Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Valor Preditivo dos Testes
Figura 1
ABC
Original Article

Inferência Bayesiana quanto ao Valor do Escore de Cálcio Zero como Filtro na Investigação da Dor Torácica Aguda em Unidade Coronariana

Luis Cláudio Lemos Correia et al. Fábio P. Esteves Manuela Carvalhal Thiago Menezes Barbosa de Souza … Nicole de Sá Vitor Calixto de Almeida Correia Felipe Kalil Beirão Alexandre Fernanda Lopes Felipe Ferreira Márcia Noya-Rabelo

Resumo

Fundamento:

A acurácia do escore de cálcio coronário zero como um filtro nos pacientes com dor torácica aguda tem sido demonstrada na sala de emergência e nos ambulatórios, populações com baixa prevalência de doença arterial coronariana (DAC).

Objetivos:

Testar o papel do escore de cálcio zero como filtro nos pacientes com dor torácica admitidos numa unidade coronariana intensiva (UCI), na qual a probabilidade pré-teste de DAC é maior do que em outras populações.

Métodos:

Pacientes foram submetidos a tomografia computadorizada para quantificar o escore de cálcio, DAC obstrutiva foi definida por uma estenose mínima de 70% na cineangiocoronariografia invasiva. Um escore clínico para estimar a probabilidade pré-teste de DAC obstrutiva foi criado em amostra de 370 pacientes, usado para definir subgrupos na definição de valores preditivos negativos do escore zero.

Resultados:

Em 146 pacientes estudados, a prevalência de DAC foi 41% e o escore de cálcio zero foi demonstrado em 35% deles. A sensibilidade e a especificidade para escore de cálcio zero resultaram numa razão de verossimilhança negativa de 0,16. Após ajuste com um escore clínico com a regressão logística para a probabilidade pré-teste, o escore de cálcio zero foi preditor independente associado a baixa probabilidade de DAC (OR = 0,12, IC95% = 0,04-0,36), aumentando a área abaixo da curva ROC do modelo clínico de 0,76 para 0,82 (p = 0,006). Considerando a probabilidade de DAC < 10% como ponto de corte para alta precoce, o escore de cálcio aumentou a proporção de pacientes para alta precoce de 8,2% para 25% (NRI = 0,20; p = 0,0018). O escore de cálcio zero apresentou valor preditivo negativo de 90%. Em pacientes com probabilidade pré-teste < 50%, o valor preditivo negativo foi 95% (IC95% = 83%-99%).

Conclusão:

O escore de cálcio zero reduz substancialmente a probabilidade pré-teste de DAC obstrutiva em pacientes internados em UCI com dor torácica aguda. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

  • Calcinose / diagnóstico
  • Dor no Peito
  • Serviços Médicos de Emergência
  • Síndrome Coronariana Aguda / diagnóstico
  • Valor Preditivo dos Testes
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
12/06/2017 DOI: 10.5935/abc.20170076 Visualizações 3
ABC
Original Article

Sensibilidade, Especificidade e Valor Preditivo dos Índices da Variabilidade da Frequência Cardíaca no Diabetes Mellitus Tipo 1

Anne Kastelianne França da Silva et al. Diego Giuliano Destro Christofaro Aline Fernanda Barbosa Bernardo Franciele Marques Vanderlei Luiz Carlos Marques Vanderlei

Resumo

Fundamento:

Alguns índices da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) podem ser capazes de detectar alterações autonômicas com boa acurácia diagnóstica. Indivíduos com Diabetes Mellitus (DM) tipo 1 podem apresentar alterações na modulação autonômica, contudo, estudos dessa natureza são incipientes nesses sujeitos.

Objetivo:

Comparar diferentes índices da VFC e avaliar seu valor prognóstico por medidas da sensibilidade, especificidade e valores preditivos em jovens com DM tipo 1 e jovens controles saudáveis.

Métodos:

Neste estudo transversal, foram realizadas avaliações físicas e clínicas em 39 jovens com DM tipo 1 e 43 jovens saudáveis. Para análise da VFC, a frequência cardíaca foi captada batimento a batimento usando um monitor de frequência acardíaca, PolarS810i, por 30 minutos com os voluntários em decúbito dorsal. Foram calculados os índices: SDNN, RMSSD, PNN50, TINN, RRTri, LF ms2, HF ms2, LF un, HF um, LF/HF, SD1, SD2, SD1/SD2, ApEn.

Resultados:

Indivíduos com DM tipo 1 apresentam redução na atividade simpática, parassimpática e na variabilidade global do sistema nervoso autônomo. Índices RMSSD, SDNN, PNN50, LF ms2, HF ms2, RRTri, SD1 e SD2 representam melhor acurácia diagnóstica para discriminar indivíduos diabéticos de saudáveis.

Conclusão:

Indivíduos com DM tipo 1 apresentam alterações na modulação autonômica e os índices SDNN, RMSSD, PNN50, RRtri, LF ms2, HF ms2, SD1 e SD2 podem ser uma opção utilizada para discriminar indivíduos com DM tipo 1.

  • Diabetes Mellitus Tipo 1
  • Frequência Cardíaca
  • Sensibilidade e Especificidade
  • Sistema Nervoso Autônomo
  • Valor Preditivo dos Testes
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/03/2017 DOI: 10.5935/abc.20170024 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH)

Gabriel Grizzo Cucato et al. Marilia de Almeida Correia Breno Quintella Farah Glauco Fernandes Saes … Aluísio Henrique de Andrade Lima Raphael Mendes Ritti-Dias Nelson Wolosker

Resumo

Fundamento:

O questionário Walking Estimated-Limitation Calculated by History (WELCH) foi proposto para avaliar o comprometimento da marcha em pacientes com claudicação intermitente (CI), apresentando propriedades psicométricas satisfatórias. No entanto, não há ainda uma versão disponível em português brasileiro, o que reduz seu uso em pacientes brasileiros.

Objetivo:

Analisar as propriedades psicométricas de uma versão do WELCH traduzida para o português brasileiro em pacientes brasileiros com CI.

Métodos:

Oitenta e quatro pacientes com CI participaram do estudo. Após tradução e retrotradução realizadas por dois tradutores independentes, a validade de constructo do WELCH foi analisada através da correlação dos escores do questionário com a capacidade de caminhada obtida com o teste de esteira (protocolo de Gardner). Para determinar a confiabilidade do WELCH, foram calculadas a consistência interna e a confiabilidade teste–reteste com um intervalo de sete dias entre as aplicações dos dois questionários.

Resultados:

Foram observadas correlações positivas significativas entre o escore WELCH e a distância até início da claudicação (; r = 0,64, p = 0,01) e distância total de caminhada (; r = 0,61, p = 0,01). A consistência interna foi de 0,84, enquanto que o coeficiente de correlação intraclasse entre a avaliação dos questionários foi de 0,84. Não houve diferenças nos escores de WELCH entre as aplicações dos dois questionários.

Conclusão:

A versão em português brasileiro do WELCH apresenta indicadores adequados de validade e confiabilidade, permitindo seu uso em pacientes brasileiros com CI.

  • Avaliação da Deficiência
  • Brasil
  • Caminhada
  • Claudicação Intermitente
  • Marcha
  • Questionário
  • Valor Preditivo dos Testes
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
08/12/2015 DOI: 10.5935/abc.20160004 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Relevância das Medidas da Pressão Arterial Pré-Micção Matinal e à Tarde em Protocolo de Monitorização Residencial da Pressão Arterial

Antonio Eduardo Monteiro de Almeida et al. Ricardo Stein Miguel Gus João Agnaldo Nascimento … Karlyse Claudino Belli Jorge Rene Garcia Arévalo Flávio Dani Fuchs Jorge Pinto Ribeiro

Fundamentos:

A importância das medidas da pressão arterial antes do ato miccional matinal e no período da tarde, durante atividades laborativas, na acurácia da monitoração residencial da pressão arterial (MRPA) não foi estabelecida.

Objetivo:

Comparar dois protocolos de MRPA, tendo como padrão-ouro a monitoração ambulatorial da pressão arterial de 24 horas (MAPA-vigília) e avaliando-se as medidas antes do ato miccional e à tarde, para o melhor diagnóstico de hipertensão arterial (HAS), e sua associação com marcadores prognósticos.

Métodos:

Após realizarem MAPA de 24 horas, os 158 participantes (84 mulheres) foram randomizados para realizar MRPA de três ou cinco dias com posterior crossover. Analisou-se o protocolo de três dias nas seguintes situações: aferições antes do ato miccional matinal e à tarde (AM+MT); e aferições após o ato miccional matinal e à noite (PM+MN). Todos os pacientes foram submetidos a ecocardiografia (hipertrofia ventricular esquerda – HVE) e a dosagem de albumina urinária (microalbuminúria – MAU).

Resultados:

A estatística kappa para diagnóstico de HAS entre MAPA-vigília e MRPA de três dias padrão, MRPA de três dias (AM + MT) e (PM + MN), e MRPA de cinco dias foi de 0,660, 0,638, 0,348 e 0,387, respectivamente. Os valores de sensibilidade de AM+MT versus PM+MN foram 82,6% × 71%, respectivamente, e os de especificidade foram 84,8% × 74%, respectivamente. Os valores preditivos positivos e negativos foram 69,1% × 40% e 92,2% × 91,2%, respectivamente. As comparações das correlações intraclasse para diagnósticos de HVE e MAU, entre AM+MT e PM+MN, foram 0,782 × 0,474 e 0,511 × 0,276, respectivamente.

Conclusões:

O protocolo de MRPA de três dias que inclui medidas antes do ato miccional matinal e à tarde apresentou melhor concordância com o diagnóstico de HAS e melhor associação com marcadores prognósticos.

  • Doenças Cardiovasculares/urina
  • Hipertensão
  • Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial
  • Pressão Arterial
  • Programas de Rastreamento
  • Valor Preditivo dos Testes
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/09/2014 DOI: 10.5935/abc.20140139 Visualizações 1
Valor preditivo da frequência cardíaca em repouso do teste ergométrico na mortalidade
ABC
Artigo Original

Valor preditivo da frequência cardíaca em repouso do teste ergométrico na mortalidade

Jaqueline Eilert Fagundes et al. Iran Castro

FUNDAMENTO: A frequência cardíaca em repouso (cuja média está entre 60 e 80 bpm) é uma das mais simples variáveis cardiovasculares e tem sido considerada como um preditor de mortalidade cardiovascular e geral. OBJETIVO: Avaliar o valor preditivo da frequência cardíaca em repouso (FCR), antes do teste ergométrico (TE), na mortalidade cardiovascular (CV) e geral. MÉTODOS: Estudo de caso-controle, que utilizou informações contidas nos bancos de dados do laboratório de ergometria de um hospital especializado em cardiologia e os registros de óbitos da Secretaria da Saúde em uma cidade do sul do Brasil, de janeiro de 1995 a junho de 2007. Foram analisados 7.055 pacientes, sendo 1.645 (23,3%) do grupo caso (óbitos) e 5.410 (76,7%) do grupo controle (vivos). Foi calculado o ponto de corte da FCR para mortalidade, através da curva ROC e realizada a análise multivariada para as variáveis selecionadas. Os desfechos foram mortalidade CV e geral. RESULTADOS: A incidência de mortalidade CV foi de 674 casos (9,5%); a FCR > 78 bpm foi o ponto de corte. Após ajustado para as variáveis selecionadas, o odds ratio (OR) para FCR > 78 bpm foi de 3,5 (IC 95% = 2,9 – 4,2) para mortalidade CV e 3,6 (IC 95% = 3,2 – 4,0) para mortalidade geral. CONCLUSÃO: A FCR > 78 bpm é um preditor independente de mortalidade cardiovascular e geral.

  • Frequência Cardíaca
  • Teste de Esforço
  • Valor Preditivo dos Testes
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
12/11/2010 DOI: 10.1590/S0066-782X2010005000149 Visualizações 1
ABC
Artigo Original

Índice Tornozelo-Braquial (ITB) determinado por esfigmomanômetros oscilométricos automáticos

Takao Kawamura

FUNDAMENTO: Índice Tornozelo-Braquial (ITB) é essencial na prática clínica, mas dificuldades técnicas na sua execução pelo padrão de referência Doppler vascular (DV) tornam-no ainda pouco utilizado. OBJETIVO: Avaliar aplicabilidade da determinação do ITB com uso de esfigmomanômetros oscilométricos automáticos (EOA) e sugerir a utilização dos índices delta-Bráquio-Braquial (delta-BB) e delta-ITB como marcadores de risco cardiovascular. MÉTODOS: Estudo descritivo e observacional de 247 pacientes ambulatoriais (56,2% feminino, média 62,0 anos) submetidos à determinação do ITB com aferição simultânea da pressão arterial (PA) em membros superiores (MMSS) e inferiores (MMII) utilizando-se dois EOA (OMRON-HEM705CP). Nos casos em que não foi possível aferir PA em pelo menos um dos MMII utilizou-se DV. Os pacientes divididos em Grupo N (ITB normal: 0,91 a 1,30) e Grupo A (ITB alterado: 1,30) tiveram comparados entre si os valores de delta-ITB (diferença absoluta ITB/MMII) e delta-BB (diferença absoluta PAS/MMSS). RESULTADOS: Utilizando-se EOA foi possível determinar ITB em 90,7%. Com dados do Grupo N determinaram-se valores de referência (VR) no percentil 95 de delta-ITB (0-0,13) e delta-BB (0-8 mmHg). Quando comparado com o Grupo N, o Grupo A apresentou prevalência mais elevada tanto de delta-ITB (30/52 contra 10/195; Razão de Chances: 25,23; p<0,0001) como de delta-BB (13/52 contra 7/195; Razão de Chances: 8,95; p<0,0001) acima dos VR. CONCLUSÃO: O ITB pode ser determinado na maioria das vezes com EOA. Delta-ITB e delta-BB acima dos VR estiveram significativamente mais prevalentes nos portadores de ITB alterado e podem ser sugeridos como marcadores de risco cardiovascular em futuros estudos epidemiológicos.

  • Arteria Braquial
  • doenças vasculares periféricas
  • Pressão Arterial
  • Valor Preditivo dos Testes
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
27/05/2008 DOI: 10.1590/S0066-782X2008000500003 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Correia LCL, Esteves FP, Carvalhal M, Souza TMB, Sá N, Correia VCA, Alexandre FKB, et al. Inferência Bayesiana quanto ao Valor do Escore de Cálcio Zero como Filtro na Investigação da Dor Torácica Aguda em Unidade Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(2):97-102.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Correia, Luis Cláudio Lemos; Esteves, Fábio P.; Carvalhal, Manuela; Souza, Thiago Menezes Barbosa de; Sá, Nicole de; Correia, Vitor Calixto de Almeida; Alexandre, Felipe Kalil Beirão; Lopes, Fernanda; Ferreira, Felipe; Noya-Rabelo, Márcia. Inferência Bayesiana quanto ao Valor do Escore de Cálcio Zero como Filtro na Investigação da Dor Torácica Aguda em Unidade Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 2, p. 97-102, jun. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Correia, L. C. L., Esteves, F. P., Carvalhal, M., Souza, T. M. B. , Sá, N. , Correia, V. C. A., Alexandre, F. K. B., Lopes, F., Ferreira, F., & Noya-Rabelo, M. (2017). Inferência Bayesiana quanto ao Valor do Escore de Cálcio Zero como Filtro na Investigação da Dor Torácica Aguda em Unidade Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(2), 97-102.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Correia, Luis Cláudio Lemos and Esteves, Fábio P. and Carvalhal, Manuela and Souza, Thiago Menezes Barbosa de and Sá, Nicole de and Correia, Vitor Calixto de Almeida and Alexandre, Felipe Kalil Beirão and Lopes, Fernanda and Ferreira, Felipe and Noya-Rabelo, Márcia. Inferência Bayesiana quanto ao Valor do Escore de Cálcio Zero como Filtro na Investigação da Dor Torácica Aguda em Unidade Coronariana. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 97-102. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/inferencia-bayesiana-quanto-ao-valor-do-escore-de-calcio-zero-como-filtro-na-investigacao-da-dor-toracica-aguda-em-unidade-coronariana/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Silva AKF, Christofaro DGD, Bernardo AFB, Vanderlei FM, Vanderlei LCM. Sensibilidade, Especificidade e Valor Preditivo dos Índices da Variabilidade da Frequência Cardíaca no Diabetes Mellitus Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(3):255-62.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Silva, Anne Kastelianne França da; Christofaro, Diego Giuliano Destro; Bernardo, Aline Fernanda Barbosa; Vanderlei, Franciele Marques; Vanderlei, Luiz Carlos Marques. Sensibilidade, Especificidade e Valor Preditivo dos Índices da Variabilidade da Frequência Cardíaca no Diabetes Mellitus Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 3, p. 255-262, fev. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Silva, A. K. F. , Christofaro, D. G. D., Bernardo, A. F. B., Vanderlei, F. M., & Vanderlei, L. C. M. (2017). Sensibilidade, Especificidade e Valor Preditivo dos Índices da Variabilidade da Frequência Cardíaca no Diabetes Mellitus Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(3), 255-262.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Silva, Anne Kastelianne França da and Christofaro, Diego Giuliano Destro and Bernardo, Aline Fernanda Barbosa and Vanderlei, Franciele Marques and Vanderlei, Luiz Carlos Marques. Sensibilidade, Especificidade e Valor Preditivo dos Índices da Variabilidade da Frequência Cardíaca no Diabetes Mellitus Tipo 1. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 255-262. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sensibilidade-especificidade-e-valor-preditivo-dos-indices-da-variabilidade-da-frequencia-cardiaca-no-diabetes-mellitus-tipo-1/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Cucato GG, Correia MA, Farah BQ, Saes GF, Lima AHA, Ritti-Dias RM, Wolosker N, et al. Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH). Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2015;106(1):49-55.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Cucato, Gabriel Grizzo; Correia, Marilia de Almeida; Farah, Breno Quintella; Saes, Glauco Fernandes; Lima, Aluísio Henrique de Andrade; Ritti-Dias, Raphael Mendes; Wolosker, Nelson. Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 106, n. 1, p. 49-55, dez. 2015.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Cucato, G. G., Correia, M. A., Farah, B. Q., Saes, G. F., Lima, A. H. A., Ritti-Dias, R. M., & Wolosker, N. (2015). Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH). Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 106(1), 49-55.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Cucato, Gabriel Grizzo and Correia, Marilia de Almeida and Farah, Breno Quintella and Saes, Glauco Fernandes and Lima, Aluísio Henrique de Andrade and Ritti-Dias, Raphael Mendes and Wolosker, Nelson. Versão Validada em Português Brasileiro do Walking Estimated- Limitation Calculated by History (WELCH). Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2015, vol. 106, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 49-55. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/versao-validada-em-portugues-brasileiro-do-walking-estimated-limitation-calculated-by-history-welch/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Almeida AEM, Stein R, Gus M, Nascimento JA, Belli KC, Arévalo JRG, Fuchs FD, et al. Relevância das Medidas da Pressão Arterial Pré-Micção Matinal e à Tarde em Protocolo de Monitorização Residencial da Pressão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(4):338-47.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de; Stein, Ricardo; Gus, Miguel; Nascimento, João Agnaldo; Belli, Karlyse Claudino; Arévalo, Jorge Rene Garcia; Fuchs, Flávio Dani; Ribeiro, Jorge Pinto. Relevância das Medidas da Pressão Arterial Pré-Micção Matinal e à Tarde em Protocolo de Monitorização Residencial da Pressão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 4, p. 338-347, set. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Almeida, A. E. M. , Stein, R., Gus, M., Nascimento, J. A., Belli, K. C., Arévalo, J. R. G., Fuchs, F. D., & Ribeiro, J. P. (2014). Relevância das Medidas da Pressão Arterial Pré-Micção Matinal e à Tarde em Protocolo de Monitorização Residencial da Pressão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(4), 338-347.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Almeida, Antonio Eduardo Monteiro de and Stein, Ricardo and Gus, Miguel and Nascimento, João Agnaldo and Belli, Karlyse Claudino and Arévalo, Jorge Rene Garcia and Fuchs, Flávio Dani and Ribeiro, Jorge Pinto. Relevância das Medidas da Pressão Arterial Pré-Micção Matinal e à Tarde em Protocolo de Monitorização Residencial da Pressão Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 338-347. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/relevancia-das-medidas-da-pressao-arterial-pre-miccao-matinal-e-a-tarde-em-protocolo-de-monitorizacao-residencial-da-pressao-arterial/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Fagundes JE, Castro I. Valor preditivo da frequência cardíaca em repouso do teste ergométrico na mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2010;95(6):713-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Fagundes, Jaqueline Eilert; Castro, Iran. Valor preditivo da frequência cardíaca em repouso do teste ergométrico na mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 95, n. 6, p. 713-719, nov. 2010.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Fagundes, J. E., & Castro, I. (2010). Valor preditivo da frequência cardíaca em repouso do teste ergométrico na mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 95(6), 713-719.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Fagundes, Jaqueline Eilert and Castro, Iran. Valor preditivo da frequência cardíaca em repouso do teste ergométrico na mortalidade. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2010, vol. 95, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 713-719. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/valor-preditivo-da-frequencia-cardiaca-em-repouso-do-teste-ergometrico-na-mortalidade/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Kawamura T. Índice Tornozelo-Braquial (ITB) determinado por esfigmomanômetros oscilométricos automáticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2008;90(5):322-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Kawamura, Takao. Índice Tornozelo-Braquial (ITB) determinado por esfigmomanômetros oscilométricos automáticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 90, n. 5, p. 322-326, maio. 2008.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Kawamura, T. (2008). Índice Tornozelo-Braquial (ITB) determinado por esfigmomanômetros oscilométricos automáticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 90(5), 322-326.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Kawamura, Takao. Índice Tornozelo-Braquial (ITB) determinado por esfigmomanômetros oscilométricos automáticos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2008, vol. 90, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 322-326. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/indice-tornozelo-braquial-itb-determinado-por-esfigmomanometros-oscilometricos-automaticos/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias