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  2. Palavra-chave: Terapia Baseada em Transplante de Células e Tecidos
ABC
Editorial

Terapia com Células-Tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Doença Cardíaca Isquêmica: Segura, mas Não Eficaz?

Anurag Jamaiyar et al. Aspasia Tzani

As doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte em adultos em todo o mundo. A doença arterial coronariana obstrutiva envolve um estreitamento gradual dos ramos da artéria coronária devido ao acúmulo de placa aterosclerótica, levando à redução do fluxo sanguíneo para o miocárdio. Este infarto do miocárdio inicia uma cascata de processos patológicos, como estresse oxidativo, inflamação e fibrose, que eventualmente levam à insuficiência cardíaca. Às vezes, um transplante cardíaco é a única opção viável para muitos pacientes com insuficiência cardíaca isquêmica progressiva refratária à medicação antianginosa ou à revascularização. Novas terapêuticas, como células-tronco, RNAs, CRISPR, fatores de crescimento, etc., são uma grande promessa para atender a essa necessidade clínica. As células-tronco têm sido testadas extensivamente em estudos pré-clínicos há muitos anos. Os fatores parácrinos, em vez do potencial de diferenciação, são agora amplamente aceitos como a causa mais provável dos seus efeitos terapêuticos. Estudos contemporâneos continuam a empregar células-tronco nativas ou geneticamente reprogramadas para o tratamento de diversas doenças. As células-tronco podem ser derivadas de diversos nichos no corpo humano adulto, como sangue, medula óssea, gordura, músculo esquelético e entre outros. No entanto, muitos destes tecidos só podem ser colhidos em quantidades muito pequenas. Além disso, o acesso a alguns deles, por exemplo, à medula óssea, requer procedimentos invasivos. O tecido adiposo continua sendo um dos tecidos mais abundantes e facilmente recuperáveis para esse fim.

Na presente edição, os autores apresentam uma revisão sistemática de estudos clínicos nos quais células-tronco derivadas do tecido adiposo (ADSCs) têm sido utilizadas como terapêutica para doença cardíaca isquêmica (DIC). Esta revisão resume a segurança e eficácia das ADSCs em dez desses estudos (compreendendo 29 publicações), com 8 ensaios clínicos randomizados controlados e 2 ensaios não controlados. Os estudos revisados pelos autores administraram números variados de ADSCs (de 400.000 células no ensaio Athena I a 100 milhões de células nos estudos DANISH e CIÊNCIA. Além do estudo AdiFLAP, que utilizou um adesivo adiposo, esses estudos administraram ADSCs por meio de injeções intramiocárdicas ou intracoronárias. O acompanhamento desses ensaios variou de 6 meses (APOLLO, Kastrup et al.) a 36 meses (MyStromalCell e PRECISE). Nos primeiros dias da terapia com células-tronco, uma das principais preocupações de segurança era a formação de teratoma. Devido em grande parte à natureza pluripotente das células-tronco testadas. Como o corpo humano é um ambiente complexo de fatores de crescimento, citocinas, hormônios, etc., as células estaminais também podem diferenciar-se em tipos de células não intencionais, tornando a terapia com células estaminais um empreendimento arriscado que pode causar mais danos do que benefícios. Na última década, essas terapias amadureceram, com células-tronco multipotentes em vez de pluripotentes como candidatas.

[…]

  • Células-Tronco Mesenquimais
  • Infarto Do Miocárdio
  • Revisão Sistemática
  • Terapia Baseada em Transplante de Células e Tecidos
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Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
18/10/2024 DOI: 10.36660/abc.20240515
Segurança e Eficácia da Terapia com Células-tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Cardiopatia Isquêmica: Revisão Sistemática
ABC
Artigo Original

Segurança e Eficácia da Terapia com Células-tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Cardiopatia Isquêmica: Revisão Sistemática

Fernando Rabioglio Giugni et al. Melina de Oliveira Valdo Giugni Henrique Trombini Pinesi Fabio Cetinic Habrum … Lígia Nasi Laranjeira Erica Regina Ribeiro Sady Erica Aranha Suzumura Luis Henrique Wolff Gowdak José Eduardo Krieger

Resumo

Fundamento

A terapia celular utilizando células-tronco mesenquimais derivadas do tecido adiposo (ADSC, sigla em inglês) apresenta grande potencial como tratamento para doenças cardiovasculares.

Objetivo

Realizamos uma revisão sistemática para descrever a segurança e a eficácia das ADSC na cardiopatia isquêmica.

Métodos

Pesquisamos na PubMed/MEDLINE, EMBASE, Web of Science, CENTRAL e LILACS (desde o início até março de 2024) por estudos clínicos envolvendo ADSC em pacientes com cardiopatia isquêmica. Excluímos estudos envolvendo pacientes com outros tipos de doenças cardíacas, estudos utilizando células-tronco mesenquimais derivadas de outros tecidos, bem como estudos em andamento. Dois revisores independentes realizaram a triagem das citações recuperadas, extraíram dados relevantes e avaliaram o risco de viés nos ensaios incluídos, utilizando os critérios da Colaboração Cochrane modificados pela Universidade McMaster e o Índice Metodológico para Estudos Não-Randomizados (MINORS). Utilizamos uma síntese narrativa para apresentar os resultados.

Resultados

Dez estudos (compreendendo 29 publicações) preencheram nossos critérios de inclusão, incluindo 8 ensaios controlados randomizados e 2 ensaios não controlados. Não foram relatados eventos adversos graves associados à terapia com ADSC. Embora a maioria dos desfechos de eficácia não tenha alcançado significância estatística, houve relatos de melhora da área isquêmica, capacidade funcional, sintomas e contratilidade em pacientes tratados com ADSC.

Conclusões

Os resultados da nossa revisão sugerem que a terapia com ADSC é geralmente segura para pacientes com cardiopatia isquêmica. Contudo, são necessárias mais investigações para confirmar a sua eficácia, particularmente em ensaios clínicos de maior escala e em condições específicas onde as melhorias na microcirculação podem ter um impacto notável nos desfechos clínicos.

  • Células-Tronco Mesenquimais
  • Isquemia Miocárdica
  • Medicina Regenerativa
  • Terapia Baseada em Transplante de Células e Tecidos
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16/09/2024 DOI: 10.36660/abc.20230830 Visualizações 2
Figura 1
ABC
Original Article

Células Estromais Mesenquimais (CEM) Derivadas de Medula Óssea de Ratos com e sem Diabetes têm Potencial Terapêutico Similar

Vitória Santório de São José et al. Gustavo Monnerat Barbara Guerra Bruno Dias Paredes … Tais Hanae Kasai-Brunswick Antonio Carlos Campos de Carvalho Emiliano Medei

Resumo

Fundamentos:

O diabetes mellitus é uma doença crônica grave que leva a complicações sistêmicas, como a disfunção cardiovascular. Estudos anteriores de terapia celular obtiveram resultados promissores com utilização de células estromais mesenquimais (CEM) derivadas de medula óssea de animais saudáveis (CEMc) em modelos de animais diabéticos. No entanto, a capacidade das CEM derivadas de ratos diabéticos em melhorar parâmetros cardíacos funcionais é ainda desconhecida.

Objetivos:

Investigar se CEM derivadas de medula óssea de ratos diabéticos (CEMd) poderiam contribuir para a recuperação metabólica e de propriedades elétricas cardíacas em outros ratos também com diabetes.

Métodos:

O diabetes foi induzido em ratos Wistar com estreptozotocina. As CEM foram caracterizadas por citometria de fluxo, análise morfológica e imunohistoquímica. A função elétrica cardíaca foi analisada através de registro do potencial de ação ventricular. As diferenças entre as variáveis foram consideradas significativas quando p < 0,05.

Resultados:

As propriedades in vitro das CEMc e CEMd foram avaliadas. Ambos os tipos celulares apresentaram morfologia, cinética de crescimento e perfil mesenquimal semelhante, e puderam ser diferenciadas em linhagens adipogênica e osteogênica. No entanto, em ensaios para unidades formadoras de colônias de fibroblastos (UFC-F), as CEMd formaram mais colônias em comparação às CEMc quando cultivadas em meio com ou sem hidrocortisona (1 µM). Para comparar o potencial terapêutico das células, os animais foram divididos em quatro grupos experimentais: não diabéticos (CTRL), diabéticos (DM), diabéticos tratados com CEMc (DM + CEMc) e diabéticos tratados com CEMd (DM + CEMd). Os grupos tratados receberam uma única injeção de CEM 4 semanas após o estabelecimento do diabetes. Ambas CEMc e CEMd controlaram a hiperglicemia e a perda de peso corporal e melhoraram o remodelamento elétrico cardíaco em ratos com diabetes.

Conclusão:

As CEMd e CEMc possuem propriedades in vitro e potencial terapêutico semelhante em um modelo de rato com diabetes induzido por estreptozotocina. (Arq Bras Cardiol. 2017; 109(6):579-589)

  • Células Mesenquimais Estromais
  • Diabetes mellitus
  • Eletrofisiologia Cardíaca
  • Ratos
  • Terapia Baseada em Transplante de Células e Tecidos
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01/12/2017 DOI: 10.5935/abc.20170176 Visualizações 2
ABC
Artigo de Pesquisa

Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios

Juliana de Souza Rebouças et al. Nereide Stela Santos-Magalhães Fabio Rocha Formiga

Resumo

O infarto do miocárdio representa a manifestação mais significativa da cardiopatia isquêmica e está associado a elevada morbimortalidade. Novas estratégias vêm sendo investigadas com o intuito de regenerar o miocárdio lesionado, incluindo a terapia gênica, a terapia celular e a utilização de fatores de crescimento. A terapia com fatores de crescimento despertou interesse em medicina cardiovascular, devido aos mecanismos de regeneração induzidos por essas biomoléculas, incluindo angiogênese, remodelamento da matriz extracelular, proliferação de cardiomiócitos e recrutamento de células-tronco, dentre outros. Em conjunto, tais mecanismos promovem a reparação do miocárdio e a melhora da função cardíaca. Esta revisão pretende abordar o papel estratégico da terapia, com fatores de crescimento, para a regeneração cardíaca, considerando seu caráter inovador e multifatorial sobre o reparo do miocárdio após dano isquêmico. Diferentes questões serão discutidas, destacando-se os mecanismos de regeneração como recurso terapêutico potencial mediado por fatores de crescimento e os desafios para tornar essas proteínas terapeuticamente viáveis no âmbito da cardiologia e da medicina regenerativa.

  • Infarto Do Miocárdio
  • Isquemia Miocárdica
  • Peptídeos e Proteínas de Sinalização Intercelular
  • Remodelação Vascular
  • Terapia Baseada em Transplante de Células e Tecidos
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27/06/2016 DOI: 10.5935/abc.20160097

Como citar este artigo

EndNote RIS

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Jamaiyar A, Tzani A. Terapia com Células-Tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Doença Cardíaca Isquêmica: Segura, mas Não Eficaz?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20240515.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Jamaiyar, Anurag; Tzani, Aspasia. Terapia com Células-Tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Doença Cardíaca Isquêmica: Segura, mas Não Eficaz?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20240515, out. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Jamaiyar, A., & Tzani, A. (2024). Terapia com Células-Tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Doença Cardíaca Isquêmica: Segura, mas Não Eficaz?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20240515.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Jamaiyar, Anurag and Tzani, Aspasia. Terapia com Células-Tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Doença Cardíaca Isquêmica: Segura, mas Não Eficaz?. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20240515. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/terapia-com-celulas-tronco-mesenquimais-derivadas-do-tecido-adiposo-para-doenca-cardiaca-isquemica-segura-mas-nao-eficaz/>. ISSN 0066-782X

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Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Giugni FR, Giugni MOV, Pinesi HT, Habrum FC, Laranjeira LN, Sady ERR, Suzumura EA, et al. Segurança e Eficácia da Terapia com Células-tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Cardiopatia Isquêmica: Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2024;121(9):e20230830.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Giugni, Fernando Rabioglio; Giugni, Melina de Oliveira Valdo; Pinesi, Henrique Trombini; Habrum, Fabio Cetinic; Laranjeira, Lígia Nasi; Sady, Erica Regina Ribeiro; Suzumura, Erica Aranha; Gowdak, Luis Henrique Wolff; Krieger, José Eduardo. Segurança e Eficácia da Terapia com Células-tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Cardiopatia Isquêmica: Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 121, n. 9, e20230830, set. 2024.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Giugni, F. R., Giugni, M. O. V., Pinesi, H. T., Habrum, F. C., Laranjeira, L. N., Sady, E. R. R., Suzumura, E. A., Gowdak, L. H. W., & Krieger, J. E. (2024). Segurança e Eficácia da Terapia com Células-tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Cardiopatia Isquêmica: Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 121(9), e20230830.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Giugni, Fernando Rabioglio and Giugni, Melina de Oliveira Valdo and Pinesi, Henrique Trombini and Habrum, Fabio Cetinic and Laranjeira, Lígia Nasi and Sady, Erica Regina Ribeiro and Suzumura, Erica Aranha and Gowdak, Luis Henrique Wolff and Krieger, José Eduardo. Segurança e Eficácia da Terapia com Células-tronco Mesenquimais Derivadas do Tecido Adiposo para Cardiopatia Isquêmica: Revisão Sistemática. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2024, vol. 121, n. 9, [citado 2026-10-14], e20230830. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/seguranca-e-eficacia-da-terapia-com-celulas-tronco-mesenquimais-derivadas-do-tecido-adiposo-para-cardiopatia-isquemica-revisao-sistematica/>. ISSN 0066-782X

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José VSS, Monnerat G, Guerra B, Paredes BD, Kasai-Brunswick TH, Carvalho ACC, Medei E, et al. Células Estromais Mesenquimais (CEM) Derivadas de Medula Óssea de Ratos com e sem Diabetes têm Potencial Terapêutico Similar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2017;109(6):579-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

José, Vitória Santório de São; Monnerat, Gustavo; Guerra, Barbara; Paredes, Bruno Dias; Kasai-Brunswick, Tais Hanae; Carvalho, Antonio Carlos Campos de; Medei, Emiliano. Células Estromais Mesenquimais (CEM) Derivadas de Medula Óssea de Ratos com e sem Diabetes têm Potencial Terapêutico Similar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 109, n. 6, p. 579-589, nov. 2017.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

José, V. S. S., Monnerat, G., Guerra, B., Paredes, B. D., Kasai-Brunswick, T. H., Carvalho, A. C. C. , & Medei, E. (2017). Células Estromais Mesenquimais (CEM) Derivadas de Medula Óssea de Ratos com e sem Diabetes têm Potencial Terapêutico Similar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 109(6), 579-589.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

José, Vitória Santório de São and Monnerat, Gustavo and Guerra, Barbara and Paredes, Bruno Dias and Kasai-Brunswick, Tais Hanae and Carvalho, Antonio Carlos Campos de and Medei, Emiliano. Células Estromais Mesenquimais (CEM) Derivadas de Medula Óssea de Ratos com e sem Diabetes têm Potencial Terapêutico Similar. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2017, vol. 109, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 579-589. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/celulas-estromais-mesenquimais-cem-derivadas-de-medula-ossea-de-ratos-com-e-sem-diabetes-tem-potencial-terapeutico-similar/>. ISSN 0066-782X

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Rebouças JS, Santos-Magalhães NS, Formiga FR. Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2016;107(3):271-5.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Rebouças, Juliana de Souza; Santos-Magalhães, Nereide Stela; Formiga, Fabio Rocha. Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, n. 3, p. 271-275, jun. 2016.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Rebouças, J. S., Santos-Magalhães, N. S., & Formiga, F. R. (2016). Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 107(3), 271-275.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Rebouças, Juliana de Souza and Santos-Magalhães, Nereide Stela and Formiga, Fabio Rocha. Regeneração Cardíaca com Fatores de Crescimento: Avanços e Desafios. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2016, vol. 107, n. 3, [citado 2026-10-14], pp. 271-275. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/regeneracao-cardiaca-com-fatores-de-crescimento-avancos-e-desafios/>. ISSN 0066-782X

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