Família ABC Arquivos Brasileiros de Cardiologia International Journal of Cardiovascular Sciences ABC Heart Failure & Cardiomyopathy ABC Imagem Cardiovascular
Português English
Família ABC
Português English
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias
  • Sobre
    • Sobre a Família ABC
    • Regimento Interno
    • Conselho Editorial
    • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)
  • Edições
  • Diretrizes da SBC
  • Conteúdos
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Notícias

Família ABC

  • Família ABC
  • Arquivos Brasileiros de Cardiologia
  • International Journal of Cardiovascular Sciences
  • ABC Heart Failure & Cardiomyopathy
  • ABC Imagem Cardiovascular
Buscar em

Nenhum conteúdo encontrado.

Revistas
Ordenação
Tipos de artigo
Outros

  1. Início
  2. Palavra-chave: Equipamentos para Diagnóstico
Utilização de Dispositivo Portátil para Rastreio de Fibrilação Atrial Subclínica em Pacientes com Doença Renal Crônica Dialítica
ABC
Artigo Original

Utilização de Dispositivo Portátil para Rastreio de Fibrilação Atrial Subclínica em Pacientes com Doença Renal Crônica Dialítica

Adson Patrik Vieira Carvalho et al. Gabriel Assis Lopes do Carmo Cassia Aparecida Silva Ana Cecília Oliveira … Lucas Giandoni Perez Lilian Pires de Freitas do Carmo Antonio L. Ribeiro

Resumo

Fundamento

Os pacientes em hemodiálise (HD) apresentam altas taxas de morbidade e mortalidade cardiovascular, com maior prevalência de arritmias. A fibrilação atrial (FA) é um fator de risco independente para mortalidade e eventos tromboembólicos em pacientes em diálise. O entendimento e o manejo adequados da FA nesses pacientes dependem do conhecimento de sua prevalência. A utilização de um dispositivo portátil representaria uma abordagem pioneira para esse grupo de pacientes.

Objetivo

Realizar o rastreio de pacientes em HD em relação à FA utilizando um dispositivo portátil e avaliar sua eficácia diagnóstica.

Metodologia

Pacientes em HD de um hospital terciário foram submetidos ao rastreio de FA durante sessões de HD utilizando o MyDiagnostick® (da fabricante Applied Biomedical Systems). Foram coletados diversos dados para avaliar as possíveis associações. A significância estatística foi definida como p < 0,05.

Resultados

Foram avaliados 388 pacientes (40,7% do sexo feminino; idade média de 56,8 anos, DP ± 14,7; tempo de HD de 27 meses, 10-57). O rastreio foi positivo em 16 pacientes (4,1%). A FA foi confirmada por meio de eletrocardiograma em 7 pacientes (1,8%). Pacientes do sexo masculino (p = 0,019), em idade mais avançada (p = 0,007), com alteração no eletrocardiograma basal (p < 0,001), aumento nos níveis de potássio sérico (p = 0,021), redução da pressão arterial sistólica no início da HD (p = 0,007) e angina estável (p = 0,011) foram associados ao rastreio positivo para FA. O dispositivo apresentou uma especificidade de 91,74% (IC de 95%; 86,65% a 96,91%) e sensibilidade de 100% (IC de 95%; 100% a 100%), com um valor preditivo negativo de 100% (IC de 95%; 100% a 100%) para o rastreio da FA.

Conclusão

O uso desse dispositivo se mostrou prático, com alta sensibilidade e excelente valor preditivo negativo. A FA subclínica apresenta alta prevalência e pode ser subestimada nessa população.

  • Diálise
  • Equipamentos para Diagnóstico
  • Fibrilação Atrial
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
04/04/2025 DOI: 10.36660/abc.20240450 Visualizações 1
ABC
Editorial

Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho

Roberto Coury Pedrosa

Eventos cardiovasculares, principalmente o infarto agudo do miocárdio, são as principais causas de morte no Brasil. Em alguns países europeus (por exemplo, França, Portugal, Itália), as taxas de mortalidade em 30 dias por infarto diminuíram nas últimas décadas, chegando a valores tão baixos quanto 3% a 5%. Isso reflete a organização da logística da saúde, incluindo atendimento pré-hospitalar, protocolos unificados, treinamento, regulação central e compromisso com o atendimento. No Brasil, as taxas de mortalidade em 30 dias variam de 3% a 5% em centros avançados e 30% naqueles centros nos quais o atendimento não aplica as diretrizes recomendadas. Essa disparidade geralmente reflete um sistema de saúde pública ainda deficiente que carece de fluxogramas diagnósticos, protocolos institucionais, regulação central ou profissionais capazes de interpretar o diagnóstico de infarto utilizando um eletrocardiograma (ECG). Infelizmente, ainda verificamos que muitos centros carecem de equipamentos nos setores de emergência (desfibrilador, materiais de intubação, ventiladores, eletrocardiografias, drogas vasoativas, monitores cardíacos, marcapassos temporários e drogas fibrinolíticas) e unidades coronarianas, além da falta de profissionais qualificados para fornecer o melhor tratamento.

O reconhecimento de que as síndromes coronarianas agudas (SCA) constituem uma doença heterogênea em relação ao prognóstico foi fundamental para a correta identificação de indivíduos de maior risco, que necessitam de intervenção mais intensiva. Foi demonstrado que nem todos os pacientes com SCA pertencem a categorias de risco alto ou muito alto; há uma porcentagem considerável composta por pacientes jovens sem fatores de risco clássicos que podem ser adequadamente classificados em categorias de risco intermediário ou mesmo baixo. Portanto, é importante identificar os pacientes de maior risco que necessitam de tratamento mais intensivo. Estudos clínicos importantes contribuíram para a evolução da abordagem em pacientes com SCA. – Atualmente, o foco emergente no envolvimento de fatores socioeconômicos no risco cardiovascular tem sido constantemente relatado.

[…]

  • Cuidados Médicos
  • Doenças Cardiovasculares / mortalidade
  • Equipamentos para Diagnóstico
  • Infarto Do Miocárdio
  • Intervenção Coronária Percutânea
  • Medição de Risco
  • Organização e Administração
  • Saúde Pública
  • Síndrome Coronariana Aguda
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
28/08/2020 DOI: 10.36660/abc.20200758 Visualizações 1
Figura 1
ABC
Artigo de Pesquisa

Uso da Ecocardiografia Ultraportátil Direcionada em Serviço de Emergências Clínicas

Frederico José Neves Mancuso et al. Vicente Nicoliello Siqueira Valdir Ambrósio Moisés Aécio Flavio Teixeira Gois … Angelo Amato Vincenzo de Paola Antonio Carlos Camargo Carvalho Orlando Campos

Fundamento:

As urgências cardiovasculares são causas importantes de procura por atendimento médico, sendo fundamentais a rapidez e a precisão no diagnóstico para diminuir sua morbimortalidade.

Objetivo:

Avaliar o uso da ecocardiografia direcionada como complemento diagnóstico ao exame físico em um serviço terciário de emergências clínicas.

Métodos:

Foram incluídos cem pacientes adultos sem doenças cardíacas ou pulmonares conhecidas que procuraram atendimento de urgência com queixas cardiológicas. Foram excluídos pacientes com alterações isquêmicas no eletrocardiograma ou febre. A ecocardiografia direcionada foi realizada logo após a avaliação inicial do paciente na sala de emergência, com aparelho ultraportátil GE Vscan, avaliando subjetivamente: dimensões das cavidades, função sistólica ventricular, fluxos intracardíacos pelo mapeamento de fluxo em cores, pericárdio e aorta.

Resultados:

A idade média dos pacientes foi 61 ± 17 anos. O quadro clínico inicial foi dor torácica (52 pacientes), dispneia (32 pacientes), arritmia/avaliação da função ventricular (dez pacientes), hipotensão/tontura (cinco pacientes) e edema periférico (um paciente). Em 28 pacientes a ecocardiografia direcionada confirmou a hipótese diagnóstica inicial: 19 pacientes com insuficiência cardíaca, cinco com síndrome coronariana aguda, dois com tromboembolismo pulmonar e dois com tamponamento cardíaco. Em 17 pacientes, a ecocardiografia direcionada alterou o diagnóstico, afastando a hipótese clínica inicial em dez casos com suspeita de insuficiência cardíaca, dois com suspeita de tromboembolismo pulmonar, dois com hipotensão a esclarecer, e em cada um dos três restantes com suspeitas de síndrome coronariana aguda, tamponamento cardíaco e dissecção de aorta.

Conclusão:

A ecocardiografia direcionada ultraportátil em serviço de emergências clínicas pode definir rapidamente o diagnóstico e, com isso, é possível iniciar mais precocemente o tratamento adequado.

  • Diagnóstico por Imagem
  • ecocardiografia
  • Equipamentos para Diagnóstico
  • Serviços Médicos de Emergência
Ler artigo completo
Creative Commons Attribution (CC BY) Creative Commons license
28/10/2014 DOI: 10.5935/abc.20140158

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Carvalho APV, Carmo GAL, Silva CA, Oliveira AC, Perez LG, Carmo LPF, Ribeiro AL, et al. Utilização de Dispositivo Portátil para Rastreio de Fibrilação Atrial Subclínica em Pacientes com Doença Renal Crônica Dialítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2025;122(3):e20240450.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Carvalho, Adson Patrik Vieira; Carmo, Gabriel Assis Lopes do; Silva, Cassia Aparecida; Oliveira, Ana Cecília; Perez, Lucas Giandoni; Carmo, Lilian Pires de Freitas do; Ribeiro, Antonio L.. Utilização de Dispositivo Portátil para Rastreio de Fibrilação Atrial Subclínica em Pacientes com Doença Renal Crônica Dialítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 3, e20240450, abr. 2025.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Carvalho, A. P. V., Carmo, G. A. L. , Silva, C. A., Oliveira, A. C., Perez, L. G., Carmo, L. P. F. , & Ribeiro, A. L. (2025). Utilização de Dispositivo Portátil para Rastreio de Fibrilação Atrial Subclínica em Pacientes com Doença Renal Crônica Dialítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 122(3), e20240450.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Carvalho, Adson Patrik Vieira and Carmo, Gabriel Assis Lopes do and Silva, Cassia Aparecida and Oliveira, Ana Cecília and Perez, Lucas Giandoni and Carmo, Lilian Pires de Freitas do and Ribeiro, Antonio L.. Utilização de Dispositivo Portátil para Rastreio de Fibrilação Atrial Subclínica em Pacientes com Doença Renal Crônica Dialítica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2025, vol. 122, n. 3, [citado 2026-10-14], e20240450. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/utilizacao-de-dispositivo-portatil-para-rastreio-de-fibrilacao-atrial-subclinica-em-pacientes-com-doenca-renal-cronica-dialitica/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pedrosa RC. Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2020;115(2):226-8.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pedrosa, Roberto Coury. Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 115, n. 2, p. 226-228, ago. 2020.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pedrosa, R. C. (2020). Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 115(2), 226-228.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pedrosa, Roberto Coury. Minieditorial: Competência Prognóstica Distinta entre Modelo Clínico e Anatômico nas Síndromes Coronarianas Agudas: Comparação por Tipo de Desfecho. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2020, vol. 115, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 226-228. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/minieditorial-competencia-prognostica-distinta-entre-modelo-clinico-e-anatomico-nas-sindromes-coronarianas-agudas-comparacao-por-tipo-de-desfecho/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Mancuso FJN, Siqueira VN, Moisés VA, Gois AFT, Paola AAV, Carvalho ACC, Campos O, et al. Uso da Ecocardiografia Ultraportátil Direcionada em Serviço de Emergências Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2014;103(6):530-7.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Mancuso, Frederico José Neves; Siqueira, Vicente Nicoliello; Moisés, Valdir Ambrósio; Gois, Aécio Flavio Teixeira; Paola, Angelo Amato Vincenzo de; Carvalho, Antonio Carlos Camargo; Campos, Orlando. Uso da Ecocardiografia Ultraportátil Direcionada em Serviço de Emergências Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 103, n. 6, p. 530-537, out. 2014.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Mancuso, F. J. N., Siqueira, V. N., Moisés, V. A., Gois, A. F. T., Paola, A. A. V. , Carvalho, A. C. C., & Campos, O. (2014). Uso da Ecocardiografia Ultraportátil Direcionada em Serviço de Emergências Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 103(6), 530-537.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Mancuso, Frederico José Neves and Siqueira, Vicente Nicoliello and Moisés, Valdir Ambrósio and Gois, Aécio Flavio Teixeira and Paola, Angelo Amato Vincenzo de and Carvalho, Antonio Carlos Camargo and Campos, Orlando. Uso da Ecocardiografia Ultraportátil Direcionada em Serviço de Emergências Clínicas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2014, vol. 103, n. 6, [citado 2026-10-14], pp. 530-537. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/uso-da-ecocardiografia-ultraportatil-direcionada-em-servico-de-emergencias-clinicas/>. ISSN 0066-782X

  • Sobre a Família ABC
  • Regimento Interno
  • Conselho Editorial
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

Edições

Diretrizes da SBC

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Notícias