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  2. Palavra-chave: angioplastia coronária
Figura 1
ABC
Correlação Anatomoclínica

Caso 4/2014 – Homem de 66 Anos com Infarto Agudo do Miocárdio e Morte em Assistolia após Angioplastia Coronária Primária

Wilma Noia Ribeiro et al. Alice Tatsuko Yamada Luiz Alberto Benvenuti

Aspectos clínicos

Nesse caso clínico é apresentado um paciente de 66 anos, hipertenso e tabagista, que procurou atendimento médico por dor torácica aguda. A principal hipótese diagnóstica para o caso clínico é de síndrome coronariana aguda.

A dor torácica representa uma das causas mais frequentes de procura ao pronto-socorro e permanece um desafio para o clínico devido à dificuldade de diferenciação entre os diagnósticos não emergenciais e os de alta morbimortalidade, como síndrome coronariana aguda (SCA), dissecção de aorta e tromboembolismo pulmonar.

[…]

  • angioplastia coronária
  • Infarto Agudo do Miocárdio
  • Parada cardíaca
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01/09/2014 DOI: 10.5935/abc.20140129 Visualizações 1
Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?
ABC
Artigo Original

Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?

Fernando Mendes Sant'Anna et al. Expedito Ribeiro da Silva Leonardo Alves Batista Marcelo Bastos Brito … Fábio Machado Ventura Haroldo Adans Ferraz Leonardo Buczynski Carlos Alberto Mussel Barrozo Nico Pijls

FUNDAMENTO: A angiografia vem sendo utilizada como padrão de referência para definição de doença arterial coronariana (DAC), embora suas limitações sejam conhecidas. O valor da medida do fluxo fracionado de reserva do miocárdio (FFR) na avaliação da DAC está bem estabelecido. OBJETIVO: O objetivo deste estudo é avaliar a acurácia da angiografia em definir as lesões isquêmicas e sua correlação com o FFR. MÉTODOS: Duzentos e cinqüenta pacientes foram incluídos no estudo (471 vasos). Todas as estenoses > 50% pela estimativa visual da angiografia (EVA) foram avaliadas medindo-se o FFR. Se o FFR 0,75 a lesão não foi tratada. As lesões foram divididas em moderadas (<70% – 327) e graves (125) pela QCA. Foram determinados o coeficiente de correlação entre o grau de estenose (%DE), o FFR e a acurácia da EVA em definir se uma lesão era ou não isquêmica. RESULTADOS: Foi possível obter o FFR em 96% das lesões. %DE e FFR médios de 56±8% e 0,74 e 76±6% e 0,48 para as lesões moderadas e graves respectivamente. Notou-se pobre correlação entre o %DE e o FFR, especialmente nas lesões moderadas (Spearman rho = – 0.33, p<0,0001). A acurácia da EVA comparada com FFR foi de 57% e 96% nas lesões moderadas versus graves. CONCLUSÃO: A angiografia coronária não é adequada para avaliar a importância funcional das lesões coronarianas, sendo necessário associá-la a um método funcional capaz de fazê-lo, especialmente nas lesões moderadas.

  • angioplastia coronária
  • angioplastia transluminal percutânea coronária
  • contenedores
  • Isquemia Miocárdica
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01/10/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008001500007
ABC
Artigo Original

Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica

Luiz Fernando Leite Tanajura et al. J. Eduardo M. R. Sousa Amanda G. M. R. Sousa Alexandre Abizaid … João Eduardo T. Paula Mariano Albertal Fausto Feres Luiz Alberto P. Mattos Rodolfo Staico Ibraim M.F. Pinto

OBJETIVO: A reestenose intra-stent é a maior limitação das intervenções coronárias percutâneas. O carbeto de silício amorfo (SiC-a), substância antitrombótica e antiinflamatória capaz de reduzir a deposição de fibrina, plaquetas e leucócitos sobre o stent, apresenta potencial de prevenir a hiperplasia neo-intimal e a reestenose. MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado e tipo rótulo aberto comparando pacientes com doença coronariana tratados com e sem stents revestidos com o SiC-a, utilizando a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronário. Foram incluídos 100 pacientes (50 em cada grupo) a fim de mensurar o volume de hiperplasia neo-intimal intra-stent/extremidades. Como os stents comparados apresentavam extensões diferentes, o volume de hiperplasia foi analisado em valores absolutos (por paciente) e relativos (por milímetro de extensão do stent). Avaliaram-se ainda os eventos cardíacos maiores e os resultados da angiografia quantitativa. RESULTADOS: Os grupos apresentaram características de base semelhantes. Todos os pacientes foram tratados com sucesso. No 6° mês de evolução foram reestudados 94% dos casos dos dois grupos, obtendo-se ultra-som em 92%. O volume de hiperplasia neo-intimal absoluto foi significativamente maior nos tratados com os stents revestidos (51.2 DP 18.8 mm³ vs 41.9 DP 16.4 mm³; p=0.014), porém o relativo foi semelhante (2.9 DP 1.0 mm³/mm stent vs 2.5 DP 0.9 mm³/mm stent; p=0.108). A obstrução volumétrica da luz também foi similar (36.4 DP 11.1% vs 37.9 DP 10.9%; p=0.505). O diâmetro mínimo da luz (1.9 DP 0.7 mm vs 1.8 DO 0.6 mm; p=0.552), a reestenose (19.1% vs 17%; p>0.999) e a revascularização do vaso-alvo (16% vs 14%; p>0.999) não diferiram. CONCLUSÃO: Os stents revestidos apresentaram resultados clínicos, angiográficos e ultra-sonográficos similares aos controles.

  • angioplastia coronária
  • Doença arterial coronária
  • Reestenose
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13/12/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001900011
Intervenções percutâneas para revascularização do miocárdio no Brasil em 1996 e 1997 comparadas às do biênio 1992 e 1993. Relatório do registro CENIC (Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares)
ABC
Artigo Original

Intervenções percutâneas para revascularização do miocárdio no Brasil em 1996 e 1997 comparadas às do biênio 1992 e 1993. Relatório do registro CENIC (Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares)

Amanda G. M. R. Sousa et al. Luiz Alberto P. Mattos Cantídio de Moura Campos Neto Heitor G. Carvalho … Francisco P. Stella Gilberto Nunes

OBJETIVO: Relatar os resultados das intervenções coronárias percutâneas, no Brasil, no biênio 1996-97, comparando-os com os do biênio 1992-93. MÉTODOS: Foram coletados dados relativos a angioplastia com balão (ATC), aterectomia direcionada (AD), aterectomia rotacional (AR), angioplastia com laser (L) e stents coronários (ST). Estes dados foram comparados aos equivalentes, do Registro 1992-93. RESULTADOS: Participaram do registro atual 79% dos sócios titulares da SBHCI, de 127 hospitais, em 1996-97. Foram incluídos 22.025 pacientes, sendo 60,67% submetidos à ATC; 36,57% a ST; 2,3% a AR; 0,06% à AD e 0,4% ao L. A ATC foi o procedimento mais executado, observando-se um aumento relativo do implante de ST, de 1996 para 1997 de 35% (31,1 para 42,1%, p= 0,0001), com concomitante queda na utilização do balão (65,7% para 55,8%, p= 0,0001). A despeito da população de coronarianos tratados, em 1996-97 ser de maior complexidade clínica e anatômica, que a de 1992-93, verificaram-se maiores índices de sucesso do procedimento (89,7% x 92,8%, p= 0,000001), com menor lesão residual (22% x 19%, p= 0,001). Além disto, houve menores índices de complicações maiores: infarto agudo (2,5% x 1,2%, p<0,01), cirurgia de emergência (0,8% x 0,5%, p= 0,002) e óbito (1,8% x 1,4%, p= 0,0003). CONCLUSÃO: Os procedimentos mais executados no último biênio foram: o balão (60,67%) e os stents coronários (36,57%); verificam-se elevados índices de sucesso (92,3%) e baixas taxas de complicações maiores, confirmando o desempenho de excelência da Cardiologia Intervencionista brasileira.

  • angioplastia coronária
  • registro brasileiro
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08/01/2002 DOI: 10.1590/S0066-782X1998000600008 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ribeiro WN, Yamada AT, Benvenuti LA. Caso 4/2014 – Homem de 66 Anos com Infarto Agudo do Miocárdio e Morte em Assistolia após Angioplastia Coronária Primária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(3):e31-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ribeiro, Wilma Noia; Yamada, Alice Tatsuko; Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 4/2014 – Homem de 66 Anos com Infarto Agudo do Miocárdio e Morte em Assistolia após Angioplastia Coronária Primária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 3, p. e31-e36, ago. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ribeiro, W. N., Yamada, A. T., & Benvenuti, L. A. (2014). Caso 4/2014 – Homem de 66 Anos com Infarto Agudo do Miocárdio e Morte em Assistolia após Angioplastia Coronária Primária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(3), e31-e36.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ribeiro, Wilma Noia and Yamada, Alice Tatsuko and Benvenuti, Luiz Alberto. Caso 4/2014 – Homem de 66 Anos com Infarto Agudo do Miocárdio e Morte em Assistolia após Angioplastia Coronária Primária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. e31-e36. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/caso-4-2014-homem-de-66-anos-com-infarto-agudo-do-miocardio-e-morte-em-assistolia-apos-angioplastia-coronaria-primaria/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sant’Anna FM, Silva ER, Batista LA, Brito MB, Ventura FM, Ferraz HA, Buczynski L, et al. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;91(3):179-84.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sant’Anna, Fernando Mendes; Silva, Expedito Ribeiro da; Batista, Leonardo Alves; Brito, Marcelo Bastos; Ventura, Fábio Machado; Ferraz, Haroldo Adans; Buczynski, Leonardo; Barrozo, Carlos Alberto Mussel; Pijls, Nico. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 91, n. 3, p. 179-184, set. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sant’Anna, F. M., Silva, E. R. , Batista, L. A., Brito, M. B., Ventura, F. M., Ferraz, H. A., Buczynski, L., Barrozo, C. A. M., & Pijls, N. (2008). Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 91(3), 179-184.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sant’Anna, Fernando Mendes and Silva, Expedito Ribeiro da and Batista, Leonardo Alves and Brito, Marcelo Bastos and Ventura, Fábio Machado and Ferraz, Haroldo Adans and Buczynski, Leonardo and Barrozo, Carlos Alberto Mussel and Pijls, Nico. Qual o erro da angiografia na definição de isquemia miocárdica durante intervenções coronarianas percutâneas?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 91, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 179-184. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qual-o-erro-da-angiografia-na-definicao-de-isquemia-miocardica-durante-intervencoes-coronarianas-percutaneas/>. ISSN 0066-782X

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Tanajura LFL, Sousa JEMR, Sousa AGMR, Abizaid A, Paula JET, Albertal M, Feres F, et al. Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(spe):59-63.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Tanajura, Luiz Fernando Leite; Sousa, J. Eduardo M. R.; Sousa, Amanda G. M. R.; Abizaid, Alexandre; Paula, João Eduardo T.; Albertal, Mariano; Feres, Fausto; Mattos, Luiz Alberto P.; Staico, Rodolfo; Pinto, Ibraim M.F.. Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. spe, p. 59-63, dez. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Tanajura, L. F. L., Sousa, J. E. M. R., Sousa, A. G. M. R., Abizaid, A., Paula, J. E. T., Albertal, M., Feres, F., Mattos, L. A. P., Staico, R., & Pinto, I. M. (2004). Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(spe), 59-63.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Tanajura, Luiz Fernando Leite and Sousa, J. Eduardo M. R. and Sousa, Amanda G. M. R. and Abizaid, Alexandre and Paula, João Eduardo T. and Albertal, Mariano and Feres, Fausto and Mattos, Luiz Alberto P. and Staico, Rodolfo and Pinto, Ibraim M.F.. Estudo prospectivo e randomizado de pacientes tratados com e sem stents revestidos com carbeto de silício amorfo para a prevenção da reestenose coronariana. Avaliação ultra-sonográfica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. spe, [citado 2026-10-14], pp. 59-63. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estudo-prospectivo-e-randomizado-de-pacientes-tratados-com-e-sem-stents-revestidos-com-carbeto-de-silicio-amorfo-para-a-prevencao-da-reestenose-coronariana-avaliacao-ultra-sonografica/>. ISSN 0066-782X

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Sousa AGMR, Mattos LAP, Campos Neto CM, Carvalho HG, Stella FP, Nunes G. Intervenções percutâneas para revascularização do miocárdio no Brasil em 1996 e 1997 comparadas às do biênio 1992 e 1993. Relatório do registro CENIC (Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;70(6):423-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sousa, Amanda G. M. R.; Mattos, Luiz Alberto P.; Campos Neto, Cantídio de Moura; Carvalho, Heitor G.; Stella, Francisco P.; Nunes, Gilberto. Intervenções percutâneas para revascularização do miocárdio no Brasil em 1996 e 1997 comparadas às do biênio 1992 e 1993. Relatório do registro CENIC (Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 70, n. 6, p. 423-430, jan. 2002.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sousa, A. G. M. R., Mattos, L. A. P., Campos Neto, C. M., Carvalho, H. G., Stella, F. P., & Nunes, G. (2002). Intervenções percutâneas para revascularização do miocárdio no Brasil em 1996 e 1997 comparadas às do biênio 1992 e 1993. Relatório do registro CENIC (Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 70(6), 423-430.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sousa, Amanda G. M. R. and Mattos, Luiz Alberto P. and Campos Neto, Cantídio de Moura and Carvalho, Heitor G. and Stella, Francisco P. and Nunes, Gilberto. Intervenções percutâneas para revascularização do miocárdio no Brasil em 1996 e 1997 comparadas às do biênio 1992 e 1993. Relatório do registro CENIC (Central Nacional de Intervenções Cardiovasculares). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2002, vol. 70, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 423-430. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/intervencoes-percutaneas-para-revascularizacao-do-miocardio-no-brasil-em-1996-e-1997-comparadas-as-do-bienio-1992-e-1993-relatorio-do-registro-cenic-central-nacional-de-intervencoes-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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