Andréa Araujo Brandão et al. Weimar Kunz Sebba Barroso Audes Feitosa Eduardo Costa Duarte Barbosa … Roberto Dischinger Miranda Priscila Valverde de Oliveira Vitorino Roberto Pozzan Lucio Paulo Ribeiro Abraham Epelman Giovanni Alves Saraiva Fabio Serra Silveira Antônio Almeida Braga Marco Mota Gomes
Introdução
As taxas de controle da pressão arterial (PA) são muito baixas no Brasil e no mundo, cerca de 20%.– Hipertensos tratados e não controlados mantêm elevado risco de eventos cardiovasculares (CV) e de mortalidade, assemelhando-se aos indivíduos não tratados.
De acordo com recomendações recentes,,,, o controle pressórico deve ser verificado pela PA de consultório (PAC), e pela medida fora do consultório. Assim, é possível caracterizar os diferentes fenótipos da hipertensão arterial,,,, importante na determinação do prognóstico e da terapia individualizada.,,-
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