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  2. Palavra-chave: Interpretação Estatística de Dados
ABC
Carta ao Editor

Escore CHA2DS2-VASc: O Que Mais Podemos Predizer?

Adnaldo da Silveira Maia

Caro editor,

O trabalho realizado por Kalkan et al., teve por objetivo avaliar o valor preditivo do escore CHA2DS2-VASc para o escore syntax residual (rSS) em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST). 688 pacientes foram incluídos no estudo, os quais foram divididos em dois grupos a considerar o escore rSS: pontuação até 8: grupo de rSS baixo (grupo 1); pontuação acima de 8: grupo de rSS elevado (grupo 2).

[…]

  • COVID-19/complicações
  • Fibrilação Atrial
  • Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
  • Interpretação Estatística de Dados
  • Mortalidade
  • Revascularização Miocárdica/métodos
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07/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20220672 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional

Luis Correia et al. Daniel Lopes João Vítor Porto Yasmin F. Lacerda … Vitor C. A. Correia Gabriela O. Bagano Bruna S. B. Pontes Milton Henrique Vitoria de Melo Thomaz E. A. Silva André C Meireles

Resumo

Fundamento:

A análise prognóstica multivariada tem sido realizada tradicionalmente por modelos de regressão. No entanto, muitos algoritmos surgiram, capazes de traduzir uma infinidade de padrões em probabilidades. A acurácia dos modelos de inteligência artificial em comparação à de modelos estatísticos tradicionais não foi estabelecida na área médica.

Objetivo:

Testar a inteligência artificial como um algoritmo preciso na predição de doença coronariana no cenário de dor torácica aguda, e avaliar se seu desempenho é superior a do modelo estatístico tradicional.

Métodos:

Foi analisada uma amostra consecutiva de 962 pacientes admitidos com dor torácica. Dois modelos probabilísticos de doença coronariana foram construídos com os primeiros 2/3 dos pacientes: um algoritmo machine learning e um modelo logístico tradicional. O desempenho dessas duas estratégias preditivas foi avaliado no último terço de pacientes. O modelo final de regressão logística foi construído somente com variáveis significativas a um nível de significância de 5%.

Resultados:

A amostra de treinamento tinha idade média de 59 ± 15 anos, 58% do sexo masculino, e uma prevalência de doença coronariana de 52%. O modelo logístico foi composto de nove preditores independentes. O algoritmo machine learning foi composto por todos os candidatos a preditores. Na amostra teste, a área sob a curva ROC para predição de doença coronariana foi de 0,81 (IC95% = 0,77 – 0,86) para o algoritmo machine learning, similar à obtida no modelo logístico (0,82; IC95% = 0,77 – 0,87), p = 0,68.

Conclusão:

O presente estudo sugere que um modelo machine learning acurado não garante superioridade à um modelo estatístico tradicional

  • Doença da Artéria Coronariana/diagnóstico
  • Estudos de Validação
  • Inteligência Artificial
  • Interpretação Estatística de Dados
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03/12/2021 DOI: 10.36660/abc.20200302 Visualizações 2
ABC
Editorial

Metanálise Pré-clínica: Outro Tijolo na Parede

Amanda Gomes Pereira et al. André Monti Garzesi Sergio Alberto Rupp Paiva Bertha Furlan Polegato

Atualmente, a revisão sistemática e a metanálise são consideradas o nível 1 de evidência científica, sendo amplamente utilizadas em epidemiologia e na medicina baseada em evidências. O termo metanálise vem do grego e significa “avaliação de análises”, referindo-se a sua definição como “análise estatística de uma grande coleção de resultados de análises de estudos individuais com o objetivo de integrar os achados” proposta pelo estatístico Gene V. Glass em 1976.

Apesar das semelhanças, é importante notar que metanálise e a revisão sistemática não são sinônimos. A metanálise é frequentemente, mas nem sempre, precedida por uma revisão sistemática, que visa reunir estudos semelhantes que atendam aos critérios de elegibilidade de abordagem rígida para responder a uma questão de pesquisa específica, enquanto a metanálise integra os resultados dos estudos incluídos através de técnicas estatísticas.,

[…]

  • Heterogeneidade
  • Interpretação Estatística de Dados
  • Metanálise
  • Publicações Científicas
  • Revisão Sistemática
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20200551 Visualizações 1
ABC
Editorial

Significado Clínico das Diferenças Estatísticas

Luiz Maurino Abreu

Diabetes é uma condição crônica séria que ocorre quando o organismo não consegue produzir insulina (ou o faz em quantidade insuficiente) ou não consegue utilizar a insulina que produz, resultando em níveis elevados de glicose no sangue. O diabetes conhecido como do tipo 1 é causado por um conjunto de fatores genéticos, ambientais e autoimunes afetando as células beta pancreáticas produtoras de insulina.

Valores aumentados da glicemia, mesmo abaixo do limiar de diagnóstico de diabetes, estão associados a complicações com grande impacto na morbimortalidade em pessoas com diabetes. Revisões sistemáticas envolvendo 102 estudos prospectivos em diabéticos indicam que o risco relativo de doenças cardiovasculares (DCVs) está entre 1,6 e 2,6, sendo maior em jovens e ligeiramente maior nas mulheres.

[…]

  • Arritmias Cardíacas
  • Diabetes Mellitus/complicações
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Fatores de risco
  • Interpretação Estatística de Dados
  • Prevenção e Controle
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20/03/2020 DOI: 10.36660/abc.20200006 Visualizações 2
Figura 1
IJCS
Original Article

Relação entre o Escore de Gensini e Mortalidade Intra-Hospitalar em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST

Erkan Yildirim et al. Atila Iyisoy Murat Celik Uygar Cagdas Yuksel … Cengizhan Acikel Baris Bugan Yalcin Gokoglan

Resumo

Fundamento:

Até o momento, diversos escores de risco baseados em pacientes foram estabelecidos para a predição de mortalidade em pacientes com infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST). O escore de Gensini foi originalmente desenvolvido para quantificar a gravidade de doença arterial coronariana (DAC).

Objetivos:

Avaliar a associação entre a gravidade de DAC avaliada pelo escore de Gensini e mortalidade intra-hospitalar em pacientes com IAMCSST submetidos à intervenção coronária percutânea primária (ICP-P).

Métodos:

Foram incluídos 539 pacientes com IAMCSST, submetidos à ICP-P dentro das primeiras 12 horas do início dos sintomas. A gravidade da DAC foi expressa como a soma do escore de Gensini para cada lesão. Variáveis demográficas, anamnese e características clínicas dos pacientes, bem como eventos hospitalares significativos, foram obtidos de relatórios médicos.

Resultados:

Dos 539 pacientes, 416 (77,2%) eram do sexo masculino, e a idade média era 59,14 ± 12,68 anos. A taxa de mortalidade intra-hospitalar foi de 5,4% (29 pacientes, 16 homens). A taxa de mortalidade foi de 10,5% em pacientes do sexo feminino e 3,8% em pacientes do sexo masculino (P = 0,004). Os escores de Gensini médios mostraram-se significativamente diferentes na comparação entre pacientes que sobreviveram (54,54 ± 26,34) e aqueles que foram a óbito (80,17 ± 26,51) (P = 0,001). O modelo de análise multivariada de regressão de Cox de risco proporcional revelou que o escore de Gensini (P = 0,037), o sexo feminino (P = 0,039), níveis séricos de ureia (P = 0,041), níveis de ácido úrico (P = 0,008) e FEVE (P = 0,001) estavam independentemente associados à mortalidade intra-hospitalar em pacientes com IAMCSST submetidos à ICP-P.

Conclusões:

O escore de Gensini está independentemente associado à mortalidade intra-hospitalar em pacientes com IAMCSST tratados com ICP-P. Portanto, o escore pode ter um papel importante na estratificação de risco de pacientes com IAMCSST.

  • Infarto Do Miocárdio
  • Interpretação Estatística de Dados
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Mortalidade Hospitalar
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01/01/2017 DOI: 10.5935/2359-4802.20170017 Visualizações 2
ABC
Editorial

Fatores de Risco Cardiovascular: Do Conhecimento Consolidado à Chamada para Ação

Guilherme Brasil Grezzana et al. Lucia Campos Pellanda

A partir da década de 1950, o principal periódico da cardiologia brasileira, os Arquivos Brasileiros de Cardiologia (ABC), passou a estar indexado no Medline. Desde então, um total de 7102 publicações foram vinculadas nas suas edições abordando diversos temas da cardiologia clínica, invasiva e cirúrgica, e métodos diagnósticos.

Realizamos uma revisão de artigos publicados nos ABC no período de janeiro de 2001 a junho de 2015 que abordaram temas norteando o termo MeSH “Fatores de risco cardiovascular”. Dos 3087 títulos de artigos publicados no período, 116 artigos com o termo foram identificados. Desses, foram avaliados os abstracts, restando 107 artigos cujo tema central era a avaliação de fatores de risco cardiovascular. A amostra era composta por 102 artigos originais, 3 cartas e dois editoriais. Quando avaliado por tema específico, 88 artigos abordaram de forma generalizada “fator ou risco cardiovascular” e suas diversas nuances, 6 artigos versaram sobre qualidade de vida e fator de risco (FR) cardiovascular, 4 citaram aspectos epidemiológicos e FR, 5 artigos abordaram especificamente hipertensão arterial sistêmica e FR, 3 constituíram diretrizes sobre FR e 1 relacionou FR com saúde pública. Contudo, se focarmos somente FRs isolados, há uma nítida prevalência de artigos envolvendo hipertensão arterial (18% entre 2010 e 2013) e uma tendência de aumento de artigos sobre diabetes (aproximadamente 10%) publicados nos ABC nos últimos anos.

[…]

  • Artigos de Revistas
  • Doenças Cardiovasculares
  • estudos epidemiológicos
  • Fatores de risco
  • Interpretação Estatística de Dados
  • Prevenção
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01/10/2015 DOI: 10.5935/abc.20150128 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Custos de Tratamento da Síndrome Coronariana Aguda sob a Perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar

Vanessa Teich et al. Tony Piha Lucas Fahham Haline Bianca Squiassi … Everton de Matos Paloni Paulo Miranda Denizar Vianna Araújo

Fundamento:

Síndrome coronariana aguda (SCA) é definida como um “grupo de sintomas clínicos compatíveis com isquemia miocárdica aguda”, representando a principal causa de óbito no mundo, com elevado impacto clínico e financeiro. Nesse sentido, o desenvolvimento de estudos econômicos que avaliem os custos despendidos no tratamento da SCA deve ser considerado.

Objetivo:

Avaliar custos e tempo de internação hospitalar entre grupos de pacientes que trataram SCA, submetidos a procedimentos de angioplastia com ou sem implante de stent (stent+ / stent-), revascularização (Revasc) e tratados apenas clinicamente (Clínico), sob a perspectiva do sistema de saúde suplementar (SSS) brasileiro.

Métodos:

Realizou-se uma análise retrospectiva de contas médicas de beneficiários de planos de saúde considerando dados de custos de internação e tempo de permanência hospitalar para o manejo de pacientes submetidos a diferentes tipos de tratamento para SCA, no período entre 1/2010 e 6/2012.

Resultados:

Os custos médios por paciente foram de R$ 18.261,77, R$ 30.611,07, R$ 37.454,94 e R$ 40.883,37 nos grupos Clínico, stent-, stent+ e Revasc, respectivamente. Os custos médios por dia de internação foram de R$ 1.987,03, R$ 4.024,72, R$ 6.033,40 e R$ 2.663,82, respectivamente. Os tempos médios de internação foram de 9,19 dias, 7,61 dias, 6,19 dias e 15,20 dias nesses mesmos grupos. As diferenças foram estatisticamente significativas entre todos os grupos, exceto Clínico e stent– e entre os grupos stent + e Revasc, para a análise de custos.

Conclusão:

O custo hospitalar da SCA é elevado no SSS brasileiro e significativamente mais alto quando há a necessidade da realização de procedimentos intervencionistas.

  • Custos de Cuidados de Saúde
  • Gastos em Saúde
  • Interpretação Estatística de Dados
  • Planos de Pré-Pagamento em Saúde
  • Síndrome Coronariana Aguda / economia
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01/10/2015 DOI: 10.5935/abc.20150129 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010

Gabriel Porto Soares et al. Carlos Henrique Klein Nelson Albuquerque de Souza e Silva Glaucia Maria Moraes de Oliveira

Fundamento:

Doenças do aparelho circulatório são a primeira causa de morte no Brasil.

Objetivo:

Estimar taxas de mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório (DAC), Doenças Cerebrovasculares (DCBV) e Doenças Isquêmicas do Coração (DIC) nos adultos dos municípios do estado do Rio de Janeiro (ERJ), de 1979 a 2010.

Métodos:

Os municípios do ERJ foram analisados de acordo com a estrutura geopolítica do ano 1950, agrupando os municípios emancipados a partir dessa data com sua sede original. Populações foram obtidas no IBGE e óbitos obtidos no DataSus/MS. Calcularam-se taxas médias de mortalidade por DIC, DCBV e DAC, compensadas pelas causas mal definidas e ajustadas pelo método direto em três períodos: 1979 a 1989, 1990 a 1999 e 2000 a 2010, representadas espacialmente em mapas. Também foram construídas tabelas com as taxas de mortalidade.

Resultados:

Houve redução da mortalidade pelos três grupos de causas no decorrer dos períodos em todos os agregados municipais analisados, com importante redução das taxas e homogeneização dessas no último período. A queda da mortalidade por DCBV foi maior do que a por DIC.

Conclusão:

A mortalidade por doenças do aparelho circulatório apresentou queda nas últimas três décadas no ERJ. Essa redução não pode ser explicada pelo acesso aos procedimentos de alta tecnologia, nem tampouco pelo melhor controle dos fatores de risco cardiovasculares. Tornando necessária a busca de explicações para a queda da mortalidade cardiovascular, que podem estar relacionadas com melhorias nas condições socioeconômicos da população.

  • Dados Demográficos
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Governo Local
  • Interpretação Estatística de Dados
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17/03/2015 DOI: 10.5935/abc.20150019 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Maia AS. Escore CHA2DS2-VASc: O Que Mais Podemos Predizer?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(4):e20220672.

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Maia, Adnaldo da Silveira. Escore CHA2DS2-VASc: O Que Mais Podemos Predizer?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 4, e20220672, abr. 2023.

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Maia, A. S. (2023). Escore CHA2DS2-VASc: O Que Mais Podemos Predizer?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(4), e20220672.

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Maia, Adnaldo da Silveira. Escore CHA2DS2-VASc: O Que Mais Podemos Predizer?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 4, [citado 2026-10-14], e20220672. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/escore-cha2ds2-vasc-o-que-mais-podemos-predizer/>. ISSN 0066-782X

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Correia L, Lopes D, Porto JV, Lacerda YF, Correia VCA, Bagano GO, Pontes BSB, et al. Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1061-70.

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Correia, Luis; Lopes, Daniel; Porto, João Vítor; Lacerda, Yasmin F.; Correia, Vitor C. A.; Bagano, Gabriela O.; Pontes, Bruna S. B.; Melo, Milton Henrique Vitoria de; Silva, Thomaz E. A.; Meireles, André C. Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1061-1070, dez. 2021.

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Correia, L., Lopes, D., Porto, J. V., Lacerda, Y. F., Correia, V. C. A., Bagano, G. O., Pontes, B. S. B., Melo, M. H. V. , Silva, T. E. A., & Meireles, A. C. (2021). Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1061-1070.

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Correia, Luis and Lopes, Daniel and Porto, João Vítor and Lacerda, Yasmin F. and Correia, Vitor C. A. and Bagano, Gabriela O. and Pontes, Bruna S. B. and Melo, Milton Henrique Vitoria de and Silva, Thomaz E. A. and Meireles, André C. Validação de um Algoritmo de Inteligência Artificial para a Predição Diagnóstica de Doença Coronariana: Comparação com um Modelo Estatístico Tradicional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1061-1070. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/validacao-de-um-algoritmo-de-inteligencia-artificial-para-a-predicao-diagnostica-de-doenca-coronariana-comparacao-com-um-modelo-estatistico-tradicional/>. ISSN 0066-782X

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Pereira AG, Garzesi AM, Paiva SAR, Polegato BF. Metanálise Pré-clínica: Outro Tijolo na Parede. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):894-5.

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Pereira, Amanda Gomes; Garzesi, André Monti; Paiva, Sergio Alberto Rupp; Polegato, Bertha Furlan. Metanálise Pré-clínica: Outro Tijolo na Parede. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 894-895, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pereira, A. G., Garzesi, A. M., Paiva, S. A. R., & Polegato, B. F. (2020). Metanálise Pré-clínica: Outro Tijolo na Parede. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 894-895.

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Pereira, Amanda Gomes and Garzesi, André Monti and Paiva, Sergio Alberto Rupp and Polegato, Bertha Furlan. Metanálise Pré-clínica: Outro Tijolo na Parede. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 894-895. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/metanalise-pre-clinica-outro-tijolo-na-parede/>. ISSN 0066-782X

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Abreu LM. Significado Clínico das Diferenças Estatísticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(2):281-3.

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Abreu, Luiz Maurino. Significado Clínico das Diferenças Estatísticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 2, p. 281-283, mar. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abreu, L. M. (2020). Significado Clínico das Diferenças Estatísticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(2), 281-283.

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Abreu, Luiz Maurino. Significado Clínico das Diferenças Estatísticas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 281-283. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/significado-clinico-das-diferencas-estatisticas/>. ISSN 0066-782X

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Yildirim E, Iyisoy A, Celik M, Yuksel UC, Acikel C, Bugan B, Gokoglan Y, et al. Relação entre o Escore de Gensini e Mortalidade Intra-Hospitalar em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. International Journal of Cardiovascular Sciences 2017;30(1):32-41.

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Yildirim, Erkan; Iyisoy, Atila; Celik, Murat; Yuksel, Uygar Cagdas; Acikel, Cengizhan; Bugan, Baris; Gokoglan, Yalcin. Relação entre o Escore de Gensini e Mortalidade Intra-Hospitalar em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. International Journal of Cardiovascular Sciences, v. 30, n. 1, p. 32-41, dez. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Yildirim, E., Iyisoy, A., Celik, M., Yuksel, U. C., Acikel, C., Bugan, B., & Gokoglan, Y. (2017). Relação entre o Escore de Gensini e Mortalidade Intra-Hospitalar em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. International Journal of Cardiovascular Sciences, 30(1), 32-41.

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Yildirim, Erkan and Iyisoy, Atila and Celik, Murat and Yuksel, Uygar Cagdas and Acikel, Cengizhan and Bugan, Baris and Gokoglan, Yalcin. Relação entre o Escore de Gensini e Mortalidade Intra-Hospitalar em Pacientes com Infarto do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST. International Journal of Cardiovascular Sciences [online]. 2017, vol. 30, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 32-41. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-entre-o-escore-de-gensini-e-mortalidade-intra-hospitalar-em-pacientes-com-infarto-do-miocardio-com-supradesnivelamento-do-segmento-st/>. ISSN 2359-4802

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Grezzana GB, Pellanda LC. Fatores de Risco Cardiovascular: Do Conhecimento Consolidado à Chamada para Ação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):325-7.

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Grezzana, Guilherme Brasil; Pellanda, Lucia Campos. Fatores de Risco Cardiovascular: Do Conhecimento Consolidado à Chamada para Ação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 325-327, set. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Grezzana, G. B., & Pellanda, L. C. (2015). Fatores de Risco Cardiovascular: Do Conhecimento Consolidado à Chamada para Ação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 325-327.

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Grezzana, Guilherme Brasil and Pellanda, Lucia Campos. Fatores de Risco Cardiovascular: Do Conhecimento Consolidado à Chamada para Ação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 325-327. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fatores-de-risco-cardiovascular-do-conhecimento-consolidado-a-chamada-para-acao/>. ISSN 0066-782X

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Teich V, Piha T, Fahham L, Squiassi HB, Paloni EM, Miranda P, Araújo DV, et al. Custos de Tratamento da Síndrome Coronariana Aguda sob a Perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;105(4):339-44.

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Teich, Vanessa; Piha, Tony; Fahham, Lucas; Squiassi, Haline Bianca; Paloni, Everton de Matos; Miranda, Paulo; Araújo, Denizar Vianna. Custos de Tratamento da Síndrome Coronariana Aguda sob a Perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 105, n. 4, p. 339-344, set. 2015.

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Teich, V., Piha, T., Fahham, L., Squiassi, H. B., Paloni, E. M., Miranda, P., & Araújo, D. V. (2015). Custos de Tratamento da Síndrome Coronariana Aguda sob a Perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 105(4), 339-344.

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Teich, Vanessa and Piha, Tony and Fahham, Lucas and Squiassi, Haline Bianca and Paloni, Everton de Matos and Miranda, Paulo and Araújo, Denizar Vianna. Custos de Tratamento da Síndrome Coronariana Aguda sob a Perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 105, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 339-344. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/custos-de-tratamento-da-sindrome-coronariana-aguda-sob-a-perspectiva-do-sistema-de-saude-suplementar/>. ISSN 0066-782X

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Soares GP, Klein CH, Silva NAS, Oliveira GMM. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(5):356-65.

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Soares, Gabriel Porto; Klein, Carlos Henrique; Silva, Nelson Albuquerque de Souza e; Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 5, p. 356-365, mar. 2015.

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Soares, G. P., Klein, C. H., Silva, N. A. S. , & Oliveira, G. M. M. (2015). Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(5), 356-365.

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Soares, Gabriel Porto and Klein, Carlos Henrique and Silva, Nelson Albuquerque de Souza e and Oliveira, Glaucia Maria Moraes de. Evolução da Mortalidade por Doenças do Aparelho Circulatório nos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, de 1979 a 2010. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 356-365. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/evolucao-da-mortalidade-por-doencas-do-aparelho-circulatorio-nos-municipios-do-estado-do-rio-de-janeiro-de-1979-a-2010/>. ISSN 0066-782X

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