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  2. Palavra-chave: Telemedicina/tendências
ABC
Artigo Original

Otimização da Terapia de Reperfusão no Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST por Meio de Telemedicina Baseada no WhatsApp®

Alessandra Batista Teixeira et al. Leonardo Fiaschi Zancaner Fernando Fonseca de França Ribeiro José Paulo Pintyá … André Schmidt Benedito Carlos Maciel José Antônio Marin Neto Carlos Henrique Miranda

Resumo

Fundamento

Cerca de 40% dos pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST) no Brasil não recebem terapia de reperfusão.

Objetivo

A utilização de uma rede de telemedicina baseada no WhatsApp® poderia aumentar a porcentagem de pacientes que recebem terapia de reperfusão.

Métodos

Estudo transversal do tipo antes e depois da organização de uma rede de telemedicina para envio e análise do eletrocardiograma através do WhatsApp® dos pacientes suspeitos de IAMCSST oriundos dos 25 municípios integrantes do Departamento Regional de Saúde de Ribeirão Preto (DRS−XIII), para hospital terciário que poderia autorizar a transferência imediata do paciente utilizando o mesmo sistema. O desfechos analisados foram a porcentagem de pacientes que receberam terapia de reperfusão e a taxa de mortalidade intra-hospitalar. Considerou-se valor de p <0,05 como estatisticamente significativo.

Resultados

Foram comparados 82 pacientes antes desta rede (1º de fevereiro de 2016 a 31 de janeiro de 2018) com 196 pacientes depois da implantação da mesma (1º de fevereiro de 2018 a 31 de janeiro de 2020). Após a implantação da rede, houve aumento significativo da proporção de pacientes que receberam terapia de reperfusão (60% vs. 92%), risco relativo (RR): 1,594 [intervalo de confiança (IC) 95% 1,331 – 1,909], p <0,0001 e redução da mortalidade intra-hospitalar (13,4% vs. 5,6%), RR: 0,418 [IC 95% 0,189 – 0,927], p = 0,028.

Conclusão

Rede de telemedicina baseada no WhatsApp® associou-se a aumento da porcentagem de pacientes com IAMCSST que receberam terapia de reperfusão e a redução na mortalidade intra-hospitalar.

  • Infarto do Miocárdio com Supra Desnível do Segmento ST (IAMCSST
  • Reperfusão/terapia
  • Síndrome Coronariana Aguda
  • Telemedicina/tendências
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07/02/2022 DOI: 10.36660/abc.20201243
Figura 1
ABC
Ponto de Vista

Síndromes Coronarianas Agudas no Contexto Atual da Pandemia COVID-19

Raphael Boesche Guimarães et al. Breno Falcão Ricardo Alves Costa Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes … Roberto Vieira Botelho Ricardo Petraco Rogério Sarmento-Leite

Introdução

A COVID-19, descrita inicialmente no final de 2019 na China, pode, nas formas graves, cursar como pneumonia atípica e síndrome do desconforto respiratório grave. Classificada em fevereiro de 2020 como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem determinado importantes repercussões clínicas, sociais, políticas e econômicas, deixando marcas, consequências e aprendizados. A sociedade como um todo teve que se adaptar à uma nova realidade. Hospitais precisaram reescrever suas rotinas e procedimentos operacionais. A criação de cuidados especiais para evitar a disseminação interna dos vetores de contaminação tornou-se imperativa. Unidades dedicadas à COVID foram montadas, e ações protocolares de biossegurança foram instaladas. Recursos humanos, materiais e financeiros foram alocados no intuito de proporcionar a melhor qualidade assistencial possível, sem prejuízo à segurança das equipes.

O isolamento social, principal forma de conter a disseminação da doença, permitiu, em algumas localidades, o “achatamento da curva”, evitando o esgotamento total do sistema de saúde. No entanto, ainda é uma incógnita a extensão de duração da doença, risco de contágio e manutenção de todos os cuidados.

[…]

  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Infarto Agudo do Miocárdio/prevenção e controle
  • Pandemia
  • Quarentena
  • Síndrome Coronariana Aguda / complicações
  • Telemedicina/tendências
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03/07/2020 DOI: 10.36660/abc.20200358
ABC
Ponto de Vista

Ecos da Diretriz de Telecardiologia

Silvio Henrique Barberato et al. Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes

A ecocardiografia tem um papel estabelecido no diagnóstico, avaliação prognóstica e orientação terapêutica em diversas doenças cardiovasculares. O grande desenvolvimento tecnológico nas últimas décadas permitiu a digitalização e padronização de imagens médicas (DICOM), miniaturização de equipamentos de ecocardiografia (ultrassom cardíaco portátil) e a transferência de imagens pela Internet. Neste cenário, estratégias de utilização da ecocardiografia associada à telemedicina, denominada tele-ecocardiografia, tem sido empregadas no âmbito da pesquisa clínica com o apoio de teleconsultoria para revisão remota por experts, em tempo real ou após armazenamento e envio das imagens. Em reconhecimento às demandas geradas pela transformação digital ora em curso na saúde, a Sociedade Brasileira de Cardiologia publicou recentemente a Diretriz de Telemedicina em Cardiologia. O documento reconhece a tele-ecocardiografia como estratégia utilizável na detecção precoce de cardiopatia congênita em recém-nascidos e na triagem para detecção precoce de casos subclínicos de cardiopatia reumática em crianças e adolescentes (ambas recomendadas como classe de indicação IIa, nível de evidência B). Além disso, evoca potencial aplicação na atenção primária à saúde, em locais remotos, onde poderia permitir a detecção precoce de casos de cardiopatia e auxiliar na priorização de encaminhamentos para o cuidado especializado (classe de indicação IIb, nível de evidência C). Deve-se ressaltar que tais recomendações são feitas dentro das condições de emprego regular do método no Brasil, o que incluiria a necessidade de médicos nas duas pontas, ou seja, na execução e interpretação do exame. O texto da Diretriz faz ressalva explícita em relação à necessidade de regulação e previsão legal da participação de outros profissionais na realização de procedimentos diagnósticos (no caso, obtenção de imagens ecocardiográficas por não médicos), atualmente não permitida pela legislação do país.

Nos últimos anos, a tele-ecocardiografia permitiu estender a aplicação do método para indivíduos em locais geograficamente distantes, como por exemplo, comunidades rurais remotas ou até o espaço. Denomina-se área rural remota aquela na qual 50% da população local necessita de pelo menos 45 a 60 minutos de viagem em veículo automotor para atingir um centro populacional com pelo menos 50 mil habitantes. Diversas situações foram testadas experimentalmente, com o estudo ecocardiográfico focado realizado por médicos não cardiologistas,, não médicos,, ou dispositivos robóticos operados à distância, combinado à interpretação remota por cardiologistas ecocardiografistas.

[…]

  • Capacitação
  • Diagnóstico por Imagem
  • Doenças Cardiovasculares
  • Ecocardiografia/ métodos
  • Interpretação de Imagem Assistida por Computador
  • Robótica/tendências
  • Telemedicina/tendências
  • Telemonitoramento
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10/02/2020 DOI: 10.36660/abc.20190720 Visualizações 1
ABC
Editorial

Economia Comportamental e Adesão à Inovação: Construindo Novas Habilidades para Superar Barreiras ao Cuidado Mediado pela Tecnologia

Alexandre Siciliano Colafranceschi

Introdução

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou recentemente uma nova resolução sobre o uso da telemedicina no Brasil. A resolução número 2227 de 2018, que estabelece os critérios para o uso da telemedicina, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 6 de fevereiro de 2019. Essa nova resolução, que definiu a telemedicina como uma maneira de oferecer serviços médicos por meio da tecnologia, é bem mais agressiva que a anterior publicada em 2002. Essa limitava o uso da telemedicina a consultas médicas realizadas por telefone ou internet, e exigia a presença de um profissional da saúde em cada uma das pontas do canal de comunicação. A resolução atual expandiu o conceito da telemedicina em prover soluções tecnológicas para o monitoramento e tratamento remoto (prescrição de medicamentos e intervenções cirúrgicas) dos pacientes, e análise de resultados laboratoriais. Contudo, logo após sua divulgação, o novo documento causou intensa discussão pública sobre o tema, dividindo partes a favor e contra a prática da telemedicina em todo o país. O debate foi tão intenso, que o Conselho Federal de Medicina revogou a resolução, conforme publicado do DOU em 6 de março de 2019.

A revogação da resolução após intensa discussão da sociedade indica os grandes desafios acerca da implementação no Brasil do cuidado em saúde mediado pela tecnologia. Esse debate não deveria ser o fim, e sim o início de uma mobilização social para remodelar o uso da tecnologia conectada na saúde no país. Para vencer as barreiras à adesão do cuidado mediado por tecnologia no Brasil, deve-se compreender melhor a posição das partes interessadas, bem como considerar o meio político e cultura, as bases legais e éticas, e a infraestrutura de tecnologia disponível.

[…]

  • Política Nacional de Ciência
  • Tecnologia e Inovação em Saúde
  • Telemedicina/economia
  • Telemedicina/legislação e jurisprudência
  • Telemedicina/métodos
  • Telemedicina/tendências
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04/11/2019 DOI: 10.5935/abc.20190216 Visualizações 1
ABC
Viewpoint

Telemedicina e a Relação Médico-Paciente

Protásio Lemos da Luz

Introdução

Há 8 anos, A.C, um simpático italiano, recebeu stents coronários. Há mais ou menos 3 meses passou a ter dificuldade respiratória progressiva com sensação de aperto no peito; perda de apetite e emagreceu 4 kg, mas continuou trabalhando com boa disposição. Estivera em duas consultas hospitalares prévias, nas quais foi informado de que o pulmão estava normal, com base na radiografia. Não haviam chegado a diagnóstico definitivo, e por isso veio ao consultório. Sua aparência geral era normal; nada na inspeção denotava anormalidade. Apresentava sinais vitais normais; não tinha palidez que sugerisse anemia. Os exames de pulmões, coração, abdômen e membros inferiores eram normais, bem como o eletrocardiograma (ECG) de repouso. À palpação do pescoço, percebi uma massa na face lateral esquerda. Exames subsequentes comprovaram que se tratava de tumor que comprimia a traqueia, o que explicava sua dificuldade respiratória. Esse é um típico exemplo de caso em que exame clínico completo encaminha o diagnóstico. Isso não seria possível com a telemedicina (TM), pois a simples inspeção não dava pistas, e a história clínica sugeria várias possibilidades, tais como doença cardíaca, pulmonar, descompensação diabética, uremia ou anemia.

Atualmente, há um grande debate, tanto no nível de sistema de saúde quanto no plano individual sobre TM. Tecnologias de telecomunicação são usadas há muito tempo no ensino, na ciência, na formação de consórcios para estudo de doenças, na transmissão de procedimentos médicos diagnósticos ou terapêuticos, na interpretação de imagem entre especialistas, em teleconferência com eficiência indiscutível, e não serão considerados aqui.

[…]

  • Cuidados Médicos
  • Humanismo
  • Participação do Paciente
  • Redução dos Custos
  • Relações Médico-Paciente
  • Telemedicina/tendências
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190117 Visualizações 1
ABC
Editorial

Carga Econômica das Doenças Cardiovasculares no Brasil: A Telemedicina ou o Contato Telefônico Estruturado são a Solução?

Suzana Alves da Silva et al. Pedro Paulo Magalhães Chrispim Yang Ting Ju Ary Ribeiro

O estudo de Stevens et al., resulta de um projeto da Delloite Consultoria financiado pela Novartis com o objetivo de estimar a carga econômica que insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, fibrilação atrial e hipertensão arterial sistêmica (HAS) impõem aos países da América Latina e apresentar os resultados de custo-efetividade da telemedicina e do contato telefônico estruturado como intervenções com potencial de amenizá-la. Seu foco nesta publicação é apresentar os resultados da avaliação considerando o cenário brasileiro.

Este estudo nos oferece a oportunidade de refletir sobre importantes questões relacionadas à qualidade, interpretação e aplicabilidade de estudos econômicos. Tais estudos têm ganhado cada vez mais relevância na incorporação/desincorporação de tecnologias, desenvolvimento de políticas de saúde e de programas de melhoria de qualidade assistencial. Além disso, são frequentemente utilizados em outros países como base de processos decisórios, embora isso ainda não seja uma rotina no Brasil.

[…]

  • Custo-Efetividade
  • Doenças Cardiovasculares
  • Gestão da Qualidade
  • Políticas de Saúde
  • Telefone/tendências
  • Telemedicina/tendências
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01/07/2018 DOI: 10.5935/abc.20180136

Como citar este artigo

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Teixeira AB, Zancaner LF, Ribeiro FFF, Pintyá JP, Schmidt A, Maciel BC, Marin Neto JA, et al. Otimização da Terapia de Reperfusão no Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST por Meio de Telemedicina Baseada no WhatsApp®. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;118(3):556-64.

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Teixeira, Alessandra Batista; Zancaner, Leonardo Fiaschi; Ribeiro, Fernando Fonseca de França; Pintyá, José Paulo; Schmidt, André; Maciel, Benedito Carlos; Marin Neto, José Antônio; Miranda, Carlos Henrique. Otimização da Terapia de Reperfusão no Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST por Meio de Telemedicina Baseada no WhatsApp®. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 118, n. 3, p. 556-564, fev. 2022.

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Teixeira, A. B., Zancaner, L. F., Ribeiro, F. F. F., Pintyá, J. P., Schmidt, A., Maciel, B. C., Marin Neto, J. A., & Miranda, C. H. (2022). Otimização da Terapia de Reperfusão no Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST por Meio de Telemedicina Baseada no WhatsApp®. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 118(3), 556-564.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Teixeira, Alessandra Batista and Zancaner, Leonardo Fiaschi and Ribeiro, Fernando Fonseca de França and Pintyá, José Paulo and Schmidt, André and Maciel, Benedito Carlos and Marin Neto, José Antônio and Miranda, Carlos Henrique. Otimização da Terapia de Reperfusão no Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST por Meio de Telemedicina Baseada no WhatsApp®. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 118, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 556-564. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/otimizacao-da-terapia-de-reperfusao-no-infarto-agudo-do-miocardio-com-supradesnivel-do-segmento-st-por-meio-de-telemedicina-baseada-no-whatsapp/>. ISSN 0066-782X

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Guimarães RB, Falcão B, Costa RA, Lopes MACQ, Botelho RV, Petraco R, Sarmento-Leite R, et al. Síndromes Coronarianas Agudas no Contexto Atual da Pandemia COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(6):1067-71.

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Guimarães, Raphael Boesche; Falcão, Breno; Costa, Ricardo Alves; Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga; Botelho, Roberto Vieira; Petraco, Ricardo; Sarmento-Leite, Rogério. Síndromes Coronarianas Agudas no Contexto Atual da Pandemia COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 6, p. 1067-1071, jul. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Guimarães, R. B., Falcão, B., Costa, R. A., Lopes, M. A. C. Q., Botelho, R. V., Petraco, R., & Sarmento-Leite, R. (2020). Síndromes Coronarianas Agudas no Contexto Atual da Pandemia COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(6), 1067-1071.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guimarães, Raphael Boesche and Falcão, Breno and Costa, Ricardo Alves and Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga and Botelho, Roberto Vieira and Petraco, Ricardo and Sarmento-Leite, Rogério. Síndromes Coronarianas Agudas no Contexto Atual da Pandemia COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1067-1071. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sindromes-coronarianas-agudas-no-contexto-atual-da-pandemia-covid-19/>. ISSN 0066-782X

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Barberato SH, Lopes MACQ. Ecos da Diretriz de Telecardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;114(1):130-2.

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Barberato, Silvio Henrique; Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga. Ecos da Diretriz de Telecardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, n. 1, p. 130-132, fev. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barberato, S. H., & Lopes, M. A. C. Q. (2020). Ecos da Diretriz de Telecardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 114(1), 130-132.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barberato, Silvio Henrique and Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga. Ecos da Diretriz de Telecardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 114, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 130-132. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecos-da-diretriz-de-telecardiologia/>. ISSN 0066-782X

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Colafranceschi AS. Economia Comportamental e Adesão à Inovação: Construindo Novas Habilidades para Superar Barreiras ao Cuidado Mediado pela Tecnologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(4):664-6.

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Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Economia Comportamental e Adesão à Inovação: Construindo Novas Habilidades para Superar Barreiras ao Cuidado Mediado pela Tecnologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 4, p. 664-666, nov. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Colafranceschi, A. S. (2019). Economia Comportamental e Adesão à Inovação: Construindo Novas Habilidades para Superar Barreiras ao Cuidado Mediado pela Tecnologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(4), 664-666.

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Colafranceschi, Alexandre Siciliano. Economia Comportamental e Adesão à Inovação: Construindo Novas Habilidades para Superar Barreiras ao Cuidado Mediado pela Tecnologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 664-666. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/economia-comportamental-e-adesao-a-inovacao-construindo-novas-habilidades-para-superar-barreiras-ao-cuidado-mediado-pela-tecnologia/>. ISSN 0066-782X

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Luz PL. Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):100-2.

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Luz, Protásio Lemos da. Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 100-102, ago. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Luz, P. L. (2019). Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 100-102.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Luz, Protásio Lemos da. Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 100-102. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/telemedicina-e-a-relacao-medico-paciente/>. ISSN 0066-782X

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Silva SA, Chrispim PPM, Ju YT, Ribeiro A. Carga Econômica das Doenças Cardiovasculares no Brasil: A Telemedicina ou o Contato Telefônico Estruturado são a Solução?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;111(1):37-8.

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Silva, Suzana Alves da; Chrispim, Pedro Paulo Magalhães; Ju, Yang Ting; Ribeiro, Ary. Carga Econômica das Doenças Cardiovasculares no Brasil: A Telemedicina ou o Contato Telefônico Estruturado são a Solução?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 111, n. 1, p. 37-38, jun. 2018.

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Silva, S. A. , Chrispim, P. P. M., Ju, Y. T., & Ribeiro, A. (2018). Carga Econômica das Doenças Cardiovasculares no Brasil: A Telemedicina ou o Contato Telefônico Estruturado são a Solução?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 111(1), 37-38.

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Silva, Suzana Alves da and Chrispim, Pedro Paulo Magalhães and Ju, Yang Ting and Ribeiro, Ary. Carga Econômica das Doenças Cardiovasculares no Brasil: A Telemedicina ou o Contato Telefônico Estruturado são a Solução?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 111, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 37-38. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/carga-economica-das-doencas-cardiovasculares-no-brasil-a-telemedicina-ou-o-contato-telefonico-estruturado-sao-a-solucao/>. ISSN 0066-782X

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