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  2. Palavra-chave: Varfarina
ABC
Editorial

Anticoagulação Oral com AVKs: Qualidade Acima de Tudo!

Letícia Braga Ferreira et al. André Assis Lopes do Carmo

Desde a sua primeira aprovação pela Food and Drug Administration em 2010, os anticoagulantes orais diretos (DOACs) têm crescido em uso em todo o mundo e se tornaram o medicamento anticoagulante oral mais comumente prescrito inicialmente para pacientes com fibrilação atrial recentemente diagnosticada. No entanto, os altos custos ainda dificultam sua utilização, especialmente em países de baixa e média renda. Além disso, em certas condições, especialmente próteses valvares cardíacas mecânicas e estenose mitral reumática, os antagonistas da vitamina K (AVKs) continuam sendo os únicos medicamentos com segurança e eficácia estabelecidas.,

Dados de mais de 400.000 pacientes dos Estados Unidos mostram que, após 2019, quase 48% dos pacientes com fibrilação atrial receberam prescrição de DOAC, e apenas 17,7% estavam usando varfarina. Faltam dados tão precisos sobre a utilização de varfarina e DOAC no Brasil, mas se estima que uma proporção maior de pacientes esteja usando AVKs.

[…]

  • Antagonistas de Vitamina K
  • DOAC
  • Fibrilação Atrial
  • Varfarina
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17/03/2025 DOI: 10.36660/abc.20240795
Incidência e Preditores de Desfechos Clínicos em Pacientes com Fibrilação Atrial Valvar e Não Valvar em uso de Antagonistas da Vitamina K
ABC
Artigo Original

Incidência e Preditores de Desfechos Clínicos em Pacientes com Fibrilação Atrial Valvar e Não Valvar em uso de Antagonistas da Vitamina K

Idelzuita Leandro Liporace et al. Gustavo Bernardes F. Oliveira Lucas Bassolli de Oliveira Alves Nadia Marchiori Galassi … Andreia Dias Jeronimo Fernanda Maria Lopes Gregory Y. H. Lip Álvaro Avezum

Resumo

Fundamento

Antagonistas da vitamina K (AVK) representam uma importante estratégia terapêutica oferecida pelo Sistema Único de Saúde no Brasil aos pacientes com fibrilação atrial (FA). Entretanto, os preditores de desfechos clínicos relevantes são pouco estudados no mundo real.

Objetivo

Determinar a incidência e os preditores independentes de desfechos clínicos em pacientes com FA valvar e não valvar tratados com AVK.

Métodos

Coorte prospectivo de pacientes com FA valvar e não valvar em uso ≥ 1 ano de AVK. Desfechos primários foram morte cardiovascular, eventos tromboembólicos, sangramento maior e não maior clinicamente relevante, separadamente e como desfecho composto, e adjudicados de modo independente. Valores de p < 0,05 foram considerados estatisticamente significantes.

Resultados

Incluídos 1.350 pacientes, idade média de 69,2 (± 11.8) anos e 53,6% do sexo feminino, seguidos por 17 (15 – 19) meses. Incidência anual de eventos tromboembólicos e morte cardiovascular foi 4,4% e preditores foram tromboembolismo prévio (hazard ratio [HR] 2,12; intervalo de confiança [IC] de 95% 1,22 – 3,67), tempo na faixa terapêutica (TFT) < 50% (HR 1,98; IC95% 1,16 – 3,37), e taxa de filtração glomerular (TFG) < 45 mL/min/1.73 m2 (HR 2,76; IC95% 4,82 – 1,58). Taxa de sangramento maior e não maior clinicamente relevante foram 3,24% por ano (IC95% 2,47 – 4,14) e preditores foram sangramento prévio (HR 2,60; IC95% 1,47 – 4,61) e prótese mecânica (HR 1,91; IC95% 1,15 – 3,15). O desfecho composto foi 8,7% por ano e preditores foram sangramento prévio (HR 1,70; IC95% 1,07 – 2,70), TFT 44 mm (HR 1,97; IC95% 3,26 – 1,19).

Conclusões

Tromboembolismo ou sangramento prévios, TFG e TFT reduzidos e átrio esquerdo aumentado foram preditores de desfechos clínicos em pacientes com FA tratados com AVK.

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Fibrilação Atrial
  • Hemorragia
  • Tromboembolia
  • Varfarina
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10/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240147 Visualizações 2
Anticoagulantes Orais Diretos versus Antagonistas da Vitamina K para Trombo Ventricular Esquerdo: Uma Metanálise com Análise Sequencial de Ensaios
ABC
Artigo Original

Anticoagulantes Orais Diretos versus Antagonistas da Vitamina K para Trombo Ventricular Esquerdo: Uma Metanálise com Análise Sequencial de Ensaios

Eric Pasqualotto et al. Douglas Mesadri Gewehr Rafael Oliva Morgado Ferreira Matheus Pedrotti Chavez … Caroliny Hellen Silva Sara Almeida Cruz Jhonny Limachi-Choque Amanda Park Mário Sérgio Soares de Azeredo Coutinho Luiz Fernando Kubrusly

Resumo

Fundamento

Os antagonistas da vitamina K (AVKs) são o tratamento de primeira linha recomendado para trombo ventricular esquerdo (TVE); entretanto, os anticoagulantes orais diretos (AODs) têm sido considerados uma terapia alternativa.

Objetivos

Avaliar a eficácia e a segurança dos AODs em comparação com a terapia com AVKs em pacientes com TVE.

Métodos

PubMed, Embase e Cochrane foram sistematicamente pesquisados em busca de ensaios clínicos randomizados ou estudos de coorte que comparassem AODs versus AVKs para TVE. As razões de risco (RR) foram calculadas para desfechos binários, com intervalos de confiança (IC) de 95%. A significância estatística foi definida como valor de p < 0,05.

Resultados

Foram incluídos um total de 4 ensaios clínicos randomizados e 29 estudos de coorte, com 4.450 pacientes designados para AODs ou AVKs. Não houve diferença significativa entre os grupos para acidente vascular cerebral ou eventos embólicos sistêmicos (AVC/EES) (RR 0,84; IC 95% 0,65 a 1,07; p = 0,157), acidente vascular cerebral (RR 0,73; IC 95% 0,48 a 1,11; p = 0,140), eventos embólicos sistêmicos (EES) (RR 0,69; IC 95% 0,40 a 1,17; p = 0,166), resolução do trombo (RR 1,05; IC 95% 0,99 a 1,11; p = 0,077), qualquer sangramento (RR 0,78; IC 95% 0,60 a 1,00; p = 0,054), sangramento clinicamente relevante (RR 0,69; IC 95% 0,46 a 1,03; p = 0,066), sangramento menor (RR 0,73; IC 95% 0,43 a 1,23; p = 0,234), sangramento maior (RR 0,87; IC 95% 0,42 a 1,80; p = 0,705) e mortalidade por todas as causas (RR 1,05; IC 95% 0,79 a 1,39; p = 0,752). Em comparação com AVKs, a rivaroxabana reduziu significativamente AVC/EES (RR 0,35; IC 95% 0,16 a 0,91; p = 0,029) e EES (RR 0,39; IC 95% 0,16 a 0,95; p = 0,037).

Conclusões

Os AODs tiveram uma taxa semelhante de eventos tromboembólicos e hemorrágicos, bem como de resolução do trombo, em comparação com os AVKs no tratamento de TVE. A terapia com rivaroxabana teve uma redução significativa nos eventos tromboembólicos, em comparação com os AVKs.

  • Inibidores do Fator Xa
  • Trombose
  • Varfarina
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26/07/2024 DOI: 10.36660/abc.20230738 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Construção e Validação do Protocolo EmpoderACO Direcionado a Pacientes em Anticoagulação Oral com Varfarina

Hannah Cardoso Barbosa et al. Heloisa de Carvalho Torres João Antônio de Queiroz Oliveira Rebeca Priscila de Melo Santos … Josiane Moreira da Costa Leonardo Gonçalves Miranda Adriana Silvina Pagano Marcus Fernando da Silva Praxedes Maria Auxiliadora Parreiras Martins

Resumo

Fundamento

A varfarina é um anticoagulante oral útil para prevenção de tromboembolismo, embora seja considerado fármaco de alto risco de causar eventos adversos. Considerando os desafios práticos no controle da anticoagulação oral, os pacientes poderiam se beneficiar de estratégias educacionais que visem mudança de comportamento, participação ativa no autocuidado e adesão à farmacoterapia.

Objetivo

Construir e validar o protocolo EmpoderACO para mudança de comportamento em pacientes em uso de varfarina.

Métodos

As etapas metodológicas foram: definição de conceitos e domínios do autocuidado, identificação dos objetivos, construção e seleção dos itens, avaliação da validade de conteúdo e pré-teste na população alvo.

Resultados

Relevância, adequação, clareza e confiabilidade interna dos itens do instrumento foram avaliadas por comitê de juízes multiprofissional pela plataforma web E-surv, obtendo-se média de concordância ≥0,91. A compreensão do instrumento pela população-alvo teve clareza adequada com média de 0,96.

Conclusão

O EmpoderACO poderá contribuir para qualificar o processo de comunicação entre profissionais e pacientes, melhorar a adesão ao tratamento e os resultados clínicos, podendo ser replicado nos serviços de saúde.

  • Anticoagulante
  • Comportamentos Relacionados com a Saúde
  • Educação em Saúde
  • Varfarina
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abc.20220576 Visualizações 1
ABC
Editorial

O Uso Varfarina na Terapia de Anticoagulação Oral: Desafios e Estratégia EmpoderACO para a Promoção do Empoderamento do Paciente no Autocuidado

Carina Carvalho Silvestre et al. Sabrina Cerqueira-Santos

A varfarina é um anticoagulante oral amplamente utilizado para prevenção primária e secundária de tromboembolismo que pertence à classe dos antagonistas da vitamina K., No Brasil, a varfarina ainda é o principal anticoagulante oral distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Segundo o Instituto de Práticas Seguras no Uso de Medicamentos (ISMP – Brasil), a varfarina é classificada como um medicamento de alta vigilância ou potencialmente perigoso, uma vez que possui baixo índice terapêutico e seu uso requer atenção constante para que o medicamento atue na prevenção de eventos tromboembólicos sem aumentar o risco de hemorragias., Ademais, consta como um dos medicamentos que deve ser alvo de ações prioritárias para a prevenção de danos, de acordo com o Terceiro Desafio Global de Segurança do Paciente, da Organização Mundial de Saúde.

O manejo da terapia anticoagulante com a varfarina é um desafio para muitos pacientes. Requer procedimentos considerados complexos, como o doseamento regular da razão normalizada internacional (RNI), a interpretação dos resultados para ajuste de dose do medicamento pela equipe responsável bem como a compreensão adequada dos fatores que podem influenciar na sua efetividade e segurança, como reações adversas e interações com outros medicamentos e alimentos., Destarte, são necessárias estratégias que auxiliem no uso adequado e seguro do medicamento, além de contribuir na compreensão do seu processo de uso e consequente adesão ao tratamento.

[…]

  • Anticoagulantes
  • Comportamentos Relacionados com a Saúde
  • Educação em Saúde
  • Empoderamento para a Saúde
  • Varfarina
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30/06/2023 DOI: 10.36660/abc.20230335 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Qualidade da Anticoagulação Oral em Pacientes com Fibrilação Atrial em um Hospital Terciário no Brasil

Karina Nogueira Dias Secco Malagutte et al. Caroline Ferreira da Silva Mazeto Pupo da Silveira Fabrício Moreira Reis Daniele Andreza Antonelli Rossi … João Carlos Hueb Katashi Okoshi Hélio Rubens de Carvalho Nunes Luis Cuadrado Martin Rodrigo Bazan Silméia Garcia Zanati Bazan

Resumo

Fundamento

A fibrilação atrial (FA) afeta de 0,5% a 2,0% da população geral e geralmente está associada a doenças estruturais cardíacas, comprometimento hemodinâmico e complicações tromboembólicas. A anticoagulação oral previne eventos tromboembólicos e é monitorada pela razão normalizada internacional (RNI).

Objetivos

Avaliar a estabilidade do RNI em pacientes com FA não valvar tratados com anticoagulante varfarina, avaliar complicações tromboembólicas ou hemorrágicas e identificar o grupo com risco mais alto de eventos tromboembólicos ou hemorrágicos.

Métodos

Dados de prontuários médicos de 203 pacientes atendidos em um hospital terciário no Brasil foram analisados e o tempo de intervalo terapêutico (TTR) foi calculado usando-se o método Rosendaal. Em seguida possíveis fatores que influenciam o TTR foram analisados e a relação entre TTR e eventos tromboembólicos ou hemorrágicos foi calculada. O nível de significância foi 5%.

Resultados

O TTR médio foi 52,2%. Pacientes com instabilidade de RNI na fase de adaptação tinham um TTR médio mais baixo (46,8%) do que aqueles sem instabilidade (53,9%). Entre os pacientes estudados, 6,9% sofreram eventos hemorrágicos e 8,4% tiveram um acidente vascular cerebral. O grupo com risco mais alto de acidente vascular cerebral e sangramento era composto de pacientes com instabilidade de RNI na fase de adaptação.

Conclusões

A qualidade da anticoagulação nesse hospital terciário no Brasil é semelhante à de centros de países em desenvolvimento. Pacientes com instabilidade de RNI maior na fase de adaptação evoluíram para um TTR médio mais baixo durante o acompanhamento, tinham uma chance de acidente vascular cerebral 4,94 vezes maior e uma chance de sangramento 3,35 vezes maior. Portanto, para esse grupo de pacientes, individualizar a escolha de tratamento anticoagulante seria recomendado, considerando-se a relação custo-benefício.

  • Acidente Vascular Cerebral
  • Fibrilação Atrial
  • Hemorragia
  • Varfarina
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27/06/2022 DOI: 10.36660/abc.20210805 Visualizações 2
ABC
Artigo Original

Estratégias Econômicas e Sociais para Anticoagulação de Pacientes com Fibrilação Atrial

Andressa Zulmira Avila Guerrero et al. Enia Lucia Coutinho Marcos Bosi Ferraz Claudio Cirenza … Marcelo Cincotto Esteves dos Santos José Roberto Ferraro Angelo Amato Vincenzo de Paola

Resumo

Fundamento:

A fibrilação atrial é um problema de saúde pública associado com um risco cinco vezes maior de acidente vascular cerebral e mortalidade. A análise de custos é importante para a introdução de novas terapias, e deve ser reconsiderada em situações especiais, tais como a pandemia do coronavírus em 2020.

Objetivo:

Avaliar os custos (em um período de um ano) relacionados à terapia anticoagulante e a qualidade de vida de pacientes com fibrilação atrial tratados em um hospital público universitário.

Métodos:

Os custos do paciente foram aqueles relacionados à anticoagulação e calculados pela média de custos mensais da varfarina ou de anticoagulantes orais diretos (DOACs). As despesas não médicas, como alimentação e transporte, foram calculadas a partir de dados obtidos de questionários. O questionário brasileiro SF-6D foi usado para medir a qualidade de vida. Valores p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados:

A população do estudo consistiu em 90 pacientes, 45 em cada braço (varfarina vs. DOACs). Os custos foram 20% mais altos no grupo dos DOACs (US$55 532,62 vs. US$46 385,88), e principalmente relacionados ao preço dos medicamentos (US$23 497,16 vs. US$1903,27). Os custos hospitalares foram mais altos no grupo da varfarina (US$31 088,41 vs $24 604,74), e relacionados às visitas ao ambulatório. Ainda, as despesas não médicas foram duas vezes maiores no grupo varfarina ($13 394,20 vs $7 430,72). A equivalência de preço entre os dois medicamentos seria alcançada por uma redução de 39% no preço dos DOACs. Não foram observadas diferenças quanto à qualidade de vida.

Conclusões:

Os custos totais foram mais altos no grupo de pacientes tratados com DOACs que no grupo da varfarina. No entanto, uma redução de cerca de 40% no preço dos DOACs tornaria viável a incorporação desses medicamentos no sistema de saúde público brasileiro.

  • Anticoagulantes
  • Custos de Cuidados de Saúde
  • Fibrilação Atrial
  • Varfarina
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21/02/2022 DOI: 10.36660/abc.20200921
Figura 1
ABC
Ponto de Vista

Tendências de Busca na Internet e Tendências de Mortalidade Regional: O Caso de Anticoagulantes Orais e Acidente Vascular Cerebral

Roberto Muniz Ferreira et al. Ísis da Capela Pinheiro João Roquette Fleury da Rocha

Introdução

Vários estudos relataram que até 30% dos casos de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico estão associados com fibrilação atrial (FA), especialmente na população idosa. , Apesar de o risco de embolia variar conforme características clínicas e comorbidades, a terapia anticoagulante tem mostrado consistentemente uma redução nas taxas de AVC de aproximadamente 70%. No entanto, estudos prévios mostraram que as taxas de tratamento com varfarina eram baixas, mesmo em pacientes com risco elevado para eventos. Apesar da evidência de várias publicações mostrando a eficácia e a segurança dos antagonistas da vitamina K, sua complexa farmacocinética e a necessidade de monitoramento contínuo e ajustes frequentes da dosagem foram as principais justificativas para baixa adesão.

Durante os últimos 10 anos, quatro Anticoagulantes Orais Diretos (AODs) tornaram-se disponíveis para prevenir eventos embólicos em pacientes com FA não valvular: dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e edoxabana. Em agosto de 2011, a dabigatrana foi o primeiro AOD aprovado no Brasil para prevenção de AVC, seguido da rivaroxabana quatro meses depois. Dois anos depois, a apixabana também foi introduzida no mercado brasileiro e somente em fevereiro de 2018 a edoxabana se tornou disponível. Compara à varfarina, muitos ensaios sugeriram que os AODs não são inferiores na prevenção de AVCs isquêmicos e possivelmente superiores na redução da mortalidade, talvez devido à menor ocorrência de hemorragias intracranianas. Além de não necessitar monitoramento laboratorial, os AODs têm uma farmacocinética mais previsível e uma incidência mais baixa de interações medicamentosas. Estudos recentes demonstraram um aumento na taxa de prescrições de anticoagulantes entre os médicos desde que os AODs se tornaram disponíveis na prática clínica.

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral/prevenção e controle
  • Anticoagulantes / uso terapêutico
  • Dabigatrana
  • Disponibilidade de Medicamentos via Internet/tendências
  • Isquemia Miocárdica/prevenção e controle
  • Mortalidade/tendências
  • Rivaroxabana
  • Varfarina
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29/05/2020 DOI: 10.36660/abc.20190768
Figura 1
ABC
Artigo Original

Avaliação da Intensidade de Sangramento de Procedimentos Odontológicos em Pacientes Anticoagulados com Varfarina ou Dabigatrana

Marcus Vinicius Santos Andrade et al. Luciana Azevedo Prata Andrade Alan Freitas Bispo Luana de Alencar Freitas … Milena Quadros Sampaio Andrade Gilson Soares Feitosa Gilson Soares Feitosa-Filho

Resumo

Fundamento:

Distúrbios trombóticos permanecem como uma das principais causas de morte no mundo ocidental. A dabigatrana surgiu como alternativa à varfarina para a anticoagulação no tratamento da fibrilação atrial (FA). O risco associado a eventos hemorrágicos com a sua utilização foi documentado em vários ensaios clínicos randomizados, mas nenhum grande estudo analisou detalhadamente o risco de hemorragia durante a extração dentária e em outros procedimentos odontológicos que envolvam sangramentos.

Objetivo:

Em indivíduos submetidos a procedimentos odontológicos, avaliar a intensidade de sangramento com o uso de dabigatrana em comparação ao uso de anticoagulante oral antagonista da vitamina K (varfarina).

Métodos:

Estudo prospectivo, controlado, unicêntrico, observador único. Pacientes com diagnóstico de FA não valvar atendidos em um centro de referência em cardiologia e com indicação de anticoagulação que necessitavam de tratamento odontológico para exodontia única ou múltipla, estando em uso de varfarina ou dabigatrana e avaliados até sete dias pós-exodontia. Foram avaliados os efeitos sobre: tempo de sangramento entre o início e o fim da sutura e hemostasia completa; sangramento antes do procedimento, após 24 e 48 horas, 7 dias, durante e após a remoção da sutura (tardio), sendo considerado como estatisticamente significativo valor de p < 0,05.

Resultados:

Foram avaliados 37 indivíduos, sendo 25 no grupo varfarina e 12 no dabigatrana. Idade, sexo, peso, altura, pressão arterial, cor, escolaridade, renda familiar e comorbidades foram semelhantes nos dois grupos. Em relação ao sangramento 24 horas após o procedimento, ninguém do grupo dabigatrana apresentou sangramento, que esteve presente em 32% do grupo varfarina (p = 0,028). Não houve diferenças entre os grupos em relação às outras variáveis analisadas.

Conclusões:

Os dados deste estudo permitem sugerir que, em indivíduos submetidos a procedimento odontológico de exodontia, não há diferença estatisticamente significante na intensidade de sangramento em uso de dabigatrana em comparação ao uso de varfarina. Há uma menor frequência de sangramento 24 horas após o procedimento nos indivíduos em uso de dabigatrana.

  • Anticoagulantes
  • Dabigatrana
  • Hemorragia/complicações
  • Procedimentos Cirúrgicos Bucais
  • Tempo de Sangramento
  • Varfarina
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06/08/2018 DOI: 10.5935/abc.20180137 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Uso do Escore SAMe-TT2R2 em Ambulatório de Anticoagulação para Predição de Tempo na Faixa Terapêutica e de Eventos Adversos

Fernando Pivatto Júnior et al. Rafael Selbach Scheffel Lucas Ries Ricardo Roitman Wolkind … Roberta Marobin Sabrina Sigal Barkan Luís Carlos Amon Andréia Biolo

Resumo

Fundamento:

O escore SAMe-TT2R2 foi desenvolvido visando predizer quais pacientes em anticoagulação oral com antagonistas da vitamina K (AVKs) atingirão um tempo na faixa terapêutica (TFT) adequado (> 65%-70%) no seguimento. Estudos também o relacionaram com a ocorrência de eventos adversos.

Objetivos:

Descrever o TFT de acordo com o escore, além de relacionar a pontuação obtida com a ocorrência de eventos adversos adversos em pacientes com fibrilação atrial (FA) não valvar em anticoagulação oral com AVKs.

Métodos:

Estudo de coorte retrospectivo incluindo pacientes com FA não valvar em acompanhamento em ambulatório de anticoagulação de um hospital terciário. Foi realizada uma avaliação retrospectiva de consultas ambulatoriais, visitas a emergência e internações hospitalares na instituição no período de janeiro-dezembro/2014. O TFT foi calculado aplicando-se o método de Rosendaal.

Resultados:

Foram analisados 263 pacientes com TFT mediano de 62,5%. O grupo de baixo risco (0-1 ponto) obteve um TFT mediano maior em comparação com o grupo de alto risco (≥ 2 pontos): 69,2% vs. 56,3%, p = 0,002. Da mesma forma, o percentual de pacientes com TFT ≥ 60%, 65% ou 70% foi superior nos pacientes de baixo risco (p < 0,001, p = 0,001 e p = 0,003, respectivamente). Os pacientes de alto risco tiveram um percentual maior de eventos adversos (11,2% vs. 7,2%), embora não significativo (p = 0,369).

Conclusões:

O escore SAMe-TT2R2 foi uma ferramenta eficaz na predição do TFT em pacientes com FA em uso de AVKs para anticoagulação, porém não se associou à ocorrência de eventos adversos.

  • Anticoagulantes / efeitos adversos
  • Femprocumona
  • Fibrilação Atrial
  • Técnicas de Apoio para a Decisão
  • Varfarina
  • Vitamina K
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01/04/2017 DOI: 10.5935/abc.20170052 Visualizações 1
Segurança da ablação de fibrilação atrial com RNI terapêutico: comparação com a transição com heparina de baixo peso
ABC
Artigo Original

Segurança da ablação de fibrilação atrial com RNI terapêutico: comparação com a transição com heparina de baixo peso

Eduardo B. Saad et al. Ieda P. Costa Rodrigo E. da Costa Luiz Antônio O. Inácio Jr … Charles Slater Angelina Camiletti Dario G. de Moura Neto Paulo Maldonado Luiz Eduardo Camanho Carisi A. Polanczyk

FUNDAMENTO: O manejo ideal da anticoagulação oral (ACO) no período pré- e pós-ablação de fibrilação atrial (FA) ainda é motivo de controvérsia. OBJETIVO: Comparar duas estratégias de anticoagulação: suspensão da warfarina com a utilização de heparina de baixo peso molecular (HBPM) e a realização da ablação sem a suspensão da warfarina, mantendo o RNI terapêutico (entre 2,0 e 3,0). MÉTODOS: 140 pacientes (pt) portadores de FA persistente/ permanente submetidos à ablação por cateter de FA foram divididos em dois grupos: no grupo I (70 pt), a warfarina foi suspensa cinco dias antes do procedimento e utilizada terapia de transição com HBPM (enoxaparina 1 mg/kg 2x/dia pré-ablação e 0,5 mg/kg 2x/dia após o procedimento); no grupo II (70 pt), a warfarina não foi suspensa e o procedimento foi realizado com RNI terapêutico. Ambos os grupos receberam heparina intravenosa (TCA > 350 seg) durante o procedimento. RESULTADOS: No Grupo I, observou-se complicação hemorrágica maior (1,4%) e 4 pt (5,7%) com complicações hemorrágicas menores. No Grupo II, 2 pt (2,8%) apresentaram complicações hemorrágicas menores e 1 pt apresentou sangramento maior; porém, este ocorreu após uso de HBPM por RNI < 2,0. Não houve complicação tromboembólica ou morte cardiovascular nos dois grupos após 16 ± 8 meses. CONCLUSÃO: A realização de ablação por cateter de FA sem a suspensão de ACO e RNI terapêutico é uma estratégia semelhante em segurança e eficácia quando comparada à tradicional transição com HBPM, evitando um período inicial pós-ablação de anticoagulação potencialmente inadequada.

  • Ablação por Cateter
  • Fibrilação Atrial
  • heparina de baixo peso molecular
  • resultado de tratamento
  • suspensão de tratamento
  • Varfarina
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19/08/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000088 Visualizações 3
Varfarina ou Aspirina na prevenção de fenômenos embólicos na valvopatia mitral com fibrilação atrial
ABC
Artigo Original

Varfarina ou Aspirina na prevenção de fenômenos embólicos na valvopatia mitral com fibrilação atrial

Paulo de Lara Lavitola et al. Roney Orismar Sampaio Walter Amorim de Oliveira Berta Napchan Bôer … Flavio Tarasoutchi Guilherme Sobreira Spina Max Grinberg

FUNDAMENTO: A fibrilação atrial (FA) associada à doença valvar mitral reumatismal (DVMR) aumenta a incidência de tromboembolismo (TE), sendo a Varfarina a medicação padrão, apesar das dificuldades na adesão e no controle terapêutico. OBJETIVO: Comparar a eficácia da Aspirina contra a Varfarina na prevenção do TE em pacientes com FA e DVMR. MÉTODOS: Acompanhamos 229 pacientes (pts), portadores de FA e DVMR, em estudo prospectivo e randomizado. 110 pts receberam Aspirina 200 mg/dia, compondo o Grupo A (GA), e 119, a Varfarina, em doses ajustáveis individualmente, compondo o Grupo V (GV). RESULTADOS: Ocorreram 15 eventos embólicos no GA e 24 no GV (p = 0,187), dos quais 21 com o INR menor que 2,0. Assim, excluindo os pacientes com INR inadequado, houve maior número de eventos embólicos no GA (15 vs 3) (p < 0,0061). Houve menor adesão ao tratamento no GV (p = 0,001). Não houve sangramentos maiores em ambos os grupos. Pequenos sangramentos foram mais frequentes no GV (p < 0,01). O nível sérico de colesterol e triglicérides aumentados constituiu fator de risco para maior número de eventos tromboembólicos na população estudada, não havendo diferença entre os grupos. CONCLUSÃO: Na DVMR com FA há menos de um ano e sem embolia prévia, a Aspirina é uma opção pouco eficaz na prevenção do TE. Nos portadores de valvopatia mitral com menor risco (insuficiência mitral e prótese biológica mitral), sobretudo se houver contraindicação ou baixa aderência à Varfarina, a Aspirina pode ter algum benefício na prevenção do TE.

  • Fibrilação Atrial
  • Tromboembolia
  • Valva Mitral
  • Varfarina
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22/10/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000140 Visualizações 2
Varfarina e femprocumona: experiência de um ambulatório de anticoagulação
ABC
Artigo Original

Varfarina e femprocumona: experiência de um ambulatório de anticoagulação

Tiago Luiz Luz Leiria et al. Lucia Pellanda Marcelo Haertel Miglioranza Roberto Tofani Sant'Anna … Lucas S. Becker Eros Magalhães Gustavo Glotz de Lima

FUNDAMENTO: Os anticoagulantes orais são amplamente utilizados na cardiologia. Contudo, uma avaliação sobre o seu uso na prática clínica ainda é necessária. OBJETIVOS: Descrever as diferenças na manutenção do controle da anticoagulação, bem como a incidência de eventos hemorrágicos e tromboembólicos entre os usuários de varfarina e femprocumona. MÉTODOS: Estudo de coorte não concorrente de 127 pacientes em uso de anticoagulação oral. RESULTADOS: A femprocumona foi o anticoagulante mais utilizado em 60% dos pacientes. A prevalência de INR<2 na última consulta era maior entre os usuários de varfarina (46% vs. 19,5%; p<0,001). Durante o seguimento, os usuários da femprocumona estiveram dentro dos níveis terapêuticos em 60,7% do período em comparação com 45,6% dos usuários da Varfarina (OR:1,84;CI95%:1,59-2,13;p<0,001). A incidência de sangramentos foi de 5,3/100 pacientes/ano no grupo da femprocumona contra 18,8/100 pacientes/anos no grupo varfarina (RR:3,5;CI95%:1,87-6,48;p<0,001). CONCLUSÃO: Pacientes que faziam uso da varfarina permaneceram em níveis subterapêuticos por um maior período, contudo também apresentaram mais eventos hemorrágicos. Usuários da femprocumona eram mais jovens e estavam utilizando a anticoagulação oral por um período maior, tendo apresentado menos efeitos adversos dessas medicações.

  • Anticoagulantes
  • Femprocumona
  • Hemorragia
  • Varfarina
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100008
Hematoma de músculo iliopsoas na vigência de tratamento com varfarina
ABC
Relato de Caso

Hematoma de músculo iliopsoas na vigência de tratamento com varfarina

Gabriel Zago et al. Marcelo Campos Appel-da-Silva Luiz Claudio Danzmann

A varfarina é droga amplamente utilizada na prevenção de fenômenos tromboembólicos e o conhecimento de seus efeitos adversos faz-se necessário para o acompanhamento dos pacientes. Embora o desenvolvimento de discrasias sanguíneas seja complicação potencial nesses pacientes, a ocorrência de sangramento retroperitoneal é rara. Este artigo discute o caso de um paciente que evoluiu com hematoma do músculo iliopsoas durante tratamento com a referida droga, pós-implante de prótese aórtica metálica, com quadro clínico envolvendo importantes diagnósticos diferenciais.

  • coagulação sanguínea
  • espaço retroperitoneal
  • Hematoma
  • músculos psoas
  • Varfarina
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22/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010000100023 Visualizações 1
Comparação entre os resultados do índice de normalização internacional medidos em dispositivo portátil (Hemochron Jr.) e por metodologia convencional
ABC
Artigo Original

Comparação entre os resultados do índice de normalização internacional medidos em dispositivo portátil (Hemochron Jr.) e por metodologia convencional

Luciana Pereira Almeida De Piano et al. Célia Maria Cássaro Strunz Antonio de Pádua Mansur Roberto Abi Rached

OBJETIVO: Comparar os resultados do Índice de Normalização Internacional (INR) obtidos pelo teste rápido com os do método convencional nos pacientes em terapia de anticoagulação oral com varfarina sódica. MÉTODOS: Para 383 pacientes tratados com varfarina (idade média: 56,5 anos; 207 mulheres), o INR foi determinado em sangue capilar pelo equipamento Hemochron Jr. e comparado com os resultados de amostras de plasma venoso analisadas pelo teste convencional realizado em equipamento Coag-A-Mate. Foram avaliados os resultados do desempenho global das amostras e dos seguintes subgrupos: INR 3,5. RESULTADOS: A comparação entre os valores de INR dos dois métodos resultou em um coeficiente de correlação (r) de 0,86. Entretanto, a análise das diferenças médias entre os resultados dos dois testes, considerando os três subgrupos, apresentou diferenças estatisticamente significativas (p < 0,001): 0,14 ± 0,21 (INR < 2,0); 0,54 ± 0,31 (2,0 < INR 3,5). O cálculo do teste t-pareado de Student resultou em um p < 0,001 para os três subgrupos analisados. CONCLUSÃO: A adoção do teste rápido para monitoramento da anticoagulação oral apresenta restrições. Esse método subestimou a intensidade da anticoagulação nos três subgrupos estudados.

  • testes de coagulação sangüínea
  • Varfarina
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07/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2007000100005

Como citar este artigo

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Ferreira LB, Carmo AAL. Anticoagulação Oral com AVKs: Qualidade Acima de Tudo!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(2):e20240795.

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Ferreira, Letícia Braga; Carmo, André Assis Lopes do. Anticoagulação Oral com AVKs: Qualidade Acima de Tudo!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 2, e20240795, mar. 2025.

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Ferreira, L. B., & Carmo, A. A. L. (2025). Anticoagulação Oral com AVKs: Qualidade Acima de Tudo!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(2), e20240795.

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Ferreira, Letícia Braga and Carmo, André Assis Lopes do. Anticoagulação Oral com AVKs: Qualidade Acima de Tudo!. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240795. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anticoagulacao-oral-com-avks-qualidade-acima-de-tudo/>. ISSN 0066-782X

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Liporace IL, Oliveira GBF, Alves LBO, Galassi NM, Jeronimo AD, Lopes FM, Lip GYH, et al. Incidência e Preditores de Desfechos Clínicos em Pacientes com Fibrilação Atrial Valvar e Não Valvar em uso de Antagonistas da Vitamina K. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(2):e20240147.

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Liporace, Idelzuita Leandro; Oliveira, Gustavo Bernardes F.; Alves, Lucas Bassolli de Oliveira; Galassi, Nadia Marchiori; Jeronimo, Andreia Dias; Lopes, Fernanda Maria; Lip, Gregory Y. H.; Avezum, Álvaro. Incidência e Preditores de Desfechos Clínicos em Pacientes com Fibrilação Atrial Valvar e Não Valvar em uso de Antagonistas da Vitamina K. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 2, e20240147, fev. 2025.

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Liporace, I. L., Oliveira, G. B. F., Alves, L. B. O., Galassi, N. M., Jeronimo, A. D., Lopes, F. M., Lip, G. Y. H., & Avezum, (2025). Incidência e Preditores de Desfechos Clínicos em Pacientes com Fibrilação Atrial Valvar e Não Valvar em uso de Antagonistas da Vitamina K. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(2), e20240147.

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Liporace, Idelzuita Leandro and Oliveira, Gustavo Bernardes F. and Alves, Lucas Bassolli de Oliveira and Galassi, Nadia Marchiori and Jeronimo, Andreia Dias and Lopes, Fernanda Maria and Lip, Gregory Y. H. and Avezum, Álvaro. Incidência e Preditores de Desfechos Clínicos em Pacientes com Fibrilação Atrial Valvar e Não Valvar em uso de Antagonistas da Vitamina K. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 2, [citado 2026-10-14], e20240147. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/incidencia-e-preditores-de-desfechos-clinicos-em-pacientes-com-fibrilacao-atrial-valvar-e-nao-valvar-em-uso-de-antagonistas-da-vitamina-k/>. ISSN 0066-782X

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Pasqualotto E, Gewehr DM, Ferreira ROM, Chavez MP, Silva CH, Cruz SA, Limachi-Choque J, et al. Anticoagulantes Orais Diretos versus Antagonistas da Vitamina K para Trombo Ventricular Esquerdo: Uma Metanálise com Análise Sequencial de Ensaios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(7):e20230738.

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Pasqualotto, Eric; Gewehr, Douglas Mesadri; Ferreira, Rafael Oliva Morgado; Chavez, Matheus Pedrotti; Silva, Caroliny Hellen; Cruz, Sara Almeida; Limachi-Choque, Jhonny; Park, Amanda; Coutinho, Mário Sérgio Soares de Azeredo; Kubrusly, Luiz Fernando. Anticoagulantes Orais Diretos versus Antagonistas da Vitamina K para Trombo Ventricular Esquerdo: Uma Metanálise com Análise Sequencial de Ensaios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 7, e20230738, jul. 2024.

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Pasqualotto, E., Gewehr, D. M., Ferreira, R. O. M., Chavez, M. P., Silva, C. H., Cruz, S. A., Limachi-Choque, J., Park, A., Coutinho, M. S. S. A., & Kubrusly, L. F. (2024). Anticoagulantes Orais Diretos versus Antagonistas da Vitamina K para Trombo Ventricular Esquerdo: Uma Metanálise com Análise Sequencial de Ensaios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(7), e20230738.

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Pasqualotto, Eric and Gewehr, Douglas Mesadri and Ferreira, Rafael Oliva Morgado and Chavez, Matheus Pedrotti and Silva, Caroliny Hellen and Cruz, Sara Almeida and Limachi-Choque, Jhonny and Park, Amanda and Coutinho, Mário Sérgio Soares de Azeredo and Kubrusly, Luiz Fernando. Anticoagulantes Orais Diretos versus Antagonistas da Vitamina K para Trombo Ventricular Esquerdo: Uma Metanálise com Análise Sequencial de Ensaios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 7, [citado 2026-10-14], e20230738. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/anticoagulantes-orais-diretos-versus-antagonistas-da-vitamina-k-para-trombo-ventricular-esquerdo-uma-metanalise-com-analise-sequencial-de-ensaios/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa HC, Torres HC, Oliveira JAQ, Santos RPM, Costa JM, Miranda LG, Pagano AS, et al. Construção e Validação do Protocolo EmpoderACO Direcionado a Pacientes em Anticoagulação Oral com Varfarina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(6):e20220576.

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Barbosa, Hannah Cardoso; Torres, Heloisa de Carvalho; Oliveira, João Antônio de Queiroz; Santos, Rebeca Priscila de Melo; Costa, Josiane Moreira da; Miranda, Leonardo Gonçalves; Pagano, Adriana Silvina; Praxedes, Marcus Fernando da Silva; Martins, Maria Auxiliadora Parreiras. Construção e Validação do Protocolo EmpoderACO Direcionado a Pacientes em Anticoagulação Oral com Varfarina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 6, e20220576, jun. 2023.

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Barbosa, H. C., Torres, H. C., Oliveira, J. A. Q., Santos, R. P. M., Costa, J. M. , Miranda, L. G., Pagano, A. S., Praxedes, M. F. S., & Martins, M. A. P. (2023). Construção e Validação do Protocolo EmpoderACO Direcionado a Pacientes em Anticoagulação Oral com Varfarina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(6), e20220576.

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Barbosa, Hannah Cardoso and Torres, Heloisa de Carvalho and Oliveira, João Antônio de Queiroz and Santos, Rebeca Priscila de Melo and Costa, Josiane Moreira da and Miranda, Leonardo Gonçalves and Pagano, Adriana Silvina and Praxedes, Marcus Fernando da Silva and Martins, Maria Auxiliadora Parreiras. Construção e Validação do Protocolo EmpoderACO Direcionado a Pacientes em Anticoagulação Oral com Varfarina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 6, [citado 2026-10-14], e20220576. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/construcao-e-validacao-do-protocolo-empoderaco-direcionado-a-pacientes-em-anticoagulacao-oral-com-varfarina/>. ISSN 0066-782X

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Silvestre CC, Cerqueira-Santos S. O Uso Varfarina na Terapia de Anticoagulação Oral: Desafios e Estratégia EmpoderACO para a Promoção do Empoderamento do Paciente no Autocuidado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(6):e20230335.

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Silvestre, Carina Carvalho; Cerqueira-Santos, Sabrina. O Uso Varfarina na Terapia de Anticoagulação Oral: Desafios e Estratégia EmpoderACO para a Promoção do Empoderamento do Paciente no Autocuidado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 6, e20230335, jun. 2023.

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Silvestre, C. C., & Cerqueira-Santos, S. (2023). O Uso Varfarina na Terapia de Anticoagulação Oral: Desafios e Estratégia EmpoderACO para a Promoção do Empoderamento do Paciente no Autocuidado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(6), e20230335.

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Silvestre, Carina Carvalho and Cerqueira-Santos, Sabrina. O Uso Varfarina na Terapia de Anticoagulação Oral: Desafios e Estratégia EmpoderACO para a Promoção do Empoderamento do Paciente no Autocuidado. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 6, [citado 2026-10-14], e20230335. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-varfarina-na-terapia-de-anticoagulacao-oral-desafios-e-estrategia-empoderaco-para-a-promocao-do-empoderamento-do-paciente-no-autocuidado/>. ISSN 0066-782X

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Malagutte KNDS, Silveira CFSMP, Reis FM, Rossi DAA, Hueb JC, Okoshi K, Nunes HRC, et al. Qualidade da Anticoagulação Oral em Pacientes com Fibrilação Atrial em um Hospital Terciário no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(3):363-9.

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Malagutte, Karina Nogueira Dias Secco; Silveira, Caroline Ferreira da Silva Mazeto Pupo da; Reis, Fabrício Moreira; Rossi, Daniele Andreza Antonelli; Hueb, João Carlos; Okoshi, Katashi; Nunes, Hélio Rubens de Carvalho; Martin, Luis Cuadrado; Bazan, Rodrigo; Bazan, Silméia Garcia Zanati. Qualidade da Anticoagulação Oral em Pacientes com Fibrilação Atrial em um Hospital Terciário no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 3, p. 363-369, jun. 2022.

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Malagutte, K. N. D. S., Silveira, C. F. S. M. P. , Reis, F. M., Rossi, D. A. A., Hueb, J. C., Okoshi, K., Nunes, H. R. C., Martin, L. C., Bazan, R., & Bazan, S. G. Z. (2022). Qualidade da Anticoagulação Oral em Pacientes com Fibrilação Atrial em um Hospital Terciário no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(3), 363-369.

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Malagutte, Karina Nogueira Dias Secco and Silveira, Caroline Ferreira da Silva Mazeto Pupo da and Reis, Fabrício Moreira and Rossi, Daniele Andreza Antonelli and Hueb, João Carlos and Okoshi, Katashi and Nunes, Hélio Rubens de Carvalho and Martin, Luis Cuadrado and Bazan, Rodrigo and Bazan, Silméia Garcia Zanati. Qualidade da Anticoagulação Oral em Pacientes com Fibrilação Atrial em um Hospital Terciário no Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 363-369. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/qualidade-da-anticoagulacao-oral-em-pacientes-com-fibrilacao-atrial-em-um-hospital-terciario-no-brasil/>. ISSN 0066-782X

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Guerrero AZA, Coutinho EL, Ferraz MB, Cirenza C, Santos MCE, Ferraro JR, Paola AAV, et al. Estratégias Econômicas e Sociais para Anticoagulação de Pacientes com Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(1):88-94.

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Guerrero, Andressa Zulmira Avila; Coutinho, Enia Lucia; Ferraz, Marcos Bosi; Cirenza, Claudio; Santos, Marcelo Cincotto Esteves dos; Ferraro, José Roberto; Paola, Angelo Amato Vincenzo de. Estratégias Econômicas e Sociais para Anticoagulação de Pacientes com Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 1, p. 88-94, fev. 2022.

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Guerrero, A. Z. A., Coutinho, E. L., Ferraz, M. B., Cirenza, C., Santos, M. C. E. , Ferraro, J. R., & Paola, A. A. V. (2022). Estratégias Econômicas e Sociais para Anticoagulação de Pacientes com Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(1), 88-94.

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Guerrero, Andressa Zulmira Avila and Coutinho, Enia Lucia and Ferraz, Marcos Bosi and Cirenza, Claudio and Santos, Marcelo Cincotto Esteves dos and Ferraro, José Roberto and Paola, Angelo Amato Vincenzo de. Estratégias Econômicas e Sociais para Anticoagulação de Pacientes com Fibrilação Atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 88-94. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/estrategias-economicas-e-sociais-para-anticoagulacao-de-pacientes-com-fibrilacao-atrial/>. ISSN 0066-782X

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Ferreira RM, Pinheiro C, Rocha JRF. Tendências de Busca na Internet e Tendências de Mortalidade Regional: O Caso de Anticoagulantes Orais e Acidente Vascular Cerebral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(4):726-9.

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Ferreira, Roberto Muniz; Pinheiro, Ísis da Capela; Rocha, João Roquette Fleury da. Tendências de Busca na Internet e Tendências de Mortalidade Regional: O Caso de Anticoagulantes Orais e Acidente Vascular Cerebral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 4, p. 726-729, maio. 2020.

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Ferreira, R. M., Pinheiro, C., & Rocha, J. R. F. (2020). Tendências de Busca na Internet e Tendências de Mortalidade Regional: O Caso de Anticoagulantes Orais e Acidente Vascular Cerebral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(4), 726-729.

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Ferreira, Roberto Muniz and Pinheiro, Ísis da Capela and Rocha, João Roquette Fleury da. Tendências de Busca na Internet e Tendências de Mortalidade Regional: O Caso de Anticoagulantes Orais e Acidente Vascular Cerebral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 726-729. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tendencias-de-busca-na-internet-e-tendencias-de-mortalidade-regional-o-caso-de-anticoagulantes-orais-e-acidente-vascular-cerebral/>. ISSN 0066-782X

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Andrade MVS, Andrade LAP, Bispo AF, Freitas LA, Andrade MQS, Feitosa GS, Feitosa-Filho GS, et al. Avaliação da Intensidade de Sangramento de Procedimentos Odontológicos em Pacientes Anticoagulados com Varfarina ou Dabigatrana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(3):394-9.

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Andrade, Marcus Vinicius Santos; Andrade, Luciana Azevedo Prata; Bispo, Alan Freitas; Freitas, Luana de Alencar; Andrade, Milena Quadros Sampaio; Feitosa, Gilson Soares; Feitosa-Filho, Gilson Soares. Avaliação da Intensidade de Sangramento de Procedimentos Odontológicos em Pacientes Anticoagulados com Varfarina ou Dabigatrana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 3, p. 394-399, ago. 2018.

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Andrade, M. V. S., Andrade, L. A. P., Bispo, A. F., Freitas, L. A., Andrade, M. Q. S., Feitosa, G. S., & Feitosa-Filho, G. S. (2018). Avaliação da Intensidade de Sangramento de Procedimentos Odontológicos em Pacientes Anticoagulados com Varfarina ou Dabigatrana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(3), 394-399.

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Andrade, Marcus Vinicius Santos and Andrade, Luciana Azevedo Prata and Bispo, Alan Freitas and Freitas, Luana de Alencar and Andrade, Milena Quadros Sampaio and Feitosa, Gilson Soares and Feitosa-Filho, Gilson Soares. Avaliação da Intensidade de Sangramento de Procedimentos Odontológicos em Pacientes Anticoagulados com Varfarina ou Dabigatrana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 394-399. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-da-intensidade-de-sangramento-de-procedimentos-odontologicos-em-pacientes-anticoagulados-com-varfarina-ou-dabigatrana/>. ISSN 0066-782X

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Pivatto Júnior F, Scheffel RS, Ries L, Wolkind RR, Marobin R, Barkan SS, Amon LC, et al. Uso do Escore SAMe-TT2R2 em Ambulatório de Anticoagulação para Predição de Tempo na Faixa Terapêutica e de Eventos Adversos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(4):290-6.

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Pivatto Júnior, Fernando; Scheffel, Rafael Selbach; Ries, Lucas; Wolkind, Ricardo Roitman; Marobin, Roberta; Barkan, Sabrina Sigal; Amon, Luís Carlos; Biolo, Andréia. Uso do Escore SAMe-TT2R2 em Ambulatório de Anticoagulação para Predição de Tempo na Faixa Terapêutica e de Eventos Adversos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 4, p. 290-296, mar. 2017.

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Pivatto Júnior, F., Scheffel, R. S., Ries, L., Wolkind, R. R., Marobin, R., Barkan, S. S., Amon, L. C., & Biolo, A. (2017). Uso do Escore SAMe-TT2R2 em Ambulatório de Anticoagulação para Predição de Tempo na Faixa Terapêutica e de Eventos Adversos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(4), 290-296.

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Pivatto Júnior, Fernando and Scheffel, Rafael Selbach and Ries, Lucas and Wolkind, Ricardo Roitman and Marobin, Roberta and Barkan, Sabrina Sigal and Amon, Luís Carlos and Biolo, Andréia. Uso do Escore SAMe-TT2R2 em Ambulatório de Anticoagulação para Predição de Tempo na Faixa Terapêutica e de Eventos Adversos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 290-296. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-do-escore-same-tt2r2-em-ambulatorio-de-anticoagulacao-para-predicao-de-tempo-na-faixa-terapeutica-e-de-eventos-adversos/>. ISSN 0066-782X

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Saad EB, Costa IP, Costa RE, Inácio Jr LAO, Slater C, Camiletti A, Moura Neto DG, et al. Segurança da ablação de fibrilação atrial com RNI terapêutico: comparação com a transição com heparina de baixo peso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;97(4):289-96.

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Saad, Eduardo B.; Costa, Ieda P.; Costa, Rodrigo E. da; Inácio Jr, Luiz Antônio O.; Slater, Charles; Camiletti, Angelina; Moura Neto, Dario G. de; Maldonado, Paulo; Camanho, Luiz Eduardo; Polanczyk, Carisi A.. Segurança da ablação de fibrilação atrial com RNI terapêutico: comparação com a transição com heparina de baixo peso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 97, n. 4, p. 289-296, ago. 2011.

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Saad, E. B., Costa, I. P., Costa, R. E. , Inácio Jr, L. A. O., Slater, C., Camiletti, A., Moura Neto, D. G. , Maldonado, P., Camanho, L. E., & Polanczyk, C. A. (2011). Segurança da ablação de fibrilação atrial com RNI terapêutico: comparação com a transição com heparina de baixo peso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 97(4), 289-296.

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Saad, Eduardo B. and Costa, Ieda P. and Costa, Rodrigo E. da and Inácio Jr, Luiz Antônio O. and Slater, Charles and Camiletti, Angelina and Moura Neto, Dario G. de and Maldonado, Paulo and Camanho, Luiz Eduardo and Polanczyk, Carisi A.. Segurança da ablação de fibrilação atrial com RNI terapêutico: comparação com a transição com heparina de baixo peso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 97, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 289-296. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-da-ablacao-de-fibrilacao-atrial-com-rni-terapeutico-comparacao-com-a-transicao-com-heparina-de-baixo-peso/>. ISSN 0066-782X

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Lavitola, Paulo de Lara; Sampaio, Roney Orismar; Oliveira, Walter Amorim de; Bôer, Berta Napchan; Tarasoutchi, Flavio; Spina, Guilherme Sobreira; Grinberg, Max. Varfarina ou Aspirina na prevenção de fenômenos embólicos na valvopatia mitral com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 749-755, out. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Lavitola, P. L., Sampaio, R. O., Oliveira, W. A. , Bôer, B. N., Tarasoutchi, F., Spina, G. S., & Grinberg, M. (2010). Varfarina ou Aspirina na prevenção de fenômenos embólicos na valvopatia mitral com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 749-755.

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Lavitola, Paulo de Lara and Sampaio, Roney Orismar and Oliveira, Walter Amorim de and Bôer, Berta Napchan and Tarasoutchi, Flavio and Spina, Guilherme Sobreira and Grinberg, Max. Varfarina ou Aspirina na prevenção de fenômenos embólicos na valvopatia mitral com fibrilação atrial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 749-755. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/varfarina-ou-aspirina-na-prevencao-de-fenomenos-embolicos-na-valvopatia-mitral-com-fibrilacao-atrial/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

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Formato de Documento Eletrônico (APA)

Leiria, T. L. L., Pellanda, L., Miglioranza, M. H., Sant’Anna, R. T., Becker, L. S., Magalhães, E., & Lima, G. G. (2010). Varfarina e femprocumona: experiência de um ambulatório de anticoagulação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 94(1), 41-45.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Leiria, Tiago Luiz Luz and Pellanda, Lucia and Miglioranza, Marcelo Haertel and Sant’Anna, Roberto Tofani and Becker, Lucas S. and Magalhães, Eros and Lima, Gustavo Glotz de. Varfarina e femprocumona: experiência de um ambulatório de anticoagulação. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 94, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 41-45. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/varfarina-e-femprocumona-experiencia-de-um-ambulatorio-de-anticoagulacao/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

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Piano, L. P. A. D., Strunz, C. M. C., Mansur, A. P., & Rached, R. A. (2007). Comparação entre os resultados do índice de normalização internacional medidos em dispositivo portátil (Hemochron Jr.) e por metodologia convencional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 88(1), 31-34.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Piano, Luciana Pereira Almeida De and Strunz, Célia Maria Cássaro and Mansur, Antonio de Pádua and Rached, Roberto Abi. Comparação entre os resultados do índice de normalização internacional medidos em dispositivo portátil (Hemochron Jr.) e por metodologia convencional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 88, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 31-34. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-entre-os-resultados-do-indice-de-normalizacao-internacional-medidos-em-dispositivo-portatil-hemochron-jr-e-por-metodologia-convencional/>. ISSN 0066-782X

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