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  2. Palavra-chave: Dilatação Patológica
Figura 2
ABC
Carta Científica

[RETRATAÇÃO PARCIAL] Fenótipos MINOCA – Um Desafio para o Manejo Específico do Paciente

Sofiya Lypovetska

Resumo

O infarto do miocárdio com artérias coronárias não obstrutivas (MINOCA) é um fenômeno clínico intrigante e de prognóstico incerto, caracterizado pela evidência de infarto do miocárdio (IM) com artérias coronárias normais ou quase normais na angiografia1. Atualmente, não há diretrizes para o manejo e muitos pacientes recebem alta sem uma etiologia determinada, significando muitas vezes que o tratamento ideal é adiado.Relatamos três estudos de caso MINOCA com as principais causas fisiopatológicas cardíacas, particularmente epicárdicas, microvasculares e não isquêmicas, levando ao tratamento diferencial. Os pacientes apresentavam dor torácica aguda, aumento da troponina e nenhuma doença coronariana angiograficamente significativa.Neste estudo, analisamos a etiologia, diagnóstico clínico e tratamento da MINOCA em relação à literatura relevante.MINOCA é considerado um diagnóstico de trabalho dinâmico, incluindo distúrbios coronários, miocárdicos e não coronários. Estudos prospectivos e registros são necessários para melhorar o atendimento e o resultado do paciente.

  • Artéria Coronária
  • Diagnóstico Diferencial
  • Dilatação Patológica
  • Espasmo Microvascular
  • Fenótipo
  • MINOCA
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19/06/2023 DOI: 10.36660/abc.20220705
Figura 1
ABC
Artigo Original

O Índice de Inflamação Imune Sistêmica é um Novo Marcador na Previsão da Presença e Gravidade aa Ectasia Coronariana Isolada

Ferhat Dindas et al. Emin Koyun Erdem Turkyilmaz Ozge Ozcan Abacioglu … Arafat Yildirim Anil Sahin Baris Dindar Mustafa Dogdus Ozkan Candan

Resumo

Fundamento

A patologia subjacente da ectasia da artéria coronária (EC) isolada não foi totalmente elucidada.

Objetivo

Nosso objetivo foi examinar a relação entre o índice de inflamação imune sistêmica (Sıı), que corresponde à multiplicação da razão neutrófilos-linfócitos (RNL) e as contagens de plaquetas, e EC isolada.

Método

A população do estudo retrospectivo incluiu 200 pacientes com EC isolada, 200 consecutivos com doença arterial coronariana obstrutiva e 200 consecutivos com angiografia coronária normal. Um valor de p bicaudal <0,05 foi considerado significativo.

Resultados

Sıı, RNL, razão plaqueta-linfócito (RPL) e razão monócito-colesterol de lipoproteína de alta densidade (MHR) foram significativamente maiores no grupo EC em comparação com os outros grupos (todos p<0,001). Na análise multivariada, Sıı (p517,35 tem 79% de sensibilidade, 76% de especificidade para a predição do EC [AUC: 0,832, (p<0,001)]. Sıı teve correlação significativa com o número de artérias coronárias ectásicas e classificação de Markis (r: 0,214 p=0,002; r:-0,195, p=0,006, respectivamente).

Conclusão

Até onde sabemos, este é o primeiro estudo em que Sıı foi significativamente associado à presença isolada de EC e gravidade anatômica.

  • Biomarcadores
  • Dilatação Patológica
  • Doença Arterial Coronariana/complicações
  • Inflamação Imune Sistêmica
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09/01/2023 DOI: 10.36660/abc.20220056
ABCIC
Original Article

Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares

Alexandre Sartori Barbosa et al. Ana Cristina Camarozano Daniela de Castro Carmo Daniane Rafael … Jerônimo Antonio Fortunato Rubens Zenóbio Darwich Liz Andréa Villela Baroncini

Resumo

Fundamentos

As dimensões da aorta torácica têm tido fraca correlação com fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM) e doença arterial coronariana (DAC).

Objetivos

Correlacionar o diâmetro da aorta torácica avaliado pelo ecocardiograma transtorácico (ETT) com HAS, DM, dislipidemia, DAC, tabagismo, idade, sexo, peso, altura, índice de massa corpórea (IMC) e superfície corporal (SC), além de uso contínuo de medicamentos com ação protetora cardiovascular.

Métodos

Estudo observacional, transversal e retrospectivo. Foram selecionados 203 indivíduos (62,1 ± 15,3 anos;57,1% do sexo feminino) que realizaram ETT com a avaliação da aorta torácica em 6 sítios: (1) anel valvar aórtico; (2) seio de valsalva; (3) junção sino tubular; (4) aorta proximal ascendente; (5) arco aórtico e (6) aorta descendente.

Resultados

Idade (p < 0,05), sexo masculino (p < 0,001), peso (p < 0,001), altura (p < 0,05) e SC (p < 0,001) foram associados a maiores diâmetros da aorta torácica em todos os sítios de avaliação. A análise multivariada identificou que idade, sexo masculino e SC, conjuntamente, explicam a variação dos diâmetros no anel aórtico em 17,3%, no seio de valsalva,em 30,7%, na junção sino tubular em 17,7%, na ascendente proximal em 21,9%, no arco aórtico em 19,8% e na aorta descendente em 21,4%. Não houve associação entre os diâmetros da aorta e os fatores de risco avaliados e uso contínuo de betabloqueadores, inibidores da enzima conversora de angiotensina ou bloqueadores dos receptores da angiotensina.

Conclusões

Idade, sexo masculino e superfície corpórea se correlacionaram positiva e significativamente com os diâmetros da aorta torácica. (Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2018;31(3):191-197)

  • Aorta Torácica
  • Dilatação Patológica
  • ecocardiografia
  • Fatores de risco
  • Uso de Medicamentos
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20/01/2022 DOI: 10.5935/2318-8219.20180028
ABC
Artigo Original

Rigidez Arterial e Funções Miocárdicas do Ventrículo Esquerdo em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide Funcional

Pelin Kosger et al. Tugcem Akin Hikmet Kiztanir Birsen Ucar

Resumo

Fundamento:

A rigidez arterial é um importante preditor de aortopatia e remodelamento miocárdico em pacientes com válvula aórtica bicúspide, podendo estar aumentada na infância.

Objetivo:

Avaliar a rigidez arterial e a função miocárdica do ventrículo esquerdo em crianças com válvula aórtica bicúspide funcional.

Métodos:

Quarenta e quatro crianças com válvula aórtica bicúspide e 41 pares saudáveis com válvula aórtica tricúspide foram incluídos neste estudo caso-controle. Foram obtidos os diâmetros e os escores-z relacionados da raiz aórtica e da aorta ascendente. Quanto à função miocárdica do ventrículo esquerdo, juntamente com as velocidades de fluxo mitral e parâmetros do Modo M, as velocidades miocárdicas e os intervalos de tempo foram avaliados com Doppler tecidual. A análise da onda de pulso foi realizada por aparelho oscilométrico (Mobil-o-Graph). Um valor de p<0,05 foi considerado significativo.

Resultados:

O índice da massa ventricular esquerda, a velocidade A do fluxo mitral, o diâmetro e o escore z da aorta ascendente e o índice de desempenho miocárdico estavam significativamente maiores nos pacientes (p = 0,04, p = 0,02, p = 0,04, p <0,001 e p 0,05).

Conclusão:

De acordo com a análise da onda de pulso oscilométrico, as crianças com válvula aórtica bicúspide funcional apresentam rigidez arterial semelhante a seus pares saudáveis. O diâmetro da aorta ascendente foi estabelecido como preditor independente da função miocárdica do ventrículo esquerdo. A rigidez arterial pode não ser um fator de risco grave em pacientes pediátricos sem dilatação acentuada da aorta ascendente.

  • Análise da Onda de Pulso
  • Aorta
  • Criança
  • Dilatação Patológica
  • Função Ventricular Esquerda
  • Miocárdio
  • Rigidez Aórtica
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20/09/2021 DOI: 10.36660/abc.20200657 Visualizações 1
ABC
Editorial

A Relação entre PCR e EAC: Associação de Proteína C Reativa para Proporção de Albumina em Pacientes com Ectasia Isolada da Artéria Coronária

Iran Castro et al. Hugo Antonio Fontana Filho

Ectasia arterial coronária (EAC), definida como um aumento do diâmetro coronariano 1,5 vez o diâmetro do leito adjacente normal, é um achado incomum em cineangiocoronariografias, com incidência de 1,2 a 4,9%. Na maioria das vezes, está relacionada com doença aterosclerótica coronariana (DAC), sendo que apresentam vários fatores em comum, como acumulação de lipoproteínas na camada íntima, infiltração de células inflamatórias, ativação do sistema renina-angiotensina e geração de estresse oxidativo, com expansão e remodelamento arterial. Os elevados níveis de oxido nítrico causam vasodilatação e ativação excessiva de metaloproteinases da matriz extracelular, resultando em dilatação vascular. Pode ainda, menos comumente, estar relacionada com doença de Kawasaky, doenças do tecido conjuntivo, infecciosas ou autoimunes.

A incidência é maior em homens, hipertensos e tabagistas. Usuários de cocaína apresentam maior incidência de EAC e aneurismas coronarianos. Interessantemente, diabetes melito (DM) parece não ter relação com EAC, podendo até mesmo ser fator protetor, fato relacionado com a inibição da expressão das metaloproteinases da matriz extracelular.

[…]

  • Aterosclerose
  • Dilatação Patológica
  • Doença arterial coronária
  • Estresse Oxidativo
  • Fatores de risco
  • Lipoproteínas
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03/02/2021 DOI: 10.36660/abc.20200580 Visualizações 1
ABC
Editorial

Ecocardiograma Transesofágico com Contraste na Dilatação Intravascular Pulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica

Sandra Nívea dos Reis Saraiva Falcão

A síndrome hepatopulmonar (SHP) é definida por defeito na oxigenação arterial induzido por dilatação vascular intrapulmonar (DVIP) associada a doença hepática. O componente vascular inclui dilatação capilar difusa ou localizada e menos comumente comunicações arteriovenosas pulmonares.

Uma abordagem sensível para detecção precoce de alteração da oxigenação arterial é o cálculo da diferença de pressão alvéolo-arterial de oxigênio (PA-aO2). Essa diferença pode estar elevada antes da pressão de oxigênio arterial tornar-se anormal. Ao nível do mar, a PA-aO2 maior ou igual a 15 mmHg, é considerada anormal (esse limite muda para 20 mmHg em indivíduos acima de 64 anos).

[…]

  • Dilatação Patológica
  • Doença Hepática Crônica/fisiopatologia
  • Ecocardiografia Transesofagiana/métodos
  • Esquistossomose
  • Síndrome Hepatopulmonar
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02/12/2019 DOI: 10.5935/abc.20190234 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Valor do Ecocardiograma Transesofágico com Contraste no Diagnóstico da Dilatação Vascular Intrapulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica

Aparecida de Gouvea et al. Claudio Henrique Fischer Jaquelina Sonoe Ota Arakaki Frederico José Mancuso … Paulo Brant Valdir Ambrósio Moisés Orlando Campos Filho

Resumo

Fundamento:

A síndrome hepatopulmonar (SHP), presente em pacientes cirróticos, é pouco estudada na esquistossomose hepatoesplênica (EHE) e inclui a ocorrência de dilatações vasculares intrapulmonares (DVP). O ecocardiograma transesofágico com contraste (ETEc) de microbolhas é mais sensível que o ecocardiograma transtorácico com contraste (ETTc) de microbolhas na identificação de DVP na cirrose.

Objetivo:

Avaliar o desempenho do ETEc comparado ao ETTc na identificação de DVP para diagnóstico de SHP em pacientes com EHE.

Métodos:

Incluímos 22 pacientes com EHE submetidos a ETEc e ETTc para pesquisa de DVP, além de exames laboratoriais. Os ETEc e ETTc foram realizados empregando-se solução salina agitada, injetada em veia periférica. A visualização tardia das microbolhas em câmaras esquerdas indicava presença de DVP. Os resultados foram comparados entre os dois métodos pelos testes t de Stu dent e qui-quadrado (significância p < 0,05).

Resultados:

Todos os 22 pacientes realizaram ETEc sem intercorrências. Foram excluídos três pela presença de forame oval patente (FOP), e a análise final foi realizada nos outros 19. A DVP esteve presente ao ETEc em 13 pacientes (68%) e em apenas seis ao ETTc (32%, p < 0,01). Não houve diferenças significativas nos dados clínicos e laboratoriais entre os grupos com e sem DVP, incluindo a diferença alveoloarterial de oxigênio. O diagnóstico de SHP (presença de DVP com alterações gasométricas) ocorreu em cinco pacientes pelo ETEc e em apenas um pelo ETTc (p = 0,09).

Conclusão:

Em pacientes com EHE, o ETEc foi seguro e superior ao ETTc na detecção de DVP não identificada ao ETTc, o que possibilitou adicionalmente excluir FOP.

  • Dilatação Patológica
  • Doença Hepática Crônica/fisiopatologia
  • Ecocardiografia, Transesofágica/métodos
  • Esquistossomose
  • Hipóxia
  • Síndrome Hepatopulmonar
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03/10/2019 DOI: 10.5935/abc.20190200 Visualizações 1

Como citar este artigo

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Lypovetska S. [RETRATAÇÃO PARCIAL] Fenótipos MINOCA – Um Desafio para o Manejo Específico do Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(6):e20220705.

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Lypovetska, Sofiya. [RETRATAÇÃO PARCIAL] Fenótipos MINOCA – Um Desafio para o Manejo Específico do Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 6, e20220705, jun. 2023.

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Lypovetska, S. (2023). [RETRATAÇÃO PARCIAL] Fenótipos MINOCA – Um Desafio para o Manejo Específico do Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(6), e20220705.

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Lypovetska, Sofiya. [RETRATAÇÃO PARCIAL] Fenótipos MINOCA – Um Desafio para o Manejo Específico do Paciente. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 6, [citado 2026-10-14], e20220705. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/retratacao-parcial-fenotipos-minoca-um-desafio-para-o-manejo-especifico-do-paciente/>. ISSN 0066-782X

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Dindas F, Koyun E, Turkyilmaz E, Abacioglu OO, Yildirim A, Sahin A, Dindar B, et al. O Índice de Inflamação Imune Sistêmica é um Novo Marcador na Previsão da Presença e Gravidade aa Ectasia Coronariana Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2023;120(1):e20220056.

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Dindas, Ferhat; Koyun, Emin; Turkyilmaz, Erdem; Abacioglu, Ozge Ozcan; Yildirim, Arafat; Sahin, Anil; Dindar, Baris; Dogdus, Mustafa; Candan, Ozkan. O Índice de Inflamação Imune Sistêmica é um Novo Marcador na Previsão da Presença e Gravidade aa Ectasia Coronariana Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 120, n. 1, e20220056, jan. 2023.

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Dindas, F., Koyun, E., Turkyilmaz, E., Abacioglu, O. O., Yildirim, A., Sahin, A., Dindar, B., Dogdus, M., & Candan, O. (2023). O Índice de Inflamação Imune Sistêmica é um Novo Marcador na Previsão da Presença e Gravidade aa Ectasia Coronariana Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 120(1), e20220056.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Dindas, Ferhat and Koyun, Emin and Turkyilmaz, Erdem and Abacioglu, Ozge Ozcan and Yildirim, Arafat and Sahin, Anil and Dindar, Baris and Dogdus, Mustafa and Candan, Ozkan. O Índice de Inflamação Imune Sistêmica é um Novo Marcador na Previsão da Presença e Gravidade aa Ectasia Coronariana Isolada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2023, vol. 120, n. 1, [citado 2026-10-14], e20220056. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-indice-de-inflamacao-imune-sistemica-e-um-novo-marcador-na-previsao-da-presenca-e-gravidade-aa-ectasia-coronariana-isolada/>. ISSN 0066-782X

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Barbosa AS, Camarozano AC, Carmo DC, Rafael D, Fortunato JA, Darwich RZ, Baroncini LAV, et al. Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;31(3):191-7.

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Barbosa, Alexandre Sartori; Camarozano, Ana Cristina; Carmo, Daniela de Castro; Rafael, Daniane; Fortunato, Jerônimo Antonio; Darwich, Rubens Zenóbio; Baroncini, Liz Andréa Villela. Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 31, n. 3, p. 191-197, jan. 2022.

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Barbosa, A. S., Camarozano, A. C., Carmo, D. C., Rafael, D., Fortunato, J. A., Darwich, R. Z., & Baroncini, L. A. V. (2022). Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 31(3), 191-197.

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Barbosa, Alexandre Sartori and Camarozano, Ana Cristina and Carmo, Daniela de Castro and Rafael, Daniane and Fortunato, Jerônimo Antonio and Darwich, Rubens Zenóbio and Baroncini, Liz Andréa Villela. Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 191-197. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-das-dimensoes-da-aorta-toracica-ao-ecocardiograma-transtoracico-bidimensional-correlacao-com-fatores-de-risco-cardiovasculares/>. ISSN 2318-8219

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Kosger P, Akin T, Kiztanir H, Ucar B. Rigidez Arterial e Funções Miocárdicas do Ventrículo Esquerdo em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide Funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1126-33.

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Kosger, Pelin; Akin, Tugcem; Kiztanir, Hikmet; Ucar, Birsen. Rigidez Arterial e Funções Miocárdicas do Ventrículo Esquerdo em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide Funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1126-1133, set. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kosger, P., Akin, T., Kiztanir, H., & Ucar, B. (2021). Rigidez Arterial e Funções Miocárdicas do Ventrículo Esquerdo em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide Funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1126-1133.

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Kosger, Pelin and Akin, Tugcem and Kiztanir, Hikmet and Ucar, Birsen. Rigidez Arterial e Funções Miocárdicas do Ventrículo Esquerdo em Crianças com Válvula Aórtica Bicúspide Funcional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1126-1133. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rigidez-arterial-e-funcoes-miocardicas-do-ventriculo-esquerdo-em-criancas-com-valvula-aortica-bicuspide-funcional/>. ISSN 0066-782X

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Castro I, Fontana Filho HA. A Relação entre PCR e EAC: Associação de Proteína C Reativa para Proporção de Albumina em Pacientes com Ectasia Isolada da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;116(1):55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Castro, Iran; Fontana Filho, Hugo Antonio. A Relação entre PCR e EAC: Associação de Proteína C Reativa para Proporção de Albumina em Pacientes com Ectasia Isolada da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 116, n. 1, p. 55-55, fev. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Castro, I., & Fontana Filho, H. A. (2021). A Relação entre PCR e EAC: Associação de Proteína C Reativa para Proporção de Albumina em Pacientes com Ectasia Isolada da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 116(1), 55-55.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Castro, Iran and Fontana Filho, Hugo Antonio. A Relação entre PCR e EAC: Associação de Proteína C Reativa para Proporção de Albumina em Pacientes com Ectasia Isolada da Artéria Coronária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 116, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 55-55. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-relacao-entre-pcr-e-eac-associacao-de-proteina-c-reativa-para-proporcao-de-albumina-em-pacientes-com-ectasia-isolada-da-arteria-coronaria/>. ISSN 0066-782X

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Falcão SNRS. Ecocardiograma Transesofágico com Contraste na Dilatação Intravascular Pulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(5):923-4.

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Falcão, Sandra Nívea dos Reis Saraiva. Ecocardiograma Transesofágico com Contraste na Dilatação Intravascular Pulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 5, p. 923-924, dez. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Falcão, S. N. R. S. (2019). Ecocardiograma Transesofágico com Contraste na Dilatação Intravascular Pulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(5), 923-924.

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Falcão, Sandra Nívea dos Reis Saraiva. Ecocardiograma Transesofágico com Contraste na Dilatação Intravascular Pulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 923-924. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiograma-transesofagico-com-contraste-na-dilatacao-intravascular-pulmonar-na-esquistossomose-hepatoesplenica/>. ISSN 0066-782X

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Gouvea A, Fischer CH, Arakaki JSO, Mancuso FJ, Brant P, Moisés VA, Campos Filho O, et al. Valor do Ecocardiograma Transesofágico com Contraste no Diagnóstico da Dilatação Vascular Intrapulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;113(5):915-22.

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Gouvea, Aparecida de; Fischer, Claudio Henrique; Arakaki, Jaquelina Sonoe Ota; Mancuso, Frederico José; Brant, Paulo; Moisés, Valdir Ambrósio; Campos Filho, Orlando. Valor do Ecocardiograma Transesofágico com Contraste no Diagnóstico da Dilatação Vascular Intrapulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 113, n. 5, p. 915-922, out. 2019.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gouvea, A. , Fischer, C. H., Arakaki, J. S. O., Mancuso, F. J., Brant, P., Moisés, V. A., & Campos Filho, O. (2019). Valor do Ecocardiograma Transesofágico com Contraste no Diagnóstico da Dilatação Vascular Intrapulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 113(5), 915-922.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gouvea, Aparecida de and Fischer, Claudio Henrique and Arakaki, Jaquelina Sonoe Ota and Mancuso, Frederico José and Brant, Paulo and Moisés, Valdir Ambrósio and Campos Filho, Orlando. Valor do Ecocardiograma Transesofágico com Contraste no Diagnóstico da Dilatação Vascular Intrapulmonar na Esquistossomose Hepatoesplênica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 113, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 915-922. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-do-ecocardiograma-transesofagico-com-contraste-no-diagnostico-da-dilatacao-vascular-intrapulmonar-na-esquistossomose-hepatoesplenica/>. ISSN 0066-782X

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