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  2. Palavra-chave: Doença de Artéria Coronariana
ABC
Editorial

Redução na Ativação Plaquetária: Um Potencial Efeito Benéfico do Exercício Regular na Doença Arterial Coronariana

Christina Grüne de Souza e Silva

A reabilitação cardíaca baseada em exercício (RCBE) leva a reduções significativas na mortalidade e no risco de eventos cardiovasculares adversos em pacientes com doença arterial coronariana (DAC)., Como resultado, a RCBE é atualmente uma intervenção Classe 1A para prevenção secundária em DAC. Entretanto, apesar de esforços consideráveis em pesquisa nas últimas décadas, os mecanismos multidimensionais associados aos efeitos cardioprotetores do exercício físico regular ainda não estão totalmente elucidados.

Por outro lado, o aumento da atividade plaquetária tem sido cada vez mais reconhecido como um elemento-chave na patogênese e progressão da aterosclerose. Através da liberação de citocinas e quimiocinas, as plaquetas ativadas realizam a função de mediadoras do recrutamento de leucócitos para o endotélio vascular, favorecendo não apenas a ruptura da placa e trombose, mas também contribuindo para as etapas iniciais da aterosclerose e para os estágios subsequentes da progressão da placa aterosclerótica.

[…]

  • Atividade Física
  • Doença de Artéria Coronariana
  • Doenças Cardiovasculares
  • Exercício
  • Plaquetas
  • Reabilitação
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/04/2021 DOI: 10.36660/abc.20201198
Exercício físico e disfunção endotelial
ABC
Atualização

Exercício físico e disfunção endotelial

Gabriela Lima de Melo Ghisi et al. Adriana Durieux Ricardo Pinho Magnus Benetti

Considerava-se que o papel do endotélio era, sobretudo, de barreira seletiva para a difusão de macromoléculas da luz dos vasos sanguíneos para o espaço intersticial. Durante os últimos 20 anos, foram definidas muitas outras funções para o endotélio, como a regulação do tônus vagal, a promoção e inibição do crescimento neovascular e a modulação da inflamação, da agregação plaquetária e da coagulação. Esse achado é considerado um dos mais importantes conceitos da biologia vascular moderna. Atualmente, a aterosclerose é o protótipo da doença caracterizada em todas as suas fases por uma disfunção endotelial, que é definida como uma oferta insuficiente de óxido nítrico (ON), o qual dispõe o endotélio a estresse oxidativo, inflamação, erosão e vasoconstrição. Nesse sentido, numerosos estudos experimentais têm demonstrado que o exercício físico é capaz de restaurar e melhorar a função endotelial. O impacto do exercício no endotélio vem sendo amplamente discutido. Diante de seu efeito vasodilatador e sobre os fatores de risco, tornou-se insustentável a hipótese de tratamento da doença arterial coronariana e de seus desfechos sem a inclusão do exercício físico. Entretanto, a literatura ainda é controversa quanto à intensidade de esforço necessária para provocar alterações protetoras significativas na função endotelial. Ainda, a relação entre exercícios intensos e aumento no consumo de oxigênio, com consequente aumento na formação de radicais livres, também é discutida.

  • Doença de Artéria Coronariana
  • Endotélio
  • Endotélio Vascular
  • Exercício
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13/04/2011 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001500025
ABC
Artigo Original

Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana

Alexandre Rodrigues Guerzoni et al. Patrícia Matos Biselli Moacir Fernandes de Godoy Doroteia Rossi Silva Souza … Renato Haddad Marcos Nogueira Eberlin Erika Cristina Pavarino-Bertelli Eny Maria Goloni-Bertollo

FUNDAMENTO: Polimorfismos em genes relacionados ao desenvolvimento da aterosclerose, angiogênese e metabolismo da homocisteína (Hcy) podem ser fatores de risco para a doença arterial coronariana (DAC). OBJETIVO: Avaliar o efeito dos polimorfismos VEGF C-2578A e MTHFR C677T na DAC e a associação desses polimorfismos com a gravidade e a extensão das lesões ateroscleróticas e concentrações de Hcy. MÉTODOS: 244 indivíduos foram avaliados através de angiografia coronariana e incluídos no estudo (145 com DAC e 99 indivíduos-controle). Os polimorfismos VEGF C-2578A e MTHFR C677T foram investigados através das técnicas de PCR-SSCP e PCR-RFLP, respectivamente. Os níveis de homocisteína plasmática foram mensurados através de cromatografia líquida/espectrometria de massa seqüencial (CL/EMS). RESULTADOS: Não houve diferença significante em relação à distribuição de alelos e genótipos entre os grupos, para ambos os polimorfismos. A análise univariada mostrou uma freqüência maior do genótipo VEGF -2578AA no grupo com doença em três vasos (p=0,044). Além disso, o genótipo VEGF -2578CA foi observado mais freqüentemente entre indivíduos com <95% de estenose (p=0,010). Após ajuste para outros fatores de risco para DAC em um modelo multivariado, observou-se que o polimorfismo VEGF C-2578A não era um correlato independente da DAC (p=0,688). O polimorfismo MTHFR não mostrou qualquer relação com a extensão e/ou gravidade da DAC. O polimorfismo MTHFR C677T não mostrou uma associação direta com hiperhomocisteinemia ou aumento das concentrações médias de Hcy no plasma. CONCLUSÃO: Embora haja uma aparente associação entre o polimorfismo VEGF C-2578A e o desenvolvimento de aterosclerose coronariana, essa associação não é independente dos fatores de risco cardiovasculares convencionais.

  • Aterosclerose
  • Doença de Artéria Coronariana
  • homocisteína
  • Polimorfismo Genético
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23/06/2009 DOI: 10.1590/S0066-782X2009000400003

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva CGS. Redução na Ativação Plaquetária: Um Potencial Efeito Benéfico do Exercício Regular na Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(3):441-2.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Christina Grüne de Souza e. Redução na Ativação Plaquetária: Um Potencial Efeito Benéfico do Exercício Regular na Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 3, p. 441-442, abr. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, C. G. S. (2021). Redução na Ativação Plaquetária: Um Potencial Efeito Benéfico do Exercício Regular na Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(3), 441-442.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Christina Grüne de Souza e. Redução na Ativação Plaquetária: Um Potencial Efeito Benéfico do Exercício Regular na Doença Arterial Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 441-442. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/reducao-na-ativacao-plaquetaria-um-potencial-efeito-benefico-do-exercicio-regular-na-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

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Ghisi GLM, Durieux A, Pinho R, Benetti M. Exercício físico e disfunção endotelial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2011;95(5):e130-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo; Durieux, Adriana; Pinho, Ricardo; Benetti, Magnus. Exercício físico e disfunção endotelial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 5, p. e130-e137, abr. 2011.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ghisi, G. L. M., Durieux, A., Pinho, R., & Benetti, M. (2011). Exercício físico e disfunção endotelial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(5), e130-e137.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ghisi, Gabriela Lima de Melo and Durieux, Adriana and Pinho, Ricardo and Benetti, Magnus. Exercício físico e disfunção endotelial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2011, vol. 95, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. e130-e137. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/exercicio-fisico-e-disfuncao-endotelial/>. ISSN 0066-782X

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Guerzoni AR, Biselli PM, Godoy MF, Souza DRS, Haddad R, Eberlin MN, Pavarino-Bertelli EC, et al. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2009;92(4):263-8.

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Guerzoni, Alexandre Rodrigues; Biselli, Patrícia Matos; Godoy, Moacir Fernandes de; Souza, Doroteia Rossi Silva; Haddad, Renato; Eberlin, Marcos Nogueira; Pavarino-Bertelli, Erika Cristina; Goloni-Bertollo, Eny Maria. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 92, n. 4, p. 263-268, jun. 2009.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Guerzoni, A. R., Biselli, P. M., Godoy, M. F. , Souza, D. R. S., Haddad, R., Eberlin, M. N., Pavarino-Bertelli, E. C., & Goloni-Bertollo, E. M. (2009). Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 92(4), 263-268.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Guerzoni, Alexandre Rodrigues and Biselli, Patrícia Matos and Godoy, Moacir Fernandes de and Souza, Doroteia Rossi Silva and Haddad, Renato and Eberlin, Marcos Nogueira and Pavarino-Bertelli, Erika Cristina and Goloni-Bertollo, Eny Maria. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2009, vol. 92, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 263-268. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/homocisteina-e-polimorfismos-dos-genes-mthfr-e-vegf-impacto-na-doenca-arterial-coronariana/>. ISSN 0066-782X

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