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  2. Palavra-chave: pulso arterial
Uma Nova Fórmula Corrigida para Estimar Corretamente a Pressão Aórtica Central a Partir de Medições Periféricas da Braçadeira
ABC
Artigo Original

Uma Nova Fórmula Corrigida para Estimar Corretamente a Pressão Aórtica Central a Partir de Medições Periféricas da Braçadeira

Mehmet Ozgeyik et al. Onur Kaypakli

Resumo

Fundamento

A pressão arterial média (PAM) tem importância crucial na perfusão tecidual. Na prática clínica, a fórmula mais utilizada foi sugerida por Gauer, que utiliza as pressões sistólica (PAS), diastólica (PAD) e de pulso (PP) coletadas pela artéria ilíaca (PAM = PAD + 0,333 x PP). No entanto, seus resultados não são confiáveis para registros não invasivos, pois as pressões arteriais são mais elevadas.

Objetivos

Derivamos uma fórmula corrigida para o cálculo correto da PAM a partir dos registros de pressão arterial não invasiva: PAM = PADmanguito + [0,33 + (0,43 – 0,0038 x PADmanguito)] x PPmanguito.

Métodos

149 pacientes foram incluídos neste estudo. Os traçados da pressão arterial intra-aórtica e do manguito foram obtidos simultaneamente. O coeficiente PP da fórmula padrão é 0,333 para todos os cálculos. O desvio do coeficiente PP da fórmula padrão foi calculado com a fórmula do coeficiente PP −0,333. Essas duas fórmulas foram comparadas usando análise de regressão linear e o critério de informação de Akaike (AIC). O nível de significância adotado na análise estatística foi de 5%.

Resultados

A pressão intra-aórtica média medida foi de 111,5 ± 13,0 mmHg. A pressão intra-aórtica média calculada pela fórmula padrão e pela fórmula corrigida foi de 105,8 ± 13,5 e 111,3 ± 12,1, respectivamente. O R, R2 e AIC da fórmula corrigida foram melhores do que os da fórmula padrão [(0,905 vs. 0,887), (0,818 vs. 0,787) e (858,9 vs. 1002,7), respectivamente].

Conclusão

Até onde sabemos, este é o primeiro estudo para o cálculo da PAM a partir de medidas do pulso, e a fórmula corrigida tem melhor precisão do que a fórmula padrão para estimativa da PAM.

  • Palpação
  • Pressão Arterial
  • pulso arterial
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29/09/2025 DOI: 10.36660/abc.20240880 Visualizações 1
ABC
Editorial

Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste

Hector M. Garcia-Garcia et al. Pablo Blanco

Desde os primórdios de sua utilização, a avaliação do fluxo coronariano indireto por angiocoronariografia (ACG) tem sido relatada em todas as notas laboratoriais de hemodinâmica, pois é considerada uma ferramenta prognóstica, particularmente no contexto da intervenção percutânea coronariana primária. A trombólise no sistema de grau de fluxo do infarto do miocárdio (TIMI) e, com menos frequência, na contagem de quadros TIMI corrigida (corrected TIMI Frame Count — CTFC) são os dois escores mais comumente usados para refletir o estado do fluxo sanguíneo coronariano (FSC). Nesta edição, Lopez-Hidalgo e Eblen-Zajjur relatam uma nova abordagem de medição angiográfica quantitativa do FSC com base na detecção de contraste densitométrico (DM) em ACG offline. Para tanto, trinta pacientes foram estudados e divididos em 2 grupos: grupo de fluxo sanguíneo coronariano normal (FN) e fluxo sanguíneo coronariano lento (FL), de acordo com a CTFC. Os autores concluíram que o novo método DM era viável e demonstrava a capacidade de diferenciar fluxo normal (FN) e fluxo lento (FL) em pacientes com dor torácica e artérias coronarianas normais.

Os autores desenvolveram uma abordagem criativa para medir o FSC quantitativamente e objetivamente, de forma indireta. Essa abordagem supera parcialmente as limitações dos escores tradicionais TIMI e CTFC. Por este motivo, gostaríamos de parabenizar os autores por este relatório inovador. Isto posto, gostaríamos de destacar alguns pontos que merecem uma discussão mais aprofundada. Primeiro, houve uma tentativa de definir fluxo coronariano “normal”. Com base na população estudada, derivou-se o ponto de corte da ACG. Nunca se pode ter certeza se esses pacientes têm realmente FSC normal. Tradicionalmente, os métodos não invasivos (como tomografia por emissão de pósitrons e ressonância magnética cardíaca) e métodos invasivos (ou seja, guia-Doppler e termodiluição) são considerados as melhores abordagens para medir o FSC e, para cada tecnologia, são conhecidos os valores padrão de normalidade. Assim, no relatório, a definição de valores “normais” pode ser, na melhor das hipóteses, um substituto aproximado do FSC real.

[…]

  • Angiografia Coronária/métodos
  • Circulação Coronária
  • Fluxo Sanguíneo Regional
  • pulso arterial
  • Sensibilidade de Contraste
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28/09/2020 DOI: 10.36660/abc.20200936 Visualizações 1
ABC
Carta ao Editor

Efeitos Agudos da Pressão Positiva Contínua em Vias Aéreas na Pressão de Pulso na Insuficiência Cardíaca Crônica

Jacobo Bacariza Blanco et al. Antonio M. Esquinas

Hoje existem apenas quatro indicações nível A em medicina baseada em evidência para o uso da ventilação mecânica não invasiva (VNI), a saber: exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); edema pulmonar cardiogênico; infiltrados pulmonares em pacientes imunodeprimidos; e desmame de paciente com DPOC já extubado. Mas será esse o potencial terapêutico máximo da VNI? Provavelmente não. Nesse caso, qual seria a próxima adição a esse seleto grupo de principais indicações? Talvez seja a insuficiência cardíaca crônica (ICC) estável. Se assim for, estamos às voltas com uma nova fronteira, ainda inexplorada, de pacientes não respiratórios, mas cardíacos, cronicamente estáveis, e abrindo novas aplicações, inexistentes até então.

Quintão e cols. dão um passo à frente ao conquistar essa nova fronteira, a aplicação da VNI em ICC estável. Eles analisaram os efeitos da VNI (Pressão Positiva Contínua em Vias Aéreas – CPAP) na pressão de pulso (PP), como um fator de risco independente com valor preditivo negativo para eventos cardiovasculares adversos, seguida por disfunção ventricular esquerda, especialmente do tipo II, causada por isquemia miocárdica aguda. Provaram que a CPAP não afeta apenas a redução da PP, mas também frequência cardíaca (FC), pressão arterial média (PAM), pressão arterial sistólica (PAS) e frequência respiratória (FR).

[…]

  • Insuficiência Cardíaca
  • pressão positiva contínua nas vias aéreas
  • pulso arterial
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01/02/2015 DOI: 10.5935/abc.20140217 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Velocidade da onda de pulso, pressão arterial e adipocitocinas em adultos jovens: estudo do Rio de Janeiro

Oswaldo Luiz Pizzi et al. Andréa Araujo Brandão Roberto Pozzan Maria Eliane Campos Magalhães … Erika Maria Gonçalves Campana Flavia Lopes Fonseca Elizabete Viana de Freitas Ayrton Pires Brandão

FUNDAMENTO: Dados sobre a avaliação não invasiva vascular e suas relações com variáveis de risco cardiovascular são escassos em jovens. OBJETIVO: Avaliar a relação entre a velocidade de onda de pulso e a pressão arterial,variáveis antropométricas e metabólicas, incluindo as adipocitocinas, em indivíduos adultos jovens. MÉTODOS: Foram avaliados 96 indivíduos (51 homens) do estudo do Rio de Janeiro, de 26 a 35 anos (média 30,09 ± 1,92). Foram obtidos a velocidade de onda de pulso (método Complior), pressão arterial, índice de massa corporal, glicose, perfil lipídico, leptina, insulina, adiponectina e o índice de resistência à insulina HOMA-IR. Os indivíduos foram estratificados em três grupos segundo o tercil da VOP para cada sexo. RESULTADOS: O grupo com maior tercil de VOP mostrou maiores médias de pressão arterial sistólica, pressão arterial diastólica, pressão arterial média, índice de massa corporal, insulina, HOMA-IR e menores médias de adiponectina, além de maiores prevalências de diabetes mellitus/intolerância à glicose e hiperinsulinemia. Houve correlação significativa e positiva da velocidade da onda de pulso com pressão arterial sistólica, pressão arterial diastólica, pressão de pulso e pressão arterial média, índice de massa corporal, e LDL-colesterol e negativa com HDL-colesterol e adiponectina. Em modelo de regressão múltipla, após ajuste do HDL-colesterol, LDL-colesterol e adiponectina para sexo, idade, índice de massa corporal e pressão arterial média, apenas o sexo masculino e a pressão arterial média mantiveram correlação significativa com a velocidade de onda de pulso. CONCLUSÃO: A velocidade de onda de pulso em adultos jovens mostrou relação significativa com variáveis de risco cardiovascular, destacando-se o sexo masculino e a pressão arterial média como importantes variáveis no seu determinismo. Os achados sugerem que a medida da VOP pode ser útil para a identificação do acometimento vascular nessa faixa etária.

  • Adiponectina
  • Doenças Vasculares
  • Fatores de risco
  • Pressão Arterial
  • pulso arterial
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11/12/2012 DOI: 10.1590/S0066-782X2012005000116

Como citar este artigo

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Ozgeyik M, Kaypakli O. Uma Nova Fórmula Corrigida para Estimar Corretamente a Pressão Aórtica Central a Partir de Medições Periféricas da Braçadeira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(9):e20240880.

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Ozgeyik, Mehmet; Kaypakli, Onur. Uma Nova Fórmula Corrigida para Estimar Corretamente a Pressão Aórtica Central a Partir de Medições Periféricas da Braçadeira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 9, e20240880, set. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ozgeyik, M., & Kaypakli, O. (2025). Uma Nova Fórmula Corrigida para Estimar Corretamente a Pressão Aórtica Central a Partir de Medições Periféricas da Braçadeira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(9), e20240880.

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Ozgeyik, Mehmet and Kaypakli, Onur. Uma Nova Fórmula Corrigida para Estimar Corretamente a Pressão Aórtica Central a Partir de Medições Periféricas da Braçadeira. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 9, [citado 2026-10-14], e20240880. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uma-nova-formula-corrigida-para-estimar-corretamente-a-pressao-aortica-central-a-partir-de-medicoes-perifericas-da-bracadeira/>. ISSN 0066-782X

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Garcia-Garcia HM, Blanco P. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(3):513-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia-Garcia, Hector M.; Blanco, Pablo. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 3, p. 513-514, set. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia-Garcia, H. M., & Blanco, P. (2020). Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(3), 513-514.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia-Garcia, Hector M. and Blanco, Pablo. Medição do Fluxo Sanguíneo Coronariano por Angiocoronariografia Convencional por um Novo Método Baseado na Detecção da Densidade de Contraste. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 513-514. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/medicao-do-fluxo-sanguineo-coronariano-por-angiocoronariografia-convencional-por-um-novo-metodo-baseado-na-deteccao-da-densidade-de-contraste/>. ISSN 0066-782X

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Blanco JB, Esquinas AM. Efeitos Agudos da Pressão Positiva Contínua em Vias Aéreas na Pressão de Pulso na Insuficiência Cardíaca Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;104(2):175-6.

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Blanco, Jacobo Bacariza; Esquinas, Antonio M.. Efeitos Agudos da Pressão Positiva Contínua em Vias Aéreas na Pressão de Pulso na Insuficiência Cardíaca Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 104, n. 2, p. 175-176, jan. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Blanco, J. B., & Esquinas, A. M. (2015). Efeitos Agudos da Pressão Positiva Contínua em Vias Aéreas na Pressão de Pulso na Insuficiência Cardíaca Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 104(2), 175-176.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Blanco, Jacobo Bacariza and Esquinas, Antonio M.. Efeitos Agudos da Pressão Positiva Contínua em Vias Aéreas na Pressão de Pulso na Insuficiência Cardíaca Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 104, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 175-176. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-agudos-da-pressao-positiva-continua-em-vias-aereas-na-pressao-de-pulso-na-insuficiencia-cardiaca-cronica/>. ISSN 0066-782X

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Pizzi OL, Brandão AA, Pozzan R, Magalhães MEC, Campana EMG, Fonseca FL, Freitas EV, et al. Velocidade da onda de pulso, pressão arterial e adipocitocinas em adultos jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2012;100(1):60-6.

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Pizzi, Oswaldo Luiz; Brandão, Andréa Araujo; Pozzan, Roberto; Magalhães, Maria Eliane Campos; Campana, Erika Maria Gonçalves; Fonseca, Flavia Lopes; Freitas, Elizabete Viana de; Brandão, Ayrton Pires. Velocidade da onda de pulso, pressão arterial e adipocitocinas em adultos jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 1, p. 60-66, dez. 2012.

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Pizzi, O. L., Brandão, A. A., Pozzan, R., Magalhães, M. E. C., Campana, E. M. G., Fonseca, F. L., Freitas, E. V. , & Brandão, A. P. (2012). Velocidade da onda de pulso, pressão arterial e adipocitocinas em adultos jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(1), 60-66.

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Pizzi, Oswaldo Luiz and Brandão, Andréa Araujo and Pozzan, Roberto and Magalhães, Maria Eliane Campos and Campana, Erika Maria Gonçalves and Fonseca, Flavia Lopes and Freitas, Elizabete Viana de and Brandão, Ayrton Pires. Velocidade da onda de pulso, pressão arterial e adipocitocinas em adultos jovens: estudo do Rio de Janeiro. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2012, vol. 100, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 60-66. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/velocidade-da-onda-de-pulso-pressao-arterial-e-adipocitocinas-em-adultos-jovens-estudo-do-rio-de-janeiro/>. ISSN 0066-782X

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