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  2. Palavra-chave: eletrofisiologia
Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?
ABC
Artigo Original

Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?

Afonso Dalmazio Souza Mario et al. Eduardo Pelegrineti Targueta Francisco Carlos da Costa Darrieux Alexandra Regia Dantas Brigido … Alberto Pereira Ferraz Muhieddine Omar Chokr Cristiano F. Pisani Mauricio Ibrahim Scanavacca

Resumo

Fundamento:

Pacientes com síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW) frequentemente desenvolvem fibrilação atrial (FA); no entanto, os fatores associados à ocorrência de FA permanecem incompletamente definidos.

Objetivos:

Avaliar a prevalência e os fatores associados à FA clínica e à FA induzida durante o estudo eletrofisiológico (EEF) em uma grande coorte consecutiva de pacientes com WPW submetidos à ablação de via acessória (VA).

Métodos:

Esta análise retrospectiva incluiu 845 pacientes consecutivos com WPW submetidos à ablação de VA em um único centro terciário de referência. Um protocolo padronizado de EEF foi aplicado durante todo o período do estudo. Os desfechos incluíram FA clínica (documentada por histórico médico ou monitorização antes do EEF), FA induzida no EEF e qualquer FA (desfecho composto). Modelos de regressão logística multivariável foram utilizados para estimar odds ratios ajustados (ORa) com intervalo de confiança de 95% (IC 95%). A significância estatística foi definida como p < 0,05.

Resultados:

A média de idade foi de 33,2 ± 15,9 anos, e 486 dos 845 pacientes (57,5%) eram do sexo masculino. Múltiplas VAs foram identificadas em 31 pacientes (3,7%). As localizações mais comuns das VAs foram lateral esquerda (327/845, 38,7%) e posterior (323/845, 38,2%). FA clínica esteve presente em 109 pacientes (12,9%), FA induzida no EEF em 77 (9,1%) e qualquer FA em 168 (19,9%). Nas análises multivariáveis, uma VA lateral esquerda esteve independentemente associada à FA clínica (ORa, 2,31; intervalo de confiança de 95% [IC 95%], 1,53-3,49; p < 0,001), enquanto uma VA posterior esteve associada à FA induzida no EEF (ORa, 1,78; IC 95%, 1,07-2,91; p = 0,025). O sexo feminino esteve associado a menores chances de FA induzida no EEF (ORa, 0,56; IC 95%, 0,34-0,93; p = 0,025). O aumento da idade esteve independentemente associado à FA clínica (ORa por ano, 1,018; p = 0,007) e a qualquer FA (ORa por ano, 1,014; p = 0,009).

Conclusão:

Nesta grande coorte de pacientes com WPW submetidos à ablação de VA, a localização lateral esquerda da VA e a maior idade estiveram independentemente associadas a maior prevalência de FA clínica. Em contraste, a localização posterior da VA e o sexo masculino estiveram associados a maior probabilidade de FA induzida no EEF.

  • Arritmias Cardíacas
  • eletrofisiologia
  • Fibrilação Atrial
  • Síndrome de Wolff-Parkinson-White
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17/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260001 Visualizações 1
ABC
Editorial

Registro do Sul do Brasil de Fibrilação Atrial (SBR-AF): Preditores de Recorrência de Arritmia Atrial Após a Primeira Ablação por Cateter

Muhieddine Omar Chokr

A fibrilação atrial (FA) tem se consolidado como um problema de saúde pública, afetando até 4% da população. Os pacientes acometidos apresentam aumento nas taxas de mortalidade, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca, bem como maior número de internações e piora na qualidade de vida.

O tratamento moderno dessa arritmia inclui o controle dos fatores de risco cardiovasculares, a prevenção de eventos cardioembólicos e o controle do ritmo cardíaco. Atualmente, entre as diferentes possibilidades terapêuticas, a ablação por radiofrequência se estabeleceu como a terapia de eleição, apresentando os melhores resultados no manejo dessa condição clínica. Na forma paroxística da FA, gatilhos provenientes das veias pulmonares são, na maioria dos casos, os responsáveis por deflagrar a arritmia. Por outro lado, na forma persistente, diferentes mecanismos eletrofisiológicos estão envolvidos, tornando a estratégia de tratamento invasivo mais complexa com o aumento do tempo de evolução da doença.

[…]

  • Brasil
  • eletrofisiologia
  • Fibrilação Atrial
  • Sistema de Registros
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10/02/2025 DOI: 10.36660/abc.20240871 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Carta ao Editor

Ablação Septal com Radiofrequência e Uso de Novas Tecnologias em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica no Laboratório de Eletrofisiologia

Muhieddine Chokr et al. Marina Mayrink Pedro Mario Pinto Vandoni Pedro Vieira Linhares … Italo Bruno dos Santos Sousa Hélio José Castello Júnior Mauricio Scanavacca

Prezado Editor,

Lemos com grande interesse o artigo “Ablação septal com cateteres e radiofrequência guiada pela ecocardiografia para tratamento de pacientes com cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (CHO): Experiência inicial”, publicado recentemente por Valdigem et al. nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia.

[…]

  • Ablação por Radiofrequência
  • Cardiomiopatia Hipertrófica
  • eletrofisiologia
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21/10/2022 DOI: 10.36660/abc.20220143
Figura 1
ABC
Artigo Original

Amplitude das Ondas F como Preditor de Tromboembolismo e de Sucesso da Cardioversão Elétrica em Pacientes com Fibrilação Atrial Persistente

Renan Teixeira Campelo et al. Luciana Armaganijan Dalmo A. R. Moreira Matheus Kiszka Scheffer … Guilherme Dagostin de Carvalho João Italo Dias França

Resumo

Fundamento

A fibrilação atrial (FA) é classificada, de acordo com a amplitude das ondas fibrilatórias (f), em ondas finas (FAf) e ondas grossas (FAg).

Objetivos

Correlacionar a amplitude das ondas f com variáveis clínicas, laboratoriais, eletrocardiográficas e ecocardiográficas que indiquem alto risco de tromboembolismo e avaliar o seu impacto no sucesso da cardioversão elétrica (CVE).

Métodos

Estudo retrospectivo, observacional, que incluiu 57 pacientes com FA não valvar persistente submetidos a CVE. A amplitude máxima das ondas f foi aferida na derivação V1. FAg foi definida quando f≥1,0 mm e FAf quando f<1,0mm. Os achados foram correlacionados com as variáveis indicadas. Valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Resultados

FAg (n=35) associou-se a maior sucesso na CVE (94,3% vs. 72,7%, p=0,036) mesmo após ajuste para variáveis como idade e IMC (p=0,026, OR=11,8). Pacientes com FAf (n=22) necessitaram mais choques e maior energia para reversão ao ritmo sinusal (p=0,019 e p=0,027, respectivamente). Não houve associação significativa entre a amplitude das ondas f e parâmetros clínicos, ecocardiográficos e laboratoriais.

Conclusões

A amplitude de f não se associou a parâmetros ecocardiográficos, clínicos e laboratoriais que indicam alto risco de tromboembolismo. FAg associou-se a maior chance de sucesso na reversão ao ritmo sinusal por meio da CVE. Maior número de choques e energia foram necessários para reversão ao ritmo sinusal em pacientes com FAf.

  • Eletrocardiografia
  • eletrofisiologia
  • Fibrilação Atrial
  • Tromboembolia
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15/09/2022 DOI: 10.36660/abc.20210410 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Editorial

O Legado do Professor Eduardo Sosa

José Antonio Franchini Ramires et al. Cesar Grupi Mauricio Ibrahim Scanavacca

Breve História

Eduardo Argentino Sosa nasceu em Corrientes, Argentina, em 25 de janeiro de 1942. Iniciou o curso de medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nacional do Nordeste, na sua cidade natal; no entanto, devido à situação política que afetava o funcionamento universitário na Argentina de então, transferiu-se para a Faculdade de Ciências Médicas de Córdoba e, posteriormente, para a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nacional do Litoral, na cidade de Rosário, onde concluiu o curso em abril de 1965.

Seu interesse pela cardiologia surgiu durante o internato, quando ficou fascinado pelos métodos diagnósticos existentes, tais como eletrocardiografia, vetocardiografia, fonomecanocardiografia e cateterismo cardíaco, que se iniciava na época. Daí surgiu o seu primeiro trabalho científico, apresentado na 1ᵃ Jornada Nacional de Cardiologia da Federação Argentina de Cardiologia, na cidade de Carlos Paz, em Córdoba, intitulado “Bloqueo de Rama Izquierda Intermitente. Estudo Fonográfico e Poligráfico”. Logo foi contratado como médico assistente do serviço de cardiologia, e lá conheceu Miguel Barbero Marcial, que se tornaria seu amigo pessoal e mudaria o rumo de sua vida.

[…]

  • Cardiologia
  • Docentes/história
  • Doenças Cardiovasculares
  • Eduardo Sosa
  • Eletrocardiografia
  • eletrofisiologia
  • Pesquisadores
  • Técnicas Eletrofisiológicas Cardíacas/tendências
  • Técnicas Eletrofisiológicas/tendências
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07/12/2020 DOI: 10.36660/abc.20201080
Efeitos da estimulação com corrente elétrica contínua pulsátil sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais: estudo experimental da fibrilação atrial em cães
ABC
Artigo Original

Efeitos da estimulação com corrente elétrica contínua pulsátil sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais: estudo experimental da fibrilação atrial em cães

Dalmo Antonio Ribeiro Moreira et al. Amanda Guerra Moraes Rego Sousa Paulo Valente Elizabete Hosri Leone

OBJETIVO: Avaliar se a estimulação atrial com corrente elétrica contínua pulsátil induz fibrilação atrial e os seus efeitos sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais e as alterações histológicas atriais. MÉTODOS: Foram submetidos à toracotomia lateral direita 22 cães e implantados eletrodos de marcapasso no sulcus terminalis (ST), apêndice atrial direito (ADb) e na região póstero-inferior do átrio esquerdo (AE); um par de eletrodos foi suturado na auriculeta direita para estimulação com bateria alcalina de 9 Volts conectada a uma sistema (LM 555) que transforma a energia contínua linear da bateria em corrente contínua pulsátil, durante 60 min. A biópsia epicárdica atrial foi realizada antes e após a estimulação atrial. RESULTADOS: Não foram observadas diferenças nas durações dos períodos refratários efetivos atriais. Os tempos de condução intra-atrial, interatrial, bem como dos extra-estímulos atriais também prolongaram-se. A duração dos eletrogramas atriais prolongou-se durante ritmo sinusal e estimulação atrial programada; em 68% dos cães a fibrilação atrial foi induzida e sustentou-se. Foram observados edema intersticial e bandas de contração celular no subepicárdio à microscopia óptica, e intensa desorganização miofibrilar e aumento do tamanho das mitocôndrias à microscopia eletrônica. CONCLUSÃO: Esta técnica de estimulação atrial induz fibrilação atrial e provoca modificações atriais que aumentam sua vulnerabilidade para o surgimento de fibrilação atrial.

  • Arritmia Cardíaca
  • eletrofisiologia
  • Fibrilação Atrial
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13/12/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001900006

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mario ADS, Targueta EP, Darrieux FCC, Brigido ARD, Ferraz AP, Chokr MO, Pisani CF, et al. Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(5):e20260001.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mario, Afonso Dalmazio Souza; Targueta, Eduardo Pelegrineti; Darrieux, Francisco Carlos da Costa; Brigido, Alexandra Regia Dantas; Ferraz, Alberto Pereira; Chokr, Muhieddine Omar; Pisani, Cristiano F.; Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 5, e20260001, jul. 2026.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mario, A. D. S., Targueta, E. P., Darrieux, F. C. C., Brigido, A. R. D., Ferraz, A. P., Chokr, M. O., Pisani, C. F., & Scanavacca, M. I. (2026). Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(5), e20260001.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mario, Afonso Dalmazio Souza and Targueta, Eduardo Pelegrineti and Darrieux, Francisco Carlos da Costa and Brigido, Alexandra Regia Dantas and Ferraz, Alberto Pereira and Chokr, Muhieddine Omar and Pisani, Cristiano F. and Scanavacca, Mauricio Ibrahim. Associação entre a Ocorrência de Fibrilação Atrial e a Síndrome de Wolff-Parkinson-White: A Predição é Possível?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 5, [citado 2026-10-14], e20260001. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/associacao-entre-a-ocorrencia-de-fibrilacao-atrial-e-a-sindrome-de-wolff-parkinson-white-a-predicao-e-possivel/>. ISSN 0066-782X

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Chokr MO. Registro do Sul do Brasil de Fibrilação Atrial (SBR-AF): Preditores de Recorrência de Arritmia Atrial Após a Primeira Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(1):e20240871.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chokr, Muhieddine Omar. Registro do Sul do Brasil de Fibrilação Atrial (SBR-AF): Preditores de Recorrência de Arritmia Atrial Após a Primeira Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 1, e20240871, fev. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chokr, M. O. (2025). Registro do Sul do Brasil de Fibrilação Atrial (SBR-AF): Preditores de Recorrência de Arritmia Atrial Após a Primeira Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(1), e20240871.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chokr, Muhieddine Omar. Registro do Sul do Brasil de Fibrilação Atrial (SBR-AF): Preditores de Recorrência de Arritmia Atrial Após a Primeira Ablação por Cateter. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 1, [citado 2026-10-14], e20240871. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/registro-do-sul-do-brasil-de-fibrilacao-atrial-sbr-af-preditores-de-recorrencia-de-arritmia-atrial-apos-a-primeira-ablacao-por-cateter/>. ISSN 0066-782X

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Chokr M, Mayrink M, Vandoni PMP, Linhares PV, Sousa IBS, Castello Júnior HJ, Scanavacca M, et al. Ablação Septal com Radiofrequência e Uso de Novas Tecnologias em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica no Laboratório de Eletrofisiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(4):635-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chokr, Muhieddine; Mayrink, Marina; Vandoni, Pedro Mario Pinto; Linhares, Pedro Vieira; Sousa, Italo Bruno dos Santos; Castello Júnior, Hélio José; Scanavacca, Mauricio. Ablação Septal com Radiofrequência e Uso de Novas Tecnologias em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica no Laboratório de Eletrofisiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 4, p. 635-637, out. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chokr, M., Mayrink, M., Vandoni, P. M. P., Linhares, P. V., Sousa, I. B. S., Castello Júnior, H. J., & Scanavacca, M. (2022). Ablação Septal com Radiofrequência e Uso de Novas Tecnologias em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica no Laboratório de Eletrofisiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(4), 635-637.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chokr, Muhieddine and Mayrink, Marina and Vandoni, Pedro Mario Pinto and Linhares, Pedro Vieira and Sousa, Italo Bruno dos Santos and Castello Júnior, Hélio José and Scanavacca, Mauricio. Ablação Septal com Radiofrequência e Uso de Novas Tecnologias em Pacientes com Cardiomiopatia Hipertrófica no Laboratório de Eletrofisiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 635-637. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ablacao-septal-com-radiofrequencia-e-uso-de-novas-tecnologias-em-pacientes-com-cardiomiopatia-hipertrofica-no-laboratorio-de-eletrofisiologia/>. ISSN 0066-782X

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Campelo RT, Armaganijan L, Moreira DAR, Scheffer MK, Carvalho GD, França JID. Amplitude das Ondas F como Preditor de Tromboembolismo e de Sucesso da Cardioversão Elétrica em Pacientes com Fibrilação Atrial Persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2022;119(5):778-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Campelo, Renan Teixeira; Armaganijan, Luciana; Moreira, Dalmo A. R.; Scheffer, Matheus Kiszka; Carvalho, Guilherme Dagostin de; França, João Italo Dias. Amplitude das Ondas F como Preditor de Tromboembolismo e de Sucesso da Cardioversão Elétrica em Pacientes com Fibrilação Atrial Persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 119, n. 5, p. 778-788, set. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Campelo, R. T., Armaganijan, L., Moreira, D. A. R., Scheffer, M. K., Carvalho, G. D. , & França, J. I. D. (2022). Amplitude das Ondas F como Preditor de Tromboembolismo e de Sucesso da Cardioversão Elétrica em Pacientes com Fibrilação Atrial Persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 119(5), 778-788.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Campelo, Renan Teixeira and Armaganijan, Luciana and Moreira, Dalmo A. R. and Scheffer, Matheus Kiszka and Carvalho, Guilherme Dagostin de and França, João Italo Dias. Amplitude das Ondas F como Preditor de Tromboembolismo e de Sucesso da Cardioversão Elétrica em Pacientes com Fibrilação Atrial Persistente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2022, vol. 119, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 778-788. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/amplitude-das-ondas-f-como-preditor-de-tromboembolismo-e-de-sucesso-da-cardioversao-eletrica-em-pacientes-com-fibrilacao-atrial-persistente/>. ISSN 0066-782X

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Ramires JAF, Grupi C, Scanavacca MI. O Legado do Professor Eduardo Sosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(5):801-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ramires, José Antonio Franchini; Grupi, Cesar; Scanavacca, Mauricio Ibrahim. O Legado do Professor Eduardo Sosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 5, p. 801-806, dez. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ramires, J. A. F., Grupi, C., & Scanavacca, M. I. (2020). O Legado do Professor Eduardo Sosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(5), 801-806.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ramires, José Antonio Franchini and Grupi, Cesar and Scanavacca, Mauricio Ibrahim. O Legado do Professor Eduardo Sosa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 801-806. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-legado-do-professor-eduardo-sosa/>. ISSN 0066-782X

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Moreira DAR, Sousa AGMR, Valente P, Leone EH. Efeitos da estimulação com corrente elétrica contínua pulsátil sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais: estudo experimental da fibrilação atrial em cães. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(spe):26-33.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moreira, Dalmo Antonio Ribeiro; Sousa, Amanda Guerra Moraes Rego; Valente, Paulo; Leone, Elizabete Hosri. Efeitos da estimulação com corrente elétrica contínua pulsátil sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais: estudo experimental da fibrilação atrial em cães. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. spe, p. 26-33, dez. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moreira, D. A. R., Sousa, A. G. M. R., Valente, P., & Leone, E. H. (2004). Efeitos da estimulação com corrente elétrica contínua pulsátil sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais: estudo experimental da fibrilação atrial em cães. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(spe), 26-33.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moreira, Dalmo Antonio Ribeiro and Sousa, Amanda Guerra Moraes Rego and Valente, Paulo and Leone, Elizabete Hosri. Efeitos da estimulação com corrente elétrica contínua pulsátil sobre as propriedades eletrofisiológicas atriais: estudo experimental da fibrilação atrial em cães. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. spe, [citado 2026-10-14], pp. 26-33. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/efeitos-da-estimulacao-com-corrente-eletrica-continua-pulsatil-sobre-as-propriedades-eletrofisiologicas-atriais-estudo-experimental-da-fibrilacao-atrial-em-caes/>. ISSN 0066-782X

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