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Figura 1
ABC
Carta Científica

Corrente de Sobrevivência à COVID-19

Sergio Timerman et al. Helio Penna Guimarães Carlos Eduardo Rochitte Thatiane Facholi Polastri Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes

Sumário

O termo Corrente de Sobrevivência fornece uma metáfora útil para os elementos do conceito de atendimento às vítimas da COVID 19. Seus cinco elos são:

Uma forte Corrente de Sobrevivência pode melhorar as chances de sobrevivência e recuperação para as vítimas da COVID-19.

[…]

  • Betacoronavírus
  • Coronavírus
  • COVID-19
  • Cuidados Médicos
  • Medicina Baseada em Evidência
  • Sobrevivência
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01/03/2021 DOI: 10.36660/abc.20201171 Visualizações 1
ABC
Editorial

Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho

Roberto Coury Pedrosa

Eventos cardiovasculares, principalmente o infarto agudo do miocárdio, são as principais causas de morte no Brasil. Em alguns países europeus (por exemplo, França, Portugal, Itália), as taxas de mortalidade em 30 dias por infarto diminuíram nas últimas décadas, chegando a valores tão baixos quanto 3% a 5%. Isso reflete a organização da logística da saúde, incluindo atendimento pré-hospitalar, protocolos unificados, treinamento, regulação central e compromisso com o atendimento. No Brasil, as taxas de mortalidade em 30 dias variam de 3% a 5% em centros avançados e 30% naqueles centros nos quais o atendimento não aplica as diretrizes recomendadas. Essa disparidade geralmente reflete um sistema de saúde pública ainda deficiente que carece de fluxogramas diagnósticos, protocolos institucionais, regulação central ou profissionais capazes de interpretar o diagnóstico de infarto utilizando um eletrocardiograma (ECG). Infelizmente, ainda verificamos que muitos centros carecem de equipamentos nos setores de emergência (desfibrilador, materiais de intubação, ventiladores, eletrocardiografias, drogas vasoativas, monitores cardíacos, marcapassos temporários e drogas fibrinolíticas) e unidades coronarianas, além da falta de profissionais qualificados para fornecer o melhor tratamento.

O reconhecimento de que as síndromes coronarianas agudas (SCA) constituem uma doença heterogênea em relação ao prognóstico foi fundamental para a correta identificação de indivíduos de maior risco, que necessitam de intervenção mais intensiva. Foi demonstrado que nem todos os pacientes com SCA pertencem a categorias de risco alto ou muito alto; há uma porcentagem considerável composta por pacientes jovens sem fatores de risco clássicos que podem ser adequadamente classificados em categorias de risco intermediário ou mesmo baixo. Portanto, é importante identificar os pacientes de maior risco que necessitam de tratamento mais intensivo. Estudos clínicos importantes contribuíram para a evolução da abordagem em pacientes com SCA. – Atualmente, o foco emergente no envolvimento de fatores socioeconômicos no risco cardiovascular tem sido constantemente relatado.

[…]

  • Cuidados Médicos
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Equipamentos para Diagnóstico
  • Infarto Do Miocárdio
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Medição de Risco
  • Organização e Administração
  • Saúde Pública
  • Síndrome Coronariana Aguda
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28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200758 Visualizações 1
ABC
Viewpoint

Telemedicina e a Relação Médico-Paciente

Protásio Lemos da Luz

Introdução

Há 8 anos, A.C, um simpático italiano, recebeu stents coronários. Há mais ou menos 3 meses passou a ter dificuldade respiratória progressiva com sensação de aperto no peito; perda de apetite e emagreceu 4 kg, mas continuou trabalhando com boa disposição. Estivera em duas consultas hospitalares prévias, nas quais foi informado de que o pulmão estava normal, com base na radiografia. Não haviam chegado a diagnóstico definitivo, e por isso veio ao consultório. Sua aparência geral era normal; nada na inspeção denotava anormalidade. Apresentava sinais vitais normais; não tinha palidez que sugerisse anemia. Os exames de pulmões, coração, abdômen e membros inferiores eram normais, bem como o eletrocardiograma (ECG) de repouso. À palpação do pescoço, percebi uma massa na face lateral esquerda. Exames subsequentes comprovaram que se tratava de tumor que comprimia a traqueia, o que explicava sua dificuldade respiratória. Esse é um típico exemplo de caso em que exame clínico completo encaminha o diagnóstico. Isso não seria possível com a telemedicina (TM), pois a simples inspeção não dava pistas, e a história clínica sugeria várias possibilidades, tais como doença cardíaca, pulmonar, descompensação diabética, uremia ou anemia.

Atualmente, há um grande debate, tanto no nível de sistema de saúde quanto no plano individual sobre TM. Tecnologias de telecomunicação são usadas há muito tempo no ensino, na ciência, na formação de consórcios para estudo de doenças, na transmissão de procedimentos médicos diagnósticos ou terapêuticos, na interpretação de imagem entre especialistas, em teleconferência com eficiência indiscutível, e não serão considerados aqui.

[…]

  • Cuidados Médicos
  • Humanismo
  • Participação do Paciente
  • Redução dos Custos
  • Relações Médico-Paciente
  • Telemedicina/tendências
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08/08/2019 DOI: 10.5935/abc.20190117 Visualizações 1
ABC
Revisão

Esporte competitivo na criança e no adolescente – exame pré-participação: eletrocardiograma obrigatório?

Cláudio Aparício Silva Baptista et al. Antonio Foronda Luciana de Pádua Silva Baptista

o crescente engajamento de crianças e adolescentes, na faixa etária de 7 a 17 anos, para a prática de esportes competitivos, exige cuidados médicos preventivos. o exame pré-participação (epp) requer o conhecimento médico adequado para a sua segura liberação. recentes acontecimentos de mortes súbitas, relacionados à prática esportiva, têm suscitado questões quanto à necessidade de avaliação médica baseada em exames complementares, os quais, devido à demora para sua realização, podem causar desmotivação e até o abandono do esporte por parte dos praticantes. este estudo de revisão, acrescido de dados colhidos por 30 anos no centro olímpico de treinamento e pesquisa (cotp) da secretaria municipal de esportes de são paulo – local de detecção, inclusão social e formação de futuros atletas -, objetiva a necessidade do envolvimento de entidades médicas na elaboração de um protocolo de epp, inserido na realidade brasileira, para a avaliação cardiovascular dessa população. por não dispormos de uma normativa, nos baseamos em protocolos estabelecidos por outros países para nos respaldarmos com informações, apesar de termos definido individualmente a conduta a ser tomada.

  • Adolescente
  • Criança
  • Cuidados Médicos
  • Esportes
  • exames médicos
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13/10/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000800019 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Timerman S, Guimarães HP, Rochitte CE, Polastri TF, Lopes MACQ. Corrente de Sobrevivência à COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(2):351-4.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Timerman, Sergio; Guimarães, Helio Penna; Rochitte, Carlos Eduardo; Polastri, Thatiane Facholi; Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga. Corrente de Sobrevivência à COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 2, p. 351-354, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Timerman, S., Guimarães, H. P., Rochitte, C. E., Polastri, T. F., & Lopes, M. A. C. Q. (2021). Corrente de Sobrevivência à COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(2), 351-354.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Timerman, Sergio and Guimarães, Helio Penna and Rochitte, Carlos Eduardo and Polastri, Thatiane Facholi and Lopes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga. Corrente de Sobrevivência à COVID-19. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 351-354. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/corrente-de-sobrevivencia-a-covid-19/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pedrosa RC. Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(2):226-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pedrosa, Roberto Coury. Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 2, p. 226-228, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pedrosa, R. C. (2020). Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(2), 226-228.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pedrosa, Roberto Coury. Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 226-228. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-competencia-prognostica-distinta-entre-modelo-clinico-e-anatomico-nas-sindromes-coronarianas-agudas-comparacao-por-tipo-de-desfecho/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Luz PL. Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(1):100-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Luz, Protásio Lemos da. Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 1, p. 100-102, ago. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Luz, P. L. (2019). Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(1), 100-102.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Luz, Protásio Lemos da. Telemedicina e a Relação Médico-Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 100-102. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/telemedicina-e-a-relacao-medico-paciente/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Baptista CAS, Foronda A, Baptista LPS. Esporte competitivo na criança e no adolescente – exame pré-participação: eletrocardiograma obrigatório?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;93(2):188-95.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Baptista, Cláudio Aparício Silva; Foronda, Antonio; Baptista, Luciana de Pádua Silva. Esporte competitivo na criança e no adolescente – exame pré-participação: eletrocardiograma obrigatório?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 2, p. 188-195, out. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Baptista, C. A. S., Foronda, A., & Baptista, L. P. S. (2009). Esporte competitivo na criança e no adolescente – exame pré-participação: eletrocardiograma obrigatório?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(2), 188-195.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Baptista, Cláudio Aparício Silva and Foronda, Antonio and Baptista, Luciana de Pádua Silva. Esporte competitivo na criança e no adolescente – exame pré-participação: eletrocardiograma obrigatório?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 93, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 188-195. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/esporte-competitivo-na-crianca-e-no-adolescente-exame-pre-participacao-eletrocardiograma-obrigatorio/>. ISSN 0066-782X

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