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  2. Palavra-chave: ultra-som intracoronariano
Avaliação tardia de endopróteses coronarianas com sirolimus: comparação da tomografia computadorizada por múltiplos detectores com a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronariano
ABC
Artigo Original

Avaliação tardia de endopróteses coronarianas com sirolimus: comparação da tomografia computadorizada por múltiplos detectores com a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronariano

Ibraim Masciarelli F. Pinto et al. Amanda G. M. R. Sousa Walther Ishikama Luiz Alberto Mattos … Alexandre Abizaid Fausto Feres Luiz Fernando L. Tanajura Luiz C. B. Sousa J. Eduardo M. R. Sousa Adib Jatene

OBJETIVO: Avaliar os resultados da tomografia computadorizada por múltiplos detectores na avaliação dos resultados tardios de pacientes submetidos ao implante de endopróteses com sirolimus. MÉTODOS: Selecionamos 30 pacientes, previamente submetidos ao implante de stents com sirolimus com sucesso e com mais de seis meses de evolução. Todos foram submetidos à angiografia invasiva e ao ultra-som intravascular após a angiotomografia, feita com a injeção de 1,5 ml/kg de peso de meio de contraste iodado. RESULTADOS: A média dos diâmetros proximais de referência foi 3,01 ± 0,31 mm pela tomografia e 3,14 ± 0,31 mm pela angiografia (p = 0,04). Ao eliminarmos a artéria circunflexa da análise, a discrepância entre os dois exames deixou de ser significante -(tomografia= 3,01 ± 0,32 mm, angiografia= 3,10 ± 0,30 mm, p = 0,65). A média dos diâmetros distais de referência foi 2,86 ± 0,30 mm pela tomografia e 2,92 ± 0,32 pela angiografia (p = 0,25). A média do calibre mínimo no interior da endoprótese foi 2,85 ± 0,25 mm pela tomografia e 2,85 ± 0,29 mm angiografia (p = 0,27). A área de secção transversal mínima intra-stent foi 7,19 ± 1,47 mm² pela tomografia e 6,90 ± 1,52 mm² pelo ultra-som intracoronariano (p = 0,36), mas a correlação entre estas medidas era fraca (r= 0,33). CONCLUSÃO: A tomografia possibilita a avaliação qualitativa das endopróteses, a estimativa correta do diâmetro de referência proximal e distal dos vasos-alvo, além do calibre mínimo intra-stent. Sua correlação com as medidas feitas pelo ultra-som intracoronário, porém é menos intensa.

  • angiografia quantitativa
  • Insuficiência coronariana
  • Tomografia Computadorizada
  • ultra-som intracoronariano
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06/03/2007 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001800005
Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa
ABC
Artigo Original

Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa

Celso Kiyochi Takimura et al. Pedro Alves Lemos Marco Antonio Perin Expedito Eustáquio Ribeiro da Silva … John Ambrose José Antonio Franchini Ramires Eulógio Emílio Martinez Filho

OBJETIVO: Certas características geométricas angiográficas de lesões coronarianas foram descritas como preditoras independentes de um futuro infarto do miocárdio. O objetivo deste estudo foi correlacionar esses marcadores com achados do ultra-som intracoronariano sabidamente associados com maior vulnerabilidade à ruptura de placa. MÉTODOS: Estudou-se 30 pacientes com síndromes coronarianas estáveis e lesões de novo (31 lesões) com angiografia e ultra-som intracoronariano. Para cada lesão as características geométricas angiográficas (grau de simetria, grau de estenose, comprimento da lesão e ângulo de saída) foram correlacionadas com as variáveis ultra-sonográficas: tipo de placa (mole, fibrosa, mista ou calcificada), área porcentual de placa e índice de remodelamento. RESULTADOS: O comprimento médio da lesão foi de 9,2 ± 4,4 mm, o porcentual de estenose foi de 50,0% a 89,0% (média 67,7 ± 12,1%), ângulos de entrada variaram de 8,48º a 48,78º (média 24,0 ± 11,4º), ângulos de saída variaram de 8,30º a 53,03º (média 23,8 ± 11,7º) e o índice de simetria variou de 0 a 1 (média 0,56 ± 0,32). À avaliação com ultra-som intracoronariano, freqüência de placas moles ou calcificadas, remodelamento positivo e magnitude da área porcentual de placa não foram associados com nenhuma característica geométrica angiográfica (p > 0,05 para todas as análises). CONCLUSÃO: Características geométricas angiográficas que predis-põem à oclusão aguda não se correlacionam com achados morfológicos e quantitativos do ultra-som intracoronariano associados com a vulnerabilidade da placa.

  • angiografia coronariana
  • Aterosclerose coronariana
  • ultra-som intracoronariano
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28/09/2006 DOI: 10.1590/S0066-782X2006001500006
O uso do ultra-som intracoronariano na tomada de decisão para o tratamento das lesões coronarianas moderadas
ABC
Artigo Original

O uso do ultra-som intracoronariano na tomada de decisão para o tratamento das lesões coronarianas moderadas

Andrea Claudia Leão de Sousa Abizaid et al. Leopoldo Soares Piegas Alexandre Antonio Cunha Abizaid Luiz Fernando Leite Tanajura … Aurea Jacob Chaves Marinella Patrizia Centemero Ana Cristina C. Seixas Luiz Alberto Piva Mattos Ibraim Pinto Amanda Guerra Morais Rego Sousa J. Eduardo Morais Rego Sousa

OBJETIVO: Investigar o critério ultra-sonográfico de área mínima da luz (AML), com valor de corte igual a 4,0 mm² na tentativa de diferençar as lesões que devem ou não ser tratadas. MÉTODOS: Incluímos 173 pacientes consecutivos com lesões angiograficamente moderadas (porcentual de estenose entre 40 e 70) submetidos à realização de ultra-som, divididos em 2 grupos: grupo 1 clínico (AML > 4,0 mm²) e grupo 2 revascularização (AML 4,0 mm² 75 (43%) pacientes, mantidos clinicamente e 98 (57%) pacientes AML < 4,0 mm², tratados com stents coronarianos. Pela angiografia coronariana quantitativa não houve diferença significante entre o porcentual de estenose do vaso [grupo 1: 48% vs grupo 2: 53%; p=0,06]. Ao contrário das mensurações ultra-sonográficas, pois a AML mostrou-se significativamente maior no grupo 1 quando comparada ao grupo 2 [4,54 mm² vs 2,45 mm²; p<0,001)]. O impacto clínico da tomada de decisão foi favorável, não verificando-se diferença na ocorrência de eventos cardíacos maiores: [grupo 1: 5 (7%) vs grupo 2: 14 (15%); p= 0,09]. A necessidade de revascularização da lesão-alvo também não diferiu (grupo 1: 3 (4%) vs grupo 2: 11 (12%); p=0,07). As variáveis preditoras para os ECM foram: diabetes, angina CFIII pré-hospitalização e a AML avaliada pelo ultra-som. CONCLUSÃO: A estratégia de decisão de tratamento assegura baixas taxas de ECM em ambos os grupos no seguimento de 24 meses, garantindo reduzidas taxas de revascularização, sendo as variáveis preditoras de eventos cardíacos maiores: diabetes melito, angina classe funcional III e a AML ao ultra-som intracoronariano.

  • Doença arterial coronariana
  • lesão coronariana moderada
  • ultra-som intracoronariano
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13/12/2004 DOI: 10.1590/S0066-782X2004001900002 Visualizações 1

Como citar este artigo

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Pinto IMF, Sousa AGMR, Ishikama W, Mattos LA, Abizaid A, Feres F, Tanajura LFL, et al. Avaliação tardia de endopróteses coronarianas com sirolimus: comparação da tomografia computadorizada por múltiplos detectores com a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronariano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2007;87(5):575-82.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Pinto, Ibraim Masciarelli F.; Sousa, Amanda G. M. R.; Ishikama, Walther; Mattos, Luiz Alberto; Abizaid, Alexandre; Feres, Fausto; Tanajura, Luiz Fernando L.; Sousa, Luiz C. B.; Sousa, J. Eduardo M. R.; Jatene, Adib. Avaliação tardia de endopróteses coronarianas com sirolimus: comparação da tomografia computadorizada por múltiplos detectores com a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronariano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 5, p. 575-582, mar. 2007.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Pinto, I. M. F., Sousa, A. G. M. R., Ishikama, W., Mattos, L. A., Abizaid, A., Feres, F., Tanajura, L. F. L., Sousa, L. C. B., Sousa, J. E. M. R., & Jatene, A. (2007). Avaliação tardia de endopróteses coronarianas com sirolimus: comparação da tomografia computadorizada por múltiplos detectores com a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronariano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(5), 575-582.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Pinto, Ibraim Masciarelli F. and Sousa, Amanda G. M. R. and Ishikama, Walther and Mattos, Luiz Alberto and Abizaid, Alexandre and Feres, Fausto and Tanajura, Luiz Fernando L. and Sousa, Luiz C. B. and Sousa, J. Eduardo M. R. and Jatene, Adib. Avaliação tardia de endopróteses coronarianas com sirolimus: comparação da tomografia computadorizada por múltiplos detectores com a angiografia quantitativa e o ultra-som intracoronariano. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2007, vol. 87, n. 5, [citado 2026-10-14], pp. 575-582. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/avaliacao-tardia-de-endoproteses-coronarianas-com-sirolimus-comparacao-da-tomografia-computadorizada-por-multiplos-detectores-com-a-angiografia-quantitativa-e-o-ultra-som-intracoronariano/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Takimura CK, Lemos PA, Perin MA, Silva EER, Ambrose J, Ramires JAF, Martinez Filho EE, et al. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2006;87(2):99-105.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Takimura, Celso Kiyochi; Lemos, Pedro Alves; Perin, Marco Antonio; Silva, Expedito Eustáquio Ribeiro da; Ambrose, John; Ramires, José Antonio Franchini; Martinez Filho, Eulógio Emílio. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 87, n. 2, p. 99-105, set. 2006.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Takimura, C. K., Lemos, P. A., Perin, M. A., Silva, E. E. R. , Ambrose, J., Ramires, J. A. F., & Martinez Filho, E. E. (2006). Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 87(2), 99-105.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Takimura, Celso Kiyochi and Lemos, Pedro Alves and Perin, Marco Antonio and Silva, Expedito Eustáquio Ribeiro da and Ambrose, John and Ramires, José Antonio Franchini and Martinez Filho, Eulógio Emílio. Preditores geométricos angiográficos de infarto do miocárdio não são associados com marcadores ultra-sonográficos de vulnerabilidade da placa. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2006, vol. 87, n. 2, [citado 2026-10-14], pp. 99-105. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/preditores-geometricos-angiograficos-de-infarto-do-miocardio-nao-sao-associados-com-marcadores-ultra-sonograficos-de-vulnerabilidade-da-placa/>. ISSN 0066-782X

EndNote RIS

Formato de Documento Eletrônico (Vancouver)

Abizaid ACLS, Piegas LS, Abizaid AAC, Tanajura LFL, Chaves AJ, Centemero MP, Seixas ACC, et al. O uso do ultra-som intracoronariano na tomada de decisão para o tratamento das lesões coronarianas moderadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2004;83(spe):3-6.

Formato de Documento Eletrônico (ABNT)

Abizaid, Andrea Claudia Leão de Sousa; Piegas, Leopoldo Soares; Abizaid, Alexandre Antonio Cunha; Tanajura, Luiz Fernando Leite; Chaves, Aurea Jacob; Centemero, Marinella Patrizia; Seixas, Ana Cristina C.; Mattos, Luiz Alberto Piva; Pinto, Ibraim; Sousa, Amanda Guerra Morais Rego; Sousa, J. Eduardo Morais Rego. O uso do ultra-som intracoronariano na tomada de decisão para o tratamento das lesões coronarianas moderadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 83, n. spe, p. 3-6, dez. 2004.

Formato de Documento Eletrônico (APA)

Abizaid, A. C. L. S., Piegas, L. S., Abizaid, A. A. C., Tanajura, L. F. L., Chaves, A. J., Centemero, M. P., Seixas, A. C. C., Mattos, L. A. P., Pinto, I., Sousa, A. G. M. R., & Sousa, J. E. M. R. (2004). O uso do ultra-som intracoronariano na tomada de decisão para o tratamento das lesões coronarianas moderadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 83(spe), 3-6.

Formato de Documento Eletrônico (ISO)

Abizaid, Andrea Claudia Leão de Sousa and Piegas, Leopoldo Soares and Abizaid, Alexandre Antonio Cunha and Tanajura, Luiz Fernando Leite and Chaves, Aurea Jacob and Centemero, Marinella Patrizia and Seixas, Ana Cristina C. and Mattos, Luiz Alberto Piva and Pinto, Ibraim and Sousa, Amanda Guerra Morais Rego and Sousa, J. Eduardo Morais Rego. O uso do ultra-som intracoronariano na tomada de decisão para o tratamento das lesões coronarianas moderadas. Arquivos Brasileiros de Cardiologia [online]. 2004, vol. 83, n. spe, [citado 2026-10-14], pp. 3-6. Disponível em: <https://journals.cardiol.br/article/o-uso-do-ultra-som-intracoronariano-na-tomada-de-decisao-para-o-tratamento-das-lesoes-coronarianas-moderadas/>. ISSN 0066-782X

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