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ABC
Ponto de Vista

Avaliação Pré-Participação no Futebol: Um Pilar Estratégico para as Copas de 2026 e 2027

Ricardo Stein

No horizonte desportivo imediato, dois eventos de grande magnitude irão redefinir as exigências do futebol de alto rendimento: a Copa do Mundo da FIFA 2026™, com seu formato expandido e uma maratona física sem precedentes, e a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™, a ser realizada no Brasil, símbolo da consolidação da modalidade. Nesse contexto, a avaliação pré-participação (APP) do futebolista deixa de ser apenas um protocolo clínico obrigatório e passa a assumir papel estratégico central para o desempenho desportivo e a sustentabilidade das carreiras atléticas.

A Copa de 2026, em particular, impõe um desafio extremo: 48 seleções, 104 jogos, deslocamentos continentais entre Estados Unidos, Canadá e México, além de um calendário condensado. Trata-se, sobretudo, de uma prova de resistência sem precedentes na história do torneio. Diante desse cenário, a APP não pode se restringir ao tradicional check-up cardiológico e ortopédico. É necessário avançar para um modelo contínuo e integrado de monitorização, que inclua análise detalhada da carga de trabalho nos últimos 12 meses, com o objetivo de identificar atletas em limiar de sobrecarga; avaliação da resiliência mental e da tolerância ao estresse, fatores decisivos em competições prolongadas e de alta pressão; e utilização de monitorização biomolecular para detecção precoce de fadiga acumulada e risco de lesão. Essa abordagem proativa configura a primeira linha de defesa na preparação do atleta para uma “maratona” em que a integridade física será tão determinante quanto a técnica.

[…]

  • Atletas
  • Futebol
  • Triagem
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06/07/2026 DOI: 10.36660/abc.20260084 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Editorial

Eletrocardiograma de Jogadores de Futebol de Elite Brasileiros: Preenchendo uma Lacuna

Ricardo Stein et al. Filipe Ferrari Anderson Donelli da Silveira

Introdução

A morte súbita de um atleta aparentemente saudável é uma tragédia, e a real incidência de morte súbita cardíaca (MSC) em uma população de atletas é controversa. Embora estimativas de estudos conduzidos nos Estados Unidos (EUA) e na Europa sejam limitadas por várias questões metodológicas, sabe-se que o esforço físico em atividades esportivas e treinos aumenta em 2,5 a 4,5 o risco de parada cardíaca e MSC em relação ao observado em não atletas e atletas recreativos.– Por outro lado, um achado consistente nos estudos é o fato de que atletas do sexo masculino têm uma incidência de três a cinco vezes maior de MSC que atletas do sexo feminino.

Ao longo das últimas décadas, muito tem se discutido acerca do papel do eletrocardiograma de repouso de 12 derivações (ECG) na prevenção de MSC em atletas jovens. Estudos conduzidos em diferentes partes do mundo foram publicados, e consensos de especialistas foram desenvolvidos a fim de padronizar a realização desse tipo peculiar de ECG.–

[…]

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  • Eletrocardiografia / métodos
  • Exercício
  • Futebol
  • Morte Súbita Cardíaca
  • Origem Étnica e Saúde
  • Parada cardíaca
  • Programa de Rastreamento
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01/05/2023 DOI: 10.36660/abc.20230090 Visualizações 2
ABC
Editorial

Teste de Degrau de Seis Minutos como Alternativa para a Avaliação da Capacidade Funcional de Pacientes com Doenças Cardiovasculares

Raphael Mendes Ritti-Dias et al. Breno Quintella

A capacidade funcional é um importante marcador de morbimortalidade em pacientes com doenças cardiopulmonares., Embora a medida direta do consumo pico de oxigênio (VO2pico) por meio dos testes cardiopulmonares (padrão-ouro) seja o método mais indicado para avaliar a capacidade funcional, a sua utilização na prática clínica ainda é restrita, devido ao custo elevado.,

O teste de degrau de seis minutos (TD6M), além de ser rápido, tem como principal vantagem a necessidade de um espaço mínimo para a sua realização. Esses fatores, e o fato de não necessitar sinais sonoros, torna-se bastante atrativo para a utilização em clínicas e hospitais. Os testes com degrau são utilizados há muito tempo para avaliar a capacidade funcional, tanto em pessoas saudáveis como naqueles com doenças pulmonares. Nos pacientes com doenças pulmonares, observou-se uma correlação positiva (r = 0,76) entre o TD6M e o teste de caminhada de seis minutos, que necessita de maior espaço para sua realização. Curiosamente, os dados de correlação entre o TD6M e a medida direta da capacidade funcional são escassos, sobretudo em pacientes com doenças cardiovasculares.

[…]

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  • Hipertensão
  • Pressão Arterial
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17/05/2021 DOI: 10.36660/abc.20210252 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

História Familiar de Hipertensão Prejudica o Balanço Autonômico, mas não a Função Endotelial em Jovens Jogadores de Futebol

Walter Vargas et al. Katya Rigatto

Resumo

Fundamento

A história familiar de hipertensão (HFH) é um fator de risco consistente para diversas doenças crônicas que são acompanhadas por hipertensão. Além disso, a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e a vasodilatação mediada pelo fluxo (VMF), ambas relacionadas ao consumo máximo de oxigênio (VO2max), são geralmente prejudicadas durante a hipertensão.

Objetivo

Comparar a modulação autonômica, a função endotelial (FE) e o consumo máximo de oxigênio (VO2max) de jovens atletas, separados de acordo com a história de pressão arterial (PA) dos seus pais, a fim de investigar a influência da ascendência genética nesses parâmetros.

Métodos

Quarenta e seis jovens jogadores de futebol do sexo masculino (18±2 anos) foram divididos em quatro grupos: 1- pai e mãe normotensos (FM-N); 2- apenas pai hipertenso (F-H); 3- apenas mãe hipertensa (M-H); 4- pai e mãe hipertensos (FM-H). Foram realizadas medições da PA, VMF, VFC e do VO2max. Na análise estatística, foi adotado o nível de significância de 5%.

Resultados

O desvio padrão dos intervalos RR normais (SDNN; FM-N=314±185; FM-H=182,4± 57,8), a raiz quadrada das médias quadráticas das diferenças dos intervalos R-R sucessivos (RMSSD; FM-N=248±134; FM-H=87±51), o número de diferenças entre intervalos NN sucessivos maiores que 50 ms (NN50; FM-N=367±83,4; FM-H=229±55), a proporção de NN50 dividida pelo número total de NNs (pNN50; FM-N=32,4±6,2; FM-H=21,1±5,3) e os componentes de alta (HF; FM-N=49±8,9; FM-H=35,3±12) e baixa frequência (LF; FM-N=50,9±8,9; FM-H=64,6±12), em unidades normalizadas (%), foram significativamente mais baixos no grupo FM-H do que no grupo FM-N (p<0,05). Por outro lado, a relação LF/HF (ms2) foi significativamente maior (p<0,05). Não foram encontradas diferenças significativas no VO2max e na VMF entre os grupos (p<0,05).

Conclusão

Em jovens jogadores de futebol do sexo masculino, a HFH desempenha um papel potencialmente importante no comprometimento do balanço autonômico, principalmente quando ambos os pais são hipertensos, mas não apresentam alterações no VO2max e na VMF. Nesse caso, há uma diminuição no controle simpatovagal, que parece preceder o dano endotelial. (Arq Bras Cardiol. 2020; 115(1):52-58)

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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20180441 Visualizações 2
ABC
Editorial

Variabilidade da Frequência Cardíaca como Indicador de Risco Cardiovascular em Jovens

Breno Quintella Farah

O sistema nervoso autônomo, que é composto pelos sistemas simpático e parassimpático, desempenha papel importante na regulação das funções de diversos sistemas do corpo humano, como o sistema cardiovascular. O controle neural do coração está diretamente ligado às alterações na frequência cardíaca e à atividade reflexa barorreceptora, cuja oscilação decorre de estímulos ambientais. , Tais estímulos podem levar à redução da frequência cardíaca por meio do sistema nervoso parassimpático, o qual atua na diminuição da frequência de despolarização do nódulo sinusal pela ação da acetilcolina na junção neuroefetora cardíaca. Por sua vez, o sistema nervoso simpático promove uma elevação da frequência cardíaca por meio da liberação de noradrenalina, que age via ligação com os receptores β-adrenérgicos, aumentando o ritmo de despolarização do marca-passo sinusal. ,

Em indivíduos saudáveis ou atletas, com sistema nervoso autônomo íntegro, observa-se predominância da modulação parassimpática em detrimento da modulação simpática para o coração. Por outro lado, em indivíduos com doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial, esse padrão está invertido, com maior modulação simpática e menor modulação parassimpática sendo observadas, o que caracteriza um quadro de disfunção autonômica cardíaca. – Isso é particularmente importante, visto que alterações na modulação autonômica cardíaca e, consequentemente, na frequência cardíaca podem repercutir diretamente no débito cardíaco, de modo a repercutir em alterações na pressão arterial (PA).

[…]

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07/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200444
Copa do mundo de futebol como desencadeador de eventos cardiovasculares
ABC
Artigo Original

Copa do mundo de futebol como desencadeador de eventos cardiovasculares

Daniel Guilherme Suzuki Borges et al. Rosane Aparecida Monteiro André Schmidt Antonio Pazin-Filho

FUNDAMENTO: Síndromes coronarianas agudas são a maior causa de mortalidade no mundo. Estímulos externos, também conhecidos como gatilhos, como estado emocional ou atividade física, podem produzir mudanças fisiopatológicas desencadeantes. Dentre os gatilhos estudados, eventos estressantes, como campeonatos de futebol, são controversos na literatura e não há dados efetivos para a população brasileira. OBJETIVO: Avaliar os efeitos agudos do estresse ambiental induzido pelos jogos da Copa do Mundo de Futebol no aumento da incidência de doenças cardiovasculares no Brasil. MÉTODOS: Foram obtidos dados publicamente disponíveis do Sistema Único de Saúde referentes às internações hospitalares com código internacional de doenças, referentes às síndromes isquêmicas agudas, no período de maio a agosto de 1998 a 2010 (155.992 internações). Restringiu-se a análise aos pacientes maiores que 35 anos e internados por especialidades clínicas. Comparou-se a incidência de infarto e óbito entre os dias sem copa (Grupo I: 144.166; 61,7 ± 12,3 anos; 59,4%masculino), dias de copa sem jogos do Brasil (Grupo II: 9.768; 61,8 ± 12,3 anos; 60,0% masculino) e dias de jogos do Brasil (Grupo III: 2.058; 61,6 ± 12,6 anos; 57,8% masculino). Utilizou-se regressão logística e de Poisson para ajustar por idade, gênero, densidade populacional e número de postos de atendimento. RESULTADOS: Houve aumento da incidência de infarto para jogos de copa do mundo (1,09; IC95% = 1,05-1,15) e do Brasil (1,16; IC95% = 1,06-1,27). Não houve impacto sobre mortalidade – copa (1,00; IC95% = 0,93-1,08) e Brasil (1,04; IC95% = 0,93-1,22). CONCLUSÃO: A copa do mundo e, especialmente, os jogos da seleção brasileira implicam maior incidência de infarto agudo do miocárdio, mas não de mortalidade intra-hospitalar.

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  • Doenças Cardiovasculares
  • Esportes
  • Futebol
  • Infarto Do Miocárdio
  • Síndrome Coronariana Aguda
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14/05/2013 DOI: 10.5935/abc.20130105 Visualizações 1
ABC
Relato de Caso

Comunicação interatrial e hipertensão pulmonar em atleta profissional de futebol

Fernando Bianchini Cardoso et al. Marcos Bianchini Cardoso Roberto Itiro Nishimura Georgiane Crespi Ponta … Gustavo Calado de Aguiar Ribeiro Cledcyson Eloy Costa

Relatamos um caso raro de diagnóstico tardio de comunicação interatrial (CIA) com hipertensão pulmonar (HP), através da ecocardiografia Doppler bidimensional (ECO), em atleta profissional de futebol que após correção cirúrgica retornou ao esporte competitivo de alto rendimento.

  • Cardiopatias Congênitas
  • defeitos do septo interatrial
  • Ecocardiografia Doppler
  • Futebol
  • Hipertensão Pulmonar
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10/09/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010001200024 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Stein R. Avaliação Pré-Participação no Futebol: Um Pilar Estratégico para as Copas de 2026 e 2027. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2026;123(4):e20260084.

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Stein, Ricardo. Avaliação Pré-Participação no Futebol: Um Pilar Estratégico para as Copas de 2026 e 2027. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 123, n. 4, e20260084, jul. 2026.

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Stein, R. (2026). Avaliação Pré-Participação no Futebol: Um Pilar Estratégico para as Copas de 2026 e 2027. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 123(4), e20260084.

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Stein, Ricardo. Avaliação Pré-Participação no Futebol: Um Pilar Estratégico para as Copas de 2026 e 2027. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2026, vol. 123, n. 4, [citado 2026-10-14], e20260084. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-pre-participacao-no-futebol-um-pilar-estrategico-para-as-copas-de-2026-e-2027/>. ISSN 0066-782X

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Stein R, Ferrari F, Silveira AD. Eletrocardiograma de Jogadores de Futebol de Elite Brasileiros: Preenchendo uma Lacuna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(4):e20230090.

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Stein, Ricardo; Ferrari, Filipe; Silveira, Anderson Donelli da. Eletrocardiograma de Jogadores de Futebol de Elite Brasileiros: Preenchendo uma Lacuna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 4, e20230090, abr. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Stein, R., Ferrari, F., & Silveira, A. D. (2023). Eletrocardiograma de Jogadores de Futebol de Elite Brasileiros: Preenchendo uma Lacuna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(4), e20230090.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Stein, Ricardo and Ferrari, Filipe and Silveira, Anderson Donelli da. Eletrocardiograma de Jogadores de Futebol de Elite Brasileiros: Preenchendo uma Lacuna. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 4, [citado 2026-10-14], e20230090. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/eletrocardiograma-de-jogadores-de-futebol-de-elite-brasileiros-preenchendo-uma-lacuna/>. ISSN 0066-782X

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Ritti-Dias RM, Quintella B. Teste de Degrau de Seis Minutos como Alternativa para a Avaliação da Capacidade Funcional de Pacientes com Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(5):896-7.

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Ritti-Dias, Raphael Mendes; Quintella, Breno. Teste de Degrau de Seis Minutos como Alternativa para a Avaliação da Capacidade Funcional de Pacientes com Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 5, p. 896-897, maio. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ritti-Dias, R. M., & Quintella, B. (2021). Teste de Degrau de Seis Minutos como Alternativa para a Avaliação da Capacidade Funcional de Pacientes com Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(5), 896-897.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ritti-Dias, Raphael Mendes and Quintella, Breno. Teste de Degrau de Seis Minutos como Alternativa para a Avaliação da Capacidade Funcional de Pacientes com Doenças Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 896-897. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/teste-de-degrau-de-seis-minutos-como-alternativa-para-a-avaliacao-da-capacidade-funcional-de-pacientes-com-doencas-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Vargas W, Rigatto K. História Familiar de Hipertensão Prejudica o Balanço Autonômico, mas não a Função Endotelial em Jovens Jogadores de Futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):52-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Vargas, Walter; Rigatto, Katya. História Familiar de Hipertensão Prejudica o Balanço Autonômico, mas não a Função Endotelial em Jovens Jogadores de Futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 52-58, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Vargas, W., & Rigatto, K. (2020). História Familiar de Hipertensão Prejudica o Balanço Autonômico, mas não a Função Endotelial em Jovens Jogadores de Futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 52-58.

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Vargas, Walter and Rigatto, Katya. História Familiar de Hipertensão Prejudica o Balanço Autonômico, mas não a Função Endotelial em Jovens Jogadores de Futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 52-58. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/historia-familiar-de-hipertensao-prejudica-o-balanco-autonomico-mas-nao-a-funcao-endotelial-em-jovens-jogadores-de-futebol/>. ISSN 0066-782X

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Farah BQ. Variabilidade da Frequência Cardíaca como Indicador de Risco Cardiovascular em Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(1):59-60.

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Farah, Breno Quintella. Variabilidade da Frequência Cardíaca como Indicador de Risco Cardiovascular em Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 1, p. 59-60, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Farah, B. Q. (2020). Variabilidade da Frequência Cardíaca como Indicador de Risco Cardiovascular em Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(1), 59-60.

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Farah, Breno Quintella. Variabilidade da Frequência Cardíaca como Indicador de Risco Cardiovascular em Jovens. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 59-60. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/variabilidade-da-frequencia-cardiaca-como-indicador-de-risco-cardiovascular-em-jovens/>. ISSN 0066-782X

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Borges DGS, Monteiro RA, Schmidt A, Pazin-Filho A. Copa do mundo de futebol como desencadeador de eventos cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;100(6):546-52.

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Borges, Daniel Guilherme Suzuki; Monteiro, Rosane Aparecida; Schmidt, André; Pazin-Filho, Antonio. Copa do mundo de futebol como desencadeador de eventos cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 100, n. 6, p. 546-552, maio. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Borges, D. G. S., Monteiro, R. A., Schmidt, A., & Pazin-Filho, A. (2013). Copa do mundo de futebol como desencadeador de eventos cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 100(6), 546-552.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Borges, Daniel Guilherme Suzuki and Monteiro, Rosane Aparecida and Schmidt, André and Pazin-Filho, Antonio. Copa do mundo de futebol como desencadeador de eventos cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 100, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 546-552. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/copa-do-mundo-de-futebol-como-desencadeador-de-eventos-cardiovasculares/>. ISSN 0066-782X

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Cardoso FB, Cardoso MB, Nishimura RI, Ponta GC, Ribeiro GCA, Costa CE. Comunicação interatrial e hipertensão pulmonar em atleta profissional de futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(2):38-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cardoso, Fernando Bianchini; Cardoso, Marcos Bianchini; Nishimura, Roberto Itiro; Ponta, Georgiane Crespi; Ribeiro, Gustavo Calado de Aguiar; Costa, Cledcyson Eloy. Comunicação interatrial e hipertensão pulmonar em atleta profissional de futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 2, p. 38-39, set. 2010.

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Cardoso, F. B., Cardoso, M. B., Nishimura, R. I., Ponta, G. C., Ribeiro, G. C. A., & Costa, C. E. (2010). Comunicação interatrial e hipertensão pulmonar em atleta profissional de futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(2), 38-39.

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Cardoso, Fernando Bianchini and Cardoso, Marcos Bianchini and Nishimura, Roberto Itiro and Ponta, Georgiane Crespi and Ribeiro, Gustavo Calado de Aguiar and Costa, Cledcyson Eloy. Comunicação interatrial e hipertensão pulmonar em atleta profissional de futebol. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 38-39. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/comunicacao-interatrial-e-hipertensao-pulmonar-em-atleta-profissional-de-futebol/>. ISSN 0066-782X

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