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ABC
Editorial

Ecos do Passado: A Intrigante Ligação entre a Doença de Chagas e a Insulina

Marcia M. Noya-Rabelo et al. Olga Souza

A doença de Chagas é atualmente classificada como uma das várias doenças tropicais negligenciadas e como uma das cinco infecções parasitárias negligenciadas priorizadas pela Organização Mundial da Saúde e pelo Centro de Controle de Doenças para intervenção em saúde pública. Isso ressalta o fato de que o agente causador da tripanossomíase americana existe há aproximadamente 9.000 anos, com amostras positivas datando de 7050 a.C. O ciclo de vida do Trypanosoma cruzi (T. cruzi) compreende diversas transformações morfológicas envolvendo hospedeiros mamíferos e vetores, onde três diferentes estágios principais de desenvolvimento são identificados: epimastigotas, tripomastigotas e amastigotas. Tradicionalmente, sabe-se que o T. cruzi tem como alvo o coração e o trato gastrointestinal; no entanto, seu parasitismo também resulta em alterações estruturais e efeitos pró-inflamatórios no tecido adiposo e no pâncreas.

Nesta edição dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, um estudo longitudinal de Barbosa-Ferreira et al. avaliaram os níveis de insulina, adiponectina e leptina antes e depois do tratamento da doença de Chagas aguda com benznidazol. Vinte e oito indivíduos foram divididos em dois grupos: um grupo controle (15 indivíduos) e um grupo com doença de Chagas aguda (13 indivíduos). Os autores não encontraram diferenças significativas nos níveis séricos de adiponectina e leptina entre os grupos. Em contraste, os níveis séricos de insulina foram menores no grupo com doença de Chagas aguda, tanto antes quanto depois do tratamento, em comparação ao grupo controle. Além disso, os níveis de insulina foram menores na fase pós-tratamento em comparação à fase pré-tratamento.

[…]

  • Doença de Chagas
  • insulina
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
04/07/2025 DOI: 10.36660/abc.20250295 Visualizações 1
Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol
ABC
Artigo Original

Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol

João Marcos Barbosa-Ferreira et al. Jessica Vanina Ortiz Fernanda Gallinaro Pessoa Maria das Graças Vale Barbosa … Jorge Augusto de Oliveira Guerra Kátia do Nascimento Couceiro Mônica Regina Hosannah Silva e Silva Matheus Martins Monteiro Keila Cardoso Barbosa Fonseca Felix Alvarez Ramires Barbara Maria Ianni Charles Mady Fábio Fernandes

Resumo

Fundamento

Na região Amazônica, observou-se um aumento considerável no número de casos de doença de Chagas aguda (DCA), resultando em alterações eletrocardiográficas e ecocardiográficas. Os principais mecanismos fisiopatológicos da cardiomiopatia chagásica (CC) incluem a disfunção microvascular, a disfunção do Sistema Nervoso Autônomo (SNA), a agressão direta do parasita e a atividade inflamatória. A doença de Chagas (DC) é um ótimo exemplo de cardiomiopatia inflamatória, capaz de influenciar alterações nos parâmetros metabólicos e no SNA. Há uma escassez de estudos que abordam a medição dos níveis de adipocitocina e insulina em indivíduos com DCA.

Objetivo

Avaliar os níveis de adiponectina, leptina e insulina antes e após o tratamento da DCA com benznidazol e estabelecer correlações com o SNA e a função cardíaca.

Métodos

Foram incluídos 28 indivíduos, os quais foram divididos em: grupo controle (GC), com 15 indivíduos, e grupo com DCA, com 13 indivíduos. Todos os indivíduos foram submetidos a um ECG padrão de 12 derivações, ecocardiografia transtorácica completa, avaliação da função autonômica e dos níveis séricos de adiponectina, insulina e leptina. Foi adotado um nível de significância de 5% (valor de p < 0,05).

Resultados

Os níveis de insulina foram mais baixos no grupo com DCA em comparação com o grupo controle, tanto antes quanto após o tratamento, e apresentaram redução na fase pós-tratamento em comparação com a fase pré-tratamento. Não houve diferença nos níveis de adipocitocinas, leptina e adiponectina entre os grupos.

Conclusão

Os níveis de insulina foram mais baixos no grupo com DCA em comparação com o grupo controle, tanto antes quanto após o tratamento, e apresentaram redução na fase pós-tratamento em comparação com a fase pré-tratamento. Os níveis de adipocitocinas e insulina não apresentaram correlação significativa com os parâmetros de função cardíaca e do SNA.

  • Adipocinas
  • Cardiomiopatia Chagásica
  • Doença de Chagas
  • Ecossistema Amazônico
  • insulina
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26/05/2025 DOI: 10.36660/abc.20240621 Visualizações 1
Gráfico 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Comparação da Lipemia Pós-Prandial de Mulheres que Utilizam e Não Utilizam Contraceptivo Oral

Jefferson Petto et al. Leila Monique Reis Vasques Renata Leão Pinheiro Beatriz de Almeida Giesta … Alan Carlos Nery dos Santos Mansueto Gomes Neto Ana Marice Teixeira Ladeia

Fundamento:

Lipemia pós-prandial (LPP) é um processo fisiológico que reflete a capacidade do organismo de metabolizar lipídeos. Embora não seja conhecida a influência dos contraceptivos orais (CO) na LPP, sabe-se que o seu uso eleva os valores lipídicos de jejum.

Objetivo:

Comparar LPP entre mulheres que utilizam e não utilizam CO.

Métodos:

Estudo analítico prospectivo, no qual foram avaliadas mulheres eutróficas, com idade entre 18 e 28 anos, irregularmente ativas e com triglicerídeos de jejum ≤150 mg/dL divididas em dois grupos: grupo contraceptivo (GCO) e grupo sem contraceptivo (GSCO). As voluntárias foram submetidas ao teste de LPP, no qual amostras sanguíneas foram coletadas no tempo 0 (jejum de 12 h) e após ingestão de lipídios nos tempos 180 e 240 minutos. Para comparação dos deltas dos triglicerídeos, que refletem a LPP, entre as coletas de jejum e 180 min (Δ1) e jejum e 240 min (Δ2), foi utilizado o teste de Mann-Whitney bidirecional para amostras independentes.

Resultados:

Foram avaliadas 40 mulheres divididas igualmente entre os grupos. No perfil lipídico de jejum, observou-se que a HDL não apresentou diferença significativa e que os triglicerídeos do GCO foram o dobro do GSCO. As medianas de Δ1 e Δ2 apresentaram diferença significativa nas duas comparações (p ≤0,05).

Conclusão:

Os resultados apontam que mulheres irregularmente ativas que utilizam CO apresentam LPP maior que aquelas que não utilizam CO, sugerindo que nessa população seu uso crônico aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

  • Anticoncepcionais Orais
  • Colesterol
  • insulina
  • Metabolismo
  • Mulheres
  • Triglicerides
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13/06/2014 DOI: 10.5935/abc.20140080 Visualizações 1
Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina
ABC
Artigo Original

Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina

Gilson Soares Feitosa-Filho et al. Talita de Mattos Seydell Alina Coutinho Rodrigues Feitosa Raul Cavalcante Maranhão José Antônio Franchini Ramires

FUNDAMENTO: O diabete melito tipo 2 (DM2) é um fator de risco isolado para coronariopatia, principalmente quando associado à microalbuminúria (MA). Alterações estruturais e funcionais das lipoproteínas não são totalmente esclarecidas nesse contexto. OBJETIVO: Avaliar a transferência de lípides para HDL (T) em pacientes DM2 e a associação com a presença da MA e com o tratamento com estatina ou insulina. MÉTODOS: Estudamos 33 pacientes com DM2 e 34 controles pareados para idade. Uma nanoemulsão lipídica artificial radiomarcada com ³H-Triglicéride (TG) e 14C-colesterol livre (CL) ou ³H-colesterol éster (CE) e 14C-fosfolípide (FL) foi incubada com plasma. A nanoemulsão e as lipoproteínas foram precipitadas, exceto a HDL, que teve sua radioatividade contada. RESULTADOS: A TFL (%) foi maior no grupo com DM2 que no grupo-controle (25,2±3,2 e 19,7±3,2 respectivamente; p < 0,001), assim como a TCL (%): 9,1±2,7 e 6,3±1,5 respectivamente; p < 0,001. O diagnóstico de MA não se associou a mudanças da propriedade de transferência. O uso da insulina associou-se à menor TFL (%): 23,5±2,1 contra 26,1±3,3; p = 0,018. Já o uso da estatina associou-se à queda de todas – TCE (%): 3,5±0,9; TFL (%):23,8±2,0; TTG (%): 3,9±0,8; TCL (%):7,4±1,3 – quando comparado ao grupo que não usava estatina (TCE (%):5,9±2,4; TFL (%):26,9±3,6; TTG (%):6,4±2,2; TCL (%):11,1±2,6). CONCLUSÃO: O DM2 aumentou a transferência de lípides de superfície para HDL, enquanto o uso de estatina diminuiu todas as transferências de lípides. A presença de MA não se associou às alterações das transferências de lípides.

  • albuminúria
  • Colesterol- HDL
  • diabete melito tipo 2
  • inibidores de hidroximetilglutaril-CoA redutase
  • insulina
  • Lipoproteínas
  • nefropatias diabéticas
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06/04/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000200005

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Noya-Rabelo MM, Souza O. Ecos do Passado: A Intrigante Ligação entre a Doença de Chagas e a Insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(5):e20250295.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Noya-Rabelo, Marcia M.; Souza, Olga. Ecos do Passado: A Intrigante Ligação entre a Doença de Chagas e a Insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 5, e20250295, jul. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Noya-Rabelo, M. M., & Souza, O. (2025). Ecos do Passado: A Intrigante Ligação entre a Doença de Chagas e a Insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(5), e20250295.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Noya-Rabelo, Marcia M. and Souza, Olga. Ecos do Passado: A Intrigante Ligação entre a Doença de Chagas e a Insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 5, [citado 2026-10-14], e20250295. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecos-do-passado-a-intrigante-ligacao-entre-a-doenca-de-chagas-e-a-insulina/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barbosa-Ferreira JM, Ortiz JV, Pessoa FG, Barbosa MGV, Guerra JAO, Couceiro KN, Silva MRH, et al. Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(5):e20240621.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa-Ferreira, João Marcos; Ortiz, Jessica Vanina; Pessoa, Fernanda Gallinaro; Barbosa, Maria das Graças Vale; Guerra, Jorge Augusto de Oliveira; Couceiro, Kátia do Nascimento; Silva, Mônica Regina Hosannah e; Monteiro, Matheus Martins; Fonseca, Keila Cardoso Barbosa; Ramires, Felix Alvarez; Ianni, Barbara Maria; Mady, Charles; Fernandes, Fábio. Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 5, e20240621, maio. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa-Ferreira, J. M., Ortiz, J. V., Pessoa, F. G., Barbosa, M. G. V., Guerra, J. A. O., Couceiro, K. N., Silva, M. R. H. , Monteiro, M. M., Fonseca, K. C. B., Ramires, F. A., Ianni, B. M., Mady, C., & Fernandes, F. (2025). Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(5), e20240621.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa-Ferreira, João Marcos and Ortiz, Jessica Vanina and Pessoa, Fernanda Gallinaro and Barbosa, Maria das Graças Vale and Guerra, Jorge Augusto de Oliveira and Couceiro, Kátia do Nascimento and Silva, Mônica Regina Hosannah e and Monteiro, Matheus Martins and Fonseca, Keila Cardoso Barbosa and Ramires, Felix Alvarez and Ianni, Barbara Maria and Mady, Charles and Fernandes, Fábio. Redução dos Níveis de Insulina em Pacientes com Doença de Chagas Aguda na Amazônia Brasileira Tratados com Benznidazol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 5, [citado 2026-10-14], e20240621. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-dos-niveis-de-insulina-em-pacientes-com-doenca-de-chagas-aguda-na-amazonia-brasileira-tratados-com-benznidazol/>. ISSN 0066-782X

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Petto J, Vasques LMR, Pinheiro RL, Giesta BA, Santos ACN, Gomes Neto M, Ladeia AMT, et al. Comparação da Lipemia Pós-Prandial de Mulheres que Utilizam e Não Utilizam Contraceptivo Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(3):245-50.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Petto, Jefferson; Vasques, Leila Monique Reis; Pinheiro, Renata Leão; Giesta, Beatriz de Almeida; Santos, Alan Carlos Nery dos; Gomes Neto, Mansueto; Ladeia, Ana Marice Teixeira. Comparação da Lipemia Pós-Prandial de Mulheres que Utilizam e Não Utilizam Contraceptivo Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 3, p. 245-250, jun. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Petto, J., Vasques, L. M. R., Pinheiro, R. L., Giesta, B. A., Santos, A. C. N. , Gomes Neto, M., & Ladeia, A. M. T. (2014). Comparação da Lipemia Pós-Prandial de Mulheres que Utilizam e Não Utilizam Contraceptivo Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(3), 245-250.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Petto, Jefferson and Vasques, Leila Monique Reis and Pinheiro, Renata Leão and Giesta, Beatriz de Almeida and Santos, Alan Carlos Nery dos and Gomes Neto, Mansueto and Ladeia, Ana Marice Teixeira. Comparação da Lipemia Pós-Prandial de Mulheres que Utilizam e Não Utilizam Contraceptivo Oral. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 245-250. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comparacao-da-lipemia-pos-prandial-de-mulheres-que-utilizam-e-nao-utilizam-contraceptivo-oral/>. ISSN 0066-782X

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Feitosa-Filho GS, Seydell TM, Feitosa ACR, Maranhão RC, Ramires JAF. Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(2):100-6.

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Feitosa-Filho, Gilson Soares; Seydell, Talita de Mattos; Feitosa, Alina Coutinho Rodrigues; Maranhão, Raul Cavalcante; Ramires, José Antônio Franchini. Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 2, p. 100-106, abr. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Feitosa-Filho, G. S., Seydell, T. M., Feitosa, A. C. R., Maranhão, R. C., & Ramires, J. A. F. (2009). Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(2), 100-106.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Feitosa-Filho, Gilson Soares and Seydell, Talita de Mattos and Feitosa, Alina Coutinho Rodrigues and Maranhão, Raul Cavalcante and Ramires, José Antônio Franchini. Transferências lipídicas para HDL em diabéticos tipo 2: associações com microalbuminúria, estatina e insulina. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 100-106. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/transferencias-lipidicas-para-hdl-em-diabeticos-tipo-2-associacoes-com-microalbuminuria-estatina-e-insulina/>. ISSN 0066-782X

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