fluxo restritivo). Os desfechos pesquisados foram mortalidade geral e eventos cardiovasculares. RESULTADOS: Foram incluídos 129 pacientes (78 homens), com idade 52 ± 16 anos e prevalência de DD de 73% (50% com DD discreta e 23% com DDA). No grupo com DDA, demonstrou-se maior idade (p < 0,01), pressão arterial sistólica (p < 0,01) e diastólica (p = 0,043), massa do VE (p < 0,01), índice do volume do átrio esquerdo (p < 0,01) e proporção de diabéticos (p = 0,019), além de menor fração de ejeção (p < 0,01). Após 17 ± 7 meses, a mortalidade geral foi significativamente maior naqueles com DDA, em comparação aos normais e com DD discreta (p = 0,012, log rank test). Na análise multivariada de Cox, a DDA foi preditiva de eventos cardiovasculares (hazard ratio 2,2, intervalo de confiança 1,1-4,3, p = 0,021) após ajuste para idade, gênero, diabete, massa do VE e fração de ejeção. CONCLUSÃO: A DDA subclínica foi encontrada em aproximadamente um quarto dos pacientes de hemodiálise e acarretou impacto prognóstico, independente de outros dados clínicos e ecocardiográficos.

  • Diálise Renal
  • Disfunção do Ventrículo Esquerdo
  • doenças renais
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26/03/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000016
Mortalidade global e cardiovascular e fatores de risco de pacientes em hemodiálise
ABC
Artigo Original

Mortalidade global e cardiovascular e fatores de risco de pacientes em hemodiálise

Fátima Aparecida A. Almeida et al. Felipe Carrhá Machado José Andrade Moura Junior Armênio Costa Guimarães

FUNDAMENTO: Mortalidade global e cardiovascular (CV) elevada de pacientes em hemodiálise. OBJETIVO: Avaliação da mortalidade global e CV e identificação do risco de pacientes em hemodiálise. MÉTODOS: Estudo observacional, prospectivo. Estudados 334 pacientes em três anos. Desfechos primários: mortalidade global e CV. Sobrevida avaliada pelo método de Kaplan-Meier. Identificação de variáveis de risco pela Regressão de Cox, bi e multivariada. RESULTADOS: Foram estudados 189 (56,6%) homens, idade 48,8 ± 14,2 anos, maioria de não brancos (295[88,3%]) e com escolaridade de 0 a menor que 8 anos (211[63,2%]). Mortalidade total de 21,6% (72/334), 50% sobrevivendo 146 meses, e mortalidade CV de 41,7%(30/72), 75% sobrevivendo 141 meses. Na análise bivariada, o RR de óbito não cardiovascular (ONCV) e CV aumentou com Idade >60 anos, Hb 126 mg/dl; de ONCV apenas, com baixa escolaridade, viuvez, Hb<11,0 g/dl, Ht100 mg/dl, produto Ca x P 9,2 mg/dl; diminuiu com PA>140/90 mmHg (antes da sessão de HD) e Ht>36%; de óbito CV apenas, aumentou com creatinina >9,4 mg/dl. Na análise multivariada, o RR de ONCV e CV aumentou com idade >60 anos e Hb126 mg/dl e o de ONCV com taxa de remoção de ureia na hemodiálise (Kt/V) 60 anos e Hb126 mg/dl e ONCV Kt/V<1,2. Vale assinalar a importância do monitoramento na correção e prevenção desses três últimos fatores.

  • Diálise Renal
  • Falência Renal Crônica
  • letalidade
  • Mortalidade
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15/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000003
Estresse oxidativo e disfunção endotelial na doença renal crônica
ABC
Artigo Original

Estresse oxidativo e disfunção endotelial na doença renal crônica

Valeria Costa-Hong et al. Luiz Aparecido Bortolotto Vanda Jorgetti Fernanda Consolim-Colombo … Eduardo M Krieger Jose Jayme Galvão de Lima

FUNDAMENTO: A doença renal crônica (DRC) caracteriza-se pela alta prevalência de aterosclerose. Uma vez que o estresse oxidativo e a disfunção endotelial são promotores da aterosclerose, é interessante verificar se as duas condições estão associadas em pacientes com DRC, ainda sem doença cardiovascular (DCV) clínica. OBJETIVO: Avaliar as relações entre o estresse oxidativo e a função endotelial em pacientes com DRC estágio 5, sem DCV. MÉTODOS: Foram estudados 22 pacientes com DRC, não-diabéticos, não-fumantes, sem DCV e tratados por hemodiálise; além de 22 indivíduos normais. Em todos os indivíduos foram avaliados a reatividade vascular, dependente e independente de endotélio (ultra-som de alta resolução da artéria braquial), e o estresse oxidativo (níveis plasmáticos de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico – TBARS). RESULTADOS: A reatividade vascular dependente de endotélio (6,0 ± 4,25% vs. 11,3 ± 4,46%, p <0,001) e a reatividade independente de endotélio (11,9 ± 7,68% vs. 19,1 ± 6,43%, p <0,001) foram reduzidas na DRC, enquanto o estresse oxidativo (2,63 ± 0,51 vs. 1,49 ± 0,43, p <0,001) foi aumentado. Os níveis de TBARS, quando utilizado na totalidade de indivíduos do estudo (pacientes e controles), correlacionaram-se com a reatividade vascular dependente de endotélio (r = -0,56, p<0,001) e com a pressão arterial sistólica (r = 0,48, p = 0,002). CONCLUSÃO: O estresse oxidativo é associado à disfunção endotelial. Pacientes com DRC apresentam aumento do estresse oxidativo e comprometimento da reatividade vascular. Os resultados sugerem ainda que o estresse oxidativo e a disfunção endotelial podem estar envolvidos na susceptibilidade exagerada da DRC às complicações cardiovasculares.

  • Aterosclerose
  • Diálise Renal
  • Estresse Oxidativo
  • Falência Renal Crônica
  • Insuficiência Renal
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21/07/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000500013
Valor prognóstico do índice do volume do átrio esquerdo em pacientes em hemodiálise
ABC
Artigo Original

Valor prognóstico do índice do volume do átrio esquerdo em pacientes em hemodiálise

Silvio H. Barberato et al. Roberto Pecoits Filho

OBJETIVO: Avaliar o valor prognóstico do índice do volume do átrio esquerdo (IVAE) no curso clínico dos pacientes de hemodiálise (HD), comparando com parâmetros clínicos e ecocardiográficos previamente estabelecidos. MÉTODOS: Foram realizadas ecocardiografias em 118 pacientes de HD, que foram acompanhados por 19 ± 8 meses. O desfecho pesquisado foi composto de mortalidade geral e eventos cardiovasculares não-fatais. O valor prognóstico independente do IVAE foi testado pela análise multivariada de Cox. RESULTADOS: O IVAE e outros parâmetros clínicos e ecocardiográficos foram preditores do prognóstico na análise univariada. Na análise multivariada, o IVAE foi preditor independente do prognóstico (hazard ratio, 1,03 por ml/ m²; intervalo de confiança de 95%, 1,01 a 1,05; p=0,014) e adicionou informação incremental ao modelo contendo preditores tradicionais de risco cardiovascular, como massa ventricular esquerda, fração de ejeção e variáveis clínicas (p=0,02). CONCLUSÃO: O IVAE é preditor independente do prognóstico em pacientes de HD, provendo informação incremental aos dados clínicos e Doppler ecocardiográficos tradicionais.

  • Diálise Renal
  • Ecocardiografia Doppler
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Medição de Risco
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23/07/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000600004
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Influência da redução da pré-carga sobre o índice de desempenho miocárdico (índice de Tei) e outros parâmetros Doppler ecocardiográficos da função ventricular esquerda

Silvio Henrique Barberato et al. Roberto Pecoits Filho

OBJETIVO: Avaliar os efeitos da redução da pré-carga induzida por uma sessão de hemodiálise sobre o índice de desempenho miocárdico (Tei) e outros parâmetros ecocardiográficos de função cardíaca. MÉTODOS: Estimamos o índice de Tei e parâmetros de função sistólica e diastólica do ventrículo esquerdo (VE), antes e depois de uma sessão de hemodiálise. Incluímos no estudo indivíduos em ritmo sinusal e sem antecedentes de insuficiência coronariana ou evidências de valvopatia e derrame pericárdico. RESULTADOS: 15 pacientes (8 homens, idade 53 ± 14 anos) completaram o estudo. Após ultrafiltração de 2,2 ± 1,1 litros, a onda E diminuiu (p < 0,05) e a onda A permaneceu inalterada (p = ns), resultando em decréscimo de E/A (p < 0,01). O índice de Tei aumentou (0,57 ± 0,07 para 0,65 ± 0,09, p < 0,01) através do prolongamento do TRIV (101 ± 14 para 113 ± 17 ms, p < 0,01) e encurtamento do TEJ (271 ± 22 para 252 ± 22 ms, p < 0,05). O TCIV não variou (p = ns). Os parâmetros diastólicos ao Doppler tecidual não mudaram (p = ns), enquanto a velocidade sistólica (S) aumentou (p < 0,05). CONCLUSÃO: O índice de Tei foi afetado pela alteração da pré-carga induzida pela hemodiálise, assim como outros parâmetros derivados do Doppler transvalvar mitral. Os parâmetros diastólicos do Doppler tecidual do anel mitral foram independentes da pré-carga, enquanto a velocidade sistólica sugeriu melhora na função sistólica do VE após o procedimento.

  • Diálise Renal
  • ecocardiografia
  • Função Ventricular Esquerda
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26/06/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006000600004

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Carrington M, António PS, Rodrigues N, Nunes-Ferreira A, Bernardes A, Pinto FJ, Sousa J, et al. Nova Técnica de Preservação do Fluxo na Veia Cefálica durante Implantação de Marca-passo Ipsilateral a Fístula Arteriovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20220926.

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Carrington, Mafalda; António, Pedro Silvério; Rodrigues, Natacha; Nunes-Ferreira, Afonso; Bernardes, Ana; Pinto, Fausto J.; Sousa, João de; Marques, Pedro. Nova Técnica de Preservação do Fluxo na Veia Cefálica durante Implantação de Marca-passo Ipsilateral a Fístula Arteriovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20220926, jun. 2023.

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Carrington, M., António, P. S., Rodrigues, N., Nunes-Ferreira, A., Bernardes, A., Pinto, F. J., Sousa, J. , & Marques, P. (2023). Nova Técnica de Preservação do Fluxo na Veia Cefálica durante Implantação de Marca-passo Ipsilateral a Fístula Arteriovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20220926.

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Carrington, Mafalda and António, Pedro Silvério and Rodrigues, Natacha and Nunes-Ferreira, Afonso and Bernardes, Ana and Pinto, Fausto J. and Sousa, João de and Marques, Pedro. Nova Técnica de Preservação do Fluxo na Veia Cefálica durante Implantação de Marca-passo Ipsilateral a Fístula Arteriovenosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [cited 2026-09-30], e20220926. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/nova-tecnica-de-preservacao-do-fluxo-na-veia-cefalica-durante-implantacao-de-marca-passo-ipsilateral-a-fistula-arteriovenosa/>. ISSN 0066-782X

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Calça, R., Teles, R. C., Branco, P., Gaspar, A., Brito, J., Nolasco, T., Almeida, M. D., Neves, J. P., Mendes, M., Machado, D. S., & Weigert, A. (2019). Impacto do Implante Percutâneo de Válvula Aórtica na Função Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(6), 1104-1111.

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Calça, Rita and Teles, Rui C. and Branco, Patrícia and Gaspar, Augusta and Brito, João and Nolasco, Tiago and Almeida, Manuel D. and Neves, José P. and Mendes, Miguel and Machado, Domingos S. and Weigert, André. Impacto do Implante Percutâneo de Válvula Aórtica na Função Renal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 1104-1111. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/impacto-do-implante-percutaneo-de-valvula-aortica-na-funcao-renal/>. ISSN 0066-782X

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Amorim, Rayne Gomes; Guedes, Glaucevane da Silva; Vasconcelos, Sandra Mary Lima; Santos, Juliana Célia de Farias. Doença Renal do Diabetes: Cross-Linking entre Hiperglicemia, Desequilíbrio Redox e Inflamação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 577-587, jun. 2019.

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Amorim, R. G., Guedes, G. S., Vasconcelos, S. M. L., & Santos, J. C. F. (2019). Doença Renal do Diabetes: Cross-Linking entre Hiperglicemia, Desequilíbrio Redox e Inflamação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 577-587.

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Amorim, Rayne Gomes and Guedes, Glaucevane da Silva and Vasconcelos, Sandra Mary Lima and Santos, Juliana Célia de Farias. Doença Renal do Diabetes: Cross-Linking entre Hiperglicemia, Desequilíbrio Redox e Inflamação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 577-587. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/doenca-renal-do-diabetes-cross-linking-entre-hiperglicemia-desequilibrio-redox-e-inflamacao/>. ISSN 0066-782X

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Yasri, S., & Wiwanitkit, V. (2018). Medidas de QTc e QTcd e suas Relações com Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(6), 602-602.

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Yasri, Sora and Wiwanitkit, Viroj. Medidas de QTc e QTcd e suas Relações com Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 602-602. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/medidas-de-qtc-e-qtcd-e-suas-relacoes-com-hipertrofia-ventricular-esquerda-em-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Alonso, Maria Angélica Gonçalves; Lima, Valentine de Almeida Costa de Castro; Carreira, Maria Angela Magalhães de Queiroz; Lugon, Jocemir Ronaldo. Reprodutibilidade e Confiabilidade das Medidas de QTc e DQTc e suas Relações com a Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 222-230, ago. 2017.

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Alonso, M. A. G., Lima, V. A. C. C., Carreira, M. A. M. Q., & Lugon, J. R. (2017). Reprodutibilidade e Confiabilidade das Medidas de QTc e DQTc e suas Relações com a Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 222-230.

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Alonso, Maria Angélica Gonçalves and Lima, Valentine de Almeida Costa de Castro and Carreira, Maria Angela Magalhães de Queiroz and Lugon, Jocemir Ronaldo. Reprodutibilidade e Confiabilidade das Medidas de QTc e DQTc e suas Relações com a Hipertrofia Ventricular Esquerda em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 222-230. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/reprodutibilidade-e-confiabilidade-das-medidas-de-qtc-e-dqtc-e-suas-relacoes-com-a-hipertrofia-ventricular-esquerda-em-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Miguel JB, Matos JPS, Lugon JR. Índice Tornozelo-Braquial Como Preditor de Mortalidade em Hemodiálise: Um Estudo de Coorte de 5 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(3):204-11.

Electronic Document Format (ABNT)

Miguel, Jair Baptista; Matos, Jorge Paulo Strogoff de; Lugon, Jocemir Ronaldo. Índice Tornozelo-Braquial Como Preditor de Mortalidade em Hemodiálise: Um Estudo de Coorte de 5 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 3, p. 204-211, fev. 2017.

Electronic Document Format (APA)

Miguel, J. B., Matos, J. P. S. , & Lugon, J. R. (2017). Índice Tornozelo-Braquial Como Preditor de Mortalidade em Hemodiálise: Um Estudo de Coorte de 5 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(3), 204-211.

Electronic Document Format (ISO)

Miguel, Jair Baptista and Matos, Jorge Paulo Strogoff de and Lugon, Jocemir Ronaldo. Índice Tornozelo-Braquial Como Preditor de Mortalidade em Hemodiálise: Um Estudo de Coorte de 5 Anos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 204-211. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/indice-tornozelo-braquial-como-preditor-de-mortalidade-em-hemodialise-um-estudo-de-coorte-de-5-anos/>. ISSN 0066-782X

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Barberato SH, Bucharles SGE, Barberato MFA, Pecoits-Filho R. Associação entre Parâmetros Clínicos e Ecodopplercardiográficos com Morte Súbita em Pacientes de Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(2):124-30.

Electronic Document Format (ABNT)

Barberato, Silvio Henrique; Bucharles, Sérgio Gardano Elias; Barberato, Marcia Ferreira Alves; Pecoits-Filho, Roberto. Associação entre Parâmetros Clínicos e Ecodopplercardiográficos com Morte Súbita em Pacientes de Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 2, p. 124-130, jul. 2016.

Electronic Document Format (APA)

Barberato, S. H., Bucharles, S. G. E., Barberato, M. F. A., & Pecoits-Filho, R. (2016). Associação entre Parâmetros Clínicos e Ecodopplercardiográficos com Morte Súbita em Pacientes de Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(2), 124-130.

Electronic Document Format (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Bucharles, Sérgio Gardano Elias and Barberato, Marcia Ferreira Alves and Pecoits-Filho, Roberto. Associação entre Parâmetros Clínicos e Ecodopplercardiográficos com Morte Súbita em Pacientes de Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 124-130. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-parametros-clinicos-e-ecodopplercardiograficos-com-morte-subita-em-pacientes-de-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Favarato D, Gutierrez PS. Caso 3/2016 – Homem de 58 Anos com Hipertensão Arterial, Falência Renal, Dissecção de Aorta, Febre e Hemoptise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(1):71-6.

Electronic Document Format (ABNT)

Favarato, Desiderio; Gutierrez, Paulo Sampaio. Caso 3/2016 – Homem de 58 Anos com Hipertensão Arterial, Falência Renal, Dissecção de Aorta, Febre e Hemoptise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 1, p. 71-76, jun. 2016.

Electronic Document Format (APA)

Favarato, D., & Gutierrez, P. S. (2016). Caso 3/2016 – Homem de 58 Anos com Hipertensão Arterial, Falência Renal, Dissecção de Aorta, Febre e Hemoptise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(1), 71-76.

Electronic Document Format (ISO)

Favarato, Desiderio and Gutierrez, Paulo Sampaio. Caso 3/2016 – Homem de 58 Anos com Hipertensão Arterial, Falência Renal, Dissecção de Aorta, Febre e Hemoptise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 71-76. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/caso-3-2016-homem-de-58-anos-com-hipertensao-arterial-falencia-renal-disseccao-de-aorta-febre-e-hemoptise/>. ISSN 0066-782X

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Carreira MAMQ, Nogueira AB, Pena FM, Kiuchi MG, Rodrigues RC, Rodrigues RR, Matos JPS, et al. Variabilidade RR ao Esforço Correlaciona-se com Déficit Funcional Aeróbico em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(6):493-500.

Electronic Document Format (ABNT)

Carreira, Maria Angela Magalhães de Queiroz; Nogueira, André Barros; Pena, Felipe Montes; Kiuchi, Marcio Galindo; Rodrigues, Ronaldo Campos; Rodrigues, Rodrigo da Rocha; Matos, Jorge Paulo Strogoff de; Lugon, Jocemir Ronaldo. Variabilidade RR ao Esforço Correlaciona-se com Déficit Funcional Aeróbico em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 6, p. 493-500, maio. 2015.

Electronic Document Format (APA)

Carreira, M. A. M. Q., Nogueira, A. B., Pena, F. M., Kiuchi, M. G., Rodrigues, R. C., Rodrigues, R. R., Matos, J. P. S. , & Lugon, J. R. (2015). Variabilidade RR ao Esforço Correlaciona-se com Déficit Funcional Aeróbico em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(6), 493-500.

Electronic Document Format (ISO)

Carreira, Maria Angela Magalhães de Queiroz and Nogueira, André Barros and Pena, Felipe Montes and Kiuchi, Marcio Galindo and Rodrigues, Ronaldo Campos and Rodrigues, Rodrigo da Rocha and Matos, Jorge Paulo Strogoff de and Lugon, Jocemir Ronaldo. Variabilidade RR ao Esforço Correlaciona-se com Déficit Funcional Aeróbico em Pacientes em Hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 493-500. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/variabilidade-rr-ao-esforco-correlaciona-se-com-deficit-funcional-aerobico-em-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Alves M, Silva NAS, Salis LHA, Pereira BB, Godoy PH, Nascimento EM, Oliveira JMF, et al. Sobrevida e Fatores Preditores de Letalidade em Hemodiálise: Polimorfismos D/I do Gene da Enzima Conversora da Angiotensina I e o M235T do Angiotensinogênio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(3):209-1.

Electronic Document Format (ABNT)

Alves, Mauro; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Salis, Lucia Helena Alvares; Pereira, Basilio de Bragança; Godoy, Paulo Henrique; Nascimento, Emília Matos do; Oliveira, Jose Mario Franco. Sobrevida e Fatores Preditores de Letalidade em Hemodiálise: Polimorfismos D/I do Gene da Enzima Conversora da Angiotensina I e o M235T do Angiotensinogênio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 3, p. 209-219, jul. 2014.

Electronic Document Format (APA)

Alves, M., Silva, N. A. S. , Salis, L. H. A., Pereira, B. B., Godoy, P. H., Nascimento, E. M. , & Oliveira, J. M. F. (2014). Sobrevida e Fatores Preditores de Letalidade em Hemodiálise: Polimorfismos D/I do Gene da Enzima Conversora da Angiotensina I e o M235T do Angiotensinogênio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(3), 209-219.

Electronic Document Format (ISO)

Alves, Mauro and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Salis, Lucia Helena Alvares and Pereira, Basilio de Bragança and Godoy, Paulo Henrique and Nascimento, Emília Matos do and Oliveira, Jose Mario Franco. Sobrevida e Fatores Preditores de Letalidade em Hemodiálise: Polimorfismos D/I do Gene da Enzima Conversora da Angiotensina I e o M235T do Angiotensinogênio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 209-219. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/sobrevida-e-fatores-preditores-de-letalidade-em-hemodialise-polimorfismos-d-i-do-gene-da-enzima-conversora-da-angiotensina-i-e-o-m235t-do-angiotensinogenio/>. ISSN 0066-782X

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Burmeister JE, Mosmann CB, Costa VB, Saraiva RT, Grandi RR, Bastos JP, Gonçalves LF, et al. Prevalência de Fatores de Risco Cardiovascular em Pacientes em Hemodiálise – O Estudo CORDIAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;102(5):473-80.

Electronic Document Format (ABNT)

Burmeister, Jayme Eduardo; Mosmann, Camila Borges; Costa, Veridiana Borges; Saraiva, Ramiro Tubino; Grandi, Renata Rech; Bastos, Juliano Peixoto; Gonçalves, Luiz Felipe; Rosito, Guido Aranha. Prevalência de Fatores de Risco Cardiovascular em Pacientes em Hemodiálise – O Estudo CORDIAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 102, n. 5, p. 473-480, abr. 2014.

Electronic Document Format (APA)

Burmeister, J. E., Mosmann, C. B., Costa, V. B., Saraiva, R. T., Grandi, R. R., Bastos, J. P., Gonçalves, L. F., & Rosito, G. A. (2014). Prevalência de Fatores de Risco Cardiovascular em Pacientes em Hemodiálise – O Estudo CORDIAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(5), 473-480.

Electronic Document Format (ISO)

Burmeister, Jayme Eduardo and Mosmann, Camila Borges and Costa, Veridiana Borges and Saraiva, Ramiro Tubino and Grandi, Renata Rech and Bastos, Juliano Peixoto and Gonçalves, Luiz Felipe and Rosito, Guido Aranha. Prevalência de Fatores de Risco Cardiovascular em Pacientes em Hemodiálise – O Estudo CORDIAL. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 102, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 473-480. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-de-fatores-de-risco-cardiovascular-em-pacientes-em-hemodialise-o-estudo-cordial/>. ISSN 0066-782X

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Valentim B, Pereira A, Coelho P, Pereira T. Estudo da sístole elétrica ventricular nos insuficientes renais crônicos hemodialisados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(3):261-8.

Electronic Document Format (ABNT)

Valentim, Bruno; Pereira, Alexandre; Coelho, Patrícia; Pereira, Telmo. Estudo da sístole elétrica ventricular nos insuficientes renais crônicos hemodialisados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 3, p. 261-268, abr. 2013.

Electronic Document Format (APA)

Valentim, B., Pereira, A., Coelho, P., & Pereira, T. (2013). Estudo da sístole elétrica ventricular nos insuficientes renais crônicos hemodialisados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(3), 261-268.

Electronic Document Format (ISO)

Valentim, Bruno and Pereira, Alexandre and Coelho, Patrícia and Pereira, Telmo. Estudo da sístole elétrica ventricular nos insuficientes renais crônicos hemodialisados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 3, [cited 2026-09-30], pp. 261-268. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-da-sistole-eletrica-ventricular-nos-insuficientes-renais-cronicos-hemodialisados/>. ISSN 0066-782X

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Barberato SH, Bucharles SGE, Souza AM, Costantini CO, Costantini CRF, Pecoits-Filho R. Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(2):141-6.

Electronic Document Format (ABNT)

Barberato, Silvio Henrique; Bucharles, Sérgio Gardano Elias; Souza, Admar Moraes de; Costantini, Costantino Ortiz; Costantini, Costantino Roberto Frack; Pecoits-Filho, Roberto. Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 2, p. 141-146, mar. 2013.

Electronic Document Format (APA)

Barberato, S. H., Bucharles, S. G. E., Souza, A. M. , Costantini, C. O., Costantini, C. R. F., & Pecoits-Filho, R. (2013). Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(2), 141-146.

Electronic Document Format (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Bucharles, Sérgio Gardano Elias and Souza, Admar Moraes de and Costantini, Costantino Ortiz and Costantini, Costantino Roberto Frack and Pecoits-Filho, Roberto. Associação entre marcadores de inflamação e aumento do átrio esquerdo em pacientes de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 141-146. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-marcadores-de-inflamacao-e-aumento-do-atrio-esquerdo-em-pacientes-de-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Martin RSS, Martin LC, Franco RJS, Barretti P, Caramori JCT, Castro JH, Antunes AA, et al. Hipertrofia ventricular e mortalidade cardiovascular em pacientes de hemodiálise de baixo nível educacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(1):52-61.

Electronic Document Format (ABNT)

Martin, Rosana dos Santos e Silva; Martin, Luis Cuadrado; Franco, Roberto Jorge da Silva; Barretti, Pasqual; Caramori, Jacqueline Costa Teixeira; Castro, João Henrique; Antunes, Aline de Araújo; Zanati-Basan, Silméia Garcia; Matsubara, Beatriz Bojikian; Martins, Antônio Sérgio. Hipertrofia ventricular e mortalidade cardiovascular em pacientes de hemodiálise de baixo nível educacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 1, p. 52-61, jan. 2012.

Electronic Document Format (APA)

Martin, R. S. S., Martin, L. C., Franco, R. J. S., Barretti, P., Caramori, J. C. T., Castro, J. H., Antunes, A. A., Zanati-Basan, S. G., Matsubara, B. B., & Martins, A. S. (2012). Hipertrofia ventricular e mortalidade cardiovascular em pacientes de hemodiálise de baixo nível educacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(1), 52-61.

Electronic Document Format (ISO)

Martin, Rosana dos Santos e Silva and Martin, Luis Cuadrado and Franco, Roberto Jorge da Silva and Barretti, Pasqual and Caramori, Jacqueline Costa Teixeira and Castro, João Henrique and Antunes, Aline de Araújo and Zanati-Basan, Silméia Garcia and Matsubara, Beatriz Bojikian and Martins, Antônio Sérgio. Hipertrofia ventricular e mortalidade cardiovascular em pacientes de hemodiálise de baixo nível educacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 52-61. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/hipertrofia-ventricular-e-mortalidade-cardiovascular-em-pacientes-de-hemodialise-de-baixo-nivel-educacional/>. ISSN 0066-782X

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Miguel JB, Matos JPS, Ruzany F, Miguel CS, Miguel SJS, Naveiro LT, Lugon JR, et al. Associação do índice tornozelo-braço com inflamação e alterações minerais ósseas em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(5):405-10.

Electronic Document Format (ABNT)

Miguel, Jair B.; Matos, Jorge P. Strogoff de; Ruzany, Frederico; Miguel, Claudia S.; Miguel, Sebastião J. S.; Naveiro, Luiz T.; Lugon, Jocemir R.. Associação do índice tornozelo-braço com inflamação e alterações minerais ósseas em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 5, p. 405-410, mar. 2011.

Electronic Document Format (APA)

Miguel, J. B., Matos, J. P. S. , Ruzany, F., Miguel, C. S., Miguel, S. J. S., Naveiro, L. T., & Lugon, J. R. (2011). Associação do índice tornozelo-braço com inflamação e alterações minerais ósseas em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(5), 405-410.

Electronic Document Format (ISO)

Miguel, Jair B. and Matos, Jorge P. Strogoff de and Ruzany, Frederico and Miguel, Claudia S. and Miguel, Sebastião J. S. and Naveiro, Luiz T. and Lugon, Jocemir R.. Associação do índice tornozelo-braço com inflamação e alterações minerais ósseas em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 405-410. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-do-indice-tornozelo-braco-com-inflamacao-e-alteracoes-minerais-osseas-em-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Miguel SB, Miguel JB, Velarde LG, Sampaio EA, Matos JPS, Lugon JR. Prevalência e correlatos de doença vascular no exame de ultrassom em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;96(4):260-5.

Electronic Document Format (ABNT)

Miguel, Sebastião Baptista; Miguel, Jair Baptista; Velarde, Luis Guilhermo; Sampaio, Elisa de Albuquerque; Matos, Jorge Paulo Strogoff de; Lugon, Jocemir Ronaldo. Prevalência e correlatos de doença vascular no exame de ultrassom em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 96, n. 4, p. 260-265, mar. 2011.

Electronic Document Format (APA)

Miguel, S. B., Miguel, J. B., Velarde, L. G., Sampaio, E. A., Matos, J. P. S. , & Lugon, J. R. (2011). Prevalência e correlatos de doença vascular no exame de ultrassom em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 96(4), 260-265.

Electronic Document Format (ISO)

Miguel, Sebastião Baptista and Miguel, Jair Baptista and Velarde, Luis Guilhermo and Sampaio, Elisa de Albuquerque and Matos, Jorge Paulo Strogoff de and Lugon, Jocemir Ronaldo. Prevalência e correlatos de doença vascular no exame de ultrassom em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 96, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 260-265. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-correlatos-de-doenca-vascular-no-exame-de-ultrassom-em-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Barberato SH, Pecoits-Filho R. Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(1):140-6.

Electronic Document Format (ABNT)

Barberato, Silvio Henrique; Pecoits-Filho, Roberto. Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 1, p. 140-146, set. 2010.

Electronic Document Format (APA)

Barberato, S. H., & Pecoits-Filho, R. (2010). Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 140-146.

Electronic Document Format (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Pecoits-Filho, Roberto. Alterações ecocardiográficas em pacientes com insuficiência renal crônica em programa de hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [cited 2026-09-30], pp. 140-146. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/alteracoes-ecocardiograficas-em-pacientes-com-insuficiencia-renal-cronica-em-programa-de-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Henrique DMN, Reboredo MM, Chaoubah A, Paula RB. Treinamento aeróbico melhora a capacidade funcional de pacientes em hemodiálise crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(6):823-8.

Electronic Document Format (ABNT)

Henrique, Diane Michela Nery; Reboredo, Maycon de Moura; Chaoubah, Alfredo; Paula, Rogério Baumgratz de. Treinamento aeróbico melhora a capacidade funcional de pacientes em hemodiálise crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 6, p. 823-828, maio. 2010.

Electronic Document Format (APA)

Henrique, D. M. N., Reboredo, M. M., Chaoubah, A., & Paula, R. B. (2010). Treinamento aeróbico melhora a capacidade funcional de pacientes em hemodiálise crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(6), 823-828.

Electronic Document Format (ISO)

Henrique, Diane Michela Nery and Reboredo, Maycon de Moura and Chaoubah, Alfredo and Paula, Rogério Baumgratz de. Treinamento aeróbico melhora a capacidade funcional de pacientes em hemodiálise crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 823-828. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/treinamento-aerobico-melhora-a-capacidade-funcional-de-pacientes-em-hemodialise-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

Barberato SH, Bucharles SGE, Sousa AM, Costantini CO, Costantini CRF, Pecoits-Filho R. Prevalência e impacto prognóstico da disfunção diastólica na doença renal crônica em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(4):457-62.

Electronic Document Format (ABNT)

Barberato, Silvio H.; Bucharles, Sérgio G. E.; Sousa, Admar M.; Costantini, Costantino O.; Costantini, Costantino R. F.; Pecoits-Filho, Roberto. Prevalência e impacto prognóstico da disfunção diastólica na doença renal crônica em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 4, p. 457-462, mar. 2010.

Electronic Document Format (APA)

Barberato, S. H., Bucharles, S. G. E., Sousa, A. M., Costantini, C. O., Costantini, C. R. F., & Pecoits-Filho, R. (2010). Prevalência e impacto prognóstico da disfunção diastólica na doença renal crônica em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(4), 457-462.

Electronic Document Format (ISO)

Barberato, Silvio H. and Bucharles, Sérgio G. E. and Sousa, Admar M. and Costantini, Costantino O. and Costantini, Costantino R. F. and Pecoits-Filho, Roberto. Prevalência e impacto prognóstico da disfunção diastólica na doença renal crônica em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 4, [cited 2026-09-30], pp. 457-462. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-e-impacto-prognostico-da-disfuncao-diastolica-na-doenca-renal-cronica-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Almeida FAA, Machado FC, Moura Junior JA, Guimarães AC. Mortalidade global e cardiovascular e fatores de risco de pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(2):201-6.

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Almeida, Fátima Aparecida A.; Machado, Felipe Carrhá; Moura Junior, José Andrade; Guimarães, Armênio Costa. Mortalidade global e cardiovascular e fatores de risco de pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 2, p. 201-206, jan. 2010.

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Almeida, F. A. A., Machado, F. C., Moura Junior, J. A., & Guimarães, A. C. (2010). Mortalidade global e cardiovascular e fatores de risco de pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(2), 201-206.

Electronic Document Format (ISO)

Almeida, Fátima Aparecida A. and Machado, Felipe Carrhá and Moura Junior, José Andrade and Guimarães, Armênio Costa. Mortalidade global e cardiovascular e fatores de risco de pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 2, [cited 2026-09-30], pp. 201-206. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/mortalidade-global-e-cardiovascular-e-fatores-de-risco-de-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Costa-Hong V, Bortolotto LA, Jorgetti V, Consolim-Colombo F, Krieger EM, Lima JJG. Estresse oxidativo e disfunção endotelial na doença renal crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(5):413-8.

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Costa-Hong, Valeria; Bortolotto, Luiz Aparecido; Jorgetti, Vanda; Consolim-Colombo, Fernanda; Krieger, Eduardo M; Lima, Jose Jayme Galvão de. Estresse oxidativo e disfunção endotelial na doença renal crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 5, p. 413-418, jul. 2009.

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Costa-Hong, V., Bortolotto, L. A., Jorgetti, V., Consolim-Colombo, F., Krieger, E. M., & Lima, J. J. G. (2009). Estresse oxidativo e disfunção endotelial na doença renal crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(5), 413-418.

Electronic Document Format (ISO)

Costa-Hong, Valeria and Bortolotto, Luiz Aparecido and Jorgetti, Vanda and Consolim-Colombo, Fernanda and Krieger, Eduardo M and Lima, Jose Jayme Galvão de. Estresse oxidativo e disfunção endotelial na doença renal crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 5, [cited 2026-09-30], pp. 413-418. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/estresse-oxidativo-e-disfuncao-endotelial-na-doenca-renal-cronica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Barberato, Silvio H. and Pecoits Filho, Roberto. Valor prognóstico do índice do volume do átrio esquerdo em pacientes em hemodiálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 643-650. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/valor-prognostico-do-indice-do-volume-do-atrio-esquerdo-em-pacientes-em-hemodialise/>. ISSN 0066-782X

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Electronic Document Format (Vancouver)

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Electronic Document Format (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Pecoits Filho, Roberto. Influência da redução da pré-carga sobre o índice de desempenho miocárdico (índice de Tei) e outros parâmetros Doppler ecocardiográficos da função ventricular esquerda. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 86, n. 6, [cited 2026-09-30], pp. 425-431. Available from: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-reducao-da-pre-carga-sobre-o-indice-de-desempenho-miocardico-indice-de-tei-e-outros-parametros-doppler-ecocardiograficos-da-funcao-ventricular-esquerda/>. ISSN 0066-782X

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