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  2. Palavra-chave: Controle
Figura 1
ABC
Carta Científica

Monitorização Residencial da Pressão Arterial e Controle Pressórico em Hipertensos Tratados

Andréa Araujo Brandão et al. Weimar Kunz Sebba Barroso Audes Feitosa Eduardo Costa Duarte Barbosa … Roberto Dischinger Miranda Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Roberto Pozzan Lucio Paulo Ribeiro Abraham Epelman Giovanni Alves Saraiva Fabio Serra Silveira Antônio Almeida Braga Marco Mota Gomes

Introdução

As taxas de controle da pressão arterial (PA) são muito baixas no Brasil e no mundo, cerca de 20%.– Hipertensos tratados e não controlados mantêm elevado risco de eventos cardiovasculares (CV) e de mortalidade, assemelhando-se aos indivíduos não tratados.

De acordo com recomendações recentes,,,, o controle pressórico deve ser verificado pela PA de consultório (PAC), e pela medida fora do consultório. Assim, é possível caracterizar os diferentes fenótipos da hipertensão arterial,,,, importante na determinação do prognóstico e da terapia individualizada.,,-

[…]

  • Controle
  • Fatores de risco
  • Hipertensão
  • Monitores de Pressão Arterial/métodos
  • Pressão Arterial
  • Telemedicina
  • Telemonitoramento
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05/08/2022 DOI: 10.36660/abc.20220038 Visualizações 3
ABC
Original Article

Conformidade da Prescrição Anti-Hipertensiva e Controle da Pressão Arterial na Atenção Básica

Mayra Faria Novello et al. Maria Luiza Garcia Rosa Ranier Tagarro Ferreira Icaro Gusmão Nunes … Antonio José Lagoeiro Jorge Dayse Mary da Silva Correia Wolney de Andrade Martins Evandro Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento:

A hipertensão arterial é o fator de risco mais prevalente para a doença cardiovascular e seu controle adequado pode prevenir a elevada morbi-mortalidade associada a esta doença.

Objetivo:

Avaliar o grau de conformidade das prescrições de anti-hipertensivos com as VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão e a taxa de controle pressórico na atenção básica.

Métodos:

Estudo transversal conduzido entre agosto de 2011 e novembro de 2012, incluindo 332 adultos ≥ 45 anos cadastrados no Programa Médico de Família de Niterói e selecionados aleatoriamente. Foram analisadas as classes de anti-hipertensivos prescritos, suas doses e frequências, bem como a pressão arterial (PA) dos indivíduos.

Resultados:

A taxa de conformidade das prescrições foi de 80%. Diuréticos foram as medicações mais prescritas e a terapia dupla foi o tratamento mais utilizado. As não conformidades mais comuns foram subdoses e subfrequências. A meta de PA para todos os casos foi < 140/90 mmHg, exceto para diabéticos, que foi < 130/80 mmHg. As taxas de controle de acordo com essas metas foram de 44,9% e 38,6%, respectivamente. Não houve correlação entre conformidade da prescrição e controle pressórico.

Conclusões:

O grau de conformidade foi considerado satisfatório. O alcance das metas foi compatível com estudos nacionais e internacionais, sugerindo que o modelo de saúde da família é efetivo no manejo da PA, embora ainda necessite aprimoramento. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Anti-Hipertensivos
  • Controle
  • Hipertensão
  • Prescrição de Medicamentos
  • Pressão Arterial
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13/02/2017 DOI: 10.5935/abc.20170009
Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em Nobres - MT
ABC
Artigo Original

Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em Nobres – MT

Tânia Maria do Rosário et al. Luiz César Nazário Scala Giovanny Vinícius Araújo de França Márcia Regina Gomes Pereira Paulo César Brandão Veiga Jardim

FUNDAMENTO: A hipertensão arterial sistêmica (HAS), considerada um problema de saúde pública devido a sua elevada prevalência e dificuldade de controle, é descrita também como um dos mais importantes fatores de risco para doenças cardiovasculares. OBJETIVO: Estimar a prevalência da HAS, assim como as características de seu controle e tratamento, na população de 18 a 90 anos da região urbana de Nobres – MT. MÉTODOS: Estudo transversal, de base populacional, com amostragem aleatória e com reposição. O critério para classificação da HAS foi pressão arterial (PA) > 140/90 mmHg ou uso atual de anti-hipertensivos. As entrevistas foram realizadas utilizando-se questionários padronizados e testados previamente. As variáveis foram descritas por médias ± desvios-padrão e frequências. As médias foram comparadas utilizando-se o teste t-Student e as associações por meio do teste do qui-quadrado de Pearson, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Nos 1.003 indivíduos maiores de 18 anos analisados, foi observada prevalência de HAS de 30,1%. Entre os hipertensos (N = 302), 73,5% sabiam dessa condição, 61,9% faziam tratamento e 24,2% tinham a PA controlada. Observou-se a associação positiva entre HAS e idade; analfabetismo; escolaridade inferior a oito anos; IMC > 25kg/m²; circunferência da cintura aumentada e muito aumentada; razão cintura-quadril (RCQ) em faixa de risco; sedentarismo e etilismo. CONCLUSÃO: A HAS revelou-se um importante problema de saúde pública também em um município de pequeno porte do interior do país. Os níveis de controle e tratamento da hipertensão nessa população foram considerados insatisfatórios, apesar de melhores em comparação aos observados em outros estudos.

  • Controle
  • Hipertensão
  • Prevalência
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05/05/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001200018 Visualizações 2
Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2
ABC
Artigo Original

Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2

Denise Maria Martins Vancea et al. José Nelson Vancea Maria Izabel Fernandes Pires Marco Antonio Reis … Rafael Brandão Moura Sergio Atala Dib

FUNDAMENTO: O diabete e a doença cardiovascular emergiram como ameaças principais à saúde humana, e o risco está aumentado nos indivíduos com obesidade visceral. É consenso que o exercício físico deve fazer parte do tratamento do diabete melito (DM). OBJETIVO: Comparar a influência de programas de exercício físico orientados e estruturados (PEOE) com freqüência de três e cinco vezes por semana, no período de 20 semanas, no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2 (DM2). MÉTODOS: A pesquisa realizou-se na Universidade Federal de São Paulo. Grupo Controle (GC), n=17, idade (Mi: 55,8 anos), recebeu incentivo, na consulta médica, para o exercício físico. Grupo 3x (G3), n=14, idade (Mi: 57,4 anos), uma hora de exercício físico, 3xsemana. Grupo 5x (G5), n=9, idade (Mi: 58,8 anos), mesmo protocolo, mas 5xsemana. Tempo de diagnóstico: Mi: 5 anos, em todos os grupos. Aula constava de 5 min aquecimento, 30 min caminhada (esteira) a 70% da freqüência cardíaca máxima e 10 min relaxamento. IMC, cintura, porcentual de gordura (PG), glicemia capilar (Gcap), glicemia de jejum (GJ), hemoglobina glicada (HbA1c) foram avaliados. RESULTADOS: Realizou-se uma comparação entre o instante Basal (B) e 20ª semana (20ª). IMC no G3(B: 29,5±2,9 vs 20ª: 28,3±2,2 kg/m², p=0,005) e G5 (B: 29,7±4,4 vs 20ª: 29,1±4,3 kg/m², p=0,025); cintura G5 (B: 100,5±11,9 vs 20ª: 933±11,7 cm, p=0,001); PG no G3 (B: 31±5,1 vs 20ª: 26±5%, p=0,001) e G5 (B: 32,4±5,4 vs 20ª: 30,3±6,9%, p=0,001); GJ, G5 (B: 150,8±47,5 vs 20ª: 109,2±30,5 mg/dl, p=0,034), apresentaram diferenças estatisticamente significativas. GC não apresentou diferenças estatisticamente significativas, nessas variáveis. Gcap apresentou uma tendência de queda no pós-exercício físico no G5. HbA1c não apresentou diferenças estatisticamente significativas nos três grupos. CONCLUSÃO: O G5 foi melhor que o G3, na maioria dos parâmetros avaliados. Porém, os resultados não apresentaram uma diminuição na HbA1c nos pacientes com DM2.

  • Composição Corporal
  • Controle
  • controle glicêmico
  • Diabetes Mellitus Tipo 2
  • Exercício
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04/02/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000100005
Avaliação da adequação do controle de fatores de risco cardiovascular após cirurgia de revascularização miocárdica
ABC
Artigo Original

Avaliação da adequação do controle de fatores de risco cardiovascular após cirurgia de revascularização miocárdica

Andrea Cristina Costa Barbosa et al. Luiz Carlos Santana Passos Antônio Alberto Lopes Wanewman Lins Guedes de Andrade … Luciano Rapold Souza Maurício Batista Nunes

FUNDAMENTO: Os fatores de risco cardiovascular (FR) são responsáveis pela ocorrência de eventos cardiovasculares. OBJETIVO: Estimar o porcentual de pacientes submetidos a cirurgia de revascularização miocárdica (RM) que conseguem controle adequado de fatores de risco (FR) modificáveis, pelo menos seis meses após o procedimento. MÉTODOS: O estudo incluiu 88 pacientes, no qual se realizaram análise de prontuários e entrevista clínica, entre seis e 12 meses após a realização de cirurgia de RM em hospital de referência para doenças cardiovasculares, no período de janeiro a dezembro de 2004. RESULTADOS: A média de idade foi 63,1±9,9 anos: 51 (58%) eram do sexo masculino, 86 (97,7%), hipertensos, 38 (43,2%), diabéticos, 85 (96,6%), dislipidêmicos e 10 (11,4%), tabagistas. O controle da hipertensão (PA < 140×90 mmHg) foi atingido em 24,4% dos pacientes. Para o colesterol (colesterol LDL < 100 mg/dl) e para o diabete melito (glicemia < 110), os níveis de controle foram, respectivamente, 30,6% e 31,6%. O uso de anti-hipertensivos, agentes hipoglicemiantes (orais ou insulina) e estatinas, quando indicado, foi, respectivamente, 96,5%, 92,1%, 78,8%. Entretanto, analisando-se a tríade hipertensão, diabete e hipercolesterolemia, apenas 14,8% do total de pacientes apresentavam níveis de pressão arterial, glicemia e colesterol LDL dentro dos limites aceitáveis. CONCLUSÃO: Apesar do uso freqüente de medicações para controle da hipertensão, diabete e hipercolesterolemia, o controle de fatores de risco ainda é realizado de forma insuficiente nos pacientes revascularizados, o que sugere grande potencial para a melhoria da prática clínica.

  • Controle
  • Medição de Risco
  • Prevenção de Doenças
  • Revascularização Miocárdica
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18/04/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2007001800003 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Brandão AA, Barroso WKS, Feitosa A, Barbosa ECD, Miranda RD, Vitorino PVO, Pozzan R, et al. Monitorização Residencial da Pressão Arterial e Controle Pressórico em Hipertensos Tratados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(2):353-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brandão, Andréa Araujo; Barroso, Weimar Kunz Sebba; Feitosa, Audes; Barbosa, Eduardo Costa Duarte; Miranda, Roberto Dischinger; Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira; Pozzan, Roberto; Ribeiro, Lucio Paulo; Epelman, Abraham; Saraiva, Giovanni Alves; Silveira, Fabio Serra; Braga, Antônio Almeida; Gomes, Marco Mota. Monitorização Residencial da Pressão Arterial e Controle Pressórico em Hipertensos Tratados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 2, p. 353-357, ago. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Brandão, A. A., Barroso, W. K. S., Feitosa, A., Barbosa, E. C. D., Miranda, R. D., Vitorino, P. V. O., Pozzan, R., Ribeiro, L. P., Epelman, A., Saraiva, G. A., Silveira, F. S., Braga, A. A., & Gomes, M. M. (2022). Monitorização Residencial da Pressão Arterial e Controle Pressórico em Hipertensos Tratados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(2), 353-357.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brandão, Andréa Araujo and Barroso, Weimar Kunz Sebba and Feitosa, Audes and Barbosa, Eduardo Costa Duarte and Miranda, Roberto Dischinger and Vitorino, Priscila Valverde de Oliveira and Pozzan, Roberto and Ribeiro, Lucio Paulo and Epelman, Abraham and Saraiva, Giovanni Alves and Silveira, Fabio Serra and Braga, Antônio Almeida and Gomes, Marco Mota. Monitorização Residencial da Pressão Arterial e Controle Pressórico em Hipertensos Tratados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 353-357. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/monitorizacao-residencial-da-pressao-arterial-e-controle-pressorico-em-hipertensos-tratados/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Novello MF, Rosa MLG, Ferreira RT, Nunes IG, Jorge AJL, Correia DMS, Martins WA, et al. Conformidade da Prescrição Anti-Hipertensiva e Controle da Pressão Arterial na Atenção Básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(2):135-42.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Novello, Mayra Faria; Rosa, Maria Luiza Garcia; Ferreira, Ranier Tagarro; Nunes, Icaro Gusmão; Jorge, Antonio José Lagoeiro; Correia, Dayse Mary da Silva; Martins, Wolney de Andrade; Mesquita, Evandro Tinoco. Conformidade da Prescrição Anti-Hipertensiva e Controle da Pressão Arterial na Atenção Básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 2, p. 135-142, fev. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Novello, M. F., Rosa, M. L. G., Ferreira, R. T., Nunes, I. G., Jorge, A. J. L., Correia, D. M. S., Martins, W. A., & Mesquita, E. T. (2017). Conformidade da Prescrição Anti-Hipertensiva e Controle da Pressão Arterial na Atenção Básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(2), 135-142.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Novello, Mayra Faria and Rosa, Maria Luiza Garcia and Ferreira, Ranier Tagarro and Nunes, Icaro Gusmão and Jorge, Antonio José Lagoeiro and Correia, Dayse Mary da Silva and Martins, Wolney de Andrade and Mesquita, Evandro Tinoco. Conformidade da Prescrição Anti-Hipertensiva e Controle da Pressão Arterial na Atenção Básica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 135-142. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/conformidade-da-prescricao-anti-hipertensiva-e-controle-da-pressao-arterial-na-atencao-basica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Rosário TM, Scala LCN, França GVA, Pereira MRG, Jardim PCBV. Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em Nobres – MT. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(6):672-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rosário, Tânia Maria do; Scala, Luiz César Nazário; França, Giovanny Vinícius Araújo de; Pereira, Márcia Regina Gomes; Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em Nobres – MT. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 6, p. 672-678, maio. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rosário, T. M. , Scala, L. C. N., França, G. V. A. , Pereira, M. R. G., & Jardim, P. C. B. V. (2010). Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em Nobres – MT. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(6), 672-678.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rosário, Tânia Maria do and Scala, Luiz César Nazário and França, Giovanny Vinícius Araújo de and Pereira, Márcia Regina Gomes and Jardim, Paulo César Brandão Veiga. Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em Nobres – MT. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 672-678. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/prevalencia-controle-e-tratamento-da-hipertensao-arterial-sistemica-em-nobres-mt/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Vancea DMM, Vancea JN, Pires MIF, Reis MA, Moura RB, Dib SA. Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(1):23-30.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vancea, Denise Maria Martins; Vancea, José Nelson; Pires, Maria Izabel Fernandes; Reis, Marco Antonio; Moura, Rafael Brandão; Dib, Sergio Atala. Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 1, p. 23-30, fev. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vancea, D. M. M., Vancea, J. N., Pires, M. I. F., Reis, M. A., Moura, R. B., & Dib, S. A. (2009). Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(1), 23-30.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vancea, Denise Maria Martins and Vancea, José Nelson and Pires, Maria Izabel Fernandes and Reis, Marco Antonio and Moura, Rafael Brandão and Dib, Sergio Atala. Efeito da freqüência do exercício físico no controle glicêmico e composição corporal de diabéticos tipo 2. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 23-30. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeito-da-frequencia-do-exercicio-fisico-no-controle-glicemico-e-composicao-corporal-de-diabeticos-tipo-2/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barbosa ACC, Passos LCS, Lopes AA, Andrade WLG, Souza LR, Nunes MB. Avaliação da adequação do controle de fatores de risco cardiovascular após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;89(6):362-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Andrea Cristina Costa; Passos, Luiz Carlos Santana; Lopes, Antônio Alberto; Andrade, Wanewman Lins Guedes de; Souza, Luciano Rapold; Nunes, Maurício Batista. Avaliação da adequação do controle de fatores de risco cardiovascular após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 89, n. 6, p. 362-369, abr. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, A. C. C., Passos, L. C. S., Lopes, A. A., Andrade, W. L. G. , Souza, L. R., & Nunes, M. B. (2008). Avaliação da adequação do controle de fatores de risco cardiovascular após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 89(6), 362-369.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Andrea Cristina Costa and Passos, Luiz Carlos Santana and Lopes, Antônio Alberto and Andrade, Wanewman Lins Guedes de and Souza, Luciano Rapold and Nunes, Maurício Batista. Avaliação da adequação do controle de fatores de risco cardiovascular após cirurgia de revascularização miocárdica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 89, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 362-369. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-adequacao-do-controle-de-fatores-de-risco-cardiovascular-apos-cirurgia-de-revascularizacao-miocardica/>. ISSN 0066-782X

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