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  2. Palavra-chave: cardiopatia chagásica
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ABC
Artigo Original

A Curva Volume-Tempo Obtida pela Ecocardiografia Tridimensional na Cardiomiopatia Chagásica: Análise do Mecanismo das Adaptações Hemodinâmicas

Airandes de Sousa Pinto et al. Maria Carmo Pereira Nunes Carlos Alberto Rodrigues Bráulio Muzzi Ribeiro de Oliveira … João da Rocha Medrado Neto Timothy C. Tan Manoel Otavio da Costa Rocha

Resumo

Fundamento

A ecocardiografia tridimensional (ECO 3D) permite a geração de uma curva volume-tempo representativa das alterações no volume ventricular esquerdo (VE) ao longo de todo o ciclo cardíaco.

Objetivo

O presente estudo tem como objetivo demonstrar as adaptações hemodinâmicas presentes na cardiomiopatia chagásica (CC) por meio das medidas de volume e fluxo obtidas pela curva volume-tempo por ECO 3D.

Métodos

Vinte pacientes com CC e 15 indivíduos saudáveis foram incluídos prospectivamente em um estudo de desenho transversal. Realizou-se ECO 3D em todos os indivíduos e as curvas volume-tempo do VE foram geradas. O fluxo foi obtido pela primeira derivada da curva volume-tempo por meio do software MATLAB. A significância estatística foi definida com p<0,05.

Resultados

Embora os pacientes com CC tivessem menor fração de ejeção do VE em comparação com o grupo controle (29,8±7,5 vs. 57,7±6,1, p<0,001), o volume (61,5±25,2 vs. 53,8±21,0, p=0,364) e o fluxo de ejeção máximo durante a sístole (-360,3±147,5 vs. -305,6±126,0, p = 0,231) mostraram-se semelhantes entre os grupos. Da mesma forma, o fluxo máximo na fase de enchimento inicial e durante a contração atrial mostrou-se semelhante entre os grupos. Um aumento na pré-carga expressa pelo volume diastólico final do VE (204,8±79,4 vs. 93,0±32,6), p<0,001) pode manter o fluxo e o volume ejetado semelhantes aos dos controles.

Conclusão

Com uma ferramenta não invasiva, demonstramos que o aumento no volume diastólico final do VE pode ser o principal mecanismo de adaptação que mantém o fluxo e o volume ejetado no cenário de disfunção sistólica ventricular esquerda severa.

  • cardiopatia chagásica
  • Ecocardiografia Tridimensional
  • Fibrilação Atrial
  • Lei de Frank-Starling
  • Volume ejetado
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02/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20201308 Visualizações 2
ABC
Editorial

Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas

João Marcos Barbosa-Ferreira et al. Charles Mady Fábio Fernandes

O estudo publicado por Silva et al., nesta edição nos traz uma reflexão importante sobre a evolução das diversas formas da doença de Chagas (DC), ao demonstrar que os pacientes com a forma indeterminada (FI) possuem capacidade funcional, medida através do consumo de oxigênio de pico (VO2pico), semelhante a indivíduos saudáveis sem DC. Por outro lado, pacientes com cardiopatia chagásica sem disfunção ventricular apresentaram capacidade funcional semelhante aos pacientes com disfunção ventricular.

A FI da DC vem sendo estudada sob diversos aspectos há vários anos. Alguns estudos em pacientes assintomáticos e que se incluem na definição da FI por não apresentarem alterações eletrocardiográficas e na radiografia de tórax, demonstraram alterações incipientes em exames complementares que podem sugerir a possibiliade de evolução para as formas mais graves de DC ao longo dos anos. Avaliações feitas através da ecocardiografia apresentaram alterações em variáveis como Doppler tecidual e estudo da deformidade miocárdica através do strain bidimensional., Já houve demonstração também de alterações do sistema nervoso autônomo, principalmente no ramo parassimpático, que podem ser potenciais vias de piora no estágio clínico da doença no decorrer dos anos., Estudos feitos com ressonância magnética demonstraram presença de fibrose miocárdica em 12% de pacientes com a FI da doença. No entanto, apesar dessas pequenas alterações, a evolução a longo prazo desses pacientes tem se mostrado favorável e semelhante à de indivíduos saudáveis sem DC. Ianni et al., estudaram pacientes com a FI com base nos achados do eletrocardiograma (ECG) por 8 anos e concluíram que a FI da DC representa uma condição benigna com prognóstico favorável em longo prazo. No entanto, em um pequeno grupo de pacientes pode haver evolução para cardiopatia chagásica crônica (CCC) ou doença do aparelho digestivo em cerca de 10 a 20 anos após a infecção aguda. Sabino et al., em um estudo de coorte retrospectivo de 10 anos, sugeriram uma taxa de progressão para cardiomiopatia de 1,85% ao ano em pacientes com a FI da doença. Portanto, são necessários estudos que identifiquem marcadores que possam predizer a possibilidade desta evolução e a avaliação da capacidade funcional destes pacientes é importante neste aspecto.

[…]

  • cardiopatia chagásica
  • Doença de Chagas
  • Exercício
  • Insuficiência Cardíaca/complicações
  • Teste de Esforço/métodos
  • Tromboembolia
  • Trypanosoma cruzi
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22/11/2021 DOI: 10.36660/abc.20210808 Visualizações 1
ABC
Editorial

Mecanismo causante de Acidente Vascular Cerebral Embólico na Cardiopatia Chagásica Crônica: Disfunção Autonômica, uma Hipótese de Trabalho

Roberto Coury Pedrosa

No Brasil, até o momento, a doença de Chagas (DC) ainda é um grande problema de saúde pública e causa frequente de cardiomiopatia chagásica crônica (CCC) e acidente vascular cerebral (AVC). Ainda é a principal causa de DALYs — anos de vida ajustados por incapacidade (em 2016, de 141.640), uma medida de perda de saúde devido à carga de doenças fatais e não fatais. A doença de Chagas está fortemente associada ao AVC embólico associado à doença de Chagas (AVC-DC) com uma incidência que varia de 0,56 a 2,67 por 100 pessoas/ano. , Está intimamente relacionado à presença de CCC. O diagnóstico de DC pode ser estabelecido após ocorrência de AVC em cerca de 40% dos pacientes. Classicamente, a causa de AVC-DC era considerada cardioembólica, com trombo intracardíaco resultante de função ventricular deficiente e arritmia atrial. Os fatores de risco para AVC-DC incluem aneurisma apical, trombo de ventrículo esquerdo (VE), dilatação atrial importante, disfunção sistólica de VE, idade avançada e arritmia atrial . Embora seja verdade que a maioria dos AVC-DC é tromboembólica, outros tipos, incluindo a doença de pequenos vasos, entre outras (aterosclerose e AVC criptogênico), têm sido observadas. Hipóteses sobre os mecanismos desses AVCs não cardioembólicos incluem a presença de disfunção autonômica na maioria ou em todos os pacientes com CCC em estágios diversos. Com relação à disfunção autonômica, nosso grupo mostrou que pacientes com CCC, mesmo em estágios iniciais e sem disfunção cardíaca, apresentam sinais de um distúrbio do sistema nervoso parassimpático que se correlacionam significativamente com anormalidades da substância branca subcortical cerebral. Isso foi demonstrado por uma correlação inversa e significativa entre a variabilidade da frequência cardíaca reduzida (avaliada pelo teste de arritmia sinusal respiratória e a presença e o número de hiperintensidades da substância branca vistas em exames de ressonância magnética (RM) craniana. No total, 52% dos nossos pacientes apresentaram hiperintensidades na RM, em comparação com cerca de 13% na população geral. No entanto, não houve correlação com a hemodinâmica cerebral, que foi testada com Doppler transcraniano, incluindo a vasorreatividade avaliada pelo índice de apneia. Com base nesses resultados, sugerimos que um sistema parassimpático funcionando adequadamente proteja o cérebro contra hiperintensidades da substância branca. Especulamos que o desequilíbrio entre os sistemas simpático e parassimpático poderia promover instabilidade elétrica do coração, que poderia contribuir para o AVC-DC não cardioembólico. Para responder se a disfunção parassimpática é um mediador das consequências neurológicas do CCC ou apenas um fator adjunto, realizamos outro estudo onde não foi encontrada correlação entre a presença de anticorpos circulantes funcionais séricos com atividade β-adrenérgica ou muscarínica e a função do sistema autônomo ou a presença de hiperintensidades da substância branca (observadas na ressonância magnética) em pacientes com CCC. Os anticorpos antirreceptores foram testados em corações isolados de coelhos. Concluímos que a disfunção autonômica é possivelmente um mediador das consequências neurológicas da CCC, aparentemente relacionadas com a promoção de arritmias atriais como epifenômenos de AVC. Uma característica importante da CCC é o fato de que nem todos os pacientes com fatores de risco para AVC-DC não cardioembólico terão AVC. O complicado desenvolvimento e patologia da doença, juntamente com as complexidades do ciclo de vida do parasita e suas interações com o hospedeiro, dificultam identificar qual grupo de pacientes com CCC é suscetível ao AVC. Embora não haja prova absoluta de que a disfunção autonômica seja sinônimo de AVC-DC não cardioembólico, ou seja, interromper a disfunção autonômica para prevenir AVC-DC não cardioembólico, há um consenso de que a disfunção autonômica cardíaca é necessária para essa ocorrência.

Nesta edição, Freitas et al., apresentara um estudo para ajudar a compreender uma apresentação clínica importante na CCC, ou seja, o AVC. Eles chamam a atenção para o mecanismo arrítmico, particularmente a arritmia atrial. A justificativa é que não existe consenso sobre a contribuição dos episódios atriais de alta frequência nesse episódio. Para responder a essa pergunta, os autores realizaram um estudo longitudinal entre 2016 e 2017 para verificar a existência (ou não) de associação entre episódios atriais de alta frequência (EAAF) e AVE em pacientes com CCC crônica. Todos os 67 pacientes chagásicos tinham dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEIs) (92,5%, marcapassos e 7,5%, cardioversores-desfibriladores implantáveis) para monitorar a atividade atrial. EAAF foi considerado como frequência atrial ≥190 batimentos por minuto e duração ≥6 minutos e os eventos isquêmicos cerebrais foram identificados por exames de tomografia computadorizada (TC) craniana. Os resultados foram resumidos e analisados nos grupos com e sem episódios atriais de alta frequência.

[…]

  • Acidente Vascular Cerebral
  • cardiopatia chagásica
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18/01/2021 DOI: 10.36660/abc.20200481 Visualizações 1
Potenciação pós-extra-sistólica na cardiopatia chagásica crônica: estudo com ventriculografia de contraste radiológico
ABC
Artigo Original

Potenciação pós-extra-sistólica na cardiopatia chagásica crônica: estudo com ventriculografia de contraste radiológico

José Mário M. Brandão et al. Andrea Miziara Geraldo Luiz de Figueiredo Moysés O. Lima-Filho … Elias M. Ayres-Neto José Antonio Marin-Neto

OBJETIVO: Determinar a existência e freqüência do fenômeno da potenciação pós-extra-sistólica em áreas miocárdicas discinérgicas de pacientes com cardiopatia chagásica crônica estudados por ventriculografia de contraste radiológico. MÉTODOS: Análise retrospectiva semiquantitativa da ventriculografia de contraste radiológico em pacientes com cardiopatia chagásica crônica, consecutivamente estudados para avaliação de mecanismos de taquicardia ventricular. RESULTADOS: De 72 pacientes inicialmente incluídos, apenas em 20 o ventriculograma foi analisável para os propósitos do estudo. O fenômeno da potenciação pós-extra-sistólica foi verificado em 11 (55%) desses pacientes, obtendo-se melhora de 15,31% no escore de contração, da situação basal para a de pós-extra-sístole (p= 0,0001). Sua ocorrência verificou-se mesmo em segmentos ventriculares com déficit intenso de contratilidade. CONCLUSÃO: O fenômeno da potenciação pós-extra-sistólica é verificável em proporção significante de pacientes com cardiopatia chagásica crônica em que, angiograficamente, foi possível analisar o fenômeno, indicando a existência de reserva contrátil, potencialmente recrutável, em regiões ventriculares, exibindo discinergia acentuada. Estudos adicionais para se entender os mecanismos subjacentes são requeridos.

  • cardiopatia chagásica
  • potenciação pós-extra-sistólica
  • ventriculografia de contraste
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24/05/2005 DOI: 10.1590/S0066-782X2005000500005 Visualizações 2

Como citar este artigo

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Pinto AS, Nunes MCP, Rodrigues CA, Oliveira BMR, Medrado Neto JR, Tan TC, Rocha MOC, et al. A Curva Volume-Tempo Obtida pela Ecocardiografia Tridimensional na Cardiomiopatia Chagásica: Análise do Mecanismo das Adaptações Hemodinâmicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(6):1099-105.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pinto, Airandes de Sousa; Nunes, Maria Carmo Pereira; Rodrigues, Carlos Alberto; Oliveira, Bráulio Muzzi Ribeiro de; Medrado Neto, João da Rocha; Tan, Timothy C.; Rocha, Manoel Otavio da Costa. A Curva Volume-Tempo Obtida pela Ecocardiografia Tridimensional na Cardiomiopatia Chagásica: Análise do Mecanismo das Adaptações Hemodinâmicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 6, p. 1099-1105, maio. 2022.

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Pinto, A. S., Nunes, M. C. P., Rodrigues, C. A., Oliveira, B. M. R. , Medrado Neto, J. R., Tan, T. C., & Rocha, M. O. C. (2022). A Curva Volume-Tempo Obtida pela Ecocardiografia Tridimensional na Cardiomiopatia Chagásica: Análise do Mecanismo das Adaptações Hemodinâmicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(6), 1099-1105.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pinto, Airandes de Sousa and Nunes, Maria Carmo Pereira and Rodrigues, Carlos Alberto and Oliveira, Bráulio Muzzi Ribeiro de and Medrado Neto, João da Rocha and Tan, Timothy C. and Rocha, Manoel Otavio da Costa. A Curva Volume-Tempo Obtida pela Ecocardiografia Tridimensional na Cardiomiopatia Chagásica: Análise do Mecanismo das Adaptações Hemodinâmicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 6, [citado 2026-10-15], pp. 1099-1105. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-curva-volume-tempo-obtida-pela-ecocardiografia-tridimensional-na-cardiomiopatia-chagasica-analise-do-mecanismo-das-adaptacoes-hemodinamicas/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa-Ferreira JM, Mady C, Fernandes F. Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(5):942-3.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa-Ferreira, João Marcos; Mady, Charles; Fernandes, Fábio. Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 5, p. 942-943, nov. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa-Ferreira, J. M., Mady, C., & Fernandes, F. (2021). Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(5), 942-943.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa-Ferreira, João Marcos and Mady, Charles and Fernandes, Fábio. Importância Diagnóstica e Prognóstica da Capacidade Funcional nas Diversas Formas Evolutivas da Doença De Chagas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 5, [citado 2026-10-15], pp. 942-943. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/importancia-diagnostica-e-prognostica-da-capacidade-funcional-nas-diversas-formas-evolutivas-da-doenca-de-chagas/>. ISSN 0066-782X

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Pedrosa RC. Mecanismo causante de Acidente Vascular Cerebral Embólico na Cardiopatia Chagásica Crônica: Disfunção Autonômica, uma Hipótese de Trabalho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;115(6):1080-1.

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Pedrosa, Roberto Coury. Mecanismo causante de Acidente Vascular Cerebral Embólico na Cardiopatia Chagásica Crônica: Disfunção Autonômica, uma Hipótese de Trabalho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 6, p. 1080-1081, jan. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pedrosa, R. C. (2021). Mecanismo causante de Acidente Vascular Cerebral Embólico na Cardiopatia Chagásica Crônica: Disfunção Autonômica, uma Hipótese de Trabalho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(6), 1080-1081.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pedrosa, Roberto Coury. Mecanismo causante de Acidente Vascular Cerebral Embólico na Cardiopatia Chagásica Crônica: Disfunção Autonômica, uma Hipótese de Trabalho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 115, n. 6, [citado 2026-10-15], pp. 1080-1081. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/mecanismo-causante-de-acidente-vascular-cerebral-embolico-na-cardiopatia-chagasica-cronica-disfuncao-autonomica-uma-hipotese-de-trabalho/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Brandão JMM, Miziara A, Figueiredo GL, Lima-Filho MO, Ayres-Neto EM, Marin-Neto JA. Potenciação pós-extra-sistólica na cardiopatia chagásica crônica: estudo com ventriculografia de contraste radiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2005;84(5):376-80.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Brandão, José Mário M.; Miziara, Andrea; Figueiredo, Geraldo Luiz de; Lima-Filho, Moysés O.; Ayres-Neto, Elias M.; Marin-Neto, José Antonio. Potenciação pós-extra-sistólica na cardiopatia chagásica crônica: estudo com ventriculografia de contraste radiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 84, n. 5, p. 376-380, maio. 2005.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Brandão, J. M. M., Miziara, A., Figueiredo, G. L. , Lima-Filho, M. O., Ayres-Neto, E. M., & Marin-Neto, J. A. (2005). Potenciação pós-extra-sistólica na cardiopatia chagásica crônica: estudo com ventriculografia de contraste radiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 84(5), 376-380.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Brandão, José Mário M. and Miziara, Andrea and Figueiredo, Geraldo Luiz de and Lima-Filho, Moysés O. and Ayres-Neto, Elias M. and Marin-Neto, José Antonio. Potenciação pós-extra-sistólica na cardiopatia chagásica crônica: estudo com ventriculografia de contraste radiológico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2005, vol. 84, n. 5, [citado 2026-10-15], pp. 376-380. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/potenciacao-pos-extra-sistolica-na-cardiopatia-chagasica-cronica-estudo-com-ventriculografia-de-contraste-radiologico/>. ISSN 0066-782X

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