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  2. Palavra-chave: Uso de Medicamentos
Figura 1
ABCHF
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A Associação de Diuréticos Sempre Deve Ser Precoce após ADVOR e CLOROTIC?

Nara Kobbaz et al. Luana Monferdini Fernanda Almeida Andrade Aguinaldo F. Freitas Jr.

O progresso no tratamento da insuficiência cardíaca (IC) tem sido notável nos últimos anos. Medicamentos como inibidor da neprilisina e do receptor da angiotensina, betabloqueadores, antagonistas do receptor de mineralocorticoide e inibidores do cotransportador sódio-glicose 2 (ISGLT2) — frequentemente referidos como o “quarteto fantástico” — têm demonstrado reduzir a mortalidade e a hospitalização, bem como melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A história natural da doença é marcada por episódios recorrentes de descompensação e internação hospitalar ligados à congestão pulmonar e/ou sistêmica. Embora os diuréticos não mostrem evidências quanto à redução da mortalidade, são universalmente recomendados para alívio dos sintomas congestivos em todos os fenótipos da doença.,

[…]

  • Diuréticos
  • Insuficiência Cardíaca
  • Uso de Medicamentos
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31/12/2023 DOI: 10.36660/abchf.20230070 Visualizações 1
ABCIC
Original Article

Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares

Alexandre Sartori Barbosa et al. Ana Cristina Camarozano Daniela de Castro Carmo Daniane Rafael … Jerônimo Antonio Fortunato Rubens Zenóbio Darwich Liz Andréa Villela Baroncini

Resumo

Fundamentos

As dimensões da aorta torácica têm tido fraca correlação com fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM) e doença arterial coronariana (DAC).

Objetivos

Correlacionar o diâmetro da aorta torácica avaliado pelo ecocardiograma transtorácico (ETT) com HAS, DM, dislipidemia, DAC, tabagismo, idade, sexo, peso, altura, índice de massa corpórea (IMC) e superfície corporal (SC), além de uso contínuo de medicamentos com ação protetora cardiovascular.

Métodos

Estudo observacional, transversal e retrospectivo. Foram selecionados 203 indivíduos (62,1 ± 15,3 anos;57,1% do sexo feminino) que realizaram ETT com a avaliação da aorta torácica em 6 sítios: (1) anel valvar aórtico; (2) seio de valsalva; (3) junção sino tubular; (4) aorta proximal ascendente; (5) arco aórtico e (6) aorta descendente.

Resultados

Idade (p < 0,05), sexo masculino (p < 0,001), peso (p < 0,001), altura (p < 0,05) e SC (p < 0,001) foram associados a maiores diâmetros da aorta torácica em todos os sítios de avaliação. A análise multivariada identificou que idade, sexo masculino e SC, conjuntamente, explicam a variação dos diâmetros no anel aórtico em 17,3%, no seio de valsalva,em 30,7%, na junção sino tubular em 17,7%, na ascendente proximal em 21,9%, no arco aórtico em 19,8% e na aorta descendente em 21,4%. Não houve associação entre os diâmetros da aorta e os fatores de risco avaliados e uso contínuo de betabloqueadores, inibidores da enzima conversora de angiotensina ou bloqueadores dos receptores da angiotensina.

Conclusões

Idade, sexo masculino e superfície corpórea se correlacionaram positiva e significativamente com os diâmetros da aorta torácica. (Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2018;31(3):191-197)

  • Aorta Torácica
  • Dilatação Patológica
  • ecocardiografia
  • Fatores de risco
  • Uso de Medicamentos
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20/01/2022 DOI: 10.5935/2318-8219.20180028 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo Aumentada, Diminuída ou Estável ao Longo do Tempo em uma Série de 626 Pacientes com Insuficiência Cardíaca que Receberam Tratamento Médico

Meng-Meng Han et al. Wen-Shu Zhao Xiao-Rong Xu Xin Wang … Kui-Bao Li Cai-Jing Dang Juan Zhang Jia-Mei Liu Mu-Lei Chen Xin-Chun Yang Lin Xu Hua Wang

Resumo

Fundamento:

A fração de ejeção (FE) tem sido utilizada em análises fenotípicas e na tomada de decisões sobre o tratamento de insuficiência cardíaca (IC). Assim, a FE tornou-se parte fundamental da prática clínica diária.

Objetivo:

Este estudo tem como objetivo investigar características, preditores e desfechos associados a alterações da FE em pacientes com diferentes tipos de IC grave.

Métodos:

Foram incluídos neste estudo 626 pacientes com IC grave e classe III–IV da New York Heart Association (NYHA). Os pacientes foram classificados em três grupos de acordo com as alterações da FE, ou seja, FE aumentada (FE-A), definida como aumento da FE ≥10%, FE diminuída (FE-D), definida como diminuição da FE ≥10%, e FE estável (FE-E), definida como alteração da FE <10%. Valores p inferiores a 0,05 foram considerados significativos.

Resultados:

Dos 377 pacientes com IC grave, 23,3% apresentaram FE-A, 59,5% apresentaram FE-E e 17,2% apresentaram FE-D. Os resultados mostraram ainda 68,2% de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) no grupo FE-A e 64,6% de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEp) no grupo FE-D. Os preditores de FE-A identificados foram faixa etária mais jovem, ausência de diabetes e fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) menor. Já os preditores de FE-D encontrados foram ausência de fibrilação atrial, baixos níveis de ácido úrico e maior FEVE. Em um seguimento mediano de 40 meses, 44,8% dos pacientes foram vítimas de morte por todas as causas.

Conclusão:

Na IC grave, a ICFEr apresentou maior percentual no grupo FE-A e a ICFEp foi mais comum no grupo FE-D.

  • Disfunção Ventricular Esquerda
  • Insuficiência Cardíaca / mortalidade
  • Prognóstico
  • Uso de Medicamentos
  • Volume sistólico
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30/07/2021 DOI: 10.36660/abc.20200250
ABC
Artigo Original

Uso crônico de anticoagulante oral: implicações para o controle de níveis adequados

Francieli Giachini Esmerio et al. Emiliane Nogueira Souza Tiago Luz Leiria Rosana Lunelli Maria Antonieta Moraes

FUNDAMENTO: Dosagens inapropriadas e subterapêuticas anticoagulantes podem resultar em sérias complicações tromboembólicas. O uso dessa terapêutica requer especial atenção e precisa de um acompanhamento clínico e laboratorial rigoroso. OBJETIVO: Identificar fatores associados ao controle adequado dos níveis de anticoagulação oral, verificando o conhecimento e a percepção dos pacientes relacionados à terapêutica empregada. MÉTODOS: Estudo transversal que incluiu 140 pacientes acompanhados no ambulatório de anticoagulação oral, de novembro de 2005 a junho de 2006. Um questionário estruturado foi elaborado e aplicado para obtenção de características clínicas, conhecimento sobre a terapêutica, adesão ao tratamento (teste de Morisky) e percepção do paciente. RESULTADOS: As principais indicações para uso do anticoagulação oral foram fibrilação atrial (61,4%) e prótese metálica (55%). O tempo de uso variou entre 24 e 72 meses, e o femprocumona (58%) foi o mais empregado. Em relaçãoà percepção da terapêutica, 95% dos pacientes mencionaram preocupação com o uso diário dessa medicação. A realização periódica de exames de sangue (21,4%) e a tomada rigorosa de anticoagulação oral (12,8%) foram compreendidas como limitantes. Observou-se conhecimento adequado entre os pacientes com international normalized ratio (INR) fora da faixa (64%) e na aderência entre os pacientes com INR dentro da faixa terapêutica (54%), porém sem significância estatística. CONCLUSÃO: Os resultados deste estudo demonstraram uma prevalência de pacientes em uso de anticoagulação oral com o INR dentro dos valores ideais, embora tenha sido grande a porcentagem de pacientes não-aderentes à terapêutica. O conhecimento insatisfatório quanto à terapêutica empregada e ao autocuidado torna-se evidente nessa população.

  • Anticoagulantes
  • controle de medicamentos
  • Uso de Medicamentos
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11/01/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2009001100017

Como citar este artigo

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Kobbaz N, Monferdini L, Andrade FA, Freitas Jr. AF. A Associação de Diuréticos Sempre Deve Ser Precoce após ADVOR e CLOROTIC?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy 2023;3(2):e20230070.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kobbaz, Nara; Monferdini, Luana; Andrade, Fernanda Almeida; Freitas Jr., Aguinaldo F.. A Associação de Diuréticos Sempre Deve Ser Precoce após ADVOR e CLOROTIC?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, v. 3, n. 2, e20230070, dez. 2023.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kobbaz, N., Monferdini, L., Andrade, F. A., & Freitas Jr., A. F. (2023). A Associação de Diuréticos Sempre Deve Ser Precoce após ADVOR e CLOROTIC?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy, 3(2), e20230070.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kobbaz, Nara and Monferdini, Luana and Andrade, Fernanda Almeida and Freitas Jr., Aguinaldo F.. A Associação de Diuréticos Sempre Deve Ser Precoce após ADVOR e CLOROTIC?. ABC: Heart Failure & Cardiomyopathy [online]. 2023, vol. 3, n. 2, [citado 2026-10-14], e20230070. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-associacao-de-diureticos-sempre-deve-ser-precoce-apos-advor-e-clorotic/>

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Barbosa AS, Camarozano AC, Carmo DC, Rafael D, Fortunato JA, Darwich RZ, Baroncini LAV, et al. Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;31(3):191-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Barbosa, Alexandre Sartori; Camarozano, Ana Cristina; Carmo, Daniela de Castro; Rafael, Daniane; Fortunato, Jerônimo Antonio; Darwich, Rubens Zenóbio; Baroncini, Liz Andréa Villela. Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 31, n. 3, p. 191-197, jan. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Barbosa, A. S., Camarozano, A. C., Carmo, D. C., Rafael, D., Fortunato, J. A., Darwich, R. Z., & Baroncini, L. A. V. (2022). Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 31(3), 191-197.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Barbosa, Alexandre Sartori and Camarozano, Ana Cristina and Carmo, Daniela de Castro and Rafael, Daniane and Fortunato, Jerônimo Antonio and Darwich, Rubens Zenóbio and Baroncini, Liz Andréa Villela. Avaliação das Dimensões da Aorta Torácica ao Ecocardiograma Transtorácico Bidimensional: Correlação com Fatores de Risco Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 31, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 191-197. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-das-dimensoes-da-aorta-toracica-ao-ecocardiograma-transtoracico-bidimensional-correlacao-com-fatores-de-risco-cardiovasculares/>. ISSN 2318-8219

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Han M, Zhao W, Xu X, Wang X, Li K, Dang C, Zhang J, et al. Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo Aumentada, Diminuída ou Estável ao Longo do Tempo em uma Série de 626 Pacientes com Insuficiência Cardíaca que Receberam Tratamento Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(4):639-47.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Han, Meng-Meng; Zhao, Wen-Shu; Xu, Xiao-Rong; Wang, Xin; Li, Kui-Bao; Dang, Cai-Jing; Zhang, Juan; Liu, Jia-Mei; Chen, Mu-Lei; Yang, Xin-Chun; Xu, Lin; Wang, Hua. Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo Aumentada, Diminuída ou Estável ao Longo do Tempo em uma Série de 626 Pacientes com Insuficiência Cardíaca que Receberam Tratamento Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 4, p. 639-647, jul. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Han, M., Zhao, W., Xu, X., Wang, X., Li, K., Dang, C., Zhang, J., Liu, J., Chen, M., Yang, X., Xu, L., & Wang, H. (2021). Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo Aumentada, Diminuída ou Estável ao Longo do Tempo em uma Série de 626 Pacientes com Insuficiência Cardíaca que Receberam Tratamento Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(4), 639-647.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Han, Meng-Meng and Zhao, Wen-Shu and Xu, Xiao-Rong and Wang, Xin and Li, Kui-Bao and Dang, Cai-Jing and Zhang, Juan and Liu, Jia-Mei and Chen, Mu-Lei and Yang, Xin-Chun and Xu, Lin and Wang, Hua. Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo Aumentada, Diminuída ou Estável ao Longo do Tempo em uma Série de 626 Pacientes com Insuficiência Cardíaca que Receberam Tratamento Médico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 639-647. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/fracao-de-ejecao-do-ventriculo-esquerdo-aumentada-diminuida-ou-estavel-ao-longo-do-tempo-em-uma-serie-de-626-pacientes-com-insuficiencia-cardiaca-que-receberam-tratamento-medico/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Esmerio FG, Souza EN, Leiria TL, Lunelli R, Moraes MA. Uso crônico de anticoagulante oral: implicações para o controle de níveis adequados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;93(5):549-54.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Esmerio, Francieli Giachini; Souza, Emiliane Nogueira; Leiria, Tiago Luz; Lunelli, Rosana; Moraes, Maria Antonieta. Uso crônico de anticoagulante oral: implicações para o controle de níveis adequados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 93, n. 5, p. 549-554, jan. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Esmerio, F. G., Souza, E. N., Leiria, T. L., Lunelli, R., & Moraes, M. A. (2010). Uso crônico de anticoagulante oral: implicações para o controle de níveis adequados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 93(5), 549-554.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Esmerio, Francieli Giachini and Souza, Emiliane Nogueira and Leiria, Tiago Luz and Lunelli, Rosana and Moraes, Maria Antonieta. Uso crônico de anticoagulante oral: implicações para o controle de níveis adequados. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 93, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 549-554. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-cronico-de-anticoagulante-oral-implicacoes-para-o-controle-de-niveis-adequados/>. ISSN 0066-782X

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