Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Albuminas
Figura Central
ABC
Artigo Original

A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão

Faysal Şaylık et al. Tufan Çınar Murat Selçuk İbrahim Halil Tanboğa

Resumo

Fundamento

A hipertensão causa inflamação subendotelial e disfunção na aterosclerose resultante. A espessura média-intimal da carótida (EMIC) é um marcador útil de disfunção endotelial e aterosclerose. A razão ácido úrico/albumina (RUA) emergiu como um novo marcador para prever eventos cardiovasculares.

Objetivo

Nosso objetivo foi investigar a associação da RUA com a EIMC em pacientes hipertensos.

Método

Duzentos e dezesseis pacientes hipertensos consecutivos foram incluídos neste estudo prospectivo. Todos os pacientes foram submetidos a ultrassonografia de carótida para classificar baixos (EMIC < 0,9 mm) e altos (EMIC≥0,9 mm) grupos de EMIC. A capacidade preditiva da RUA para EMIC alta foi comparada com o índice de inflamação imune sistêmica (IIS), razão neutrófilo/linfócito (RNL), razão plaqueta/linfócito (RPL) e razão proteína C reativa/albumina (RCA). Um valor de p bilateral <0,05 foi aceito como estatisticamente significativo.

Resultados

Os pacientes com EMIC alta eram mais velhos e tinham maior RUA, IIS, RNL e RCA do que baixo EMIC. Idade, RUA, IIS, RNL e RCA, mas não RPL, foram associados a EMIC alta. Na análise multivariada, idade, PCR, IIS e RUA foram preditores independentes de EMIC alta. A capacidade de discriminação de RUA foi maior do que ácido úrico, albumina, IIS, RNL e RCA, e RUA teve um ajuste de modelo maior do que essas variáveis. RUA teve maior melhoria aditiva na detecção de EMIC alta do que outras variáveis, conforme avaliado com melhoria de reclassificação líquida, MDI e estatísticas C. RUA também foi significativamente correlacionada com EMIC.

Conclusão

RUA pode ser usado para prever EMIC alta e pode ser útil para estratificação de risco em pacientes hipertensos.

  • Ácido Úrico
  • Albuminas
  • Biomarcadores
  • Espessura Íntima-Média Carotídea
  • Hipertensão
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
21/04/2023 DOI: 10.36660/abc.20220819 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

A Associação da Relação Proteína C-Reativa/Albumina em Pacientes com Ectasia da Artéria Coronária Isolada

Alper Sercelik et al. Okan Tanrıverdi Lutfu Askin Serdar Turkmen

Resumo

Fundamento

A ectasia da artéria coronária (EAC) é definida como a dilatação difusa ou localizada do lúmen da artéria coronária com diâmetro de 1,5 a 2,0 vezes o diâmetro da artéria coronária normal adjacente. A relação proteína C-reativa/albumina (CAR, sigla em inglês) é um marcador inflamatório útil que tem sido documentado em doença arterial coronariana.

Objetivo

Analisar a associação entre a EAC e a CAR.

Métodos

Um protocolo caso-controle foi utilizado neste estudo. Foram incluídos 102 pacientesconsecutivos com EAC isolada sem estenose (56 homens e 46 mulheres; idade média de 60,4 ± 8,8 anos). O grupo controle era constituido pelo mesmo número de pacientes pareados por sexo e idade com artérias coronárias normais (55 homens e 47 mulheres; idade média de 61,2 ± 9,1 anos). Características clínicas, achados laboratoriais e histórico de uso de medicamentos foram registrados. Foram realizados teste t de Student, teste U de Mann-Whitney, teste do qui-quadrado, análise de regressão linear e logística. Foi considerado estatisticamente significativo p bilateral < 0,05.

Resultados

A CAR estava aumentada nos pacientes com EAC em comparação com os controles (32 e 16; p < 0,001). Além disso, foi verificado que a CAR era um preditor independente da EAC (razão de chances = 2,202; intervalo de confiança 95%, 1,184 – 5,365; p < 0,001).

Conclusão

No presente estudo, determinamos que os níveis da CAR estavam significativamente mais altos no grupo EAC que no grupo controle e a CAR estava significativamente correlacionada com a EAC. (Arq Bras Cardiol. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Albuminas
  • Aneurisma Coronário
  • Dilatação Patológica (ectasia
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Inflamação
  • Proteína C Reativa
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
16/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20190476 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Şaylık F, Çınar T, Selçuk M, Tanboğa H. A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(5):e20220819.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Şaylık, Faysal; Çınar, Tufan; Selçuk, Murat; Tanboğa, İbrahim Halil. A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 5, e20220819, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Şaylık, F., Çınar, T., Selçuk, M., & Tanboğa, H. (2023). A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(5), e20220819.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Şaylık, Faysal and Çınar, Tufan and Selçuk, Murat and Tanboğa, İbrahim Halil. A Relação entre a Relação Ácido Úrico/Albumina e a Espessura Média-Intimal da Carótida em Pacientes com Hipertensão. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 5, [citado 2026-10-14], e20220819. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-a-relacao-acido-urico-albumina-e-a-espessura-media-intimal-da-carotida-em-pacientes-com-hipertensao/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Sercelik A, Tanrıverdi O, Askin L, Turkmen S. A Associação da Relação Proteína C-Reativa/Albumina em Pacientes com Ectasia da Artéria Coronária Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;116(1):48-54.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Sercelik, Alper; Tanrıverdi, Okan; Askin, Lutfu; Turkmen, Serdar. A Associação da Relação Proteína C-Reativa/Albumina em Pacientes com Ectasia da Artéria Coronária Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 48-54, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Sercelik, A., Tanrıverdi, O., Askin, L., & Turkmen, S. (2020). A Associação da Relação Proteína C-Reativa/Albumina em Pacientes com Ectasia da Artéria Coronária Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 48-54.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Sercelik, Alper and Tanrıverdi, Okan and Askin, Lutfu and Turkmen, Serdar. A Associação da Relação Proteína C-Reativa/Albumina em Pacientes com Ectasia da Artéria Coronária Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 48-54. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-associacao-da-relacao-proteina-c-reativa-albumina-em-pacientes-com-ectasia-da-arteria-coronaria-isolada/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias