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  4. 2023, Volume 3, Número 3
Doenças Cardiovasculares em Pacientes Oncológicos Atendidos em um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul
Artigo Original

Doenças Cardiovasculares em Pacientes Oncológicos Atendidos em um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul

Gabriel Amaral Lorencini et al. Renata dos Santos Rabello

RESUMO

Fundamento:

Os cânceres (CAs) estão relacionados às doenças cardiovasculares (DCVs), sobretudo em razão da cardiotoxicidade das terapias oncológicas (TOs).

Objetivos:

Analisar e descrever as DCVs que acometem os pacientes oncológicos (POs) antes e após o diagnóstico do CA.

Métodos:

Trata-se de um estudo de coorte retrospectiva realizado com POs de um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul, no qual se obtiveram dados de prontuários datados entre 2011 e 2020, os quais foram analisados por técnicas estatísticas, principalmente, com o objetivo de determinar a prevalência, a incidência e os fatores associados às DCVs.

Resultados:

A amostra contemplou 250 POs distribuídos no intervalo de 10 anos. No tocante às DCVs, a prevalência e a incidência incorporaram, respectivamente, 47,6% e 13,6%. Notou-se o predomínio, nas condições prévias, da hipertensão arterial sistêmica (67,7%) e, nos distúrbios incidentes, da trombose venosa profunda (30,6%). A incidência total se associou ao sexo masculino (p=0,003), ao tabagismo (p=0,023) e às comorbidades metabólicas (p=0,025) e pulmonares (p=0,047). A incidência após o início da TO se vinculou à radioterapia (p=0,015) e à quimioterapia (p=0,011), em parti­cular, ao fluorouracil (p=0,025) e à oxaliplatina (p=0,033).

Conclusões:

Tornou-se nítida a relação entre os CAs e as DCVs, ressaltando-se a importância de fomentar o progresso da cardio-oncologia, especialmente, com o intuito de fornecer melhores perspectivas terapêuticas aos POs.

  • Cardiotoxicidade
  • Distúrbios Induzidos Quimicamente
  • Lesões por Ra­di­a­ção
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31/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230081 Visualizações 4
Figura 1
Artigo Original

Síndrome Pós-COVID-19 e as Repercussões Autonômicas nas Variáveis Cardiovasculares

Giulia Yuni Davanço et al. Matheus Figueiredo Torres Neif Murad Glaucia Luciano da Veiga … Pedro Henrique Alves Reis Juliana de Vasconcellos Barbosa Beatriz da Costa Aguiar Alves Thaís Moura Gascón Rodrigo Daminello Raimundo Fernando Luiz Affonso Fonseca

Resumo

Fundamento:

O vírus SARS-CoV-2 é responsável pela pandemia de COVID-19. Foram observados vários efeitos adversos no sistema cardiovascular em pacientes hospitalizados por COVID-19. A infecção pelo SARS-CoV-2 adicionou outro possível agente causador de arritmia devido ao aumento de citocinas. Acredita-se que pacientes que tiveram COVID-19 são mais propensos a desenvolver doenças cardiovasculares após a infecção. A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é um marcador importante da saúde do coração, com os valores mais baixos indicando redução do controle de frequência cardíaca vagal.

Objetivos:

Analisar a modulação autonômica da frequência cardíaca de pacientes com síndrome pós-COVID-19.

Métodos:

Foram avaliados 50 pacientes de ambos os sexos com pelo menos 6 meses de recuperação da COVID-19 atendidos em um ambulatório de cardiologia. O registro de intervalos RR foi realizado com um cardiofrequencímetro portátil.

Resultados:

Os valores de RMSSD (Root Mean Square of the Successive Differences) (36,3±35,7 ms, p=0,0363) e HF (alta frequência) (446,3±632,2 ms2, p=0,0394) foram mais altos no grupo pós-Covid em comparação com o grupo de controle. Além disso, os valores de TINN (228,0±120,9 ms, p=0,009), LF/HF (3,8±3,8 a.u., p=0,1020), DP2 (40,1±19,3 a.u., p=0,005) e DP1/DP2 (2,2±1,0 a.u., p<0,0001) foram mais baixos no grupo pós-Covid.

Conclusão:

O estudo mostrou aumento de parâmetros relacionados à atividade autonômica parassimpática e sua modulação. Além disso, foi observada menor variabilidade da frequência cardíaca em pacientes em período pós-recuperação da COVID-19 quando comparados a um grupo que não contraiu a doença.

  • Coronavírus
  • Síndrome Pós-COVID-19 Aguda
  • Sistema cardiovascular
  • Sistema Nervoso Autônomo
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31/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230056 Visualizações 3
Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas
Artigo Original

Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas

Claudia da Silva Fragata et al. Abilio Augusto Fragata Filho Francisco Faustino França Mariana Fuziy Nogueira … Angela Maria Lourenço Cristiane Castro Faccini Lucas Petri Damiani

RESUMO

Fundamento:

Estudos que analisaram a ativação atrial no eletrocardiograma (ECG) geralmente destacaram a duração e a dispersão da onda P, o intervalo PR, a razão P/Pri, e o Tempo de Ativação Atrial (TAA). Embora esses índices possam ser preditores da Fibrilação Atrial (FA) em diferentes contextos clínicos, nenhum estudo analisou-os no contexto da Doença de Chagas (DC).

Objetivos:

Avaliar os seguintes índices eletrocardiográficos como preditores da FA na DC: duração da onda P, TAA, dispersão da onda P, intervalo PR, e razão P/PRi.

Métodos:

Este estudo retrospectivo examinou ECGs de pacientes com DC que foram monitorados por pelo menos 10 anos e analisou a evolução de cinco índices eletrocardiográficos ao longo do tempo em pacientes com e sem FA.

Resultados:

Dos 42 pacientes com DC incluídos no estudo, 13 desenvolveram FA (grupo “com FA”) e 29 não desenvolveram FA (grupo “sem FA”). O tempo médio decorrido entre o primeiro e o segundo ECGs analisados foi 20,55±54 anos. Enquanto a razão P/PRi não foi diferente entre os dois grupos no momento do primeiro ECG, ela diminuiu de 0,68±0,11 para 0,57±0,11 no grupo “com FA”, e foi significativamente mais baixa que no grupo “sem FA” no momento do segundo ECG (p=0,03). Não houve diferença estatisticamente significativa nos demais parâmetros estudados.

Conclusões:

Em nosso estudo, somente a razão P/PRi foi preditora do início de FA paroxística, com os valores mais baixos predizendo a ocorrência dessa arritmia.

  • Doença de Chagas
  • Eletrocardiograma
  • Fibrilação Atrial
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31/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230058 Visualizações 4
Figura 1
Relato de Caso

Síndrome de Taquicardia Pós-COVID: Pode Ser Miocardite? Relato de um Caso Tratado com Ivabradina

Davyson Gerhardt de Souza et al. Vanessa do Amaral Tinoco Ligia Cordeiro Matos Faial Humberto Villacorta

Resumo

O presente relato ilustra um caso de miocardite aguda em uma paciente que havia sido recentemente hospitalizada por COVID-19. A suspeita de miocardite foi feita pela presença de taquicardia, a única alteração presente no exame físico, além de níveis elevados de peptídeo natriurético tipo B. O diagnóstico foi confirmado por ressonância magnética cardíaca, que mostrou a presença de realce tardio, predominantemente subepicárdico, nas paredes inferolateral e inferior do ventrículo esquerdo. A paciente não preenchia nenhum dos critérios para biópsia endomiocárdica (insuficiência cardíaca progressiva, disfunção cardíaca grave, arritmias ventriculares, bloqueios atrioventriculares). Portanto, o tratamento foi focado no controle da frequência cardíaca. O betabloqueador é a primeira opção para controle da frequência, mas a paciente tinha contraindicação. Assim, foi utilizada a ivabradina, um redutor seletivo da frequência cardíaca. Este medicamento tem sido pouco estudado no contexto das síndromes pós-COVID-19, e o presente caso sugere benefício no controle da frequência cardíaca em pacientes com síndrome de taquicardia pós-COVID-19.

  • Ivabradina
  • Miocardite
  • Síndrome Pós-COVID-19 Aguda
  • Taquicardia
  • Traumatismos Cardíacos
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31/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230066 Visualizações 3
Figura 1
Artigo Especial

O 500° Transplante de Coração – Os Passos que fizeram do Ceará Referência em Transplantes Cardíacos no Brasil

Jefferson Luis Vieira et al. Maria Gyslane Vasconcelos Sobral Viviane Moreira Alves Germana Porto Linhares Almeida … Juliana Rolim Fernandes Laura Leite da Escossia Marinho Glauber Gean Vasconcelos Daniel Francisco de Mendonça Trompieri Glaylton Silva Santos Raissa Marianna Viana Diniz Juliana de Freitas Vasconcelos Sugette Ana Larissa Pedrosa Ximenes Juan Alberto Cosquillo Mejia João David de Souza Neto

O Início do Transplante Cardíaco no Ceará

O primeiro transplante cardíaco do Ceará ocorreu na “era da ciclosporina”, no Hospital Antônio Prudente em 20 de fevereiro de 1993. A equipe era composta pelos cirurgiões José Glauco Lobo Filho (), João Martins de Souza Torres, Francisco Martins de Oliveira, José Maria Furtado Memória Junior e Haroldo Brasil Barroso, além do Dr. Ricardo Lagreca (Natal/RN) como parte do Programa Nordeste para transplante cardíaco (NE-Tx). João David de Souza Neto () foi o cardiologista clínico e Fátima Sales e Miguel Arraes os anestesistas. Naquela época, o programa NE-Tx prestava apoio enviando colaboradores com experiência prévia na área, daí a valiosa contribuição do Dr. Lagreca, de Natal. O NE-Tx contou com a participação de serviços de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará, mas acabou sendo descontinuado depois de alguns anos.

Em 1997, ainda no Hospital Antônio Prudente, uma equipe composta pelos cirurgiões Juan Alberto Cosquillo Mejía, Valdester Cavalcante Pinto Júnior, Waldemiro Carvalho Júnior, Fernando Antônio de Mesquita e Haroldo Brasil Barroso, e pelo anestesista Rogean Nunes além dos cardiologistas João David de Souza Neto e Patrícia Lopes de Sousa deram prosseguimento ao programa de transplantes cardíacos no Ceará. Em 8 de Abril de 1998, o mesmo grupo e os cardiologistas pediátricos Klébia Castelo Branco e Ricardo Sardenberg foram responsáveis por inaugurar o transplante pediátrico neonatal no Norte/Nordeste.

[…]

  • Artigo Histórico
  • Insuficiência Cardíaca
  • Transplante Cardíaco
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20/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230053 Visualizações 3
Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas
Artigo Original

Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas

Claudia da Silva Fragata et al. Abilio Augusto Fragata Filho Francisco Faustino França Mariana Fuziy Nogueira … Angela Maria Lourenço Cristiane Castro Faccini Lucas Petri Damiani

RESUMO

Fundamento:

Estudos que analisaram a ativação atrial no eletrocardiograma (ECG) geralmente destacaram a duração e a dispersão da onda P, o intervalo PR, a razão P/Pri, e o Tempo de Ativação Atrial (TAA). Embora esses índices possam ser preditores da Fibrilação Atrial (FA) em diferentes contextos clínicos, nenhum estudo analisou-os no contexto da Doença de Chagas (DC).

Objetivos:

Avaliar os seguintes índices eletrocardiográficos como preditores da FA na DC: duração da onda P, TAA, dispersão da onda P, intervalo PR, e razão P/PRi.

Métodos:

Este estudo retrospectivo examinou ECGs de pacientes com DC que foram monitorados por pelo menos 10 anos e analisou a evolução de cinco índices eletrocardiográficos ao longo do tempo em pacientes com e sem FA.

Resultados:

Dos 42 pacientes com DC incluídos no estudo, 13 desenvolveram FA (grupo “com FA”) e 29 não desenvolveram FA (grupo “sem FA”). O tempo médio decorrido entre o primeiro e o segundo ECGs analisados foi 20,55±54 anos. Enquanto a razão P/PRi não foi diferente entre os dois grupos no momento do primeiro ECG, ela diminuiu de 0,68±0,11 para 0,57±0,11 no grupo “com FA”, e foi significativamente mais baixa que no grupo “sem FA” no momento do segundo ECG (p=0,03). Não houve diferença estatisticamente significativa nos demais parâmetros estudados.

Conclusões:

Em nosso estudo, somente a razão P/PRi foi preditora do início de FA paroxística, com os valores mais baixos predizendo a ocorrência dessa arritmia.

  • Doença de Chagas
  • Eletrocardiograma
  • Fibrilação Atrial
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20/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230031 Visualizações 3
Comunicação Breve

Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso

Resumo

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica complexa, de alta prevalência e importante morbimortalidade, e que representa atualmente a principal causa de hospitalização de pacientes acima de 65 anos no Brasil. O tratamento medicamentoso em IC desempenha um papel fundamental no processo de cuidado dos pacientes, com os objetivos de controle dos sintomas, melhora na capacidade funcional, redução de admissões hospitalares e de taxas de mortalidade relacionadas à doença. Apesar do tratamento em IC possuir benefícios comprovados por meio de evidências científicas, o acesso aos medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda é algo a ser explorado. O presente estudo tem como objetivo analisar a dinâmica de acesso ao tratamento medicamentoso para IC, a partir do elenco de medicamentos disponibilizados pelo SUS, por meio de análise descritiva e documental. Os dados foram coletados de Relações Municipais de Medicamentos Essenciais (REMUMEs) de municípios de uma região metropolitana no sul do Brasil. Foram incluídos na análise dados de municípios com população superior a 80 mil habitantes, e as respectivas listas de medicamentos padronizados foram disponibilizadas por meio eletrônico pelas próprias secretarias municipais de saúde. Os resultados demonstraram acesso parcial à terapia medicamentosa em IC via SUS, em especial espironolactona e furosemida, presentes em 72,7% e 81,8% dos municípios, respectivamente. Embora o tratamento medicamentoso para IC tenha comprovado grau de evidência científica para o seu manejo, o seu acesso à população, via SUS, ainda representa um desafio na construção da Linha de Cuidado em Insuficiência Cardíaca no Brasil.

  • Acesso a Medicamentos Essenciais e Tecnologias em Saúde
  • Acesso aos Serviços de Saúde
  • Insuficiência Cardíaca
  • Tratamento Farmacológico
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29/11/2023
Artigo Original

Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior

Resumo

Fundamento

O trombo apical do ventrículo esquerdo (TAVE) é uma complicação clinicamente crucial do infarto do miocárdio com elevação do segmento ST anterior (IAMCSST). O escore MAPH é um escore recentemente desenvolvido relacionado à trombose. Os escores MAPH são escores simples que estimam a viscosidade do sangue e a sensibilidade ao trombo.

Objetivo

Este estudo teve como objetivo explorar a relação do escore MAPH com TAVE e eventos cardiovasculares e cerebrovasculares adversos maiores (MACCE) em pacientes com IAMCSST anterior agudo.

Métodos

O estudo incluiu 185 pacientes com IAMCSST anterior agudo submetidos a intervenção coronária percutânea (ICP). O TAVE foi detectado e dividido em dois grupos no acompanhamento clínico após ICP. O escore MAPH obtido antes da ICP foi comparado entre os grupos e sua relação com o MACCE foi examinada. O MACCE incluiu uma combinação de morte por todas as causas, infarto do miocárdio não fatal, revascularização do vaso-alvo, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral.

Resultados

O escore MAPH foi maior em pacientes com TAVE do que naqueles sem TAVE (p < 0,001). A escore MAPH elevada foi determinada como um preditor de TAVE [odds ratio (OR): 1,265; Intervalo de confiança (IC) de 95%: 1,124-1,423; p < 0,001] e MACCE [hazard ratio (HR): 1,345; IC 95%: 0,984-1,790; p = 0,004] em pacientes com IAMCSST anterior agudo. Um escore MAPH alto foi associado a uma maior incidência geral de MACCE nas análises de Kaplan-Meier. Os valores de corte do escore MAPH para TAVE e MACCE foram determinados como 2, com base na análise da curva característica de operação do receptor.

Conclusão

Um escore MAPH alto pode ser usado para avaliação de risco de TAVE e MACCE em pacientes com diagnóstico de IAMCSST anterior agudo.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Doenças Cardiovasculares
  • Escore MAPH
  • Infarto do Miocárdio Anterior
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29/11/2023 Visualizações 3
Figura Central
Comunicação Breve

Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso

Lidia Einsfeld et al. Diogo Pilger Cassiela Roman

Resumo

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica complexa, de alta prevalência e importante morbimortalidade, e que representa atualmente a principal causa de hospitalização de pacientes acima de 65 anos no Brasil. O tratamento medicamentoso em IC desempenha um papel fundamental no processo de cuidado dos pacientes, com os objetivos de controle dos sintomas, melhora na capacidade funcional, redução de admissões hospitalares e de taxas de mortalidade relacionadas à doença. Apesar do tratamento em IC possuir benefícios comprovados por meio de evidências científicas, o acesso aos medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda é algo a ser explorado. O presente estudo tem como objetivo analisar a dinâmica de acesso ao tratamento medicamentoso para IC, a partir do elenco de medicamentos disponibilizados pelo SUS, por meio de análise descritiva e documental. Os dados foram coletados de Relações Municipais de Medicamentos Essenciais (REMUMEs) de municípios de uma região metropolitana no sul do Brasil. Foram incluídos na análise dados de municípios com população superior a 80 mil habitantes, e as respectivas listas de medicamentos padronizados foram disponibilizadas por meio eletrônico pelas próprias secretarias municipais de saúde. Os resultados demonstraram acesso parcial à terapia medicamentosa em IC via SUS, em especial espironolactona e furosemida, presentes em 72,7% e 81,8% dos municípios, respectivamente. Embora o tratamento medicamentoso para IC tenha comprovado grau de evidência científica para o seu manejo, o seu acesso à população, via SUS, ainda representa um desafio na construção da Linha de Cuidado em Insuficiência Cardíaca no Brasil.

  • Acesso a Medicamentos Essenciais e Tecnologias em Saúde
  • Acesso aos Serviços de Saúde
  • Insuficiência Cardíaca
  • Tratamento Farmacológico
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29/11/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230049
Figura Central
Artigo Original

Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior

Uğur Küçük et al. Meltem Altınsoy

Resumo

Fundamento

O trombo apical do ventrículo esquerdo (TAVE) é uma complicação clinicamente crucial do infarto do miocárdio com elevação do segmento ST anterior (IAMCSST). O escore MAPH é um escore recentemente desenvolvido relacionado à trombose. Os escores MAPH são escores simples que estimam a viscosidade do sangue e a sensibilidade ao trombo.

Objetivo

Este estudo teve como objetivo explorar a relação do escore MAPH com TAVE e eventos cardiovasculares e cerebrovasculares adversos maiores (MACCE) em pacientes com IAMCSST anterior agudo.

Métodos

O estudo incluiu 185 pacientes com IAMCSST anterior agudo submetidos a intervenção coronária percutânea (ICP). O TAVE foi detectado e dividido em dois grupos no acompanhamento clínico após ICP. O escore MAPH obtido antes da ICP foi comparado entre os grupos e sua relação com o MACCE foi examinada. O MACCE incluiu uma combinação de morte por todas as causas, infarto do miocárdio não fatal, revascularização do vaso-alvo, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral.

Resultados

O escore MAPH foi maior em pacientes com TAVE do que naqueles sem TAVE (p < 0,001). A escore MAPH elevada foi determinada como um preditor de TAVE [odds ratio (OR): 1,265; Intervalo de confiança (IC) de 95%: 1,124-1,423; p < 0,001] e MACCE [hazard ratio (HR): 1,345; IC 95%: 0,984-1,790; p = 0,004] em pacientes com IAMCSST anterior agudo. Um escore MAPH alto foi associado a uma maior incidência geral de MACCE nas análises de Kaplan-Meier. Os valores de corte do escore MAPH para TAVE e MACCE foram determinados como 2, com base na análise da curva característica de operação do receptor.

Conclusão

Um escore MAPH alto pode ser usado para avaliação de risco de TAVE e MACCE em pacientes com diagnóstico de IAMCSST anterior agudo.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Doenças Cardiovasculares
  • Escore MAPH
  • Infarto do Miocárdio Anterior
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29/11/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230060 Visualizações 3
O Emprego da Specific Activity Scale Melhora a Detecção de Pacientes Sintomáticos com Insuficiência Cardíaca Crônica
Research Letter

O Emprego da Specific Activity Scale Melhora a Detecção de Pacientes Sintomáticos com Insuficiência Cardíaca Crônica

Eduardo Rubio Azevedo et al. Julio César Crescencio Débora Cristine Prévide da Cunha André Schmidt … Denise Mayumi Tanaka Luciano Fonseca Lemos de Oliveira Marcus Vinicius Simões

Introdução

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica complexa, de elevada prevalência e associada à significativa mortalidade e morbidade. A gravidade da IC pode ser estimada pela classe funcional da New York Heart Association (NYHA), contudo, essa classificação apresenta inúmeras limitações, como elevada subjetividade, baixa reprodutibilidade e reduzida correlação com medidas objetivas da capacidade física. Estudos recentes sugerem ainda que a classificação da NYHA tem capacidade limitada para diferenciar os pacientes assintomáticos, em classe funcional (CF) I, daqueles com sintomas leves.,

A Specific Activity Scale (SAS) é um método alternativo de medida da capacidade funcional, que avalia a capacidade dos pacientes em completar atividades físicas com gasto de oxigênio conhecido. O método tem potencial de apresentar melhor reprodutibilidade e mais acurada caracterização da restrição física dos pacientes com IC.,  

[…]

  • Classe funcional
  • Insuficiência Cardíaca
  • Teste de Esforço
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08/11/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230046 Visualizações 2
Figura 1
Review Article

Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática

Edimar Alcides Bocchi et al. Andréa Araujo Brandão Evandro Tinoco Mesquita Juliana S. Nakamuta … André Valente Bichels Francisco José Forestiero

Resumo

A insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) é a condição mais comum de insuficiência cardíaca (IC) em pacientes com mais de 65 anos, associada a elevada morbimortalidade. Os dados epidemiológicos desta condição no Brasil ainda são escassos e esses dados são relevantes para uma melhor compreensão do impacto e necessidades não atendidas na ICFEP e planejamento de ações que possam melhorar a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

Objetivo do estudo foi identificar as evidências sobre a epidemiologia e as características clínicas dos pacientes brasileiros com ICFEP.

Revisamos sistematicamente estudos observacionais e clínicos avaliando dados epidemiológicos e perfil clínico de pacientes brasileiros com ICFEP nas bases de dados Pubmed/ MEDLINE e LILACS, de acordo com a recomendação PRISMA.

A prevalência de ICFEP em pacientes com IC confirmada variou de 28,2 a 59,0% no ambiente ambulatorial e de 20,0% a 53,1% no ambiente hospitalar. Entre os pacientes com suspeita de IC, a prevalência de pacientes com Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo FEVE> 50 % foi de 29,0 a 37,6%. As comorbidades mais frequentemente relatadas foram hipertensão arterial sistêmica e diabetes, com prevalência de 57,4 a 100,0% e de 10,2 a 49,1%, em estudos envolvendo apenas pacientes com ICFEP ou estudos específicos para pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal (ICFEN) (n = 14), respectivamente. Dados sobre mortalidade e taxa de hospitalização foram escassos.

Apesar de dados escassos e heterogêneos de prevalência da ICFEP no Brasil observou-se importante prevalência na atenção primária e em pacientes hospitalizados.

  • Comorbidade
  • Epidemiologia
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada
  • Mortalidade
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06/10/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230033 Visualizações 2

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Lorencini GA, Rabello RS. Doenças Cardiovasculares em Pacientes Oncológicos Atendidos em um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230081.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Lorencini, Gabriel Amaral; Rabello, Renata dos Santos. Doenças Cardiovasculares em Pacientes Oncológicos Atendidos em um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230081, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lorencini, G. A., & Rabello, R. S. (2023). Doenças Cardiovasculares em Pacientes Oncológicos Atendidos em um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230081.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Lorencini, Gabriel Amaral and Rabello, Renata dos Santos. Doenças Cardiovasculares em Pacientes Oncológicos Atendidos em um Hospital Terciário da Macrorregião Norte do Rio Grande do Sul. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230081. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/doencas-cardiovasculares-em-pacientes-oncologicos-atendidos-em-um-hospital-terciario-da-macrorregiao-norte-do-rio-grande-do-sul/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Davanço GY, Torres MF, Murad N, Veiga GL, Reis PHA, Barbosa JV, Alves BCA, et al. Síndrome Pós-COVID-19 e as Repercussões Autonômicas nas Variáveis Cardiovasculares. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230056.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Davanço, Giulia Yuni; Torres, Matheus Figueiredo; Murad, Neif; Veiga, Glaucia Luciano da; Reis, Pedro Henrique Alves; Barbosa, Juliana de Vasconcellos; Alves, Beatriz da Costa Aguiar; Gascón, Thaís Moura; Raimundo, Rodrigo Daminello; Fonseca, Fernando Luiz Affonso. Síndrome Pós-COVID-19 e as Repercussões Autonômicas nas Variáveis Cardiovasculares. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230056, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Davanço, G. Y., Torres, M. F., Murad, N., Veiga, G. L. , Reis, P. H. A., Barbosa, J. V., Alves, B. C. A., Gascón, T. M., Raimundo, R. D., & Fonseca, F. L. A. (2023). Síndrome Pós-COVID-19 e as Repercussões Autonômicas nas Variáveis Cardiovasculares. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230056.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Davanço, Giulia Yuni and Torres, Matheus Figueiredo and Murad, Neif and Veiga, Glaucia Luciano da and Reis, Pedro Henrique Alves and Barbosa, Juliana de Vasconcellos and Alves, Beatriz da Costa Aguiar and Gascón, Thaís Moura and Raimundo, Rodrigo Daminello and Fonseca, Fernando Luiz Affonso. Síndrome Pós-COVID-19 e as Repercussões Autonômicas nas Variáveis Cardiovasculares. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230056. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-pos-covid-19-e-as-repercussoes-autonomicas-nas-variaveis-cardiovasculares/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fragata CS, Fragata Filho AA, França FF, Nogueira MF, Lourenço AM, Faccini CC, Damiani LP, et al. Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2023;3(3):e20230058.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fragata, Claudia da Silva; Fragata Filho, Abilio Augusto; França, Francisco Faustino; Nogueira, Mariana Fuziy; Lourenço, Angela Maria; Faccini, Cristiane Castro; Damiani, Lucas Petri. Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 3, n. 3, e20230058, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fragata, C. S., Fragata Filho, A. A., França, F. F., Nogueira, M. F., Lourenço, A. M., Faccini, C. C., & Damiani, L. P. (2023). Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 3(3), e20230058.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fragata, Claudia da Silva and Fragata Filho, Abilio Augusto and França, Francisco Faustino and Nogueira, Mariana Fuziy and Lourenço, Angela Maria and Faccini, Cristiane Castro and Damiani, Lucas Petri. Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230058. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indices-da-onda-p-para-avaliacao-de-risco-de-fibrilacao-atrial-na-doenca-de-chagas/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Souza DG, Tinoco VA, Faial LCM, Villacorta H. Síndrome de Taquicardia Pós-COVID: Pode Ser Miocardite? Relato de um Caso Tratado com Ivabradina. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230066.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Souza, Davyson Gerhardt de; Tinoco, Vanessa do Amaral; Faial, Ligia Cordeiro Matos; Villacorta, Humberto. Síndrome de Taquicardia Pós-COVID: Pode Ser Miocardite? Relato de um Caso Tratado com Ivabradina. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230066, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Souza, D. G. , Tinoco, V. A., Faial, L. C. M., & Villacorta, H. (2023). Síndrome de Taquicardia Pós-COVID: Pode Ser Miocardite? Relato de um Caso Tratado com Ivabradina. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230066.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Souza, Davyson Gerhardt de and Tinoco, Vanessa do Amaral and Faial, Ligia Cordeiro Matos and Villacorta, Humberto. Síndrome de Taquicardia Pós-COVID: Pode Ser Miocardite? Relato de um Caso Tratado com Ivabradina. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230066. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindrome-de-taquicardia-pos-covid-pode-ser-miocardite-relato-de-um-caso-tratado-com-ivabradina/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Vieira JL, Sobral MGV, Alves VM, Almeida GPL, Fernandes JR, Marinho LLE, Vasconcelos GG, et al. O 500° Transplante de Coração – Os Passos que fizeram do Ceará Referência em Transplantes Cardíacos no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2023;3(3):e20230053.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vieira, Jefferson Luis; Sobral, Maria Gyslane Vasconcelos; Alves, Viviane Moreira; Almeida, Germana Porto Linhares; Fernandes, Juliana Rolim; Marinho, Laura Leite da Escossia; Vasconcelos, Glauber Gean; Trompieri, Daniel Francisco de Mendonça; Santos, Glaylton Silva; Diniz, Raissa Marianna Viana; Sugette, Juliana de Freitas Vasconcelos; Ximenes, Ana Larissa Pedrosa; Mejia, Juan Alberto Cosquillo; Souza Neto, João David de. O 500° Transplante de Coração – Os Passos que fizeram do Ceará Referência em Transplantes Cardíacos no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 3, n. 3, e20230053, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vieira, J. L., Sobral, M. G. V., Alves, V. M., Almeida, G. P. L., Fernandes, J. R., Marinho, L. L. E., Vasconcelos, G. G., Trompieri, D. F. M., Santos, G. S., Diniz, R. M. V., Sugette, J. F. V., Ximenes, A. L. P., Mejia, J. A. C., & Souza Neto, J. D. (2023). O 500° Transplante de Coração – Os Passos que fizeram do Ceará Referência em Transplantes Cardíacos no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 3(3), e20230053.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Vieira, Jefferson Luis and Sobral, Maria Gyslane Vasconcelos and Alves, Viviane Moreira and Almeida, Germana Porto Linhares and Fernandes, Juliana Rolim and Marinho, Laura Leite da Escossia and Vasconcelos, Glauber Gean and Trompieri, Daniel Francisco de Mendonça and Santos, Glaylton Silva and Diniz, Raissa Marianna Viana and Sugette, Juliana de Freitas Vasconcelos and Ximenes, Ana Larissa Pedrosa and Mejia, Juan Alberto Cosquillo and Souza Neto, João David de. O 500° Transplante de Coração – Os Passos que fizeram do Ceará Referência em Transplantes Cardíacos no Brasil. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230053. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-500-transplante-de-coracao-os-passos-que-fizeram-do-ceara-referencia-em-transplantes-cardiacos-no-brasil/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fragata CS, Fragata Filho AA, França FF, Nogueira MF, Lourenço AM, Faccini CC, Damiani LP, et al. Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2023;3(3):e20230031.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fragata, Claudia da Silva; Fragata Filho, Abilio Augusto; França, Francisco Faustino; Nogueira, Mariana Fuziy; Lourenço, Angela Maria; Faccini, Cristiane Castro; Damiani, Lucas Petri. Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 3, n. 3, e20230031, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fragata, C. S., Fragata Filho, A. A., França, F. F., Nogueira, M. F., Lourenço, A. M., Faccini, C. C., & Damiani, L. P. (2023). Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 3(3), e20230031.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fragata, Claudia da Silva and Fragata Filho, Abilio Augusto and França, Francisco Faustino and Nogueira, Mariana Fuziy and Lourenço, Angela Maria and Faccini, Cristiane Castro and Damiani, Lucas Petri. Índices da Onda P para Avaliação de Risco de Fibrilação Atrial na Doença de Chagas. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230031. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indices-da-onda-p-para-avaliacao-de-risco-de-fibrilacao-atrial-na-doenca-de-chagas-2/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

. Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. 2023;:

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

. Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. , nov. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

(2023). Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. , , .

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

. Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. [online]. 2023, [citado 2026-10-14], Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-medicamentoso-em-insuficiencia-cardiaca-baseado-em-evidencias-desafios-do-acesso/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

. Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. 2023;:

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

. Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. , nov. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

(2023). Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. , , .

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

. Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. [online]. 2023, [citado 2026-10-14], Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-do-escore-maph-com-trombo-apical-do-ventriculo-esquerdo-e-eventos-adversos-em-pacientes-com-infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivel-st-anterior/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Einsfeld L, Pilger D, Roman C. Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230049.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Einsfeld, Lidia; Pilger, Diogo; Roman, Cassiela. Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230049, nov. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Einsfeld, L., Pilger, D., & Roman, C. (2023). Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230049.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Einsfeld, Lidia and Pilger, Diogo and Roman, Cassiela. Tratamento Medicamentoso em Insuficiência Cardíaca Baseado em Evidências: Desafios do Acesso. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230049. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-medicamentoso-em-insuficiencia-cardiaca-baseado-em-evidencias-desafios-do-acesso-2/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Küçük U, Altınsoy M. Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230060.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Küçük, Uğur; Altınsoy, Meltem. Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230060, nov. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Küçük, U., & Altınsoy, M. (2023). Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230060.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Küçük, Uğur and Altınsoy, Meltem. Relação do Escore MAPH com Trombo Apical do Ventrículo Esquerdo e Eventos Adversos em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível ST Anterior. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230060. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relacao-do-escore-maph-com-trombo-apical-do-ventriculo-esquerdo-e-eventos-adversos-em-pacientes-com-infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivel-st-anterior-2/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Azevedo ER, Crescencio JC, Cunha DCP, Schmidt A, Tanaka DM, Oliveira LFL, Simões MV, et al. O Emprego da Specific Activity Scale Melhora a Detecção de Pacientes Sintomáticos com Insuficiência Cardíaca Crônica. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2023;3(3):e20230046.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Azevedo, Eduardo Rubio; Crescencio, Julio César; Cunha, Débora Cristine Prévide da; Schmidt, André; Tanaka, Denise Mayumi; Oliveira, Luciano Fonseca Lemos de; Simões, Marcus Vinicius. O Emprego da Specific Activity Scale Melhora a Detecção de Pacientes Sintomáticos com Insuficiência Cardíaca Crônica. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 3, n. 3, e20230046, nov. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Azevedo, E. R., Crescencio, J. C., Cunha, D. C. P. , Schmidt, A., Tanaka, D. M., Oliveira, L. F. L. , & Simões, M. V. (2023). O Emprego da Specific Activity Scale Melhora a Detecção de Pacientes Sintomáticos com Insuficiência Cardíaca Crônica. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 3(3), e20230046.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Azevedo, Eduardo Rubio and Crescencio, Julio César and Cunha, Débora Cristine Prévide da and Schmidt, André and Tanaka, Denise Mayumi and Oliveira, Luciano Fonseca Lemos de and Simões, Marcus Vinicius. O Emprego da Specific Activity Scale Melhora a Detecção de Pacientes Sintomáticos com Insuficiência Cardíaca Crônica. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230046. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-emprego-da-specific-activity-scale-melhora-a-deteccao-de-pacientes-sintomaticos-com-insuficiencia-cardiaca-cronica/>

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Bocchi EA, Brandão AA, Mesquita ET, Nakamuta JS, Bichels AV, Forestiero FJ. Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop 2023;3(3):e20230033.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Bocchi, Edimar Alcides; Brandão, Andréa Araujo; Mesquita, Evandro Tinoco; Nakamuta, Juliana S.; Bichels, André Valente; Forestiero, Francisco José. Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop, v. 3, n. 3, e20230033, out. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Bocchi, E. A., Brandão, A. A., Mesquita, E. T., Nakamuta, J. S., Bichels, A. V., & Forestiero, F. J. (2023). Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop, 3(3), e20230033.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Bocchi, Edimar Alcides and Brandão, Andréa Araujo and Mesquita, Evandro Tinoco and Nakamuta, Juliana S. and Bichels, André Valente and Forestiero, Francisco José. Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada no Brasil: Uma Revisão Sistemática. ABC Heart Fail Cardiomyop [online]. 2023, vol. 3, n. 3, [citado 2026-10-14], e20230033. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/insuficiencia-cardiaca-com-fracao-de-ejecao-preservada-no-brasil-uma-revisao-sistematica/>

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