Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Hiperplasia
Figura 1
ABC
Artigo Original

A Adiponectina Previne a Reestenose pela Inibição da Proliferação Celular em um Modelo de Enxerto Venoso em Ratos

Yang Zhou et al. Chun Dai Bing Zhang Jianjun Ge

Resumo

Fundamento:

O enxerto de bypass na artéria coronária (CABG) continua a ser eficiente como tratamento para pacientes portadores de doença arterial coronariana; entretanto, o enxerto venoso tende a apresentar reestenose ou oclusão. A adiponectina (ADP) é uma proteína hormonal plasmática com a função de regular a proliferação celular.

Objetivo:

Foram utilizadas duas doses diferentes da proteína ADP em um modelo de enxerto venoso em ratos para estimular a alteração do enxerto venoso. O objetivo deste estudo foi investigar o efeito da ADP sobre a reestenose em enxerto venoso.

Métodos:

Veias jugulares autólogas foram implantadas como enxertos interposicionais de carótida pela técnica de anastomose de manga em ratos Sprague Dawley. A adiponectina (2,5 μg e 7,5 μg) foi entregue ao enxerto venoso por bypass de forma perivascular, suspensa em gel Pluronic-F127 a 30%. O grupo tratado apenas com bypass e o grupo tratado com gel veículo carregado apenas com Pluronic funcionaram como controle. Foram feitas comparações com análise de via única de variância e teste post-hoc, com p <0,05 sendo considerado significativo.

Resultados:

A proliferação celular (índice de PCNA) foi significativamente baixa no grupo tratado com adiponectina em comparação com o grupo de controle e o grupo tratado com o gel veículo na íntima e na adventícia dos enxertos a partir do dia 3 (p <0,01). VCAM-1 e ICAM-1 avaliados por imuno-histoquímica diminuíram significativamente em enxertos venosos tratados com adiponectina na quarta semana (p <0,01). O tratamento de enxertos venosos com gel carregado com adiponectina reduziu a espessura da íntima, da média e da adventícia, em comparação com os enxertos de controle e tratados com gel veículo no dia 28 (p <0,01).

Conclusões:

Este estudo oferece evidências adicionais do possível papel terapêutico da adiponectina na modulação de lesão vascular e seu reparo.

  • Adiponectina
  • Hiperplasia
  • Proliferação de Celulas
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
03/12/2021 DOI: 10.36660/abc.20200761
Figura 1
ABC
Artigo Original

Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos

Tianshu Chu et al. Molin Huang Zhiwei Zhao Fei Ling … Jing Cao Jianjun Ge

Resumo

Fundamento:

A taxa de falha de enxerto de veia safena um ano após a cirurgia de revascularização do miocárdio varia de 10% a 25%. O objetivo deste estudo foi de investigar se a atorvastatina pode reduzir o acúmulo de células musculares lisas vasculares para inibir a hiperplasia intimal por meio da inibição da via p38 MAPK.

Métodos:

Quarenta e cinco ratos Sprague-Dawley foram randomizados em três grupos. Trinta ratos foram submetidos à cirurgia de enxerto de veia e randomizados para tratamento com veículo ou atorvastatina; quinze ratos foram submetidos à cirurgia sham. Detectamos a hiperplasia intimal por meio de coloração com hematoxilina-eosina e a expressão de proteínas relacionadas por meio de análise imuno-histoquímica e Western blot. Foram realizadas as comparações por análise de variância de fator único e pelo teste da diferença mínima significativa de Fisher, com p < 0,05 considerado significativo.

Resultados:

A íntima analisada pela coloração com hematoxilina-eosina era dramaticamente mais espessa no grupo controle que no grupo atorvastatina e no grupo sham (p < 0,01). Os resultados da coloração imuno-histoquímica de α-SMA demonstraram que a porcentagem de células positivas para α-SMA no grupo controle era mais alta que no grupo atorvastatina (p < 0,01). Nós também avaliamos α-SMA, PCNA, p38 MAPK e fosforilação de p38 MAPK após o tratamento com estatina por meio de análise de Western blot e os resultados indicaram que a atorvastatina não levou à redução de p38 MAPK (p < 0,05); no entanto, resultou na inibição da fosforilação de p38 MAPK (p < 0,01) e reduziu significativamente os níveis de α-SMA e PCNA, em comparação com o grupo controle (p < 0,01).

Conclusão:

Nós demonstramos que a atorvastatina pode inibir o acúmulo de células musculares lisas vasculares por meio da inibição da via p38 MAPK e é capaz de inibir a hiperplasia intimal em modelos de enxerto de veia em ratos.

  • Atorvastatina
  • Hiperplasia
  • Miócitos de Músculo Liso
  • Modelos Animais
  • Quinases de Proteína Quinase Ativadas por Mitógenos
  • Ratos
  • Revascularização do Miocárdio
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20190231 Visualizações 1
ABC
Editorial

Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental

Mariana Gatto et al. Luana Urbano Pagan Gustavo Augusto Ferreira Mota

Apesar do significativo avanço da biomedicina cardiovascular nos últimos anos, que proporcionou melhor entendimento da fisiopatologia da doença arterial coronariana (DAC) bem como sua prevenção e tratamento, a DAC ainda é responsável por considerável parcela de óbitos.

A DAC é o resultado do acúmulo patológico de placas ateroscleróticas nas artérias coronárias que pode levar a oclusão e isquemia do tecido cardíaco. Entre os tratamentos utilizados para a DAC, podemos destacar o enxerto de veia (EV), tipo de intervenção cirúrgica para a revascularização do miocárdio. Entretanto, a longo prazo, ocorre alta taxa de obstrução dos enxertos venosos, com remodelação expansiva e aumento da deposição de lipoproteína de baixa densidade (LDL), que pode ocasionar hiperplasia intimal (HI), aterosclerose e trombose., A HI está intimamente relacionada à reestenose do EV e se inicia em resposta a determinado estresse, o qual desencadeia processo inflamatório e consequente disfunção endotelial com proliferação e migração de células do músculo liso vascular (CMLV).,

[…]

  • Atorvastatina/prevenção e controle
  • Doença Arterial Coronariana/fisiopatologia
  • enxerto vascular
  • Hiperplasia
  • Modelos Animais
  • Músculo Liso Vascular
  • Ratos
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
23/10/2020 DOI: 10.36660/abc.20200518
ABC
Editorial

Sinergia entre Rampamicina e Cianoacrilato na Redução da Hiperplasia Intimal

Marcia Kiyomi Koike

A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) se mantém entre os principais tratamentos para doença coronariana. No entanto, a doença vascular que ocorre após a CRM permanece como um desafio à medicina. As alterações mecânicas, moleculares e celulares sofridas pelo enxerto vascular venoso quando inserido no fluxo arterial coronariano culmina em trombose, hiperplasia intimal e processo aterosclerótico e finaliza-se com a reestenose.,

Os modelos experimentais da CRM foram fundamentais para compreender os mecanismos presentes durante o curso da doença vascular. O modelo de enxerto vascular com anastomose da veia jugular externa com a carótida representa um modelo experimental de doença vascular semelhante ao que ocorre após a CRM. Porcos, coelhos e ratos podem ser utilizados neste modelo devido à reprodutibilidade do protocolo, custo e benefício.,

[…]

  • Cianoacrilatos
  • Doença da Artéria Coronariana
  • Doenças Vasculares
  • Hiperplasia
  • Imunossupressores
  • Proliferação Celular
  • Ratos
  • Revascularização do Miocárdio
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
01/01/2019 DOI: 10.5935/abc.20180269
Figura 1
ABC
Artigo Original

Rapamicina em Combinação com α-Cianoacrilato Contribui à Inibição de Hiperplasia Intimal em Modelos em Ratos

Jianjun Ge

Resumo

Fundamento:

Reestenose de enxertos venosos tem um impacto adverso na circulação de pontagens e no prognóstico de pacientes após a cirurgia de revascularização miocárdica.

Objetivos:

Nós utilizamos α-cianoacrilato (α-CA) como suporte extravascular, rapamicina/sirolimus (RPM) como aplicação local e a combinação dos dois (α-CA-RPM) em modelos de enxerto venoso autógeno em ratos para estimular mudança no enxerto venoso. O objetivo do nosso estudo foi observar o efeito de α-CA, RPM e α-CA-RPM na hiperplasia venosa.

Métodos:

Cinquenta ratos Sprague Dawley (SD) saudáveis foram randomizados nos 5 grupos seguintes: sham, controle, α-CA, RPM e α-CA-RPM. O procedimento operacional descrito subsequentemente foi utilizado para construir modelos de enxertos da veia jugular na artéria carótida em ratos, em um lado. O nível de endotelina-1 (ET-1) foi determinado por ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA). As veias enxertadas foram observadas a olho nu 4 semanas após; as veias frescas foram observadas via microscópio e software de processamento de imagem com coloração hematoxilina-eosina (HE) e imuno-histoquímica depois de serem fixadas e armazenadas; α-actina do músculo liso (αSMA) e o fator de von Willebrand (vWF) foram medidos com reação em cadeia da polimerase-transcriptase reversa (RT-PCR). Realizaram-se as comparações com análise de variância de fator único (ANOVA) e o teste de diferença mínima significativa (LSD) de Fisher, com p < 0,05 sendo considerado estatisticamente significante.

Resultados:

Nós achamos que a espessura intimal nos grupos α-CA, RPM e α-CA-RPM era menor que no grupo controle (p < 0,01) e a espessura no grupo α-CA-RPM era notavelmente menor que nos grupos α-CA e RPM (p < 0,05).

Conclusão:

A combinação de RPM e α-CA contribui à inibição de hiperplasia em modelos em ratos e é mais efetivo para patência vascular que uso individual de α-CA ou RPM.

  • Cianoacrilatos
  • Grau de Desobstrução Vascular
  • Hiperplasia
  • Oclusão de Enxerto Vascular
  • Ratos
  • Revascularização Miocárdica / cirurgia
  • Sirolimus
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
17/12/2018 DOI: 10.5935/abc.20180247 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Zhou Y, Dai C, Zhang B, Ge J. A Adiponectina Previne a Reestenose pela Inibição da Proliferação Celular em um Modelo de Enxerto Venoso em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2021;117(6):1179-88.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Zhou, Yang; Dai, Chun; Zhang, Bing; Ge, Jianjun. A Adiponectina Previne a Reestenose pela Inibição da Proliferação Celular em um Modelo de Enxerto Venoso em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1179-1188, dez. 2021.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Zhou, Y., Dai, C., Zhang, B., & Ge, J. (2021). A Adiponectina Previne a Reestenose pela Inibição da Proliferação Celular em um Modelo de Enxerto Venoso em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 117(6), 1179-1188.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Zhou, Yang and Dai, Chun and Zhang, Bing and Ge, Jianjun. A Adiponectina Previne a Reestenose pela Inibição da Proliferação Celular em um Modelo de Enxerto Venoso em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2021, vol. 117, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 1179-1188. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/a-adiponectina-previne-a-reestenose-pela-inibicao-da-proliferacao-celular-em-um-modelo-de-enxerto-venoso-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Chu T, Huang M, Zhao Z, Ling F, Cao J, Ge J. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):630-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Chu, Tianshu; Huang, Molin; Zhao, Zhiwei; Ling, Fei; Cao, Jing; Ge, Jianjun. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 630-636, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Chu, T., Huang, M., Zhao, Z., Ling, F., Cao, J., & Ge, J. (2020). Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 630-636.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Chu, Tianshu and Huang, Molin and Zhao, Zhiwei and Ling, Fei and Cao, Jing and Ge, Jianjun. Atorvastatina Reduz o Acúmulo de Células Musculares Lisas Vasculares para Inibir a Hiperplasia Intimal pela Inibição de Via p38 MAPK em um Modelo de Enxerto de Veia em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 630-636. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/atorvastatina-reduz-o-acumulo-de-celulas-musculares-lisas-vasculares-para-inibir-a-hiperplasia-intimal-pela-inibicao-de-via-p38-mapk-em-um-modelo-de-enxerto-de-veia-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Gatto M, Pagan LU, Mota GAF. Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(4):637-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Gatto, Mariana; Pagan, Luana Urbano; Mota, Gustavo Augusto Ferreira. Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 4, p. 637-638, out. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Gatto, M., Pagan, L. U., & Mota, G. A. F. (2020). Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(4), 637-638.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Gatto, Mariana and Pagan, Luana Urbano and Mota, Gustavo Augusto Ferreira. Influência da Atorvastatina na Hiperplasia Intimal em Modelo Experimental. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 4, [citado 2026-10-14], pp. 637-638. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/influencia-da-atorvastatina-na-hiperplasia-intimal-em-modelo-experimental/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Koike MK. Sinergia entre Rampamicina e Cianoacrilato na Redução da Hiperplasia Intimal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2019;112(1):11.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Koike, Marcia Kiyomi. Sinergia entre Rampamicina e Cianoacrilato na Redução da Hiperplasia Intimal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 11-11, dez. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Koike, M. K. (2019). Sinergia entre Rampamicina e Cianoacrilato na Redução da Hiperplasia Intimal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 11-11.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Koike, Marcia Kiyomi. Sinergia entre Rampamicina e Cianoacrilato na Redução da Hiperplasia Intimal. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2019, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 11-11. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/sinergia-entre-rampamicina-e-cianoacrilato-na-reducao-da-hiperplasia-intimal/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Ge J. Rapamicina em Combinação com α-Cianoacrilato Contribui à Inibição de Hiperplasia Intimal em Modelos em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2018;112(1):3-10.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Ge, Jianjun. Rapamicina em Combinação com α-Cianoacrilato Contribui à Inibição de Hiperplasia Intimal em Modelos em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 112, n. 1, p. 3-10, dez. 2018.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Ge, J. (2018). Rapamicina em Combinação com α-Cianoacrilato Contribui à Inibição de Hiperplasia Intimal em Modelos em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 112(1), 3-10.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Ge, Jianjun. Rapamicina em Combinação com α-Cianoacrilato Contribui à Inibição de Hiperplasia Intimal em Modelos em Ratos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2018, vol. 112, n. 1, [citado 2026-10-14], pp. 3-10. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/rapamicina-em-combinacao-com-%ce%b1-cianoacrilato-contribui-a-inibicao-de-hiperplasia-intimal-em-modelos-em-ratos/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias