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ABC
Artigo Original

Implante de stents farmacológicos na artéria descendente anterior: indicadores de eventos tardios

Marcelo de Freitas Santos et al. Sergio Gustavo Tarbine Costantino Ortiz Costantini Maria do Rocio Peixoto Oliveira … Marcos Henrique Bubna Luiz Cesar Guarita-Souza Chiu Yun Yu Braga Francisco de Paula Stella Costantino Roberto Costantini Luiz Antonio Rivetti

FUNDAMENTO: A eficácia dos stents farmacológicos em reduzir os índices de eventos cardíacos não é uniforme a todos os subgrupos de lesões ou pacientes. OBJETIVO: Avaliar a evolução clínica tardia dos pacientes submetidos a implante de stents farmacológicos nas lesões ateroscleróticas da artéria descendente anterior e identificar, entre as características clínicas, angiográficas e do ultra-som intravascular, quais as que permitem predizer risco de eventos cardíacos. MÉTODOS: De maio de 2002 a agosto de 2005, foram tratados 205 pacientes com implante de 236 stents farmacológicos guiados pelo ultra-som intravascular. RESULTADOS: Com um acompanhamento médio de 711 dias, a taxa de trombose do stent foi de 0,48%, a mesma observada para infarto agudo do miocárdio ou cirurgia de revascularização. A taxa de revascularização da lesão tratada foi de 7,31% e a taxa global de eventos de 10,24%. Os indicadores de eventos, conforme análise multivariada, foram o implante de mais de um stent na mesma artéria, lesões concêntricas e área mínima intra-stent medida pelo ultra-som intravascular menor que 3,88 mm². CONCLUSÃO: Baseados nos dados obtidos, concluímos que a revascularização da artéria descendente anterior com implante de stents farmacológicos escolhidos e otimizados pelo ultra-som intravascular apresenta baixo índice de eventos tardios. O implante de dois stents farmacológicos para o tratamento das lesões longas foi o principal fator independente para a ocorrência de eventos tardios. A área luminal final maior que 3,88 mm² obtidos nos segmentos de pequenos diâmetros de referência é um indicador independente de evolução livre de eventos.

  • Angioplastia transluminal
  • contenedores
  • ultra-som
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12/02/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000100002 Visualizações 1
Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?
ABC
Artigo Original

Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?

Fernando Mendes Sant'Anna et al. Expedito Ribeiro da Silva Leonardo Alves Batista Marcelo Bastos Brito … Fábio Machado Ventura Haroldo Adans Ferraz Leonardo Buczynski Carlos Alberto Mussel Barrozo Nico Pijls

FUNDAMENTO: A angiografia vem sendo utilizada como padrão de referência para definição de doença arterial coronariana (DAC), embora suas limitações sejam conhecidas. O valor da medida do fluxo fracionado de reserva do miocárdio (FFR) na avaliação da DAC está bem estabelecido. OBJETIVO: O objetivo deste estudo é avaliar a acurácia da angiografia em definir as lesões isquêmicas e sua correlação com o FFR. MÉTODOS: Duzentos e cinqüenta pacientes foram incluídos no estudo (471 vasos). Todas as estenoses > 50% pela estimativa visual da angiografia (EVA) foram avaliadas medindo-se o FFR. Se o FFR 0,75 a lesão não foi tratada. As lesões foram divididas em moderadas (<70% – 327) e graves (125) pela QCA. Foram determinados o coeficiente de correlação entre o grau de estenose (%DE), o FFR e a acurácia da EVA em definir se uma lesão era ou não isquêmica. RESULTADOS: Foi possível obter o FFR em 96% das lesões. %DE e FFR médios de 56±8% e 0,74 e 76±6% e 0,48 para as lesões moderadas e graves respectivamente. Notou-se pobre correlação entre o %DE e o FFR, especialmente nas lesões moderadas (Spearman rho = – 0.33, p<0,0001). A acurácia da EVA comparada com FFR foi de 57% e 96% nas lesões moderadas versus graves. CONCLUSÃO: A angiografia coronária não é adequada para avaliar a importância funcional das lesões coronarianas, sendo necessário associá-la a um método funcional capaz de fazê-lo, especialmente nas lesões moderadas.

  • angioplastia coronária
  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • contenedores
  • Isquemia Miocárdica
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01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500007
Tratamento endovascular da persistência do canal arterial em adulto
ABC
Relato de Caso

Tratamento endovascular da persistência do canal arterial em adulto

Diego Felipe Gaia et al. José Honório Palma Hyung Chun Kim José Augusto Marcondes de Souza … Cláudia Rodrigues Alves Enio Buffolo

A persistência do canal arterial (PCA) é uma anomalia relativamente freqüente e de simples correção. A correção envolve a ligadura do ducto com ou sem a sua secção. A anomalia em adultos pode provocar hipertensão pulmonar persistente e disfunção ventricular. A correção em adultos é controversa e de maior risco. Um caso de correção endovascular com acesso intra-abdominal da PCA em adulto é descrito.

  • Aorta Torácica
  • contenedores
  • endoprótese
  • Persistência do conduto arterioso
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11/08/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001400015 Visualizações 1
Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)
ABC
Artigo Original

Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC)

Cristiano O. Cardoso et al. Alexandre S. de Quadros Luiz A. Mattos Carlos A. Gottschall … Rogério E. Sarmento-Leite José A. Marin-Neto

FUNDAMENTO: Os stents farmacológicos (SF) foram um grande avanço no tratamento da cardiopatia isquêmica, mas críticas têm sido feitas à extrapolação dos resultados favoráveis de ensaios clínicos para a prática clínica diária. OBJETIVO: Avaliar o uso dos stents farmacológicos (SF) no Brasil, entre os anos de 2000 e 2005. MÉTODOS: Por meio do banco de dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC), da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, foram analisados todos os procedimentos com uso de SF entre os anos de 2000-2005. Os grupos foram divididos nos biênios (2000-2001(A), 2002-2003 (B) e 2004-2005(C)), e as características clínicas, angiográficas e os desfechos foram comparados. Análise estatística foi realizada com teste quiquadrado ou ANOVA, sendo significativo p<0,05. RESULTADOS: No período estudado foram avaliados 154.406 procedimentos, e os SF foram utilizados em 10.426 intervenções (7% do total). Observou-se progressivo e estatisticamente significativo aumento uso dos SF no período analisado: 0,14% em 2000-2001, 5% em 2002-2003, e 14% em 2004-2005 (p<0,0001). Após 2001, observou-se aumento dos índices de sucesso (96,58% em 2000-2001 (A), 99,69% em 2002-2003 (B) e 99,56 em 2004-2005 (C), A x B com p<0,001; B x C com p=0,015) e redução nas taxas de óbito hospitalar (1,59% no grupo A, 0,38% no grupo B, 0,66% no grupo C, p=0,59 para A x B; e p<0,0001 para B x C). CONCLUSÃO: O uso dos SF no Brasil cresceu significativamente nos últimos anos, com melhora dos índices de sucesso e diminuição do óbito hospitalar.

  • arteriosclerose coronariana
  • contenedores
  • reestenose coronariana
  • Stents Farmacológicos
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18/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001800002
Trombose coronariana tardia secundária a implante de stent com paclitaxel sem reestenose dos stents convencionais
ABC
Relato de Caso

Trombose coronariana tardia secundária a implante de stent com paclitaxel sem reestenose dos stents convencionais

Luciano Maurício de Abreu et al. George César Ximenes Meireles Marcos Kiyoshi Sumita Antonio Artur da Cruz Forte … Jose Del Carmen Solano Aliaga Jorge Hayashi

Homem de 39 anos com angina pós-infarto. Coronariografia demonstrou: obstrução total proximal da artéria coronária direita (ACD), lesões obstrutivas de 95% na artéria descendente anterior (ADA), 80% no 2° ramo marginal esquerdo (ME) e 95% na artéria circunflexa (ACX). O paciente foi submetido a implante de stent TAXUS 3,0 x 24 mm e stent EXPRESS 2,75 x 24 mm nos terços proximal e distal da ACD, respectivamente, e stent INFINNIUM 3,0 x 24 mm na ADA com sucesso. Após 7 meses, apresentou IAM anterior por trombose do stent INFINNIUM e reestenose do stent TAXUS, sem perda de resultado nos stents convencionais.

  • contenedores
  • Paclitaxel
  • reestenose coronariana
  • Stents
  • trombose coronariana
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15/06/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000500023 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Santos MF, Tarbine SG, Costantini CO, Oliveira MRP, Bubna MH, Guarita-Souza LC, Braga CYY, et al. Implante de stents farmacológicos na artéria descendente anterior: indicadores de eventos tardios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(1):2-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Santos, Marcelo de Freitas; Tarbine, Sergio Gustavo; Costantini, Costantino Ortiz; Oliveira, Maria do Rocio Peixoto; Bubna, Marcos Henrique; Guarita-Souza, Luiz Cesar; Braga, Chiu Yun Yu; Stella, Francisco de Paula; Costantini, Costantino Roberto; Rivetti, Luiz Antonio. Implante de stents farmacológicos na artéria descendente anterior: indicadores de eventos tardios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 1, p. 2-9, fev. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Santos, M. F., Tarbine, S. G., Costantini, C. O., Oliveira, M. R. P., Bubna, M. H., Guarita-Souza, L. C., Braga, C. Y. Y., Stella, F. P., Costantini, C. R., & Rivetti, L. A. (2009). Implante de stents farmacológicos na artéria descendente anterior: indicadores de eventos tardios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(1), 2-9.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Santos, Marcelo de Freitas and Tarbine, Sergio Gustavo and Costantini, Costantino Ortiz and Oliveira, Maria do Rocio Peixoto and Bubna, Marcos Henrique and Guarita-Souza, Luiz Cesar and Braga, Chiu Yun Yu and Stella, Francisco de Paula and Costantini, Costantino Roberto and Rivetti, Luiz Antonio. Implante de stents farmacológicos na artéria descendente anterior: indicadores de eventos tardios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 2-9. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/implante-de-stents-farmacologicos-na-arteria-descendente-anterior-indicadores-de-eventos-tardios/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sant’Anna FM, Silva ER, Batista LA, Brito MB, Ventura FM, Ferraz HA, Buczynski L, et al. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):179-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sant’Anna, Fernando Mendes; Silva, Expedito Ribeiro da; Batista, Leonardo Alves; Brito, Marcelo Bastos; Ventura, Fábio Machado; Ferraz, Haroldo Adans; Buczynski, Leonardo; Barrozo, Carlos Alberto Mussel; Pijls, Nico. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 179-184, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sant’Anna, F. M., Silva, E. R. , Batista, L. A., Brito, M. B., Ventura, F. M., Ferraz, H. A., Buczynski, L., Barrozo, C. A. M., & Pijls, N. (2008). Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 179-184.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sant’Anna, Fernando Mendes and Silva, Expedito Ribeiro da and Batista, Leonardo Alves and Brito, Marcelo Bastos and Ventura, Fábio Machado and Ferraz, Haroldo Adans and Buczynski, Leonardo and Barrozo, Carlos Alberto Mussel and Pijls, Nico. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 179-184. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qual-o-erro-da-angiografia-na-definicao-de-isquemia-miocardica-durante-intervencoes-coronarianas-percutaneas/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gaia DF, Palma JH, Kim HC, Souza JAM, Alves CR, Buffolo E. Tratamento endovascular da persistência do canal arterial em adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(2):e17-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gaia, Diego Felipe; Palma, José Honório; Kim, Hyung Chun; Souza, José Augusto Marcondes de; Alves, Cláudia Rodrigues; Buffolo, Enio. Tratamento endovascular da persistência do canal arterial em adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 2, p. e17-e19, ago. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gaia, D. F., Palma, J. H., Kim, H. C., Souza, J. A. M. , Alves, C. R., & Buffolo, E. (2008). Tratamento endovascular da persistência do canal arterial em adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(2), e17-e19.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gaia, Diego Felipe and Palma, José Honório and Kim, Hyung Chun and Souza, José Augusto Marcondes de and Alves, Cláudia Rodrigues and Buffolo, Enio. Tratamento endovascular da persistência do canal arterial em adulto. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. e17-e19. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-endovascular-da-persistencia-do-canal-arterial-em-adulto/>. ISSN 0066-782X

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Cardoso CO, Quadros AS, Mattos LA, Gottschall CA, Sarmento-Leite RE, Marin-Neto JA. Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;89(6):356-61.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cardoso, Cristiano O.; Quadros, Alexandre S. de; Mattos, Luiz A.; Gottschall, Carlos A.; Sarmento-Leite, Rogério E.; Marin-Neto, José A.. Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 6, p. 356-361, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cardoso, C. O., Quadros, A. S. , Mattos, L. A., Gottschall, C. A., Sarmento-Leite, R. E., & Marin-Neto, J. A. (2008). Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(6), 356-361.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cardoso, Cristiano O. and Quadros, Alexandre S. de and Mattos, Luiz A. and Gottschall, Carlos A. and Sarmento-Leite, Rogério E. and Marin-Neto, José A.. Perfil de uso dos stents farmacológicos no Brasil: dados da Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares (CENIC). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 89, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 356-361. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/perfil-de-uso-dos-stents-farmacologicos-no-brasil-dados-da-central-nacional-de-intervencoes-cardiovasculares-cenic/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Abreu LM, Meireles GCX, Sumita MK, Forte AAC, Aliaga JDCS, Hayashi J. Trombose coronariana tardia secundária a implante de stent com paclitaxel sem reestenose dos stents convencionais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;88(5):e111-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abreu, Luciano Maurício de; Meireles, George César Ximenes; Sumita, Marcos Kiyoshi; Forte, Antonio Artur da Cruz; Aliaga, Jose Del Carmen Solano; Hayashi, Jorge. Trombose coronariana tardia secundária a implante de stent com paclitaxel sem reestenose dos stents convencionais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 88, n. 5, p. e111-e114, jun. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abreu, L. M. , Meireles, G. C. X., Sumita, M. K., Forte, A. A. C., Aliaga, J. D. C. S., & Hayashi, J. (2007). Trombose coronariana tardia secundária a implante de stent com paclitaxel sem reestenose dos stents convencionais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(5), e111-e114.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Abreu, Luciano Maurício de and Meireles, George César Ximenes and Sumita, Marcos Kiyoshi and Forte, Antonio Artur da Cruz and Aliaga, Jose Del Carmen Solano and Hayashi, Jorge. Trombose coronariana tardia secundária a implante de stent com paclitaxel sem reestenose dos stents convencionais. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e111-e114. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/trombose-coronariana-tardia-secundaria-a-implante-de-stent-com-paclitaxel-sem-reestenose-dos-stents-convencionais/>. ISSN 0066-782X

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