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  2. Palavra-chave: Angiografia Coronária/métodos
ABC
Editorial

A Cardiologia Intervencionista Brasileira e as Oclusões Coronárias Crônicas: Onde Estamos?

José Mariani Junior

A doença aterosclerótica coronária tem várias facetas de apresentação clínica, sendo a oclusão coronária crônica (OCC), aquela que produz obstrução total da luz do vaso conhecida ou presumida com três meses ou mais. Está presente em 16-18% dos pacientes que possuem doença coronária significativa.

O tratamento percutâneo deste tipo de lesão é quase tão antigo quanto a primeira angioplastia coronária realizada por Andreas Gruntzig em 1979. Foi realizada pela primeira vez por Martin Kaltenbach em Frankfurt no final da década de 70 e por Geoffrey Hartzler em Kansas City nas décadas seguintes., Desde então, a crescente e espetacular incorporação de tecnologia à medicina, especialmente na Cardiologia Intervencionista, atrelada ao conhecimento e expertise de novas técnicas dedicadas às intervenções coronárias complexas, onde estão incluídas as OCC, permitiram grande, seguro e efetivo avanço na abordagem destas lesões.

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Diagnóstico por Imagem/métodos
  • Oclusão Coronária/mortalidade
  • Oclusão Coronária/terapia
  • Stents Farmacológicos
  • Ultrasonografia, Intervencional/métodos
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01/05/2023 DOI: 10.36660/abc.20230172
Figura 1
ABC
Image

Artéria Coronária Direita Intracavitária: Um Achado Incidental com Potenciais Implicações para Procedimentos Cardíacos Invasivos

Sara Cristina da Silva Borges et al. Catarina Isabel Ribeiro Carvalho Miguel Eduardo Teixeira Moz Gonçalves Ana Isabel Santos Baptista José Ilídio Moreira

Um homem de 66 anos com história de palpitações sugestivas de taquicardia supraventricular paroxística foi encaminhado para angiotomografia (ATC) para investigação da etiologia da dispneia de esforço. A TC cardíaca controlada por ECG foi realizada usando o Somatom Go Scanner de fonte dupla de 64 cortes.

A ATC mostrou a origem normal dos troncos das coronárias direita e esquerda, e não havia evidência de doença arterial coronariana obstrutiva. A artéria coronária direita proximal (CD) tinha um trajeto epicárdico normal, mas notou-se que a mediana penetrava na parede atrial direita por um trajeto de 30 mm dentro do átrio direito, saindo para seu trajeto usual no sulco atrioventricular posterior, conforme demonstrado via as imagens de TC de reconstrução multiplanar na projeção de intensidade máxima ( ), bem como as reconstruções tridimensionais ( ).

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Angiotomografia do Coração
  • Anomalias dos Vasos Coronários
  • Anomalias Intracavitárias/diagnóstico
  • Anormalidades Cardiovasculares
  • Diagnóstico por Imagem
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20210819 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Fatores que Impactam a Decisão de Realizar Ventriculografia Esquerda em Doença Arterial Coronariana

Claudia de Castro Lima Santos et al. Ricardo Peixoto Oliveira Joberto Sena Adriano Dourado Oliveira … Marcelo Gottschald Ferreira Ademar Santos Filho Heitor Guissoni José Carlos Brito Gilson Soares Feitosa Gilson Soares Feitosa-Filho

Resumo

Fundamento

A ventriculografia esquerda é um método invasivo para avaliar a função sistólica do ventrículo esquerdo. Depois do advento de métodos não invasivos, o seu uso tem sido questionado por resultar em algum risco para o paciente.

Objetivos

Avaliar quais fatores associam-se independentemente com a decisão de realizar ventriculografia em pacientes com doença arterial coronariana.

Métodos

Tratou-se de um estudo analítico, retrospectivo, avaliando prontuários eletrônicos e banco de dados e comparando 21 variáveis de interesse pré-definidas entre pacientes submetidos a cineangiocoronariografia. Foi considerado significante p < 0,05.

Resultados

Avaliamos 600 pacientes consecutivos, e a ventriculografia esquerda foi realizada na maioria dos pacientes submetidos a uma cineangiocoronariografia (54%). Depois da análise multivariada, os pacientes com síndromes coronarianas crônicas ( odds ratio [OR] 1,72; intervalo de confiança de 95% [IC 95%]: 1,20–2,46; p < 0,01) tiveram maior chance de serem submetidos ao procedimento. Os pacientes com função ventricular conhecida (OR = 0,58; IC 95%: 0,40–0,85; p < 0,01), os revascularizados (OR 0,31; IC 95% 0,14–0,69; p < 0,01), os hipertensos (OR 0,58; IC 95%: 0,36–0,94; p = 0,02) e aqueles com maiores valores de creatinina (OR 0,42; IC 95% 0,26–0,69; p < 0,01) tiveram maior chance de não realizar ventriculografia.

Conclusões

Nos pacientes submetidos a cineangiocoronariografia, o diagnóstico de síndrome coronariana crônica associou-se de modo independente com uma maior realização da técnica, enquanto ter a função ventricular previamente conhecida, ser hipertenso, ter sido submetido a revascularização cirúrgica prévia e ter valores de creatinina mais elevados associaram-se a uma maior chance de não realizar o método.

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Doença arterial coronariana
  • Doenças Cardiovasculares
  • Função Ventricular Esquerda
  • Hipertensão
  • Revascularização do Miocárdio/cirurgia
  • Ventriculografia/métodos
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18/03/2022 DOI: 10.36660/abc.20200217 Visualizações 3
Figura 1
ABC
Carta Científica

Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura

Carolina Ragonetti et al. Enzo Oku Martinazzo Felipe Montesano Fazionato Guilherme Osório Guimarães Ferreira … Milena Piccolo Santana Camila Hartmann

Introdução

Durante a pandemia de SARS-CoV-2, há relatos de infecção cursando com injúria miocárdica aguda (IMA), que causa piores resultados clínicos. A manifestação pode ser com elevação de troponina, alterações de imagem e eletrocardiográficas. Nesse sentido, a IMA com supradesnivelamento de ST (SST) tem sido observada em alguns pacientes. Contudo, apesar de alteração isquêmica ao eletrocardiograma (ECG), os exames podem não evidenciar obstrução, não sendo oclusão coronariana a causa da injúria.

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Cardiomiopatia de Takotsubo
  • Coronavírus-19
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Miocardite/complicações
  • Pandemia
  • SARS-CoV-2
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06/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20201268 Visualizações 2
ABC
Editorial

Fístulas da Artéria Coronária

Dario Buccheri

Resumo

A fístula da artéria coronária é uma anormalidade anatômica rara das artérias coronárias que afeta 0,002% da população geral e representa 14% de todas as anomalias das artérias coronárias. A sua relevância clínica concentra-se principalmente no mecanismo do fenômeno do roubo coronário, que causa isquemia funcional do miocárdio, mesmo na ausência de estenose; portanto, angina e dispneia aos esforços são sintomas comuns. A abordagem diagnóstica sugerida é orientada pelos sintomas dos pacientes e consiste em uma série de exames instrumentais, como ECG, teste de esteira, ecocardiografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética cardíaca e angiografia coronária. Nos casos onde não é um achado acidental, a angiografia coronária é necessária para o planejamento terapêutico otimizado. As pequenas fístulas geralmente são assintomáticas e o prognóstico é excelente se forem tratadas medicamente com acompanhamento clínico e ecocardiografia no período de 2 a 5 anos. As fístulas grandes/gigantes e sintomáticas, ao contrário, devem ser submetidas a fechamento invasivo, por via transcateter ou ligadura cirúrgica, cujos resultados são equivalentes no acompanhamento de longo prazo. A profilaxia antibiótica para a prevenção da endocardite bacteriana é recomendada para todos os pacientes com fístulas da artéria coronária submetidos a procedimentos dentários, gastrointestinais ou urológicos. O acompanhamento ao longo da vida é sempre essencial para garantir que o paciente não sofra progressão da doença ou outras complicações cardíacas.

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Antibacterianos/uso terapêutico
  • Fístula Arterio-Arterial/cirurgia
  • Fístula Arterio-Arterial/diagnóstico por imagem
  • Isquemia Miocárdica
  • Técnicas de Fechamento/tendências
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26/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20210501
Figura 1
ABC
Carta Científica

Impressão de Protótipo Tridimensional (P3d) de Coração para Aplicação na Cardiologia Pediátrica: Uma Experiência Inicial

Maíra Levorato Basso et al. Alessandra Möbius Gebran Julia Dullius Oliveira Katrin Möbius Gebran … Letícia Carlota Bonatto Maria Cecília Knoll Farah

Introdução

A tecnologia de impressão de protótipos tridimensionais (P3D) desenvolve-se rapidamente na medicina. Estudos recentes mostram a importância de sua aplicabilidade na cardiologia pediátrica.

Profissionais, clínicos e cirurgiões fazem uso de tecnologias bidimensionais como a ecocardiografia, a angiotomografia computadorizada (ATC) e a ressonância magnética para caracterizar estruturas e entender a complexidade das doenças. De modo geral, essas imagens são projetadas e estendidas em tela plana, de modo a não representarem o tamanho real das estruturas, a percepção de profundidade ou a proximidade entre elas.

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Cardiopatias Congênitas
  • Impressão Tridimensional/tendências
  • Tomografia Computadorizada por Raios X/métodos
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23/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20200086 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica

Miguel Lopez-Hidalgo et al. Antonio Eblen-Zajjur

Resumo

Fundamento

O grau de fluxo TIMI e a contagem quadro a quadro TIMI corrigida (CTFC) são métodos amplamente utilizados para avaliar o fluxo sanguíneo coronariano angiográfico. A medição do fluxo sanguíneo coronariano (FSC) na coronariografia (CAG) padrão despertou grande interesse recentemente, tentando combinar o conceito de CTFC com novos métodos para pós-angioplastia e avaliação da síndrome cardíaca X. Além disso, o fluxo coronariano lento é considerado um critério importante para a angina microvascular.

Objetivo

Explorar uma nova abordagem de medição angiográfica quantitativa do FSC com base na detecção densitométrica de contraste na CAG offline, usando um software acessível para obter uma avaliação mais precisa e confiável do FSC.

Métodos

Trinta pacientes foram estudados e divididos em 2 grupos: fluxo sanguíneo coronariano normal (FN) e fluxo sanguíneo coronariano lento (FL), de acordo com a definição da CTFC. O MD foi aplicado à amostra do estudo para diferenciar entre FN e FL. A estatística não paramétrica foi usada para avaliar diferenças entre os grupos com p<0,05.

Resultados

O valor de referência normal do MD obtido para o fluxo sanguíneo coronariano foi de 9 [5–10] quadros. Os grupos FN vs. FL foi comparado e expresso como mediana [intervalo interquartil], para a artéria descendente anterior esquerda: 10 [7–11] vs. 21 [8–33]; p=0,016; artéria circunflexa: 9 [4–13] vs. 14 [11–30]; p=0,012 e artéria coronária direita: 5 [3–11] vs. 13 [8–26]; p=0,009.

Conclusão

O MD mostrou a viabilidade de medir o fluxo sanguíneo coronariano com precisão, consistência e reprodutibilidade em um angiograma coronariano padrão, mostrando a capacidade adicional de diferenciar FN de FL em pacientes com dor precordial e artérias coronárias normais. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(3):503-512)

  • Angina Estável
  • Angina Microvascular
  • Angiografia Coronária/métodos
  • Circulação Sanguínea/fisiopatologia
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Síndrome Cardíaca X
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20180283
ABC
Editorial

Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste

Hector M. Garcia-Garcia et al. Pablo Blanco

Desde os primórdios de sua utilização, a avaliação do fluxo coronariano indireto por angiocoronariografia (ACG) tem sido relatada em todas as notas laboratoriais de hemodinâmica, pois é considerada uma ferramenta prognóstica, particularmente no contexto da intervenção percutânea coronariana primária. A trombólise no sistema de grau de fluxo do infarto do miocárdio (TIMI) e, com menos frequência, na contagem de quadros TIMI corrigida (corrected TIMI Frame Count — CTFC) são os dois escores mais comumente usados para refletir o estado do fluxo sanguíneo coronariano (FSC). Nesta edição, Lopez-Hidalgo e Eblen-Zajjur relatam uma nova abordagem de medição angiográfica quantitativa do FSC com base na detecção de contraste densitométrico (DM) em ACG offline. Para tanto, trinta pacientes foram estudados e divididos em 2 grupos: grupo de fluxo sanguíneo coronariano normal (FN) e fluxo sanguíneo coronariano lento (FL), de acordo com a CTFC. Os autores concluíram que o novo método DM era viável e demonstrava a capacidade de diferenciar fluxo normal (FN) e fluxo lento (FL) em pacientes com dor torácica e artérias coronarianas normais.

Os autores desenvolveram uma abordagem criativa para medir o FSC quantitativamente e objetivamente, de forma indireta. Essa abordagem supera parcialmente as limitações dos escores tradicionais TIMI e CTFC. Por este motivo, gostaríamos de parabenizar os autores por este relatório inovador. Isto posto, gostaríamos de destacar alguns pontos que merecem uma discussão mais aprofundada. Primeiro, houve uma tentativa de definir fluxo coronariano “normal”. Com base na população estudada, derivou-se o ponto de corte da ACG. Nunca se pode ter certeza se esses pacientes têm realmente FSC normal. Tradicionalmente, os métodos não invasivos (como tomografia por emissão de pósitrons e ressonância magnética cardíaca) e métodos invasivos (ou seja, guia-Doppler e termodiluição) são considerados as melhores abordagens para medir o FSC e, para cada tecnologia, são conhecidos os valores padrão de normalidade. Assim, no relatório, a definição de valores “normais” pode ser, na melhor das hipóteses, um substituto aproximado do FSC real.

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Circulação Coronária
  • Fluxo Sanguíneo Regional
  • pulso arterial
  • Sensibilidade de Contraste
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200936 Visualizações 1
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ABC
Artigo Original

Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise

José Luís Martins et al. Vera Afreixo José Santos Lino Gonçalves

Resumo

Fundamento:

Existem dados limitados sobre o prognóstico do adiamento do tratamento das lesões em pacientes com síndrome coronária com base na reserva de fluxo fracionada (FFR).

Objetivos:

Realizar uma revisão sistemática da evidência atual sobre o prognóstico do adiamento do tratamento de lesões em pacientes com SCA com base na FFR, comparando-o com o prognóstico em pacientes sem SCA.

Métodos:

Pesquisamos as bases de dados do Medline, EMBASE, e Cochrane Library por estudos publicados entre janeiro de 2000 e setembro de 2017 que compararam o prognóstico do adiamento da revascularização das lesões com base na FFR em pacientes com SCA em comparação a pacientes sem SCA. Conduzimos uma metanálise do risco relativo de quatro desfechos primários: mortalidade, mortalidade cardiovascular, infarto do miocárdio (IM) e revascularização do vaso-alvo (TVR).

Resultados:

Identificamos sete estudos que incluíram um total de 5107 pacientes. A metanálise mostrou que não houve diferença quanto à mortalidade [risco relativo (RR) = 1,44; IC95%, 0,9-2,4), mortalidade cardiovascular (RR = 1,29; IC95% = 0,4-4,3) e TVR (RR = 1,46; IC95% = 0,9-2,3) após adiamento da revascularização com base na FFR entre pacientes com SCA e pacientes sem SCA. Tal adiamento foi associado com risco adicional de IM (RR = 1,83; IC95% = 1,4-2,4) em pacientes com SCA.

Conclusão:

O valor prognóstico da FFR na SCA não é tão bom como em pacientes estáveis. Os resultados mostram um risco aumentado de IM, mas não de mortalidade, mortalidade cardiovascular, e TVR em pacientes com SCA.

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Intervenção Coronária Percutânea/métodos
  • Microvasos
  • Reprodutibilidade dos Testes
  • Reserva Fracionada de Fluxo Miocárdio/fisiologia
  • Resistência Vascular
  • Síndrome Coronariana Aguda/fisiopatologia
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21/09/2018 DOI: 10.5935/abc.20180170 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Mariani Junior J. A Cardiologia Intervencionista Brasileira e as Oclusões Coronárias Crônicas: Onde Estamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(4):e20230172.

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Mariani Junior, José. A Cardiologia Intervencionista Brasileira e as Oclusões Coronárias Crônicas: Onde Estamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 4, e20230172, abr. 2023.

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Mariani Junior, J. (2023). A Cardiologia Intervencionista Brasileira e as Oclusões Coronárias Crônicas: Onde Estamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(4), e20230172.

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Mariani Junior, José. A Cardiologia Intervencionista Brasileira e as Oclusões Coronárias Crônicas: Onde Estamos?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230172. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-cardiologia-intervencionista-brasileira-e-as-oclusoes-coronarias-cronicas-onde-estamos/>. ISSN 0066-782X

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Borges SCS, Carvalho CIR, Gonçalves METM, Baptista AIS, Moreira JI. Artéria Coronária Direita Intracavitária: Um Achado Incidental com Potenciais Implicações para Procedimentos Cardíacos Invasivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):1000-1.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Borges, Sara Cristina da Silva; Carvalho, Catarina Isabel Ribeiro; Gonçalves, Miguel Eduardo Teixeira Moz; Baptista, Ana Isabel Santos; Moreira, José Ilídio. Artéria Coronária Direita Intracavitária: Um Achado Incidental com Potenciais Implicações para Procedimentos Cardíacos Invasivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 1000-1001, maio. 2022.

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Borges, S. C. S., Carvalho, C. I. R., Gonçalves, M. E. T. M., Baptista, A. I. S., & Moreira, J. I. (2022). Artéria Coronária Direita Intracavitária: Um Achado Incidental com Potenciais Implicações para Procedimentos Cardíacos Invasivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 1000-1001.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Borges, Sara Cristina da Silva and Carvalho, Catarina Isabel Ribeiro and Gonçalves, Miguel Eduardo Teixeira Moz and Baptista, Ana Isabel Santos and Moreira, José Ilídio. Artéria Coronária Direita Intracavitária: Um Achado Incidental com Potenciais Implicações para Procedimentos Cardíacos Invasivos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 1000-1001. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/arteria-coronaria-direita-intracavitaria-um-achado-incidental-com-potenciais-implicacoes-para-procedimentos-cardiacos-invasivos/>. ISSN 0066-782X

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Santos CCL, Oliveira RP, Sena J, Oliveira AD, Ferreira MG, Santos Filho A, Guissoni H, et al. Fatores que Impactam a Decisão de Realizar Ventriculografia Esquerda em Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(3):607-13.

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Santos, Claudia de Castro Lima; Oliveira, Ricardo Peixoto; Sena, Joberto; Oliveira, Adriano Dourado; Ferreira, Marcelo Gottschald; Santos Filho, Ademar; Guissoni, Heitor; Brito, José Carlos; Feitosa, Gilson Soares; Feitosa-Filho, Gilson Soares. Fatores que Impactam a Decisão de Realizar Ventriculografia Esquerda em Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 3, p. 607-613, mar. 2022.

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Santos, C. C. L., Oliveira, R. P., Sena, J., Oliveira, A. D., Ferreira, M. G., Santos Filho, A., Guissoni, H., Brito, J. C., Feitosa, G. S., & Feitosa-Filho, G. S. (2022). Fatores que Impactam a Decisão de Realizar Ventriculografia Esquerda em Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(3), 607-613.

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Santos, Claudia de Castro Lima and Oliveira, Ricardo Peixoto and Sena, Joberto and Oliveira, Adriano Dourado and Ferreira, Marcelo Gottschald and Santos Filho, Ademar and Guissoni, Heitor and Brito, José Carlos and Feitosa, Gilson Soares and Feitosa-Filho, Gilson Soares. Fatores que Impactam a Decisão de Realizar Ventriculografia Esquerda em Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 607-613. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-que-impactam-a-decisao-de-realizar-ventriculografia-esquerda-em-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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Ragonetti C, Martinazzo EO, Fazionato FM, Ferreira GOG, Santana MP, Hartmann C. Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(2):411-4.

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Ragonetti, Carolina; Martinazzo, Enzo Oku; Fazionato, Felipe Montesano; Ferreira, Guilherme Osório Guimarães; Santana, Milena Piccolo; Hartmann, Camila. Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 2, p. 411-414, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ragonetti, C., Martinazzo, E. O., Fazionato, F. M., Ferreira, G. O. G., Santana, M. P., & Hartmann, C. (2021). Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(2), 411-414.

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Ragonetti, Carolina and Martinazzo, Enzo Oku and Fazionato, Felipe Montesano and Ferreira, Guilherme Osório Guimarães and Santana, Milena Piccolo and Hartmann, Camila. Sars-Cov-2 e Injúria Miocárdica com Supradesnivelamento de ST sem Doença Coronariana: Relato de Caso e Breve Revisão da Literatura. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 411-414. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sars-cov-2-e-injuria-miocardica-com-supradesnivelamento-de-st-sem-doenca-coronariana-relato-de-caso-e-breve-revisao-da-literatura/>. ISSN 0066-782X

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Buccheri D. Fístulas da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(1):89-90.

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Buccheri, Dario. Fístulas da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 1, p. 89-90, jul. 2021.

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Buccheri, D. (2021). Fístulas da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(1), 89-90.

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Buccheri, Dario. Fístulas da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 89-90. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fistulas-da-arteria-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Basso ML, Gebran AM, Oliveira JD, Gebran KM, Bonatto LC, Farah MCK. Impressão de Protótipo Tridimensional (P3d) de Coração para Aplicação na Cardiologia Pediátrica: Uma Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):507-9.

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Basso, Maíra Levorato; Gebran, Alessandra Möbius; Oliveira, Julia Dullius; Gebran, Katrin Möbius; Bonatto, Letícia Carlota; Farah, Maria Cecília Knoll. Impressão de Protótipo Tridimensional (P3d) de Coração para Aplicação na Cardiologia Pediátrica: Uma Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 507-509, abr. 2021.

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Basso, M. L., Gebran, A. M., Oliveira, J. D., Gebran, K. M., Bonatto, L. C., & Farah, M. C. K. (2021). Impressão de Protótipo Tridimensional (P3d) de Coração para Aplicação na Cardiologia Pediátrica: Uma Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 507-509.

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Basso, Maíra Levorato and Gebran, Alessandra Möbius and Oliveira, Julia Dullius and Gebran, Katrin Möbius and Bonatto, Letícia Carlota and Farah, Maria Cecília Knoll. Impressão de Protótipo Tridimensional (P3d) de Coração para Aplicação na Cardiologia Pediátrica: Uma Experiência Inicial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 507-509. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/impressao-de-prototipo-tridimensional-p3d-de-coracao-para-aplicacao-na-cardiologia-pediatrica-uma-experiencia-inicial/>. ISSN 0066-782X

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Lopez-Hidalgo M, Eblen-Zajjur A. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):503-12.

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Lopez-Hidalgo, Miguel; Eblen-Zajjur, Antonio. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 503-512, set. 2020.

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Lopez-Hidalgo, M., & Eblen-Zajjur, A. (2020). Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 503-512.

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Lopez-Hidalgo, Miguel and Eblen-Zajjur, Antonio. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronário em Angiogramas Coronários Convencionais por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Uma Visão Fisiológica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 503-512. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medicao-do-fluxo-sanguineo-coronario-em-angiogramas-coronarios-convencionais-por-um-novo-metodo-baseado-na-deteccao-da-densidade-de-contraste-uma-visao-fisiologica/>. ISSN 0066-782X

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Garcia-Garcia HM, Blanco P. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):513-4.

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Garcia-Garcia, Hector M.; Blanco, Pablo. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 513-514, set. 2020.

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Garcia-Garcia, H. M., & Blanco, P. (2020). Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 513-514.

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Garcia-Garcia, Hector M. and Blanco, Pablo. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 513-514. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medicao-do-fluxo-sanguineo-coronariano-por-angiocoronariografia-convencional-por-um-novo-metodo-baseado-na-deteccao-da-densidade-de-contraste/>. ISSN 0066-782X

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Martins JL, Afreixo V, Santos J, Gonçalves L. Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(4):542-50.

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Martins, José Luís; Afreixo, Vera; Santos, José; Gonçalves, Lino. Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 4, p. 542-550, set. 2018.

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Martins, J. L., Afreixo, V., Santos, J., & Gonçalves, L. (2018). Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(4), 542-550.

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Martins, José Luís and Afreixo, Vera and Santos, José and Gonçalves, Lino. Estratégia Guiada por Reserva de Fluxo Fracionada na Síndrome Coronária Aguda: Revisão Sistemática Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 542-550. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estrategia-guiada-por-reserva-de-fluxo-fracionada-na-sindrome-coronaria-aguda-revisao-sistematica-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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