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  2. Palavra-chave: Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
As Mulheres estão Associadas a Menores Riscos de Mortalidade a Longo Prazo em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio sem Circulação Extracorpórea
ABC
Artigo Original

As Mulheres estão Associadas a Menores Riscos de Mortalidade a Longo Prazo em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio sem Circulação Extracorpórea

Chen Bai et al. Jiangang Wang Qing Ye Cheng Zhao

Resumo

Fundamento

Em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea (CRM sem CEC), as mulheres apresentaram menores taxas de mortalidade hospitalar e fibrilação atrial pós-operatória do que homens. No entanto, a associação entre gênero e prognóstico de longo prazo após a CRM sem CEC raramente é relatada.

Objetivo

Este estudo visa determinar se as mulheres se beneficiam mais da CRM sem CEC do que os homens, comparando a diferença no risco de mortalidade por todas as causas em longo prazo em pacientes com oclusão total crônica (CTO) coronária.

Métodos

Este é um estudo de coorte observacional e retrospectivo conduzido em pacientes adultos (≥18 anos) com CTO coronária submetidos à CRM sem CEC em nosso hospital de janeiro de 2011 a dezembro de 2014. Um modelo multivariado de riscos proporcionais de Cox foi empregado para avaliar a associação de gênero com o risco de mortalidade por todas as causas. Um valor de p <0,05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

Foram inscritos 1.256 participantes no total, dos quais 321 (25,6%) eram mulheres e 935 (74,4%) eram homens. Durante um acompanhamento máximo de 10 anos, a taxa de mortalidade por todas as causas em mulheres foi significativamente menor do que em homens (10,3% vs. 24,3%, p<0,01). A análise de regressão multivariada de Cox indicou que as mulheres estavam significativamente associadas a um menor risco de mortalidade por todas as causas (HR=0,30, IC 95%: 0,20-0,44; p<0,01) após o controle de potenciais fatores de confusão.

Conclusão

As mulheres se beneficiam mais da cirurgia CRM sem CEC do que os homens, pois têm um menor risco de mortalidade por todas as causas em longo prazo em pacientes com CTO coronária.

  • Mortalidade
  • Mulheres
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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13/12/2024 DOI: 10.36660/abc.20240221 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Resultados Clínicos de Curto e Médio Prazo após Revascularização Coronariana Híbrida versus Revascularização Miocárdica sem Circulação Extracorpórea: Uma Meta-Análise

Li Dong et al. Yi-kun Kang Xiang-guang An

Resumo

Fundamentos:

A revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea (CRM sem CEC) é um dos tratamentos padrão para a doença arterial coronária (DAC), enquanto que a revascularização coronária híbrida (RCH) é uma estratégia de revascularização em evolução. No entanto, a diferença nos resultados entre eles ainda não está clara.

Objetivo:

Realizamos uma meta-análise para comparar os resultados a curto e médio prazo da RCH versus a CRM sem CEC para o tratamento de DAC de múltiplos vasos ou artéria principal esquerda.

Métodos:

Pesquisamos as bases de dados PubMed, EMBASE, Web of Science e Cochrane para identificar estudos relacionados e realizamos uma meta-análise de rotina.

Resultados:

Nove estudos com 6121 pacientes foram incluídos na análise. Não houve diferença significativa na taxa de eventos cardíacos e cerebrovasculares adversos maiores de curto prazo (ECCAM) (RR de 0,55, IC de 95% 0,30-1,03, p = 0,06) ou mortalidade (RR: 0,51, IC 95%: 0,17-1,48, p = 0,22). A RCH requereu menos tempo de ventilação (DMP -0,36; IC de 95%: -0,16 -0,55-, p < 0,001), tempo de UTI (DMP: -0,35, IC de 95%: -0,58- -0,13, p < 0,01), estadia hospitalar (DMP: -0,29; IC de 95%: -0.50 – -0,07, p < 0,05) e taxa de transfusão de sangue (RR: Cl 0,57, 95% de 0,49-0,67, p < 0,001), mas necessitou mais tempo de cirurgia (DMP): 1,29, IC de 95% 0,54-2,05, p < 0,001) e custos de hospitalização (DMP: 1,06, 95 %: 0,45-1,66, p < 0,001). O grupa RCH tinha uma taxa mais baixa de ECCAM a médio prazo (RR de 0,49, IC de 95% 0,26-0,92, p < 0,05), mas uma taxa mais elevada a médio prazo em revascularização de vaso alvo (RVA, RR: 2,20, IC 95%: 1,32). 3,67, p < 0,01).

Conclusões:

A RCH teve mortalidade e morbidade semelhantes no curto prazo comparada ao CRM sem CEC. A RCH diminuiu o tempo de ventilação, a internação na UTI, a internação hospitalar, a taxa de transfusão de sangue e o aumento do tempo de operação e os custos de hospitalização. A RCH tem uma taxa ECCAM mais baixa no médio prazo, enquanto a CRM sem CEC se mostra melhor em RVA a médio prazo.

  • Bases de Dados Bibliográficas
  • Doença da Artéria Coronariana/cirurgia
  • Metanálise
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica/tendências
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19/03/2018 DOI: 10.5935/abc.20180044 Visualizações 1
Revascularização do miocárdio minimamente invasiva videoassistida
ABC
Artigo Original

Revascularização do miocárdio minimamente invasiva videoassistida

Rodrigo Mussi Milani et al. Paulo Brofman Maximiliano Guimarães Márcia Olandoski … Hugo Meister Filho Thales Baggio Maria Fernanda Domingues Rodrigo Jardim Aline Sanches Francisco Maia

FUNDAMENTO: De um modo geral, as operações estão cada vez menos invasivas e a cirurgia cardíaca começa a seguir por este caminho. OBJETIVO: Avaliar a evolução de cem pacientes submetidos à operação de revascularização do miocárdio minimamente invasiva. MÉTODOS: O acesso ao coração deu-se através de pequena toracotomia lateral no 4º espaço intercostal esquerdo, com 6 cm, iniciando-se ao nível do mamilo. Pelo mesmo espaço intercostal, 3 cm após o término da incisão principal, foi inserida ótica de 6,5 mm com 30º. Nos casos em que a veia safena foi utilizada, o pericárdio foi aberto em cima da aorta e, com uma pressão sistólica de 80 mmhg, foi pinçada parcialmente, sendo a anastomose proximal feita de maneira convencional. As anastomoses distais foram feitas de modo convencional. O procedimento foi realizado sem circulação extracorporal (CEC) com auxílio de ventilação monopulmonar. RESULTADOS: A idade média foi de 63,9 ± 10,66 anos. Sessenta e oito (68%) eram do sexo masculino. Cinquenta e três (53%) encontravam-se em classe funcional III ou IV. A função do ventrículo esquerdo era normal em cinquenta e três (53%) pacientes. Quarenta e dois (42%) haviam sido submetidos à angioplastia prévia. Foram realizadas 153 anastomoses distais, variando de 1 a 3. O tempo médio de ventilação foi de 4,06 ± 4,08 horas. Dezessete (17%) pacientes apresentaram fibrilação atrial e oito (8%) pneumonias. Houve dois óbitos nesta série. CONCLUSÃO: A revascularização mostrou-se segura, com baixa mortalidade e morbidade. Com novos dispositivos, essa operação poderá ter uma aplicabilidade maior.

  • cirurgia video-assistida
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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07/06/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000052 Visualizações 1
Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise
ABC
Revisão

Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise

Ana Sofia Godinho et al. Ana Sofia Alves Alexandre José Pereira Telmo Santos Pereira

Há controvérsias quanto aos eventuais benefícios da cirurgia de revascularização miocárdica sem a técnica de circulação extracorpórea (SCEC) comparativamente à revascularização miocárdica com circulação extracorpórea (CEC). Para obter uma perspectiva melhor sobre essa importante questão, foi realizada uma metanálise de ensaios clínicos randomizados, cotejando as duas técnicas. O objectivo do presente trabalho foi verificar qual a técnica aplicada na Cirurgia de Revascularização Miocárdica, CEC ou SCEC, que oferece melhores resultados, por metanálise de estudos randomizados publicados comparando CEC com SCEC. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica informatizada nos motores de busca PubMed, Embase, B-on e Science Direct, durante o período de março de 2009 a janeiro de 2010. Os estudos abrangidos foram recuperados de acordo com critérios predeterminados. A revisão sistematizada de estudos clínicos randomizados foi executada, de forma a avaliar as diferenças entre ambas as técnicas de revascularização (SCEC versus CEC) na mortalidade e na morbidade. Os artigos selecionados não incluem pacientes de alto risco e avaliação longitudinal a longo prazo. A metanálise incidiu em nove ensaios clínicos randomizados, correspondendo a um total de 75.086 pacientes, e comparou a CEC à SCEC. No que diz respeito à mortalidade, observou-se redução de 18% no risco de mortalidade cardiovascular (OR – 0,82; IC95 – 0,70 – 0,98; p = 0,03) e de 27% no risco de ocorrência de AVC no pós-operatório (OR – 0,73; IC95 – 0,63 – 0,85; p = 0,0001), ambos a favor da técnica cirúrgica SCEC. Em relação à ocorrência de complicações associadas ao procedimento, não foram encontradas diferenças significativas entre ambas as técnicas cirúrgicas, particularmente no que se refere à ocorrência de complicações renais (OR – 0,97; IC95 – 0,84 – 1,14; p = 0,74) e de septicemia (OR – 0,98; IC95 – 0.64 – 1.51, p = 0,93, respectivamente). A revascularização miocárdica SCEC reduz significativamente a ocorrência de eventos cardiovasculares maiores (mortalidade e AVC), comparativamente à revascularização com CEC.

  • complicações intra-operatórias
  • Metanálise
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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08/02/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012000100014 Visualizações 1
O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea
ABC
Artigo Original

O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea

José Ernesto Succi et al. Luís Roberto Gerola Guilherme Menezes Succi Renata A.C.F. de Almeida … Leonardo Sérgio Rocha Novais Bruno Rocha

FUNDAMENTO: O pré-condicionamento isquêmico é um método que prepara e protege a célula para suportar um período de isquemia prolongada com menor dano celular possível. OBJETIVO: Avaliar a influência do pré-condicionamento isquêmico na contratilidade ventricular esquerda durante a cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea. MÉTODO: Quarenta pacientes com indicação para revascularização do miocárdio foram randomizados em dois grupos, com e sem pré-condicionamento isquêmico. O pré-condicionamento isquêmico foi obtido realizando a oclusão coronária por dois minutos e liberação do fluxo sanguíneo por um minuto, sendo realizados dois ciclos. A contratilidade ventricular esquerda foi avaliada por meio de Doppler pulsado da aorta torácica descendente (Hemosonic 100). As medidas da aceleração do fluxo sanguíneo na aorta foram obtidas antes do início do procedimento, após o posicionamento do coração e com cinco e dez minutos de oclusão coronária. RESULTADOS: No início do procedimento, a aceleração do fluxo foi de 9,37 ± 2,9m/s² no grupo com pré-condicionamento, e de 12,5 ± 3,1 m/s² no grupo sem pré-condicionamento (p = 0,23). Após o posicionamento do coração foi de 8,47 ± 3,3 e 8,31 ± 3,6 m/s² (p=0,96); com cinco minutos foi de 8,7 ± 4,1 e 7,94 ± 2,9 m/s² (p = 0,80); e com dez minutos foi de 9,2 ± 4,5 e 7,98 ± 3,4 m/s² (p=0,71), respectivamente. No entanto, o comportamento da contratilidade ventricular foi diferente ao longo do tempo. No grupo pré-condicionado houve manutenção da contratilidade ventricular em relação ao início do procedimento (p = 0,52), enquanto que no grupo sem pré-condicionamento houve redução da contratilidade ventricular (p = 0,0034). CONCLUSÕES: O Pré-condicionamento isquêmico evitou a redução da contratilidade ventricular esquerda durante a realização da revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea.

  • Concentração miocárdica
  • Isquemia Miocárdica
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
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28/04/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000300010 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea

Priscyla B. M. A. Girardi et al. Whady Hueb Célia R. S. R. Nogueira Myrthes E. Takiuti … Teryo Nakano Cibele Larrosa Garzillo Felipe da S. Paulitsch Aécio F. T. Góis Neuza H. M. Lopes Noedir A. Stolf

FUNDAMENTO: Técnicas cirúrgicas de revascularização miocárdica sem o uso de circulação extracorpórea (CEC) projetaram esperanças de resultados operatórios com menor dano sistêmico, menor ocorrência de complicações clínicas e menor tempo de internação hospitalar, gerando expectativas de menor custo hospitalar. OBJETIVO: Avaliar o custo hospitalar em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica com e sem o uso de CEC, e em portadores de doença multiarterial coronariana estável com função ventricular preservada. MÉTODOS: Os custos hospitalares foram baseados na remuneração governamental vigente. Acrescentaram-se aos custos uso de órteses e próteses, complicações e intercorrências clínicas. Consideraram-se o tempo e os custos de permanência na UTI e de internação hospitalar. RESULTADOS: Entre janeiro de 2002 e agosto de 2006, foram randomizados 131 pacientes para cirurgia com CEC (CCEC) e 128 pacientes sem CEC (SCEC). As características basais foram semelhantes para os dois grupos. Os custos das intercorrências cirúrgicas foram significativamente menores (p < 0,001) para pacientes do grupo SCEC comparados ao grupo CCEC (606,00 ± 525,00 vs. 945,90 ± 440,00), bem como os custos na UTI: 432,20 ± 391,70 vs. 717,70 ± 257,70, respectivamente. Os tempos de permanência na sala cirúrgica foram (4,9 ± 1,1 h vs. 3,9 ± 1,0 h), (p < 0,001) na UTI (48,2 ± 17,2 h vs. 29,2 ± 26,1h) (p < 0,001), com tempo de entubação (9,2 ± 4,5 h vs. 6,4 ± 5,1h) (p < 0,001) para pacientes do grupo com e sem CEC, respectivamente. CONCLUSÃO: Os resultados permitem concluir que a cirurgia de revascularização miocárdica, sem circulação extracorpórea, proporciona diminuição de custos operacionais e de tempo de permanência em cada setor relacionado ao tratamento cirúrgico.

  • arteriosclerose coronariana
  • Circulação Extracorpórea
  • Custos Hospitalares
  • efeitos adversos
  • Ponte de Artéria Coronária sem Circulação Extracorpórea
  • Revascularização Miocárdica
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05/01/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001800003 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bai C, Wang J, Ye Q, Zhao C. As Mulheres estão Associadas a Menores Riscos de Mortalidade a Longo Prazo em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio sem Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(12):e20240221.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bai, Chen; Wang, Jiangang; Ye, Qing; Zhao, Cheng. As Mulheres estão Associadas a Menores Riscos de Mortalidade a Longo Prazo em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio sem Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 12, e20240221, dez. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bai, C., Wang, J., Ye, Q., & Zhao, C. (2024). As Mulheres estão Associadas a Menores Riscos de Mortalidade a Longo Prazo em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio sem Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(12), e20240221.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bai, Chen and Wang, Jiangang and Ye, Qing and Zhao, Cheng. As Mulheres estão Associadas a Menores Riscos de Mortalidade a Longo Prazo em Pacientes Submetidos à Revascularização do Miocárdio sem Circulação Extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 12, [citado 2026-10-14], e20240221. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/as-mulheres-estao-associadas-a-menores-riscos-de-mortalidade-a-longo-prazo-em-pacientes-submetidos-a-revascularizacao-do-miocardio-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Dong L, Kang Y, An X. Resultados Clínicos de Curto e Médio Prazo após Revascularização Coronariana Híbrida versus Revascularização Miocárdica sem Circulação Extracorpórea: Uma Meta-Análise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;110(4):321-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Dong, Li; Kang, Yi-kun; An, Xiang-guang. Resultados Clínicos de Curto e Médio Prazo após Revascularização Coronariana Híbrida versus Revascularização Miocárdica sem Circulação Extracorpórea: Uma Meta-Análise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 110, n. 4, p. 321-330, mar. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Dong, L., Kang, Y., & An, X. (2018). Resultados Clínicos de Curto e Médio Prazo após Revascularização Coronariana Híbrida versus Revascularização Miocárdica sem Circulação Extracorpórea: Uma Meta-Análise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 110(4), 321-330.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Dong, Li and Kang, Yi-kun and An, Xiang-guang. Resultados Clínicos de Curto e Médio Prazo após Revascularização Coronariana Híbrida versus Revascularização Miocárdica sem Circulação Extracorpórea: Uma Meta-Análise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 110, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 321-330. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/resultados-clinicos-de-curto-e-medio-prazo-apos-revascularizacao-coronariana-hibrida-versus-revascularizacao-miocardica-sem-circulacao-extracorporea-uma-meta-analise/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Milani RM, Brofman P, Guimarães M, Olandoski M, Meister Filho H, Baggio T, Domingues MF, et al. Revascularização do miocárdio minimamente invasiva videoassistida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;99(1):596-604.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Milani, Rodrigo Mussi; Brofman, Paulo; Guimarães, Maximiliano; Olandoski, Márcia; Meister Filho, Hugo; Baggio, Thales; Domingues, Maria Fernanda; Jardim, Rodrigo; Sanches, Aline; Maia, Francisco. Revascularização do miocárdio minimamente invasiva videoassistida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 99, n. 1, p. 596-604, jun. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Milani, R. M., Brofman, P., Guimarães, M., Olandoski, M., Meister Filho, H., Baggio, T., Domingues, M. F., Jardim, R., Sanches, A., & Maia, F. (2012). Revascularização do miocárdio minimamente invasiva videoassistida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 99(1), 596-604.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Milani, Rodrigo Mussi and Brofman, Paulo and Guimarães, Maximiliano and Olandoski, Márcia and Meister Filho, Hugo and Baggio, Thales and Domingues, Maria Fernanda and Jardim, Rodrigo and Sanches, Aline and Maia, Francisco. Revascularização do miocárdio minimamente invasiva videoassistida. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 99, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 596-604. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/revascularizacao-do-miocardio-minimamente-invasiva-videoassistida/>. ISSN 0066-782X

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Godinho AS, Alves AS, Pereira AJ, Pereira TS. Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;98(1):87-94.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Godinho, Ana Sofia; Alves, Ana Sofia; Pereira, Alexandre José; Pereira, Telmo Santos. Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 98, n. 1, p. 87-94, fev. 2012.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Godinho, A. S., Alves, A. S., Pereira, A. J., & Pereira, T. S. (2012). Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 98(1), 87-94.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Godinho, Ana Sofia and Alves, Ana Sofia and Pereira, Alexandre José and Pereira, Telmo Santos. Cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea versus sem circulação extracorpórea: uma metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 98, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 87-94. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/cirurgia-de-revascularizacao-miocardica-com-circulacao-extracorporea-versus-sem-circulacao-extracorporea-uma-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Succi JE, Gerola LR, Succi GM, Almeida RA, Novais LSR, Rocha B. O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;94(3):339-44.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Succi, José Ernesto; Gerola, Luís Roberto; Succi, Guilherme Menezes; Almeida, Renata A.C.F. de; Novais, Leonardo Sérgio Rocha; Rocha, Bruno. O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 94, n. 3, p. 339-344, abr. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Succi, J. E., Gerola, L. R., Succi, G. M., Almeida, R. A. , Novais, L. S. R., & Rocha, B. (2010). O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(3), 339-344.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Succi, José Ernesto and Gerola, Luís Roberto and Succi, Guilherme Menezes and Almeida, Renata A.C.F. de and Novais, Leonardo Sérgio Rocha and Rocha, Bruno. O pré-condicionamento isquêmico influencia a contratilidade ventricular na cirurgia sem extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 339-344. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-pre-condicionamento-isquemico-influencia-a-contratilidade-ventricular-na-cirurgia-sem-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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Girardi PBMA, Hueb W, Nogueira CRSR, Takiuti ME, Nakano T, Garzillo CL, Paulitsch FS, et al. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;91(6):369-76.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Girardi, Priscyla B. M. A.; Hueb, Whady; Nogueira, Célia R. S. R.; Takiuti, Myrthes E.; Nakano, Teryo; Garzillo, Cibele Larrosa; Paulitsch, Felipe da S.; Góis, Aécio F. T.; Lopes, Neuza H. M.; Stolf, Noedir A.. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 6, p. 369-376, jan. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Girardi, P. B. M. A., Hueb, W., Nogueira, C. R. S. R., Takiuti, M. E., Nakano, T., Garzillo, C. L., Paulitsch, F. S., Góis, A. F. T., Lopes, N. H. M., & Stolf, N. A. (2009). Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(6), 369-376.

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Girardi, Priscyla B. M. A. and Hueb, Whady and Nogueira, Célia R. S. R. and Takiuti, Myrthes E. and Nakano, Teryo and Garzillo, Cibele Larrosa and Paulitsch, Felipe da S. and Góis, Aécio F. T. and Lopes, Neuza H. M. and Stolf, Noedir A.. Custos comparativos entre a revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 91, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 369-376. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custos-comparativos-entre-a-revascularizacao-miocardica-com-e-sem-circulacao-extracorporea/>. ISSN 0066-782X

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