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  2. Palavra-chave: Ablação por Cateter/métodos
ABC
Editorial

Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?

Luiz Eduardo Montenegro Camanho et al. Gustavo Vignoli dos Santos

A fibrilação atrial (FA) é a arritmia cardíaca mais comum na prática clínica, afetando aproximadamente 1 a 2% da população em geral e está associada a um risco aumentado de eventos cardioembólicos e impacto negativo na qualidade de vida. A taxa de mortalidade cardiovascular descrita é de aproximadamente 5% no ano e estima-se que o risco de complicações cardiovasculares seja maior no primeiro ano após o diagnóstico da arritmia. A taxa de recorrência da FA sem um tratamento preventivo e adequado é da ordem de 90%, o que expressa a magnitude do problema.

Desta forma, parece bastante razoável postular o conceito de que a abordagem precoce da FA traga benefícios clínicos relevantes a estes pacientes. Dados recentes obtidos do estudo EAST-AFNET demonstraram claramente que esta abordagem é uma estratégia válida e eficaz. O estudo envolveu 2789 pacientes com diagnóstico de FA há pelo menos 12 meses que foram randomizados para tratamento precoce da FA (ablação: 8% e DAA: 87%) ou tratamento conservador. Em um período de acompanhamento médio de 5,1 anos, o grupo de tratamento precoce demonstrou uma redução significativa no desfecho primário de morte cardiovascular em relação ao grupo conservador. O risco de AVC, hospitalização por IC ou síndrome coronariana aguda também foi menor no grupo de abordagem precoce. O desenho do estudo não se propôs primariamente avaliar segurança e efetividade dos componentes do tratamento precoce (ablação vs. drogas antiarrítmicas – DAA). Sendo assim, os autores concluíram que a estratégia de controle precoce do ritmo cardíaco se associou a um menor risco de desfechos desfavoráveis do que o tratamento usual em portadores de FA e condições cardiovasculares associadas.

[…]

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Arritmias Cardíacas/complicações
  • Fibrilação Atrial/complicações
  • Terapia Trombolítica/efeitos adversos
  • Tromboembolia/mortalidade
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11/07/2022 DOI: 10.36660/abc.20220362
Figura 1
ABC
Editorial

Ecocardiografia Guiando Tratamento Percutâneo de Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva: Navegar (em Águas Conhecidas) é Preciso

Minna Moreira Dias Romano

A Cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva é a doença cardíaca genética mais comum e, além de seu risco arrítmico, é responsável por sintomas como palpitações, síncope, dispneia de esforços e angina pectoris . Dez por cento dos pacientes são refratários ao tratamento clínico com betabloqueadores ou bloqueadores de canais de cálcio. Alternativas de tratamento anatômico como a miectomia cirúrgica (MC) ou outros métodos não invasivos que objetivam a redução do gradiente obstrutivo podem ser considerados em alguns casos. ,

Embora a MC seja considerada segura e procedimento de escolha em centros de experiência, ela ainda traz risco de complicações pós-operatórias tais como tamponamento cardíaco, comunicações interventriculares, acidentes cerebrovasculares, dissecção de coronárias, e parada cardíaca não fatal. Permanecem algumas controvérsias sobre opções de tratamentos não invasivos e a experiência do Heart Team local é um fator importante nas decisões.

[…]

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Ablação Septal Alcoólica/métodos
  • Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva/genética
  • Gradiente
  • Miectomia
  • Técnicas de Ablação/métodos
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13/05/2022 DOI: 10.36660/abc.20220255
Figura 1
ABC
Revisão

Fibrilação Atrial (Parte 2) – Ablação por Cateter

Eduardo B. Saad et al. Andre d’Avila

Resumo

Após mais de 20 anos desde sua utilização inicial, a ablação por cateter se tornou um procedimento rotineiramente realizado para tratamento de pacientes com fibrilação atrial (FA). Fundamentado inicialmente no isolamento elétrico das veias pulmonares em pacientes com FA paroxística, subsequentes avanços no entendimento da fisiopatologia levaram a técnicas adicionais não só para obter melhores resultados, mas também para tratar pacientes com formas persistentes de arritmia, assim como pacientes com cardiopatia estrutural e insuficiência cardíaca.

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Arritmias Cardíacas
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Fibrilação Atrial / terapia
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20200477
Figura 1
ABC
Artigo Original

Ablação por Cateter de Taquicardia Atrial Focal com Ativação Precoce Próxima ao Feixe de His, a Partir da Cúspide Aórtica não Coronária

Muhieddine Chokr et al. Lucas G. de Moura Italo Bruno dos Santos Sousa Cristiano Faria Pisani … Carina Abigail Hardy Sissy Lara de Melo Arnobio Dias da Ponte Filho Ieda Prata Costa Ronaldo Vasconcelos Tavora Luciana Sacilotto Tan Chen Wu Francisco Carlos da Costa Darrieux Denise Tessariol Hachul Vera Demarchi Aiello Mauricio Scanavacca

Resumo

Fundamento

A ablação da taquicardia atrial (TA) com local de ativação mais precoce próxima ao feixe de His é um desafio, devido ao risco de bloqueio de AV completo por sua proximidade ao sistema de His-Purkinje (SHP). Uma alternativa para minimizar esse risco é posicionar o cateter na cúspide não coronária (CNC), que é anatomicamente contígua à região para-Hissiana.

Objetivos

O objetivo deste estudo foi fazer uma revisão de literatura e avaliar as características eletrofisiológicas, a segurança e o índice de sucesso de aplicação de radiofrequência (RF) por cateter na CNC para o tratamento de TA para-Hissiana em uma série de casos.

Métodos

Avaliamos retrospectivamente dez pacientes (Idade: 36±10 anos) que foram encaminhados para ablação de taquicardia paroxística supraventricular (TPSV) e haviam sido diagnosticados com TA focal para-Hissiana confirmada por manobras eletrofisiológicas clássicas. Para a análise estatística, um P valor d <0.05 foi considerado estatisticamente significativo.

Resultados

A ativação atrial mais precoce na posição His foi de 28±12ms da onda P, e a CNC foi 3±2ms antes da posição His, sem evidência de potencial His em todos os pacientes. Foi aplicada RF à CNC (cateter de ponta de 4-mm; 30W, 55°C) e a taquicardia foi interrompida em 5±3s sem aumento no intervalo PR ou evidência de um ritmo juncional. Os testes eletrofisiológicos não induziram novamente a taquicardia em 9/10 pacientes. Não houve complicações em nenhum procedimento. Durante o período de acompanhamento de 30 ± 12 meses, nenhum paciente apresentou recorrência de taquicardia.

Conclusão

O tratamento percutâneo de TA para-Hissiana por meio de CNC é uma estratégia segura e eficiente, tornando-se uma opção interessante para o tratamento de arritmia complexa. (Arq Bras Cardiol. 2021; 116(1):119-126)

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Arritmias Cardíacas
  • Eletrocardiografia / métodos
  • Fascículo Atrioventricular
  • Taquicardia Atrial
  • Técnicas Eletrofisiológicas Cardíacas/métodos
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20180449 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Segurança da Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial sob Uso Ininterrupto de Rivaroxabana

Márcio Augusto Silva et al. Guilherme Muller de Campos Futuro Erick Sessa Merçon Deborah Vasconcelos … Rovana Silva Agrizzi Jorge Elias Neto Ricardo Kuniyoshi

Resumo

Fundamento:

A ablação de fibrilação atrial (FA) sob uso ininterrupto de varfarina é segura e recomendada por especialistas. Entretanto, há controvérsia quanto aos anticoagulantes orais de ação direta para o mesmo fim.

Objetivo:

Avaliar a segurança em realizar ablação de FA sob anticoagulação ininterrupta com rivaroxabana.

Métodos:

Uma série de 130 pacientes foi submetida à ablação com radiofrequência da FA sob uso ininterrupto de rivaroxabana (grupo RIV) e comparada a um grupo-controle de 110 pacientes que a fizeram sob uso ininterrupto de varfarina (grupo VRF) e relação normatizada internacional (RNI) terapêutica. Analisamos morte, taxas de eventos tromboembólicos, de sangramentos maiores e menores, níveis do tempo de coagulação ativado (TCA) e dose de heparina no procedimento. O protocolo da ablação consistiu basicamente em isolamento circunferencial das veias pulmonares guiado por mapeamento eletroanatômico. Significância estatística de 5% foi adotada.

Resultados:

As características clínicas dos grupos foram semelhantes e a FA paroxística mais frequente (63% e 59%, grupos RIV e VRF). Um evento tromboembólico ocorreu no grupo RIV. Foram três pacientes com sangramentos maiores (RIV = 1 e VRF = 2; p = 0,5); nenhum óbito. A RNI basal foi maior no grupo VRF (2,5 vs. 1,2 ± 0,02; p < 0,0001), com níveis de TCA basal semelhantes (123,7 ± 3 vs. 118 ± 4; p = 0,34). Maior dose de heparina venosa foi utilizada no grupo RIV (9.414 ± 199 vs. 6.019 ± 185 UI; p < 0,0001) para manter níveis médios de TCA semelhantes durante o procedimento (350 ± 3 vs. 348,9 ± 4; p = 0,79).

Conclusão:

Na população estudada, a ablação de FA sob rivaroxabana ininterrupta teve segurança equivalente à varfarina ininterrupta, com RNI terapêutica.

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Anticoagulantes / efeitos adversos
  • Anticoagulantes / uso terapêutico
  • Fibrilação Atrial
  • Rivaroxabana/uso terapêutico
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07/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20180386 Visualizações 2
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ABC
Artigo Original

Rigidez do Átrio Esquerdo: Preditor de Recorrência de Fibrilação Atrial após Ablação por Cateter de Radiofrequência – Revisão Sistemática e Metanálise

Eduardo Thadeu de Oliveira Correia et al. Letícia Mara dos Santos Barbetta Othon Moura Pereira da Silva Evandro Tinoco Mesquita

Resumo

Fundamento:

A ablação por cateter de radiofrequência (ACRF) é um procedimento padrão para pacientes com fibrilação atrial (FA) não responsivos a tratamentos prévios, que tem sido cada vez mais considerada como terapia de primeira linha. Nesse contexto, o screening para fatores de risco perioperatório tornou-se importante. Um estudo prévio mostrou que uma pressão do átrio esquerdo (AE) elevada está associada a recorrência de FA após a ablação, podendo ser secundária a um AE rígido.

Objetivo:

Investigar, por meio de revisão sistemática e metanálise, se a rigidez do AE é um preditor de recorrência de FA após ACRF, e discutir seu uso na prática clínica. Métodos: A metanálise foi realizada seguindo-se as recomendações do MOOSE. A busca foi realizada nas bases de dados MEDLINE e Cochrane Central Register of Controlled Trials, até março de 2018. Dois autores realizaram triagem, extração de dados e avaliação da qualidade dos estudos.

Resultados:

Todos os estudos obtiveram boa qualidade. Um gráfico de funil foi construído, não identificando viés de publicação. Quatro estudos prospectivos observacionais foram incluídos na revisão sistemática e 3 deles na metanálise. Foi adotado o nível de significância estatística de p < 0,05. Rigidez do AE foi um forte preditor independente da recorrência de FA após ACRF (HR = 3,55, IC 95% 1,75-4,73, p = 0,0002).

Conclusão:

A avaliação não invasiva da rigidez do AE antes da ablação pode ser utilizada como um potencial fator de rastreamento para a seleção ou acompanhamento de pacientes com maiores riscos de recorrência de FA e desenvolvimento da síndrome do AE rígido.

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Átrios do Coração
  • Fibrilação Atrial
  • Metanálise
  • Taquicardia Paroxística
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07/03/2019 DOI: 10.5935/abc.20190040 Visualizações 1
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ABC
Relato de Caso

Crioablação por Balão no Tratamento da Fibrilação Atrial Paroxística

Guilherme Fenelon et al. Frederico Scuotto Claudio Fischer Marco Antonio Perin … Marcia Makdisse Angelo Amato Vincenzo de Paola

Introdução

A ablação por radiofrequência (RF) visando ao isolamento elétrico das veias pulmonares (VP) é mais eficaz no controle do ritmo do que os fármacos, especialmente em jovens com fibrilação atrial (FA) paroxística sintomática sem cardiopatia estrutural.– O isolamento elétrico é realizado com aplicações de RF ponto a ponto ao redor das VP, sendo um procedimento complexo e demorado., Recentemente, foram desenvolvidas tecnologias buscando simplificar o isolamento das VP, dentre elas a crioablação com balão., Nessa abordagem, o criobalão é insuflado no óstio da VP de modo a ocluí-la completamente. A liberação da crioenergia resfria a superfície do balão, tendo o potencial de isolar a veia com uma única aplicação. A eficácia e a segurança da crioablação são semelhantes às da RF, porém o procedimento é mais rápido.–

Embora difundida mundialmente,– apenas recentemente a crioablação foi disponibilizada no Brasil. O objetivo deste trabalho foi relatar os primeiros três casos realizados em nosso meio utilizando essa tecnologia.

[…]

  • Ablação por Cateter/métodos
  • Criocirurgia / métodos
  • Criocirurgia / tendências
  • Fibrilação Atrial / terapia
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01/09/2017 DOI: 10.5935/abc.20170108

Como citar este artigo

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Camanho LEM, Santos GV. Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(1):95-6.

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Camanho, Luiz Eduardo Montenegro; Santos, Gustavo Vignoli dos. Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 1, p. 95-96, jul. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Camanho, L. E. M., & Santos, G. V. (2022). Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(1), 95-96.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Camanho, Luiz Eduardo Montenegro and Santos, Gustavo Vignoli dos. Ablação por Cateter como Terapia de Primeira Linha no Tratamento da Fibrilação Atrial – Devemos Sempre Indicar?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 95-96. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-por-cateter-como-terapia-de-primeira-linha-no-tratamento-da-fibrilacao-atrial-devemos-sempre-indicar/>. ISSN 0066-782X

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Romano MMD. Ecocardiografia Guiando Tratamento Percutâneo de Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva: Navegar (em Águas Conhecidas) é Preciso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(5):873-4.

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Romano, Minna Moreira Dias. Ecocardiografia Guiando Tratamento Percutâneo de Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva: Navegar (em Águas Conhecidas) é Preciso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 5, p. 873-874, maio. 2022.

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Romano, M. M. D. (2022). Ecocardiografia Guiando Tratamento Percutâneo de Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva: Navegar (em Águas Conhecidas) é Preciso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(5), 873-874.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Romano, Minna Moreira Dias. Ecocardiografia Guiando Tratamento Percutâneo de Cardiomiopatia Hipertrófica Obstrutiva: Navegar (em Águas Conhecidas) é Preciso. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 873-874. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiografia-guiando-tratamento-percutaneo-de-cardiomiopatia-hipertrofica-obstrutiva-navegar-em-aguas-conhecidas-e-preciso/>. ISSN 0066-782X

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Saad EB, d’Avila A. Fibrilação Atrial (Parte 2) – Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):334-43.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Saad, Eduardo B.; d’Avila, Andre. Fibrilação Atrial (Parte 2) – Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 334-343, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Saad, E. B., & d’Avila, A. (2021). Fibrilação Atrial (Parte 2) – Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 334-343.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Saad, Eduardo B. and d’Avila, Andre. Fibrilação Atrial (Parte 2) – Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 334-343. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fibrilacao-atrial-parte-2-ablacao-por-cateter/>. ISSN 0066-782X

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Chokr M, Moura LG, Sousa IBS, Pisani CF, Hardy CA, Melo SL, Ponte Filho AD, et al. Ablação por Cateter de Taquicardia Atrial Focal com Ativação Precoce Próxima ao Feixe de His, a Partir da Cúspide Aórtica não Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):119-26.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chokr, Muhieddine; Moura, Lucas G. de; Sousa, Italo Bruno dos Santos; Pisani, Cristiano Faria; Hardy, Carina Abigail; Melo, Sissy Lara de; Ponte Filho, Arnobio Dias da; Costa, Ieda Prata; Tavora, Ronaldo Vasconcelos; Sacilotto, Luciana; Wu, Tan Chen; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Hachul, Denise Tessariol; Aiello, Vera Demarchi; Scanavacca, Mauricio. Ablação por Cateter de Taquicardia Atrial Focal com Ativação Precoce Próxima ao Feixe de His, a Partir da Cúspide Aórtica não Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 119-126, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chokr, M., Moura, L. G. , Sousa, I. B. S., Pisani, C. F., Hardy, C. A., Melo, S. L. , Ponte Filho, A. D. , Costa, I. P., Tavora, R. V., Sacilotto, L., Wu, T. C., Darrieux, F. C. C., Hachul, D. T., Aiello, V. D., & Scanavacca, M. (2021). Ablação por Cateter de Taquicardia Atrial Focal com Ativação Precoce Próxima ao Feixe de His, a Partir da Cúspide Aórtica não Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 119-126.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chokr, Muhieddine and Moura, Lucas G. de and Sousa, Italo Bruno dos Santos and Pisani, Cristiano Faria and Hardy, Carina Abigail and Melo, Sissy Lara de and Ponte Filho, Arnobio Dias da and Costa, Ieda Prata and Tavora, Ronaldo Vasconcelos and Sacilotto, Luciana and Wu, Tan Chen and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Hachul, Denise Tessariol and Aiello, Vera Demarchi and Scanavacca, Mauricio. Ablação por Cateter de Taquicardia Atrial Focal com Ativação Precoce Próxima ao Feixe de His, a Partir da Cúspide Aórtica não Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 119-126. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-por-cateter-de-taquicardia-atrial-focal-com-ativacao-precoce-proxima-ao-feixe-de-his-a-partir-da-cuspide-aortica-nao-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Silva MA, Futuro GMC, Merçon ES, Vasconcelos D, Agrizzi RS, Elias Neto J, Kuniyoshi R, et al. Segurança da Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial sob Uso Ininterrupto de Rivaroxabana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(3):435-42.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Márcio Augusto; Futuro, Guilherme Muller de Campos; Merçon, Erick Sessa; Vasconcelos, Deborah; Agrizzi, Rovana Silva; Elias Neto, Jorge; Kuniyoshi, Ricardo. Segurança da Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial sob Uso Ininterrupto de Rivaroxabana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 3, p. 435-442, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, M. A., Futuro, G. M. C., Merçon, E. S., Vasconcelos, D., Agrizzi, R. S., Elias Neto, J., & Kuniyoshi, R. (2020). Segurança da Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial sob Uso Ininterrupto de Rivaroxabana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(3), 435-442.

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Silva, Márcio Augusto and Futuro, Guilherme Muller de Campos and Merçon, Erick Sessa and Vasconcelos, Deborah and Agrizzi, Rovana Silva and Elias Neto, Jorge and Kuniyoshi, Ricardo. Segurança da Ablação por Cateter de Fibrilação Atrial sob Uso Ininterrupto de Rivaroxabana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 435-442. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-da-ablacao-por-cateter-de-fibrilacao-atrial-sob-uso-ininterrupto-de-rivaroxabana/>. ISSN 0066-782X

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Correia ETO, Barbetta LMS, Silva OMP, Mesquita ET. Rigidez do Átrio Esquerdo: Preditor de Recorrência de Fibrilação Atrial após Ablação por Cateter de Radiofrequência – Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(5):501-8.

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Correia, Eduardo Thadeu de Oliveira; Barbetta, Letícia Mara dos Santos; Silva, Othon Moura Pereira da; Mesquita, Evandro Tinoco. Rigidez do Átrio Esquerdo: Preditor de Recorrência de Fibrilação Atrial após Ablação por Cateter de Radiofrequência – Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 5, p. 501-508, mar. 2019.

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Correia, E. T. O., Barbetta, L. M. S., Silva, O. M. P. , & Mesquita, E. T. (2019). Rigidez do Átrio Esquerdo: Preditor de Recorrência de Fibrilação Atrial após Ablação por Cateter de Radiofrequência – Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(5), 501-508.

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Correia, Eduardo Thadeu de Oliveira and Barbetta, Letícia Mara dos Santos and Silva, Othon Moura Pereira da and Mesquita, Evandro Tinoco. Rigidez do Átrio Esquerdo: Preditor de Recorrência de Fibrilação Atrial após Ablação por Cateter de Radiofrequência – Revisão Sistemática e Metanálise. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 501-508. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rigidez-do-atrio-esquerdo-preditor-de-recorrencia-de-fibrilacao-atrial-apos-ablacao-por-cateter-de-radiofrequencia-revisao-sistematica-e-metanalise/>. ISSN 0066-782X

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Fenelon G, Scuotto F, Fischer C, Perin MA, Makdisse M, Paola AAV. Crioablação por Balão no Tratamento da Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(3):266-9.

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Fenelon, Guilherme; Scuotto, Frederico; Fischer, Claudio; Perin, Marco Antonio; Makdisse, Marcia; Paola, Angelo Amato Vincenzo de. Crioablação por Balão no Tratamento da Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 3, p. 266-269, ago. 2017.

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Fenelon, G., Scuotto, F., Fischer, C., Perin, M. A., Makdisse, M., & Paola, A. A. V. (2017). Crioablação por Balão no Tratamento da Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(3), 266-269.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fenelon, Guilherme and Scuotto, Frederico and Fischer, Claudio and Perin, Marco Antonio and Makdisse, Marcia and Paola, Angelo Amato Vincenzo de. Crioablação por Balão no Tratamento da Fibrilação Atrial Paroxística. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 266-269. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/crioablacao-por-balao-no-tratamento-da-fibrilacao-atrial-paroxistica/>. ISSN 0066-782X

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