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ABCIC
Original Article

Ecocardiografia Padrão, com Strain e Strain Rate com Speckle Tracking Bidimensional em Macaco-Capuchinho (Cebus Apella, Linnaeus, 1758)

Laecio da Silva Moura et al. Renan Paraguassú de Sá Rodrigues Andrezza Braga Soares da Silva Gerson Tavares Pessoa … Francisco das Chagas Araújo Sousa Jacyara de Jesus Rosa Pereira Alves Luiz Bezerra Neto Kassio Vieira Macedo Marcelo Campos Vieira Flávio Ribeiro Alves

Resumen

Introducción

El mono capuchino es un tipo de primate no humano que ha demostrado un gran potencial para estudios preclínicos debido a sus similitudes anatómicas y fisiológicas con los humanos.

Objetivo

Estudiar los índices de deformación del miocardio en monos capuchinos anestesiados utilizando speckle tracking.

Métodos

Fueron utilizados dieciséis animales del Parque Zoobotánico, Teresina, Piauí, Brasil, químicamente restringidos utilizando una combinación de ketamina y midazolam. Se obtuvieron registros de ecocardiografía en los modos B, M y Doppler, y se midieron strain y strain rate utilizando el speckle tracking.

Resultados

Las variables que mostraron coeficientes de correlación estadísticamente significativos en relación con el peso fueron PLVId, DTDVI, DTSVI, onda E, A’VD, MAM y TAPSE. La FC mostró una correlación positiva con la onda E y onda A y una correlación negativa con IVRT. FA presentó una correlación positiva con la relación de onda E/A (r = 0,61). TAPSE mostró correlaciones positivas con E’VD y A’VD. Los valores obtenidos para el strain circunferencial (-18,17 ± 4,68%), radial (47,13 ± 5,24%) y longitudinal (- 26,46 ± 5,15%) para los monos capuchinos estuvieron dentro de los rangos normales para machos y hembras.

Conclusión

El presente estudio proporciona los primeros valores de referencia para mediciones ecocardiográficas en los modos B, M y Doppler para monos capuchinos anestesiados con ketamina y midazolam. Los valores de strain y strain rate obtenidos utilizando speckle tracking mostraron similitudes con los obtenidos en humanos, lo que sugiere que esta herramienta tiene el potencial de ser explotada en estudios preclínicos utilizando el modelo del mono capuchino. (Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2018;31(1):4-13)

  • Contratilidade Miocárdica
  • Ecocardiografia/normas
  • Miocardio/anormalidades
  • Modelos Animais
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20/01/2022 DOI: 10.5935/2318-8219.20180004 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo Original

Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos

Tianshu Chu et al. Molin Huang Zhiwei Zhao Fei Ling … Jing Cao Jianjun Ge

Resumo

Fundamento:

A taxa de falha de enxerto de veia safena um ano após a cirurgia de revascularização do miocárdio varia de 10% a 25%. O objetivo deste estudo foi de investigar se a atorvastatina pode reduzir o acúmulo de células musculares lisas vasculares para inibir a hiperplasia intimal por meio da inibição da via p38 MAPK.

Métodos:

Quarenta e cinco ratos Sprague-Dawley foram randomizados em três grupos. Trinta ratos foram submetidos à cirurgia de enxerto de veia e randomizados para tratamento com veículo ou atorvastatina; quinze ratos foram submetidos à cirurgia sham. Detectamos a hiperplasia intimal por meio de coloração com hematoxilina-eosina e a expressão de proteínas relacionadas por meio de análise imuno-histoquímica e Western blot. Foram realizadas as comparações por análise de variância de fator único e pelo teste da diferença mínima significativa de Fisher, com p < 0,05 considerado significativo.

Resultados:

A íntima analisada pela coloração com hematoxilina-eosina era dramaticamente mais espessa no grupo controle que no grupo atorvastatina e no grupo sham (p < 0,01). Os resultados da coloração imuno-histoquímica de α-SMA demonstraram que a porcentagem de células positivas para α-SMA no grupo controle era mais alta que no grupo atorvastatina (p < 0,01). Nós também avaliamos α-SMA, PCNA, p38 MAPK e fosforilação de p38 MAPK após o tratamento com estatina por meio de análise de Western blot e os resultados indicaram que a atorvastatina não levou à redução de p38 MAPK (p < 0,05); no entanto, resultou na inibição da fosforilação de p38 MAPK (p < 0,01) e reduziu significativamente os níveis de α-SMA e PCNA, em comparação com o grupo controle (p < 0,01).

Conclusão:

Nós demonstramos que a atorvastatina pode inibir o acúmulo de células musculares lisas vasculares por meio da inibição da via p38 MAPK e é capaz de inibir a hiperplasia intimal em modelos de enxerto de veia em ratos.

  • Atorvastatina
  • Hiperplasia
  • Miócitos de Músculo Liso
  • Modelos Animais
  • Quinases de Proteína Quinase Ativadas por Mitógenos
  • Ratos
  • Revascularização do Miocárdio
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190231 Visualizações 1
ABC
Editorial

Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental

Mariana Gatto et al. Luana Urbano Pagan Gustavo Augusto Ferreira Mota

Apesar do significativo avanço da biomedicina cardiovascular nos últimos anos, que proporcionou melhor entendimento da fisiopatologia da doença arterial coronariana (DAC) bem como sua prevenção e tratamento, a DAC ainda é responsável por considerável parcela de óbitos.

A DAC é o resultado do acúmulo patológico de placas ateroscleróticas nas artérias coronárias que pode levar a oclusão e isquemia do tecido cardíaco. Entre os tratamentos utilizados para a DAC, podemos destacar o enxerto de veia (EV), tipo de intervenção cirúrgica para a revascularização do miocárdio. Entretanto, a longo prazo, ocorre alta taxa de obstrução dos enxertos venosos, com remodelação expansiva e aumento da deposição de lipoproteína de baixa densidade (LDL), que pode ocasionar hiperplasia intimal (HI), aterosclerose e trombose., A HI está intimamente relacionada à reestenose do EV e se inicia em resposta a determinado estresse, o qual desencadeia processo inflamatório e consequente disfunção endotelial com proliferação e migração de células do músculo liso vascular (CMLV).,

[…]

  • Atorvastatina/prevenção e controle
  • Doença Arterial Coronariana/fisiopatologia
  • enxerto vascular
  • Hiperplasia
  • Modelos Animais
  • Músculo Liso Vascular
  • Ratos
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23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200518
ABC
Editorial

Desafios da Ciência Translacional

Leonardo R. Garcia et al. Bertha F. Polegato Leonardo A. M. Zornoff

A introdução de terapêuticas já padronizadas para o tratamento das principais doenças cardiovasculares, como por exemplo, a insuficiência cardíaca e o infarto do miocárdio, reduziram a mortalidade de maneira significativa. No entanto, as doenças cardiovasculares ainda constituem uma das principais causas de morbimortalidade em todo o mundo. Em consequência, grande número de estudos experimentais são publicados a respeito do tema. Esses estudos investigam, além dos mecanismos envolvidos na gênese da doença cardiovascular, os potenciais alvos terapêuticos, assim como intervenções que se mostrem benéficas para reduzir o tamanho da lesão isquêmica e a progressão da disfunção cardíaca e, consequentemente, diminuam a mortalidade.

Em algumas situações, os resultados de pesquisas pré-clínicas são reproduzíveis em estudos clínicos. Como exemplo, poderíamos citar a influência da obesidade no processo de remodelação cardíaca. Aceita-se que o processo de remodelação desempenhe papel crítico no aparecimento e na progressão da disfunção cardíaca secundária a diferentes estímulos. Estudos experimentais mostraram que a obesidade induz remodelação ventricular, dado que foi confirmado em estudos clínicos.,

[…]

  • Infarto Do Miocárdio
  • Injúria de Isquemia/reperfusão
  • Modelos Animais
  • Vias de Sinalização
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01/05/2017 DOI: 10.5935/abc.20170061
Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo
ABC
Artigo Original

Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo

Manoel Ângelo Gomes Palácio et al. Edison Ferreira de Paiva Luciano Cesar Pontes de Azevedo Ari Timerman

FUNDAMENTO: Na ressuscitação cardiopulmonar (RCP) prolongada, o efeito dos vasoconstritores não foi plenamente esclarecido. OBJETIVOS: Avaliar o efeito pressórico da adrenalina e da vasopressina, e observar o retorno da circulação espontânea (RCE). MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado, cego e placebo-controlado. Após sete minutos em fibrilação ventricular, porcos receberam ciclos de dois minutos de RCP. Tentou-se a desfibrilação (4 J/kg) uma vez aos 9 minutos e após cada ciclo, conforme o ritmo verificado, reiniciando-se a RCP imediatamente. Aos 9 minutos e depois de cada cinco minutos, aplicou-se adrenalina 0,02 mg/kg (n = 12 porcos), ou vasopressina 0,4 U/kg (n = 12), ou solução salina 0,9% 0,2 mL/kg (n = 8). A RCP continuou por 30 minutos ou até o RCE. RESULTADOS: A pressão de perfusão coronária aumentou para aproximadamente 20 mmHg nos três grupos. Com os vasoconstritores, a pressão alcançou 35 mmHg versus 15 mmHg com placebo (p < 0,001). Com vasopressina, manteve-se efeito de 15-20 mmHg após três doses versus zero com adrenalina ou placebo. Observou-se o RCE com frequência diferente (p = 0,031) entre adrenalina (10/12), vasopressina (6/12) e placebo (2/8). O tempo médio até o RCE não diferiu (16 minutos), nem o número de doses recebidas até então (uma ou duas). Entre os vasoconstritores não houve diferença significante, mas, frente ao placebo, apenas a adrenalina aumentou significantemente o RCE (p = 0,019). CONCLUSÃO: O efeito pressórico inicial dos vasoconstritores foi equivalente, e a vasopressina manteve um efeito tardio na ressuscitação prolongada. Apesar disso, comparando-se ao placebo, apenas a adrenalina aumentou significantemente a frequência do retorno da circulação espontânea.

  • Arginina vasopressina
  • Epinefrina
  • Modelos Animais
  • ressuscitação cardiopulmonar
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01/11/2013 DOI: 10.5935/abc.20130213 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Moura LS, Rodrigues RPS, Silva ABS, Pessoa GT, Sousa FCA, Alves JJRP, Bezerra Neto L, et al. Ecocardiografia Padrão, com Strain e Strain Rate com Speckle Tracking Bidimensional em Macaco-Capuchinho (Cebus Apella, Linnaeus, 1758). Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular 2022;31(1):4-10.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Moura, Laecio da Silva; Rodrigues, Renan Paraguassú de Sá; Silva, Andrezza Braga Soares da; Pessoa, Gerson Tavares; Sousa, Francisco das Chagas Araújo; Alves, Jacyara de Jesus Rosa Pereira; Bezerra Neto, Luiz; Macedo, Kassio Vieira; Vieira, Marcelo Campos; Alves, Flávio Ribeiro. Ecocardiografia Padrão, com Strain e Strain Rate com Speckle Tracking Bidimensional em Macaco-Capuchinho (Cebus Apella, Linnaeus, 1758). Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, v. 31, n. 1, p. 4-10, jan. 2022.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Moura, L. S., Rodrigues, R. P. S., Silva, A. B. S. , Pessoa, G. T., Sousa, F. C. A., Alves, J. J. R. P., Bezerra Neto, L., Macedo, K. V., Vieira, M. C., & Alves, F. R. (2022). Ecocardiografia Padrão, com Strain e Strain Rate com Speckle Tracking Bidimensional em Macaco-Capuchinho (Cebus Apella, Linnaeus, 1758). Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular, 31(1), 4-10.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Moura, Laecio da Silva and Rodrigues, Renan Paraguassú de Sá and Silva, Andrezza Braga Soares da and Pessoa, Gerson Tavares and Sousa, Francisco das Chagas Araújo and Alves, Jacyara de Jesus Rosa Pereira and Bezerra Neto, Luiz and Macedo, Kassio Vieira and Vieira, Marcelo Campos and Alves, Flávio Ribeiro. Ecocardiografia Padrão, com Strain e Strain Rate com Speckle Tracking Bidimensional em Macaco-Capuchinho (Cebus Apella, Linnaeus, 1758). Arquivos Brasileiros de Cardiologia Imagem cardiovascular [online]. 2022, vol. 31, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 4-10. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/ecocardiografia-padrao-com-strain-e-strain-rate-com-speckle-tracking-bidimensional-em-macaco-capuchinho-cebus-apella-linnaeus-1758/>. ISSN 2318-8219

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Chu T, Huang M, Zhao Z, Ling F, Cao J, Ge J. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):630-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chu, Tianshu; Huang, Molin; Zhao, Zhiwei; Ling, Fei; Cao, Jing; Ge, Jianjun. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 630-636, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chu, T., Huang, M., Zhao, Z., Ling, F., Cao, J., & Ge, J. (2020). Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 630-636.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chu, Tianshu and Huang, Molin and Zhao, Zhiwei and Ling, Fei and Cao, Jing and Ge, Jianjun. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 630-636. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atorvastatina-reduz-o-acumulo-de-celulas-musculares-lisas-vasculares-para-inibir-a-hiperplasia-intimal-pela-inibicao-de-via-p38-mapk-em-um-modelo-de-enxerto-de-veia-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gatto M, Pagan LU, Mota GAF. Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):637-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gatto, Mariana; Pagan, Luana Urbano; Mota, Gustavo Augusto Ferreira. Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 637-638, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gatto, M., Pagan, L. U., & Mota, G. A. F. (2020). Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 637-638.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gatto, Mariana and Pagan, Luana Urbano and Mota, Gustavo Augusto Ferreira. Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 637-638. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-atorvastatina-na-hiperplasia-intimal-em-modelo-experimental/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Garcia LR, Polegato BF, Zornoff LAM. Desafios da Ciência Translacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;108(5):388-9.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Garcia, Leonardo R.; Polegato, Bertha F.; Zornoff, Leonardo A. M.. Desafios da Ciência Translacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 108, n. 5, p. 388-389, abr. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Garcia, L. R., Polegato, B. F., & Zornoff, L. A. M. (2017). Desafios da Ciência Translacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 108(5), 388-389.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Garcia, Leonardo R. and Polegato, Bertha F. and Zornoff, Leonardo A. M.. Desafios da Ciência Translacional. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 108, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 388-389. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/desafios-da-ciencia-translacional/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Palácio MG, Paiva EF, Azevedo LCP, Timerman A. Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2013;101(6):536-44.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Palácio, Manoel Ângelo Gomes; Paiva, Edison Ferreira de; Azevedo, Luciano Cesar Pontes de; Timerman, Ari. Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 101, n. 6, p. 536-544, out. 2013.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Palácio, M. G., Paiva, E. F. , Azevedo, L. C. P. , & Timerman, A. (2013). Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 101(6), 536-544.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Palácio, Manoel Ângelo Gomes and Paiva, Edison Ferreira de and Azevedo, Luciano Cesar Pontes de and Timerman, Ari. Tratamento da parada cardíaca experimental com adrenalina, vasopressina ou placebo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2013, vol. 101, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 536-544. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/tratamento-da-parada-cardiaca-experimental-com-adrenalina-vasopressina-ou-placebo/>. ISSN 0066-782X

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